Origem, evolução, dimensões do papel estratégico e resultados num mundo competitivo.

Por Ainor Francisco Lotério*


Cooperativismo é um movimento, filosofia de vida e modelo socioeconômico capaz de unir desenvolvimento econômico e bem-estar social. Seus referenciais fundamentais são: participação democrática, solidariedade, independência e autonomia.  É o sistema fundamentado na reunião de pessoas e não no capital. Visa às necessidades do grupo e não do lucro. Busca prosperidade conjunta e não individual. Estas diferenças fazem do cooperativismo a alternativa socioeconômica que leva ao sucesso com equilíbrio e justiça entre os participantes. Associado a valores universais, o cooperativismo se desenvolve independentemente de território, língua, credo ou nacionalidade (fonte: http://www.ocb.org.br/site/cooperativismo/).

  • O fenômeno da cooperação como ferramenta de aprendizagem e desenvolvimento da sociedade.

Cooperação é uma das palavras mais utilizadas na atualidade. Fala-se de cooperação entre países, entre empresas, entre instituições de ensino e pesquisa, e entre todo tipo de organizações. Acredita-se que é possível alcançar melhores resultados atuando por meio de parcerias, acordos e ações conjuntas, do que atuando isoladamente.

Em todas as sociedades, das mais primitivas às mais modernas, a cooperação aparece ao lado de dois outros processos sociais em que os indivíduos e grupos são envolvidos simultaneamente: o conflito e a competição. A organização social de qualquer comunidade ou sociedade reflete o equilíbrio que se processa entre essas forças. Mas a forma pela qual esses processos sociais se apresentam em diferentes sociedades é afetada pela cultura e pelo tipo de organização econômica dominante. À medida que uma sociedade se diferencia, e é aprofundada a divisão do trabalho, torna-se cada vez mais necessário o desenvolvimento de formas mais avançadas de trabalho associado.

O desenvolvimento da doutrina cooperativista, seus princípios e suas contradições refletem o grande desafio do cooperativismo que é conciliar os objetivos sociais e econômicos de seus sócios dentro de uma empresa, da qual seus sócios são donos e usuários. Não faz sentido que a cooperativa seja próspera e seus associados não usufruam dos benefícios dessa prosperidade.  O responsável por essa função em cooperativas deve buscar o equilíbrio entre a saúde financeira da instituição e a necessidade de transferir os benefícios de sua atuação aos sócios. Para tanto, não existem fórmulas prontas.

2 – Mundo em transformação e educação cooperativista

As mudanças fazem parte do mundo das pessoas e organizações. Neste ambiente, as organizações são chamadas a transformações e adaptações, a fim de sobreviverem no ambiente. Sendo assim, manter-se passivo e só mudar quando os problemas ocorrem é contribuir para o insucesso nos relacionamentos e nos negócios cooperativos, através de decisões precipitadas, atrasadas e equivocadas.

Os fatores de produção, bem como sua evolução e gestão, são impactados pela capacidade e velocidade com as quais o conhecimento humano tem sido desenvolvido, utilizado e atualizado. Este fenômeno se deu com o advento da Era do Conhecimento. Essa Era surgiu impulsionada por fenômenos que estão transformando as relações econômicas, políticas e sociais da civilização humana e invadindo fortemente o mundo cooperativo.

Nesse enfoque, a educação corporativa assume importância com a rápida e até certo ponto caótica globalização do mundo. Isso faz com que se mudem as perspectivas de carreira profissional e a maneira de gerir todos os negócios e propriedades, inclusive com reflexos na família.

Não podemos mais olhar as tarefas, que são exigidas de dirigentes colaboradores e associadas, sempre da mesma maneira. Fugir do tradicional é necessário se quisermos ter sucesso na tarefa de aconselhar, fiscalizar, treinar e desenvolver pessoas, de modo que se sintam bem e produzam resultados para as cooperativas.

3 – As cooperativas precisam dar espetáculo

Numa longa jornada, evoluiu-se da era agrícola, quando predominava a atividade extrativa, para a era industrial, que inundou o mundo de bens produzidos em massa, mais recentemente, chegou-se a era dos serviços. Agora, ingressa-se na era do espetáculo, que tem como principais características a encenação, a capacidade de criar sensações memoráveis para as pessoas e não “apenas” ofertar produtos e serviços de qualidade comprovada e a preços acessíveis.

As cooperativas de sucesso sabem que os associados estão cada vez mais exigentes. Compreendem que as situações que envolvem seus associados e clientes (também os familiares) de forma marcante, conectando-se a eles com estilo pessoal e memorável, oferecendo produtos e serviços de alta qualidade a preço competitivo. Também buscam identificar e realizar os sonhos dos associados e clientes, familiarizando-se com o imaginário deles.

Na era do espetáculo, o trabalho dos funcionários da cooperativa não pode deixar de ser considerado, pois consiste em representar um papel que visa encantar os associados e clientes e criar sensações memoráveis para eles. Em vez de “empregados contratados para um cargo” precisam começar a pensar em “um elenco cooperativo que desempenha papéis decisivos”.

Assim, é mais adequado pensar (ironicamente nestes tempos modernos) como personagens de um enredo que visa encantar pessoas (clientes, sócios, dirigentes, colaboradores, familiares, etc.).

4 – Instrumento de desenvolvimento econômico, social e sustentável

As Cooperativas, por suas características de valorização da individualidade do associado e da cultura local, exercem um importante papel econômico e social em suas comunidades e respectivas regiões como geradoras de muitas oportunidades de trabalho e renda, como importantes instancias de viabilização especificamente dos micro e médios empreendimentos agropecuários, industriais e de serviços.

Convém considerar que o cooperativismo é um dos melhores mecanismos de distribuição regional da renda, já que qualquer melhoria de renda e ganho para os associados representa geralmente uma imediata aplicação dos ganhos em investimentos e melhorias no patrimônio dos associados, nas localidades onde eles têm suas raízes e a maior parte de suas vivências e aspirações. Municípios com grande presença de cooperativas exibem um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) superior àqueles onde o cooperativismo é menos desenvolvido. Isso demonstra a estreita relação entre cooperativismo e progresso econômico e social (pesquisa FEA/USP).

O modelo econômico vigente no mundo se alimenta da exclusão de grande parcela da população em relação aos meios de produção, enquanto o cooperativismo está preocupado e promovendo a inclusão social, gerando desenvolvimento e vida de qualidade para seus associados e familiares, com importantes reflexos positivos à comunidade. Por sua inserção comunitária, de onde emergem, as cooperativas estão naturalmente vocacionadas para fazer o bem nos locais em que estabelecidas. Além das cooperativas praticarem preços mais justos, tanto na compra como na venda dos produtos de seus e para seus associados, existe também o diferencial das cooperativas na distribuição das sobras ao final do exercício.

Finalmente, as cooperativas abraçaram a causa e desenvolvem ações sustentáveis de preservação e conservação dos recursos naturais na hora de produzir, adotando tecnologias limpas e estabelecendo um relacionamento saudável com a comunidade que a recebe e na qual está inserida.

5- Quatro razões que viabilizam empreendimentos cooperativos

Primeira razão: refere-se à capacidade de competição no mercado que as cooperativas possuem, mesmo não sendo capitalistas, uma vez que dispõe de autonomia produtiva, princípio defendido pelo mercado e, simultaneamente, o rechaço pelas formas de economia centralizada, tanto do mercado como do próprio movimento cooperativista de produção.

Segunda razão: dá-se pela capacidade que as cooperativas possuem em responder eficientemente diante das regras de mercado, uma, por que são constituídas e executadas por trabalhadores-proprietários, o que reduz drasticamente a necessidade de proveitos; a autonomia e a independência em relação ao Estado e outras Organizações; o compromisso com a educação dos membros da cooperativa – para lhes facultar uma participação efetiva; a cooperação entre cooperativas através de organizações locais, nacionais e mundiais; e a contribuição para o desenvolvimento da comunidade na qual está localizada a cooperativa.

Terceira razão: está no fato de que cooperativas promovem a distribuição igualitária de bens e serviços, conduzindo a coletividade à redução de desigualdades sociais.

Quarta razão: não menos importante que as outras três, é o fato de que as cooperativas operam com base na autogestão, conclamando a todos à participação e à gestão democrática empresarial, o que determina a emancipação e a libertação dos indivíduos, reduzindo, em tese, as divisões sociais construídas em economias centralizadas.

6- Sete princípios (ou linhas) que orientam o cooperativismo

Os sete princípios do cooperativismo são as linhas orientadoras por meio das quais as cooperativas levam os seus valores à prática. Foram aprovados e utilizados na época em que foi fundada a primeira cooperativa do mundo, na Inglaterra, em 1844. São eles:

1º – Adesão voluntária e livre – as cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e assumir as responsabilidades como membros, sem discriminações de sexo, sociais, raciais, políticas e religiosas.

2º – Gestão democrática – as cooperativas são organizações democráticas, controladas pelos seus membros, que participam ativamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões. Os homens e as mulheres, eleitos como representantes dos demais membros, são responsáveis perante estes. Nas cooperativas de primeiro grau os membros têm igual direito de voto (um membro, um voto); as cooperativas de grau superior são também organizadas de maneira democrática.

3º – Participação econômica dos membros – os membros contribuem equitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa. Os membros recebem, habitualmente, se houver uma remuneração limitada ao capital integralizado, como condição de sua adesão. Os membros destinam os excedentes a uma ou mais das seguintes finalidades:      desenvolvimento das suas cooperativas, eventualmente através da criação de reservas, parte das quais, pelo menos será, indivisível; benefícios aos membros na proporção das suas transações com a cooperativa; e apoio a outras atividades aprovadas pelos membros.

4º – Autonomia e independência – as cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas pelos seus membros. Se firmarem acordos com outras organizações, incluindo instituições públicas, ou recorrerem a capital externo, devem fazê-lo em condições que assegurem o controle democrático pelos seus membros e mantenham a autonomia da cooperativa.

5º – Educação, formação e informação – as cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos e dos trabalhadores, de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.

6º – Intercooperação – as cooperativas servem de forma mais eficaz aos seus membros e dão mais – força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.

7º – Interesse pela comunidade – as cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades através de políticas aprovadas pelos membros.

7- Princípios que identificam e norteiam o cooperativismo empresarial, na sociedade de mercado atual:

  • O Princípio do Dono-Usuário: os cooperados proprietários e financiadores da cooperativa são as mesmas pessoas que utilizam seus serviços e dela se beneficiam.
  • O Princípio do Usuário-Controlador: os cooperados que controlam a cooperativa são as mesmas pessoas que utilizam seus serviços e dela se beneficiam.
  • O Princípio do Usuário-Beneficiário: a finalidade da cooperativa (enquanto sociedade de pessoas) é propiciar e distribuir benefícios e ganhos aos usuários proporcionalmente à sua participação no negócio.

São funções básicas do Conselho Fiscal:

– Ser um sócio exemplar;

– Verificar se existem reclamações dos associados nos diversos assuntos da cooperativa;

– Examinar livros e documentos;

– Examinar balanços e balancetes;

– Convocar gerente e o contador para esclarecimentos;

– Convocar o Conselho de Administração (ou Diretoria), quando necessário;

– Examinar e dar parecer sobre a prestação de contas da Administração;

– Verificar o cumprimento da legislação cooperativista, trabalhista e fiscal;

– Participar ativa e efetivamente dos trabalhos da cooperativa.

8 – Diferenças entre sociedade cooperativa, associação e sociedade mercantil.

SOCIEDADE COOPERATIVA: É uma sociedade de pessoas; Objetivo principal é a prestação de serviços econômicos ou financeiros; Número ilimitado de cooperados; Controle democrático = uma pessoa tem apenas um voto; Assembleias: quorum é baseado no número de cooperados; Não é permitida a transferência das quotas-partes a terceiros, estranhos à sociedade; Retorno dos excedentes proporcional ao valor das operações.

ASSOCIAÇÃO: É uma sociedade de pessoas; objetivo principal é realizar atividades assistenciais, culturais, esportivas etc.; número ilimitado de associados; Cada pessoa tem um voto; assembleias: quorum é baseado no número de associados; não tem quotas-partes; não gera excedente.

SOCIEDADE MERCANTIL: É uma sociedade de capital; Objetivo principal é o lucro; Número ilimitado de acionistas; Cada ação representa um voto; Assembleias: quorum é baseado no capital; Transferência das ações a terceiros; Lucro proporcional ao número de ações.

9 – Sobrevivência, competitividade e gestão profissional das cooperativas

A ação das cooperativas face às exigências econômicas e sociais do mundo moderno passa necessariamente pela busca de novos modelos de gestão, na tentativa de ajustar suas estruturas à realidade. As cooperativas se veem forçadas à evolução, assim como as demais organizações, no que diz respeito às suas atividades, à interface tecnológica, à gestão, à complexidade da estrutura organizacional, e no que diz respeito aos relacionamentos com pessoas e instituições.

No que toca às atividades, pode-se dizer que as cooperativas estão migrando de um comportamento defensivo, característico dos anos 70 e 80, para uma atuação mais agressiva nos mercados finais, por força dos altos níveis de competitividade exigidos pelos novos mercados.

Na busca desse novo modelo de gestão, as experiências atuais têm demonstrado que é necessária uma reflexão inicial para que a cooperativa se posicione em relação à sua missão, ao seu negócio, aos seus objetivos e metas. E que faça tal reflexão por meio da análise da cadeia de valor de seu processo produtivo, detectando falhas e excelências, e analisando as ameaças e oportunidades do ambiente externo no qual se insere. Dessa busca, já iniciada por algumas cooperativas brasileiras, alguns fatores chave de sucesso já foram identificados e atualmente direcionam a ação de várias delas.

O amadorismo, a improvisação, a tendência ao paternalismo e ao empreguismo, as rivalidades internas e interferências políticas conduzem a acentuadas divergências administrativas, com prejuízos ao desempenho organizacional. É necessário direcionar esforços para a gestão da qualidade, para a implementação de sistemas de informação gerencial que privilegie a evolução sustentável das cooperativas contemporâneas. Nesse cenário urge simplificar e agilizar o processo administrativo, enxugar a estrutura e aumentar a produtividade. Além disso, manter o máximo de transparência administrativa nas decisões é uma meta a ser rigorosamente cumprida, bem como periodicamente estabelecer prioridades e metas de trabalho e avaliar a situação empresarial. A empresa cooperativista terá, portanto de modificar sua postura no mercado na busca de vantagens competitivas que garantam a sua sobrevivência futura.

A implementação de planos de desenvolvimento humano e empresarial elaborado com técnicas de planejamento estratégico tem intensificado o processo de profissionalização da gestão e do quadro de associados e a modernização do aparato funcional e administrativo.

10 – A motivação no ambiente cooperativo e competitivo

O mundo do trabalho vive um período de transição e de grandes mudanças. A busca pela qualidade, produtividade, competitividade e outros aspectos fazem com que as organizações exijam mais de seus colaboradores e, consequentemente, essas exigências podem ocasionar sentimentos positivos ou negativos. O trabalho que era para gerar realização e satisfação pode se transformar em desmotivação, em contrapartida o colaborador que vê seu potencial e seu trabalho valorizados, adquiriu maior grau de motivação.

Nas organizações, a presença de um colaborador motivado e com expectativas positivas, com certeza trará melhores resultados nas atividades exercidas por todos, proporcionando qualidade na prestação dos serviços e, sobretudo satisfação de todos os envolvidos.

Hoje as organizações não conseguem funcionar sem um mínimo de comprometimento de seus membros. Com isso vários estudiosos criaram teorias de motivação, buscando fatores que provocam, canalizam e sustentam o comportamento das pessoas.

‘Nas organizações existem processos distintos chamados de clima e cultura organizacional. Entende-se por clima organizacional como sendo as impressões gerais ou percepções dos empregados em relação ao seu ambiente de trabalho e cultura organizacional como sendo um conjunto de valores, normas e princípios.

Cada pessoa é dotada de sua própria personalidade, de sua história pessoal, de seus conhecimentos e habilidades, de seus objetivos e motivações, suas limitações pessoais, etc. Enfim, cada pessoa tem sua própria maneira de ser. Como as organizações são compostas de pessoas que são diferentes entre si, as organizações têm como maior desafio lidar com as diferenças e diversidades humanas.

A organização que não sabe manter seus colaboradores motivados terá como consequências os efeitos danosos da desmotivação: baixos rendimentos, irresponsabilidades, destruição da imagem, alta rotatividades na equipe, aumento de custos, etc.

A motivação, nas organizações, é fator de importância, pois atua diretamente na qualidade do trabalho, gerando como resultados a satisfação interna e externa. A organização que satisfaz seus clientes internos e externos recebe no futuro o investimento feito no passado, pois uma organização motivada é uma organização bem vista em todos os aspectos.

  • Da estratégia competitiva para a cultura cooperativo-competitiva.

No mundo empresarial, entende-se que a estratégia competitiva da empresa define o relacionamento com o ambiente externo no sentido de permitir alcançar resultados que atendem às expectativas dos responsáveis pela organização e de todos os envolvidos no seu dia-a-dia, do ponto de vista tático e/ou estratégico. O clima organizacional pode fragilizar o relacionamento com esse ambiente externo e, portanto, as estratégias empresariais têm que ser revistas, o que faz com que os gestores tentem dar prioridade à construção de uma sólida cultura organizacional.

A premissa básica é de que a cultura, com sua força de impulsionar os membros para um propósito comum, é capaz de repassar competências para outros membros e, assim, ajudar a implementar uma estratégia competitiva. Certas culturas organizacionais estariam mais sincronizadas com determinadas características estratégicas e favoreceriam seu alinhamento.

Vê-se que estratégia é importante, mas não é tudo. O desafio vem na hora de implementá-la. No encaixe coerente entre estratégia, estrutura e cultura reside a chave do sucesso das empresas. É a execução da estratégia que diferencia os vencedores dos perdedores. Os líderes empresariais visionários são aqueles que estão tentando perpetuar suas empresas através de culturas empresariais competitivas, indo muito além de simplesmente formatar estratégias competitivas.

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*Professor/Palestrante/facilitador- Engenheiro agrônomo, Psicopedagogo, Mestre em Gestão de Políticas Públicas/instituições, cultura e sustentabilidade, graduando em teologia. Pós-graduado em: Metodologia do Ensino Superior e Gerenciamento de marketing, Comunicação e Extensão Rural. Informações completas sobre sua carreira e formação acadêmica em www.ainor.com.br