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Ainor Francisco Lotério
O palestrante da mente e do coração

Terrinha e Zé Veneno – O uso de agrotóxicos

Este filme produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – EPAGRI, no qual o Professor Ainor Francisco Lotério teve o prazer também de colaborar, traz a realidade do uso de agrotóxicos na agricultura familiar.  Com sua experiência e conhecimento na área, sempre foi um defensor da natureza e da sustentabilidade dos recursos naturais, que, inclusive, desenvolveu um pensamento genuíno intitulado Agrosofia. Veja também Agrosofia, filosofia de vida baseada no Agro No cenário nacional foram desenvolvidos agrotóxicos para garantir o controle de pragas que atacam as plantações. Entretanto, o...

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Este filme produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – EPAGRI, no qual o Professor Ainor Francisco Lotério teve o prazer também de colaborar, traz a realidade do uso de agrotóxicos na agricultura familiar. 

Com sua experiência e conhecimento na área, sempre foi um defensor da natureza e da sustentabilidade dos recursos naturais, que, inclusive, desenvolveu um pensamento genuíno intitulado Agrosofia.

Veja também Agrosofia, filosofia de vida baseada no Agro

No cenário nacional foram desenvolvidos agrotóxicos para garantir o controle de pragas que atacam as plantações. Entretanto, o uso desenfreado desses produtos químicos denuncia altos índices de intoxicação no meio rural. Nesse sentido, a comunicação no meio rural é essencial para levar informação de forma pedagógica e educativa.

Essa animação foi desenvolvida com a proposta de conscientizar os agricultores quanto ao uso controlado de defensivos agrícolas nas lavouras. Assim, voltado para crianças no meio rural, o vídeo tem o compromisso de incentivar os pequenos a cobrar dos pais uma mudança de comportamento.

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Como engajar associados e familiares na cooperativa

Por Ainor Francisco Lotério Você sente dificuldade de engajar associados e familiares na cooperativa? Uma cooperativa é uma das necessidades primordiais atualmente, para que as pessoas com objetivos e razões comuns possam fazer frente às exigências e rigores, de um mercado cada vez mais imprevisível. Engajar é inspirar com base numa realidade e na busca de uma determinada solução para um problema ou empreendimento comum. Isso envolve educação, idealismo, paixão e trabalho, sem jamais fugir dos fundamentais princípios e valores do cooperativismo. Engajar na concepção, na organização, no planejamento e na execução de um plano...

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Por Ainor Francisco Lotério

Você sente dificuldade de engajar associados e familiares na cooperativa?

Uma cooperativa é uma das necessidades primordiais atualmente, para que as pessoas com objetivos e razões comuns possam fazer frente às exigências e rigores, de um mercado cada vez mais imprevisível.

Engajar é inspirar com base numa realidade e na busca de uma determinada solução para um problema ou empreendimento comum. Isso envolve educação, idealismo, paixão e trabalho, sem jamais fugir dos fundamentais princípios e valores do cooperativismo.

Engajar na concepção, na organização, no planejamento e na execução de um plano estratégico de sucesso é tarefa complexa e requer inteligência cooperativa. 

Não se engaja associados e familiares apenas com resultados econômicos, mas com envolvimento de gente. Pois, a cooperativa é uma sociedade de pessoas. É também, por definição, um movimento social e econômico, uma vez que são seres humanos que a constituem para seu benefício.

Por mais verticalizada ou industrializada que seja uma cooperativa jamais pode perder de vista as suas raízes, ou seja, as pessoas, as quais são a sua verdadeira essência.

Assim, é sabido que os níveis de engajamento e motivação dos associados e seus familiares impactam diretamente no desenvolvimento da cooperativa como um todo. Consequentemente, os resultados obtidos devem ser creditados também aos colaboradores, dirigentes, clientes, comunidade e políticas públicas. Por isso, uma cooperativa que definiu um rumo e se preparou para “chegar lá” é aquela que envolveu seus donos em todos os níveis e fases.  Esse “chegar lá” deve ser traduzido como sendo o atingimento de resultados positivos para todos os envolvidos.

Sem engajar associados e familiares não há fortalecimento da base cooperativista, uma vez que ela é formada pelos donos.

Veja também Saiba como aproximar as famílias da Cooperativa

Identificar as particularidades da cooperativa

Não se motiva associados e familiares aplicando-se uma fórmula padrão para todos os casos, pois em todo lugar, mesmo sendo do mesmo ramo, cada cooperativa tem suas particularidades a serem conhecidas e respeitadas.  Por isso, é interessante que façamos uma breve pesquisa sobre o perfil dos associados (origem étnica, idade – de jovens a idosos – sexo – razão entre homens e mulheres – formação, grau de participação etc.), caso não tenhamos essas informações tabuladas sobre o público.

Criar a cultura do engajamento

A cultura do engajamento nasce da cultura organizacional. Toda cooperativa é um universo próprio e tem seu modo de agir baseado nos valores e princípios do cooperativismo. Assim, é preciso conhecer os hábitos, crenças, atitudes,  linguagem que determina o comportamento dos integrantes: associados, familiares, colaboradores e dirigentes. Mas a ideia vai muito mais longe: o próprio Conselho de Administração deve demonstrar interesse, motivando todos os Conselheiros, Diretores e Colaboradores e Corpo técnico para essa tarefa, uma vez que é realizada no quotidiano das atividades da cooperativa.  

O associado precisa ser conscientizado a se comportar como dono

Quando um sócio não se comporta como dono, mas como um oportunista, está interessado em melhorar apenas seus negócios resultados sem pensar no quadro social como um todo. Ele não é o que se pode chamar de “verdadeiro associado”, usando a cooperativa como um balcão de negócios e não como a sua casa. Esse tema “Cooperativa: o dono é o associado” tem sido  muito  requerido nas cooperativas.

Enaltecer o associado e evitar o cliente

Muitos associados comportam-se como clientes comuns e outros não “se prendem como sócios” para agirem livremente no mercado. Dessa forma, a cooperativa é só mais um ponto de venda dos seus produtos e serviços. Com isso, eles se transformam em egoístas e não cooperativistas. Ora, quando mais pessoas com os mesmos objetivos se associarem de modo engajado à cooperativa tanto melhor para o seu fortalecimento.

Valorização do associado no seio da família

O associado é um ente familiar e precisa ser valorizado pela cooperativa no âmbito dessa célula mãe da sociedade. Isso se faz através da ação de comunicação e liderança dos seus conselheiros e dirigentes. Todos as instâncias, setores e departamentos devem estar imbuídos desse espírito de engajamento.

Reforço: apostar nos canais de comunicação, estruturar um atendimento de alta qualidade, envolver constantemente a família (esposas, maridos, companheiros e companheiras, filhos e filhas), estar com a casa sempre em ordem e jamais desistir de promover o engajamento.

Transparência nos negócios e projetos

Um dos segredos para fortalecer o engajamento é a transparência nos negócios e projetos da cooperativa e a implantação de um programa educativo continuado. A transparência é um procedimento legal e científico que abarca também as experiências do quadro social. Os rumos da cooperativa passam a serem decididos da forma mais aberta possível, como forma da cooperativa melhor gerir os riscos e oportunidades.

Afinar os objetivos em todas as oportunidades

Percebe-se que há segmentos mais complexos, como é o ramo agropecuário e outros mais específicos, como é o caso do crédito. Isso apenas para falar dos dois mais fortes e dinâmicos até o presente momento. No entanto, cada ramo possui sua particularidade e requer sócios que se conformem na sua ação e nos seus objetivos comuns. Notem que chamamos a atenção para “pessoas com objetivos comuns”. Observamos isso porque os interesses de cada ramo (agora são sete: agropecuário; consumo; crédito; infraestrutura; saúde; trabalho; produção de bens e serviços; e transporte, segundo a Organização das Cooperativas do Brasil-OCB) são específicos.

Conclui-se que todos os associados devem estar afinados com a missão, objetivos e resultados pretendidos e planejados pela cooperativa como um todo e não apenas com seus interesses particulares.

Ouvir, ouvir e ouvir

Falar pouco e só necessário e ouvir com atenção e profundidade cada associado e a família.  Para tanto se faz necessário treinamento, capacitação e motivação constante da equipe de atendimento, dirigentes, associados e familiares. Nesse sentido, as cooperativas do Brasil dispõem de uma verdadeira universidade do cooperativismo, que é o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo.

Sigamos com educação e doutrina cooperativista, de modo a fortalecer a comunidade e empreender com maior certeza, pois conectados e engajados de coração.

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Como melhorar o engajamento dos servidores públicos

Por Ainor Francisco Lotério Os órgãos públicos há muito tempo “carregam” a marca negativa de serviços lentos, desatualizados e sem qualidade. Porém, em sua definição, o serviço público é uma arte e um meio de promover o bem comum. Este que ocorre através da atenção integral e desenvolvimento dos cidadãos, o que explica certa lentidão devido à gigante amplitude da demanda da sociedade. Evidentemente que aos servidores públicos cabe executar a gigante tarefa pública, cobrindo todos os setores dos Municípios, Estados e a União. Nesse sentido, engajar é inspirar com base numa realidade e na busca de uma...

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Por Ainor Francisco Lotério

Os órgãos públicos há muito tempo “carregam” a marca negativa de serviços lentos, desatualizados e sem qualidade. Porém, em sua definição, o serviço público é uma arte e um meio de promover o bem comum. Este que ocorre através da atenção integral e desenvolvimento dos cidadãos, o que explica certa lentidão devido à gigante amplitude da demanda da sociedade.

Evidentemente que aos servidores públicos cabe executar a gigante tarefa pública, cobrindo todos os setores dos Municípios, Estados e a União.

Nesse sentido, engajar é inspirar com base numa realidade e na busca de uma determinada solução. Pode ser uma necessidade de direitos sociais, civis, políticos ou humanos. Por isso, separamos 7 considerações a respeito da falta de engajamento no serviço público.

7 Considerações importantes sobre a falta de engajamento dos servidores

  1. Vivemos um tempo em que o serviço público está com sua imagem um tanto corrompida, não apenas pela excessiva burocracia, lentidão e até ineficiência, mas também pelos escândalos de corrupção que tomaram o nosso país.
  2. Tal tema não deve se tornar uma preocupação mais intensa das gestões públicas apenas em tempos de eleições, mas em todas as estações. Porém, isso tem ocorrido com frequência, o que depõe contra a “categoria”.
  3. Há certa dificuldade em quebrar e mudar algumas estruturas enrijecidas e viciadas no serviço público. Isso normalmente ocorre por falta de ética, patrimonialismo (quando se trabalha no setor público, mas o utiliza como coisa sua e não como res publica ou “coisa do povo”) e atenção privilegiada a uns em detrimento de outros (a questão do tráfico de influência). Nada que um bom remédio ético, associado à plena transparência, não resolva.
  4. Conscientizar-se de que é necessário combater a má qualidade no atendimento, associada ao mau humor e certa arrogância da parte de alguns servidores ou funcionários públicos (por se considerarem “imexíveis” sentem-se seguros com a estabilidade de emprego).
  5. Servidor que não dá valor ao serviço que presta e nem ao contribuinte que lhe aborda não sente alegria em trabalhar onde está. É geralmente essa falta de propósito mais firme de servir com amor que leva ao fraco engajamento.
  6. Enquanto o munícipe é um cidadão contribuinte e beneficiário das políticas públicas, o servidor é tudo isso e ainda tem o dever de servir aos cidadãos da sua jurisdição e/ou beneficiários de um serviço. Só que recebe por isso do seu patrão, ou seja, o próprio contribuinte.
  7. Os munícipes pagam impostos e os servidores prestam serviços (há os que não são tão dedicados assim e os que vestem a camisa no corpo, na alma e no coração). Ninguém deve ser abordado fora dos ditames da democracia (igualdade, a liberdade e o Estado de direito e soberania do povo).

Um serviço nobre

Não há serviço mais nobre do que o serviço público, uma vez que está aí para todos e todos os cidadãos são o seu patrão. Evidentemente isso requer uma via dupla de responsabilidades. A primeira é sobre o cumprimento dos deveres pelos cidadãos, em contrapartida, vem o pleno exercício dos direitos por parte do serviço público. No entanto, ser contratado ou nomeado para uma função pública é se tornar servidor do povo.  O povo pode até parecer um chefe disperso, mas é ele o chefe mais próximo e real que se pode ter. Tanto em contato pessoal, quanto pelas mídias digitais, a população está atenta e alguns fiscalizando. Vivemos novos tempos.

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Como fortalecer os princípios e valores do cooperativismo entre os colaboradores

Por Ainor Francisco Lotério Não há colaborador que possa estar bem numa cooperativa que esteja indo mal. Uma cooperativa vai bem quando os associados participam ativamente como donos e usuários, gerando melhores resultados. Todavia, essa participação sofre reflexos positivos ou negativos também dos colaboradores e não apenas dos dirigentes. Um colaborador deve ser antes de tudo um trabalhador cooperativista. “Não existe cooperativismo sem o compartilhamento de ideias. Ser cooperativista é acreditar que ninguém perde quando todo mundo ganha, é buscar benefícios próprios enquanto contribui para o todo, é se basear em valores de solidariedade, responsabilidade, democracia e igualdade....

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Por Ainor Francisco Lotério

Não há colaborador que possa estar bem numa cooperativa que esteja indo mal.

Uma cooperativa vai bem quando os associados participam ativamente como donos e usuários, gerando melhores resultados. Todavia, essa participação sofre reflexos positivos ou negativos também dos colaboradores e não apenas dos dirigentes. Um colaborador deve ser antes de tudo um trabalhador cooperativista.

Não existe cooperativismo sem o compartilhamento de ideias. Ser cooperativista é acreditar que ninguém perde quando todo mundo ganha, é buscar benefícios próprios enquanto contribui para o todo, é se basear em valores de solidariedade, responsabilidade, democracia e igualdade. O cooperativismo tem um jeito único de trabalhar” (OCB-Organização das Cooperativas do Brasil).

Portanto, cada colaborador é peça fundamental e estratégica para o bom funcionamento das atuais cooperativas, uma vez que elas estão cada vez mais ágeis, inovadoras e globais.

Nesse sentido, o colaborador cooperativista deve saber e querer impactar não apenas no atendimento em si, mas também o bem da comunidade e do mundo. Esse sonho louco não é para todos, é para poucos. Entretanto, deve ser perseguido, pois o cooperativismo é para sonhadores que motivam e realizam seus projetos.

 

Todo colaborador deve se portar como um despertador de sonhos e um construtor de estratégias.

Mesmo não conseguindo atingir a todo o quadro social, jamais desanima enquanto um não estiver contemplado pelos benefícios que a cooperativa pode oferecer.

A importância da gestão dos recursos humanos numa cooperativa é essencial, pois ela vai fazer a gestão financeira e social de toda a entidade cooperativa, indo dos escritórios, galpões, parques industriais, máquinas pesadas e tecnologias inovativas, ou seja, do mundo físico real ao mundo físico virtual.

Portanto, em todas as capacitações, mais do que o trabalho em equipe, devemos passar conhecimentos sobre inteligência cooperativa, que é a inteligência dos corpos e corporações que funcionam com base nos valores e princípios.

Veja também Os 7 princípios do cooperativismo

Para se tornar um colaborador cooperativista é necessário que cada contratado acredite no casamento entre “o econômico e o social, o individual e o coletivo, a produtividade e a sustentabilidade”.

Um colaborador que seja exímio no domínio da tecnologia e na condução de negócios na iniciativa privada (empresa mercantil comum) nem sempre terá a mesma facilidade se não entender de gente e relacionamentos cooperativistas. Isso só é possível quando se estuda e se compreende o que é cooperativismo.

Fico encantado com colaboradores bem treinados na área técnica e humana, que sabem acolher e realizar seus serviços.  Colaboradores que estão convencidos de que o dono é o associado, mesmo que ele não compreenda a fundo as operações e até exija mais do que deva. Um colaborador assim preparado explicará ao associado o que é possível de ser realizado ou não pela cooperativa, com base nos princípios e valores do cooperativismo.

O nascimento do Cooperativismo

Imagem dos Pioneiros de Rochdale

O cooperativismo surgiu cultivando a unidade de princípios e valores junto a classe trabalhadora e alguns empresários ingleses. Foi a partir de uma disputa surgida por uma crise econômica e social na Revolução Industrial Inglesa, que se expandiu pela Europa e pelo mundo. A Inglaterra do início do século XIX passava por uma séria crise. Esta, era reflexo da luta entre os antigos condados herdados dos senhores feudais, os tecelões e a era industrial. Prejudicados pelo novo modelo econômico que substituiu o trabalho artesanal pela produção industrial, os trabalhadores viram multiplicar os problemas básicos e as dificuldades de sobrevivência humana. Entre eles, a falta de moradia, acesso à educação, saúde e alimentação e o alto índice de desemprego, em virtude da mão-de-obra excedente.

O cooperativismo surgiu muito mais como um movimento de formigas em torno de um formigueiro que de leões devoradores tentando se manterem no topo da cadeia alimentar. Não se trata de criar polêmica com visões relacionadas apenas a resultados financeiros, mas de voltar um pouco às origens e não nos desviarmos daqueles princípios e valores “rochadelianos”*.

Uma casa não para em pé se não tiver um bom fundamento, pilares e vigas. Da mesma forma, uma verdadeira cooperativa não sobrevive como tal se primar unicamente pelo econômico e abandonar a sociedade de pessoas.

Sociedade de pessoas

A palavra “social” em cooperativismo se refere à sociedade de pessoas com objetivos comuns, que o fazem através de um contrato, leis apropriadas e regimento próprio, para o atendimento de pessoas (seus projetos e sonhos).

O cooperativismo é capaz de atender aos interesses comerciais sem perder de vista os interesses sociais, ou seja, da sociedade de pessoas, familiares e da comunidade.

Além de gerar trabalho, emprego e renda, esse modelo de negócios transforma a realidade de milhares de brasileiros, todos os dias. Só nos últimos oito anos, o número de pessoas que se uniram a nós cresceu 62%, gente que veio cooperar por um mundo melhor. E uma das provas de que isso é possível é a quantidade de empregos gerados que aumentou 43%. E é assim, envolvendo cada vez mais brasileiros, que fortalecemos as cooperativas e o país” (Somos Cooperativismo). 

Já somos quase quinze milhões de associados.

Os colaboradores, mesmo não sendo associados, precisam estar imbuídos desse espírito cooperativista. Pois eles não trabalham numa firma qualquer, mas numa sociedade organizada com base numa legislação específica, e que respeita os princípios cooperativistas.

No momento do recrutamento e seleção já se deveria comunicar sobre a necessidade de se conhecer o cooperativismo. E, para isso, é primordial que se conheça a teoria e a prática dos princípios e valores do cooperativismo.

É comum os colaboradores não conhecerem os fundamentos do cooperativismo. Muitas vezes, têm apenas conhecimento rudimentar sobre esse tipo de empreendimento socioeconômico. Do mesmo modo que um lar não é erguido por interesse mesquinhos e nem pelas regras do mercado, mas pelo amor, como sinônimo de diaconia (serviço), também uma cooperativa necessita, além dos associados e dirigentes, colaboradores que conheçam a doutrina cooperativista.

Veja nossos Temas de palestras e cursos sobre Cooperativismo

Num mundo que prega pela competição desmedida, fazer cooperação e intercooperação requer constante educação dos associados, dirigentes e dos colaboradores.

É essencial entender que o diferencial não é a competição, mas a cooperação. Este é o ponto central, fundamental e necessário para a continuidade do ideal cooperativista.

Colaboradores verdadeiramente cooperativistas agem, mais do que juntos, conectados no mesmo objetivo. Para assim, conseguirem melhores resultados para todos, iniciando pelo bem dos associados, seus familiares e da comunidade.

Ser cooperativista é entender que legalmente unidos podemos mais, muito mais: o mercado é uma criação da sociedade e está dentro desta. O cooperativismo que se entende assim quebra paradigmas e barreiras e age diferente, mesmo parecendo remar contra a maré.

* Termo utilizado para nomear os pioneiros do cooperativismo surgido em Rochadale, Inglaterra, no séc. 19.

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Alguns pensamentos e reflexões sobre a Família

Todos que sonham em ter uma família, sonham em pertencer a um lar.  Pais e mães sonhadores têm os méritos na educação e formação dos filhos, especialmente quando os preparam para o mundo, não o superprotegendo de tudo e de todos. Assim, realizam o verdadeiro sonho na personalidade (e na felicidade) dos filhos. Quem, de outro modo, sempre procurou dar tudo ao filho, evitando que ele enfrente suas privações e dificuldades acaba por “estragá-los”. Lembremo-nos: família não é um sonho apenas de um, mas começa com poucos e vai se alastrando. Quando o sonho é bem iniciado e realizado com amor, todos...

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Todos que sonham em ter uma família, sonham em pertencer a um lar. 

Pais e mães sonhadores têm os méritos na educação e formação dos filhos, especialmente quando os preparam para o mundo, não o superprotegendo de tudo e de todos. Assim, realizam o verdadeiro sonho na personalidade (e na felicidade) dos filhos.

Quem, de outro modo, sempre procurou dar tudo ao filho, evitando que ele enfrente suas privações e dificuldades acaba por “estragá-los”.

Lembremo-nos: família não é um sonho apenas de um, mas começa com poucos e vai se alastrando. Quando o sonho é bem iniciado e realizado com amor, todos os demais que vierem nesse lugar se sentirão fortes.

Lar não é apenas casa de habitação de um grupo de pessoas

O lar é o lugar em que se acende não apenas o fogo do fogão, mas o fogo para a vida em família.

O lar tem a ver com nosso torrão natal, com nossa pátria. Pátria que requer cada vez mais cidadãos e cidadãs fortes e valentes, pois os novos embates que o mundo moderno globalizado requer exigem pessoas bem edificadas.

O lar é a melhor escola de formação para a vida.

Os pais precisam ser vistos mais como instrutores amorosos, valentes amigos e sinceros corregedores de comportamentos.

Parece simplista, mas tudo o que temos nas ruas e na sociedade, em certa monta, foi formado ou deformado no interior da família.

Não nos esqueçamos do papel da família e da força de um lar bem estruturado.

Um sonho que olhou para as raízes e se quer cuidar.

Família que se sonha tem muito daquilo que não se vê, pois olha também para um tempo e gente que já se foi.

Um sonho familiar deve ser profundo, enraizado, e não apenas um sobrenado de intenções.

Quem não valoriza o passado enfraquece o seu presente e compromete o futuro.

Toda a árvore (genealógica) familiar deve ser contemporizada, pois família não é composta apenas de folhas vistosas e frutos belos. É nas suas raízes que se encontram as reservas e as essências, escondidas na escuridão das suas origens, para nutrir sua existência no agora.

Evidentemente, há aquelas situações em que família é lugar de desestruturação de sonhos e de sofrimentos. Nesse caso pode-se dizer que não houve formação real de família ideal ou dos sonhos.

Não podemos viver apenas de saudosismo, todavia as boas lembranças (pais, avós, enfim, a parentela) nos proporcionarão um dia a alegria de uma saudável saudade.  Não consegue isso quem não sonhou plenamente e em profundidade.

Qual a melhor família do mundo?

É aquela que você tem ou aquela que você sonhou^?

Mesmo com problemas ter e pertencer a uma família vale a pena!

Família é algo tão especial que todos desejam ter uma para si.

Modelos e tipos familiares são formados para a tender aos anseios desse tempo de diversidades. 

Sempre é maior o grito daqueles que não foram formados no seio duma família estruturada, quando se compara com aqueles que “ainda estão em casa”.

Nessa era onde a velocidade é o que mais nos assombra, onde “correr atrás da máquina” é uma expressão muito utilizada, muito do que é fundamental pode estar se perdendo.

Conclui-se que o fortalecimento dos laços familiares é decisivo para a formação da rede e do tecido familiar consistente.

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