FELICIDADE CORPORATIVA: sentir-se bem nas empresas não é um luxo, é uma potente estratégia.
Entre as décadas de 80 e 90, diversas pesquisas passaram a explorar o ser humano em todas as suas dimensões dentro das organizações. Esse movimento abriu caminho para o que hoje entendemos como felicidade corporativa, um conceito que integra identidade, autoestima, qualidade de vida e relações mais humanas no trabalho.
Nesse contexto, identidade e autoestima deixam de ser aspectos individuais isolados e passam a influenciar diretamente o clima organizacional, o engajamento e os resultados. Pessoas que se reconhecem, se valorizam e encontram sentido no que fazem produzem mais e melhor.
Outro pilar fundamental é a reciprocidade. As relações profissionais evoluem quando há um princípio simples, mas poderoso: ver no outro aquilo que desejamos para nós mesmos. Respeito, reconhecimento e colaboração não podem ser exigidos — precisam ser praticados.
É aqui que entra o que podemos chamar de amor corporativo: não no sentido emocional ou abstrato, mas como atitude concreta de cuidado, responsabilidade e compromisso com o bem comum. Trata-se de criar ambientes agradáveis, onde as pessoas possam ser quem são, sem medo de errar, e com liberdade para crescer.
Quando o ambiente é saudável e acolhedor, o erro deixa de ser ameaça e passa a ser aprendizado. E é exatamente isso que fortalece equipes, desenvolve talentos e sustenta resultados consistentes.
Ao unir filosofia, espieitualidade, comportamento humano e as transformações da era digital, percebemos que o futuro das organizações depende menos de estruturas rígidas e mais da qualidade das relações
A EXCELÊNCIA HUMANA NA ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: O COMPROMISSO COM O CONHECIMENTO E RESULTADOS SUSTENTADOS
Em um cenário global onde a tecnologia avança em progressão geométrica, a atuação de um palestrante de alta performance exige muito mais do que carisma; demanda uma postura de pesquisador constante. Para atender a um mercado que em 2026 prioriza o equilíbrio e a saúde mental, o palestrante mergulha em estudos multidisciplinares que unem a frieza dos dados da Inteligência Artificial à profundidade da alma humana. Essa atualização contínua não busca apenas transmitir informações, mas traduzir a complexidade tecnológica em estratégias práticas que preservem a essência e a excelência das pessoas, garantindo que a produtividade nunca ocorra às custas do adoecimento.
Ao pesquisar temas como a Liderança 5.0 e a Segurança Psicológica, o palestrante identifica que a busca por resultados agora passa, obrigatoriamente, pelo filtro da humanização. Não se trata mais de motivar com frases de efeito, mas de fundamentar o “vencer antes de vencer” em pilares de neurociência e inteligência emocional. Esse processo de renovação intelectual permite que os conteúdos oferecidos conectem a eficiência técnica das ferramentas de IA com habilidades estritamente humanas, como a empatia e a criatividade, criando um ambiente de “Burnout Zero” e felicidade corporativa que se sustenta no longo prazo.
Dessa forma, a essência do trabalho do palestrante reflete o novo mindset do mercado: a compreensão de que a sustentabilidade de uma empresa depende diretamente do papel de cada colaborador como protagonista de sua própria história e guardião do futuro do planeta. Ao integrar diversidade, ESG e neurovendas, o palestrante oferece uma bússola para navegar em tempos de incerteza, provando que a verdadeira excelência humana é aquela que utiliza a tecnologia para otimizar o tempo e a vida, mantendo o coração e o propósito no centro de todas as decisões.
Entre em contato com AINOR FRANCISCO LOTÉRIO Portal: www.ainor.com.br – Contato: (47)999675010 E-mail: ainorfloterio@gmail.com
O LIVRO “O NASCER DE UM AGRICOLINO: MEMÓRIA E LEGADO NO ENSINO AGRÍCOLA
A visita do Professor Basílio Silva Neto e o recebimento do livro O NASCER DE UM AGRICOLINO, de autoria de José Ângelo Rebelo e do próprio Basílio, marcam um resgate histórico fiel e emocionante da vida de convivência, educação e desenvolvimento nos internatos agrícolas de Santa Catarina. Ao longo de suas 182 páginas, a obra apresenta um robusto trabalho de pesquisa e muitos relatos edificantes, que não constituem apenas um olhar para o passado, mas uma afirmação das marcas indeléveis deixadas no presente, em Santa Catarina e no Brasil, pelos profissionais ali formados. O meu relato, registrado entre as páginas 135 e 138, sintetiza uma trajetória de cinco anos — três como discente e dois como extensionista — que moldou não apenas uma carreira, mas fundamentou toda a minha vida e um caráter pautado na prática e na coletividade.
CAC: RAÍZES DE UMA JORNADA, LEMBRANÇAS DE UMA VIDA
A CHEGADA AO CAC E O DESAFIO DA ADAPTAÇÃO
O ingresso no Colégio Agrícola de Camboriú (CAC), em 1978, impôs uma rotina de rigor e superação. Diante das dificuldades acadêmicas iniciais, surgiu a possibilidade de migrar para um programa experimental de nivelamento. No entanto, a intervenção providencial do Professor Basílio Silva Neto foi o divisor de águas: ao incentivar a permanência na turma regular, o mestre validou um potencial que ainda não era reconhecido, consolidando a resiliência necessária para enfrentar os desafios do internato.
O APRENDIZADO PRÁTICO: “APRENDER A FAZER FAZENDO”
A formação no CAC era pautada pela imersão total nos diversos setores produtivos. Da lida com o gado de leite e suinocultura à precisão da fruticultura e das hortas, cada atividade era uma lição de vida. Houve um envolvimento profundo com a mecanização agrícola, onde a operação de tratores e a regulação de equipamentos deixaram de ser apenas tarefas técnicas para se tornarem símbolos de responsabilidade e domínio do ofício sob o sol dos campos e o teto das oficinas.
LIDERANÇA E GOVERNANÇA NA COOPERATIVA (CACAC)
A experiência na tesouraria da Cooperativa dos Alunos do CAC (CACAC) representou um estágio avançado de cidadania e gestão financeira. Além da gestão dos recursos dos internos, o curso de iniciação ao cooperativismo despertou a consciência sobre a transparência necessária na administração de bens comuns. Essa vivência reforçou a compreensão de que cada sócio é, de fato, o dono da instituição, cabendo-lhe o dever de acompanhar assembleias, auditar balancetes e cobrar resultados com integridade.
ALICERCE PARA UMA VIDA DE PROPÓSITO
Ao olhar para o passado, o CAC revela-se como o alicerce sólido que sustentou minha caminhada profissional, familiar e social. Os vínculos inestimáveis criados com colegas, professores e funcionários transformaram o internato em um berço de amizades indissolúveis. A participação nesta obra reafirma que a verdadeira grandeza reside na humildade do aprendizado contínuo e na força dos laços construídos através do trabalho dedicado e da convivência harmoniosa.
A verdadeira riqueza dos empreendimentos começa nas pessoas.
Mais do que resultados financeiros ou estruturas físicas, a força de qualquer empreendimento está na inteligência humana que ele é capaz de cultivar. Investir em palestras que integram conhecimento, experiência prática e uma abordagem intergeracional é investir em desenvolvimento humano com impacto real, sustentável e alinhado aos desafios do nosso tempo.
Quando teoria e vivência caminham juntas, o conhecimento deixa de ser apenas conteúdo e se transforma em aprendizado aplicado, capaz de dialogar com as múltiplas inteligências humanas — intelectual, emocional, social, ética, criativa e relacional. É nesse encontro que o saber gera humanidade e fortalece a capacidade de pessoas e organizações tomarem decisões mais conscientes e responsáveis.
Ao colocar pessoas no centro, essas experiências formativas reconhecem que colaboradores, gestores e lideranças são o verdadeiro capital das organizações. A abordagem intergeracional amplia esse valor ao promover o encontro entre diferentes idades, trajetórias e visões de mundo. Jovens contribuem com inovação e novas linguagens; profissionais experientes agregam leitura estratégica, memória institucional e sabedoria construída ao longo da vida. Todos aprendem, todos ensinam.
Mais do que conteúdo, essas palestras criam espaços de reflexão crítica, diálogo qualificado e corresponsabilidade. Fortalecem o senso de pertencimento, estimulam a autonomia e constroem ambientes mais colaborativos e humanos. Assim, investir em pessoas torna-se, de fato, investir no futuro — formando organizações mais fortes, comunidades mais conscientes e realidades capazes de se transformar com propósito e sustentabilidade.
REENCONTRO DE 45 ANOS DOS “AGRICOLINOS: ETERNOS CACIANOS”
Quarenta e cinco anos se passaram desde que cruzamos os portões do nosso inesquecível Colégio Agrícola de Camboriú, mas o tempo apenas provou que as raízes que plantamos naquela época são profundas e indestrutíveis. No último encontro, realizado no acolhedor Sítio Vó Ema, na Comunidade Rural do Braço, vivemos momentos que ficarão guardados para sempre na memória. O dia começou com uma visita nostálgica ao campus onde tudo começou, permitindo que percorrêssemos caminhos conhecidos e compartilhássemos histórias com nossos familiares antes da confraternização.
O CAC é uma instituição fundamental na história de Santa Catarina. Fruto de um acordo entre o Governo Federal e o Estado, iniciou suas atividades em 1962 e tornou-se um destaque Brasil afora pela excelência no ensino técnico. Hoje transformado em Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Camboriú, o colégio deixou um legado de eterna saudade e formou profissionais que foram pilares no serviço de extensão rural, na pesquisa e no ensino em todo o estado. É esse orgulho de pertencer a uma escola tão prestigiosa que nos mantém unidos por mais de quatro décadas.
Este reencontro foi a celebração de uma irmandade que resistiu ao tempo, integrando hoje nossas esposas e filhos a essa grande família agrícola. Agradecemos ao Ser Superior por permitir que celebrássemos a saúde, a paz e a trajetória de cada um que ajudou a construir a história da nossa turma. Que a energia desse dia no Sítio Vó Ema nos acompanhe até o nosso próximo grande marco: o convite já está lançado para as Bodas de Ouro em 13 de dezembro de 2030, em Joinville. Que a amizade iniciada no CAC continue sendo nossa força e nosso porto seguro.
A REVOLUÇÃO DA EFICÁCIA EMPRESARIAL: CINCO PENSAMENTOS FUNDAMENTAIS PARA MULTIPLICAR SEUS RESULTADOS
A REVOLUÇÃO DA EFICÁCIA EMPRESARIAL: CINCO PENSAMENTOS FUNDAMENTAIS PARA MULTIPLICAR SEUS RESULTADOS A competitividade crescente no mundo dos negócios exige que as empresas busquem resultados não apenas maiores, mas que o façam com máxima eficácia e sustentabilidade. O verdadeiro diferencial de uma organização hoje não reside apenas em suas ferramentas ou tecnologia, mas na capacidade de mobilizar e engajar o seu capital humano. Uma equipe verdadeiramente motivada e alinhada por um propósito maior deixa de ser vista como um centro de custos e se estabelece como o maior ativo estratégico capaz de gerar inovação e longevidade.
Em linha com o conceito de que o caminho do êxito é trilhado com dedicação, um olhar para o futuro e visão de empreendedorismo sob uma forte liderança, que o Engenheiro Agrônomo, Filósofo e Palestrante da Mente e do Coração, Ainor Lotério, compartilha em seu vasto trabalho, o sucesso de sua organização dependerá da implementação consistente de pilares que transformam grupos funcionais em verdadeiros times de alta performance. O renomado especialista em motivação, gestão, comunicação e desenvolvimento, com forte atuação no agronegócio e na agricultura familiar, Ainor Lotério, demonstra em suas palestras que a transformação começa no indivíduo, mas se multiplica na força do cooperativismo de resultado.
Para que sua organização se destaque no cenário empresarial e alcance os resultados extraordinários que o trabalho de Ainor Lotério inspira, anote e aplique estes cinco pensamentos fundamentais sobre motivação e eficácia:
Ter um propósito claro e nobre para o trabalho, que vá além do lucro. As equipes mais motivadas são aquelas que entendem o impacto do seu trabalho na vida dos clientes e na sociedade. O “porquê” deve ser o principal combustível da energia diária, ligando a tarefa mais simples à grande missão da empresa.
Entender que o reconhecimento é um investimento estratégico, não um custo. O elogio sincero, oportuno e específico, seja ele formal (como um prêmio) ou informal (um agradecimento público), valida o esforço, recompensa a alta performance e eleva a autoestima, incentivando a manutenção de padrões de excelência.
Criar um ambiente de segurança psicológica onde as pessoas se sintam seguras para inovar, discordar de forma construtiva e, crucialmente, reportar erros e pedir ajuda sem medo de retaliação. A confiança mútua é o pré-requisito para a aprendizagem organizacional e para a resolução rápida e eficaz de problemas complexos.
Fomentar a autonomia e o desenvolvimento individual, transformando os colaboradores em agentes responsáveis e protagonistas dos resultados. Liderar com eficácia significa investir em treinamento contínuo, dar as ferramentas necessárias e delegar poder de decisão, elevando o senso de propriedade de cada membro sobre o projeto e o resultado final.
Saber que a sinergia da equipe é mais poderosa do que o talento isolado. A eficácia duradoura não é medida apenas pela performance da melhor pessoa, mas pela capacidade de todo o time de operar em harmonia e com foco, onde as habilidades se complementam, a comunicação flui de forma transparente e o resultado final é superior à soma das partes.
MOTIVAÇÃO QUE GERA RESULTADOS: COMO TRANSFORMAR EQUIPES EM TIMES FELIZES, PRODUTIVOS E DE PROPÓSITO
Como motivar uma equipe de modo que todos se sintam valorizados, alcancem melhores resultados e, sobretudo, encontrem a verdadeira felicidade?
A resposta está na valorização pessoal e humana, aliada à busca constante pelo conhecimento adequado a cada área de atuação. É preciso cultivar uma visão integrada de mundo e de sociedade, onde cada indivíduo se perceba parte de algo maior — porque a felicidade não é um instante passageiro, mas uma busca contínua, uma forma de eternizar o sentido da vida.
A produtividade tem, sim, uma relação profunda com a felicidade. Vivemos num tempo em que o mérito é importante, mas ele não é tudo. Ninguém vive apenas por dinheiro, afinal, se ele fosse o suficiente, não haveria ricos tristes e pobres felizes. O verdadeiro valor está em usar tudo o que temos e fazemos para o bem das pessoas.
Quando uma equipe percebe que o seu trabalho gera um bem comum, que melhora o mundo a partir de seu empreendimento, empresa ou missão — seja no campo ou na cidade, no setor público ou privado —, a resposta vem em forma de motivação, engajamento e resultados extraordinários.
🎥 Quer entender mais sobre esse tema e se inspirar ainda mais?
Assista ao vídeo especial de Ainor Lotério sobre motivação e felicidade nas equipes no YouTube:
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Saiba mais sobre nossas palestras inspiradoras e descubra como transformar sua equipe em um verdadeiro time de propósito e alegria em:
Aqui vai uma sugestão de mote (frase de impacto) para acompanhar o texto e o título:
“Motivar é valorizar pessoas, inspirar propósitos e transformar resultados.”
Palestra Motivacional: ALÉM DO TEMPO — O ASSOCIADO, A FORÇA QUE TRANSFORMA. PERTENCER É FAZER A DIFERENÇA.
Clubes de Lions do Distrito LD-5 participam da 2ª RDG em Rio Negrinho
Os clubes de Lions do Distrito LD-5 participaram, em Rio Negrinho, da 2ª Reunião Distrital de Gabinete (RDG), marcada por momentos de integração, reflexão e inspiração. O encontro ganhou destaque especial com a palestra motivacional “Além do Tempo: O Associado, a Força que Transforma. Pertencer é Fazer a Diferença”, ministrada por Ainor Lotério, engenheiro agrônomo, mestre em Gestão Pública, psicopedagogo, filósofo e teólogo.
Reconhecido nacionalmente por seu trabalho nas áreas de motivação, cooperativismo e desenvolvimento humano, Ainor Lotério trouxe uma verdadeira injeção de ânimo e propósito aos participantes, ressaltando o valor do pertencimento e o papel transformador de cada associado dentro do movimento leonístico.
O evento, realizado na Sociedade Musical de Rio Negrinho, reuniu Leões e convidados em um encontro marcado pela reflexão e pela inspiração. A abertura destacou os versos do hino que expressam o ideal leonino:
“Ser Leão é mostrar atividade, É servir ao seu povo, à sua gente, É viver para o bem da humanidade, É ser bom, é ser puro, é ser decente.”
Com o tema central voltado às estratégias para retenção, renovação e fortalecimento, Lotério abordou com clareza e sensibilidade o maior desafio das organizações de serviço na atualidade: o envelhecimento dos clubes, a dificuldade de atrair novos membros e a baixa retenção de jovens associados.
Segundo o palestrante, o segredo está em equilibrar a rica tradição do Leonismo com o dinamismo dos novos tempos. “Não se trata de mudar o espírito de amizade, mas de expandi-lo. Pertencer é fazer a diferença, é multiplicar o bem”, destacou.
Entre as estratégias apresentadas, três frentes de atuação se destacaram:
Retenção — Focada nos jovens e novos membros, com ênfase em mentoria estruturada, propósito claro e reconhecimento de liderança. Lotério ressaltou que os clubes precisam oferecer impacto real e autonomia aos novos associados logo nos primeiros meses.
Renovação — Voltada à captação de novos associados, com incentivo à mudança de narrativa e de formato das reuniões, tornando-as mais leves, híbridas e voltadas à ação e à conexão. “O Lions é muito mais do que um clube social; é uma plataforma para servir e transformar”, afirmou.
Fortalecimento — Direcionado à base dos clubes, com integração entre gerações, uso da tecnologia para comunicação e simplificação dos processos internos. “Tempo em serviço é mais valioso que tempo em burocracia”, lembrou Lotério.
Durante a palestra, o público foi convidado a refletir sobre o papel de cada associado na construção do futuro do movimento. O palestrante enfatizou que o espírito leonino é marcado pela confiança, pela generosidade e pela busca por protagonismo, virtudes que precisam ser continuamente cultivadas e transmitidas.
Encerrando o encontro, Ainor Lotério reforçou que a força que transforma o mundo está no pertencimento e no servir com propósito. A mensagem final sintetizou o sentimento coletivo: “O Lions precisa continuar vivo para manter viva a chama do serviço desinteressado e do amor ao próximo.
O Imprevisto Não é o Fim: é o início de uma nova estratégia. Em um mundo de constante mudança, muitas empresas e profissionais ainda veem o risco como um inimigo a ser evitado a qualquer custo. Mas e se a verdadeira segurança estivesse em abraçar a incerteza, preparando-se de tal forma que cada obstáculo se tornasse uma alavanca para o sucesso?
Apresentamos a palestra que vai redefinir sua visão sobre Gestão de Riscos, Continuidade de Negócios e Inovação. Baseado no princípio de que “A verdadeira segurança não está em resistir ao imprevisto, mas em preparar-se para ele, transformando risco em oportunidade de permanência”, esta palestra entrega ferramentas práticas e uma mudança de mindset fundamental.
O QUE VOCÊ E SUA EQUIPE APRENDERÃO:
DA PREVENÇÃO À PREPARAÇÃO:
aprender a migrar de uma cultura reativa (apenas evitar acidentes/falhas) para uma cultura proativa, que antecipa cenários e constrói resiliência.
RISCO = OPORTUNIDADE:
dominar técnicas para identificar, em cada ameaça, a chance de inovar, ganhar vantagem competitiva ou otimizar processos.
ESTRATÉGIA DE PERMANÊNCIA E LIDERANÇA:
desenvolver planos de continuidade robustos que garantem não apenas a sobrevivência, mas a permanência e o crescimento sustentável; e como líderes podem inspirar a equipe a encarar o risco com inteligência, coragem e visão estratégica.
Para Quem é Esta Palestra: ideal para líderes, gestores, profissionais de segurança do trabalho, RH, operações e todos que entendem que a estabilidade é uma ilusão e que a adaptação é a nova segurança. Pare de apenas se proteger. Comece a se preparar para vencer no imprevisto. Garanta agora a data desta palestra e prepare sua organização para transformar incerteza em sua maior aliada!
Agrade sempre que sempre sempre sempre sempre sempre sempre sempre sempre sempre sempre elogia, sempre que for possível ele segue adiante que teu caminho será de êxito! Essa nova estrutura dará um grande impacto à sua mensagem.
Blog do Ainor
Em um ambiente de integração, aprendizado e emoção, o Sicredi Paranapanema Serrana realizou, em Cambará (PR), a Feira de Desenvolvimento Local, reunindo agricultores familiares, produtores do agro em geral, lideranças cooperativistas, empresários, gestores públicos, jovens e comunidades locais.
Entre os momentos mais marcantes do evento, destacou-se a palestra “A Importância da Diversificação na Produção: reconhecendo os desafios (clima e mercado) das últimas safras”, ministrada por Ainor Francisco Lotério — engenheiro agrônomo, cooperativista e palestrante.
Com seu estilo dinâmico, motivador e musical, Ainor iniciou a apresentação entrando pelo centro da plateia, com o violão nas mãos e cantando “Tocando em Frente”, criando um clima de emoção e acolhimento que se estendeu até o palco. Durante a palestra, o público pôde participar de momentos interativos, dinâmicas tradicionais e de músicas temáticas exibidas também no telão, reforçando valores como união, superação e pertencimento.
Foram realizadas dinâmicas como “Posso Contar Contigo”, “Você Não é Fraco(a)”, “Como Você Está Bem”, e a envolvente “Cordinha Pequena”, com um homem e duas mulheres no palco, demonstrando a técnica da amarração cooperativa, simbolizando a força do trabalho conjunto. Ainor também utilizou apetrechos como cordas pequenas e uma escada de 6 a 7 degraus, que, com apoio de participantes, representaram os degraus do crescimento, da confiança e da cooperação.
Em um gesto simbólico e emocionante, agradeceu a um grupo de mulheres no palco, além de motivar associados e colaboradores a se levantarem para receber aplausos, finalizando com o gesto coletivo de “encerramento de show” — uma reverência que simbolizou o reconhecimento mútuo e o espírito cooperativo do encontro.
A palestra reforçou que diversificar a produção é fortalecer o campo e o futuro, promovendo segurança, renda e sustentabilidade. O evento reafirmou o compromisso do Sicredi com o desenvolvimento local, o cooperativismo e a valorização do agricultor como protagonista da economia e da sociedade.
👉 Ainor Francisco Lotério – Engenheiro agrônomo, extensionista rural e mestre em Gestão de Políticas Públicas. Atua com palestras e programas de formação sobre cooperativismo, sustentabilidade e desenvolvimento humano. Mais conteúdos em www.ainor.com.br.
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PALESTRA: OUTUBRO ROSA E O AUTOCUIDADO DA MULHER – Witmarsum – SC
Outubro Rosa é mais do que uma campanha — é um ato de amor que salva vidas! Um movimento que, desde a década de 1990, inspira o mundo a reconhecer que a prevenção é melhor que remediar e que o autocuidado é a maior ferramenta de proteção.
Em Witmarsum-SC, essa mensagem foi vivida com emoção e inteligência no Encontro Municipal de Mulheres, promovido pela Prefeitura/Secretaria Municipal de Saúde, com o apoio de várias entidades locais. O evento foi um exemplo inspirador de política pública municipal voltada à saúde da mulher, unindo informação, sensibilidade e participação ativa das mulheres da comunidade.
A palestra “Outubro Rosa e o Autocuidado da Mulher”, conduzida por Ainor Lotério, foi marcada por uma atmosfera de afeto e conscientização. O palestrante chegou de forma simbólica e criativa — pedalando uma bicicleta, gesto que representou o movimento da vida e a importância de seguir em frente com coragem e equilíbrio. Entre músicas temáticas entoadas com violão e a participação entusiasmada das mulheres, o encontro se transformou em um momento de aprendizado e emoção.
Houve dinâmica com rosas cor-de-rosa, cujas pétalas foram distribuídas entre as participantes, simbolizando o cuidado e a união feminina. Um buquê de lírios azuis do campo foi entregue como expressão de zelo, carinho e amor, reforçando que cuidar de si mesma é também um gesto de amor para com os outros.
Durante a palestra, dados, reflexões e testemunhos emocionaram o público, fortalecendo a mensagem de que detectar o câncer de mama precocemente aumenta as chances de cura para mais de 90%. O envolvimento inteligente e afetivo das mulheres demonstrou que, quando a comunidade se une pela prevenção, a vida floresce em cor e esperança.
Vista esta causa. Toque-se, cuide-se e ame-se! O Outubro Rosa é um convite permanente ao autocuidado — um gesto de amor, fé e responsabilidade com a vida. (Ainor Lotério – Palestrante)
Blog do Ainor
A EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA E PERTENCIMENTO DE EQUIPES foi o tema central de duas palestras conduzidas pelo palestrante e instrutor cooperativista Ainor Lotério, em uma promoção da COMIVA – Cooperativa Mista Agropecuária do Vale do Araguaia, realizada em parceria com o Sistema OCB-GO/SESCOOP.
As palestras(treinamento) realizadas com os colaboradores e parceiros da COMIVA, numa promoção da cooperativa em parceria com o Sistema OCB-GO/SESCOOP, fortaleceram a convicção de que pertencer à cooperativa é mais do que trabalhar nela — é viver e praticar o cooperativismo todos os dias.
Os encontros foram cuidadosamente organizados para contemplar todos os colaboradores do quadro funcional, sem comprometer as atividades da cooperativa durante os momentos de capacitação. O evento destacou-se pelo envolvimento pronto, alegre e participativo dos colaboradores e parceiros da COMIVA, demonstrando o genuíno espírito de cooperação que move a instituição.
Inteligência cooperativa, coletiva e múltipla
O trabalho em equipe dentro de uma cooperativa é guiado pela inteligência cooperativa, que se fortalece com a inteligência coletiva e as inteligências múltiplas presentes em cada colaborador. Essa união de saberes e talentos permite à cooperativa alcançar o verdadeiro cooperativismo de resultado, com impacto humano, social e produtivo. Pensar e agir juntos é o caminho para construir uma sustentabilidade econômica, social e ambiental sólida e duradoura.
Identidade e pertencimento: a cooperativa é nossa!
O sentimento de pertencimento floresce quando cada colaborador entende que a cooperativa é mais do que um local de trabalho — é um projeto coletivo.
“A Cooperativa é Nossa!”
Esse entendimento desperta responsabilidade, orgulho e engajamento, transformando cada colaborador em um agente cooperativista ativo. Pertencer é agir como cooperativista, refletindo nas atitudes diárias os valores que sustentam a COMIVA: união, solidariedade e compromisso mútuo.
Cultura cooperativista: valores, princípios e legislação
As palestras reforçaram a cultura cooperativista, baseada nos valores, princípios e na legislação do cooperativismo. Ficou evidente que a cooperativa é uma sociedade de pessoas com objetivos comuns, e que os colaboradores também devem ser cooperativistas, agindo como tais no dia a dia. A EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA E PERTENCIMENTO DE EQUIPES estimula o desenvolvimento de competências humanas e profissionais, unindo desempenho organizacional à sustentabilidade econômica, social e ambiental.
Comunicação cooperativa e atitudes que geram confiança
A comunicação cooperativa é ferramenta essencial para fortalecer vínculos e consolidar a confiança. Cada colaborador é um porta-voz da COMIVA e deve expressar, em sua postura e atitude, os princípios da transparência, empatia e ética cooperativa. Ouvir, compreender e agir com coerência são atitudes que ampliam a credibilidade e o sentimento de equipe.
Inclusão, diversidade e protagonismo social
A EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA valoriza a diversidade e o protagonismo social, reconhecendo que cada pessoa contribui de forma única para o fortalecimento da cooperativa. Promover inclusão e equidade é reafirmar o compromisso com os princípios da solidariedade e da intercooperação, bases de um cooperativismo de resultado que beneficia toda a comunidade.
Transformando princípios em práticas diárias
A força da EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA E PERTENCIMENTO DE EQUIPES está em transformar os princípios em práticas diárias, alinhadas à missão, visão e valores da COMIVA.
“Educar é semear cooperação com esperança e colheita garantida.”
Cada gesto cooperativo, cada ato de comprometimento e cada atitude colaborativa consolidam um ambiente organizacional sustentável, humano e produtivo.
A EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA E PERTENCIMENTO DE EQUIPES reafirma que colaboradores cooperativistas constroem cooperativas fortes, baseadas em valores, princípios, resultados e sustentabilidade econômica, social e ambiental.
Pertencer é cooperar. Educar é construir juntos. Servir é perpetuar valores.
Blog do Ainor
A palestra ministrada pelo palestrante e instrutor cooperativista Ainor Lotério, em Mineiros-GO, com o apoio do Sistema OCB/SESCOOP-GO, reuniu diretores e conselheiros da COMIVA – Cooperativa Mista Agropecuária do Vale do Araguaia para refletir sobre a essência e os desafios da Governança Cooperativa no contexto atual.
GOVERNANÇA COOPERATIVA: A bússola que orienta a gestão e garante o futuro sustentável de todos os membros. Visa atuar a partir de estratégias muito bem definidas, executadas e monitoradas, que visem à sustentabilidade do negócio. À frente dessa missão, estão os colegiados de decisão das sociedades cooperativas, e o Conselho Fiscal, eleito em Assembleia Geral Ordinária, tem um papel fundamental nesse contexto.
FINALIDADES DA GOVERNANÇA COOPERATIVA: 1.Ampliar a transparência da administração; sustentabilidade e perenidade do modelo cooperativista; participação do cooperado no processo decisório; melhorar resultados econômico-financeiros; inovação e melhoria dos serviços para o quadro social e; responsabilidade social (integração com a sociedade civil).
Cooperativismo de resultado e inteligência cooperativa
O verdadeiro cooperativismo de resultado não se mede apenas por números, mas pelo impacto humano, social e produtivo que gera. A inteligência cooperativa traduz-se na capacidade de pensar e agir juntos, transformando desafios em oportunidades e fortalecendo o sentimento de pertencimento.
“Somos donos, somos responsáveis”
Na governança cooperativa, o centro está nas pessoas e não no capital. Cada cooperado é dono, usuário e beneficiário, e isso exige consciência e responsabilidade compartilhada.
“Somos donos, somos responsáveis, pois não é a cooperativa que possui sócios, mas os sócios que possuem a cooperativa.”
O voto igualitário – “uma pessoa, um voto” – garante a democracia interna e a fidelidade aos princípios que sustentam o movimento cooperativista.
O papel da liderança: transparência, sustentabilidade e governança
O líder cooperativista é mais que um gestor de resultados — é um educador de valores, um mediador de interesses e um promotor da confiança. Sua atuação deve unir transparência, ética e sustentabilidade, conectando metas de negócio a propósitos humanos e ambientais.
“Educar é semear cooperação com esperança e colheita garantida.”
Diferenças essenciais entre os modelos
Enquanto a governança corporativa tradicional se orienta pelo lucro e pela proporcionalidade do capital (“um acionista, um voto”), a governança cooperativa pauta-se pela igualdade de participação e pela busca do bem comum. O cooperado é usuário e dono, e o resultado financeiro é apenas um meio para atingir o fim maior: o desenvolvimento coletivo.
Juntos, construímos mais que números – construímos legado
A governança cooperativa une eficiência econômica e missão social. Mais que gerar riqueza, constrói legado, pertencimento e sustentabilidade.
“Juntos, construímos mais que números – construímos legado.”
Com propósito e cooperação, gestores e conselheiros perpetuam o valor maior do cooperativismo: o desenvolvimento humano aliado ao progresso coletivo, num cooperativismo de resultado.
PRINCÍPIOS DA GOVERNANÇA COOPERATIVA:
Autogestão: próprios cooperados e organismos de responsabilidade.
Senso de justiça: igualdade e equidade
Transparência: acesso às informações
Educação: desenvolvimento do quadro social e lideranças – identidade cooperativa
Sustentabilidade: gestão ética nas relações internas e externas.
As sociedades cooperativas estão inseridas em um mercado cada dia mais competitivo, em que ganham destaque os agentes que se posicionam de maneira diferenciada.
Um olhar atento a uma gestão profissionalizada, acompanhada de uma estrutura de governança moderna e que seja, de fato, cooperativa.
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Esta palestra, apresentada pelo Engenheiro Agrônomo e Mestre Ainor Lotério, integrou a programação de aniversário do Município de Santa Terezinha-SC. O evento, focado no setor rural, reflete sua importância e contou com o apoio da Prefeitura Municipal, do SENAR/Sindicato de Produtores Rurais, da Epagri e de outras entidades parceiras.
O ORGULHO DE SER PRODUTOR RURAL transcende a atividade laboral. Ser agricultor é uma vocação que envolve o cuidado com vidas, a garantia de alimentos, a geração de renda, a manutenção da cultura familiar e o sustento do futuro da comunidade.
A ESSÊNCIA DA PRODUÇÃO RURAL E A FORÇA DO AGRONEGÓCIO
O produtor rural é a figura central que transforma o campo em bens comerciais, exigindo um equilíbrio constante entre tradição e inovação.
A propriedade agrícola é o alicerce familiar, o espaço onde sTe planeja a sucessão, se garante o futuro e se conservam os recursos naturais.
O agronegócio e a agricultura familiar são a base de uma economia viva e resiliente e representam:
PILAR ECONÔMICO: Movimentam cadeias produtivas e geram oportunidades.
INOVAÇÃO E TECNOLOGIA: Elevam a produtividade e melhoram a qualidade.
SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE: O manejo consciente do solo e da água é um compromisso direto com o futuro.
RESILIÊNCIA E PERSISTÊNCIA: Características indispensáveis em cada safra e colheita.
TABACO, DESAFIOS E O CAMINHO DA RENOVAÇÃO
O cultivo do tabaco é crucial para a renda de inúmeras famílias e vital para o crescimento local. Seu fortalecimento depende de apoio técnico, políticas públicas e do incentivo constante à sucessão familiar.
O agricultor é o guardião de gerações, cuja sabedoria se manifesta na paciência e no reconhecimento de que cada espécie plantada é uma promessa de futuro.
Contudo, a ação é fundamental: o agricultor não pode esperar condições de tempo perfeitas para semear. A observação constante das dificuldades não deve impedir a colheita.
Para encarar as Tendências, Desafios e Inovações no cultivo do tabaco, é necessária uma renovação constante da mentalidade. A busca por capacitação, novas linhas de crédito e o aprimoramento técnico são atitudes essenciais.
Essa transformação mental é a chave para o progresso. A mente deve se transformar pela renovação, para que o produtor seja capaz de experimentar e comprovar o que é bom, agradável e perfeito.
Ser produtor rural é ter orgulho do trabalho, reconhecer-se como protagonista do desenvolvimento e compreender que cada safra é um compromisso renovado com a vida. É semear, colher e renovar — sempre, no caminho do êxito.
A união de esforços das entidades apoiadoras e o foco na capacitação demonstram que a agricultura de Santa Terezinha-SC continuará forte e próspera.
A palestra sobre “Diversificação na Produção Rural: Estratégia de Renda, Sustentabilidade e Qualidade de Vida”, conduzida pelo engenheiro agrônomo Ainor Lotério, foi um dos momentos mais marcantes da Feira da Economia Local / Comunidades Sustentáveis, promovida pela SICREDI Paranapanema Serrana (PR/SP/RJ).
Reconhecido por sua experiência no cooperativismo, na agricultura e no trabalho com famílias rurais, Lotério é palestrante nacional e referência em temas ligados à motivação, liderança e sustentabilidade. Sua formação multidisciplinar – que abrange Agronomia, Filosofia, Teologia, Parapsicologia, Psicopedagogia e Gestão Pública – soma-se à vivência prática como agricultor, extensionista, gestor público e cooperativista, conferindo-lhe uma abordagem única e inspiradora.
Esta foi a segunda vez que o palestrante foi convidado pela cooperativa, resultado do sucesso de sua participação anterior. Novamente, encantou o público com uma apresentação dinâmica, musicada e interativa, unindo conteúdo técnico, reflexões estratégicas e exemplos práticos sobre a importância da diversificação para ampliar a renda, reduzir riscos e fortalecer a sustentabilidade das famílias agricultoras.
A plateia participou de forma intensa, trazendo experiências e questionamentos, o que demonstrou o alto nível de engajamento. Agricultores familiares, jovens sucessores e lideranças cooperativistas destacaram a relevância do tema e o impacto direto que esse conhecimento pode gerar em suas propriedades e comunidades.
O evento reforçou o papel da SICREDI Paranapanema Serrana e de seus parceiros no fortalecimento da agricultura familiar, da cooperação e da sustentabilidade, promovendo iniciativas que unem capacitação, integração e visão de fut uro para o campo.
Blog do Ainor
Vivemos em um tempo marcado por transformações aceleradas: novas tecnologias, mudanças climáticas, reorganização social e exigências cada vez maiores por transparência e resultados. Nesse contexto, tanto nas cidades quanto no campo, cresce a necessidade de momentos formativos que orientem, inspirem e fortaleçam comunidades e lideranças.
É nesse cenário que as palestras surgem não apenas como eventos de fala, mas como experiências estratégicas de aprendizagem que integram comunicação, liderança, cooperação, motivação e profissionalismo.
1. PALESTRAS COMO MOMENTOS DE CAPACITAÇÃO E LIDERANÇA
Uma palestra não é um ato isolado. É uma oportunidade de transmitir conhecimento, despertar reflexões e alinhar visões de futuro. Quando realizadas de forma intencional, tornam-se ferramentas capazes de capacitar gestores, agricultores, estudantes e comunidades inteiras.
No campo da gestão pública e da agricultura, por exemplo, elas são decisivas para garantir que informações sobre políticas, programas e oportunidades cheguem ao público de maneira clara e acessível. Além disso, fortalecem a liderança, oferecendo recursos práticos para que pessoas e equipes atuem de modo mais consciente, responsável e direcionado.
2. PALESTRAS COMO PONTOS DE MOTIVAÇÃO E COOPERAÇÃO
Mais do que transmitir conteúdos, palestras bem conduzidas são capazes de despertar motivação, esse combustível essencial para que cada pessoa contribua com o melhor de si. Ao mesmo tempo, reforçam a cooperação, mostrando que desafios comuns só se transformam em oportunidades quando enfrentados coletivamente. Assim, cada palestra pode ser vista como um ponto de ignição, onde o profissionalismo organiza os caminhos, a motivação move os corações e a cooperação alinha interesses, gerando um ciclo contínuo de crescimento e integração.
As palestras, portanto, não são momentos passageiros, mas ferramentas de impacto duradouro, capazes de transformar perspectivas e práticas. Elas nos convidam a olhar o todo, compreender conexões e agir de maneira consciente e integrada em favor de uma sociedade mais próspera.
AINOR LOTÉRIO: UM PALESTRANTE QUE VIVE O QUE FALA
Descubra as produções de um palestrante que vive o que fala – materiais inspiradores em flyers, panfletos, folders, brochuras e informativos que transformam conhecimento em ação.
Ele não apenas fala, mas transforma; não apenas ensina, mas inspira; não apenas motiva, mas conduz à ação concreta. Nascido em Vidal Ramos-SC, Ainor é um homem do campo, da palavra e da missão. Com mais de três décadas de atuação como extensionista rural, radialista, gestor público, professor, escritor e cooperativista, já compartilhou sua mensagem com servidores públicos, líderes, jovens, mulheres, famílias, empresários e trabalhadores rurais em todo o Brasil.
O que o diferencia? A verdade da experiência. Ainor não lê sobre a vida rural, ele nasceu nela; não teoriza sobre cooperativismo, ele o pratica desde jovem; não apenas ensina oratória, ele comunica com naturalidade no campo, no púlpito, no rádio, em auditórios e nas redes sociais.
Sua marca é o dinamismo. Com elementos inusitados – bicicletas, vegetais, pedras, água, flores, sementes, música e ferramentas do campo – transforma conhecimento em vivência, tornando o aprendizado uma experiência inesquecível.
Frases como: “Não basta falar bem, mas entender daquilo que se está falando!”; “Para falar talvez poucos sejam doutores, mas para ouvir só há doutores.”; “Não se pode brincar com plateia alguma, mas levá-la a sério como qualquer uma!”; “É nossa obrigação adequar cada palestra para atingir o máximo das mentes e corações que estejam à nossa frente.”; “Não sou mais do que ninguém, mas também não sou menos, daí a minha confiança no que faço!” … revelam seu pensamento direto, humano e transformador.
UM SEMEADOR DE CONSCIÊNCIAS
Não é à toa que onde passa, retorna: quem ouve Ainor uma vez, quer ouvi-lo novamente. Clientes que o contratam percebem que recebem não apenas um palestrante, mas um agente de mudança real.
UM PALESTRANTE PEREGRINO DA PALAVRA, UM SEMENTEIRO DE IDEIAS E TRANSFORMAÇÃO: https://loterio.com.br/ainor-loterio-um-palestrante-peregrino-da-palavra-um-sementeiro-de-ideias-e-transformacao/
Quer saber mais? 👉 Navegue no site: www.ainor.com.br 👉 Explore artigos, vídeos e livros. 👉 Acompanhe nas redes sociais. 👉 Converse com quem já esteve em suas palestras.
📢 AINOR FRANCISCO LOTÉRIO: UM SEMEADOR DE CONSCIÊNCIA, UM MENSAGEIRO DA TRANSFORMAÇÃO, UM EXEMPLO VIVO DE QUE É POSSÍVEL UNIR CONHECIMENTO, FÉ, SIMPLICIDADE E IMPACTO SOCIAL EM CADA PALAVRA DITA.
Livro PAIXÃO PELO COOPERATIVISMO — Linguagem essencial para estimular a participação.
“Paixão pelo Cooperativismo” não é apenas um livro: é um convite vibrante à renovação do movimento cooperativista. Uma obra que une a sabedoria da história à esperança de um futuro próspero, fundamentado na doutrina, nos valores e nos princípios que consolidam as cooperativas e promovem uma vida melhor para todos.
O cooperativismo é apresentado como uma força transformadora, mais que um modelo econômico: uma filosofia de vida. Educação, participação e constante renovação surgem como chaves para o fortalecimento do movimento. Programas de formação, debates, eventos e o reconhecimento de boas práticas são elementos que alimentam a chama cooperativista, estimulando engajamento e fortalecendo o senso de pertencimento.
Nesta obra, celebra-se a cultura cooperativista em sua essência: histórias reais, experiências inspiradoras, parcerias sólidas e compromissos que unem pessoas e comunidades em torno da cooperação.
O autor, Ainor Lotério, agrônomo, teólogo, filósofo e palestrante renomado, é considerado um dos profissionais que mais conhecem o cooperativismo no Brasil. Suas palestras destacam a Cooperação como uma Atitude, a Cooperativa como uma Sociedade de Pessoas e o Cooperativismo como um Movimento que gera resultados positivos para associados e comunidades. Sua experiência vem de berço: nasceu na casa e na propriedade agrícola de sua numerosa família, onde floresceu sua trajetória cooperativista — disponível para ser conferida em ainor.com.br/cooperativismo/trajetoria-cooperativista-do-ainor.
Este livro é, portanto, mais que leitura: é inspiração e direção. Uma experiência de aprendizado e motivação, capaz de reacender em cada leitor o compromisso com um futuro justo, sustentável e feliz para todos.
A palestra “Amor que Educa: Firmes Filhos Felizes à Mesa Grande”, conduzida com maestria por Ainor Lotério, pai, estudioso do tema e autor do livro PAIS FIRMES, FILHOS FELIZES, PAIS FROUXOS, FILHOS SOFREDORES – Reflexões, agrosofia e motivação, foi uma jornada luminosa e inspiradora. A apresentação, que iniciou com a entrada do palestrante pedalando uma bicicleta portátil com uma vela na mão, simbolizou a luz que deve ser acesa dentro de cada pai, mãe, filho e em cada lar, nos lembrando da superioridade da inteligência familiar sobre qualquer tecnologia.
A palestra nos convidou a refletir sobre os pilares que sustentam a família e, com o apoio da Coordenação da Pastoral Familiar da Paróquia Sagrada Família e do Pe. Jacinto, explorou conceitos essenciais para lares mais fortes e felizes.
AMAR:
O amor é a força motriz do lar, a seiva que nutre e dá vida. A palestra nos mostrou que ele se manifesta em diferentes formas, sendo a base de todas as relações: ÁGAPE, o amor de Deus, a virtude máxima que nos guia; EROS, o amor romântico e físico, um presente divino no casamento; e PHILIA, o amor de amizade e companheirismo. A união desses amores constrói um ambiente de acolhimento e abundância, simbolizado pela “mesa grande” que sempre tem lugar e comida para mais um.
EDUCAR:
Educar é muito mais do que transmitir conhecimento. É a ação de guiar, instruir e formar um indivíduo de maneira integral, preparando-o para a vida e para a sociedade. Trata-se de uma jornada contínua, onde a fé, a história e os exemplos passados de geração em geração são a verdadeira bússola, um legado insubstituível por qualquer algoritmo de inteligência artificial.
FIRMEZA:
A firmeza é a base para a autoridade e o respeito, permitindo que os pais estabeleçam limites de forma clara e consistente, sem serem inflexíveis. É o tronco que sustenta a árvore-da-vida, dando segurança à criança que, sabendo onde pode e não pode ir, sente-se mais tranquila para explorar o mundo. É a firmeza que prepara os filhos para a liberdade com responsabilidade, para poderem enfrentar as tempestades da vida e fazer suas próprias escolhas.
FELICIDADE:
A felicidade é a condição final do amor que educa, o resultado de um lar equilibrado. É a condição de quem se sente bem, satisfeito e realizado, seja por motivos momentâneos ou por uma visão geral positiva da própria existência. É o estado de ser alcançado por filhos que crescem com segurança, sabendo que podem caminhar com as próprias pernas e construir um futuro de sucesso.
Foi uma noite memorável que, com a metáfora da bicicleta e da vela, reforçou que o equilíbrio entre firmeza e afeto é o caminho para guiar o navio da família a um porto seguro. Que teu caminho seja de êxito!
SUCESSÃO NO CAMPO: PLANTAR O FUTURO, COLHER CONTINUIDADE EPROSPERIDADE
Foi com grande alegria e satisfação que o município de Nova Veneza-SC celebrou a Primeira Semana da Agricultura, um evento histórico que marcou a valorização e o reconhecimento de quem trabalha e vive da terra. A iniciativa, que passará a fazer parte do calendário anual do município, foi um momento de união, aprendizado e, acima de tudo, de celebração da força do campo.
O evento teve como ponto alto a palestra de Ainor Lotério. Conhecedor profundo do tema, ele encantou e envolveu a todos com uma apresentação que tocou no coração da sucessão rural. A palestra abordou o tema “Sucessão no Campo: Plantar o Futuro, Colher Continuidade e Prosperidade”, discutindo o desafio de manter a família unida, produtiva e feliz no campo, valorizando o saber das gerações.
ORGULHO DE SER AGRICULTOR: A INTELIGÊNCIA VIVA DO CAMPO
A palestra reforçou a importância do “Orgulho de Ser Agricultor – Inteligência Viva do Campo”, destacando que o conhecimento prático e a tradição familiar são tão valiosos quanto a mais alta tecnologia. O lema “Quem planta e cria deve ter mais alegrias!” ressoou em cada coração presente, lembrando a todos que a verdadeira prosperidade nasce da conexão com a terra e com a família.
FAMÍLIA RURAL: RAIZ FORTE, PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL E VIDA COM PROPÓSITO
Lotério enfatizou que a base do desenvolvimento no campo não são apenas as máquinas ou as safras recordes. A base é a “Família Rural: Raiz Forte, Produção Sustentável e Vida com Propósito”. Ele destacou o papel fundamental da família que planta, cria, preserva e constrói o futuro, reforçando que o crescimento sustentável da agricultura depende da solidez dos laços familiares e do propósito compartilhado.
APOIOS E PARCERIAS QUE FORTALECEM O CAMPO
A realização da Semana da Agricultura só foi possível graças ao envolvimento e ao apoio de diversas autoridades e entidades. O projeto, que cria a Semana da Agricultura no calendário anual, foi encaminhado pelo vereador Juliano Dalmolin e aprovado por unanimidade.
A cerimônia contou com a presença de importantes lideranças políticas e agrícolas, como a prefeita Angela Ghislandi, o secretário de agricultura do município, Eduardo Vitalli, e o presidente do legislativo, Elton Neuernberg. O Sistema FAESC/SENAR/SC foi representado por Adilcio Pedro Pazetto, presidente do Sindicato Rural de Nova Veneza, que participou ativamente da celebração.
Também estiveram presentes os apoiadores: Daniel e Rodrigo, da Epagri; Elton, da Cidasc; Sergio Marini, presidente da Adisi – Associação de Drenagem e Irrigação Santo Izidoro; Evandro Boaroli, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Nova Veneza; e representantes do Sicoob e do Sicredi.
A união de diferentes esferas políticas e agrícolas demonstra que, quando o foco é o bem comum, todos trabalham juntos para fortalecer a base da nossa sociedade: o homem e a mulher do campo.
SUCESSÃO NO CAMPO: PLANTAR O FUTURO, COLHER CONTINUIDADE EPROSPERIDADE
Foi com grande alegria e satisfação que o município de Nova Veneza-SC celebrou a Primeira Semana da Agricultura, um evento histórico que marcou a valorização e o reconhecimento de quem trabalha e vive da terra. A iniciativa, que passará a fazer parte do calendário anual do município, foi um momento de união, aprendizado e, acima de tudo, de celebração da força do campo.
O evento teve como ponto alto a palestra de Ainor Lotério. Conhecedor profundo do tema, ele encantou e envolveu a todos com uma apresentação que tocou no coração da sucessão rural. A palestra abordou o tema “Sucessão no Campo: Plantar o Futuro, Colher Continuidade e Prosperidade”, discutindo o desafio de manter a família unida, produtiva e feliz no campo, valorizando o saber das gerações.
ORGULHO DE SER AGRICULTOR: A INTELIGÊNCIA VIVA DO CAMPO
A palestra reforçou a importância do “Orgulho de Ser Agricultor – Inteligência Viva do Campo”, destacando que o conhecimento prático e a tradição familiar são tão valiosos quanto a mais alta tecnologia. O lema “Quem planta e cria deve ter mais alegrias!” ressoou em cada coração presente, lembrando a todos que a verdadeira prosperidade nasce da conexão com a terra e com a família.
FAMÍLIA RURAL: RAIZ FORTE, PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL E VIDA COM PROPÓSITO
Lotério enfatizou que a base do desenvolvimento no campo não são apenas as máquinas ou as safras recordes. A base é a “Família Rural: Raiz Forte, Produção Sustentável e Vida com Propósito”. Ele destacou o papel fundamental da família que planta, cria, preserva e constrói o futuro, reforçando que o crescimento sustentável da agricultura depende da solidez dos laços familiares e do propósito compartilhado.
APOIOS E PARCERIAS QUE FORTALECEM O CAMPO
A realização da Semana da Agricultura só foi possível graças ao envolvimento e ao apoio de diversas autoridades e entidades. O projeto, que cria a Semana da Agricultura no calendário anual, foi encaminhado pelo vereador Juliano Dalmolin e aprovado por unanimidade.
A cerimônia contou com a presença de importantes lideranças políticas e agrícolas, como a prefeita Angela Ghislandi, o secretário de agricultura do município, Eduardo Vitalli, e o presidente do legislativo, Elton Neuernberg. O Sistema FAESC/SENAR/SC foi representado por Adilcio Pedro Pazetto, presidente do Sindicato Rural de Nova Veneza, que participou ativamente da celebração.
Também estiveram presentes os apoiadores: Daniel e Rodrigo, da Epagri; Elton, da Cidasc; Sergio Marini, presidente da Adisi – Associação de Drenagem e Irrigação Santo Izidoro; Evandro Boaroli, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Nova Veneza; e representantes do Sicoob e do Sicredi.
A união de diferentes esferas políticas e agrícolas demonstra que, quando o foco é o bem comum, todos trabalham juntos para fortalecer a base da nossa sociedade: o homem e a mulher do campo.
FESTA DO COLONO EM PRESIDENTE NEREU: CELEBRAÇÃO E ORGULHO RURAL COM AINOR LOTÉRIO!
Presidente Nereu-SC viveu um dia de intensa celebração e reconhecimento no último dia 26 de julho de 2025, com uma esplêndida Festa do Colono que enalteceu a essência e a força dos trabalhadores do campo. O evento foi resultado de uma parceria exemplar entre o experiente extensionista rural e engenheiro agrônomo Ainor Lotério, a Epagri de Presidente Nereu-SC (representada pelo extensionista Daniel Linhares), a Secretaria, o SENAR-SC/Sindicato Rural de Rio do Sul e a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria da Agricultura e do CMDR – Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural.
A programação foi rica e diversificada, incluindo o tradicional e festivo “Tratoraço”, que coloriu as ruas da cidade com a força do maquinário agrícola, homenagens emocionantes às famílias rurais que constroem a história do município, além de exposições de produtos locais e muita música para animar o público.
O ponto alto da celebração foi a palestra “Valor do Campo, Orgulho da Gente”, ministrada às 14h no Centro Social, com a participação de aproximadamente 200 agricultores e lideranças municipais. Ainor Lotério, com sua reconhecida capacidade de motivar e inspirar, elevou o astral e o ânimo dos participantes, levando reconhecimento, agradecimento e celebração àqueles que são a base do desenvolvimento de Presidente Nereu.
O objetivo foi reforçar o papel fundamental que os agricultores desempenham, cultivando o or gulho de pertencer ao meio rural e mostrando que, em Presidente Nereu, a vida pulsa com os pés na terra e o coração repleto de valor. Um verdadeiro campo de honra que alimenta o município e sustenta o futuro de sua gente.
Proferida pelo professor e palestrante Ainor Francisco Lotério, a palestra A Escola como Teia de Vínculos foi uma verdadeira imersão em reflexões profundas sobre o papel da escola como um organismo vivo, pulsante e transformador. O encontro propôs a construção de uma ESCOLA VIVA, EMPÁTICA E COLABORATIVA, onde os vínculos genuínos, os afetos compartilhados e as interações significativas tecem alianças educativas duradouras.
Com entusiasmo e sensibilidade, o momento foi especialmente significativo por reunir a equipe de educadores feras do Colégio Anglo Camboriú, profissionais comprometidos com a excelência acadêmica e a formação humana de seus estudantes. Também foi destacada a atuação firme e inspiradora dos gestores da instituição, cuja liderança confiante e humanizada fortalece a missão de educar com propósito e paixão.
A partir de fundamentos da ciência da felicidade, da biologia da crença e de práticas pedagógicas humanizadas, destacou-se a importância de compreender a escola não apenas como um espaço de ensino formal, mas como um ambiente onde florescem relações, escutas, pertencimentos e propósito.
Foram abordados quatro eixos principais:
A HUMANIZAÇÃO DO ATENDIMENTO, que reforçou o poder da escuta, da empatia e da acolhida para fortalecer o tecido relacional da comunidade escolar;
O EDUCADOR COMO AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO, que mostrou a importância do autocuidado, da comunicação afetiva e da inspiração como ferramentas de convivência e aprendizagem;
O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA, PAIS E FILHOS, evidenciando que a corresponsabilidade na educação nasce da escuta respeitosa e da comunicação clara e colaborativa;
A CIÊNCIA DA FELICIDADE E A FORÇA DO “NÓS”, que reforçou o sentido do coletivo e da cooperação como chaves para o bem-estar e o crescimento comum.
Ao final, deixou-se a certeza de que educar é construir laços, semear esperança e fazer da escola um espaço de pertencimento, gratidão e transformação social. Uma experiência memorável para todos que acreditam que a educação é, antes de tudo, uma aliança de vidas em movimento.
Por Francisco Amoroso
Por Francisco Amoroso.
Na vibrante Festa do Colono de Itajaí, um tema ganhou destaque: a essencial participação das mulheres agricultoras na transformação e no fortalecimento do cenário rural. A palestra “Mulheres do Campo: Sabores, Inovação e Amor pelo Rural!”, proferida por Ainor Lotério, extensionista rural, engenheiro-agrônomo e palestrante requisitadíssimo pelas mulheres, celebrou essas protagonistas, ressaltando seu papel crucial na diversificação da economia e na preservação da rica herança rural do município.
A relevância da agricultura familiar em Itajaí, responsável por 70% da merenda escolar municipal e pelo abastecimento da população local e cidades vizinhas (em 1.900 ha com arroz, milho, feijão, frutas e animais), demonstra a força do campo, onde se situa 70% do território itajaiense. Em meio a esse cenário, a mulher rural emerge como agente de inovação, buscando alternativas criativas de geração de renda através da produção agrícola, do artesanato e da rica gastronomia local.
A palestra enfatizou a liderança feminina e o cuidado com a terra, elementos-chave na preservação do inestimável valor cultural, ambiental e de sustentabilidade do campo. O turismo rural, com suas experiências autênticas junto à natureza e aos saberes tradicionais, foi apresentado como um elo vital entre o urbano e o rural.
Estratégias para o futuro do campo foram debatidas, abrangendo a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), a produção agroecológica e orgânica, a meliponicultura, a piscicultura sustentável e o cultivo de plantas medicinais. O turismo de experiência, a valorização da culinária local, o fortalecimento do turismo de base comunitária, o incentivo ao artesanato e o ecoturismo foram apontados como caminhos promissores.
A celebração da força, da criatividade e da sensibilidade dessas mulheres reitera o papel fundamental que desempenham, fazendo do campo de Itajaí um espaço de trabalho, afeto, resistência e um celeiro de futuro.
A ESCOLA VIVA: GRATIDÃO, VÍNCULOS E PERTENCIMENTO Por Francisco Amoroso
A educação é mais do que transmissão de conteúdos — é construção de vínculos e fortalecimento de sentidos. Foi com essa visão humanizada e inspiradora que o Professor Ainor Francisco Lotério proferiu a palestra “A Escola Viva: Gratidão, Vínculos e Pertencimento”, dirigida à equipe de professores e administrativos do Colégio Professor José Arantes, em Camboriú-SC, como parte do programa de formação continuada da instituição.
Com sua marca singular de sensibilidade, embasamento técnico e envolvimento afetivo, Ainor conduziu uma verdadeira jornada de reflexão sobre o papel da escola como um organismo vivo, onde ciência, afeto e propósito se entrelaçam. O educador não foi tratado apenas como transmissor de conhecimento, mas como facilitador de experiências significativas, alguém que forma pelo vínculo e transforma pela empatia.
Entre os pontos fortes da palestra, destacam-se:
A gratidão como prática educativa e fonte de bem-estar coletivo;
O elogio e o reconhecimento como dispositivos pedagógicos de valorização e motivação;
A humanização do ambiente escolar, promovendo escuta ativa, respeito e acolhimento;
O pertencimento, que gera identidade institucional, corresponsabilidade e orgulho coletivo;
E, por fim, a importância do clima organizacional positivo à luz das evidências da neurociência e da psicologia positiva.
Mais do que uma palestra, foi um chamado à transformação da cultura escolar, para que cada membro da comunidade educativa se sinta parte de uma rede viva, afetiva e inspiradora.
Ainor Lotério reafirma com vigor e ternura: uma escola que cuida dos vínculos é uma escola que vive, floresce e transforma.
COMIVA CELEBRA O COOPERATIVISMO VIVO E FORTE: UMA MANHÃ DE INSPIRAÇÃO NA EXPO MINEIROS 2025, com Ainor Lotério Por Francisco Amoroso*
Durante a 44ª edição da ExpoMineiros & Rodeio Show 2025, realizada em Mineiros-GO, a COMIVA – Cooperativa Mista Agropecuária do Vale do Araguaia – trouxe à cena uma das mais impactantes vivências da programação: a palestra “Cooperativismo: o Movimento Orgânico que Gera Vida Forte”, ministrada no estande da cooperativa com apoio do Sistema OCB/SESCOOP/GO.
Conduzido pelo engenheiro-agrônomo, extensionista rural Ainor Lotério, autor do livro Paixão pelo Cooperativismo, o momento revelou-se como uma verdadeira celebração da força coletiva e da inspiração compartilhada. Sua fala tocou a essência do cooperativismo como movimento vivo e transformador, que reorganiza esperanças e constrói pontes entre sonhos e realidades locais.
Uma plateia que viveu o cooperativismo com intensidade O público presente – composto por jovens e adultos, diretoria e conselheiros, colaboradores e colaboradoras, além de familiares dos cooperados – mergulhou na experiência com atenção, reflexão e emoção. A vibração foi visível nos olhares atentos, nos gestos de aprovação e nas manifestações espontâneas de conexão com as ideias apresentadas.
O cooperativismo como raiz, tronco e fruto
Ainor Lotério abordou temas que brotaram como sementes em terra fértil:
O cooperativismo como árvore viva, sustentada por princípios éticos e valores humanos.
A inteligência cooperativa que pulsa com a comunidade e respira com a família.
O comprometimento e a educação como motores de transformação social.
O empreendedorismo cooperativo voltado para soluções reais e locais.
Convite à ação e ao brilho coletivo A palestra terminou com um convite poderoso: “Como você pode brilhar mais no cooperativismo?”. Ali, cada participante sentiu-se parte da construção de um futuro mais justo e solidário. Foi uma manhã leve, vibrante e carregada de energia positiva – do jeitinho cooperativo que só a COMIVA sabe proporcionar.
“Quando cooperamos com a vida, ela coopera conosco. A força de todos se fez presente em um só corpo de esperança, união e propósito.”, concluiu o Prof. Ainor Lotério. —————————————————- *Responsável pelo marketing e comunicação da SEIVA PALESTRAS E Treinamentos.
COMPROMISSO COM O COOPERATIVISMO E O CAMPO (AGOFAMILIAR) BRASILEIRO Por Francisco Amoroso*
Fortalecendo raízes, colhendo o futuro!
Com uma trajetória sólida e reconhecida no cooperativismo e na agricultura familiar, Ainor Lotério construiu, ao longo de mais de três décadas, um legado de dedicação à formação de pessoas e fortalecimento de instituições. Engenheiro agrônomo, educador e comunicador, ele alia conhecimento técnico, experiência de campo e sensibilidade humana para transformar realidades através da educação cooperativista.
As palestras de Ainor Lotério são fruto de vivências autênticas e atuação direta nas comunidades rurais, nos espaços cooperativos e nas políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do campo. Sua abordagem une conteúdo relevante, linguagem acessível e inspiração prática, impactando lideranças, associados, jovens, mulheres, famílias e profissionais do setor agropecuário.
RAÍZES QUE INSPIRAM, PALAVRAS QUE FECUNDAM
Há vidas que falam mais alto do que discursos. Histórias que se escrevem no chão batido da roça, no suor do cooperado, no olhar esperançoso da agricultora, no caderno do jovem que escolhe ficar no campo. Ainor Lotério é uma dessas histórias vivas, que não apenas conhece a terra – mas a escuta, a respeita e a traduz em conhecimento compartilhado.
Mais do que palestrar, ele planta ideias. Cultiva valores. Irriga consciências com palavras simples e profundas, nascidas da convivência conosco do interior, das estradas, do cooperativismo, das feiras, dos encontros, das escolas do agro e das famílias da agricultura familiar.
1″>Ao longo de mais de trinta anos de caminhada, Ainor transformou o saber em serviço. Construiu pontes entre gerações, fortaleceu lideranças silenciosas, iluminou o papel das mulheres no campo, despertou o jovem para os sonhos possíveis, fez da doutrina cooperativista uma semente viva – não de gaveta, mas de chão e coração.
Seu compromisso não é com a fama, mas com a missão. E sua missão é clara: fortalecer raízes para que o campo colha futuro com dignidade, união e fé. Cada palestra é um reencontro com o que somos e com o que podemos ser quando cooperamos. Cada tema abordado – da liderança à sustentabilidade, da inovação à comercialização – nasce de vivência, não de teoria vazia.
No seu portal, www.ainor.com.br, não se vê apenas um currículo. Vê-se um propósito. Uma história que pulsa com as mãos que plantam, os rostos que sonham e os pés que não param de caminhar.
Convidar Ainor Lotério não é apenas enriquecer um evento. É abrir espaço para um momento de verdade, inspiração e transformação. É permitir que o campo fale por meio de quem vive o cooperativismo com a alma e a ciência.
Porque quando o coração está no campo, a palavra floresce. E quando a fala vem da raiz, ela frutifica.
Temas abordados em suas palestras incluem:
Liderança e comunicação: formação de lideranças conscientes e aprimoramento da comunicação nos ambientes cooperativos e rurais.
Motivação e propósito: fortalecimento de equipes por meio do senso de missão e valorização do trabalho no campo.
Doutrina, educação e organização do quadro social: aprofundamento nos princípios cooperativistas e sua aplicação prática nas cooperativas.
Princípios e valores: reafirmação das bases éticas que sustentam o cooperativismo e a agricultura sustentável.
Mulheres no agro: valorização da mulher como protagonista no desenvolvimento agrícola e social.
Juventude cooperativista e rural: estímulo à sucessão rural com inovação, formação e engajamento jovem.
Gestão sustentável no campo: práticas que aliam produtividade, cuidado ambiental e viabilidade econômica.
Inovação e tecnologia no agronegócio: atualização das ferramentas e soluções voltadas à realidade da agricultura familiar.
Desenvolvimento de mercado e comercialização: estratégias de valorização dos produtos do campo e acesso a novos mercados.
Por que convidar Ainor Lotério? Porque sua atuação vai além da teoria. Com base em sua vivência profissional e humana, ele oferece conteúdo com profundidade, sensibilidade e aplicação prática, alinhado aos desafios reais de quem vive e trabalha no campo. Seu portal — www.ainor.com.br — é um testemunho vivo de sua história, conquistas e compromisso com o desenvolvimento rural e cooperativista.
Leve essa experiência para o seu evento. Inspire, capacite e transforme com quem conhece a terra, o povo e os princípios que fazem o agro e o cooperativismo seguirem em frente.
*Comunicação e marketing da SEIVA PALESTRAS e Treinamentos.
QUEM PLANTA E CRIA PRECISA TER MAIS ALEGRIAS – DIA DO AGRICULTOR E SEMANA DA AGRICULTURA:
Por Ainor Francisco Lotério – Extensionista Rural, Mestre em Gestão Pública, Filósofo e Teólogo
A agricultura é mais que um setor econômico — é um modo de vida, um legado de gerações e uma força essencial que sustenta o país. Por isso, o Dia do Agricultor e a Semana da Agricultura não podem passar despercebidos. Esses momentos devem ser celebrados com emoção, reflexão e, acima de tudo, com aproximação entre quem planta, quem cria, quem lidera e quem educa.
Mais do que comemorações simbólicas, esta é a hora de olhar nos olhos dos agricultores e agricultoras, reunir suas famílias e valorizar sua história, seus sonhos e seus desafios. Nada substitui o calor humano e o impacto transformador de uma palestra presencial bem feita, que desperta consciências, renova esperanças e impulsiona mudanças. É no encontro que a vida se fortalece. É na palavra partilhada que o campo floresce.
A alegria que nasce do reconhecimento e do pertencimento
“Quem planta e cria precisa ter mais alegrias” — e essa alegria começa pelo reconhecimento. Pela certeza de que seu trabalho é essencial, de que sua presença no campo importa, de que sua família tem valor. A alegria vem quando há espaço para escuta, para diálogo, para planejamento.
As palestras presenciais — com agricultores, filhos, esposas, avós e lideranças locais — cumprem um papel estratégico nessa construção. Elas iluminam caminhos, fortalecem vínculos familiares, promovem o senso de pertencimento e oferecem orientações práticas e motivacionais sobre sucessão rural, cooperativismo, sustentabilidade e tecnologias apropriadas.
A cada encontro, uma semente é plantada. E quando a semente é boa, o fruto vem.
A sabedoria do campo unida à inovação e à fé
O agricultor não quer caridade, quer oportunidade. Quer produzir com dignidade, quer viver com sentido. E, para isso, é preciso apoiar, capacitar e inspirar. É aí que entra o papel das instituições, das cooperativas, das escolas agrícolas, das prefeituras, dos sindicatos e de todos que atuam pelo fortalecimento do campo.
Falar diretamente com o produtor e sua família é construir pontes. É levar informação, gestão, espiritualidade e autoestima. É mostrar que há caminhos de crescimento com qualidade de vida. É reforçar que a sucessão rural é possível, quando há diálogo, preparo e amor à terra.
Mais do que slides e técnicas, as palestras de campo precisam tocar o coração, acender o orgulho de ser agricultor e despertar a consciência de que a alegria não é luxo — é direito de quem planta e cria.
Conclusão: celebrar, reunir, inspirar
O Dia do Agricultor e a Semana da Agricultura são oportunidades de ouro para reunir comunidades, abrir espaços de fala, escuta e aprendizado mútuo. E não há ferramenta mais potente que a palestra presencial motivadora, vivencial e transformadora, que fala de agricultor para agricultor, de alma para alma.
Vamos fazer da celebração uma alavanca de transformação. Vamos juntos semear conhecimento, colher esperança e fertilizar o campo com mais sentido, mais união e mais alegria.
Porque quem planta e cria precisa — e merece — ter mais alegrias.
PALESTRAS PARA COMEMORAR O DIA DO AGRICULTOR E A SEMANA DA AGRICULTURA
Fortaleça o futuro da sua família e da agricultura brasileira.
SUCESSÃO NO CAMPO: PLANTAR O FUTURO, COLHER CONTINUIDADE E PROSPERIDADE
Durante o Dia do Agricultor, celebrado em 28 de julho, e ao longo da Semana da Agricultura, homenageamos aqueles que alimentam o Brasil com seu trabalho incansável e dedicação à terra. A data, instituída em referência à fundação do Ministério da Agricultura no governo Juscelino Kubitschek, nos convida a valorizar o papel essencial dos agricultores na economia, na cultura e na sustentabilidade nacional.
Neste contexto, é urgente olharmos para o futuro do campo. A sucessão rural é um dos maiores desafios da atualidade: como garantir que as novas gerações permaneçam na terra, com qualidade de vida, produtividade e propósito?
Essa palestra propõe reflexões e caminhos. Vamos discutir como inovação, cooperativismo e políticas públicas eficazes podem fortalecer a permanência da juventude no campo, valorizando o legado das gerações anteriores e abrindo portas para novas possibilidades. A Inteligência Artificial (IA), a biotecnologia e as tecnologias emergentes não são substitutas do agricultor, mas aliadas da sua inteligência viva, aprimorando práticas e garantindo um campo mais sustentável e rentável.
ORGULHO DE SER AGRICULTO — INTELIGÊNCIA VIVA DO CAMPO
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“Quem planta e cria deve ter mais alegrias”
Mais do que operadores de máquinas ou usuários de sensores e algoritmos, os agricultores são protagonistas de um novo tempo. Esta palestra mostrará como a tecnologia pode ser integrada ao conhecimento empírico, fortalecendo a tomada de decisões, antecipando tendências e promovendo resultados mais expressivos. É na união entre tradição e inovação que o agricultor brasileiro mostra sua genialidade e capacidade de adaptação, transformando dificuldades em oportunidades.
FAMÍLIA RURAL: RAIZ FORTE, PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL E VIDA COM PROPÓSITO
A família é a alma do campo. Ela preserva valores, transmite saberes e sustenta o ciclo da vida rural com afeto, trabalho e fé. Esta palestra é um convite para refletirmos sobre como fortalecer a base familiar, garantir bem-estar e promover uma sucessão planejada que una afeto, produtividade e propósito.
Vamos falar sobre saúde emocional, gestão participativa e qualidade de vida, sempre com o olhar voltado para o futuro da propriedade rural e o florescimento de uma agricultura cada vez mais sustentável e humana.
COOPERATIVISMO NA ESCOLA: UM MOVIMENTO ORGÂNICO QUE GERA VIDA FORTE
Por Ainor Lotério
O cooperativismo é uma filosofia de vida baseada em valores como solidariedade, responsabilidade, ajuda mútua e gestão democrática. No ambiente escolar, representa um movimento orgânico capaz de integrar gerações, fortalecer consciências e gerar vínculos duradouros entre escola, família e comunidade. Cada sociedade de pessoas, intitulada cooperativa, deve ser considerada um organismo vivo que nasce da terra e do trabalho coletivo, conectando pessoas, saberes e sonhos para gerar uma vida forte, próspera e enraizada no bem comum.
Escola e comunidade em conexão.
Na Escola Nucleada Laudelino Borguezan, em Santo Antônio — Urubici–SC, houve um importante exemplo dessa integração: uma palestra sobre cooperativismo conduzida pela escola voltada para todo o corpo escolar e a comunidade local. A iniciativa destacou como práticas como compostagem e produção de sabão ecológico podem ser incorporadas ao cotidiano, fortalecendo o compromisso com o bem comum e a sustentabilidade.
Educação financeira e protagonismo estudantil.
Inspirados por experiências reais como essa, os alunos são incentivados a desenvolver competências de autogestão e planejamento, ao gerarem receita com a venda de produtos sustentáveis. Ao mesmo tempo, assumem papéis de liderança na divulgação e condução dos projetos, exercendo valores cooperativistas de responsabilidade e participação ativa.
Cooperativa mirim: cidadania, na prática
A proposta avança com a formação de cooperativas mirins, espaços onde estudantes experimentam na prática a gestão compartilhada, a adesão voluntária e a intercooperação. São laboratórios de cidadania que reforçam a importância de princípios como a equidade e o interesse pela comunidade.
Sustentabilidade com consciência.
Transformar resíduos orgânicos em adubo ou reutilizar óleo de cozinha para fabricar sabão não é somente um ato técnico — é uma educação socioambiental que muda como os alunos (e suas famílias) veem a natureza e o lixo. Isso promove a conscientização ambiental concretamente, despertando atitudes sustentáveis para o futuro.
Conclusão.
Projetos como o desenvolvido em Urubici mostram que o cooperativismo nas escolas é muito mais do que teoria: é ação, transformação e comunidade. Quando guiado por valores sólidos e protagonizado pelos estudantes, torna-se um vetor de educação integral, cidadania ativa e sustentabilidade para as próximas gerações.
O cooperativismo é um movimento orgânico porque nasce da terra, do trabalho coletivo e da confiança mútua — uma força viva que gera pertencimento, prosperidade e transformação social.
Mais que uma estrutura econômica, o cooperativismo é um organismo vivo que pulsa no coração das comunidades, conectando pessoas, saberes e sonhos.
Quando cultivado com valores e participação, o cooperativismo floresce como uma vida forte, sustentável e enraizada no bem comum.
Ainor Lotério
Palestrante, educador cooperativista e consultor em desenvolvimento rural: www.ainor.com.br
A Importância da Diversificação da Produção na Propriedade Agrícola*
Como pesquisador, engenheiro-agrônomo, extensionista, professor do campo, cooperativista e agricultor com vivência no setor, reafirmo que a diversificação da produção na propriedade agrícola não é somente uma estratégia, mas um pilar fundamental para a sustentabilidade, resiliência e prosperidade do nosso campo. A prática de implantar duas ou mais atividades agrícolas, ou pecuárias em uma mesma área rural, como, por exemplo, a produção de mandioca, milho, leite e a criação de suínos, é a essência de um modelo produtivo mais robusto e menos vulnerável.
A saúde do solo como alicerce da produção.
Um dos argumentos mais contundentes a favor da diversificação reside na melhoria da saúde do solo. A monocultura, ao cultivar as mesmas espécies ano após ano, esgota o solo de forma contínua dos mesmos nutrientes, sem permitir a reposição adequada. Esse ciclo vicioso leva à degradação e à perda de fertilidade.
Com a diversificação, cada espécie vegetal possui necessidades nutricionais distintas. Isso permite que o solo seja explorado de maneira mais equilibrada, com diferentes plantas absorvendo e repondo nutrientes complementarmente. O resultado é um solo mais saudável, fértil e produtivo a longo prazo, diminuindo a dependência de insumos externos e fortalecendo a base da nossa produção.
Benefícios diretos para o produtor rural.
Além dos ganhos ambientais, a diversificação traduz-se em vantagens econômicas tangíveis para o produtor. Ao invés de depositar todas as suas fichas em uma única cultura, o agricultor que diversifica mitiga significativamente o risco de perdas por pragas e doenças específicas. Se uma cultura é afetada, as outras podem compensar a perda, garantindo um fluxo de renda mais estável.
Ademais, a diversificação contribui para a redução da dependência de insumos específicos, como agrotóxicos e fertilizantes. Essa autonomia resulta em uma economia expressiva para o produtor, liberando recursos que podem ser reinvestidos na própria propriedade. Pensando na durabilidade do negócio, esses recursos podem ser direcionados para tecnologias que garantam a segurança, como sistemas de alarme contra incêndios, ou para equipamentos que promovam o uso eficiente de água e energia, alinhando a produção com práticas mais sustentáveis.
Equilíbrio entre especialização e diversificação.
A questão de especializar ou diversificar é um dilema central no campo. A especialização oferece a sedução de ganhos de escala, otimização de infraestrutura (beneficiamento, armazenamento, transporte) e, muitas vezes, uma gestão mais simplificada. Além disso, permite um aprofundamento do conhecimento em uma atividade específica, podendo tornar o produtor ou a região uma referência.
No entanto, a especialização carrega um alto grau de fragilidade. Uma única adversidade climática em um período crítico do ciclo da cultura pode aniquilar toda a safra. Além disso, ela limita a prática da rotação de culturas, fundamental para a sustentabilidade da atividade agrícola. A sustentabilidade se alicerça na intensificação e integração, e a diversificação é a chave para a rotação, o manejo integrado de pragas e doenças, a melhoria das propriedades do solo e, por conseguinte, o aumento de sua capacidade produtiva.
O desafio da diversificação na agricultura moderna.
O grande desafio da agricultura moderna é oferecer alternativas efetivas para a diversificação. Embora existam possibilidades como o cultivo de girassol, milho-pipoca, feijão-caupi, amendoim e gergelim, hortaliças, frutas (enfim, no mínimo um bicho, um grão e uma fruta), a transição de modelos consolidados, como a dupla soja e milho safrinha, não é trivial. Há toda uma infraestrutura de insumos, armazenamento e comercialização que sustenta o modelo atual e oferece uma sensação de segurança.
O ideal, inquestionavelmente, é a diversificação. Para que isso ocorra de forma bem-sucedida, são necessários conhecimentos aprofundados sobre as novas atividades – o que, de certa forma, gera uma certa especialização na diversificação. É fundamental também a integração entre as atividades, tanto animal quanto vegetal, criando um sistema sinérgico onde os resíduos de uma atividade podem ser insumos para outra. A durabilidade da atividade agrícola é significativamente aumentada quando se diversifica e integra, tornando-a verdadeiramente sustentável.
Diversificação agrícola vs. diversificação rural: ampliando horizontes.
É crucial diferenciar diversificação agrícola e diversificação rural. A primeira, como já abordado, foca na implantação de múltiplas atividades agrícolas e/ou pecuárias na propriedade. Já a diversificação rural vai além, incorporando simultaneamente atividades agrícolas e não agrícolas. Isso pode variar desde a prestação de serviços manuais até a oferta de hospedagem em um celeiro, criação de atrações turísticas ou até mesmo o emprego temporário em agroindústrias locais.
As propriedades rurais que abraçam a diversificação, seja agrícola ou rural, colhem múltiplos benefícios: econômicos, ambientais e sociais. Reduzem o risco financeiro, criam fluxos de renda alternativos e aumentam a resiliência das fazendas familiares. Essa estratégia é, muitas vezes, indispensável à sobrevivência e competitividade de estabelecimentos rurais, ao garantir a biodiversidade, fomenta o mercado de trabalho local, gera riqueza, via novas oportunidades de negócio e estimula o desenvolvimento da comunidade.
Manter um fluxo de caixa saudável e sustentável é um dos maiores desafios do produtor rural, especialmente para os pequenos e médios. A diversificação emerge como uma das mais potentes ferramentas para enfrentar essa realidade, proporcionando a estabilidade e a flexibilidade necessárias para prosperar no dinâmico cenário do agronegócio.
Você já pensou em quais atividades complementares poderiam fortalecer a sustentabilidade e a rentabilidade da sua propriedade?
*Ainor Francisco Lotério é Técnico em Agropecuária e Engenheiro Agrônomo, com ampla atuação como extensionista rural, educador do campo e gestor público, foi Diretor Estadual da Epagri e coordenador de programas da Secretaria da Agricultura de SC. Atua como palestrante e instrutor em temas como Cooperativismo, Agricultura, Gestão Pública, Educação, Motivação, Liderança, Família e Longevidade. Mais informações: www.ainor.com.br
Por Ainor Francisco Lotério Engenheiro Agrônomo, Mestre em Gestão Pública, Psicopedagogo, Comunicador e Palestrante nas áreas de Motivação, Cooperativismo, Sustentabilidade e Desenvolvimento Humano.
Vivemos uma das maiores revoluções da história. A era da informação e da inteligência artificial (IA) redefine comportamentos, relações e modelos de trabalho. Mas, diante de tanta tecnologia, uma pergunta precisa ser feita: qual é o verdadeiro poder da mente humana nesse contexto?
A resposta é simples e, ao mesmo tempo, profunda: a mente continua sendo a maior fonte de motivação, criatividade e transformação do ser humano.
Tudo aquilo que realizamos nasce, antes de qualquer ferramenta ou tecnologia, no invisível mundo dos pensamentos, das crenças e das emoções. Quando nos motivamos, alinhamos nossos pensamentos com nossos sentimentos e, assim, somos capazes de transformar sonhos em projetos, projetos em ações e ações em resultados.
Por outro lado, a Inteligência Artificial surge como uma parceira poderosa. Ela não pensa como nós. Ela não sente. Ela não cria sentido. Mas ela é extremamente capaz de processar dados, reconhecer padrões, prever cenários e acelerar tomadas de decisão.
Se a mente humana é quem sonha, a IA é quem organiza. Se a mente busca sentido, a IA entrega soluções. Porém, o controle, a ética e a direção continuam sendo responsabilidade do ser humano.
O risco não está na IA. O risco está na mente sem clareza, sem motivação, sem propósito. Afinal, uma ferramenta nas mãos certas constrói pontes; nas mãos erradas, destrói caminhos.
Portanto, precisamos investir, cada vez mais, no desenvolvimento da inteligência emocional, relacional, espiritual e social. Precisamos de mentes motivadas, focadas e com visão de futuro — capazes de usar a inteligência artificial como instrumento de produtividade, bem-estar, sustentabilidade e desenvolvimento humano.
O futuro será daqueles que souberem unir: ✔️ O poder do pensamento positivo; ✔️ A clareza do propósito; ✔️ A força da motivação humana; ✔️ E o uso ético, inteligente e responsável da tecnologia.
Quando mente, coração e tecnologia trabalham juntos, não há limites para o que podemos construir.
📌 Por Ainor Francisco Lotério Engenheiro Agrônomo, Mestre em Gestão Pública (Instituições, Cultura e Sustentabilidade), Psicopedagogo, Comunicador, Palestrante e Criador da Agrosofia. 🔗 Saiba mais, acesse: www.ainor.com.br
✅INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA FECOAGRO: Panorama do Uso e Percepções no Ambiente de Trabalho
Nos anos 70, o cooperativismo catarinense já se encontrava consolidado, mas operava com tecnologias rudimentares e métodos de gestão fundamentados quase exclusivamente no esforço humano, na solidariedade e na cooperação manual. Naquela época, seria inimaginável pensar que, décadas depois, esse mesmo sistema cooperativo estaria debatendo, utilizando e se beneficiando da Inteligência Artificial (IA) como ferramenta essencial de gestão, produtividade, inovação e desenvolvimento sustentável.
Foi dentro desse contexto de evolução que os colaboradores da FECOAGRO – Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina participaram de uma palestra online sobre o tema “INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA FECOAGRO: Panorama do Uso e Percepções no Ambiente de Trabalho”, ministrada por Ainor Francisco Lotério – Engenheiro Agrônomo, Mestre em Gestão de Políticas Públicas (Instituições, Cultura e Sustentabilidade), Psicopedagogo, Pós-graduado em Gerenciamento de Marketing, Metodologia do Ensino Superior, Comunicação e Extensão Rural, Bacharel em Teologia (Interconfessional) e Bacharel em Filosofia, com experiências, reflexões e postagens profissionais disponíveis em www.ainor.com.br e nas redes sociais.
A atividade contou com ampla participação dos profissionais das unidades operacionais da FECOAGRO, que atuam na Unidade Central de Negócios, na Unidade Indústria Misturadora de Fertilizantes e na Unidade Armazenadora de Fertilizantes, demonstrando grande interesse e engajamento nas discussões sobre o impacto da inteligência artificial no ambiente de trabalho e no setor agrocooperativo.
Durante a apresentação, ficou evidente a força do cooperativismo catarinense, representado por um sistema sólido e integrado, composto por onze cooperativas que, juntas, constroem uma base robusta para o desenvolvimento econômico, social e tecnológico de Santa Catarina. São elas: COOPERCENTRAL AURORA ALIMENTOS, sediada em Chapecó (www.auroraalimentos.com.br); COOPERALFA – Cooperativa Agroindustrial Alfa, também de Chapecó (www.cooperalfa.com.br); COOLACER – Cooperativa Agropecuária de Lacerdópolis, localizada em Lacerdópolis (www.coolacer.com.br); COOPERVIL – Cooperativa Agropecuária Videirense, de Videira (www.coopervil.com.br); CRAVIL – Cooperativa Regional Agropecuária do Vale do Itajaí, de Rio do Sul (www.cravil.com.br); COOPERITAIPU – Cooperativa Regional Itaipu, de Pinhalzinho (www.cooperitaipu.com.br); COOPERJA – Cooperativa Agroindustrial Cooperja, de Jacinto Machado (www.cooperja.com.br); COOPERAURIVERDE – Cooperativa Regional Auriverde, de Cunha Porã (www.auriverde.coop.br); COOCAM – Cooperativa Agropecuária Camponovense, de Campos Novos (www.coocam.com.br); COOPER A1, de Palmitos (www.coopera1.com.br); e COPÉRDIA – Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia, de Concórdia (www.coperdia.com.br).
O encontro proporcionou um entendimento claro de que a Inteligência Artificial deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma aliada estratégica dos processos, da gestão e da inovação, especialmente quando associada à inteligência humana, à cultura organizacional e aos princípios cooperativistas, impulsionando a produtividade, fortalecendo relações, promovendo o desenvolvimento sustentável e preparando as organizações para os desafios do futuro.
Foram debatidos temas como a aplicação da IA no setor agrocooperativo, a automação de processos, a análise de dados, os impactos no atendimento, na gestão, bem como os desafios culturais e as percepções dos profissionais frente às transformações tecnológicas. Destacou-se também que, mais do que nunca, o papel humano se faz indispensável nesse contexto, por meio de competências como ética, empatia, criatividade, pensamento crítico e inteligência emocional, essenciais para que a tecnologia caminhe junto com o desenvolvimento das pessoas e dos valores cooperativistas.
Na oportunidade, o palestrante trouxe reflexões filosóficas e provocativas, como a ideia de que “a verdadeira medida da inteligência artificial não reside em sua capacidade de responder, mas em sua habilidade de perguntar”, além de reforçar que “ao criar a inteligência artificial, não estamos apenas forjando máquinas, mas também espelhos que refletem nossa própria ética e nossos valores”, sinalizando que “a IA pode ser a ferramenta que nos libertará para sermos mais humanos, ou a que nos tornará obsoletos, dependendo de como a conduzirmos”, e ainda que “a consciência não é um algoritmo; a IA pode simular a mente, mas não pode replicar a experiência subjetiva do ser.”
Em síntese, ficou evidente que a Inteligência Artificial está remodelando o ambiente de trabalho no Brasil de forma profunda e inevitável, e seu sucesso dependerá diretamente de como as organizações integram essa tecnologia às suas culturas, respeitam os valores humanos e investem no desenvolvimento das pessoas. O futuro do trabalho, especialmente no setor cooperativista, será, simultaneamente, mais tecnológico e mais humano, onde a inteligência das máquinas jamais substituirá a empatia, a ética, a criatividade e a capacidade de amar, aprender, se relacionar e cooperar — atributos que pertencem, exclusivamente, ao ser humano.
Em um tempo marcado pelo excesso de informações, comunicar com verdade é construir pontes sólidas. Empreender com responsabilidade é transformar realidades. E posicionar-se com clareza é inspirar confiança.
Com esse espírito, aconteceu o Café Filosófico promovido pela OAB, um momento pensado especialmente para a jovem advocacia, que busca mais do que exercer uma profissão — deseja causar impacto, gerar conexões reais e deixar sua marca no mundo.
🔹 COMUNICAÇÃO – A Arte de Conectar com Propósito Muito além do domínio da linguagem jurídica, comunicar-se bem é transformar o técnico em acessível, o formal em humano. É escutar com presença e falar com intenção. “Comunicar com verdade é plantar sementes de confiança no solo da escuta.”
🔹 EMPREENDEDORISMO – A Coragem de Criar Valor com Sentido Social Empreender na advocacia é inovar na forma de atender, propor soluções criativas e exercer o Direito como instrumento de transformação social. “Empreender é transformar o que você sabe e quem você é em algo que o mundo precisa.”
🔹 POSICIONAMENTO – A Clareza de Quem Sabe o que Defende. Na era da reputação, posicionar-se é ser lembrado com coerência. É ter uma identidade ética, técnica e humana que fale antes mesmo de você abrir a boca. “Seu posicionamento é a sua marca no mundo.”
O encontro foi leve, profundo e inspirador — com partilhas autênticas, reflexões provocativas e a construção de um ambiente rico em aprendizado e pertencimento.
Com o Prof. Ainor Lotério Filósofo, teólogo, agrônomo e mestre em Gestão Pública, o palestrante trouxe sua experiência e sensibilidade para conduzir um diálogo que tocou a mente e o coração dos presentes. Com seu estilo único, soube unir humor, emoção e conhecimento de forma envolvente e transformadora. “Ser lembrado não é fazer barulho, é fazer sentido.”
Parabéns a todos os participantes e à organização da OAB por promover um espaço de escuta, reflexão e fortalecimento da jovem advocacia. Que momentos como esse continuem inspirando trajetórias com propósito, coragem e impacto!
Neste vídeo, trago uma reflexão instigante: a Inteligência Artificial não é uma ameaça à mente humana, mas um catalisador de possibilidades.
Desde os tempos do “Ctrl+C, Ctrl+V”, das planilhas inteligentes e dos comandos como “OK Google”, já convivemos com formas de inteligência artificial. Ela sempre esteve entre nós — ajudando, acelerando, ampliando.
Mas o que faz a diferença é a Inteligência Viva: aquela que pulsa com emoção, razão e propósito. A IA pode sugerir, prever, calcular… mas é o coração humano que dá sentido e direcionamento ao que produzimos.
Assista, reflita e compartilhe: o futuro é humano com apoio da tecnologia — nunca o contrário.
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QUAL O SENTIDO DA VIDA? O sentido da vida pode ter várias respostas, dependendo do ponto de vista filosófico, espiritual, religioso, científico ou pessoal. A seguir, refletimos sobre essas abordagens para iluminar essa busca tão humana e essencial: 1. Filosoficamente falando Grandes pensadores sugerem que o sentido da vida não é algo pronto ou dado, mas algo que cada um constrói: Jean-Paul Sartre (existencialismo): “A existência precede a essência.” Ou seja, somos livres para dar sentido à nossa vida por meio das escolhas que fazemos. Albert Camus: Mesmo diante do absurdo da existência, vale a pena viver com dignidade e coragem. Reflexão: O sentido pode estar em viver com autenticidade, mesmo diante das incertezas. 2. Teologicamente e espiritualmente Para as tradições religiosas, o sentido da vida está ligado a algo maior que nós: Cristianismo: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo; viver em comunhão e preparar-se para a vida eterna. Budismo: Alcançar a iluminação por meio do autoconhecimento e da compaixão. Espiritualidade contemporânea: Evoluir espiritualmente, deixar um legado e contribuir para o bem comum. Reflexão cristã: “Deus nos criou por amor e para o amor” (cf. João 15,13). A vida tem sentido quando é doada, partilhada e vivida com fé. 3. Cientificamente A ciência vê a vida como resultado da evolução e da complexidade da matéria: A biologia explica como a vida surgiu e se desenvolveu. A psicologia positiva aponta que ter propósito, relações saudáveis e gratidão dá mais sentido à vida. Reflexão: Mesmo que a ciência não responda ao “porquê” último, ela nos convida a valorizar a experiência de estar vivo e a buscar uma vida significativa. 4. Humanamente e pessoalmente Muitos encontram sentido em: Amar e ser amado. Servir aos outros. Trabalhar por um ideal maior. Superar limites, aprender, evoluir.
O sentido da vida não está em encontrar respostas prontas, mas em viver com propósito, fé e alegria a cada dia, semeando o bem, mesmo sem ver a colheita.
A vida ganha sentido quando se torna uma ponte entre o que herdamos e o que deixamos, entre o que recebemos e o que entregamos.
🌍☕ CAFÉ FILOSÓFICO | Um Encontro Entre Gerações, Palavras, Propósito e Mundo.
A ideia era nos reunirmos a cada dois meses. Mas foram tantas mensagens, tanto entusiasmo e sede de reflexão, que não conseguimos resistir! 💬 O Café Filosófico agora acontece com mais frequência — porque pensar junto nunca foi tão necessário.
📍Restaurante Origens | Hotel Hilton Garden Inn — Praia Brava. Um ambiente acolhedor para grandes ideias e corações abertos.
🔎 Essa é uma pergunta profunda e poderosa: Como colocar a nossa existência na história?
🌀 O Café Filosófico é isso: Um espaço para conectar gerações, resgatar valores, questionar estruturas, descobrir palavras e refletir sobre o sentido da vida. Porque pensar é um ato de coragem. E filosofar em grupo é um exercício de eternidade.
Aqui vão algumas reflexões e caminhos para isso, combinando filosofia, espiritualidade e ação concreta:
🌱 1. Viva com propósito, não somente com rotina. Estar na história não significa necessariamente ser famoso, mas fazer a diferença na vida de alguém, na sua comunidade, na sua área de atuação. Viva com um propósito maior do que si. “Ser lembrado não é questão de fazer barulho, mas de fazer sentido.”
🛠 2. Deixe legados, não apenas lembranças. Um legado pode ser um valor, um exemplo, uma obra, uma atitude. Escreva, eduque, plante, inspire, acolha. O tempo esquece os títulos, mas guarda os gestos. “O que você faz por você desaparece quando parte. O que você faz pelos outros permanece e se multiplica.” — Chico Xavier
⏳ 3. Honre os que vieram antes e inspire os que virão. A história é um fio contínuo. Colocar-se nela é reconhecer suas raízes e gerar frutos. A sua história só tem sentido se estiver conectada com algo maior. “Você é a ponte entre os que lutaram antes e os que ainda sonham.”
✍ 4. Registre, compartilhe, testemunhe. Escreva sua história — literalmente ou simbolicamente. Diários, vídeos, falas, atitudes públicas ou privadas. Não se apague. O silêncio pode ser esquecimento. “A história não se escreve sozinha. Ela precisa da coragem de quem ousa narrá-la com vida.”
💛 5. Ame com profundidade.
O amor é o que mais nos inscreve na história dos outros. Quando você ama, você se torna memória viva no coração de alguém.
“Quem ama verdadeiramente, se eterniza em corações, não em monumentos.”
📚 No Café Filosófico também resgatamos o poder das palavras. Um exemplo: a palavra “canalha”.
Ela pode ter diferentes nuances dependendo do contexto:
1. Como insulto pessoal (mais comum)
• Pessoa desonesta, vil, desprezível ou sem caráter.
• Exemplo: Ele é um canalha, traiu todos que confiaram nele.
2. Origem e sentido histórico/literal.
• Do italiano canaglia, que significa “ralé”, “gentalha” – grupo de má reputação.
3. No plural: substantivo coletivo.
• A canalha = conjunto de pessoas de má índole.
Entender a origem das palavras é também entender os valores que movem (ou desfiguram) a sociedade.
👥 Vivemos hoje uma inversão de paradigmas:
Deixamos de nos adaptar à geração anterior e seus modelos para nos adaptarmos às novas gerações.
O que antes era regra, hoje é questionamento. O que era tradição, agora é reinvenção.
Durante muito tempo, buscávamos agradar e seguir os padrões de pais, avós, líderes, mestres.
Mas o mundo girou — e hoje aprendemos com os filhos, netos, alunos, jovens sonhadores.
Essa mudança não é perda de valores, mas convite à evolução.
Educar é semear no tempo o que desejamos colher na eternidade.
Adaptar-se é a arte de manter-se humano em todas as estações da vida.
🌐 E não há como ignorar:
A visão do novo mundo é a geopolítica.
O futuro global está sendo moldado pelos interesses estratégicos entre nações, pelo controle de recursos, pela reorganização de poderes e pelo avanço tecnológico.
Nesse cenário, somos confrontados com três forças simbólicas:
🔹 Utopia — o sonho de um mundo ideal, justo e harmônico, que nos inspira a caminhar mesmo sem alcançá-lo. 🔹 Distopia — o alerta de um futuro sombrio que pode surgir quando negligenciamos valores essenciais como liberdade, justiça e empatia. 🔹 Heterotopia — os espaços reais, muitas vezes marginalizados, onde formas alternativas de vida e convivência acontecem fora do centro, mas cheias de sentido.
A geopolítica revela que a nova ordem mundial está sendo desenhada nos mapas — e também nos algoritmos. Entender isso é mais que análise: é consciência ativa.
O que são palestras que transformam? São muito mais do que simples transmissões de conteúdo. Elas não existem apenas para que o palestrante fale — mas para que cada pessoa presente se sinta parte, se enxergue no processo e se torne também protagonista da transformação.
Essas palestras não se limitam a informar, mas a conectar mente, alma e propósito. Elas criam aliança com os valores e ideais do público, despertando algo que vai além do intelecto: despertam o sentido.
É isso que fazemos com nossa metodologia criativa, envolvente e profundamente humana. Com conhecimento, alma, experiência e propósito, levamos inspiração para a vida, o trabalho, as relações e o futuro.
🌿 Metodologia viva e encantadora
Utilizamos duas marcas registradas que tornam nossas palestras únicas:
Agrosofia: uma filosofia de vida inspirada na força e na sabedoria do campo. Por meio de plantas, símbolos e metáforas, criamos reflexões profundas com um toque de natureza e simplicidade.
Ciclomotivação: a bicicleta nos ensina sobre equilíbrio, esforço contínuo e direção. Ela se torna um instrumento simbólico para falarmos de superação, restauração e foco nos objetivos.
Aliamos também música ao vivo, bom humor, interação criativa e dinâmicas adaptadas a cada público. Cada palestra é uma vivência, não uma apresentação.
Além disso, já estamos integrando a Inteligência Artificial como aliada do ser humano, sempre com ética, visão e responsabilidade — uma combinação entre inteligência viva e digital que impulsiona pessoas e empreendimentos.
🌟 Temas que fazem a diferença:
✅ Relacionamentos Cooperativos – Inspirando atitudes para fortalecer vínculos e equipes ✅ Família e Valores – Lares fortes com fé, diálogo e esperança ✅ Liderança com Propósito – Formação ética e transformadora ✅ Motivação e Sentido de Vida – Redescobrindo entusiasmo no trabalho e na vida ✅ Inteligência Artificial a Nosso Favor – Humanizando o uso da tecnologia ✅ Comunicação e Oratória – A arte de falar com verdade, empatia e impacto ✅ Juventude e Sucessão – Preparando novas gerações com responsabilidade ✅ Mulher e Protagonismo – A força feminina no lar, no campo e na sociedade ✅ Sustentabilidade e Agrosofia – Um novo olhar sobre o campo e a cidade
Em todos esses temas, a informação não é o desafio. O essencial é como apresentá-la com empatia, beleza, emoção e verdade.
Se você deseja transformar eventos, equipes, instituições ou comunidades com mensagens que tocam, inspiram e permanecem, fale conosco.
📩 Estamos sempre prontos para levar essa experiência até você.
AINOR LOTÉRIO : UM PALESTRANTE PEREGRINO DA PALAVRA, UM SEMENTEIRO DE IDEIAS E TRANSFORMAÇÃO
Num Brasil que clama por líderes inspiradores e comunicadores autênticos, surge com força e vigor o nome de Ainor Francisco Lotério — um palestrante que não apenas fala, mas transforma; não apenas ensina, mas inspira; não apenas motiva, mas conduz à ação concreta.
Graduado em Agronomia, Filosofia e Teologia Interconfessional, com Mestrado em Gestão de Políticas Públicas e especializações em Psicopedagogia, Metodologia do Ensino Superior e Gerenciamento de Marketing, Ainor é muito mais que um currículo invejável: é um homem do campo, da palavra e da missão. Nascido no interior de Vidal Ramos-SC, sua trajetória é a de um brasileiro que plantou conhecimento na roça e hoje colhe frutos nos palcos, auditórios e corações por todo o território nacional.
Com mais de três décadas de atuação como extensionista rural, radialista, gestor público, professor, escritor e cooperativista, já compartilhou seu conhecimento com servidores públicos, líderes cooperativistas, jovens, mulheres, educadores, famílias, empresários e trabalhadores rurais. Seu público é diverso, mas seu propósito é único: despertar consciências e construir uma sociedade mais humana, cooperativa e sustentável.
O que diferencia Ainor Lotério de tantos outros que também empunham microfones e slides? Simples: ele vive o que fala e fala do que viveu. Não há aventura no que apresenta, mas sim profundidade, preparo e verdade. Ainor não lê sobre a vida rural, ele nasceu nela; não teoriza sobre cooperativismo, ele o pratica desde os tempos escolares; não ensina comunicação de púlpito, ele domina a oratória na lida com o povo, no rádio, nas feiras, nos congressos, nas comunidades e nas redes sociais.
Sua marca registrada é o dinamismo: ele encanta, emociona e sacode os auditórios com uma comunicação envolvente, criativa e ousada. Emprega elementos inusitados como bicicletas, vegetais, pedras, água, música temática, ferramentas do campo e dinâmicas práticas que fazem do aprendizado uma verdadeira experiência transformadora.
Frases como:
“Não basta falar bem, mas entender daquilo que se está falando!”
“Para falar talvez poucos sejam doutores, mas para ouvir só há doutores.”
“Não se pode brincar com plateia alguma, mas levá-la a sério como qualquer uma!”
“É nossa obrigação adequar cada palestra para atingir o máximo das mentes e corações que estejam à nossa frente.”
“Não sou mais do que ninguém, mas também não sou menos, daí a minha confiança no que faço!”
… são exemplos do seu pensamento firme, direto e sempre humano.
Não é à toa que onde passa, retorna — porque quem escuta Ainor uma vez, quer ouvi-lo de novo. Sua empatia, simplicidade e sabedoria prática criam laços duradouros com os mais diversos públicos. Clientes que o contratam uma vez, voltam a chamá-lo, pois sabem que estarão recebendo não apenas um palestrante, mas um agente de mudança com resultados reais.
Quer saber mais? Navegue pelo seu site www.ainor.com.br, mergulhe nos seus artigos, vídeos, livros e fotos. Acompanhe nas redes sociais. Converse com quem já esteve em suas palestras. E descubra que Ainor Lotério não é apenas diferente — ele faz a diferença!
📢 AINOR FRANCISCO LOTÉRIO: UM SEMEADOR DE CONSCIÊNCIA, UM MENSAGEIRO DA TRANSFORMAÇÃO, UM EXEMPLO VIVO DE QUE É POSSÍVEL UNIR CONHECIMENTO, FÉ, SIMPLICIDADE E IMPACTO SOCIAL EM CADA PALAVRA DITA.
De Herança a Legado: A Verdadeira Jornada do Empreendedor
Responda-me, ou eu mesmo me responderei. Qual o valor de tanta ganância, se no fim das contas o essencial — o que realmente nos satisfaz — é mínimo? Por que tanta competição cega, se o resultado perde o sentido quando esquecemos o que é um verdadeiro legado?
“Na correria pelo “ter mais”, muitos perdem o “ser mais”. Mas o verdadeiro líder, o profissional visionário, sabe: o maior diferencial está naquilo que deixamos como contribuição, não somente como patrimônio.
Transformar ações em legados é o grande segredo. Mais que herança material, é preciso construir um impacto social duradouro — uma marca positiva no mundo, nos negócios e na vida das futuras gerações. Se não assumirmos nossa responsabilidade socioambiental, quem pagará o preço será o amanhã.
Toda atitude importa: Na sala de aula, formamos mentes. Na gestão pública, definimos rumos. No campo, ao lado do agricultor, semeamos o futuro.
Somos todos ramos de uma grande videira. Cada um com sua função, mas todos interligados pela missão de gerar frutos com propósito. Essa não é apenas uma metáfora bonita — é uma estratégia de desenvolvimento sustentável, colaborativo e ético.
Chegou a hora de alinhar propósito com produtividade. Precisamos atuar com coerência entre valores e ações, substituindo a busca por poder pelo compromisso com soluções. Afinal, empresas que ignoram o bem comum tornam-se irrelevantes. E profissionais que não inovam com ética perdem sua força transformadora.
Vamos cultivar um ecossistema de paz, justiça, liberdade e integridade. Vamos eliminar as distorções e combater as injustiças estruturais com coragem e ação.
Empreender, liderar, servir — com consciência. Aquietem-se. Reflitam. Decidam.
E que cada um de nós responda com trabalho, propósito e resultados.
Semeando o Futuro: Homenagem ao Dia do Agricultor (uma palestra que fortalece o home do campo e dá brilho aos eventos).
Valorize o Dia do Agricultor com Conteúdo Relevante!
Precisamos celebrar uma data de imenso significado: o Dia do Agricultor. Sob o tema “Semeando o Futuro”, queremos prestar nossa mais profunda homenagem e reconhecimento a vocês, homens e mulheres que, com as mãos na terra e o coração no campo, dedicam suas vidas a uma das mais nobres e essenciais missões: alimentar o mundo.
A Importância Vital da Agricultura na Sociedade
É impossível falar sobre sociedade, sobre desenvolvimento, sobre a própria vida, sem reconhecer o papel central da agricultura. Vocês, agricultores, são a base sobre a qual nossa civilização se ergue. Do pão nosso de cada dia às frutas, verduras, grãos e carnes que chegam às nossas mesas; das fibras que vestem nossos corpos à energia que move nossas máquinas – tudo isso tem origem no trabalho incansável de vocês.
A agricultura não é apenas a fonte de alimentos. Ela é um pilar fundamental da economia, gerando emprego e renda, movimentando cadeias produtivas complexas e sustentando comunidades inteiras, especialmente no interior. Vocês são a força motriz que impulsiona o progresso, garantindo a segurança alimentar e contribuindo decisivamente para a balança comercial do nosso país.
O agricultor de hoje é um agente de transformação. Longe de uma imagem estática, o campo moderno pulsa com inovação. Vocês abraçaram a tecnologia como aliada para enfrentar os desafios e otimizar a produção. A agricultura de precisão, com seus GPS e sensores; a biotecnologia, que desenvolve sementes mais resistentes e produtivas; o uso de drones para monitoramento; os softwares de gestão que auxiliam na tomada de decisões; a busca por fontes de energia renováveis na propriedade – tudo isso demonstra a capacidade de adaptação e o espírito empreendedor do agricultor brasileiro.
Essa modernização não apenas aumenta a produtividade, mas também caminha lado a lado com a busca por uma produção mais sustentável, utilizando os recursos naturais de forma mais eficiente e consciente.
Desafios Atuais: Resiliência e Superação
Sabemos, contudo, que a jornada no campo não é isenta de desafios. As mudanças climáticas impõem eventos extremos cada vez mais frequentes – secas prolongadas, chuvas intensas – que exigem resiliência e novas estratégias de manejo. A volatilidade dos preços dos insumos e das commodities demanda planejamento e gestão financeira apurada. Questões logísticas, de armazenamento e infraestrutura ainda são gargalos em muitas regiões. O controle de pragas e doenças exige vigilância constante e manejo integrado.
Mesmo diante de tantas adversidades, vocês persistem. A força do agricultor reside em sua profunda conexão com a terra, em sua capacidade de observar, aprender e, sobretudo, em sua incrível resiliência para recomeçar a cada ciclo, a cada safra.
O Agricultor como Guardião da Terra
Mais do que produtores, vocês são os verdadeiros guardiões da terra. Ninguém conhece melhor os segredos do solo, os ciclos da água, a linguagem da natureza. Sobre seus ombros repousa a imensa responsabilidade de manejar os recursos naturais de forma sustentável, garantindo que a terra continue fértil e produtiva para as futuras gerações.
Práticas conservacionistas, o cuidado com as nascentes e matas ciliares, a preservação da biodiversidade – tudo isso faz parte do dia a dia de quem entende que produzir e preservar não são ações opostas, mas sim complementares. Vocês são essenciais para a saúde do nosso planeta.
A Sucessão no Campo: Semeando o Futuro nas Novas Gerações
Olhar para o futuro da agricultura é, inevitavelmente, pensar na sucessão familiar no campo. Como garantir que o amor pela terra, o conhecimento acumulado e a vocação para a agricultura sejam passados adiante? É fundamental criar um ambiente atrativo para os jovens, mostrando que o campo é um lugar de oportunidades, de inovação, de realização profissional e de qualidade de vida.
Incentivar a educação agrícola, facilitar o acesso ao crédito e à tecnologia para os jovens agricultores, e valorizar o trabalho no campo são passos cruciais para garantir a continuidade dessa atividade vital e a renovação das lideranças rurais.
Conclusão: Nossa Gratidão e Reconhecimento
“Semeando o Futuro” não é apenas um tema para hoje; é a descrição da prática diária de cada um de vocês. Vocês semeiam grãos, mas também semeiam trabalho digno. Vocês cultivam alimentos, mas também cultivam a esperança de dias melhores. Vocês manejam a terra, mas também manejam o futuro de todos nós.
Neste Dia do Agricultor, expressamos nossa mais sincera e profunda gratidão. Gratidão pelo alimento em nossa mesa, pela força da nossa economia, pelo cuidado com nossa terra e pela resiliência que inspira a todos nós.
Que vocês continuem sendo essa força vital, que superem os desafios com coragem e que colham os frutos merecidos de seu trabalho árduo. Que possamos, como sociedade, valorizar cada vez mais o papel insubstituível do agricultor.
Parabéns, agricultores e agricultoras, pelo seu dia! Vocês são o orgulho da nossa terra!
Muito obrigado! Fale conosco: e-mail: contato@ainor.com.br; (47) 999675010
Palestra Urgente e Inspiradora: Nosso Planeta, Nosso Futuro
Senhoras e senhores, amigos, colegas, habitantes deste planeta que chamamos de lar!
Há uma urgência que bate à nossa porta, uma urgência que ressoa nos ventos, nas marés e no coração da Terra. Uma urgência que define não apenas o nosso presente, mas o futuro de todas as gerações vindouras: a saúde do nosso planeta. O tema é claro e direto: Nosso Planeta, Nosso Futuro.
A Importância do Dia Mundial do Meio Ambiente (e de todos os outros dias):
Datas como o Dia Mundial do Meio Ambiente são faróis essenciais. Eles nos lembram, em meio à correria cotidiana, da teia interconectada da vida da qual fazemos parte e da nossa responsabilidade para com ela. Mas não podemos nos limitar a um único dia de conscientização. A reflexão e, principalmente, a ação precisam ser diárias. Este dia serve como um chamado global, unindo vozes e esforços, mas a verdadeira mudança acontece na constância do nosso compromisso.
Os Desafios Ambientais do Presente:
Não podemos mais ignorar os sinais. A crise climática manifesta-se em eventos extremos cada vez mais frequentes e intensos. A perda de biodiversidade avança a um ritmo alarmante, ameaçando ecossistemas inteiros e os serviços vitais que eles nos fornecem. Nossos oceanos sufocam sob o plástico, o ar que respiramos está poluído em muitas cidades, e recursos naturais essenciais, como a água potável, tornam-se mais escassos. Estes não são problemas distantes ou teóricos; são realidades que já impactam nossas vidas, nossa saúde, nossa economia e nossa segurança.
Sustentabilidade no Cotidiano: O Poder Está em Nossas Mãos:
Diante deste cenário, é fácil sentir-se pequeno ou impotente. Mas a verdade é que a sustentabilidade começa aqui, agora, em nossas casas, em nossas escolhas diárias. Sustentabilidade não é um conceito abstrato reservado a grandes corporações ou governos; é um modo de vida acessível a todos.
Significa repensar nosso consumo: precisamos mesmo de tudo o que compramos? Significa abraçar os 3 Rs (e adicionar mais alguns): Reduzir o consumo, Reutilizar tudo o que for possível, Reciclar corretamente, Repensar nossos hábitos e Recusar o que não é necessário (como plásticos de uso único). Significa economizar água e energia, optar por transportes mais limpos sempre que possível, escolher alimentos produzidos de forma sustentável e local, e apoiar empresas com práticas ambientais responsáveis.
Pequenas Ações, Grandes Impactos:
Nunca subestime o poder de uma pequena ação multiplicada por milhões. Cada garrafa plástica que deixamos de usar, cada luz que apagamos ao sair de um cômodo, cada quilômetro que deixamos de percorrer de carro, cada pedaço de lixo reciclado… tudo isso soma. É um efeito dominó positivo. Quando adotamos hábitos mais sustentáveis, não apenas reduzimos nossa própria pegada ecológica, mas também inspiramos outros ao nosso redor – nossa família, amigos, colegas – a fazerem o mesmo. Essas ondas de mudança começam com um simples gesto.
O Papel de Cada Um na Preservação do Planeta:
Aqui reside a mensagem mais poderosa: cada um de nós tem um papel fundamental. Não existe “jogar fora”; o lixo vai para algum lugar. Não existe “planeta B”. Somos todos co-responsáveis pela saúde da nossa casa comum.
Seu papel pode ser o de consumidor consciente, escolhendo produtos e serviços que respeitem o meio ambiente. Pode ser o de cidadão ativo, cobrando políticas públicas eficazes e participando de iniciativas locais. Pode ser o de educador, compartilhando conhecimento e conscientizando sua rede. Pode ser o de inovador, buscando soluções criativas para os desafios que enfrentamos.
Ninguém é pequeno demais para fazer a diferença. Cada escolha consciente é um voto pelo futuro que queremos construir. Cada ação sustentável é um tijolo na construção de um planeta mais saudável e resiliente.
Conclusão:
Amigos, a hora de agir é agora. Não podemos esperar que outros resolvam os problemas por nós. O futuro do nosso planeta – o nosso futuro – está literalmente em nossas mãos. A urgência é real, mas a esperança também é. A capacidade humana de inovar, adaptar-se e colaborar é imensa.
Convido cada um de vocês a sair daqui hoje não apenas inspirado, mas comprometido. Olhem para suas vidas, seus hábitos, suas comunidades, e perguntem-se: “O que eu posso fazer, a partir de hoje, para ser parte da solução?”.
Vamos transformar a urgência em ação, a preocupação em esperança, e o “eu” em “nós”. Vamos cuidar da nossa casa.
Pelo nosso planeta. Pelo nosso futuro. Muito obrigado.
“Fé, Conhecimento e IA: Caminhos para o Sucesso e a Transformação”
Vivemos uma era de profundas mudanças, onde a fé, o conhecimento e a inteligência artificial se entrelaçam para criar novas possibilidades de crescimento humano, profissional e espiritual. A fé nos sustenta, o conhecimento nos impulsiona e a inteligência artificial amplia nossas capacidades, abrindo horizontes antes inimagináveis. Neste ce
nário, não basta acompanhar as transformações: é preciso compreendê-las e integrá-las com propósito, ética e sabedoria. Ao unir esses três pilares — fé, conhecimento e tecnologia —, construímos não apenas trajetórias de sucesso, mas também caminhos de transformação pessoal e coletiva, capazes de gerar um futuro mais humano, inteligente e esperançoso.
A Jornada do Sucesso: Uma Expedição da Alma
A jornada em busca do sucesso é muito mais do que conquistar títulos ou adquirir habilidades. Ela nasce no interior, no âmago do ser, onde arde a chama da aspiração, a força dos sonhos, a visão clara dos objetivos e a coragem inabalável para enfrentar os desafios.
O verdadeiro motor do sucesso vem de uma fonte inesgotável dentro de nós: a determinação e a fé de que, apesar dos tropeços, somos capazes de vencer. A jornada do sucesso é feita de quedas e recomeços, aprendizados e superações. É como uma trilha montanhosa: cada passo é árduo, mas cada metro conquistado reforça a convicção de que o cume é possível.
Música de encorajamento:
O sucesso não é um ponto final; é uma jornada contínua de autodescoberta, crescimento e transformação. É ter a mente de um aprendiz eterno, que acolhe os erros como mestres e celebra as vitórias como degraus para novos desafios.
Lembre-se: o sucesso pertence a quem tem a ousadia de seguir, mesmo quando os ventos sopram contra.
O Altíssimo, a Jornada do Sucesso e a Revolução da Inteligência Artificial: Reflexões para Viver com Propósito
Imagine a vastidão do céu, acima de tudo o que conhecemos. Essa ideia de “Alto” nos ajuda a entender um pouco sobre Deus. Ele não é apenas grande; Ele está além da nossa compreensão, reinando com poder e glória sobre todo o universo. Essa “altura” não é um lugar físico, mas uma forma de expressar Sua superioridade e perfeição, muito acima de qualquer limitação ou imperfeição que vemos aqui na Terra.
Um dos nomes pelos quais O conhecemos é Altíssimo. Um título que carrega peso e majestade, revelando que Ele está acima de qualquer outro poder existente. Desde os tempos antigos, homens e mulheres de fé usavam esse nome para reconhecer que não há ninguém como Ele: poder imensurável, sabedoria insondável e amor infinito.
Apesar de tão grandioso, o Altíssimo não é distante. Ele se importa profundamente com aqueles que O reconhecem e O buscam. E onde Jesus entra nessa história? Jesus, o Filho do Altíssimo, veio ao mundo, caminhou entre nós, sofreu, morreu e ressuscitou. Sua ascensão ao céu não foi apenas uma partida, mas uma gloriosa exaltação: Jesus voltou ao “Alto” e está à direita do Pai, participando da autoridade divina, intercedendo por nós e reinando com amor e justiça.
Essa realidade nos leva a compreender a beleza da Trindade: um só Deus, revelado como Pai, Filho e Espírito Santo. Cada Pessoa da Trindade atua em perfeita harmonia, conduzindo a história da salvação. Quando contemplamos a altura do céu e a grandeza de Deus, somos convidados a confiar, reverenciar e nos alegrar em saber que esse Deus Altíssimo se fez próximo de nós em Cristo Jesus.
Música de reflexão:
O Poder do Aprendizado Contínuo: Moldando o Futuro
Assim como a inteligência artificial se aperfeiçoa com cada interação, nós também somos chamados a crescer continuamente. O aprendizado é uma semente que, plantada hoje, germina e frutifica em sabedoria para amanhã.
Muitas vezes, o que aprendemos hoje pode parecer pequeno ou irrelevante, mas amanhã poderá ser a chave para desbloquear novas oportunidades. Cada nova habilidade, cada experiência vivida, expande nossa capacidade de adaptação em um mundo que muda a todo instante.
Música para refletir:
O futuro pertence àqueles que aceitam ser eternos aprendizes, que reconhecem que a única constante é a transformação, e que se reinventam com inteligência, coragem e sensibilidade.
Inteligência Artificial: Aliada ou Substituta da Experiência Humana?
E aí, pessoal! Essa parada de inteligência artificial tá mexendo com a cabeça da gente, né?
A real é que não existe uma resposta única. Usar a IA pra aprender rápido ou ensinar a IA com a nossa experiência? As duas estratégias são válidas… e podem até se completar!
Imagina pegar tudo o que você viveu, seu jeitão único de ver o mundo, e colocar isso na IA? O resultado pode ser inovação pura! Aplicativos, ferramentas, soluções pensadas no seu estilo. Só que, olha lá: ensinar a máquina é trabalhoso e exige cuidado. Se a gente passa nossos erros e preconceitos pra IA, ela vai repetir também.
Por outro lado, usar a IA para acelerar o aprendizado é uma baita vantagem. Ela te entrega informações mastigadas, simula situações, mostra cenários possíveis, e te ajuda a tomar decisões mais embasadas.
Mas… cuidado! Se a gente depender demais da IA, corre o risco de atrofiar nosso próprio pensamento crítico. O segredo é o equilíbrio: usar a IA como ferramenta, mas manter a essência humana viva — a criatividade, o discernimento, o espírito crítico.
Música de inspiração:
Lembre-se: por mais que a tecnologia avance, nós nunca seremos donos do mundo. Há um Altíssimo acima de tudo, regendo a história, e é Nele que devemos depositar nossa esperança e nossa confiança.
Conectados ao Alto, Caminhando com Propósito
Ao refletir sobre o Deus Altíssimo, a nossa jornada pessoal de sucesso, a importância do aprendizado constante e a revolução da inteligência artificial, uma verdade ecoa forte: nós somos chamados a viver com propósito, responsabilidade e fé.
De olhos voltados para o “Alto”, com o coração inflamado de sonhos e a mente aberta para aprender e evoluir, seguimos adiante, confiando que cada passo nos aproxima do futuro que o Altíssimo já preparou para nós.
“Buscai as Coisas do Alto: Uma Experiência Pessoal, Consciente e Responsável com Cristo”
Com alegria e gratidão, partilhamos o que foi vivido durante a palestra no REENCONTRO do Movimento de Irmãos da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Coqueiros, Florianópolis–SC. Inspirados pelo tema “Buscai as Coisas do Alto”, refletimos sobre o chamado que nos é feito para uma espiritualidade autêntica, centrada no amor a Deus, no amor-próprio e ao próximo, na solidariedade, justiça, perdão, verdade e paz.
Fundamentados na Palavra de Deus, mergulhamos nas Escrituras:
Colossenses 3,1-3 nos recorda que, ressuscitados com Cristo, nossa vida está escondida em Deus, e por isso, devemos manter o pensamento nas coisas do alto.
Mateus 6,33 reforça a prioridade do Reino de Deus em nossas escolhas e prioridades diárias.
Salmo 121,1-2 nos ensina a elevar os olhos para o Senhor, nosso socorro e força.
Entendemos que buscar as coisas do alto é viver a fé de forma pessoal, consciente e responsável, sem reduzir a espiritualidade a tradições vazias ou à busca por reconhecimento social. É deixar que o amor de Cristo transforme a vida interior e transborde em atitudes de serviço, justiça e solidariedade, dentro e fora da Igreja.
Refletimos também:
A espiritualidade cristã genuína não se resume a práticas isoladas, mas manifesta-se no amor vivido na prática, na busca da justiça e no compromisso com a paz.
A responsabilidade pessoal no seguimento de Cristo exige consciência, conhecimento da fé e dedicação no uso dos dons que recebemos para o bem comum, como nos ensinam as parábolas evangélicas.
Durante a palestra, foi partilhado o pensamento:
“Quem busca as coisas do Alto compreende que a verdadeira elevação espiritual não nos afasta da realidade, mas nos faz amá-la com um coração renovado, consciente e comprometido com o bem” (Ainor Lotério, palestrante e Diácono Permanente da Igreja Católica).
Ao longo do encontro, ficou evidente o desejo do grupo de fortalecer sua caminhada espiritual, renovando o compromisso de serem luz no mundo, sal da terra e instrumentos vivos do amor de Deus.
Ao final deste momento tão especial, recebi emocionado a mensagem de gratidão de Venâncio Mengarda e sua esposa Leda, que compartilho com alegria:
“Boa noite, nobre amigo — foi uma tarde abençoada pelas mensagens proferidas. Agradecimento especial ao amigo, primeiro por tantos anos sem nos vermos, e pela palestra que o grupo não parava de elogiar. Só me resta agradecê-lo. Que Deus derrame suas bênçãos sobre ti para que possas continuar com essa missão. Grande abraço e, novamente, obrigado. Shalom.“
Que sigamos firmes, buscando sempre o que é do Alto, onde Cristo nos espera e nos guia!
Café Filosófico realizado nas dependências do Restaurante Origens, no Hotel Hilton — Praia Brava, em Itajaí–SC, foi muito mais do que um encontro de amigos ou curiosos: foi um convite ao pensamento livre e profundo, uma jornada que cruzou a história, a tecnologia e a essência humana. Coordenado com maestria por Ricardo Krobel e Laura Porto, e impulsionado pelas provocações iniciais de Mateus Camilo e Fredy Cabral, o evento abriu as portas para a alma inquieta de todos que se permitem filosofar, sem precisar de títulos ou diplomas — somente de vontade genuína de pensar.
A beleza do Café Filosófico está justamente em sua simplicidade poderosa: reunir pessoas comuns para tratar de questões extraordinárias. Afinal, filosofar é como saborear um bom café: é melhor quando compartilhado, lentamente degustado, buscando nos aromas da vida a essência do ser.
Durante nosso encontro, navegamos por grandes temas — a ética na era digital, a velocidade frenética do mundo moderno, a dependência juvenil do universo virtual, o papel das redes sociais e sua pretensa neutralidade. Entre provocações e reflexões, ficou claro que, se por um lado a tecnologia promete nos conectar, por outro, desafia profundamente nossos princípios éticos e a própria construção da felicidade.
Uma reflexão que emergiu com força foi sobre a produção de conteúdo na internet. A partir de uma fala sobre a produção e comercialização de e-books e da resposta filosófica gerada por uma inteligência artificial, evidenciamos que hoje não é mais a formação acadêmica que limita ou legitima a expressão humana. Como bem respondeu a IA: “A busca por expressar-se e compartilhar ideias transcende as barreiras da formação formal; o silêncio imposto pela ausência de títulos seria o verdadeiro absurdo, sufocando a potencialidade da experiência humana.” Pensar, criar e filosofar é, portanto, um direito e um chamado universal.
Também conversamos sobre a ilusão de que administrar a vida ou educar os filhos dos outros seria simples — duas tarefas que revelam, na prática, a complexidade de sermos humanos. Assim como questionamos: continuaríamos a dialogar se soubéssemos, de fato, quem está do outro lado da tela?
Este Café nos lembrou que a velocidade das mudanças, as tecnologias generativas e a chamada IV Revolução Industrial não anulam uma verdade fundamental: o ser humano permanece em busca de sentido. Por trás das redes, dos sensores, da inteligência artificial, há um coração que deseja se reconhecer na eternidade do agora, projetando-se para além da efemeridade.
Vivemos, talvez, um tempo que poderia ser chamado de “Primavera da Grande Família”, onde estamos todos conectados, porém, mais desafiados do que nunca a cultivar encontros significativos. Um tempo de extremos e de possibilidades; de destruição e edificação; de degradação e reconstrução.
Que os encontros como este, embalados pelo aroma do café e pela grandeza da filosofia, sigam nos inspirando a refletir, questionar e sobretudo, humanizar o nosso viver em meio à era da conexão radical.
Vivenciamos um momento ímpar na história do cooperativismo regional: o 1º SUMMIT COOP de Itajaí, promovido com excelência pelo Núcleo de Cooperativas da ACII. O evento, que trouxe como tema central “Uma imersão no cooperativismo”, foi marcado por uma manhã repleta de conteúdo relevante, inspiração e trocas enriquecedoras entre os participantes.
A abertura do encontro ficou por conta do palestrante Ainor Lotério, que encantou o público com a palestra “A Importância de Trabalhar no Modelo Cooperativista”. Com sua fala vibrante, dinâmica e cheia de vivência, Ainor destacou que o cooperativismo vai muito além de uma estrutura organizacional — ele é, antes de tudo, uma filosofia de vida que promove resultados duradouros para os associados, colaboradores e para a comunidade. Aproveitando o ensejo, o palestrante Ainor Lotério apresentou o Livro PAIXÃO PELO COOPERATIVISMO — Linguagem essencial para estimular a participação. “Paixão pelo Cooperativismo” é um convite inspirador para revitalizar o movimento cooperativista, reconhecendo seus benefícios históricos e promovendo um futuro de prosperidade compartilhada. Através da educação e do fortalecimento da doutrina cooperativista, o livro consolidará as cooperativas, garantindo a prática efetiva de seus princípios e valores.”, disse ele.
Com vasta experiência no setor, sua trajetória cooperativista iniciou ainda na juventude, vivida intensamente na lida com a terra em sua família numerosa. Com o passar dos anos, formou-se, especializou-se e dedicou sua vida à promoção da cooperação como valor humano e social. Ainor é hoje um dos profissionais mais capacitados do Brasil quando o assunto é cooperativismo. Suas palestras abordam a cooperação como atitude, a cooperativa como sociedade de pessoas e o cooperativismo como movimento de transformação positiva.
Na sequência, o evento seguiu com apresentações igualmente marcantes de Peterson Colares, MSc, e Adelino Sasse, que falaram, respectivamente, sobre a importância de uma cooperativa gerar resultados mantendo sua cultura e sobre a carreira no cooperativismo e o perfil do profissional cooperativista.
O público demonstrou entusiasmo em cada fala, participando com atenção e curiosidade. Olhares brilhantes e perguntas pertinentes revelaram a sede de conhecimento que move os que acreditam no poder transformador do modelo cooperativo. A roda de perguntas no final reforçou a essência do evento: compartilhar, aprender, crescer juntos.
O SUMMIT COOP não foi apenas um evento; foi uma verdadeira vivência cooperativista. Um espaço de interação direta, onde lideranças, técnicos, jovens e associados puderam pensar juntos sobre os desafios cotidianos e sobre como o cooperativismo pode ser, cada vez mais, uma resposta efetiva e sustentável para a realidade que nos cerca.
Como bem destacou Ainor em sua fala, não há cooperação verdadeira sem consciência coletiva, sem amor ao próximo e sem propósito social. O cooperativismo, nesse sentido, surge como um caminho possível e necessário para uma sociedade mais justa, fraterna e economicamente equilibrada.
Parabéns à ACII, ao NCoop e a todas as cooperativas envolvidas pela organização impecável, e ao público presente, que mostrou que o interesse pelo cooperativismo está mais vivo do que nunca. Que esse seja apenas o primeiro de muitos encontros que virão!
Por Ainor Lotério, eng. agrônomo, psicopedagogo, filósofo, teólogo, mestre em gestão de políticas públicas, instituições e sustentabilidade.
A inteligência artificial (IA) emergiu como uma das mais notáveis inovações tecnológicas do século XXI, transformando diversos setores, da medicina à agricultura, passando pela educação e a indústria. Com ela, as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), os sensores avançados, a biotecnologia e até mesmo os conceitos de inteligência viva e cooperativa são profundamente impactados, trazendo tanto benefícios quanto desafios. Vamos explorar as vantagens e desvantagens dessa revolução tecnológica e seu impacto nas relações humanas e sociais. E isto está sendo realizado aqui também com o uso da própria IA, uma vez que não mais se pode negar que nossos textos e raciocínios estão tendo a possibilidade de serem aprimorados nesse novo ambiente de redação, correção, edição e aprimoramento, as plataformas de IA.
BENEFÍCIOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Aumento da eficiência e precisão
A IA permite realizar tarefas complexas e repetitivas de forma mais rápida e precisa do que os humanos. No setor da saúde, algoritmos de IA são capazes de diagnosticar doenças com alta precisão. No agronegócio, sensores inteligentes otimizam o uso de recursos naturais, promovendo práticas sustentáveis e mais eficientes. Na indústria, a automação melhora a produção, reduzindo erros e aumentando a produtividade.
Inteligência cooperativa e interconectividade
A IA permite a criação de sistemas de inteligência cooperativa, onde diferentes unidades interagem para resolver problemas complexos, como mudanças climáticas e crises de saúde global. Esses sistemas analisam dados em tempo real, promovendo uma melhor gestão dos processos sociais, econômicos e ambientais.
Melhoria na tomada de decisão
Com o uso de big data, a IA fornece insights e recomendações para tomadas de decisão mais fundamentadas, seja em empresas, educação ou gestão pública. Isso pode gerar melhorias na formulação de políticas públicas e na personalização do aprendizado.
DESAFIOS E RISCOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Despersonalização e perda de autenticidade
A IA pode despersonalizar as relações humanas. Com interações mediadas por máquinas e algoritmos, a sociedade pode se tornar mais isolada e impessoal, afetando a empatia e a confiança nas interações sociais.
Redução da solidariedade e individualismo exacerbado
Quando mal implementada, a IA pode reforçar uma visão individualista, otimizando ganhos sem considerar impactos sociais. A automação pode substituir empregos humanos, ampliando desigualdades econômicas e sociais.
Riscos à privacidade e segurança
Sensores e dispositivos inteligentes coletam grandes quantidades de dados, levantando questões sobre privacidade e segurança. Vazamentos e uso indevido dessas informações podem comprometer a liberdade individual.
Impacto no mercado de trabalho
A automação impulsionada pela IA pode gerar desemprego, afetando trabalhadores menos qualificados e ampliando desigualdades sociais. A falta de políticas de requalificação profissional pode agravar esse problema.
Questões éticas e morais
A IA não possui valores morais intrínsecos, levantando questões éticas em decisões críticas, como na justiça e na segurança. Sistemas autônomos podem tomar decisões prejudiciais sem considerar impactos humanos.
A IA E A AUTENTICIDADE HUMANA
Com a automação de diversas funções, surge a dúvida: estamos perdendo nossa identidade e autenticidade? A IA pode tornar relações mais superficiais e afetar a criatividade humana. Equilibrar os benefícios da IA com a preservação da identidade humana será um dos maiores desafios da era digital.
CONCLUSÃO
A inteligência artificial oferece vantagens como maior eficiência, avanços na saúde e novas formas de inteligência cooperativa. No entanto, também apresenta desafios, como despersonalização das relações, ampliação de desigualdades sociais e riscos éticos. Para garantir que a IA seja uma ferramenta de progresso, é essencial buscar um equilíbrio entre tecnologia e humanidade, garantindo que os valores fundamentais da sociedade sejam preservados.
CONCLUSÃO
A implementação da inteligência artificial deve ser conduzida com equilíbrio, garantindo que a tecnologia potencialize as habilidades humanas, sem reduzir o pensamento crítico e a originalidade. As empresas que conseguirem alinhar inovação e valorização da inteligência humana estarão mais preparadas para um futuro sustentável e colaborativo.
COOPERATIVISMO EM AÇÃO: VISITA À FECOAGRO E ENCONTRO COM IVAN RAMOS
Tive a honra de visitar a sede da FECOAGRO e reencontrar Ivan Ramos, um dos grandes nomes do cooperativismo catarinense. Assim como eu, Ivan iniciou sua trajetória na extinta Acaresc, dedicando-se à extensão rural e ao fortalecimento do setor agropecuário.
Com mais de 50 anos de atuação, sendo 45 deles à frente da Direção Executiva da FECOAGRO, Ivan Ramos consolidou-se como um elo estratégico entre as cooperativas, o governo e as iniciativas voltadas ao agronegócio. Sua liderança foi fundamental para o crescimento da intercooperação em Santa Catarina, promovendo compras conjuntas, incentivando a produção rural e apoiando pequenos produtores.
Durante a visita, pude testemunhar o impacto positivo da FECOAGRO desde sua fundação, em 1975. A entidade não apenas fortalece o cooperativismo, mas também contribui para o desenvolvimento sustentável e econômico do estado. Através da inovação e boas práticas, a FECOAGRO segue garantindo um futuro promissor para o setor agropecuário catarinense.
Além disso, a FECOAGRO conta com uma estrutura de comunicação robusta, apoio de gestão e visão de mercado, fornecendo suporte estratégico às cooperativas em todo o Estado de Santa Catarina. Essa atuação é realizada em estreita aliança com a Ocesc, reforçando o compromisso com a intercooperação e a sustentabilidade do setor.
Ivan Ramos, além de sua competência técnica e visão estratégica, é um líder conciliador e comprometido com os princípios cooperativistas. Seu trabalho incansável continua sendo essencial para a defesa e expansão do cooperativismo e do agronegócio em Santa Catarina. Foi uma satisfação revê-lo e compartilhar reflexões sobre a importância da intercooperação e do associativismo para o futuro do setor.
Estive na sede da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), em Florianópolis, onde fui recebido pelo presidente Vanir Zanatta. Com grande satisfação, reafirmo meu compromisso e retorno fortalecido para atuar no cooperativismo, área onde historicamente construí minha trajetória, tanto na formação quanto na prática. Santa Catarina se destaca como o Estado mais cooperativista do Brasil, e é nesse cenário que continuarei contribuindo para o fortalecimento do setor.
Internacionalizar o cooperativismo e ampliar sua representação política e institucional são algumas das metas de Vanir Zanatta, novo presidente da Ocesc, eleito na semana passada durante assembleia geral que reuniu cerca de duas centenas de dirigentes. Disse ele: “Até quando vamos crescer somente dentro do Brasil?” questionou, enfatizando a necessidade de explorar o mercado internacional para fortalecer ainda mais o setor.
O novo presidente quer evidenciar a força e a importância do cooperativismo no sistema econômico e social catarinense. Para isso, iniciará um planejamento estratégico para a Ocesc e fortalecerá os vice-presidentes como legítimos representantes dos diferentes ramos do cooperativismo, garantindo decisões estratégicas sempre em conjunto. Outras metas incluem a reavaliação do regimento interno, a criação de conselhos consultivos por ramo, a implementação do Conselho de Ética, a ativação do Conselho Estadual do Cooperativismo (Cecoop) e a dinamização da representação sindical. Zanatta também pretende incentivar encontros de jovens e mulheres cooperativistas, além de estimular a sucessão nas propriedades rurais e nas cooperativas.
Outro ponto relevante de sua gestão será o fortalecimento da Frente Parlamentar do Cooperativismo de Santa Catarina (Frencoop), que atua na Assembleia Legislativa, buscando ampliar a representatividade política do setor, sem envolvimento partidário ou ideológico.
Trajetória de Vanir Zanatta Vanir Zanatta, natural de Jacinto Machado (SC), tem 59 anos e é graduado em Ciências Contábeis, com pós-graduação em Administração e Gestão de Cooperativas. Com vasta experiência no setor, preside a Cooperativa Agroindustrial Cooperja há 34 anos e já esteve à frente da Credija e da Acijam. Atualmente, lidera a Brazilrice, ocupa a vice-presidência da Fecoagro e representa o ramo agropecuário catarinense na OCB. Além disso, é membro da Câmara Setorial do Arroz Nacional e presidirá o conselho de administração do Sescoop/SC.
Diante desse cenário, reforço minha disposição em contribuir ativamente para o fortalecimento do cooperativismo catarinense, um modelo que transforma vidas e impulsiona o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado e do Brasil.
AS RELÍQUIAS DE CAMBORIÚ: UMA PALESTRA ESPECIAL PARA NOSSAS CRIANÇAS ✨🏡🌳
Tive a alegria de levar uma palestra especial para os alunos do 1º ano da Unidade de Alfabetização Artur Sichmann, dentro da programação do Aniversário de Camboriú-SC. Com o tema “As Relíquias (Riquezas) de Camboriú”, compartilhamos histórias, valores e aprendizados sobre tudo o que torna nossa cidade tão especial!
Foram duas turmas, num total de 50 alunos, cheios de curiosidade e energia! Agradeço às professoras Keite e Monizi, à supervisora Silvana, e aos gestores Elias, Vanusa e equipe, que organizaram tudo com tanto carinho. Foi um momento de conexão, aprendizado e encantamento, valorizando a nossa terra e as preciosidades que ela guarda: sua história, sua cultura e, principalmente, suas crianças! 💙
Camboriú: um mosaico de riquezas históricas e naturais.
Camboriú, cujo nome vem do tupi-guarani e significa “rio dos robalos”, ou possivelmente foi inspirado no relevo da Pedra Branca, carrega em sua essência a herança indígena e a riqueza histórica que moldou sua identidade. Todavia, popular mesmo é a ideia de que o nome surgiu da expressão “camba o rio”. Também podemos iniciar dizendo que as maiores riquezas do Município de Camboriú-SC são o seu território (214,5km² relevo ondulado), as suas florestas (vegetação e agro) e a água (microbacias hidrográficas).
Riquezas históricas
✅ Ciclo econômico inicial 🔹 Na primeira metade do século XX, Camboriú se destacou na extração de mármore e granito, sendo a maior produtora do estado. 🔹 A economia também era sustentada pela agricultura, com cultivos de café, arroz, milho, aipim, trigo, feijão, banana, cana-de-açúcar e hortaliças, além da pesca e pecuária. 🔹 O município recebeu o título de “Capital do Mármore”, devido à abundância desse recurso.
✅ Transição e turismo 🔹 A partir da década de 1950, com a queda da cafeicultura, Camboriú começou a se destacar no turismo. 🔹 A antiga Praia de Camboriú atraiu visitantes e impulsionou o crescimento local. 🔹 A influência dos imigrantes alemães, com sua arquitetura enxaimel e germânica, marcou a identidade da cidade.
✅ Turismo rural 🔹 Desde 1993, Camboriú investe no turismo ecológico-rural, valorizando a Mata Atlântica, cachoeiras e trilhas, além de transformar fazendas em atrações turísticas.
Riquezas atuais
✅ Turismo diversificado 🔹 Além do turismo rural e ecológico, Camboriú atrai visitantes para o turismo religioso, com eventos como a Festa do Divino e o Caminho de Santa Paulina.
✅ Economia em crescimento 🔹 A economia local se fortalece com a agricultura familiar, o comércio e a indústria, além da sua localização estratégica próxima a rodovias, aeroportos e portos.
✅ Cultura e comunidade 🔹 A cidade mantém vivas suas tradições açorianas, com forte influência da cultura italiana e alemã, preservando sua identidade e história.
Parabéns, Camboriú! 🎉 Que possamos seguir cultivando conhecimento e amor pelo nosso município! 🌿📖✨
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Início do Ano Letivo 2025: Encontro de Educadores com o Tema “Motivação na Educação: Que as Ações Educativas Virem Inspirações para a Vida!”
A Prefeitura Municipal de Angelina-SC, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto, promoveu o Encontro de Professores, Gestores, Agentes de Atividade em Educação, Especialistas e Servidores Administrativos para o início do ano letivo. Com uma carga horária de até 3 horas por período, o evento teve como objetivo motivar e inspirar todos os profissionais da educação, com um foco especial nas ações educativas que devem se transformar em verdadeiras fontes de inspiração para a vida.
Tema da Palestra: “Motivação na Educação 2025: Que as Ações Educativas Virem Inspirações para a Vida!”
A palestra abordou a importância da motivação no contexto educacional, destacando o papel do educador não apenas como transmissor de conhecimento, mas como um verdadeiro guia no processo de autoconhecimento e despertar de talentos. Durante o encontro, os participantes refletiram sobre a maneira como podem promover uma transformação positiva na vida dos alunos por meio de um ambiente dinâmico, inclusivo e motivador.
Além deste tema, os participantes também puderam explorar outras sugestões enriquecedoras, como:
Despertando o Mestre Interior e o Poder da Educação Transformadora
Desvendando as Inteligências Múltiplas na Educação
Despertando o Potencial Humano na Educação
Professor Criativo: Despertando o Prazer de Aprender com as Múltiplas Inteligências
Motivação na Educação 2025: Renovação e Inspiração para a Era Digital
Conteúdo e Estratégia de Apresentação:
O conteúdo abordado na palestra foi voltado para a valorização das inteligências múltiplas e como os educadores podem atuar como facilitadores da aprendizagem significativa. A proposta foi ajudar os professores a reconhecerem e valorizarem a diversidade de dons e talentos de cada aluno, criando um ambiente onde cada estudante se sinta confiante e motivado a explorar seu potencial.
O papel do educador, como agente de mudança, foi destacado, refletindo sobre a necessidade de preparar os alunos para os desafios do futuro, indo além da simples sala de aula.
Estratégias e Técnicas de Apresentação e Envolvimento:
Com uma abordagem comunicativa, interativa e bem-humorada, a palestra propôs práticas inovadoras para tornar a educação mais envolvente e prazerosa. Utilizando bicicleta, violão, plantas, além de exemplos práticos e vivências, o evento ilustrou conceitos de maneira divertida e inspiradora.
A Pedagogia da Alegria foi uma das bases para as reflexões, mostrando como o processo educativo pode ser transformado em uma experiência prazerosa, tanto para educadores quanto para alunos. Ao incentivar a criatividade, os participantes puderam refletir sobre como o ensino pode ser renovado e aprimorado a cada novo ciclo.
Conclusão:
O Encontro de Início do Ano Letivo 2025 foi uma oportunidade única de renovação e crescimento para todos os profissionais envolvidos. Ao integrar práticas educativas inovadoras e motivadoras, os educadores de Angelina-SC estão prontos para enfrentar os desafios de 2025 com mais inspiração, energia e um olhar atento às novas demandas da educação. Que o ensino neste ano letivo vá além da sala de aula, proporcionando uma verdadeira experiência de vida para cada aluno!
O SICOOB CREDITAPIRANGA promoveu, recentemente, o Encontro de Integração e Despertar Cooperativo, um evento que se destacou pela celebração do ingresso das novas participantes no Programa Mulheres Cooperativistas e pelo fortalecimento dos laços entre as mulheres do Núcleo. Este evento teve como objetivo inspirar uma participação ativa e transformadora das mulheres, promovendo soluções inovadoras e sustentáveis por meio da cooperação, além de construir um futuro mais justo e solidário.
Objetivo Principal: O encontro foi uma oportunidade para fortalecer a união do núcleo de mulheres cooperativistas, criando um espaço de celebração, empoderamento e colaboração. Através de momentos de aprendizado e troca de experiências, as participantes puderam se inspirar para atuar de maneira transformadora e contribuir ativamente para o desenvolvimento coletivo.
COOPERATIVISMO: AÇÃO QUE INSPIRA E TRANSFORMA
“A ação é o sopro da vida, o motor do conhecimento e a força que move a transformação.” – Ainor Lotério Neste evento, ficou evidente como o cooperativismo é uma ação contínua que transforma realidades. Cada gesto, cada atitude, foi como uma semente lançada no solo fértil da cooperação, cultivada com paixão, gerando aprendizado, descobertas e a verdadeira cooperação. A união de esforços entre as participantes criou um ambiente vibrante de troca e transformação. A ação tornou-se inspiração, e a cooperação, a chave para a construção de um futuro mais justo e solidário.
VALORES QUE FORTALECEM A JORNADA COOPERATIVA
O evento foi marcado pela reafirmação dos valores que sustentam o cooperativismo, entre eles:
✔ Ajuda mútua e responsabilidade: As participantes superaram desafios coletivamente, demonstrando compromisso com o próximo. ✔ Democracia: A participação ativa de todas garantiu que cada voz fosse ouvida, respeitando a pluralidade de ideias. ✔ Igualdade e equidade: Todos foram reconhecidos de maneira justa, com respeito às contribuições individuais. ✔ Solidariedade: O apoio mútuo foi o elo que fortaleceu os laços entre as cooperadas, criando um ambiente de união. ✔ Honestidade e transparência: As relações foram baseadas na confiança, onde a clareza e a verdade foram essenciais para o fortalecimento do coletivo. ✔ Responsabilidade social: Ações voltadas para o bem comum e para o desenvolvimento da sociedade foram fundamentais para o evento.
PRINCÍPIOS DO COOPERATIVISMO: PILARES DA TRANSFORMAÇÃO
Durante o evento, os princípios do cooperativismo foram revigorados e celebrados, como pilares que sustentam a transformação:
1️⃣ Adesão voluntária e livre – As cooperativas acolheram todas as participantes, respeitando a diversidade e a liberdade de escolha. 2️⃣ Gestão democrática – Cada membro teve a oportunidade de participar das decisões, fortalecendo a governança compartilhada. 3️⃣ Participação econômica dos membros – O esforço coletivo foi reconhecido, e os benefícios distribuídos de maneira justa. 4️⃣ Autonomia e independência – As cooperativas mantiveram sua autonomia, garantindo que as decisões atendam aos interesses dos membros. 5️⃣ Educação, formação e informação – O evento proporcionou aprendizado contínuo, capacitando os participantes a inovar e crescer. 6️⃣ Intercooperação – A união de esforços entre cooperativas fortaleceu os resultados e aumentou o impacto positivo da ação conjunta. 7️⃣ Interesse pela comunidade – O compromisso com o desenvolvimento sustentável foi fundamental para o sucesso do encontro.
O COOPERATIVISMO NOS DIVERSOS SECTORES
Durante o evento, foi reforçado como o cooperativismo está presente em diversos setores, impactando milhões de pessoas ao redor do mundo. Setores como agropecuária, crédito, saúde, trabalho e consumo demonstraram, mais uma vez, a verdadeira transformação que ocorre quando ação, inspiração e participação coletiva se entrelaçam, mostrando que a cooperação vai além das fronteiras econômicas e sociais, criando um impacto positivo para toda a sociedade.
ARTETERAPIA E AUTOCONHECIMENTO: TRANSFORMAÇÃO ATRAVÉS DA COOPERAÇÃO
A arteterapia, apresentada pela arteterapeuta Angela Marisa Lotério Melim, foi um dos destaques do evento, utilizando recursos expressivos como materiais gráficos, plásticos, sonoros, corporais e espaciais. Esses elementos, aliados à imaginação e vivências simbólicas, proporcionaram momentos profundos de autoconhecimento e transformação. Através da expressão artística e da verbalização, as participantes puderam se conectar consigo mesmas e com as outras, criando um ambiente de reflexão e crescimento.
O dia foi rico em experiências, vivências e depoimentos emocionantes. A forte e envolvente exposição do tema, conduzida por Ainor Francisco Lotério, despertou nas participantes reflexões profundas sobre o papel da mulher no cooperativismo. A participação dinâmica das mulheres no evento foi um reflexo claro de que a cooperação é a chave para o fortalecimento e o empoderamento de toda a comunidade.
CONCLUSÃO
O Encontro de Integração e Despertar Cooperativo foi um marco para o SICOOB CREDITAPIRANGA, consolidando o papel transformador da cooperação. Cada ação, cada troca de experiência, e cada momento de reflexão reforçou a importância de trabalhar juntos para construir um futuro mais inclusivo e sustentável. O evento demonstrou que, por meio da colaboração e da cooperação, é possível transformar realidades e criar um amanhã mais justo e próspero.
Itajaí promoveu Encontro Inspirador para Educadores com a palestra "QUE SUA AÇÃO VIRE INSPIRAÇÃO!"
Em um evento marcante, a Prefeitura de Itajaí, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou no dia 04 de janeiro de 2025 o Encontro de Início do Ano Letivo, dedicado a professores, gestores, agentes de atividade em educação, especialistas e servidores administrativos. O evento teve como destaque a palestra magna “QUE SUA AÇÃO VIRE INSPIRAÇÃO!“, ministrada pelo renomado palestrante Ainor Francisco Lotério, e reuniu 4.800 professores da rede municipal de ensino. O objetivo central do encontro foi promover a motivação, renovação e inspirar os educadores para o ano letivo que se inicia. A palestra foi apresentada em dois momentos no dia 04 de janeiro: o primeiro, no período matutino, para 2.900 professores do ensino infantil e fundamental, e o segundo, no período vespertino, para 1.900 professores do ensino médio. O local do evento foi definido posteriormente.
Que Sua Ação Vire Inspiração
Motivação e inspiração são forças que impulsionam nossas ações, mas se originam de fontes distintas. A motivação é extrínseca, movida por recompensas ou pelo desejo de evitar punições, sendo útil para alcançar objetivos de curto prazo. Já a inspiração é intrínseca, conectada a valores e paixões, levando-nos a agir com criatividade e propósito. Quando unimos motivação e inspiração, nossas ações se tornam mais significativas e impactantes. Assim, que cada atitude sua não seja apenas um dever, mas uma fonte de inspiração para transformar o mundo ao seu redor!
Despertar o Mestre Interior
A iniciativa buscou despertar o mestre interior e o poder da educação transformadora, desvendando as inteligências múltiplas e o potencial humano na educação. A proposta central da palestra foi apresentar o conceito do Professor Criativo, que desperta o prazer de aprender através das múltiplas inteligências, e discutir a Motivação na Educação 2025, com foco na renovação e inspiração para a era digital. O conteúdo da palestra abordou o papel do educador como guia na jornada do autoconhecimento, a importância da motivação e inspiração, na prática, docente, a compreensão das inteligências múltiplas e a diversidade presente em sala de aula, e a criação de um ambiente dinâmico e inclusivo para o desenvolvimento integral dos alunos.
A estratégia de apresentação da palestra consistiu em uma abordagem comunicativa, interativa e bem-humorada, explorando a Pedagogia da Alegria via reflexões e práticas inovadoras. Durante a apresentação, foram utilizados recursos como bicicleta, violão, plantas, exemplos práticos e vivências para ilustrar os conceitos e inspirar novas ações no dia a dia escolar. A apresentação teve como foco a criatividade e as demandas do futuro da educação.
O Encontro de Início do Ano Letivo 2025 foi considerado um sucesso, proporcionando um espaço para reflexão, aprendizado e troca de experiências entre os educadores. O objetivo principal do evento foi inspirar os educadores a iniciarem o ano letivo com entusiasmo e energias renovadas, prontos para os desafios e oportunidades que se apresentam.
Com grande êxito, a Arquidiocese promoveu um seminário de reciclagem e renovação para casais de palestrantes e coordenadores, cujo objetivo foi aprimorar a comunicação e o impacto de suas mensagens. O evento, que contou com a presença do renomado palestrante Ainor Lotério, proporcionou aos participantes um espaço de aprendizado e troca de experiências, fortalecendo suas habilidades e inspirando-os a levar a mensagem da Arquidiocese com ainda mais paixão e convicção.
Ainor Lotério, exímio palestrante, teólogo, filósofo e agrônomo, com vasta formação e atuação na área de palestras de diferentes temas, é um grande comunicador com experiência em rádios, jornais, revistas, redes sociais e televisão. Sua participação no seminário foi fundamental para o sucesso do evento, compartilhando seus conhecimentos e experiências com os casais de palestrantes e coordenadores.
O seminário ofereceu aos participantes a oportunidade de aprimorar suas técnicas de comunicação e oratória, além de aprenderem sobre as últimas tendências em dinâmicas de grupo e engajamento do público. Os participantes também tiveram a chance de trocar experiências entre si, criando um ambiente de colaboração e aprendizado mútuo.
A Arquidiocese se alegra com o sucesso do seminário e com a grande receptividade dos participantes, que demonstraram grande entusiasmo e interesse em aprimorar seus conhecimentos e habilidades. Acreditamos que este evento, que contou com a expertise de Ainor Lotério, contribuirá significativamente para o fortalecimento da comunicação e do impacto das mensagens transmitidas pelos casais de palestrantes e coordenadores, que se dedicam a levar a mensagem da Arquidiocese com tanta dedicação e amor.
“Agradecemos a todos os participantes e palestrantes que tornaram este seminário um sucesso. Que este evento seja apenas o primeiro de muitos outros, que continuemos a investir no desenvolvimento de nossos casais de palestrantes e coordenadores, sendo tão importantes para a missão da Arquidiocese.” (Coordenação do Seminário).
“Em um cenário saturado de informações superficiais e discursos vazios, a autenticidade, sinceridade e dinamismo na comunicação oral, especialmente em palestras, emergem como pilares de um discurso eficaz e impactante”, afirma o Prof. Ainor Francisco Lotério, que há décadas atua com palestrante. Para ele, que atua no agro, na educação, no cooperativismo, na longevidade humana, na família etc, “a palestra autêntica transcende a mera transmissão de conteúdo, configurando-se como um momento de genuína conexão entre o orador e a audiência. O palestrante autêntico compartilha suas experiências, perspectivas e vulnerabilidades de forma transparente, estabelecendo um vínculo de confiança e identificação com o público.
A sinceridade, por sua vez, imprime credibilidade à mensagem, demonstrando que o orador realmente acredita naquilo que professa. As palavras ressoam com maior força quando proferidas com convicção e paixão, transmitindo não apenas informações, mas também emoções. A paixão do orador é contagiante, despertando o interesse e a curiosidade dos ouvintes.
Já o dinamismo garante que a palestra não se torne um monólogo maçante, mas sim uma experiência envolvente e estimulante. A utilização de recursos audiovisuais, a variação do tom de voz, a interação com o público e a linguagem corporal expressiva são elementos que contribuem para a construção de uma atmosfera dinâmica e participativa.
Em suma, a palestra autêntica, sincera e dinâmica rompe com a passividade da audiência, convidando-a a engajar-se ativamente no processo de construção do conhecimento. Esse tipo de comunicação promove uma experiência transformadora, capaz de gerar reflexões profundas, inspirar ações e, em última instância, contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional dos indivíduos.
Ainor Lotério Inspira o Mundo Moveleiro com Palestra Motivacional na ALUMIG
Na confraternização de final de ano da ALUMIG – Portas de Alumínio para Móveis, o Professor e Palestrante Ainor Lotério proporcionou um momento único e inspirador para colaboradores, empresários e convidados. A palestra, com o tema “Motivação no Mundo Empreendedor Moveleiro”, destacou a importância da iniciativa, criatividade e colaboração para impulsionar o sucesso no setor moveleiro.
De forma dinâmica e interativa, Lotério entrou pedalando uma bicicleta e falando sobre o equilíbrio, o movimento, a direção e a resistência que o tempo atual exige dos empreendedores. Abordou como a fé, o trabalho em equipe e a positividade são elementos essenciais para transformar desafios em oportunidades. A apresentação também reforçou o papel de cada indivíduo no desenvolvimento de soluções inovadoras e na construção de uma realidade mais próspera e colaborativa.
Os depoimentos dos participantes refletem o impacto da palestra: “Obrigado, Prof. Ainor Lotério. Só elogios”, destacou Andrea, diretora da ALUMIG. “Ainor, eu quero te agradecer muito pela palestra. Eu gostei e o pessoal gostou muito, era isso que precisávamos mesmo”, afirmou Nadino, proprietário da empresa. “A palestra foi maravilhosa, que mensagem”, comentou Morgana. “Meus parabéns, nunca ouvi uma palestra assim, tão adequada para esse tempo aos nossos empresários e familiares”, concluiu Fernando.
A ALUMIG, sediada em Rio do Meio, Camboriú-SC, completa cinco anos de história no mercado moveleiro, destacando-se pela responsabilidade, honestidade e compromisso com a qualidade. Com foco em inovação e sustentabilidade, a empresa oferece soluções de alta qualidade, como portas de alumínio para móveis e pinturas em vidro, alinhadas às exigências do setor.
Durante a palestra, Lotério também ressaltou a importância da gestão consciente, da busca por excelência e da valorização do capital humano. “A qualidade deve ser prioridade. Só quem tem consciência e respeito pelos outros passa qualidade adiante”, afirmou o palestrante, inspirando a audiência a manter um padrão de excelência em todas as áreas.
A ALUMIG celebra mais um ano de conquistas e reafirma seu compromisso com clientes, parceiros e colaboradores, agradecendo a todos que contribuíram para seu crescimento. A palestra de Ainor Lotério foi um marco, trazendo energia renovada e reflexões valiosas para o futuro da empresa e do setor moveleiro. Como bem disse o palestrante: “Com fé, determinação e uma atitude positiva, podemos transformar nossa realidade”.
UniAvan e Unasur: Uma Experiência Internacional de Troca e Aprendizado
Recentemente, o Professor Ainor Francisco Lotério teve a honra de ser convidado pela UniAvan, através do Prof. Gilmar S. Lorenceti, Coordenador de Cursos Tecnológicos, para ministrar a preleção “Seu futuro, suas regras: construindo uma carreira autêntica”. A palestra destacou a importância de alinhar carreira aos valores, propósitos e equilíbrio na vida. Foram apresentados cinco pilares fundamentais: autoconhecimento, para guiar escolhas profissionais; propósito e impacto, buscando significado e contribuição à sociedade; flexibilidade e adaptação, para lidar com mudanças no mercado; autonomia, valorizando caminhos como o empreendedorismo; e redes e mentoria, ampliando oportunidades através de relacionamentos. A mensagem central reforçou que o futuro é um projeto pessoal, construído com autenticidade e propósito. “Fiquei encantado com a interação e a receptividade dos alunos, além de ser inspirado pelo programa de intercâmbio que a UniAvan mantém com a, do Paraguai.”, disse o Prof. Ainor.
Durante dois dias intensos, a UniAvan recebeu 180 alunos e 10 professores da Unasur, localizada em Asunción. Essa parceria educacional é uma celebração do conhecimento e da diversidade cultural, promovendo trocas enriquecedoras entre os participantes. A Unasur, com mais de 15 anos de história, destaca-se pela sua missão de formar profissionais éticos e capacitados, comprometidos com o progresso científico, tecnológico e humanístico. Sua trajetória reflete a dedicação em criar uma sociedade mais justa, democrática e sustentável.
A programação incluiu palestras específicas sobre Práticas Extensionistas e Pesquisa Científica, visitas guiadas às clínicas, laboratórios, fazenda escola e hospital veterinário da UniAvan. Os visitantes demonstraram grande curiosidade e entusiasmo, aproveitando cada oportunidade de aprendizado prático e imersão nas atividades acadêmicas.
Fundada em 2003, a UniAvan se consolidou como uma referência no ensino superior, com conceito máximo (nota 5) pelo Ministério da Educação e reconhecida como a melhor faculdade de Santa Catarina em 2017. Sua missão é desenvolver ensino de qualidade, formando cidadãos éticos e comprometidos com o desenvolvimento sustentável. A parceria com a Unasur reforça esse compromisso, conectando pessoas e ideias para construir um futuro mais colaborativo e inovador.
A experiência reforça o valor da educação como um elo entre culturas e um caminho para transformar vidas. Que essas iniciativas continuem a inspirar e preparar jovens para uma carreira autêntica, pautada em princípios e valores sólidos.
Em um evento memorável que uniu gerações em prol do futuro do cooperativismo, a Coopervi – Cooperativa dos Produtores Rurais de Vianópolis, em parceria com o Sescoop-GO, promoveu a palestra “Cooperativismo e Família: Passando o Bastão, Motivando a Sucessão”, com o renomado palestrante Ainor Lotério.
O evento reuniu cooperados, familiares e membros da comunidade para discutir a importância da sucessão familiar nas cooperativas, com foco na perpetuação dos valores cooperativistas e no fortalecimento da gestão da COOPERVI – Cooperativa Rural de Vianópolis e Região.
Ainor Lotério, com sua especialização em cooperativismo e família, inspirou e preparou as novas gerações a assumirem o legado cooperativo, garantindo a continuidade do desenvolvimento da Coopervi e o futuro do cooperativismo na região. A parceria cooperativa com o SESCOOP-GO reforçou o compromisso com a educação cooperativista e a formação de líderes para o setor.
A palestra “Cooperativismo e Família: Passando o Bastão, Motivando a Sucessão” marcou um importante passo na história da Coopervi, consolidando seu compromisso com a sucessão familiar e o desenvolvimento sustentável do cooperativismo.
Encontro Regional do Agro e Agricultores Familiares, realizado em Coronel Procópio-PR, foi palco de uma inspiradora palestra promovida pela Sicredi Paranapanema Serrana PR/SP/RJ, em parceria com associações e cooperativas de reciclagem. O evento reuniu agricultores familiares, cooperativistas e lideranças do agro para debater os desafios e as oportunidades do setor agrícola, com ênfase na agricultura familiar como motor de transformação social e econômica.
O palestrante, extensionista e engenheiro-agrônomo Ainor Francisco Lotério, trouxe à tona o poder da cooperação na superação de dificuldades e na construção de um futuro próspero para o campo. Com o tema “Cooperativismo – Superando Desafios e Inspirando Novas Gerações”, Lotério destacou o papel do agricultor como pilar do agro, enfrentando questões como sucessão familiar, impacto das mudanças climáticas e oscilações na produção.
A palestra foi enriquecida com histórias reais, como a da família Geraldo, de Vila da Pedra, Camboriú-SC. Camilo e Marli Geraldo, há mais de cinco décadas, são exemplos vivos de como o associativismo e a agroindústria caseira podem transformar vidas e comunidades. Essa narrativa tocante reforçou a mensagem central de que cada semente plantada representa a promessa de um futuro promissor.
Com uma abordagem dinâmica e envolvente, que incluiu músicas temáticas ao som de violão e recursos visuais, Lotério cativou o público. Ele ressaltou a importância de cultivar uma mentalidade positiva diante dos desafios, mostrando como o cooperativismo não apenas fortalece os pequenos e médios produtores, mas também inspira jovens a permanecerem no campo e a contribuírem para o desenvolvimento rural.
O evento destacou ainda os benefícios concretos das cooperativas, como acesso a mercados justos, maior eficiência produtiva e incremento de renda, além de reforçar valores como solidariedade, união e esperança.
Os participantes saíram motivados e convictos de que o cooperativismo é a chave para transformar desafios em oportunidades e plantar um futuro de crescimento e prosperidade.
Lotério, que traz em sua trajetória a origem em uma família de agricultores, experiência no agronegócio e atuação em cooperativas, compartilhou sua paixão pelo agro, transmitindo seu vasto conhecimento e compromisso com o sistema agrofamiliar. Sua presença marca mais um evento entre tantos realizados em todo o Brasil, sempre levando informação e inspiração aos que constroem o futuro do campo.
O conteúdo da palestra, que teve como público alunos dos cursos Técnico em Agropecuária e Agronomia, versou sobre o conteúdo a seguir:
O agro, pilar da sociedade desde seus primórdios, moldou a história da humanidade e continua a ser crucial para o nosso futuro. Desde o cultivo rudimentar até a agricultura de precisão, a evolução no campo reflete a nossa própria jornada. As novas tecnologias digitais, como sensores, drones e inteligência artificial, revolucionam as práticas agrícolas, otimizando recursos e aumentando a produtividade.
Novas variedades de plantas, mais resistentes a pragas e doenças, e adaptadas às mudanças climáticas, são desenvolvidas com o auxílio da biotecnologia, garantindo a segurança alimentar num mundo em constante transformação. A sustentabilidade, outrora um conceito periférico, agora é central, com práticas como plantio direto, integração lavoura-pecuária-floresta e manejo biológico de pragas ganhando força.
A pesquisa agropecuária e a extensão rural, por sua vez, impulsionam a inovação e dissemina m conhecimento, conectando o laboratório ao campo. As universidades e centros de pesquisa geram tecnologias e práticas inovadoras, enquanto os extensionistas rurais levam esse conhecimento aos agricultores, promovendo a adoção de técnicas mais eficientes e sustentáveis.
O futuro do agro se desenha promissor, com a agricultura 4.0 e a bioeconomia despontando como eixos de desenvolvimento. A automação, a robótica e a internet das coisas prometem revolucionar a produção, enquanto a bioeconomia busca agregar valor aos produtos agrícolas, gerando novas cadeias produtivas e promovendo o desenvolvimento regional.
Mas o agro também enfrenta desafios. As mudanças climáticas, com eventos extremos cada vez mais frequentes, exigem resiliência e adaptação. A crescente demanda por alimentos, fibras e energia, impulsionada pelo aumento populacional, requer soluções inovadoras para garantir a segurança alimentar global.
Nesse contexto, a visão de futuro para o agro deve ser holística, integrando produção, sustentabilidade e inclusão social. É preciso investir em pesquisa e desenvolvimento, fortalecer a extensão rural, promover a conectividade no campo e garantir o acesso a mercados justos para os agricultores.
O agro, em sua essência, é a arte de cultivar a vida. É o elo entre a humanidade e a natureza, a base da nossa alimentação e o alicerce da nossa economia. Com inovação, sustentabilidade e responsabilidade social, o agro continuará a alimentar o mundo e a construir um futuro mais próspero para todos.
Em cada toque, um laço de vida, Outubro Rosa, esperança erguida.*
Em cada toque, um laço de vida, corações cor-de-rosa, esperança erguida.
A campanha Outubro Rosa é um chamado à ação para todas as mulheres. Ao conhecer e cuidar de seus corpos, elas não apenas previnem doenças, mas também promovem uma vida plena. Podemos fazer do autocuidado uma prioridade e garantir um futuro mais saudável para todas. “O amor-próprio é o início de um romance para toda a vida.”
Outubro Rosa – Mês de Conscientização Sobre o Câncer de Mama
No mês de outubro, celebramos o Outubro Rosa, uma campanha que visa conscientizar sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero. Este movimento destaca a importância do autocuidado e do protagonismo feminino, promovendo o respeito às individualidades e a valorização do autoexame. Como já dizia Aristóteles: “A saúde é a maior de todas as bênçãos.”
Objetivos da Campanha
O objetivo principal da campanha é alertar sobre a importância da prevenção, diagnóstico precoce e adoção de hábitos saudáveis que podem contribuir para a diminuição dos casos de câncer. Por meio da conscientização, busca-se compartilhar informações sobre o câncer de mama e, mais recentemente, o câncer do colo do útero, proporcionando maior acesso aos serviços de diagnóstico e contribuindo para a redução da mortalidade. “O conhecimento é o primeiro passo para a mudança.”
História e Importância do Movimento
Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. No Brasil, em 2018, a Lei nº 13.733 instituiu oficialmente o Mês de Conscientização sobre o Câncer de Mama. Durante este período, diversas atividades são desenvolvidas, como a iluminação de prédios públicos com luzes rosa e a promoção de palestras e eventos educativos. “Toda ação começa com uma intenção.”
Dados sobre o Câncer de Mama e do Colo do Útero
O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, com estimativas de 73,6 mil novos casos no Brasil em 2024. Já o câncer do colo do útero é o segundo tipo mais comum globalmente, com cerca de 17 mil novos casos anuais no Brasil. A ministra Nísia destaca a importância do conhecimento corporal para detectar irregularidades. “A verdadeira sabedoria é saber como cuidar de si mesmo.”
Práticas de Prevenção
Atividades físicas, amamentação e a redução do consumo de álcool são essenciais na prevenção do câncer de mama. A detecção precoce de nódulos pode salvar vidas. “Conhecer o seu corpo é o primeiro passo para a saúde”, como dizia Hipócrates. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece exames como mamografias e ultrassonografias, fundamentais para a detecção precoce. “O cuidado é um ato de amor, tanto por si mesma quanto pelos outros.”
Prevenção do Câncer do Colo do Útero
A prevenção primária do câncer do colo do útero envolve medidas para reduzir o contágio pelo HPV, especialmente por meio da vacinação, gratuita pelo SUS. “A saúde não é apenas a ausência de doença, mas um estado de completo bem-estar”, segundo a Organização Mundial da Saúde. O exame Papanicolau é crucial para identificar lesões precursoras, permitindo intervenções precoces. “A prevenção é a melhor medicina.”
Veja um dos nossos trabalhos relacionados ao tema em “Campanha Outubro Rosa (Balneário Camboriú–SC)” *Autor: AINOR FRANCISCO LOTÉRIO é Engenheiro Agrônomo, Mestre em Gestão de Políticas Públicas (Instituições, cultura e sustentabilidade), psicopedagogo, Pós-graduado em Gerenciamento de Marketing e Metodologia do Ensino Superior, Comunicação e Extensão Rural, Bacharel em Teologia (Interconfessional) e Filosofia. Inúmeros cursos de extensão universitária. Foi professor secundarista e universitário, servidor e gestor público, Diretor Estadual da Epagri — Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina e Gestor Estadual do Pró-Jovem — Programa de Motivação da Juventude para a Qualidade Essencial na Agricultura e na Pesca e Prefeito de Camboriú. É autor de livro e vários outros textos e artigos, conforme estão evidenciados nos Eixos Eternos do seu Website: www.ainor.com.br E-mail: contato@ainor.com.br
Com o avanço da tecnologia, envelhecer na era digital pode, sim, fazer com que muitos idosos se sintam “para trás”. A velocidade das inovações e o uso constante de novos dispositivos podem gerar sentimentos de exclusão para quem não consegue acompanhar todas as mudanças.
Assim, lembramos que envelhecer com sabedoria é preservar suas raízes, mesmo em meio à tempestade de mudanças, mantendo-se firme naquilo que é eterno e autêntico. Também, na era digital, a tecnologia para o idoso deve ser uma ferramenta que expande sua autonomia, permitindo a adaptação de seu espaço pessoal com conforto e segurança, sem comprometer sua independência e bem-estar.
A Tecnologia Como Aliada
Por outro lado, a tecnologia oferece inúmeras possibilidades de inclusão e qualidade de vida. Existem cursos e oficinas que auxiliam os idosos a aprender sobre o uso de smartphones, redes sociais e até mesmo realizar chamadas de vídeo para se conectar com familiares e amigos distantes. Mais do que isso, o acesso ao entretenimento, serviços de saúde e informações online se torna mais fácil com um pouco de prática.
Na era digital, o verdadeiro avanço não está em seguir cada nova tendência, mas em usar a tecnologia para fortalecer conexões humanas e preservar o legado das gerações passadas.
Cultura e Conexão Com a Terra
Enquanto a tecnologia avança, a preservação das tradições e o contato com a natureza continuam a ser um forte alicerce na vida dos idosos. Atividades como cultivar a terra não apenas auxiliam na saúde física, mas também mantêm viva a conexão com a natureza, algo que muitas vezes é esquecido na era digital. O equilíbrio entre o uso da tecnologia e a valorização de atividades tradicionais pode proporcionar uma vida mais rica e significativa.
O verdadeiro progresso é aquele que respeita o ritmo da terra e a sabedoria do passado, cultivando um equilíbrio entre tradição e inovação.
Enquanto a tecnologia nos conecta ao mundo, é a terra que nos reconecta à nossa essência, oferecendo um ponto de equilíbrio em meio à velocidade digital.
Autonomia e Espaço Pessoal
Dentro de suas famílias, os idosos devem preservar sua individualidade e definir limites claros em seus espaços pessoais. Adaptar, decorar e cuidar de seu ambiente lhes permite manter sua independência e autoestima. Um espaço pessoal acolhedor reflete a história e a personalidade de cada um, fortalecendo o sentimento de pertencimento e segurança no lar.
Lembremo-nos sempre que a tecnologia pode nos conectar ao futuro, mas é na preservação das tradições e no contato com a terra que encontramos o equilíbrio essencial para uma vida plena.
Envelhecer Com Autenticidade
A pressão para “seguir o ritmo” da geração mais jovem pode ser exaustiva, levando muitos a tentar imitar comportamentos que não refletem sua verdadeira essência. Envelhecer com autenticidade significa reconhecer que a sabedoria acumulada ao longo dos anos tem um valor incomparável. Não é necessário correr atrás de modismos; a importância está em viver de forma genuína, contribuindo com sua experiência para as gerações futuras.
A verdadeira conexão no mundo digital para a pessoa idosa não está em acompanhar todos os avanços, mas em usar a tecnologia para compartilhar sua experiência, preservando a autenticidade de quem se é.
Legado e Contribuição
O legado que os idosos deixam para as próximas gerações vai muito além de acompanhar as últimas tendências. Eles conseguem compartilhar suas histórias, transmitir valores e ensinar lições valiosas sobre resiliência, respeito e simplicidade. Essa contribuição é um tesouro inestimável em um mundo que muitas vezes se esquece de desacelerar.
Envelhecer na era digital, portanto, não significa ficar para trás. É uma oportunidade para se adaptar ao novo, sem prescindir daquilo que realmente importa.
A filosofia nos leva a compreender que os idosos são guardiões do tempo, cujas histórias e sabedoria ecoam como raízes profundas que nutrem as gerações futuras com lições de resiliência e simplicidade, lembrando-nos da importância de desacelerar para viver plenamente.
A tecnologia digital nos informa que, ao navegar pelo mundo digital, os idosos mostram que a verdadeira inovação não está apenas em acompanhar as últimas tendências, mas em usar a tecnologia para preservar e compartilhar sua sabedoria, conectando o passado ao futuro com propósito e significado.
Legado e Tecnologia
O legado que os idosos deixam para as próximas gerações vai muito além de acompanhar as últimas tendências. Eles conseguem compartilhar suas histórias, transmitir valores e ensinar lições valiosas sobre resiliência, respeito e simplicidade. Essa contribuição é um tesouro inestimável em um mundo que muitas vezes se esquece de desacelerar. No entanto, para que esse tesouro continue a brilhar no cenário atual, é essencial que os mais velhos se abram para a capacitação, especialmente no que diz respeito às novas tecnologias. O diálogo intergeracional se torna, então, indispensável: enquanto os mais jovens, já familiarizados com o digital, precisam desenvolver a paciência e a disposição de ensinar, os mais velhos devem perder o medo de perguntar e aprender. O tempo vindouro nos mostrará que todas as gerações estarão aptas a manusear e operar as novas tecnologias, pois os neurônios, ao contrário da pele, não criam rugas e mantêm sua plasticidade. Com abertura e cooperação, todos podem evoluir juntos, integrando o passado ao futuro com sabedoria e inovação.
*Autor: AINOR FRANCISCO LOTÉRIO é Engenheiro Agrônomo, Mestre em Gestão de Políticas Públicas (Instituições, cultura e sustentabilidade), psicopedagogo, Pós-graduado em Gerenciamento de Marketing e Metodologia do Ensino Superior, Comunicação e Extensão Rural, Bacharel em Teologia (Interconfessional) e Filosofia. Inúmeros cursos de extensão universitária. Foi professor secundarista e universitário, servidor e gestor público, Diretor Estadual da Epagri — Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina e Gestor Estadual do Pró-Jovem — Programa de Motivação da Juventude para a Qualidade Essencial na Agricultura e na Pesca e Prefeito de Camboriú. É autor de livro e vários outros textos e artigos, conforme estão evidenciados nos Eixos Eternos do seu Website: www.ainor.com.br
E-mail: contato@ainor.com.br
Ainor Lotério, renomado palestrante na área da longevidade, foi convidado pela Coordenadora Executiva do Programa UniversIDADE da UNICAMP, Alice Helena De Danielli (Leninha Dani), para participar, como palestrante, do XI Seminário sobre Longevidade e Qualidade de Vida, que também celebrou os 10 anos do Programa UniversIDADE. O evento abordou temas como disfagia, envelhecimento e sexualidade, e teve como objetivo discutir questões relevantes relacionadas ao processo de envelhecimento, especialmente no Dia Mundial da Pessoa Idosa (1º de outubro).
Em sua palestra, intitulada “Alegria de Viver e Sabedoria de Envelhecer”, Lotério destacou que essas duas dimensões da vida são complementares e essenciais para uma existência plena. Ele afirmou que a alegria de viver é caracterizada por entusiasmo, otimismo e gratidão pelas pequenas coisas, enquanto a sabedoria de envelhecer envolve o uso das experiências adquiridas ao longo da vida para enfrentar os desafios com serenidade e consciência. Segundo ele, essas qualidades se fortalecem mutuamente, promovendo uma vida mais equilibrada e significativa.
O Programa UniversIDADE, voltado para pessoas com 50 anos ou mais, oferece gratuitamente atividades integrativas e multidisciplinares, em um ambiente de educação não formal. As ações são distribuídas em quatro eixos temáticos: Arte e Cultura, Esporte e Lazer, Saúde Física e Mental, e Sociocultural e Empreendedorismo. O programa busca promover o desenvolvimento social, cultural e a saúde física e mental, com o intuito de prevenir o declínio físico e cognitivo e melhorar a qualidade de vida dos participantes.
Não menos importante é a inclusão digital, de modo que os mais idosos melhorem sua habilidade no trato com as novas tecnologias, livrem-se dos crimes cibernéticos e aproveitem as oportunidades que o mundo digital pode oferecer a quem menos pode se locomover. Nesse sentido, você pode ler a postagem “Envelhecer na Era Digital: Desafios e Oportunidades para a Pessoa Idosa.”
Lotério enfatizou a importância de abraçar o envelhecimento como um processo natural, valorizando cada etapa da vida e priorizando o bem-estar físico e mental.
Conheça os trabalhos (experiências, palestras, cursos e vivências de Ainor Lotério em Longevidade Humana em seu portal) : https://loterio.com.br/?s=longevidade
“Cooperativismo: Por que é Doutrina e Educação? — Liderança para um Futuro Sustentável”
Ao participar do podcast do EP 25 (Completo) | Núcleo de Cooperativas — NCOOP-Núcleo Cooperativista da ACII-Associação Comercial e Industrial de Itajaí, pude deixar uma mensagem focada no cooperativismo enquanto doutrina e educação para além dos objetivos de resultados financeiros. Sabemos que, por definição, o cooperativismo é um modelo econômico e social baseado em princípios sólidos que visam a promoção da solidariedade, igualdade e justiça. Sua doutrina se fundamenta em sete princípios, os quais orientam tanto as atividades internas das cooperativas quanto sua relação com a sociedade. Entre esses princípios, destaca-se a adesão livre e voluntária, a gestão democrática pelos membros e o compromisso com a educação e formação continuada.
A educação no cooperativismo é um pilar essencial, ao ser por meio dela que os valores cooperativos são transmitidos e fortalecidos. Educar os membros, os dirigentes e a comunidade garante que todos compreendam a relevância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico sustentável e o bem-estar coletivo. A educação também serve como ferramenta para promover o pensamento crítico e a inovação, respeitando a base doutrinária que norteia o movimento.
A doutrina cooperativista, ao servir como estrutura, proporciona estabilidade e direcionamento. Assim como em uma construção, onde a fundação deve ser sólida para sustentar o peso da edificação, no cooperativismo, a doutrina deve estar profundamente enraizada para garantir a longevidade das cooperativas. A educação, por sua vez, é o processo que mobiliza esse conhecimento, preparando os membros para exercerem suas funções com competência e responsabilidade.
Os dirigentes das cooperativas têm um papel fundamental nesse contexto, ao serem os responsáveis por garantir que a ação da cooperativa seja coerente com seus princípios e valores. A liderança no cooperativismo exige compromisso com a transparência, responsabilidade social e, principalmente, a promoção contínua da participação democrática dos membros. Ao agir de forma ética e transparente, os dirigentes inspiram confiança e fortalecem o movimento cooperativista.
Em suma, o sucesso de uma cooperativa depende de uma doutrina bem estruturada, de um sistema educacional eficaz e de uma liderança comprometida com a coerência entre teoria e prática. Essa tríade fortalece o cooperativismo como uma alternativa sustentável e justa, promovendo o desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atua.
*Ainor Lotério, engenheiro-agrônomo, extensionista, palestrante e instrutor em cooperativismo (conheça sua formação e experiências aqui: https://loterio.com.br/ainor-francisco-loterio/experiencia-e-formacao/
A Fundação Lar da Terceira Idade Padre Antônio Luiz Dias, em Camboriú, comemorou recentemente seus 30 anos de existência, marcando três décadas de acolhimento e cuidado com idosos em situação de vulnerabilidade. A celebração da data trouxe consigo o lançamento de um livro que narra a trajetória dessa instituição, que nasceu do sonho de Edir Russi (exemplo de mulher dedicada e de coração voluntário voltado ao cuidado da pessoa idosa) e cresceu com o apoio incondicional de sua família (Nico), colaboradores, mantenedores públicos e privados. “Somos uma Organização Sem Fins Lucrativos que visa acolher idosos, de modo a melhorar sua qualidade de vida, contando com o apoio do serviço público, privado e da comunidade em geral.”, diz Paola, coordenadora do Lar. A Presidente do Lar, Graciani Russi, expressou sua alegria com essa obra social: “Foi um sonho da minha mãe, apoiado incondicionalmente por meu pais, Nico Russi, e por inúmeros colaboradores da cidade e região. Eu me emociono com tamanha dedicação”.
Ainor Lotério, à época Prefeito de Camboriú e um grande defensor da causa da terceira idade, foi um dos responsáveis por aprovar e apoiar a fundação do lar, sem qualquer ressalva, contribuindo significativamente para o sucesso e continuidade do projeto.
O Padre Antônio Luiz Dias, que dá nome à instituição, era reconhecido por sua vida dedicada à caridade, e seu legado de amor e cuidado com os mais necessitados continua a inspirar todos que se dedicam ao trabalho no Lar.
A história desses 30 anos é um testemunho da força da solidariedade e do compromisso com a dignidade humana.
Trocar os últimos anos pelos primeiros? Seria como trocar um bom vinho por um refrigerante! A juventude é efervescente, mas a maturidade tem o sabor constante. A vida é como uma piada: quanto mais velha, melhor. Afinal, quem quer voltar a ter espinhas e dúvidas existenciais?
A troca dos últimos anos de vida pelos primeiros geralmente não é desejada devido à experiência e sabedoria acumuladas ao longo do tempo. O autoconhecimento, os relacionamentos profundos e a perspectiva mais ampla da vida proporcionam uma existência mais rica e gratificante. Enquanto os primeiros anos podem ter sido cheios de energia e possibilidades, a maturidade traz confiança, clareza e resiliência, tornando os últimos anos mais valiosos do que os primeiros, apesar das incertezas e inseguranças que marcaram o início da jornada.
A vida é um rio que se aprofunda com o tempo. A juventude é a nascente borbulhante, cheia de energia e potencial, mas a maturidade é o curso largo e profundo, onde a sabedoria e a serenidade residem. A verdadeira riqueza da vida está na profundidade, não na velocidade da corrente. Assim como o vinho envelhecido se torna mais saboroso e valioso, a alma amadurecida se aproxima de Deus.
A vida é uma peregrinação em direção ao Criador, e cada passo, cada experiência, nos aproxima da plenitude.
Jocosamente, podemos dizer que “trocar os últimos anos pelos primeiros? Seria como trocar um bom vinho por um refrigerante! A juventude é efervescente, mas a maturidade tem o sabor constante. A vida é como uma piada: quanto mais velha, melhor. Afinal, quem quer voltar a ter espinhas e dúvidas existenciais?”
Portanto, em comportamento, falas ou ações, não troque, nem brincando, os últimos anos da sua vida pelos primeiros, porque: 1 – com o tempo, você acumulou conhecimento e aprendeu com seus erros, o que te permite tomar decisões mais informadas e viver com mais confiança. 2 – você se conhece melhor agora, suas paixões, seus limites e o que te faz feliz. Essa clareza te proporciona uma vida mais autêntica e significativa. 3 – as conexões que você construiu ao longo dos anos, com amigos, familiares e parceiros, se aprofundaram e se tornaram mais valiosas. 4 – a maturidade te dá uma perspectiva mais ampla da vida, permitindo que você aprecie as pequenas coisas e enfrente os desafios com mais resiliência. Enquanto os primeiros anos podem ter sido cheios de energia e possibilidades, eles também eram marcados por incertezas e inseguranças. A experiência que você adquiriu ao longo do tempo te proporcionou uma vida mais rica e gratificante, tornando os últimos anos mais valiosos do que os primeiros.
Palestra Online “A Eternidade em Nós”, com Ainor Lotério, Inspira Busca por Legado Duradouro.
Em uma palestra online inspiradora, o professor Ainor Lotério, renomado agrônomo, teólogo, filósofo, especialista em cooperativismo e criador da agrosofia, explorou o tema “A Eternidade em Nós: pode se iniciar em cada um e agora!”, convidando os participantes a refletirem sobre a construção de um legado que transcende o tempo.
Lotério destacou a importância de cultivarmos a ética, a compaixão e a responsabilidade em todas as esferas da vida, desde o trabalho até as relações familiares e o cuidado com o meio ambiente. Ao fazermos isso, criamos uma “eternidade profissional” e pessoal que impacta positivamente o mundo ao nosso redor e as futuras gerações.
A palestra também marcou o lançamento do livro “A Eternidade em Nós”, que aprofunda a discussão sobre como nossas escolhas diárias moldam um legado que perdura. A obra nos inspira a harmonizar o crescimento individual com o bem-estar coletivo e a sustentabilidade, vivendo hoje a conexão com o que é eterno.
Para aqueles que desejam se aprofundar nos ensinamentos de AINOR LOTÉRIO (criador da agrosofia, agrônomo, teólogo, filósofo e palestrante referência em cooperativismo, agricultura e gestão pública), o LOTERIO Shop oferece uma variedade de recursos, incluindo livros, e-books, MP3, palestras e cursos online.
A palestra online foi um convite à reflexão sobre o que realmente importa na vida e como podemos viver de forma mais consciente, conectados ao que é duradouro e significativo.
Assista a live na integra.
Uma noite memorável em Rio do Meio
A comunidade de Rio do Meio, em Camboriú–SC, vivenciou um momento especial com a palestra “A Importância e Missão da Família no Mundo Atual”, ministrada pelo Diác. Ainor Lotério. O evento, organizado pela Pastoral Familiar da Igreja Católica Santo Antônio, marcou o encerramento da Semana da Família e reuniu famílias em uma noite de reflexão e aprendizado.
Nas palavras de Morgana “Foi uma noite maravilhosa. Ficamos felizes e estamos profundamente gratos com tudo, a participação das famílias, mas muito agradecidos pela Diác. Ainor Lotério, que foi o nosso palestrante, um homem que vive a família de alma e coração, além de valorizar muito a igreja doméstica. Senti que a comunidade ficou muito feliz, pois se manteve atenta e participativa durante dota a apresentação. Ao final, tivemos um coquetel de confraternização no salão da comunidade. Agradeço à minha família, meu esposo Ailton, a nossa coordenadora Andréia e toda a comunidade”.
A família: pilar essencial da sociedade
A família, mesmo diante dos desafios do mundo moderno, permanece como a base da sociedade. Ela oferece amor, segurança, formação de valores, socialização, educação e transmissão cultural, elementos cruciais para o desenvolvimento saudável dos indivíduos.
A missão da família hoje
No contexto atual, a família tem a missão de fortalecer seus laços afetivos, adaptar-se às mudanças, promover a educação integral, preservar valores e ser um refúgio seguro para seus membros.
Fundamentos bíblicos
A Bíblia reforça a importância da família e sua missão, destacando a união conjugal, a educação dos filhos, o respeito à autoridade, a transmissão da história e a centralidade do amor. A Bíblia apresenta a família como uma união sagrada (“o que Deus uniu”), fundamentada no amor e no compromisso mútuo. Ela desempenha um papel crucial na educação e formação dos filhos, transmitindo valores, conhecimento e fé (“Ensina a criança…”, “Honra teu pai e tua mãe…”). Além disso, a família é responsável por preservar e transmitir a história e a cultura do povo (“
Conta aos teus filhos…”). Em um mundo em constante mudança, a família é chamada a adaptar-se, sem comprometer seus princípios (“Não se amoldem ao padrão deste mundo… “). Em essência, a família é um espaço de amor, aprendizado e transmissão da fé, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e harmoniosa.
Quem assume essa missão?
Os pais têm um papel fundamental e insubstituível na família, sendo os principais responsáveis pela criação e educação dos filhos. No entanto, a missão da família é um esforço conjunto, onde todos os membros contribuem para um ambiente familiar saudável e harmonioso.
Conclusão
A palestra em Rio do Meio foi um lembrete inspirador da importância da família e sua missão no mundo atual. Que cada família possa fortalecer seus laços, adaptar-se aos desafios e cumprir seu propósito com amor e dedicação.
Semana Acadêmica de Agronomia em Erechim Promove Cooperativismo e Inovação no Agronegócio.
A XVII Semana Acadêmica de Agronomia da Universidade Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), em Erechim-RS, teve uma abertura memorável, marcada pela palestra “Cooperativismo na Agronomia: Motivando a Nova Geração do Agronegócio”. O evento, apoiado pela Cooperalfa, reuniu aproximadamente 250 participantes, entre alunos, pais, produtores rurais, associados e convidados, em um verdadeiro encontro de gerações e saberes.
O Salão de Atos da URI foi o cenário de um momento de inspiração e troca de conhecimentos, destacando-se a presença significativa de jovens estudantes de agronomia, muitos deles filhos de produtores rurais, e uma crescente participação de mulheres no curso, sinalizando uma mudança significativa no perfil acadêmico.
A palestra de abertura foi ministrada pelo engenheiro agrônomo Ainor Francisco Lotério, de Camboriú–SC, que, com sua experiência e visão abrangente, abordou o papel vital do cooperativismo no fortalecimento socioeconômico, da agronomia e do agronegócio. Lotério enfatizou que o cooperativismo é mais do que um modelo de negócios; é uma filosofia que se alicerça em valores como solidariedade, transparência e responsabilidade social. Segundo ele, esses princípios são essenciais para motivar e capacitar a nova geração de agrônomos a enfrentar os desafios do setor.
Ressaltou o Prof. Ainor Lotério que “os Pioneiros de Rochdale, fundadores do cooperativismo moderno, estabeleceram princípios que ainda guiam cooperativas pelo mundo, incluindo no Brasil e no Rio Grande do Sul. Essas bases inspiram novas gerações, promovendo união, democracia e sustentabilidade. No Rio Grande do Sul, cooperativas como a Cooperalfa continuam a fortalecer comunidades rurais, mostrando que a colaboração e os valores de Rochdale permanecem essenciais para o futuro do agronegócio”, conforme pode ser visto no filme por ele apresentado, intitulado”.
De Rochdale Manchester-Inglaterra ao Brasil OCB e Rio Grande do Sul:
Durante sua exposição, Lotério destacou que as cooperativas são um pilar fundamental na capacitação dos pequenos e médios produtores, permitindo-lhes alcançar maior eficiência, acesso a mercados mais amplos e justos, e incentivando o desenvolvimento sustentável. “No setor agrícola, o cooperativismo se apresenta como um caminho promissor para o desenvolvimento regional e a sustentabilidade, promovendo uma união de esforços que impulsiona o agronegócio e fortalece a economia local” , afirmou.
O evento também contou com a presença de diversas autoridades e lideranças, que reforçaram a importância da parceria entre a Cooperalfa e a URI. O professor Antônio Sérgio do Amaral, coordenador da Semana Acadêmica, expressou gratidão pelo apoio contínuo da cooperativa, que vai além dos eventos, proporcionando convênios, estágios e oportunidades de trabalho para os alunos.
A Semana Acadêmica de Agronomia segue como uma plataforma de reflexão e inovação, integrando a teoria acadêmica com a prática cooperativista, e motivando os futuros engenheiros agrônomos a se engajarem em um movimento que transcende fronteiras e gera impactos positivos na sociedade.
O evento, além de fortalecer o conhecimento técnico, foi um convite à construção de um futuro agronômico mais colaborativo e sustentável, onde os jovens agrônomos são incentivados a se tornarem protagonistas de suas próprias histórias de sucesso no agronegócio.
Expressão de Cooperação e Sustentabilidade. Além da palestra, Lotério também participou de uma entrevista no programa “Expressão Universitária” TV Net da URI, onde reforçou a importância do cooperativismo agrícola como um caminho sólido para o desenvolvimento sustentável, destacando a união de agricultores e a troca de conhecimentos como fatores essenciais para o crescimento e a inovação no setor.
Links de postagens a respeito do Semana Acadêmica e Seminário de Agronomia:
Jornal da TV: Semana de Agronomia destaca a inteligência artificial e a rentabilidade da lavoura: Jornal e TV Bom Dia
A Cooperja — Cooperativa Agroaceleradora, com sede em Jacinto Machado–SC, realizou uma palestra online obrigatória para seus novos associados com o tema “Cooperativismo para Novos Associados”. A participação neste evento foi essencial para a admissão no quadro societário da cooperativa, conforme previsto no art. 5º, parágrafo único do Estatuto Social
Justificativa:
Para novos associados em cooperativas, conforme a doutrina e educação cooperativista, é essencial entender a história, princípios e valores do cooperativismo, a legislação específica, a estrutura organizacional e a gestão democrática, onde o associado é o verdadeiro dono.
Requisitos para Associação:
Para se associar à Cooperja, o candidato deve preencher a proposta de admissão, assiná-la em companhia de dois associados proponentes e ter a proposta aceita pelo Conselho de Administração. Após a subscrição do capital social e a participação no curso de cooperativismo, o candidato será considerado Associado da Cooperativa, com todos os direitos e responsabilidades.
Palestra Online:
A palestra online abordou o tema “Cooperativismo para Novos Associados” sendo ministrada por Ainor Francisco Lotério, renomado palestrante e instrutor cooperativista. O evento contou com a participação especial de Vanir Zanatta, presidente da Cooperja e da Ocesc, que acolheu os mais de oitenta participantes e antecedeu Lotério, compartilhando a conceituação, a histórica evolução e a estrutura da cooperativa de sucesso que é a Cooperja. A palestra teve a assessoria e mobilização da Secretária Executiva da Cooperja, Aline Matias Bernardo.
Ainor Lotério abordou a origem, evolução histórica e doutrina do cooperativismo, além de temas como educação, formação, organização, representação, valores, princípios, legislação, gestão, governança e resultados.
Objetivo e Conteúdo:
O objetivo da palestra foi capacitar os novos associados, familiarizando-os com os princípios e valores do cooperativismo, a legislação específica, a estrutura organizacional e a gestão democrática da Cooperja. O conteúdo foi adaptado para o público em questão, com linguagem acessível e exemplos práticos, visando a participação ativa dos presentes.
Metodologia e Interação:
A palestra foi conduzida interativamente, com compartilhamento de tela, data show e dinâmicas virtuais, proporcionando um ambiente de aprendizado dinâmico e participativo. Os participantes foram incentivados a fazer perguntas e interagir com os palestrantes e entre si.
*Jeferson Fernando Bittencourt, Assessor de comunicação e TICS.
*Cooperativismo: Transformação e Sucesso Surpreendente!*
O cooperativismo nasceu na Europa durante a Revolução Industrial, como resposta às condições de trabalho precárias. Em 1844, os tecelões de Rochdale fundaram a primeira cooperativa moderna, estabelecendo princípios que moldam cooperativas até hoje. No Brasil, a OCB, criada em 1969, fortalece o movimento. A representação das cooperativas nos estados é realizada por OCE’s (Organizações Estaduais das Cooperativas; em SC temos a OCESC), que funcionam como filiais da OCB. A doutrina cooperativista, com valores de autogestão, solidariedade e transparência, promove educação contínua e gestão democrática. Com governança e compliance rigorosas, as cooperativas garantem responsabilidade e transparência. Em menos de dois séculos, o cooperativismo já é um sucesso. Imagine um crescimento sustentável, com profundo respeito social, ambiental e econômico, promovendo benefícios para um mundo melhor, a partir de cada comunidade. Junte-se a essa transformação e descubra o poder da cooperação!
COOPERATIVISMO: Uma Jornada de União e Prosperidade Ainor Loterio — palestrante e instrutor cooperativista.
Você já se perguntou como um grupo de tecelões na Inglaterra do século XIX revolucionou como as pessoas se unem em busca de um futuro melhor? Prepare-se para descobrir a história inspiradora do cooperativismo, um movimento que transformou vidas e comunidades ao redor do mundo.
Neste post, exploraremos os pilares que sustentam o cooperativismo, desde sua origem humilde até sua legislação e impacto na sociedade. Abordaremos a importância da educação e formação, a organização e representação das cooperativas, e como seus valores e princípios moldam um modelo de negócio mais justo e equitativo.
Se você visa entender como a colaboração e a solidariedade podem impulsionar o desenvolvimento econômico e social, este post é para você! Prepare-se para se surpreender com a força do cooperativismo e como ele pode ser a chave para um futuro mais próspero para todos.
Essa abordagem holística ao cooperativismo, que abaixo apresentaremos, reflete a importância de equilibrar objetivos econômicos com responsabilidades sociais, garantindo a sustentabilidade e a relevância do movimento cooperativista no mundo moderno:
ORIGEM, EVOLUÇÃO HISTÓRICA E DOUTRINA
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Origem: o cooperativismo surgiu na Europa durante a Revolução Industrial no século XIX, como uma resposta às más condições de trabalho e à exploração econômica. Em 1844, um grupo de tecelões em Rochdale, na Inglaterra, fundou a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale, que é considerada a primeira cooperativa moderna. Eles estabeleceram os “Princípios de Rochdale”, que ainda influenciam as cooperativas até hoje.
Evolução histórica: após a fundação em Rochdale, o movimento cooperativo se espalhou pela Europa e pelo mundo. Na Alemanha, Friedrich Raiffeisen e Hermann Schulze-Delitzsch desenvolveram cooperativas de crédito para apoiar pequenos agricultores e artesãos. Na Itália, Luigi Luzzatti foi uma figura importante na criação de cooperativas de produção e consumo.
No Brasil, o cooperativismo começou no final do século XIX e se expandiu rapidamente no século XX, com destaque para o setor agrícola. A criação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) em 1969 marcou um passo significativo na organização e representação do movimento no país.
Doutrina: a doutrina cooperativista é um conjunto de valores (autogestão, solidariedade, ajuda mútua, responsabilidade social e econômica), princípios e práticas que orientam o funcionamento e a filosofia das cooperativas. Ela se baseia na ideia de que a cooperação entre indivíduos pode alcançar objetivos econômicos, sociais e culturais de forma mais eficiente e justa do que a concorrência individualista. As cooperativas são sociedades de pessoas, visam ao benefício mútuo dos membros, em vez do lucro individual, e operam de forma transparente sob princípios democráticos, onde cada membro tem igual direito a voto.
EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO
A educação cooperativista é um processo contínuo de formação e desenvolvimento que visa capacitar os membros, dirigentes e funcionários das cooperativas para compreenderem, adotarem e praticarem os princípios e valores do cooperativismo. As cooperativas investem na capacitação de seus membros, dirigentes e funcionários para garantir a eficiência e a sustentabilidade das operações.
Educação: a educação cooperativista envolve a disseminação dos princípios e valores do cooperativismo, bem como a formação técnica e gerencial dos membros. Muitas cooperativas oferecem programas de educação contínua para desenvolver habilidades específicas e aumentar a competitividade no mercado.
Formação: a formação inclui treinamentos, cursos e workshops sobre gestão cooperativa, finanças, marketing, governança e outros aspectos relevantes para a operação eficiente das cooperativas. É fundamental que todos os membros compreendam os aspectos econômicos e sociais de suas cooperativas.
Informação: a informação transparente e acessível é um dos princípios do cooperativismo. As cooperativas mantêm os membros informados sobre as atividades, resultados financeiros e decisões estratégicas, promovendo a participação ativa e consciente.
ORGANIZAÇÃO, REPRESENTAÇÃO E DEFESA
Organização: as cooperativas são organizadas (quadro social) de forma democrática e descentralizada, permitindo que os membros participem ativamente nas decisões. Elas podem ser organizadas em diferentes ramos, como cooperativas de agropecuário; consumo; crédito; infraestrutura; saúde; trabalho; produção de bens e serviços; e transporte.
Representação: a representação das cooperativas é realizada por entidades de segundo e terceiro graus, como federações e confederações. No Brasil, a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) atua na representação política e institucional das cooperativas, defendendo os interesses do movimento cooperativista junto ao governo e à sociedade. A representação das cooperativas nos estados é realizada por entidades chamadas OCE’s (Organizações Estaduais das Cooperativas; em SC temos a OCESC – Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina), que funcionam como filiais ou extensões da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).
Defesa: a defesa dos interesses das cooperativas envolve a atuação em políticas públicas, legislação e regulamentação. As organizações representativas trabalham para garantir um ambiente favorável ao desenvolvimento das cooperativas, promovendo a inclusão social e econômica.
VALORES, PRINCÍPIOS E LEGISLAÇÃO
Valores: os valores cooperativistas incluem ajuda mútua, responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. As cooperativas também valorizam a honestidade, transparência e responsabilidade social.
Princípios (do cooperativismo): os princípios cooperativistas garantem uma estrutura democrática e inclusiva, possibilitando que as cooperativas operam com autonomia e independência.
Adesão voluntária e livre
Controle democrático pelos membros
Participação econômica dos membros
Autonomia e independência
Educação, formação e informação
Cooperação entre cooperativas
Interesse pela comunidade
Legislação: no Brasil, a legislação cooperativista é regida pela Lei n.º 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo e regula o funcionamento das sociedades cooperativas, estabelecendo os direitos e deveres dos membros, a estrutura organizacional e as normas para a operação das cooperativas. Além dessa “lei maior”, existem outras normas e leis (complementares, código civil, normas setoriais, medidas provisórias, resoluções do Banco Central, Regulamentação e Fiscalização, Tributação, etc.) que complementam a legislação cooperativista no Brasil.
GESTÃO, GOVERNANÇA E RESULTADOS
Gestão: a gestão das cooperativas envolve a administração eficiente dos recursos, a tomada de decisões estratégicas e a implementação de políticas que garantam a sustentabilidade e o crescimento da cooperativa. A gestão deve ser participativa e transparente, com a inclusão dos membros nos processos decisórios.
Governança: a governança cooperativa se baseia em princípios democráticos, onde cada membro tem direito a um voto, independentemente de sua participação financeira. As cooperativas adotam práticas de boa governança para assegurar a responsabilidade, a transparência e a prestação de contas.
Resultados: os resultados das cooperativas são medidos não apenas pelo lucro financeiro, mas também pelo impacto social e econômico na comunidade. As cooperativas promovem o desenvolvimento sustentável, a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida dos membros e da sociedade em geral.
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CONCLUSÃO: aplicando essa estrutura, você pode obter uma visão completa e detalhada de qualquer cooperativa em particular, compreendendo melhor seu funcionamento e contribuição para a comunidade e seus membros.
O palestrante Ainor Francisco Lotério cativou o público com a palestra “Harmonia do casal, família e vida conjugal”. O evento ofereceu um guia prático e espiritual para construir relacionamentos duradouros e felizes, baseado em princípios bíblicos e percepções sobre a dinâmica do amor e do respeito.
O conteúdo desenvolvido durante a palestra examinou, de forma muito interativa e dinâmica, a importância da comunicação aberta, do perdão, da oração e do apoio mútuo na vida conjugal. Lotério destacou a necessidade de expressar sentimentos, reconhecer erros, compartilhar objetivos e celebrar as conquistas como pilares para um relacionamento forte.
A “Dinâmica Reflexiva (Casais) Os Elos e a Aliança” foi um ponto alto e conduziu os participantes a uma profunda reflexão sobre o amor e a conjugalidade. A metáfora da aliança, construída com elos que representam momentos especiais, ilustrou a importância de nutrir e fortalecer o relacionamento ao longo do tempo.
Realçando a importância de se levar o romantismo constantemente par ao seio do lar, o palestrante abordou a relação entre o buquê, as rosas e a pétala, dizendo: uma pétala dada com amor no momento certo, é bem mais significativa, por ser oportuna, do que um buquê imenso mais tarde para disfarçar uma dor; faça o pequeno gesto de carinho agora, constantemente, pois a relação do casal precisa disso”, concluiu.
O palestrante também abordou as diferenças-chave entre amor e respeito, enfatizando que ambos são essenciais, mas o respeito é fundamental para o amor florescer. Ele citou passagens bíblicas que ilustram a importância do amor, respeito, perdão, comunicação e oração na vida conjugal.
Lotério enfatizou que o amor conjugal é um reflexo do amor divino, um elo sagrado que une duas almas em uma só carne. Ele também abordou a importância da procriação e educação dos filhos, do companheirismo e do apoio mútuo no casamento.
O casal Junior e Marise, coordenadores do evento, compartilhou um depoimento emocionante sobre o impacto positivo da palestra em seu relacionamento: “Agradecemos de coração pela dedicação e doação para conosco e aos irmãos. Suas palavras foram engrandecedoras. Ao final muitos casais elogiaram. Peço desculpas se algo o desagradou. Que Deus lhe abençoe e Maria seja sua proteção. Muito obrigada!”
A palestra encerrou com um Salmo de Amor e Vida Conjugal, inspirado no Salmo 128 e nas palavras de Jesus em Mateus 19:6, celebrando o amor e a união entre casais. O evento proporcionou aos participantes ferramentas valiosas para construir relacionamentos mais fortes, saudáveis e felizes, baseados no amor, respeito e fé. ——– -Por Jeferson Bittencourt – Assessor de Comunicação e TIC
Ainor Lotério Destaca Conhecimentos em Cooperativismo e Saúde e Segurança em Palestra Inspiradora, me palestra na COOPERSERRA – Cooperativa Regional Agropecuária Serrana. (Por Jeferson F. Bittencourt)*
O renomado palestrante Ainor Lotério compartilhou sua vasta experiência em cooperativismo e saúde e segurança durante uma palestra inspiradora intitulada “A Essência do Cooperativismo e seu Poder de Transformação”. Lotério, que possui uma sólida trajetória como extensionista rural e foi um dos fundadores de várias cooperativas, também é instrutor na área de doutrina e educação cooperativista, organização do quadro social, comunicação e liderança cooperativista.
Como engenheiro, Ainor Lotério entende profundamente as questões relacionadas à saúde e segurança no ambiente de trabalho, oferecendo uma abordagem completa e prática sobre o tema. Ele reforçou a importância da segurança, utilizando o slogan: “Segurança, um direito de todos, mas um dever de cada um.”(Diovana Velho Formiga, colaboradora da COOPERSERRA [http://www.cooperserra.com.br/#/sobre].
Durante a palestra, realizada com a parceria cooperativa do Sistema Ocesc/Sescoop-SC [https://sescoopsc.org.br/sescoop/], Lotério incentivou os participantes a identificarem e cultivarem suas habilidades únicas para uma vida mais plena e satisfatória. Ele explorou os princípios fundamentais do cooperativismo, destacando como esses valores podem ser aplicados tanto na vida pessoal quanto na profissional dos cooperados.
Lotério também abordou sobre “a magia da motivação e a inteligência da cooperação”, demonstrando como a cooperação pode potencializar a motivação individual e coletiva. Seu discurso inspirador deixou claro que o cooperativismo é um poderoso motor de transformação social e pessoal, capaz de promover um desenvolvimento sustentável e equitativo.
“A palestra foi um sucesso, motivando os participantes a aplicarem os valores cooperativistas em suas rotinas diárias e reforçando a importância da segurança no trabalho como uma responsabilidade coletiva. Ainor Lotério mais uma vez mostrou por que é uma referência na área, combinando conhecimento técnico e experiência prática para transformar vidas e comunidades.”(Jeferson F. Bittencourt). A plateia participou efetivamente durante toda a palestra, expressando satisfação ao final, conforme pode ser percebido nos elogios à Palestra de Ainor Lotério: “O palestrante trouxe uma perspectiva única e valiosa sobre cooperativismo e saúde e segurança, no encerramento da nossa Sipat-Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho e promoção da saúde. Sua experiência prática e teórica proporcionou uma palestra enriquecedora que inspirou e motivou todos os presentes. Foi um privilégio contar com um palestrante de sua competência e dedicação.”(Coord. Cipa). “A palestra do Ainor foi transformadora. A maneira como ele conecta os princípios do cooperativismo com a motivação pessoal e a segurança no trabalho é impressionante. Saí do evento com uma nova visão sobre como aplicar esses valores no meu dia a dia, tanto profissionalmente quanto pessoalmente.”(João Silva, cooperativista) “Ainor Lotério é um verdadeiro mestre na arte de ensinar sobre cooperativismo e motivação humana. Ele não só transmitiu conhecimentos essenciais sobre cooperativismo, mas também conseguiu inspirar a todos nós a buscar uma vida mais plena e colaborativa. A palestra foi dinâmica, envolvente e repleta de vivências e dinâmicas envolventes e valiosos.” (Maria Oliveira, coop.) — *Assessor de marketing e TIC.
Evento Promovido por Epagri, SENAR-SC e Prefeitura de Otacílio Valoriza e Motiva Mulheres Rurais
Em um evento marcante realizado no município de Otacílio, promovido pela Epagri, SENAR-SC – Sindicato dos Produtores Rurais e a Prefeitura de Otacílio, 150 mulheres rurais, todas lideranças em suas comunidades, participaram de uma palestra inspiradora com o tema “Mulher: Motivação e Atitudes Transformadoras”.
Realizado no Salão da Igreja da comunidade de Vila Aparecida, o 1º Encontro da Mulher Rural em Otacílio Costa reuniu mais de 150 agricultoras. O evento foi organizado pela Epagri e Prefeitura Municipal, com apoio do SENAR-SC e sindicatos rurais. À tarde, ocorreu a premiação do 1º Concurso Fotográfico da Mulher Rural.
O ponto alto foi a palestra “Mulher: Motivação e Atitudes Transformadoras”, proferida por Ainor Lotério e Angela Melim, destacando autoconhecimento, equilíbrio, liderança e inovação. Ministrada pelo renomado palestrante Ainor Lotério, teve como foco central o brilho da mulher, combinando elementos de motivação, valorização e empoderamento feminino. Lotério, conhecedor profundo do meio rural e do público, destacou a importância da participação social das mulheres, a conscientização sobre a luta pelos seus direitos e a busca pela igualdade de gênero. Além disso, ressaltou o reconhecimento do valor profissional das mulheres, seus dons, habilidades e a necessidade de evolução em um mundo ainda marcacreen=”allowfullscreen”>do por desigualdades.
Foi visando impactar mais ainda durante a palestra que Ainor convidou a Professora Angela Melim, experiente e habilidosa comunicadora, professora e arteterapeuta, que apresentou (em tela e exercícios práticos) uma vivência riquíssima em significado (a árvore e a mulher). Angela envolveu todas as mulheres na criação de desenhos de árvores, comparando-as com a evolução da mulher nas diferentes estações da vida: primavera, verão, outono e inverno. Essa atividade proporcionou um momento de reflexão profunda sobre as diversas fases e desafios enfrentados pelas mulheres ao longo de suas vidas.
Esta palestra, realizada em conjunto por Ainor Lotério e Angela Melim, abordou diversos aspectos cruciais para a motivação e atitudes transformadoras das mulheres. Destacou-se a importância do autoconhecimento e empoderamento, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e educação continuada. Também foram enfatizadas a liderança feminina, resiliência, redes de apoio, saúde, inovação, impacto social e planejamento de futuro.
“Obrigado, Ainor, por nos lembrar da nossa força e valor. Suas histórias e músicas trouxeram um novo ânimo e nos fizeram acreditar que podemos conquistar ainda mais,” disse Ana, uma das participantes.
Lotério encantou a plateia ao cantar com seu violão, interagir com dinâmicas bem-humoradas e fazer as mulheres sorrirem e se emocionarem. Sua abordagem estimulou a introspecção e a projeção de força para fora, incentivando as participantes a cuidarem da autoestima e a praticarem a motivação diária para melhorar o brilho em suas vidas pessoais. A importância do pensamento positivo e das atitudes proativas foi enfatizada, especialmente no contexto da agricultura e em todos os espaços de atuação das mulheres. Noções de sucessão rural e cooperativismo foram também discutidas, evidenciando a relevância dessas práticas para a evolução pessoal e a participação ativa na vida empreendedora e sustentável das comunidades.
As participantes saíram do evento motivadas e com uma nova perspectiva sobre seu papel e potencial nas comunidades rurais, prontas para brilhar ainda mais em suas jornadas pessoais e profissionais.
“Gratidão, Ainor Lotério, por inspirar e motivar tantas de nós com sua sabedoria e alegria. Suas palavras nos fizeram acreditar ainda mais no nosso potencial!” declarou Maria, outra participante.
“Sua palestra foi maravilhosa, ficou registrada em nossos corações” (Letícia, participante)
*Jeferson Fernando Bittencourt, Assessor de Comunicação e TICs.* ‘
Em um evento marcante para a Paróquia Divino Espírito Santo, o Diácono Permanente, Ainor Francisco Lotério, participou, com os Diáconos José Wilson, José Domingos e Luiz Lima, com entusiasmo e comprometimento, de um encontro de formação no CEAR-Centro de Evangelização Angelino Rosa, em Governador Celso Ramos–SC.
O evento foi promovido pela Comissão Arquidiocesana do Diaconato Permanente (CADIP), cuja missão é promover a orientação e a animação da vida e do ministério diaconal, enriquecendo a missão da Igreja.
O diaconato permanente, primeiro grau do sacramento da Ordem, é vivido de forma estável e não transitória, a serviço do Povo de Deus.
Durante o encontro, o conteúdo foi ministrado pelo Pe. Ciro, profundo conhecedor, com a participação ativa dos diáconos. Foi estudada a Dei Verbum, uma constituição dogmática em forma de bula pontifícia e um dos principais documentos do Concílio Vaticano II. Designada “constituição dogmática” por conter e tratar “matéria de fé”, a Dei Verbum aborda o delicado e complexo problema da relação entre as Sagradas Escrituras e a Tradição.
A participação dos diáconos da Paróquia Divino Espírito Santo foi enaltecida não apenas pela sua presença, mas também pelo seu compromisso em aprofundar seus conhecimentos e fortalecer sua missão na igreja.
A Paróquia Divino Espírito Santo se orgulha de contar com diáconos tão dedicados e comprometidos com a sua fé e missão, e celebra a participação deles neste evento tão significativo para a formação permanente na vida da igreja.
COOPERATIVISMO: UM MOVIMENTO ORGÂNICO QUE GERA VIDA FORTE!
Palestra ministrada durante a — Feira de Negócios Agropecuários da COOPERCAMPI. Ele é engenheiro-agrônomo, filósofo, teólogo e especialista experiente em cooperativismo, tem sido cada vez mais requisitado para eventos que promovem o desenvolvimento do cooperativismo e do setor agropecuário. Sua trajetória exemplar e seu conhecimento profundo fazem dele uma figura central nessas discussões, ajudando a orientar e motivar líderes e empreendedores do setor.
Ainor Lotério iniciou por apresente o “conceito coop” que diz: O cooperativismo é um movimento internacional que visa constituir para uma sociedade justa, livre e fraterna, em bases democráticas. Por meio de empreendimentos que atendem às necessidades reais dos cooperados e remuneram adequadamente cada um deles, o cooperativismo se destaca como uma força vital na manutenção e aceleração das ações cooperativas.
“Lotério não apenas discute teorias, mas traz consigo uma vasta experiência prática, enriquecida por sua atuação direta com cooperativas e produtores rurais. Ele compartilha percepções valiosos sobre como as cooperativas podem se fortalecer como movimento organizado, gerando impactos positivos que transcendem o aspecto econômico, alcançando também o social e o ambiental. Sua abordagem vai além do discurso acadêmico, oferecendo soluções concretas para os desafios enfrentados pelas cooperativas no cenário atual.”, comenta Elton José de Oliveira, Presidente da COOPERCAMPI.
A 5ª FENACAMPI, realizada em Campinorte–GO, no Galpão de Fábrica de Ração da Cooperativa Regional Agropecuária de Campinorte–GO, com o apoio do Sistema OCB/GO, SEBRAE, SENAR/Sindicato Rural de Campinorte, não só proporcionou um espaço para networking e negócios, mas também foi uma oportunidade única para os participantes se atualizarem com as mais recentes técnicas e tecnologias do agronegócio. As oficinas e palestras oferecidas durante o evento abordaram temas cruciais como gestão sustentável, inovação tecnológica, e práticas agrícolas avançadas, beneficiando diretamente produtores rurais e cooperativas que buscam aprimorar sua eficiência e competitividade no mercado atual.
Resumindo os tópicos da apresentação, o palestrante e estudioso do cooperativismo fez menção à força do Cooperativismo, visto como questão de adaptabilidade e resiliência, unidade e harmonia e gerador de impacto duradouro, como a seguir expressa:
a) “O conceito de cooperação é uma força que gera e mantém a velocidade da ação nas cooperativas. Acreditar, negociar e participar ativamente da cooperativa são passos fundamentais para o nosso crescimento coletivo. Unidos, podemos fortalecer o cooperativismo e garantir um futuro de sucesso para todos nós. Comprar e vender em conjunto permite contornar os efeitos nocivos do comércio sobre aqueles em condições inferiores, promovendo um ambiente mais justo e igualitário.”
b) “A força do cooperativismo está na sua capacidade de adaptação às mudanças, como destacou Charles Darwin: “As espécies que sobrevivem não são as espécies mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças”. Essa adaptação é essencial para a sobrevivência e o crescimento das cooperativas. O conceito de “vida forte” não depende do porte, mas sim da capacidade de adaptação e resiliência. Existir é lutar, e viver é vencer, refletindo a essência da vida cooperativa.
c) “O termo ‘orgânico’ no contexto do cooperativismo representa mais do que apenas práticas sem agrotóxicos ou fertilizantes. Refere-se a um movimento que é próprio de organismos vivos, que cresce e se desenvolve de forma natural e sustentável. A vida orgânica da cooperativa se manifesta em suas ações voluntárias e na conexão genuína entre seus membros, resultando em harmonia. Portanto, cooperados, uni-vos! Fortalecei vossa cooperativa! Construam um futuro próspero e mostrem ao mundo a força do cooperativismo.”
d) “Abraçados, lado a lado, na mesma causa, conseguimos criar um impacto duradouro e positivo em nossas comunidades. O cooperativismo é mais do que um sistema econômico; é um movimento orgânico que gera vida forte e sustentável. Juntos, podemos enfrentar os desafios e transformar o mundo através da cooperação. Vida forte não depende do porte, mas sim da união e do esforço coletivo de cada cooperado.”
Palestras – “Cooperativismo: Movimento Organizado Que Gera Vida Forte” e “Mulheres Cooperativistas e Empreendedoras: O seu brilho no Cooperativismo” (5ªFENACAMPI) Por Jeferson Bittncourt – Assessor de Comunicação e TIC,s.
Durante a 5ª FENACAMPI – Feira de Negócios Agropecuários da COOPERCAMPI, foram ministradas duas palestras inspiradoras por Ainor Lotério, destacando-se “Cooperativismo: Movimento Organizado Que Gera Vida Forte” e “Mulheres Cooperativistas e Empreendedoras: O seu brilho no Cooperativismo”. Ainor Lotério, engenheiro agrônomo, filósofo, teólogo e especialista experiente em cooperativismo, tem sido cada vez mais requisitado para eventos que promovem o desenvolvimento do cooperativismo e do setor agropecuário. Sua trajetória exemplar e seu conhecimento profundo fazem dele uma figura central nessas discussões, ajudando a orientar e motivar líderes e empreendedores do setor.
Lotério não apenas discute teorias, mas traz consigo uma vasta experiência prática, enriquecida por sua atuação direta com cooperativas e produtores rurais. Ele compartilha insights valiosos sobre como as cooperativas podem se fortalecer como movimento organizado, gerando impactos positivos que transcendem o aspecto econômico, alcançando também o social e o ambiental. Sua abordagem vai além do discurso acadêmico, oferecendo soluções concretas para os desafios enfrentados pelas cooperativas no cenário atual.
A 5ª FENACAMPI, realizada em Campinorte-GO, no Galpão de Fábrica de Ração da Cooperativa Regional Agropecuária de Campinorte-GO, com o apoio do Sistema OCB/GO, SEBRAE, SENAR/Sindicato Rural de Campinorte, não só proporcionou um espaço para networking e negócios, mas também foi uma oportunidade única para os participantes se atualizarem com as mais recentes técnicas e tecnologias do agronegócio. As oficinas e palestras oferecidas durante o evento abordaram temas cruciais como gestão sustentável, inovação tecnológica, e práticas agrícolas avançadas, beneficiando diretamente produtores rurais e cooperativas que buscam aprimorar sua eficiência e competitividade no mercado atual.
A importância de Ainor Lotério em eventos como a FENACAMPI reside na sua capacidade de conectar teoria e prática, proporcionando aos participantes ferramentas tangíveis para melhorar suas operações e promover um crescimento sustentável. Seus conhecimentos em filosofia e teologia acrescentam uma dimensão ética e humanística às discussões sobre empreendedorismo e cooperativismo, destacando a importância de valores como ética, solidariedade e responsabilidade social.
No contexto das palestras sobre mulheres cooperativistas e empreendedoras, Lotério destaca o papel fundamental das mulheres não apenas como executivas e líderes de negócios, mas também como agentes de transformação social. Ele enfatiza a necessidade de criar ambientes inclusivos e igualitários dentro das cooperativas, onde o talento e a capacidade das mulheres sejam plenamente reconhecidos e aproveitados. Suas palestras são um chamado à ação para que as cooperativas reconheçam e valorizem o potencial das mulheres, proporcionando-lhes as condições necessárias para prosperar e contribuir de maneira significativa para o crescimento sustentável das comunidades onde estão inseridas.
O professor Ainor Lotério palestrou no 15º Encontro de Mulheres Cooperativistas da COAPIL-Piracanjuba-GO, levando de forma dinâmica e interativa o tema “A Mulher Brilhante: Ânimo, Amor e Bom Humor para Transformar Vidas”, em Piracanjuba-GO. O evento teve o apoio do Sistema OCB/Sescoop-GO. Foi uma tarde inesquecível, repleta de inspiração, conexão e aprendizado, onde recebemos mais de trezentas mulheres de Piracanjuba, Hidrolândia e Bela Vista de Goiás.
De acordo com Milla, Coordenadora do Encontro, com boas-vindas calorosas e uma dinâmica interativa de início, além de histórias emocionantes de mulheres se redescobrindo, o brilho foi espalhado já no início, motivando o entrosamento entre as mulheres. Ainor Lotério, nosso estimado palestrante, entrou no ambiente pedalando uma bicicleta e disse: “Viver é como andar de bicicleta: quando mais se pedada, mais se obtém resistência, se mantém o equilíbrio e harmonia com na estrada da vida”. Ainda masis encantou a todos ao apresentar (com seu violão) uma canção que se tornou uma espécie de hino do encontro: “VOCÊ NASCEU PRA BRILHAR, MULHER (2X) ESTÁS AQUI PRA SER FELIZ, MULHER (2X). Ser fortaleza na família/ dedicação do dia/ és amor, és alegria!”
As participantes foram inspiradas por informações, dados e histórias poderosas de superação e determinação. Juntos, criaram mapas dos sonhos que ajudarão a guiar passos futuros. Discutimos a força transformadora do amor em suas diversas formas, a questão da violência contra a mulher, o seu espírito empreendedor, os valores e princípios do cooperativismo, entre outros.
Há desafios e caminhos a serem percorridos pelas mulheres, como conciliar a vida pessoal e familiar com a vida profissional. A sociedade moderna espera que além de realizadas profissionalmente, elas sejam boas mães, eficientes no cuidado com a casa e atraentes para seus maridos. Precisam buscar e construir mais conhecimento.
Como as Mulheres e as Cooperativas podem agir? A resposta está na educação cooperativista, na participação ativa na cooperativa e comunidade, na atuação no mercado de trabalho, na formação humana e profissional e no fortalecimento das famílias. Houve um intenso compartilhamento de experiências tocantes sobre como o amor e a compaixão mudaram vidas e comunidades. Também aprendemos sobre a importância do bom humor para superar desafios, riram juntos, praticaram exercícios lúdicos e saíram mais leves e felizes.
Para conquistar o que desejam ser, as mulheres precisam definir e atingir objetivos, superar crenças e bloqueios, lidar com a insegurança e ansiedade, e ter coragem para enfrentar suas crises. Alguns conselhos importantes repassados às mulheres foram: “Inicie um novo capítulo na sua vida!”; “Aproveite o agora com toda intensidade!”; “Seja sempre autêntica!”; “Aceite cada instante da sua jornada!”; “Descubra os poderes do perdão!”; “Nos momentos difíceis, medite para renovar o ânimo!”; “Lembre-se: crescemos com os desafios diários!”; “Compreenda a força do presente!”
O Presidente da COAPIL, Astrogildo Gonçalves Peixoto, e seu Vice-Presidente, José Lourenço, participaram do evento do início ao fim, deixando uma mensagem forte às Mulheres Cooperativistas: “Uma mulher brilhante não é apenas aquela que alcança o sucesso, mas aquela que, em sua jornada, ilumina os caminhos ao seu redor, inspirando e empoderando outros a descobrirem sua própria luz interior. Sua força reside na capacidade de equilibrar gentileza e firmeza, de ser resiliente frente aos desafios e de cultivar a sabedoria que transforma o cotidiano em algo extraordinário.”
As rodas de conversa nos intervalos e nas mesas foram um verdadeiro sucesso, promovendo uma troca rica de ideias e experiências. As atividades práticas engajaram todas e proporcionaram momentos de profunda reflexão e alegria.
“O evento foi simplesmente incrível! Saí de lá renovada e cheia de ideias para colocar em prática.” — Ana.
“Senti uma conexão verdadeira com todas as mulheres presentes. Foi uma experiência enriquecedora.” — Luciana.
A mensagem final, em meio a aplausos e emoção, deixada por Ainor Lotério com seu violão foi: “Mulheres, que vocês sejam muito felizes na jornada amorosa e empreendedora da vida!”
“Esse evento inesquecível, repleto de brilho, ânimo e bom humor, marca mais um capítulo de sucesso na história do Encontro de Mulheres Cooperativistas da COAPIL. Que continuemos a inspirar e ser inspirados, transformando vidas e construindo um futuro ainda mais brilhante para todas as mulheres cooperativistas.”, comentou Milla.
O “Encontro SESC 60+: Promovendo Qualidade de Vida e Equilíbrio para a Terceira Idade com Palestra Exclusiva de Ainor Francisco Lotério!”
Realizado em Matinhos, Paraná, é mais do que um evento, é uma celebração da vida e da experiência. Organizado pelo SESC-PR, esse encontro anual reúne pessoas idosas de diversas cidades do Paraná para compartilhar momentos de convivência, interação e aprendizado. Como destaque deste ano, o renomado palestrante Ainor Francisco Lotério apresentou uma palestra exclusiva sobre “Qualidade de Vida da Pessoa Idosa 60+: Mente e Corpo em Equilíbrio (com as Sete Direções)”. Lotério, conhecido por encantar o público com suas palestras inspiradoras e musicadas. Já foi palestrante em edições anteriores deste grandioso evento, sendo aguardado com grande expectativa pelos participantes. Este encontro é o ponto alto de uma série de atividades realizadas diariamente, proporcionando aos idosos momentos enriquecedores e significativos para uma vida plena e saudável.
Na busca pela felicidade e pelo bem-estar na terceira idade, podemos nos inspirar no modelo holístico das Sete Direções, que oferece um caminho para o equilíbrio integral. Honrar o passado (atrás de ti) nos convida a reconhecer e valorizar as experiências vividas, transformando memórias em sabedoria e gratidão.
Fortalecer relações sociais (à direita e à esquerda de ti) é essencial para cultivar conexões significativas com familiares, amigos e comunidade, proporcionando apoio emocional e senso de pertencimento ao longo do caminho da longevidade.
Cuidar da saúde física, mental e espiritual (abaixo, acima e dentro de ti) é uma prioridade constante. Manter uma rotina de exercícios adequados, alimentação balanceada e cuidados médicos é fundamental para promover o bem-estar físico. Ao mesmo tempo, nutrir a espiritualidade e cultivar a paz interior contribuem para uma mente saudável e equilibrada.
Enquanto isso, manter a criatividade e objetivos (À frente de ti) mantém a chama da vitalidade acesa. Explorar passatempos, aprender novas habilidades e definir metas pessoais ajuda a manter a mente ativa e a alimentar o espírito de conquista, renovando constantemente o sentido e a motivação na jornada da vida.
Ao adotarmos esse modelo holístico, integrando todas as dimensões do ser humano, podemos encontrar um equilíbrio verdadeiro e duradouro, construindo uma terceira idade repleta de significado, realização e felicidade.
A qualidade de vida na terceira idade é vital para uma vivência plena, saudável e feliz dos anos dourados, abrangendo aspectos físicos, mentais, emocionais e sociais. Benefícios incluem saúde física, prevenindo doenças crônicas, e saúde mental, evitando depressão e ansiedade.
Manter autonomia e independência é crucial, assim como fortalecer laços sociais para combater a solidão. Ter propósito de vida, com objetivos e projetos, é essencial. Promover a qualidade de vida envolve cuidados físicos, estimulação mental, interação social, propósito de vida, cuidados mentais e adaptação do ambiente. É um direito e um investimento no futuro de uma sociedade inclusiva e feliz.
Cooperativismo e Arteterapia: Curso em Pinhalzinho–SC fortalece laços e empodera mulheres cooperativistas através da confecção de bonecas de pano.
O Curso de SENSIBILIZAÇÃO ao COOPERATIVISMO para mulheres do Núcleo Feminino da Cooper Itaipu, na cidade de Pinhalzinho–SC, reuniu 40 mulheres cooperativistas, que permaneceram envolvidas, encantadas e participando ativamente dos temas abordados sobre a história do cooperativismo, princípios e valores do cooperativismo, envolvendo-se ativamente nas dinâmicas de cooperação, com entrosamento e bom humor, com o renomado palestrante Ainor Lotério.
No período da tarde foi realizado a sensibilização para o cooperativismo através da arteterapia, com a confecção de bonecas de pano com a arteterapeuta Marisa Melim. Foi utilizado o conto Vasalisa (Estés), uma narrativa que valoriza a coragem, a determinação e a sabedoria das mulheres, mostrando às mulheres sua capacidade de enfrentar e superar os desafios, mesmo em situações adversas e destacando também a importância da conexão com outras mulheres, com suas próprias raízes e tradições como fonte de intuição, força e empoderamento.
As mulheres foram convidadas a confeccionarem cada uma a sua boneca de pano, com os materiais disponibilizados (tecidos, fibras, agulhas, linhas, flores, miçangas, fitas, cola, lãs, cola, entre outros) pela arteterapeuta. Foi uma atividade significativa e enriquecedora para a sensibilização das mulheres cooperativistas, auxiliando-as a se conectar com suas próprias experiências e identidades, compartilhar suas histórias e fortalecer seus laços comunitários. A confecção das bonecas proporcionou momentos de cooperação, interação, troca de experiências, auxílio e orientação manual, conversas sobre os tempos vividos na infância com suas mães e avós, tendo como resultado belos momentos de harmonia, superação e diversão. Foi emocionante ouvir mulheres falando sobre quando ganharam suas bonecas e qual a importância da boneca na vida de cada uma, algumas receberam bonecas somente na fase adulta, outras relembraram com carinho a primeira boneca que os pais a presentearam, outras que a avó fazia as bonecas dela.
A boneca na vida da mulher está relacionada à sua capacidade de proporcionar conforto emocional, expressão criativa, conexão com a própria infância e até mesmo servir como um símbolo de feminilidade, representando características como beleza, delicadeza e cuidado. É usada também para transmitir valores, tradições e histórias de uma geração para a outra.
A sensibilização para a cooperação criou um ambiente no qual as mulheres puderam compreender e explorar suas próprias habilidades, necessidades, potenciais e perceber a importância da sua participação ativa e engajada na vida cooperativa, contribuindo de forma significativa e eficaz no contexto cooperativo para o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais.
ARTETERAPIA ENCANTA MULHERES NO CURSO DE SENSIBILIZAÇÃO AO COOPERATIVISMO (Sicoob Serra Alta-SC).
Em Serra Alta–SC, o curso de SENSIBILIZAÇÃO ao COOPERATIVISMO, SICOOB CredItaipu — em Cooperação com o SESCOOP-SC, aconteceu no auditório do SICOOB do município.
O palestrante Ainor Lotério transmitiu com maestria os ensinamentos sobre a história do cooperativismo, princípios e valores do cooperativismo, viver em cooperação, fortalecimento da mulher na família e na cooperativa. Estiveram presentes no evento 40 mulheres cooperadas, que participaram ativamente das dinâmicas de cooperação, demonstrando grande interesse por todos os assuntos trabalhados.
No início da tarde a arteterapeuta Angela Melim, realizou um momento de envolvimento e troca de experiências através do conto Vasalisa (Estés), uma narrativa que valoriza a coragem, a determinação e a sabedoria das mulheres, mostrando às mulheres sua capacidade de enfrentar e superar os desafios, mesmo em situações adversas e destacando também a importância da conexão com outras mulheres, com suas próprias raízes e tradições como fonte de intuição, força e empoderamento. Fortalecendo ainda mais o tema do curso, sensibilização ao cooperativismo, foram confeccionadas bonecas de pano com os materiais disponibilizados (tecidos, fibras, agulhas, linhas, flores, miçangas, fitas, cola, lãs, cola, entre outros), que foram feitas por cada uma das participantes do curso de forma organizada, intuitiva, sensível, harmoniosa, alegre, colaborativa e cooperativa. Muitas histórias foram sendo compartilhadas, umas das mais emocionantes foi de uma mulher que chorou ao relatar que tinha 22 anos quando ganhou a primeira boneca e que iria guardar com muito carinho a boneca que fez.
As bonecas podem representar aspectos da identidade feminina, auxiliando as mulheres a explorar e fortalecer sua autoimagem e autoestima. Além disso, o processo de criar as bonecas pode ser terapêutico, proporcionando um espaço seguro para lidar com questões emocionais e promover a cooperação através da partilha de experiências e histórias entre as mulheres envolvidas. No contexto da arteterapia e da promoção da cooperação com mulheres, criar bonecas pode ser uma forma de expressão e empoderamento feminino.
Desta forma confeccionar bonecas pode promover um senso de comunidade e pertencimento, incentivando a colaboração e a cooperação entre os participantes. Assim, as bonecas podem ser uma ferramenta poderosa para sensibilizar as pessoas para os valores e princípios do cooperativismo, inspirando uma mudança positiva nas relações pessoais, interpessoais e na sociedade na totalidade.
Curso de Capacitação Cooperativista destaca papel das mulheres em cooperativas de Santa Catarina.
Um evento marcante foi realizado em Pinhalzinho, sede da CooperItaipu, em parceria com o Programa Mulheres Cooperativistas da OCESC/Sescoop-SC. O foco desse encontro foi capacitar cooperadas, esposas, filhas de cooperados e colaboradoras de cooperativas de todos os ramos de atividade do cooperativismo no Estado de Santa Catarina.
Com a duração de oito horas, o curso teve como objetivo principal oferecer capacitação cooperativista, visando conscientizar, preparar e organizar as mulheres para atuarem de forma comprometida e participativa no quadro social das cooperativas. Realizado em cooperação com o Sescoop/SC, o evento destacou a importância das mulheres na essência do cooperativismo, tanto em suas vidas pessoais e familiares quanto nas comunidades em que estão inseridas.
Ministrado pelo Prof. Ainor Lotério, instrutor e palestrante em cooperativismo, o curso contou com a participação especial da Prof.ᵃ e Arteterapeuta Marisa Melin. Esta última trouxe uma abordagem inovadora, conduzindo uma vivência intitulada “Arteterapia para a Sensibilidade Cooperativa”.
“A arteterapia é uma prática terapêutica que utiliza recursos expressivos para facilitar o autoconhecimento e a possibilidade de transformação para uma melhor qualidade de vida”, afirmou Marisa Melin. Ela ressaltou ainda a importância de sensibilizar, conscientizar e motivar as mulheres para o comprometimento cooperativo em suas comunidades.
Durante o curso, foram explorados os princípios, valores e história do cooperativismo, destacando a interconexão entre as palavras fundamentais que o compõem: cooperativismo, cooperar, cooperação, cooperativista e cooperativa. Esses conceitos formam a base de um modelo socioeconômico baseado na cooperação, solidariedade e participação democrática, visando o benefício mútuo de seus membros e o desenvolvimento sustentável das comunidades.
O evento foi um sucesso e reforçou o papel essencial das mulheres no fortalecimento do cooperativismo em Santa Catarina. A partir dessa capacitação, espera-se que as participantes estejam ainda mais preparadas para contribuir significativamente para o crescimento e a prosperidade das cooperativas e de suas comunidades.
Curso de Linguagem, Comunicação e Oratória Celebrativa Fortalece a Vivência da Fé em Ribeirão Matilde.
A Comunidade Católica Santa Terezinha do Menino Jesus, localizada em Ribeirão Matilde, Atalanta–SC, promoveu um curso inovador voltado para fortalecer a comunicação durante as celebrações cristãs. Ministrado pelo renomado comunicador Ainor Francisco Lotério, o curso teve como objetivo capacitar os participantes a transmitir a Palavra de Deus de forma clara e impactante.
Dividido em quatro módulos, o curso combinou teoria e prática em oito horas de duração. Os participantes aprenderam técnicas de expressão oral, orientações espirituais, a arte da leitura em celebrações, e a importância da clareza e simplicidade na comunicação litúrgica.
Além disso, o conteúdo do curso foi adaptado para refletir a composição da comunidade, considerando sua fundação, número de fiéis, origens étnicas e faixa etária dos participantes, proporcionando uma abordagem personalizada e relevante.
Durante o curso, foram discutidos os desafios enfrentados pelas equipes de liturgia, leitores e coordenadores, sendo exploradas maneiras práticas de superá-los. Os participantes receberam materiais físicos e digitais sobre o tema, além de uma lista de referências e fontes.
A iniciativa não apenas fortaleceu as celebrações cristãs na comunidade, mas também beneficiou os participantes individualmente, contribuindo para o crescimento espiritual e a unidade da comunidade na totalidade. No final do curso, os participantes receberam certificados de participação, reconhecendo seu empenho e dedicação na busca pela excelência na comunicação e oratória celebrativa.
A leitura durante celebrações e missas desempenha um papel crucial na transmissão das Sagradas Escrituras e na comunicação da mensagem religiosa aos fiéis. Aqui estão alguns conselhos e instruções sobre a arte da leitura em celebrações e missas. Por essa razão destacamos alguns CONSELHOS E INSTRUÇÕES SOBRE A ARTE DA LEITURA EM CELEBRAÇÕES E MISSAS repassados aos participantes:
Preparação Adequada: processo de se organizar, pesquisar e praticar antes de comunicar. — Antes da celebração, reserve um tempo para ler e compreender completamente o texto que será lido. — Pratique a leitura em voz alta várias vezes para se familiarizar com o ritmo, entonação e pronúncia correta das palavras.
Respeito e Reverência: cortesia e apreciação pela dignidade e sensibilidade dos ouvintes. — Aborde a leitura com respeito e reverência, reconhecendo a importância das Sagradas Escrituras na vida espiritual dos fiéis. — Mantenha uma postura reverente e uma expressão facial calma e serena durante a leitura.
Clareza e Entonação:pronúncia precisa das palavras e frases. — Leia o texto com clareza e articulação, garantindo que cada palavra seja compreendida pelos ouvintes. — Varie a entonação conforme o conteúdo do texto, destacando passagens importantes e transmitindo emoção quando apropriado.
Pausas Significativas: intervalos deliberados e estratégicos durante a comunicação oral — Faça pausas adequadas nos lugares certos do texto para permitir que os fiéis assimilem o significado das palavras e reflitam sobre sua mensagem. — Evite ler muito rápido ou de forma monótona, pois isso pode dificultar a compreensão e o impacto do texto.
Evite Distrações: minimizar ou eliminar elementos que desviem a atenção do público. — Elimine qualquer distração que interfira na leitura, como movimentos desnecessários ou ruídos de fundo, mantendo o contato visual com o povo. — Mantenha o foco no texto e no seu significado, evitando distrações externas que prejudiquem a comunicação da mensagem.
Atenção à Pronúncia e Dicção: qualidade e clareza com que as palavras são articuladas e pronunciadas durante a fala. — Certifique-se de pronunciar corretamente cada palavra, especialmente os nomes próprios e termos específicos das Escrituras. — Preste atenção à dicção, evitando mumbling (falar de forma ininteligível, resmungando) ou falar rápido demais.
Espírito de Serviço: colocar o interesse do público em primeiro lugar — disposição para servir. — Encare a leitura como um serviço à comunidade, contribuindo para a edificação espiritual dos fiéis por meio da Palavra de Deus. — Esteja disposto a se colocar à disposição para realizar a leitura sempre que necessário, demonstrando um espírito de serviço e dedicação à comunidade de fé.
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.” (2 Tm 3, 16–17).
Seguindo esses conselhos e instruções, os leitores podem desempenhar um papel significativo na transmissão da Palavra de Deus durante as Missas e Celebrações, contribuindo para a experiência espiritual dos fiéis e promovendo uma compreensão mais profunda das Sagradas Escrituras.
Sugestões de bibliografia: — A Arte da Leitura na Liturgia (2017) — Padre José Antonio dos Santos. — Ler a Bíblia com o Coração: subsídios para a leitura orante da Palavra de Deus(2016)-Dom Luiz Gonzaga Fernandes — Proclamar a Palavra: reflexões sobre a leitura das leituras bíblicas na liturgia (2004)-Dom Dilton Gonçalves dos Santos.
AMOR, EDUCAÇÃO E COMUNIDADE: O CAMINHO DO PROGRESSO COOPERATIVISTA (Ainor Lotério)
Em versos entrelaçados, a melodia se ergue, O afeto pelo próximo, a cada verso segue. No coração da cooperação, a fé resplandece, E a esperança floresce, onde a paz se aquece.
No jardim da fraternidade e da doação, Desponta a solidariedade, semeando a união. Raízes profundas na compaixão e na luz, Caminhamos juntos, sob um resplandecente Farol que nos conduz.
Na harmonia da cooperação, a vida se renova, Cada gesto de altruísmo, um raio de nova aurora. Sete princípios como faróis a guiar, Pela estrada da generosidade, a nos inspirar.
De Rochdale à eternidade, um legado de carinho, O cooperativismo floresce, em cada caminho. De cada alma para o todo, um hino de paz, Transformando corações, em raios de fervor audaz.
Dos tempos antigos aos dias de agora, O cooperativismo se renova, sem ir embora. Uma força que avança, em eterna transformação, Quebrando os obstáculos, com fé e devoção.
Em valores e princípios, a sinfonia ressoa, Cada membro, um participante em sua escolha. Cada sócio, um guia, regendo a canção, Conduzindo a melodia, com amor e dedicação.
Adesão livre, como convite ao dançar, Sem fronteiras, num baile a encantar. Gestão democrática, a voz de todos a ecoar, Decisões em harmonia, num único soar.
Participação econômica, a força do afeto, Distribuindo prosperidade, num divino cometimento. Autonomia e independência, a base da harmonia, Seguimos juntos, na mesma sincronia.
Educação e informação, faróis de luz, Guiando nossos passos, com brilho reluz. Intercooperação, mãos dadas em oração, Rede de amor, onde nasce a união.
Interesse pela comunidade, o ritmo do coração, Servir ao próximo, nossa eterna vocação. Do passado ao presente, a jornada a persistir, O cooperativismo, em poesia, a sempre existir.
Num estilo poético, mas em profunda reflexão, Entendemos que a Jornada do Cooperativismo Se faz com Idealismo, Persistência e Educação, Fundamentada no Amor profundamente Fraternal Seguindo sete Princípios, cerne da sua fundamentação.
COOPERATIVISMO, A SINFONIA DO AMOR (Autor: Ainor Lotério — www.ainor.com.br)
Senhor, conceda-nos a graça de cooperar com amor e união , Que o cooperativismo seja nossa canção, uma bela oração. No solo fértil da fraternidade e da partilha, Floresça a esperança, seja nossa trilha.
Que a cooperação seja um hino, uma sinfonia celestial, Onde mãos se unem, em um gesto fraternal. Que nossas raízes estejam fincadas na igualdade e na paz, Que brote a justiça, como um sopro de solaz.
Que teçamos a vida no compasso da solidariedade, Que em cada passo, aqueçamos a alma com verdade. Que os sete princípios sejam faróis em nossa jornada, Como estrelas que guiam na noite estrelada.
Desde Rochdale, onde o movimento nasceu, Que o cooperativismo floresça, para sempre seu. Que de cada um para o todo, ecoe um canto de amor, Transformando realidades, com fervor.
Dos tempos idos aos dias atuais, que sejamos agentes de mudança, Que o cooperativismo evolua, sem jamais perder a esperança. Que em valores e princípios, sustentemos nossa ação, Como colunas que erguem a cooperativa em devoção.
Que cada sócio seja um maestro em sua missão, Regendo a transformação, com o coração. Que a adesão seja livre, como um convite a dançar, Que em gestão democrática, possamos juntos harmonizar.
Que a participação econômica seja nossa força motriz, Distribuindo riquezas, num horizonte de luz. Que a autonomia e independência sejam nossa união, Caminhando juntos, em uma só canção.
Que a educação e informação sejam faróis de sabedoria, Que a intercooperação seja nossa rede de alegria. Que o interesse pela comunidade seja nosso norte, Servir ao próximo, seja nosso porte.
Do passado ao presente, que nossa jornada persista, Que o cooperativismo seja nossa eterna conquista. Que em forma de oração, ecoe nossa poesia, O cooperativismo em amor, sempre em harmonia.
BASE SOBRE A QUAL AS COOPERATIVAS EM TODO O MUNDO SE ORGANIZAM E OPERAM: UMA DOUTRINA PRÓPRIA (Autor: Ainor Lotério)
O cooperativismo, desde sua concepção na primeira metade do século XIX em Rochdale, na Inglaterra, tem sido um movimento socioeconômico único, caracterizado por uma orientação doutrinária consistente. Esta doutrina, composta por valores e princípios, forma a base sobre a qual as cooperativas em todo o mundo se organizam e operam.
Os valores, fundamentais e perenes, precedem e dão origem aos princípios, que traduzem esses valores em ações práticas no contexto cooperativista. Um olhar para os desafios socioeconômicos da época que deram origem ao cooperativismo revela a necessidade premente de uma alternativa às condições desumanas impostas pela Revolução Industrial. Nesse contexto, os trabalhadores enfrentavam exploração, baixos salários, condições precárias de trabalho e falta de voz nas decisões que afetavam suas vidas.
Os pioneiros de Rochdale, reconhecendo esses desafios, desenvolveram princípios inovadores que estabeleceram as bases para o movimento cooperativista moderno. O cooperativismo, como se sabe, é o único movimento socioeconômico do planeta que se desenvolve sob uma mesma orientação doutrinária, e assim é desde o seu surgimento na primeira metade do Século XIX (1844), em Rochdale, na Inglaterra.
Os direcionadores doutrinários vêm representados especialmente por valores e princípios, adotados em todo o mundo. E o que vem antes? Os valores, perenes, de raízes mais profundas — a base de toda a estrutura —, precedem e dão origem aos princípios. Estes, por sua vez, traduzem os valores e os levam à prática no meio cooperativo. Os princípios são uma espécie de ponte ligando grandes diretrizes a ações.
Para dar a necessária dinâmica e atualidade à doutrina cooperativista, os princípios — diversamente dos valores –- são passíveis de revisão (atualização) na linha de tempo, o que, já aconteceu algumas vezes no âmbito da Aliança Cooperativa Internacional (ACI).
Diferentemente dos princípios, delimitados formalmente, não existe rol conclusivo ou exaustivo de valores. Das inúmeras referências feitas por doutrinadores no mundo todo, a enunciação mais recorrente recai sobre a:
1) SOLIDARIEDADE, cuja essência reside no compromisso, na responsabilidade que todos têm com todos, fazendo a força do conjunto e assegurando o bem de cada um dos membros. É uma espécie de reciprocidade obrigacional, justificada pelo interesse comum. Ser solidário é praticar a ajuda mútua (esta, por vezes, aparece como valor autônomo), é cooperar por definição, é tornar o empreendimento sólido.
2) Liberdade, que está no direito de escolha pela entidade cooperativa, tanto na hora do ingresso como no momento da saída, podendo a pessoa, enquanto cooperado, mover-se e manifestar-se conforme a sua vontade e consciência, respeitados os limites estabelecidos coletivamente.
3) Democracia, diretamente relacionada ao pleno direito de o associado participar da vida da cooperativa em toda a sua dimensão, especialmente pela palavra e pelo voto, implicando, em contrapartida, respeito às decisões majoritárias. Indica também acesso universal, sem discriminação de qualquer espécie. É pela democracia que se exerce a cidadania cooperativa.
4) Equidade, que se manifesta, fundamentalmente, pela garantia da igualdade de direitos, pelo julgamento justo e pela imparcialidade, tanto em aspectos econômicos como sociais.
5) Igualdade, que impede a segregação em razão de condição socioeconômica, raça, gênero ou sexo, ideologia política, opção religiosa, idade ou de qualquer outra preferência, ou característica pessoal. A todos devem ser assegurados os mesmos direitos e as mesmas obrigações.
6) Responsabilidade, que tem a ver com a assunção e o cumprimento de deveres. Como cooperada, a pessoa é responsável pela viabilidade do empreendimento, incumbindo-lhe operar com a cooperativa e participar das atividades sociais. Cada qual responde pelos seus atos, devendo conduzir-se com retidão moral e respeito às regras de convívio adotadas coletivamente.
7) Honestidade, que se liga à verdade por excelência. É uma das marcas de pessoas de elevado caráter. Tem a ver com retidão, probidade e honradez. Dignidade, enfim.
8) Transparência, que diz respeito à clareza, àquilo que efetivamente é, sem ambiguidade, sem segredo. No meio cooperativo, todos têm de ter conhecimento preciso sobre a vida da entidade: sua gestão, seus números, suas regras.
9) Consciência socioambiental, que se conecta ao compromisso do empreendimento cooperativo, naturalmente de caráter comunitário, com o bem-estar das pessoas e com a proteção do meio ambiente compreendidos na sua área de atuação, preocupação que envolve desenvolvimento econômico e social e respeito ao equilíbrio e às limitações dos recursos naturais. A palavra-chave, aqui, é sustentabilidade. Pelo seu significado e a sua atualidade, estuda-se no âmbito da ACI dedicar ao tema um novo (8º) e exclusivo princípio universal do cooperativismo.
Essas, portanto, são as diretrizes mais abrangentes do movimento cooperativista, e influenciam a elaboração dos princípios e das regras aplicáveis a todas as organizações de natureza cooperativa nos quatro cantos do mundo. Mais publicações relacionadas:
A seguir algumas referências bibliográficas que podem enriquecer o artigo sobre os valores universais do cooperativismo:
Holyoake, G. J. (2007). The history of co-operation. Este livro fornece uma visão abrangente da história do cooperativismo, desde seus primórdios até os desenvolvimentos mais recentes, destacando os desafios socioeconômicos que deram origem ao movimento cooperativista.
Vanek, J. (1977). The general theory of labor-managed market economies. Esta obra oferece uma análise profunda da teoria econômica por trás das empresas cooperativas, explorando como os valores cooperativistas podem ser aplicados em modelos de negócios alternativos.
International Cooperative Alliance. (2020). Cooperative Identity, Values & Principles. Este documento da Aliança Cooperativa Internacional oferece uma visão atualizada dos valores e princípios do cooperativismo, fornecendo uma base sólida para compreender a essência do movimento cooperativista.
Global Entrepreneurship Monitor. (2020). Report on Social Entrepreneurship 2020/2021. Este relatório aborda o papel das cooperativas como formas de empreendedorismo social, destacando seu impacto positivo na sociedade e na economia, o que pode fornecer dados valiosos para apoiar os argumentos do artigo.
Campos, S. M., & Souza, M. G. (2018). Cooperativismo e desenvolvimento regional: Uma análise das cooperativas de crédito rural no Brasil. Este estudo oferece uma análise detalhada do papel das cooperativas no desenvolvimento regional, destacando como os valores cooperativistas podem promover o crescimento econômico e a inclusão social.
Marciano, E. M. (2016). Princípios e valores cooperativistas: Aplicações no setor agropecuário. Neste artigo, o autor explora como os princípios e valores do cooperativismo são aplicados no contexto específico do setor agropecuário, oferecendo insights valiosos sobre como esses valores são traduzidos em práticas comerciais reais.
No Contexto Cooperativista, a Saúde, Segurança e Qualidade de Vida dos Cooperados e seus Familiares são Filares Inabaláveis. (Autor: Ainor Lotério)
No âmago do cooperativismo reside uma essência transformadora, onde valores como democracia, igualdade, equidade, solidariedade, honestidade, transparência e responsabilidade social se amalgamam para tecer uma rede de apoio e prosperidade. O cooperativismo transcende a mera organização econômica; é uma doutrina que fortalece, uma educação que enobrece e uma motivação que impulsiona.
No contexto cooperativista, a saúde, segurança e qualidade de vida dos cooperados e seus familiares são pilares inabaláveis. Os sete princípios fundamentais para uma gestão e governança segura da cooperativa são como faróis, guiando o caminho para proporcionar renda, saúde e segurança aos associados. O poder é compartilhado entre os cooperados, promovendo a participação ativa e a sensação de pertencimento. A adesão à cooperativa é uma escolha livre e consciente, sem discriminação ou barreiras. Todos contribuem e se beneficiam de acordo com sua participação, promovendo o senso de responsabilidade e colaboração. A cooperativa é uma entidade autônoma, capaz de tomar decisões em benefício de seus membros e da comunidade. O conhecimento capacita os cooperados, promovendo seu desenvolvimento pessoal e profissional, e garantindo o cumprimento das normas de segurança e saúde no trabalho.
Veja aqui algumas Palestras que proferimos nas Sipat,s de Cooperativas: https://ainor.com.br/?s=sipat
A intercooperação fomenta a colaboração entre cooperativas, compartilhando recursos e conhecimentos para alcançar objetivos maiores e mais ambiciosos. As cooperativas são parte integrante das comunidades onde atuam, contribuindo para seu desenvolvimento econômico, social e ambiental.
No ambiente cooperativista, a segurança no trabalho reflete os valores de responsabilidade e cuidado mútuo. A valorização e proteção da saúde mental e física promovem a solidariedade e apoio entre os membros da cooperativa. Incentivar hábitos saudáveis e promover o equilíbrio entre vida pessoal e profissional contribuem para a qualidade de vida e motivação dos colaboradores.
A prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, a ergonomia e a cultura de segurança são essenciais para promover um ambiente de trabalho seguro e confiável.
Os princípios cooperativistas constituem a base para construir um futuro melhor para todos. Com democracia, igualdade, equidade, solidariedade, honestidade, transparência, responsabilidade social e ações concretas, o cooperativismo se consolida como uma força transformadora, melhorando vidas e comunidades.
Referências Bibliográficas:
Andersen, C. M., & Skjoett-Larsen, T. (2009). Corporate social responsibility in global supply chains. Supply Chain Management: An International Journal, 14(2), 75-86.
Bachelet, M. J., & Balsamo, L. A. (2016). A responsabilidade social das cooperativas e sua divulgação no setor de saúde. Revista Contemporânea de Contabilidade, 13(29), 117-142.
Chaves, R. H. M., Pereira, R. J., & Serra, F. A. R. (2016). Health and safety at work: A qualitative analysis of production cooperative in Santa Catarina. Safety science, 84, 131-139.
Clements, R. M. (2007). Self-help, mutual aid, and social welfare. Policy Press.
Dufwenberg, M., & Muren, A. (2006). Generosity, anonymity, gender. Journal of Economic Behavior & Organization, 61(1), 42-49.
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“O encontro de educadores católicos é o pulsar de uma missão sagrada, onde a luz da fé e o compromisso com a educação se encontram para moldar mentes e corações rumo à verdade e ao amor incondicional.” (Diácono Ainor Francisco Lotério).
O Primeiro Encontro de Educadores Católicos da Região Norte, em Santa Catarina, destacou o testemunho vivo da fé católica na profissão, visando gerar consciência entre os professores, para que se tornem comprometidos com a construção de um mundo mais justo e solidário.
No auditório da Paróquia São Luís Gonzaga, em Brusque, Santa Catarina, o 1º Encontro de Educadores Católicos da região Norte, pertencente à Arquidiocese de Florianópolis, foi palco de intensos debates sobre a vocação e a coerência cristã no exercício da profissão docente. Sob o tema “Professores Católicos: Testemunho na Profissão”, o evento reuniu educadores das foranias de Brusque, Tijucas, Itapema, Camboriú e Itajaí.
Tópicos que tocaram à mente e ao coração dos educadores presentes: — professores e educadores precisam estar envolvidos com a mística da esperança; — avalia-te: como te percebes? Como os outros te percebem como educador cristão?; — o Evangelho não pode ser institucionalizado na instituição religiosa, pois Ele a extrapola. — nossa Igreja é o espaço da nossa fé, mas como está sendo a nossa presença cristã na escola em que atuamos?; — o Evangelho é a nossa busca e a abertura à transcendência, uma fraternidade integral baseada no amor pregado e vivido por Jesus Cristo; — a realidade da educação deve trabalhar com que está acima da ideia, mas do fortalecimento dos seres humanos que desejam conhecer para além daqui.
“Pelo que nos trazem os estudos de teologia, Jesus, como educador, demonstrava uma abordagem única em suas relações pessoais e sociais. Ele utilizava parábolas (narração alegórica na qual o conjunto dos elementos evoca, por comparação, outras realidades de ordem superior).
Os recursos que Jesus utilizava incluíam métodos de ensino oral, storytelling e a prática de ensinar por meio de experiências concretas, como seus milagres e interações diretas com as pessoas. Ele adaptava seu ensino ao contexto e às necessidades de seus ouvintes, usando linguagem simples e imagens familiares.
O Mestre da Pedagogia do Amor, por excelência, ensinava por meio de parábolas, transmitindo lições de vida e sabedoria espiritual. Na parábola dos talentos (Mateus 25:14-30), ele ilustrou a importância de utilizar os dons e habilidades que Deus nos concedeu. A parábola da árvore que não dá frutos (Lucas 13:6-9) ressalta a necessidade de produtividade espiritual. O semeador (Mateus 13:1-23) exemplifica a variedade de respostas das pessoas à mensagem divina. Na parábola da ovelha perdida (Lucas 15:3-7), Jesus revela o amor e a misericórdia de Deus ao buscar aqueles que se desviaram. E nos trabalhadores da vinha (Mateus 20:1-16), ele ensina sobre a justiça e generosidade de Deus, independentemente do momento em que se começa a servir. Essas parábolas não apenas instruem sobre aspectos espirituais, mas também oferecem valiosos princípios educacionais, destacando a importância do serviço, da responsabilidade, da perseverança e do amor ao próximo.
O encontro, marcado pela presença do professor Humberto Silvano Herrera Contreras, membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), focou na relevância do papel dos educadores católicos em meio à diversidade religiosa e ao contexto de um Estado laico. A discussão abordou a necessidade de os professores católicos exercerem sua missão de forma inclusiva, promovendo o amor ao conhecimento sem distinção de crenças.
Ao longo da história, a Igreja Católica tem desempenhado um papel significativo na promoção da educação em todo o mundo, criando escolas, universidades e desempenhando um papel fundamental na formação de pessoas. Desde a Idade Média, muitas das primeiras universidades na Europa foram fundadas por instituições religiosas, especialmente pela Igreja Católica. Por exemplo, a Universidade de Bolonha, fundada no século XI, é considerada a mais antiga universidade do mundo em operação contínua.
Além disso, ao longo dos séculos, as ordens religiosas católicas, como os jesuítas, os beneditinos, os dominicanos e outros, estabeleceram escolas e colégios em todo o mundo, desempenhando um papel crucial na educação de crianças e jovens em diversas áreas do conhecimento.
A ênfase da Igreja Católica na educação continua até os dias de hoje, com muitas escolas, universidades e instituições de ensino superior em todo o mundo ainda mantidas pela igreja ou por organizações católicas. Essas instituições frequentemente enfatizam os valores cristãos, juntamente com a excelência acadêmica, e desempenham um papel importante na formação de líderes em várias áreas da sociedade.
A missão da Igreja é estar a serviço dos povos para levá-los ao Cristo e à salvação. Ela é um redil, cuja única e necessária porta é Cristo (cfr. Jo 10,1-10). Tendo presente à concepção bíblica (cfr. Ex 6,7; Rm 11,5) e do Concílio Vaticano II que considerou atentamente a importância da educação na vida do homem e a sua influência crescente no progresso social do nosso tempo, colocando a Igreja como o povo de Deus (LG 9, 10, 13), a comunidade eclesial se situa como a grande impulsionadora na formação dos povos.
“A ação pedagógica de Jesus continua relevante hoje, pois ele enfatizava valores universais como amor, compaixão, perdão e justiça. Sua abordagem centrada no aluno, baseada no exemplo e na experiência, ressoa com os princípios da educação contemporânea, que valoriza a aprendizagem significativa, a empatia e o desenvolvimento integral do indivíduo. Assim, a proposta de educação de Jesus serve como um modelo atemporal de ensino que continua a inspirar e orientar educadores em todo o mundo.”, diz o Diác. Ainor Lotério, após também relacionar o que escreveu com a IA-Inteligência Artificial.
Juntos, Educadores e Igreja, podem atuar com seu testemunho e conhecimento na transformação de vidas, através da: a) formação de cidadãos conscientes, preparando os jovens para serem agentes de transformação social, comprometidos com a construção de um mundo mais justo e solidário; b) do incentivo ao diálogo inter-religioso e, assim, promovendo o respeito mútuo entre diferentes crenças, construindo pontes para a paz e a compreensão num mundo que precisa se preparar cada vez mais para praticar uma educação inclusiva, incluindo a educação católica; c) despertar a esperança para o futuro, inspirando a fé nas novas gerações, preparando-as para enfrentar os desafios do mundo com sabedoria, entendimento, solidariedade e amor.
“Valores Cristãos promovem a educação como um processo integral, que visa o desenvolvimento da pessoa humana em sua totalidade, à luz da fé e da ética cristã. Escolas e universidades católicas sempre ofereceram e oferecem ensino de excelência, formando profissionais qualificados e engajados na construção de uma sociedade mais amorosa e solidária em relação à comunidade. Precisamos zelar para que “nosso povo não seja destruído por falta de conhecimento” (Os, 4, 6)'”, diz o Diácono Ainor Francisco Lotério, que também atua como professor, palestrante e consultor educacional.
A questão do Ensino Religioso na sociedade contemporânea, frequentemente envolta em polêmicas, foi analisada à luz das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Os participantes ressaltaram a importância de disseminar informações sobre o tema sem a intenção de doutrinar os alunos, mas sim promover uma formação integral que contempla todas as áreas relevantes para a sociedade.
Uma das questões que mais preocupam é uma educação na fé voltada à Casa Comum, o nosso Planeta Terra, conforme é tratado na Carta Encíclica Laudato Si, estão relatadas no vídeo das Nações Unidas retratando o caminho da extinção adotado pela humanidade intitulado “Não escolha a extinção”.
Conforme orienta a CNBB-Conferência dos Bispos do Brasil, “a educação é primariamente de responsabilidade dos pais, advertindo o eclesiástico: “Dê muito mimo a seu filho, e ele trará surpresas desagradáveis para você; siga os caprichos dele, e ele deixará você triste” (Eclo 30,9); “Corrija seu filho e faça-o responsável, para depois você não tropeçar na insolência dele” (Eclo 30,3). A educação comporta a experiência da disciplina: “Discipline seu filho, pois nisso há esperança; não queira a morte dele” (Pv 19,18).
Um dos pontos destacados foi a necessidade de uma educação na fé que considere a preservação da Casa Comum, o planeta Terra, em consonância com os princípios da Carta Encíclica Laudato Si. As discussões também enfatizaram o fortalecimento da educação católica, com a promoção de ações conjuntas entre a CNBB e a Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC), visando a construção de um ambiente educacional rigoroso academicamente e enraizado nos valores católicos.
Portanto, “torna-se particularmente urgente oferecer aos jovens um percurso de formação escolar que não se limite à fruição individualista e instrumental de um serviço apenas em vista de um título que deve ser obtido. Além da aprendizagem dos conhecimentos, é necessário que os estudantes façam uma experiência de forte partilha com os educadores. Para uma realização positiva desta experiência, os educadores devem ser interlocutores afáveis e preparados, capazes de suscitar e orientar as melhores energias dos estudantes para a busca da verdade e do sentido da existência, uma construção positiva de si e da vida no horizonte de uma formação integral. De resto, “não é possível […] uma verdadeira educação: sem a luz da verdade”, conforme está no Documento da Congregação para a Educação Católica para os Seminários e as Instituições de Estudo, onde está ressaltada a frase: “Educar juntos na escola católica missão partilhada de pessoas consagradas e fiéis leigos”, o que faz menção aos educadores que não precisam ser ordenados, mas fiéis da Igreja e servos de Cristo.
O encontro encerrou com uma reflexão sobre o Pacto Educativo Global, iniciativa motivada pelo Papa Francisco em 2022, que busca uma educação mais aberta, inclusiva e capaz de promover a fraternidade humana. Essa ampla aliança educativa aspira formar pessoas maduras, capazes de superar divisões e reconstruir o tecido das relações para uma sociedade mais justa e solidária.
Finalizamos com a parte inicial de uma “Oração do Professor”: Senhor! Deste-me a vocação de ensinar e de ser professor. É meu compromisso educar, comunicar e espalhar sementes, nas salas de aula da escola da vida. Eu te agradeço pela missão que me confiaste e te ofereço os frutos de meu trabalho.” Há tantas outras que podem ser encontradas.’
GALERIA DE FOTOS DO EVENTO
O GRÃO DE MOSTARDA E A AGROSOFIA, MÍSTICA DA VIDA COM BASE NAS FORÇAS AGRONATURAIS (Por Ainor Lotério)*.
Inspirada na atemporal parábola de Jesus Cristo sobre a fé e a natureza, essa filosofia oferece uma visão única sobre a motivação humana, integrando elementos de fé, essência e a conexão com o ambiente natural. Na reflexão agrosófica propomos uma reestruturação da vida individual e coletiva, fundamentada nas lições oferecidas pela natureza. Destacamos valores como sabedoria, coragem, paciência, perseverança e fé, essenciais para enfrentar os desafios contemporâneos em todas as áreas da atividade humana.
A agrosofia representa uma abordagem inovadora e inspiradora para motivar indivíduos em suas jornadas pessoais e profissionais, levando-nos a considerar à percepção de que há muito mais de natureza vegetal (seiva da vida) dentro de cada um de nós e em nosso entorno do que imaginamos. Assim como nas práticas agrícolas, em que muito do que é vital para o crescimento das plantas acontece abaixo da superfície do solo, na vida cotidiana também pode haver aspectos essenciais que não são imediatamente perceptíveis.
A analogia mística entre o grão de mostarda e a semente de beterraba para ilustrar a importância da essência sobre a aparência nos faz entender um pouco do que podemos aprender com esse novo jeito de pensar e viver em nossa casa comum ou o nosso planeta. Ele destaca a presença de um vasto potencial latente em cada indivíduo, assim como de cada semente, muitas vezes obscurecido por frustrações e desânimos, ressaltando a necessidade de reconectar-se com as próprias raízes e potencialidades a serem desabrochadas.
A relação entre agricultura e Agrosofia é uma integração entre práticas agrícolas e uma filosofia de vida mais ampla, que visa promover uma compreensão mais profunda e uma conexão mais significativa com a natureza e com nós mesmos. Essa abordagem integrativa tem em vista aplicar os conhecimentos e as práticas agrícolas para compreender e orientar diversos aspectos da existência humana, promovendo uma visão holística e sustentável do mundo.
A palavra “agrosofia” é um termo composto, formado pela junção de “agro”, relacionado à agricultura, e “sofia”, que significa sabedoria em grego. Portanto, agrosofia pode ser entendida como a sabedoria originada do contexto agrícola ou como uma filosofia de vida inspirada nos princípios e processos da natureza e da agricultura.
A agrosofia se revela como uma filosofia de vida profundamente inspiradora, convidando-nos a mergulhar em uma compreensão mais profunda e holística de nós mesmos e do mundo ao nosso redor. Sob essa perspectiva, somos instigados a reconhecer que, assim como nas práticas agrícolas, onde o vigor e a vitalidade das plantas se manifestam a partir das raízes, grande parte da nossa própria essência e potencial reside nas profundezas do nosso ser, não visíveis à primeira vista. É como se a seiva da vida, que nutre e sustenta toda a flora, também fluísse em nosso âmago, influenciando sutilmente nossas jornadas pessoais e profissionais. Essa compreensão nos desafia a olhar além da superfície e a reconhecer a riqueza e a complexidade que permeiam cada aspecto da existência, incentivando-nos a cultivar uma consciência mais profunda e uma conexão mais autêntica conosco mesmos e com o mundo que nos cerca.
A Agrosofia está fundamentada no conhecimento científico e na sabedoria ancestral sobre o comportamento das plantas, propõe uma reconexão entre o ser humano e a natureza. Desse modo visamos inspirar uma nova visão sobre a relação entre indivíduos e o ambiente natural, destacando a importância de aprender com as características resilientes e adaptativas do mundo vegetal. Com essa base de conhecimento agrosófico e científico, abraçada à sabedoria popular (os saberes dos agricultores, os primeiros professores do campo) e ao comportamento das espécies vegetais e suas variedades no ambiente, o fundamento da agrosofia se torna sólido: sua abordagem busca uma reconexão entre o ser humano e a natureza, sem perder de vista a necessidade urgente de repensar nossas motivações em meio às mudanças climáticas e ao aquecimento global.
Após acumular inédito conhecimento e vasta experiência ao longo de sua carreira profissional como extensionista rural, filho de agricultores, gestor público e voluntário de ações voltadas ao meio ambiente e agricultura familiar, muito pude entender esse novo viés de enxergar a natureza. A visão de sustentabilidade adquiri desempenhando um papel crucial na disseminação de conhecimento e práticas sustentáveis no meio agrícola.
Resolvi registrar e disponibilizar esse aprendizado que a vida me deu (e nos dá) na forma de estudos, experiências, tarimba profissional, traquejo e compreensão do processo cognição focado nas leis da natureza e da atividade agrícola, o que intitulei de agrosofia. Isso tudo nos leva para a criação duma cultura de sustentabilidade mais afeta à alma, ao trabalho e ao espírito de cada indivíduo.
Essa filosofia motivacional, também conhecida como motivação agrosófica, visa reestruturar a vida das pessoas em harmonia com as lições oferecidas pela natureza em tempos de desafios climáticos e ambientais. Instiga-se incorporar valores como sabedoria, coragem, paciência, perseverança e fé, adaptáveis a todas as áreas da atividade humana.
A agrosofia transcende as abordagens convencionais de motivação, promovendo uma nova relação entre o ser humano e a natureza. Vê-se que destacamos a importância essencial de se honrar a vida em todas as suas formas e de vivermos em harmonia com as forças naturais, oferecendo uma visão promissora para um futuro mais harmônico, sustentável, promissor e equilibrado.
Por meio da Agrosofia, convidamos os indivíduos a repensarem suas motivações e a reconectarem-se com a sabedoria da natureza, garantindo um crescimento pessoal e coletivo significativo.
A função da agrosofia é traduzir princípios do mundo agrícola para um sistema de filosofia de vida, conhecido como agrosofia, nos dizem que tudo o que podemos não estar vendo, na verdade, podem estar pautando nossa vida e até nossa permanência no planeta.
*Autor: AINOR FRANCISCO LOTÉRIO é Engenheiro Agrônomo, Mestre em Gestão de Políticas Públicas (Instituições, cultura e sustentabilidade), psicopedagogo, Pós-graduado em Gerenciamento de Marketing e Metodologia do Ensino Superior, Comunicação e Extensão Rural, Bacharel em Teologia (Interconfessional) e Filosofia. Inúmeros cursos de extensão universitária. Foi professor secundarista e universitário, servidor e gestor público, Diretor Estadual da Epagri — Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina e Gestor Estadual do Pró-Jovem — Programa de Motivação da Juventude para a Qualidade Essencial na Agricultura e na Pesca e Prefeito de Camboriú. É autor de livro e vários outros textos e artigos, conforme estão evidenciados nos Eixos Eternos do seu Website: www.ainor.com.br E-mail: contato@ainor.com.br Contato/WhatsApp: (47) 99967 5010
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“O COOPERATIVISMO É UM MOVIMENTO ORGÂNICO QUE GERA VIDA FORTE OU INCITA UMA VIDA FORTALECIDA”, afirmou o prof. Ainor Lotério, entre tantos professores, pais, gestores públicos e colaboradores cooperativistas na abertura da palestra.
A PALESTRA, SOLICITADA PELA SICOOB CREDIARAUCARIA, VERSOU SOBRE COOPERATIVISMO NA ESCOLA NUCLEADA LAUDELINO BORGUEZAN, SANTO ANTÔNIO, URUBICI-SC. A participação da comunidade escolar foi efetiva, tendo a escola realizado excelente mobilização, uma vez que vem trabalhando a educação cooperativista em sala de aula. Foi um sucesso de público e participação, tanto de pessoas quanto das instituições. Toda a mobilização foi realizada pela Cooperativa de Crédito Sicoob Crediaraucaria, tendo o apoio forte da Secretaria Municipal da Educação e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural-Epagri, que atua há décadas em Urubici.
O enfoque dado recaiu sobre a tríade “FAMÍLIA + ESCOLA + COOPERAÇÃO” — “FORTALECIMENTO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO E VIDA ENRIQUECIDA”, destacando o “ESPLENDOR DA SOCIEDADE COOPERATIVA NA COMUNIDADE ESCOLAR”.
A Escola Nucleada Laudelino Borguezam (Urubici–SC) vem se notabilizado no quesito ensino de qualidade, chamando a atenção não apenas no âmbito municipal, mas estadual e nacional. Pais, professores, gestores e parceiros se envolvem com afinco, realmente transformando o ambiente escolar”, disse o palestrante da noite, Ainor Francisco Lotério, que também foi extensionista, professor e gestor público municipal.
Assunto que já vem agradando à comunidade escolar é a implantação da Cooperativa Mirim, conforme a legislação, tem uma finalidade educacional, visando desenvolver competências, hábitos e atitudes por meio de práticas pedagógicas que disseminam os princípios do cooperativismo e promovem responsabilidades sociais, morais e coletivas dentro e fora do ambiente escolar.
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A NUCLEAÇÃO ESCOLAR: A organização do ensino no meio rural, por meio de escolas-núcleo, oferece vantagens significativas, incluindo melhorias no processo educativo, apoio e valorização dos alunos e seus familiares, fortalecimento do ensino-aprendizagem pela inteligência cooperativa, gestão participativa da escola, identificação de valores e necessidades próprios do campo, contribuição para a qualidade do ensino oferecido e dinamização do ambiente comunitário e familiar.
O CONTEÚDO E ESTRATÉGIA DE APRESENTAÇÃO E ENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE ESCOLAR E ENTIDADES PARCEIRAS COOPERATIVISTAS PASSOU PELOS SEGUINTES PONTOS:
A luminosidade de uma sociedade cooperativa no seio da comunidade escolar;
O Cooperativismo como que abrange as parcerias estabelecidas no ambiente escolar, com participação do serviço de extensão rural (Epagri) e a promoção da educação (Secretaria Municipal de Educação de Urubici) cooperativista empreendedora (Sicoob Crediaraucaria);
Visou reconhecer a importância da organização do ensino no meio rural, em escolas-núcleo, em oposição às escolas multisseriadas, fornecendo apoio técnico, educacional e financeiro, e fomentando a doutrina e educação cooperativista entre os alunos;
Abordou melhorias no processo educativo, o apoio e valorização dos alunos e seus familiares, o fortalecimento do ensino-aprendizagem pela inteligência cooperativa, a gestão participativa da escola, a identificação de valores e necessidades específicas do campo, a contribuição para a qualidade do ensino oferecido, e a dinamização do ambiente comunitário e familiar.
OUTRO PONTO FORTEMENTE DESENVOLVENDO FOI O QUE RELACIONOU O PROJETO AOS VALORES DE COOPERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA EDUCAÇÃO ESCOLAR.
Desse modo, demonstrou-se que “o Cooperativismo é um movimento global que visa estabelecer uma sociedade justa, livre e fraterna, por meio de empreendimentos que atendam às necessidades reais dos cooperados e remunerem adequadamente a cada um deles” (OCB).
A origem e essência do Cooperativismo remontam a uma comunidade remota da vida rural inglesa, os “rochadelianos”. Neste contexto, a escola se estende no universo comunitário e vice-versa, estabelecendo uma aliança para o desenvolvimento. A participação efetiva e prática, aliada à conscientização, é essencial para a vida plena, como exemplificado pelo processo de compostagem e produção de sabão caseiro a partir de recursos locais. Estas práticas não apenas resolvem problemas, como transformam resíduos em recursos úteis, elevando as consciências para a sustentabilidade.
Por meio do “Programa Aprender Valor” (Banco Central), que visa promover educação financeira em escolas públicas, os alunos podem adquirir insumos e aumentar a produção dos projetos desenvolvidos na escola, estendendo assim os benefícios para suas famílias e comunidade.
Recebido por Ainor Lotério, ex-Prefeito de Camboriú, o qual já recebem também o Prêmio Amigo do Meio Ambiente 2013 e o Prêmio Mérito Prefeito Amadio Dalago (foi Prefeito de Camboriú por três mandatos, além de ter sido vereador) 2022 (Lei Municipal n.º 3.140/2019, em homenagem ao ex-prefeito de Camboriú. A honraria reconhece pessoas que se destacam pelos seus serviços prestados e impactos positivos gerados na sociedade).
Concedida pelo Chefe do Poder Executivo de Camboriú, reconhece os notáveis contribuidores da comunidade. Foi concedida a Ainor Loterio recebeu a Medalha Verde, destinada a cidadãos vivos destacados em suas áreas de atuação, no caso o serviço público com extensionista rural, professor, prefeito municipal, palestrante e voluntariado social.
Ainor Lotério é uma figura notável em Camboriú, Santa Catarina, que deixou uma marca indelével em diversas esferas da vida. Como chefe de família, demonstrou um compromisso inabalável com seus entes queridos, sempre dedicando tempo e energia para apoiá-los e orientá-los.
Durante sua gestão, Ainor Lotério priorizou uma administração transparente e participativa, buscando envolver a comunidade nas decisões e projetos do município, promovendo assim uma maior inclusão e representatividade. Como Prefeito de Camboriú, onde deixou um legado de inovação, dedicação e serviço à comunidade, Ainor Loterio fez, juntamente com sua equipe, uma gestão exemplar, contribuindo significativamente para o crescimento e o progresso de nossa cidade, mesmo tendo enfrentado sérias dificuldades orçamentárias à época.
Na esfera profissional, sua passagem pela ex-ACARESC e EMATER-SC e EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Estado de SC) foi marcada por um profundo comprometimento com o desenvolvimento rural e agrícola. Como extensionista rural, ele trabalhou incansavelmente para levar conhecimento e tecnologia aos agricultores locais, contribuindo para o crescimento e a sustentabilidade do setor. É um cidadão dedicado às questões ambientais, tendo criado o Turismo Ecológico-Rural e a Agrosofia (filosofia de vida com base no agro) e é um cantor apaixonado do Hino Oficial do Município.
Na gestão pública de Camboriú, Ainor Lotério deixou sua marca como prefeito, liderando com visão e dedicação. Sua administração foi marcada por iniciativas inovadoras e pela busca constante pela melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, deixando um legado de progresso e desenvolvimento para a cidade. Suas principais linhas de atuação em sua gestão: Desenvolvimento Urbano: Lotério implementou projetos de infraestrutura urbana, como pavimentação de ruas, construção e revitalização de espaços públicos, visando melhorar a qualidade de vida dos moradores de Camboriú.
Sua liderança visionária e comprometimento com a excelência foram evidentes em todas as esferas de sua atuação.
Como ex-professor e educador do campo (extensionista rural) Ainor Lotério priorizou investimentos na educação, buscando melhorar a qualidade do ensino nas escolas municipais e promover o acesso à educação de qualidade para todos os estudantes.
Sua experiência como extensionista rural foi fundamental para implementar programas e políticas que apoiassem os agricultores locais, promovendo o desenvolvimento sustentável da agricultura e incentivando a adoção de práticas agrícolas mais modernas e eficientes.
Lotério também se destacou por sua atuação em obras sociais, promovendo programas e projetos que beneficiassem os mais necessitados da comunidade, como assistência social, saúde e moradia.
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Como promover atualmente a união e o fortalecimento dos relacionamentos de casais e famílias?
O Movimento Mará Camp’s — Acampamento de Casais (coordenado por Leni e Jorge) desenvolve uma estratégia acolhedora em eventos, os quais já se estabeleceram como um santuário para o fortalecimento da vida dos casais que buscam revitalizar a comunhão conjugal no lar e renovar sua fé. É realizado no campo para dar uma ideia de prática de vida ligada à criação, uma vez que os cristãos são criacionistas. “Àquele que tiver fé como um grão de mostarda, a ele tudo será possível”(Lc 17.6), retrata bem esta associação de motivação humana, fé e natureza. Esta é talvez a mais notável parábola dita por Jesus Cristo, a mais de dois mil anos, para motivar pessoas que escutavam a sua “palestra” e acampavam com ele. Isso está bem retratado na a Agrosofia (https://ainor.com.br/agrosofia-um-novo-jeito-de-motivar-as-pessoas/), mística da vida com base nas forças agronaturais.
Assim iniciou dizendo aos participantes, voluntários dos trabalhos de organização, que “em tempos de distanciamento social, acampar pode ser uma oportunidade incrível e desafiadora de aproveitar uma viagem como sendo o Caminho da Verdade e da Vida. Motivar os viajantes a conhecerem o destino de Jesus Cristo, o Salvador das almas, a aproveitarem ao máximo esse retiro.”
Pesquise bem o seu destino: como estará o tempo, melhores lugares para camping, meio de transporte, as suas necessidades fisiológicas, etc., enfim, como está o trajeto/ (Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim. Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto. Jo 14, 6-7)
Leve uma barraca adequada: a barraca é o que caracteriza o acampamento, sua montagem, uso e desmontagem (passagem do povo pelo deserto, durante 40 anos, depois da saída da escravidão no Egito (Ex 15,22—40,38).
Leve lanternas: a barraca (normalmente, e nós também) não tem iluminação própria (A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho. Sl 119, 105)
Tenha um bom equipamento (casa, saco de dormir, etc.) para dormir: E Jesus disse: “Vinde e vede”. Eles foram e viram onde Jesus estava morando; e ficaram com Ele aquele dia, sendo isso por volta da hora décima. (Jo 1,39). Sua barraca é sua casa!
Planeje suas refeições com antecedência: a infraestrutura será mais simples do que a de uma cozinha doméstica… “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14, 16): o lema da Campanha da Fraternidade 2023. Leve alimentos essenciais durante os passeios.
Leve mochila e roupas adequadas: vestir-se da forma mais adequada possível, calçados confortáveis, casaco impermeável ou uma capa de chuva, equipamentos, pois nunca se sabe quando pode chover. Porém, o Senhor nos orienta: “Não leveis sacolas de viagem, nem uma túnica a mais, segundo par de sandálias ou um cajado; pois digno é o trabalhador do seu sustento.” (Mt 10,10)
Não esqueça itens importantes de cuidado diário: em tempos de doenças epidêmicas leve repelente, protetor solar, protetor labial, remédios, canivetes, garrafas d’água, toalhas, itens de higiene pessoal. “Amados, insisto em que, como estrangeiros e peregrinos no mundo, vocês se abstenham dos desejos carnais que guerreiam contra a alma. Vivam entre os pagãos de maneira exemplar para que, naquilo em que eles os acusam de praticarem o mal, observem as boas obras que vocês praticam e glorifiquem a Deus no dia da sua intervenção.” (1 Pe 2, 9-12)
Respeitem a natureza!: casa comum, nossa responsabilidade (lixo, som, invasão de privacidade, bebida, orações, etc.). É importante que a experiência seja ótima para todos e que ninguém saia prejudicado! Ajam de acordo com o lema da CF2023: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).
Solidariedade e ajuda mútua e a amizade social: convivam de modo a despertar a consciência social dos fiéis e promover a transformação da sociedade a partir da vivência dos valores cristãos, pois “Vós sois todos irmãos e irmãs” (Mateus 23,8)/lema da CF2024.
A atmosfera do Mará é impregnada com uma aura de confidencialidade e confiança — “O que acontece no Mará fica no Mará” é mais do que um lema, é um compromisso mútuo de respeitar as experiências íntimas compartilhadas dentro do sagrado espaço familiar. É uma promessa de segurança emocional e espiritual para todos os participantes.
Ao se prepararem para essa jornada, os casais podem esperar imergir em uma experiência acolhedora e transformadora. Sob as estrelas e entre a natureza exuberante, eles são convidados a explorar os fundamentos da fé, da esperança e do amor com espiritualidade profunda. Por meio de atividades dinâmicas, sessões de aconselhamento, momentos de reflexão e oração, eles são guiados a descobrir e fortalecer os laços que os unem.
O amor que permeia o Mará é mais do que simplesmente romântico; é transcendental. É um amor que ultrapassa as barreiras da superficialidade e mergulha nas profundezas do coração, desafiando e transformando vidas. É um amor que reconhece a divindade dentro de cada parceiro, nutrindo não apenas o relacionamento entre eles, mas também sua conexão com o sagrado.
Cada casal que participa do Mará sai enriquecido com uma bagagem renovada de compreensão, perdão e comprometimento. Eles retornam ao mundo com uma nova perspectiva sobre seu relacionamento e uma renovada disposição para enfrentar os desafios juntos, apoiados pela presença do Divino Espírito Santo em suas vidas.
Assim, o Mará Camp’s — Acampamento de Casais — continua a ser um farol de esperança e renovação para aqueles que buscam fortalecer seus laços amorosos e espirituais. É um refúgio onde o amor verdadeiro é celebrado e cultivado, transformando não apenas os relacionamentos, mas também as próprias vidas dos participantes.
O Mará Camp’s — Acampamento de Casais pertence à Paróquia Divino Espírito Santo, de Camboriú, Estado de Santa Catarina.
GALERIA DE FOTOS DO EVENTO
Este artigo trata do relato de experiências sobre a relação entre o cooperativismo e a sucessão familiar, um dos principais desafios a serem enfrentados na atualidade, está publicado no Livro “COOPERATIVISMO E ASSOCIATIVISMO EM SANTA CATARINA NO CONTEXTO DA IMIGRAÇÃO ALEMÃ PARA O SUL DO BRASIL” (Organizadores: Elisandra Forneck, Leandro Maqyer e Gilvane Kern), título cujo objetivo foi alinhar-se com os 200 anos da colonização alemã e sua interfase com a origem do cooperativismo na região Sul brasileira.
Família e cooperativa não são entidades ambivalentes, mas organizações voluntárias, abertas ao desenvolvimento, que têm interesses comuns na mesma sociedade onde se fundam.
O conhecimento da realidade das famílias e jovens e a revisão da literatura mostram-nos que a perspectiva da sucessão interfere de maneira importante nas estruturas de produção, geração de renda e bem-estar das propriedades e cooperativas (ABRAMOVAW, 1998).
O objetivo é entender a influência e os desafios do cooperativismo na definição de novos sucessores familiares, bem como sugerir estratégias que facilitem o processo sucessório cooperativo-familiar, acolhendo os sucessores potenciais não como simples herdeiros, mas como legatários ideais dos empreendimentos e sonhos familiares cooperativistas.
No artigo completo sobre a “Relação do Cooperativismo com a Sucessão Familiar: análise, desafios, lições e estratégias preditivas”, que está à disposição em PDF a quem desejar se aprofundar, alguns tópicos chamam a atenção:
1 — MAIS DO QUE HERANÇA: A Sucessão é, mais do que herança, um legado, e uma família deve deixar à descendência uma memória planejada e transformadora da realidade da propriedade.
2 — SUCESSOR NÃO É CLIENTE, MAS TAMBÉM DONO: um sucessor nem sempre é uma pessoa com atributos iguais aos de seus pais, mas semelhantes aos deles, pois, em sendo assim, tudo continuará do mesmo modo na propriedade, o que nem sempre é conveniente. Ele não deve ser visto como um suplente comum em um cardo, mas como um dono na origem, assim como “uma cooperativa não possui associados, mas os associados possuem a cooperativa”.
3 — CARTA DA JUVENTUDE VALORIZA A VIDA E EVOCA ESFORÇO FAMILIAR E COOPERATIVO: informações obtidas na Carta da Juventude Rural/Pesqueira de Santa Catarina, escrita em 1999, fruto de um grande trabalho em parceria entre o Governo do Estado/Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina) e a Sociedade Catarinense, quando desempenhei a função de Gestor Estadual do Pró-Jovem, davam conta de que: a juventude carece de uma política pública governamental contínua e constantemente renovada, que assegure a qualificação profissional, oportunize o desenvolvimento de potencialidades humanas e das propriedades, além de valorizar aspirações e habilidades dos futuros sucessores.
4 — EXPERIÊNCIAS POSITIVAS AMPARAM A DECISÃO NO PROCESSO SUCESSÓRIO, ou seja, quanto maior a mesa da cooperação mais se comunga do mesmo pão e, quanto mais diversificada a propriedade familiar em termos de atividades agrícolas (cultivos e criações) e não-agrícolas (oficinas, marcenarias, confecções, indústrias, etc.), maior a chance dos filhos se tornarem sucessores por atividade.
5 — SUCESSORES COM CHEIRO DE TERRA E INOVADORES: um programa de sucessores rurais familiares deve focar no desenvolvimento humano, criando assim interessados em trabalhar e viver no campo, mas, sobretudo, sucessores com cheiro de terra e gosto pela vida no campo.
6 — FILHOS DO ÊXODO RURAL: os jovens, vendo-se desprezados de certo modo por essas entidades públicas e representativas, partiram em busca de melhores condições de vida (emprego, saúde, educação, lazer, valorização pessoal), abandonando as propriedades e os municípios, tendo como destino as cidades grandes.
7 — SUGESTÃO DE UM PLANO DE SUCESSÃO FAMILIAR COM BASE NOS PRINCÍPIOS COOPERATIVISTAS: parafraseando os princípios cooperativistas, os quais devem estar no seio do lar e da propriedade, estrutura-se uma proposta de encaminhamento para a formação de sucessores no âmbito da propriedade familiar.
8 — MAIS DO QUE PAPEL, MISSÃO DO COOPERATIVISMO: As cooperativas, ao lado das famílias, estão sendo desafiadas a tomarem decisões muito fortes ao longo das diferentes fases da empresa e da vida de cada um de seus associados. Fazer a sucessão é garantir a própria evolução qualificada.
9 — CONHECIMENTO DA REALIDADE INTERNA E EXTERNA: a importância do conhecimento referente ao passado, a pisada firme no presente e um olhar agudo no cenário futuro exige que estejamos adequadamente preparados não apenas tecnicamente, mas doutrinariamente iniciados na educação cooperativista, pois a cooperação humana é alavanca de desenvolvimento local e regional, nacional e planetária.
10 — PAIS E COOPERATIVISTAS SÃO CAPAZES DE INTERVIR ESPECIFICAMENTE EM CADA SITUAÇÃO: somos seres de relação, de famílias, e não nascemos para o isolamento, mesmo que temporário. Precisamos fazer surgir um diálogo intergeracional e cooperativo dentro das propriedades rurais familiares, onde tema da sucessão possa ser encorajado e bem administrado.
11 — HÁ VAGAS PARA SUCESSORES RURAIS FAMILIARES: a carência de sucessores e a supressão da população jovem por falta de incentivo e preparo ameaça o futuro da agricultura familiar. Somado a isso, dificuldades econômicas e razões culturais incentivam esvaziamento da população jovem no meio rural.
12 — O DESAFIO DE PLANEJAR A SUCESSÃO FAMILIAR NA ATUALIDADE: um dos maiores desafios é planejar a sucessão atualmente, quando há cada vez menor número de jovens disponíveis para a sucessão familiar. Outro problema é que em muitas famílias capitalizadas não há sucessores e nas famílias mais numerosas não há terra para tanto, de modo que se possa manter a vitalidade dos negócios da propriedade.
Entrevista com AINOR LOTÉRIO
13 — APRENDENDO COM AS LIÇÕES DEIXADAS PELOS ANTEPASSADOS: o novo padrão de modernização da agricultura e do rural só se estabelece quando apreendermos as lições arduamente deixadas pelos antepassados (valorização das famílias, interesse pala comunidade, solidariedade pelos vizinhos, ajuda mútua e espírito empreendedor cooperativista) e abraçamos as necessidades tecnológicas de inovação do presente.
14 — Porque AS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DOS AGRICULTORES TARDARAM EM REAGIR AO VAZIO DE SUCESSORES: o campo sempre anunciou o êxodo rural, que ocorreu massivamente e pouco se fez enquanto ele drenava famílias inteiras e filhos e filhas, os quais nem sempre encontraram a realização dos seus sonhos, mas o infortúnio da falta de oportunidades para todos nas cidades. Por que se demorou tanto a agir?
15 — A FAMÍLIA RURAL, OS NOVOS SUCESSORES E A COOPERATIVA: associar-se à cooperativa é formar uma potente família legalmente organizada, para vencer os embates competitivos num mundo globalizado, onde o longe de outrora é o aqui e agora. A terra da propriedade familiar não encerra a vida, mas possibilita sempre o seu recomeço; a cooperativa dá segurança e estabilidade aos negócios e geração de renda com base na sociedade de pessoas com objetivos e ideais comuns.
16 — LIDERANÇA COOPERATIVISTA COM INTELIGÊNCIA E VISÃO DE COMUNIDADE: uma instituição cooperativa que não constitui um plano de sucessão em todos os níveis está fadada a morrer pela ausência de excelência humana, a única riqueza realmente verdadeira duma associação de pessoas com objetivos comuns. É primordial para uma entidade cooperadora edificar sucessores.
17 — ESTRATÉGIAS PREDITIVAS PARA ANTECIPAR A SUCESSÃO FAMILIAR: a análise preditiva objetiva avaliar o passado e o presente para prever o futuro da sucessão. Assim, a estratégia preditiva é montada através da junção do alto volume de informação produzida (em todas as áreas diariamente no mundo) com os avanços tecnológicos. Prever ações para um futuro mais seguro é uma necessidade num mundo em constantes mudanças, e o é ainda mais necessário numa atividade desempenhado a céu aberto, como a agricultura.
18 — NECESSIDADE DE NOVAS ESTRATÉGIAS COOPERATIVAS: as cooperativas de todos os ramos (atualmente sete: agropecuário, de crédito, de transporte, de trabalho, produção e bens de serviço, de saúde, de consumo e de infraestrutura) precisam assumir um pragmatismo de destaque na sensibilização de seus cooperados, sobre a importância da participação das famílias no processo sucessório.
20 — O RENASCIMENTO RURAL E O RESGATE DE EXPERIÊNCIAS NA AGRICULTURA FAMILIAR: nesse contexto, a sucessão rural familiar é um tema que jamais se esgota, mas que muita liderança retrógrada sabota, prejudicando de forma oculta e insidiosa, minando os sonhos de muitos sucessores, especialmente quando se agarram “com unhas e dentes” a seus conceitos e cargos.
21 — COOPERATIVISMO COM ESPÍRITO FAMILIAR-FORTALECENDO GERAÇÕES: uma família e uma cooperativa não se regulam apenas pelas leis do mercado, mas pelas relações humanas que fortalecem uma sociedade, pois a sociedade de pessoas é maior do que o mercado, podendo este ser excludente nalgumas situações.
Com esse espírito familiar acolhedor em ação, a importância do cooperativismo passa a ser sentido a partir do seio do lar, de modo que possa incentivar aí o surgimento de novos sucessores para o agronegócio e novos sócios.
As novas gerações precisam ser iniciadas e educadas sobre a nobreza do verdadeiro cooperativismo, de maneira que entendam por que é que muitas cooperativas faliram, enquanto outras funcionam tão bem até nossos dias.
Uma cooperativa é uma entidade complexa, que inclusive muitos sócios não sabem como funciona, mas precisam se interessar no assunto, afinal, a empresa cooperativa é deles.
Em última análise, sucessão familiar acontece cooperativamente dentro da propriedade, pois é aí que a própria cooperativa nasce de verdade.
A PAZ NA FAMÍLIA E EM CADA UM DE NÓS – “COM TRANSPARÊNCIA, ANDAREMOS NA LUZ DO SENHOR” – Seminário Arquidiocesano do Movimento de Irmãos.
Foram palestras promovidas pelo Movimento de Irmãos, um movimento de serviço pastoral e prestação de serviços na formação de casais. O que não diz respeito apenas ao “rezar, cantar, refletir, mas ao agir concretamente no seio da comunidade, fazendo um investimento no fortalecimento da relação conjugal, o matrimônio e o convívio familiar.
A PAZ NA FAMÍLIA E EM CADA UM DE NÓS exige transparência e força de vontade para implementar essa verdade na existência cotidiana.
Uma busca nos dicionários sobre a paz nos aponta para a “relação entre pessoas que não estão em conflito; acordo, concórdia, enfim, uma relação tranquila entre cidadãos; ausência de problemas, de violência entre pessoas, famílias, comunidade, nações.”
Olhando na grande mídia, vemos as grandes violências urbanas, as guerras, enfim, gente matando gente por razões banais. Um justifica a sua ira, outro não dá explicações e uma série de estudos comentando até com certa normalidade a violência espalhada nas ruas e a falta de paz em toda parte. Para alcançarmos a paz, é melhor começar já no trabalho, na mente, no coração, dentro do lar.
Alcançar a paz no mundo só é possível se todos fizermos a nossa parte pensando no todo, pois só quem pensa no todo produz ações com envergadura maiores que a circunferência do seu umbigo. A paz é uma tarefa de cada um e missão da comunidade, que começa nas atitudes e comportamentos de cada momento vivido.
Acabar com abuso, exploração, tráfico e todas as formas de violência contra crianças.
Promover o Estado de Direito e garantir a igualdade de acesso à justiça.
Diminuir fluxos ilegais financeiros e de armas e combater o crime organizado.
Reduzir a corrupção e o suborno em todas as suas formas.
Desenvolver instituições eficazes, responsáveis e transparentes – tais como governos, organizações governamentais ou não, instituições sociais ou de solidariedade.
Garantir a tomada de decisão responsável, inclusiva, participativa e representativa em todos os níveis.
Assegurar o acesso à informação e proteger as liberdades fundamentais.
Promover e fazer cumprir leis e políticas não discriminatórias.
O QUE FAZER PARA VIVER A VIRTUDE DA TRANSPARÊNCIA?
Vivemos tempos hodiernos e em cidades grandes, tempos confusos e achismos por toda parte, corações pequenos e compreensões reduzidas pela ansiedade e correrias.
Para se viver com transparência, é necessário compreender o conceito e viver sua prática, pois ser transparente é caminhar com uma virtude que impede a ocultação de alguma vantagem, fraqueza ou miséria pessoal, não exagera, não inventa vantagens e desvantagens. É também a capacidade de nos apresentarmos diante do outro como realmente somos.
Responder a essa questão aos olhos da fé exige um pensamento mais aprofundado do que nas coisas mundanas. Principiamos por uma citação das escrituras sagradas, onde Deus disse: “Das trevas resplandeça a luz”. O que sentimos, e novamente lembro do olhar da fé, é que “Ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo”, conforme está citado em 2 Cor 4, 6.
Ser transparente é deixar se ver pela luz da verdade, o que procuramos caracterizar nas telas com gravuras, fotos e textos a seguir:
Como cada trabalho nosso é preparado e personalizado de acordo com o perfil do público alvo, tema e objetivos, a fé não foge a essa tríade.
O evento, organizado pela ESCOLA BASICA MUNICIPAL PROFESSORA UMBELINA LORENZI, em parceria com a Secretaria Municipal da Educação do Município de Imbuia-SC, levou cerca de quatrocentos e cinquenta pais, mães e familiares (450) ao ginásio de esportes da escola.
O palestrante (com carreira fundamentada na área da educação, conforme pode ser conferido em seu portal www.ainor.com.br)” conduziu a Palestra: O PAPEL DA FAMÍLIA NO CONTEXTO ATUAL (UM OLHAR PARA A ESCOLA) duma forma que envolveu, conscientizou e encontou todos os participantes. Percebemos a profunda aceitação durante a palestra, logo na confraternização e isso continuou nos comentários após sua realização. Realmente um grande presente para a comunidade escolar”, disse a Professora Raquel Pavesi Lotério, educadora que sugeriu a vinda de Ainor Francisco Lotério, renomado palestrante, à escola.
O foco central da abordagem foi a relação da família com a escola que é, sem dúvida, um dos temas mais importantes na contemporaneidade junto às unidades de ensino. Sabemos que a família é o principal espaço de referência, proteção e socialização dos indivíduos, independentemente da forma como se apresenta na sociedade, porém não menos importante é a participação da Escola na vida dos filhos e filhas. A família exerce uma grande força na formação de valores culturais, éticos, morais e espirituais, que vêm sendo transmitidos de geração em geração, o que se potencializa quando é feito em cooparação e inteligência coletiva com a escola.
No transcorrer da palestra pais, professores, gestores e demais presentes foram envolvidos na “roda da apresentação”, que contou com musicalização (quando o palestrante Ainor usou o violão para apresentar o tema em estrofes e refrões ligados ao tema, tendo como base músicas bem conhecidas do público).
Os valores humanos (amor, empatia, justiça, honestidade, respeito, honra, liberdade, responsabilidade etc.) vivenciados no ambiente familiar contribuem significativamente para a formação do caráter da criança, para a sua socialização e para o aprendizado escolar. Na sociedade atual, cada vez mais deve ser significativa a participação dos pais na formação e na educação de seus filhos, não deixando à escola (unicamente) essa tarefa. Porém, temos observado, e isso é preocupante, que nos últimos anos a família está deixando para a escola a responsabilidade da educação das crianças, não esta havendo de fato, uma integração entre esses dois sistemas no que concernem as tarefas relativas ao aprendizado das crianças. Foi essa questão que, primordialmente, levou os professores e gestores, em contato com a comunidade escolar realizar esss evento/palestra de grande repercussão.
O treinamento, realizado na sede da Unimed Anápolis, levou aos participantes uma visão integradora do Sistema Cooperativista, tendo como base a cooperativa na qual trabalham.
Os colaboradores da Cooperativa Unimed Anápolis, que é do Ramo Saúde, receberam conteúdo apropriado e aprofundado sobre o modo de considerar as pessoas (os colaboradores principalmente) que fazem parte do grupo de trabalho como parceiros, e não como adversários. De igual forma procurou-se desenvolver a empatia, ou seja, colocar-se cooperativamente no lugar do outro, priorizando os interesses da cooperativa acima dos interesses pessoais.
O Sistema Cooperativista sempre nos coloca e dispõe no mesmo mundo, uma vez que nos liga por um contrato, valores e princípios, organização e objetivos comuns, tendo sempre em vista o interesse pela comunidade/sociedade.
O cooperativismo, como se sabe, é o único movimento socioeconômico do planeta que se desenvolve sob uma mesma orientação doutrinária, e assim é desde o seu surgimento na primeira metade do Século XIX (1844), em Rochdale, na Inglaterra.
Entender a dimensão e o funcionamento estratégico do cooperativismo no mundo, em cada América, País, Estado, Município e Comunidade foi o objetivo do “Treinamento: Sistema Cooperativismo”, realizado no auditório da Unimed Anápolis, com o apoio da OCB/GO, operacionalizado pelo SESCOOP-GO (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Goiás) . O SISTEMA OCB/GO acompanha de perto as cooperativas para lhes oferecer soluções e apoio especializado para a sustentabilidade do negócio.
DURANTE O TREINAMENTO ALGUMAS PERGUNTAS FORAM FEITAS E RESPONDIDAS DE MANEIRA MUITO PARTICIPATIVA:
O que é e quando existe Cooperação? Cooperação é o ato ou efeito de cooperar. Todos juntos ajudando a realizar alguma coisa. Trabalhar juntos com paciência e afeição. Existe cooperação quando as pessoas trabalham para um objetivo comum. Requer que se reconheça o valor do papel de cada um e que se mantenha uma atitude positiva.
O que é uma cooperativa? É uma organização empresarial de propriedade, operada por um grupo de indivíduos para seu benefício mútuo. É uma sociedade de pessoas, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, não sujeitas à falência, constituídas para prestar serviços aos associados, mas que deve pautar sua caminhada em valores e princípios cooperativistas.
Como uma cooperativa ganha dinheiro? Ganhar dinheiro com o cooperado significa garantir bons preços na compra de insumos, bons preços na venda de mercadorias e processos eficientes, que reduzem custos e/ou agregam valor: o cooperado ganha e a cooperativa também. Produz resultado de eficiência operacional e estratégica e não lucro.
Qual é a função da cooperativa dentro do Sistema Cooperativista? Defender os interesses de determinadas classes e suas atividades produtivas, promovendo, ao mesmo tempo, o desenvolvimento econômico e social (individual e coletivo), sempre de maneira sustentável e equilibrada.
Quem é o dono de uma cooperativa? É uma propriedade coletiva, um patrimônio que pertence a uma sociedade e não a um único indivíduo. Dessa forma devemos concluir que a cooperativa é a junção da sociedade de pessoas com a empresa coletiva. E sendo assim, a cooperativa não tem sócios – são os sócios que têm a cooperativa.
Pontos principais e fortalecedores do Sistema Cooperativista:
Sistema: ordem de uma série de coisas;
Cooperativismo: colaboração e associação;
Movimento: colocar em marcha, mover, fazer deslocar-se;
Filosofia: amor à ciência do saber;
Doutrina: valores e princípios que servem de base a um sistema;
Organização: dispõe um sistema para atingir resultados;
Sociedade: relacionamentos coletivos subordinados às mesmas normas;
Ramos: divisões ou subdivisão do caule ou eixo central;
Cooperativa: Sociedades regulada pela Lei 5.764/71 e legislação que vem surgindo.
OS TEMPOS SÃO OUTROS. QUEM NÃO SE ADEQUAR A LINGUAGEM INCLUSIVA TERÁ SÉRIAS DIFICULDADES NO MOMENTO DE TRABALHAR COM PESSOAS/EQUIPES.
Aprender uma nova linguagem para esses tempos de diversidade humana, ou seja, da nossa casa comum, é fundamental para o bom convívio em todas as áreas do viver. Quem não deseja se relacionar bem consigo e com os outros? – Só os que ainda conservam em suas mentes essa desconsideração para com os atingidos, imaginando que o que vinha sendo utilizado há anos possa continuar em uso. Bom é entendermos que as pessoas ficam enfezadas, opa! essa palavra não serve, pois denota um profundo preconceito para com os escravos que deviam retirar as fezes dos drenos dos fundos das casas e, por essa razão, acabavam sujos de fezes. Que horror!
Que providência tomei? Solicitei uma avaliação criteriosa e ao receber o texto fiquei mais preocupado ainda. Em seguida solicitei uma reunião com o mesmo grupo, com aquelas pessoas que me assistiram, as que desejassem estar numa roda de conversa comigo sobre o assunto. Parte do grupo que participou da palestra lá esteve e puderem falar livremente sobre tudo o que houve (insinuações machistas, brincadeiras homofóbicas, ficando também evidente a intolerância religiosa, etarismo, etc.), sem me defender e/ou justificar, mas aprendendo que se fazia necessário me ressignificar, a exemplo do que o grupo postou em sua mensagem. O objetivo foi aproveitar a oportunidade (que poderia ter sido apenas um problema) e aprofundar o tema com esses professores (tornando tudo numa opourtunidade de conhecimento), dirigentes, técnicos e colaboradores dessas instituições de ensino voltadas às pessoa com deficiência. Agindo assim, muito aprendi com um grupo de professores, dirigentes, servidores e servidoras da APAE – Pomerode-SC. Lá, quando da realização da palestra motivacional sobre inteligências múltiplas, objetivando o bom início do ano, acabei por ofender algumas pessoas pelo uso de expressões “aparentemente inocentes” (Ainor Lotério).
Mesmo com o ocorrido, o grupo me avaliou positivamente no dia, inclusive enviando mensagens em vídeo, deixando expressa “a oportunidade de aprender conosco, mas também de sentir abertura em oferecer aprendizado”. Esse foi o ponto alto, especialmente celebrado quando conversamos face a face, ouvindo atentamente e aprendendo sobre o novo momento.
Devemos (é difícil) aprender com os próprios erros e dar liberdade às pessoas da sua família, amigos, círculos de trabalhos, igrejas, eventos e demais momentos sociais para que avaliem seu modo de falar.
Usemos nossas inteligências múltiplas na escolha de palavras e expressões que não sejam preconceituosas, ofensivas a indivíduos ou grupos ou que possam representar atentado à igualdade entre os cidadãos, pois essas palavras e expressões estão sendo repensados e banidos do nosso vocabulário. De igual modo, a pessoa com deficiência e qualquer outra pessoa tem nome, sobrenome e dignidade a ser respeitada.
As palavras que, no passado, mesmo com duplo sentido, preconceito de qualquer tipo ou por prepotência mesmo eram pronunciadas (ex.: mercado negro, denegrir, criado mudo, inveja branca, opção sexual, etc.), hoje não comunicam mais, só atrapalham o convívio e dificultam o relacionamento humano. E isso faz sentido? Faz e muito. Quem estuda a origem e a intenção de uso dessas palavras, especialmente colocadas em frases e contextos, percebe que a intenção não era (e pior hoje) boa. No mínimo ganharam, ao longo do tempo, um uso mais, digamos, inocente. Contudo, os atingidos com essas palavras e expressões sentem o peso das palavras agora inadequadas (outroras muito utilizadas) e dos ofensivos preconceitos e execráveis humilhações.
“A linguagem inclusiva evita o uso de palavras, termos e expressões que possam reforçar estereótipos, preconceitos ou discriminação. É uma forma de comunicação que busca promover a inclusão e a representatividade de todas as pessoas”, conforme podemos ler no Manual de Comunicação da Secom/Senado Federal.
COM QUEM E COMO PODEMOS APRENDER ESSA NOVA LINGUAGEM INCLUSIVA?
Estudando muito, conversando sem preconceito, com a mente e o coração abertos às pessoas diversas de nós, de modo a não criarmos adversidades, mas aprendermos com a diversidade, pois ela é humana.
Entender que a diversidade já é algo próprio e fortalecedor da natureza, onde uma área de vegetação natural, ou seja, com várias espécies diferentes convivendo na mesma gleba (encosta, baixada ou topo de montanha) é mais resistente às mudanças climáticas que uma área desmatada e cultivada com uma planta só. O fato de ter uma planta só sendo cultivada, isso por razões comerciais, a deixa vulnerável a pragas. O que queremos dizer é que cabeça que se deixa cegar é como uma área pouco natural, sem o conhecimento das raízes diferentes de mais espécies. Isso é como se tivesse uma praga, ou seja, uma forma de pensar ensimesmada, onde o indivíduo se comunica sem empatia, pouco se importando com os sentimentos e a condição dos outros.
Abordando um conteúdo estratégico para uma cooperativa que deseja crescer estimulando as múltiplas inteligências de seus colaboradores,
dirigentes, associados e seus familiares, o palestrante Ainor Francisco Lotério, especialista em motivação cooperativista prendeu a atenção dos presentes com uma apresentação instigante e fortalecedora para quem deseja se aprofundar na doutrina cooperativista.
Passando pela essência do cooperativismo e seu poder transformador no trabalho e no lar, o cooperativismo com espírito familiar, fortalecendo associados e colaboradores, envolveu a todos com a motivação e cooperativismo de resultado.
O evento aconteceu na sede da SICOOB CREDIVALE, em Braço do Norte-SC.
Não podia ficar de fora algumas chamadas de atenção sobre liderança e comunicação para o nosso tempo, onde uma “fake news” pode tomar uma feição de verdade e a verdade ficar escondida.
A família e cooperativismo proporcionam um casamento que dá ótimos frutos na sociedade, basta verificar os resultados do cooperativismo catarinense.
Outros pontos, ainda que de forma breve, foram abordados durante quase duas horas de intensa, animada e envolvente palestra: -a importância da motivação cooperativista, o entendimento da missão de cada sócio e colaborador no ambiente de trabalho. -cooperativismo como doutrina de valores e princípios que visa a obtenção de resultados positivos aos associados. -mulher e família, o coração da cooperação e a alma da cooperativa. -o cooperativismo atual e a promoção da autonomia humana. -cooperação como ação para formar para transformar positivamente a realidade e melhorar os resultados. -o brilho familiar e a liderança cooperativista na sucessão. -dados históricos referentes à evolução no cooperativismo e os investimentos atuais do sistema. -dinâmicas de sensibilização e musicalização da apresentação.
AINOR LOTÉRIO tem uma longa trajetória no cooperativismo. Em seu currículo uma formação eclética, possibilitando uma abordagem abrangente: engenheiro agrônomo, mestre em gestão de políticas públicas (instituições, cultura e sustentabilidade), psicopedagogo, pós-graduado em gerenciamento de marketing e metodologia do ensino superior, comunicação e extensão rural, bacharel em teologia (interconfessional) e filosofia. Inúmeros cursos de extensão universitária. suas experiências profissionais. Atuou como extensionista rural por mais de 34 anos. Foi professor secundarista e universitário, servidor e gestor público (diretor estadual da Epagri-Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC e Gestor Estadual do Pró-jovem-Programa de Motivação da Juventude para a Qualidade Essencial na Agricultura e na Pesca, prefeito de Camboriú). Palestrante e instrutor nas áreas de agricultura, cooperativismo, meio ambiente, educação, sucessão e juventude, longevidade humana (idosos) empreendedorismo, família, mulher, trabalho em equipe e inteligência coletiva, gestão pública…foco em motivação (“motivos para a ação humana”).
Foto: Adriano Campos: @adrianoo_camps
O Primeiro Encontrão das Mulheres Unidas Batistenses: MULHER, UM SER QUE NASCEU PARA BRILHAR, ocorreu na Comunidade Bethânia (inspirada na Bethânia bíblica, olhando para os irmãos, Marta, Maria e Lázaro, a Comunidade nasceu como casa de acolhida dos diversos marginalizados da sociedade que procuram um novo jeito de viver), em São João Batista, Santa Catarina.
Foi aí que encontramos (pedalando uma bicicleta e falando do tema e da ciclomotivação, ou seja, da necessidade de movimento para crescer, evoluir e brilhar na comunidade) centenas de mulheres envolvidas num evento especial, onde toda a diversidade humana, lideranças, entidades (Epagri, Senar-SC/Sind.Rural, Prefeitura Municipal/Fundação Municipal de Cultura e Juvfen) e voluntários deram sua força participativa e apoio na mobilização e no dia do evento.
O tema, levado no grande encontro de mulheres, em São João Batista-SC, serviu para refletir sobre a condição da mulher catarinense, brasileira e alguns aspectos do movimento em favor das mulheres em nível mundial. Sua emancipação, formação, gestão familiar, compreensão a respeito da nossa casa comum, ou seja, o planeta inteiro.
Foto: Adriano Campos: @adrianoo_camps
Partiu-se do princípio que um ser humano preparado, que despertou sua potencialidade e seus dons, certamente, terá mais condições de viver na sociedade atual que, mesmo tendo ares de tragédia (mudanças climáticas, conflitos mundiais, dificuldade para sustentar os filhos, manter a relação matrimonial/familiar, educar e preparar os filhos e filhas para o mundo novo) é o lugar do nosso viver. Aqueles seres humanos, no caso as mulheres, que descobrirem seu brilho interior irão iluminar seus caminhos, dos filhos e da sociedade.
Foto: Adriano Campos: @adrianoo_camps
“NÃO É POUCA COISA” conciliar a vida pessoal e familiar com a vida profissional: a sociedade moderna espera que além de realizadas profissionalmente, elas sejam boas mães, eficientes no cuidado com a casa, atraentes para seus maridos”, disse Ainor Lotério, o palestrante escolhido para o momento.
QUEM SÃO ESSAS MULHERES QUE: Como peregrinas: participam de tudo…; Moram na terra e são regidos pelo céu…; Ofendidas, perdoam…; Desonradas, honram…; Jamais desistem de educar seus filhos…; Desejam a realização pessoal e profissional…. SÃO AQUELES SERES HUMANOS QUE NASCERAM PARA BRILHAR E NÃO SEREM ABAFADAS PELO MACHISMO, A VIOLÊNCIA, A FALTA DE CONDIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO DOS FILHOS, A FORMAÇÃO PROFISSIONAL E TANTAS NECESSIDADES DE EVOLUÇÃO!
O Brasil está cada vez mais idoso, negro e feminino. São as mulheres, esses seres que saíram do casulo (considerando-se a metamorfose transformadora, com o que ocorre com as borboletas) e tomaram (ou estão tomando) conta do mundo. Esse tomar conta foi feito muito por aparência e um certo “faz de conta” por parte dos homens que comandavam e ainda comandam a maioria das forças vivas da sociedade. No entanto, em dias hodiernos, as mulheres estão conscientes e evoluindo com mais consciência do seu papel na sociedade, compreendendo que o que faziam na família (dentro de casa) não era apenas “esquentar a barriga no fogão e esfriá-la na pia de lavar louça ou no coxo de lavar roupas”, mas um tomar consciência da igualdade (com visão de equidade de gênero) que a sociedade está a exigir. Esse equilíbrio não se fará por imposição, mas em fazer resplandecer o brilho pessoal, interior, dom de cada mulher.
Meia centena de mulheres cooperativistas, participantes do Programa Mulheres Cooperativistas do Sistema Ocesc/Sescoop-SC, se fizeram presentes intensamente no curso (com duração de oito horas). O programa é desenvolvido pela Cooperativa em parceria com o Sistema OCESC/SESCOOP e se destina as cooperadas, esposas, filhas de cooperados e colaboradoras de cooperativas de qualquer ramo de atividade do cooperativismo do Estado de Santa Catarina.
As cooperativas têm uma difícil tarefa em meio a uma concorrência cada vez mais acirrada. De forma permanente, têm de convencer os seus cooperados, os quais são simultaneamente donos e fornecedores destes empreendimentos cooperativos, que participar ativamente dos negócios e das atividades da cooperativa é a melhor estratégia, a que lhe brindará maiores vantagens.
A gestão social é uma ferramenta essencial para promover a fidelização dos cooperados e o seu interesse em manter uma organização cada dia mais coesa e fiel as suas necessidades (dos cooperados), sendo também uma ferramenta para aproximar interesses e necessidades dos cooperados e suas cooperativas. Para tal, a cooperativa deve se utilizar cada vez mais da comunicação, uma estratégia crucial neste processo de equilibrar a gestão empresarial e social.
A Organização do Quadro Social (OQS) como estratégia e ferramenta para a gestão social e empresarial de uma cooperativa, é um processo sistemático de comunicação e integração que responde à necessidade da cooperativa de se comunicar com seus associados direta e eficientemente. Visa organizar o processo de educação e comunicação das estruturas de gestão e liderança das cooperativas com os associados, bem como o papel desta ferramenta estratégica (OQS) na interface da gestão empresarial com a gestão social.
Os objetivos são: conhecer e integrar a mulher cooperada, oferecer capacitação cooperativista buscando conscientizar, preparar e organizar as mulheres para atuarem de forma comprometida e participativa no quadro social das cooperativas.
Vemos e sentimos que o cooperativismo chama a atenção pela sua forma de gestão participativa, na qual as decisões são focadas no bem-estar comum. E isso só é possível com muita organização, planejamento e trabalho, razão que fez a Cooperativa Itaipu buscar essa formação para suas associadas, pois a participação das mulheres fortalece a cooperativa imediatamente a partir do lar.
O que é e para que serve a OQS numa Cooperativa?
A OQS é a estrutura que possibilita a participação dos associados, dirigentes, lideranças, colaboradores e familiares na vida da cooperativa.
A evolução humana, econômica e social, por conseguintes, só acontece de forma segura quando a cooperativa prima por um processo contínuo e bem fundamentado de Organização do seu Quadro Social (OQS).
A OQS é a organização dos associados (mais que cooperados, cooperativistas) a fim de melhorar a representatividade destes perante a cooperativa, e o relacionamento desta para com eles. Pode-se dizer ainda que é um processo sistemático de comunicação e integração entre o Conselho de Administração e os Associados. Ela é fruto da interação humana transparente, organizada e bem comunicada em todas as instâncias, onde os canais de comunicação estão sempre abertos.
A Organização do Quadro Social (OQS) como estratégia e ferramenta para a gestão social e empresarial de uma cooperativa, é um processo sistemático de comunicação e integração que responde à necessidade da cooperativa de se comunicar com seus associados direta e eficientemente. Visa organizar o processo de educação e comunicação das estruturas de gestão e liderança das cooperativas com os associados, bem como o papel desta ferramenta estratégica (OQS) na interface da gestão empresarial com a gestão social.
A OQS funciona, assim, como uma estratégia de governança bastante sólida para aumentar a participação e o controle democrático na cooperativa. Ganham todos e, ao tornar-se mais eficiente, a cooperativa também ganha musculatura nos mercados em que atua.
A OQS é a própria cooperativa em si funcionando através de instâncias consultivas (não deliberativas) para a participação dos cooperados, para além dos fóruns tradicionais da entidade, quais sejam: assembleia geral; diretoria; conselhos de administração e fiscal; núcleos (feminino, de jovens etc.). E a partir das prioridades de cada cooperativa, criam-se instâncias consultivas que permitem aumentar a aproximação das pessoas e o engajamento dos associados e seus familiares, no desenvolvimento e na gestão cotidiana dessa entidade (uma sociedade de pessoas).
O objetivo final da Organização do Quadro Social (OQS) é atuar em quatro grandes diretrizes: investimento nas competências, gestão estratégica, tecnologia e inovação, possibilitando o bom funcionamento da sociedade de pessoas e a implementação dos seus projetos e negócios junto à base associada e o mercado.
Galeria de fotos do evento
“ALEGRIA DE VIVER E SABEDORIA DE ENVELHECER”, por ser ideal para pessoas idosas ou não, com dinâmica de exposição atraente, procurou demonstrar o que cada um deve e pode fazer para ter uma aposentadoria com renda e qualidade de vida. Afinal, “viver é preciso, envelhecer também é preciso e os mais velhos têm muito a ensinar.
Uma palestra especialmente preparada para promover a motivação e a sensibilização para a longevidade humana, tendo como pano de fundo a alegria de viver e a sabedoria de envelhece, pois, a velhice tem muito a nos ensinar.
O protagonismo relacionado ao envelhecimento deve ser ativo no mundo atual, demonstrando e fazendo ver aos mais novos que envelhecer é uma dádiva bem acima dos sofrimentos e esquecimentos.
Trabalha-se as atitudes comportamentais positivas na terceira idade, bem como a longevidade e busca ativa da felicidade, entre outras falas e dinâmicas bem fortes e envolventes.
O conteúdo da palestra será estendido nos seguintes tópicos:
-O fenômeno da longevidade humana na sociedade contemporânea e “o que fazer com os anos a mais que ganhamos”;
-A papel da alegria na vida do ser humano especialmente na vida madura e seu efeito na longevidade, entendendo os malefícios que a ranzinzice pode provocar, enaltecendo os efeitos do trabalho, do amor e do bom humor;
-Motivando reflexivamente sobre as saídas físicas, culturais, educativas e inclusivas com vistas à longevidade humana com vida de qualidade;
-Conceito positivo e ativo de envelhecimento, orientado ao desenvolvimento (consciência coletiva para investir e valorizar);
-Valorização da jornada, homenagem pelo legado e motivação humana intrínseca e extrínseca: não se pode ser novo fisicamente o tempo todo, mas se pode estimular todas as gerações a bem viver sempre.
-Dinâmicas de interação, musicalização e resgate cultural das épocas vividas, dando cor aos nossos dias, às nossas atitudes e decisões, fazendo da amada velhice uma grandiosa obra viva de arte.
A LONGEVIDADE HUMANA É MESMO UM FENÔMENO QUE VEM IMPACTANDO VIDAS PESSOAIS, FAMILIARES E A SOCIEDADE. É esse fenômeno que provoca constantes eventos envolvendo a vontade de viver mais, não apenas pela contatação do aumento da média de vida da população brasileira, mas pela necessidade de nos prepararmos para saber o que fazer com os anos a mais que estamos tendo”, diz o .
Chegar às idades mais avançadas é sinal de um caminho bem trilhado, quando o conhecimento se funde às experiências vivenciadas durante a jornada existencial. E se uma das únicas certezas que se têm é que só vive muito quem envelhece com saúde e bem, interessara-se pela terceira idade, idade feliz, longa vida, qualidade de vida no envelhecimento, enfim, longevidade humana é fundamental para felicidade da pessoa, evitando que a velhice (quando a pessoa pode apresentar vulnerabilidades físicas, sociais, psicológicas etc.) revele uma face cruel da vida (abandono, más condições de vida, tristeza, ranzinzice, preconceito etc.).
Num mundo de longevidade cada vez maior, onde os sistemas públicos de saúde e de previdência não suportam essa situação dentro de um padrão compatível com as necessidades e expectativas dos indivíduos, o planejamento da vida na terceira idade deve se tornar cada vez mais gênero de primeira necessidade.
Vejamos o que se está criando e aperfeiçoando, o Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL), resultado de estudo que revela as atuais condições e preparação dos municípios brasileiros para o envelhecimento de suas comunidades. A capacidade das cidades grandes, médias e pequenas de atender às necessidades básicas de vida, em especial dos adultos mais idosos começa então a ser notada doravante.
“Eis que faço novas todas as coisas (Jo 21, 5)” foi o tema apresentado durante o Reencontro do Movimento de Irmãos da Igreja Católica, em Florianópolis-SC.
Andar numa vida nova é exibir uma nova qualidade de vida.
A renovação em todos os aspectos da nossa vida, as coisas (tudo aquilo que tem certa utilidade para a nossa existência aqui e no além) requerem um querer pensado, discernido, estratégico e com a preocupação em agir no caminho da verdade e da vida.
A referida palestra foi apresentada no encontro anual de formação e encerramento do ano, tendo como objetivo um informar e formar para o agir, baseado na fé e no amor do Mestre Jesus Salvador.
O Movimento de Irmão da Igreja Católica segue o exemplo do Movimento de Irmãos em nível nacional, que teve origem na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba, no início de 1970, quando foi idealizada uma pastoral como meio de formar uma comunidade de irmãos entre os moradores daquela região. O objetivo com a resolução dos problemas comuns a todos, tentando encontrar uma forma de amenizá-los e, quem sabe, até resolvê-los. Com esse intuito proferimos a palestra “Eis Que Faço Novas Todas as Coisas”. Essa frase é uma declaração cujo significado aponta para o propósito purificador, restaurador e renovador de Deus para o universo e o ser humano. Ter fé é uma questão de atitude, não um mero instrumento cego e descomprometido.
“Podemos formar um exército de reavivamento na fé se formos multiplicadores em nossas comunidades, desde que ajamos como irmãos espirituais (acima de irmão de sangue ou adotivos, mas, indistintamente, seguidores do caminho)” (Diácono Ainor Francisco Lotério, ordenado permanentemente para a diaconia).
O Reencontro do Movimento de Irmãos visa explicitar e vivenciar que a transformação se inicia em nós (em cada um). A partir desse macro (“eis que faço nova todas as coisas”) vamos puxando para outro menor, nossa família, o trabalho, a sociedade etc.
Finalmente, se assim podemos perguntar em conclusão desse texto: você estará mais preocupado com as coisas de Deus do que com as coisas do mundo e com coisas que são eternas? E com as coisas temporárias e que estão acima? E com coisas que estão na Terra? Pode parecer absurdo para quem tem uma visão apenas existencialista, entretanto faz sentido para quem vive o aqui com um olhar da fé mirando no além eterno.
Aqueles que caminham numa vida nova serão movidos pela Palavra de Deus, não sendo apenas leitores e ouvintes, mas também praticantes da Palavra e Personalidade de Cristo.
Eis a citação integral da perícope donde (Ap 21, 1-5) se retirou o versículo: Então vi novos céus e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra tinham passado; e o mar já não existia. Vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia dos céus, da parte de Deus, preparada como uma noiva adornada para o seu marido. Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: “agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou”. Aquele que estava assentado no trono disse: “Estou fazendo novas todas as coisas!” E acrescentou: “Escreva isto, pois estas palavras são verdadeiras e dignas de confiança“.
A COOPERATIVA TEM PRESENTE E FUTURO QUANDO INVESTE NA OQS
A riqueza da Sociedade Humana Cooperativa reside na convergência de diferentes fontes de pensamento e experiências históricas e contemporâneas na promoção do desenvolvimento sustentado (socialmente, ecologicamente e economicamente).
Os tempos da existência duma cooperativa podem ser vislumbrados em seu PASSADO, no seu PRESENTE e no seu FUTURO. O passado é a tradição que nos mostra onde estão suas raízes. O presente nos revela o poder do seu agir no agora. O futuro é uma projeção não garantida, fruto de planejamento, mas que só se efetivará com organização. E essa organização está diretamente fortalecida e clara, ou enfraquecida e escura dentro da teia da Organização do Quadro Social, a chamada OQS. Pode-se perceber que a organização alonga a vida da cooperativa para além desses tempos que o relógio pode marcar, ou sejam, os tempos cronológicos para um tempo além desses, o qual poderíamos intitular como tempo eterno cooperativa. Esse tempo ocorre quando ela tem o ideal de continuar o ideal traçado pelos pioneiros para o além daqui.
Quando se fala e se faz cooperativismo é necessário sonhar e filosofar, mesmo parecendo um devaneio, pois o ideal cooperativista tem sempre uma dose de utopia (“um lugar ou coisa que não existe”), quando se compara com a realidade (muitas vezes trágica) da economia capitalista (conjunto de atividades desenvolvidas pelos homens visando a produção, distribuição e o consumo de bens e serviços necessários à sobrevivência e à qualidade de vida). Todavia ela segue por associar socialismo com capitalismo no que há de melhor para todos.
A organização de qualquer sociedade (ainda mais duma cooperativa) requer um trabalho exigente, mas também apaixonante, onde dois pontos centrais, que correspondem aos grandes ideais dos fundadores: o sonho da unidade e o sonho de melhores resultados para todos.
A cooperativa tem presente e futuro se houver realmente união entre dirigentes e associados.
A unidade a ser vivida é aquela que respeita e valoriza as singularidades, as peculiaridades das famílias, comunidades e culturas que a compõem. A riqueza da cooperativa reside na convergência de diferentes fontes de pensamento e experiências históricas e recentes, somando tudo para o bem comum do quadro social da cooperativa. Como um rio, vive de seus afluentes e da chuva que recebe, bem como da preservação das matas e vegetações ciliares. Se os afluentes estiverem enfraquecidos, degradados ou bloqueados, todo o rio é afetado e perde força e todos sofrem os malefícios ou carecem de melhores resultados.
Esta é a primeira ideia para a qual chamo a atenção de vocês: a cooperativa tem futuro se houver realmente união e não redução de unidade. O desafio é precisamente este: a unidade na diversidade, na esperança e sempre baseada na organização.
Toda organização cooperativa gravida para o bem se houver uma forte inspiração; caso contrário, prevalece o aparato burocrático, a desorganização, prevalece o paradigma tecnocrático, frio e desumano que, no entanto, não é fecundo porque não entusiasma as pessoas, não atrai as novas gerações, não envolve as forças vivas da sociedade na construção de um projeto comum.
Nesse sentido, a solidariedade cooperativa vem dizer que permanece sempre a verdade de que são os homens e as mulheres que fazem a diferença em todos os empreendimentos. Portanto, a primeira tarefa da cooperativa que se organiza neste campo é formar pessoas que, lendo os sinais dos tempos, saibam interpretar o projeto necessário na história de hoje, ou seja, no agora do agir cooperativista. E os dias atuais necessitam de mulheres e de homens animados pelo sonho de uma cooperativa unida e organizada a serviço de resultados positivos e sustentáveis.
Na que até aqui expomos, mesmo sendo em caráter geral, vemos que organizar o quadro social nas cooperativas é fundamental para a perpetuação da própria cooperativa e para o sistema cooperativista como um todo.
Através do processo de organização do conjunto de cooperados, que são seus legítimos donos, a cooperativa garante a representatividade dos interesses individuais e coletivo dos membros e a sucessão para a continuidade do empreendimento (na amplitude de todos os negócios e interesses cooperativos, sempre pautados pelo interesse na comunidade onde vivem e trabalham).
Todavia, a Organização do Quadro Social (OQS), se faz com transparência, participação e engajamento (comprometimento mesmo) de cada cooperado num ponto ou nó da OQS. E isso depende de conhecimento sobre a doutrina, educação (valores e princípios), cultura cooperativa, legislação pertinente e normas de funcionamento (atenção especial ao estatuto social).
Importante observar que, somente com um conjunto (quadro) de cooperados bastante esclarecidos e conscientes do seu papel, a cooperativa assegura o seu desenvolvimento e perenidade. O exercício desse papel fica claro quando a OQS da Cooperativa possibilita a participação viva e eficaz em núcleos e comitês, que são estruturas importantes para apoiar os conselhos e dirigentes nas ações que visem o fortalecimento e crescimento da cooperativa.
Alguns dos benefícios da Organização do Quadro Social nas cooperativas:
Incrementa a mobilização dos cooperados na participação dos eventos assembleares;
Possibilita a integração entre os cooperados e com a cooperativa;
Oportuniza maior esclarecimento por parte dos cooperados sobre o papel de cada um e o propósito da cooperativa e sua prestação de serviços;
Assegura que dirigentes, executivos e colaboradores entendam as necessidades e anseios dos cooperados;
Proporciona a credibilidade e fidelização dos cooperados com a sua cooperativa;
Favorece o aumento do quadro social em função de maior visibilidade provocada pela atuação de cooperados mais comprometidos, com o sistema cooperativista e a sua cooperativa, nas comunidades em que atuam.
Fica evidente que a organização do quadro social (OQS) é peça fundamental e central do modelo cooperativista, garantindo a participação ativa, a gestão democrática dos cooperados e contribuindo no processo sucessório da cooperativa.
Palestra: importância e o papel do profissional de assistência técnica na gestão da propriedade rural. 2ª Convenção do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeg) do SENAR-AR/ES, em Aracruz-ES. Título na postagem: Palestra: importância e o papel do profissional de assistência técnica na gestão da propriedade rural, na 2ª Convenção ATeG do SENAR-AR/ES, em Aracruz-ES O novo modelo de assistência técnica e gestão da propriedade exige preparação de cada técnico, uma vez que a atuação na propriedade vai depender do conhecimento de cada um. Concomitantemente, toda a equipe também recebe treinamento em relações interpessoais, comunicação, metodologia e estratégia de ação junto aos agricultores e suas propriedades. Investir em capacitação é fundamental para enfrentar o mercado que está cada vez mais exigente em conhecimento e garantir o desenvolvimento e o sucesso profissional. Portanto, se faz necessário estar em constante atualização visando a profissionalização (qualificação e requalificação, uma vez que a equipe de trabalho recebe novos membros e os atuais necessitam serem recicladas em seus conhecimentos).
Sucintamente, objetivo do treinamento, que está focado no desenvolvimento profissional e gerencial dos Prestadores de Serviço objetivou: -Destacar a importância e o papel do profissional de assistência técnica na gestão da propriedade rural, auxiliando não só a área técnica de produção, mas, também, na área econômica, tecnológica e social. -Entender o novo modelo de assistência técnica e gerencial e seus benefícios para produtores, cooperativas e setor agropecuário. -Necessário se faz, em face das novas tecnologias e do ritmo forte das mudanças responder com dinamismo às três perguntas seguintes: Onde está agora? Onde quer chegar? Como chegará até lá? Para evidenciar os Objetivos do Sistema FAES-Federação da Agricultura e Pecuária/SENAR-ES, a seguir destacamos dois deles: organizar, administrar e executar, no território do Estado do Espírito Santo, o ensino de Formação Profissional Rural e a Promoção Social dos exercentes da atividade rural e dos trabalhadores das agroindústrias e suas famílias que atuem exclusivamente na produção primária de origem animal e vegetal; com base nos princípios da livre iniciativa e da economia de mercado, estabelecer e difundir metodologias adequadas à Formação Profissional Rural e Promoção Social do exercente da atividade rural
Para melhorar a gestão da propriedade rural é necessário se fazer não apenas revisões periódicas nas máquinas agrícolas, mas na forma de tratar as pessoas, pois elas são a riqueza verdadeira do empreendimento agropecuário. No entanto, as máquinas são importantes para todo o trabalho na lavoura e é crucial que estejam em dia e prontas sempre. O que se quer dizer com isso é que pessoas, máquinas, capital e, especialmente, terra e os recursos naturais necessitam duma gestão qualificada. Quem planeja não fique na mão quando mais precisar, uma vez que a gestão da propriedade rural é necessária para evitar desperdícios e aumentar a produtividade. Assim como em qualquer negócio, o empreendedor rural deve almejar o crescimento sustentável do seu negócio. Com a população crescendo e a procura por alimentos mais saudáveis cada vez maior, o produtor rural vem ganhando cada vez mais notoriedade. Entretanto, para alcançar resultados positivos, é necessário pensar em estratégias que potencializam seus ganhos. E o sucesso da propriedade rural vai depender sempre de uma boa ATeG-Assistência Técnica e Gerencial. Nesse mundo dinâmico e com mudanças frenéticas e nervosas do mercado, somadas ao comportamento diverso dos consumidores, administrar uma produção não é uma tarefa fácil, principalmente porque exige habilidade de gerenciamento não só do manejo das plantas, mas do negócio em si, através do relacionamento com as pessoas, a preservação e uso racional dos recursos naturais e a geração de renda e vida de qualidade. E, para que se obtenha sucesso em todos os aspectos, o produtor rural precisa estar bem preparado, não apenas no domínio das técnicas de cultivo e criações, mas precisa saber gerenciar toda a propriedade, a safra e todos os recursos com inteligência, bom senso e criatividade. É salutar e fundamentar ter uma equipe bem preparada e engajada no empreendimento. Essa foi a razão pela qual o SENAR-ES realizou a capacitação da Equipe técnica, a qual vai atuar em nível de propriedade rural, planejando e obtendo maior rendimento junto às famílias envolvidas. “O conhecimento tornou-se a principal ferramenta para a obtenção de elevados níveis de produção e de produtividade na agricultura. Essa constatação reforça a importância da capacitação, qualificação e requalificação proporcionada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), bem com a importância da assistência técnica nas cooperativas, sindicatos e empresas do agronegócio que operam no sistema integrado de produção nas mais diversas áreas do agronegócio brasileiro”(…) e por outro lado “os agentes de formação profissional e de assistência técnica (e gerencial) precisam conhecer o perfil do empresário rural, seus valores e nível de produção, as formas de interação e abordagem, prezar pela qualidade da informação ao produtor e atendê-lo como um verdadeiro cliente.(Fonte: CNA-Confederação Nacional da Agricultura).
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AFINAL ENVELHECER PARA O QUE? A questão acima foi levantada com os participantes do II Encontro Estadual dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil de Santa Catarina. Em resposta, assim se manifesta Ainor Lotério: “No mínimo, uma resposta maiúscula pode ser dada a pergunta acima: NO MÍNIMO, PARA DEMONSTRAR COM A PRÓPRIA VIDA QUE VIVER, MAIS DO QUE EXISTIR, É DEIXAR UM LEGADO ÀS NOVAS GERAÇÕES”, disse o palestrante, que estuda e desenvolve esse tema há mais de três décadas. “Entender-se como uma pessoa que está no caminho da longevidade é aceitar com naturalidade o enquadramento no público prioritário da terceira idade, da melhor idade, da feliz idade e até da feliz eternidade” (Ainor Lotério) É notório que o aumento da expectativa de vida tem sido uma preocupação da sociedade e um campo de muitas discussões, especialmente no tocante às políticas públicas. No entanto, o que se recebe é que vários esforços estão sendo evidenciados em pesquisas voltadas mais para tentar aumentar a longevidade humana do que para compreendê-la nem toda a sua extensão. Extensão essa que abarca as famílias e as pontas da vida, pois enquanto aumenta o número de idosos o de jovens só faz diminuir. Essas e outras questões foram abordadas durante a motivada palestra, que contou inclusive com a entrada do palestrante pedalando uma bicicleta.O evento, que visou estimular a confraternização da classe, aconteceu em Balneário Camboriú (SC), no Marambaia Hotel (https://www.anfip.org.br/eventos-da-anfip-e-estaduais/nos-estados/participe-do-ii-encontro-estadual-dos-auditores-fiscais-da-rfb-de-santa-catarina/)
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Na apresentação da Palestra, realizada como forma também de homenagear os agricultores, “FAMÍLIA, NINHO E NÓ DA SOCIEDADE COOPERATIVA” procuramos demonstrar que a instituição familiar é mesmo o maior investimento que se pode fazer, pois é dentro de casa que a verdadeira realização humana se inicia.
Notícia sobre esse evento (que reuniu associados, lideranças, conselheiros e colaboradores e familiares) pode ser vista no site da COOPAC – Cooperativa de Produção Agropecuária de Constantina-RS, uma cooperativa criada em 1991, a partir da necessidade dos agricultores familiares buscarem uma ferramenta que viabilizasse a comercialização da produção agrícola em pequena escala, ou seja, os agricultores familiares, tendo iniciado com a valorização e incentivo à produção de leite na agricultura familiar.
Para o engenheiro agrônomo e palestrante Ainor Lotério, “as alegrias familiares são potencializadoras do sucesso inclusive no mercado de trabalho e demais atividades empreendedoras, recebendo no cooperativismo força decisiva, pois se trata duma filosofia de vida com valores e princípios fundamentais para o convívio humano e defesa da comunidade.”
Desse modo, na palestra procuramos envolver os participantes de maneira reflexiva, dinâmica, bem humorada e musicada, onde os seguintes tópicos foram abordados:
-origem, ideal, doutrina e valores do cooperativismo na vida de cada indivíduo e da sociedade moderna;
-a Família como célula fundamental para envolver os filhos na cooperativa;
-importância e benefícios de ser associado duma cooperativa, o valor da cooperação nesses tempos de isolamento, bem como seus reflexos positivos para o exercício da cidadania,
-o cooperativismo como alavanca propulsora no projeto de vida do jovem (formação, solidariedade, geração de renda e concretização de sonhos num mundo competitivo).
-o que é e como podemos ser uma cooperativa dentro do lar e como a casa pode se transformar pela educação cooperativista: convivência, respeito mútuo, solidariedade, promoção da justiça social, igualdade, autonomia, cooperação e realização de objetivos pessoais e comuns.
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SEMINÁRIO MUNICIPAL DE AGRICULTURA, promovido pela Secretaria Municipal de Agricultura/Prefeitura Municipal e EPAGRI-Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, tendo com parceireos as Cooperativas do Ramo Crédito, CRESOL e SICOOB, foi um notável Encontro de Agricultores Familiares em comimoração ao seu dia, em Mirim Doce-SC.
Um evento recheado de gente que produz, que apóia e vive em suas propriedades, fortalecidas em seus lares.
O objetivo foi da palestra “AGRICULTOR, UM SER AGRO, UM VIVER FAMILIAR” foi levar os presentes a perceber a agricultura como negócio e filosofia de vida, gerando renda, vida de qualidade e sucessão familiar. Os novos tempos requerem conhecimento e novo ânimo, pois o agro tem se tornado cada vez mais necessário e agradável à sociedade, porém a atenção das políticas públicas deve focar pais e filhos, enfim, as famílias.
O QUE É SER AGRO? Vai além, muito ALÉM DOS ALIMENTOS! É SER HUMANO! .É SER FAMÍLIA!
Tem gente no Agro agindo equivocadamente? Sim, tem, mas não invalida a força geral e benfazeza da agricultura em todas as suas dimensões, da penquena à grande propriedade, desde que esteja cumprindu sua função social (produzindo alimentos, conservando e preservando os recuros naturais, enfim, ajudando o Brasil a ser mais justo e com pão sobre a mesa de todos).
O QUE É SER DO AGRO? É conhecer e valorizar o SER DO AGRO! É ser FAMILIAR: suor, mãos e inteligência em ação! É se dedicar à produção, distribuição e consumo, enfim, estar na cadeia ou estrutura produtiva da agricultura (que se estende do campo à cidade). Enfim, é ser sem fronteira!
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Numa noite de encontro de casais na intitulada salinha de encontros, saudamos cada um dos presentes com “O AMOR DO PAI, A PAZ DE JESUS CRISTO E A COMUNÃO DO ESPÍRITO SANTO”. “ORAR NÃO É AUMENTAR O MEU PODER, MAS DAR PODER A DEUS SOBRE MIM, CONFIANDO NELE ATÉ O FIM” (Ainor F. Lotério). Com a inicial do Ofício das Horas (resumidamente, é a santificação das horas do dia do cristão, através das várias horas canônicas: Laudes ou Oração da Manhã, Hora média, Vésperas ou Oração da Tarde, Completas ou Oração da Noite – Esta é a essência da Liturgia das Horas que pode e deve ser recitada por todos os fiéis) iniciou-se a motivação da Palestra ou pregação sobre O PODER DA ORAÇÃO. “Abri, Senhor, os meus lábios para bendizer o vosso santo nome. Purificai o meu coração de todos os pensamentos vãos, desordenados e estranhos. Iluminai o meu entendimento e inflamai minha vontade para que possa rezar digna, atenta e devotamente este Ofício, e mereça ser atendido na presença da vossa divina Majestade. Por Cristo, nosso Senhor. Amém. FEZ-SE O ATO PENITENCIAL, um pedido de orações aos nossos irmãos ali presentes, à Virgem, aos anjos aos santos, e também um pedido de perdão a Deus.
Uma explicação sobre o “PODER”: -Habilidade de impor a sua vontade sobre os outros, existindo diversos tipos de poder: o poder social, o poder econômico, o poder militar, o poder político, entre outros … O ESPIRITUAL. -O PODER enquanto verbo que exprime um fato, localizando-o no tempo. Geralmente, exprimindo a ideia de ação, estado ou fenômeno, mas também pode expressar outros tipos de fatos), ter a faculdade ou a possibilidade de; possuir força física ou moral; ter influência, valimento. -ORAÇÃO: súplica, pedido dirigido a Deus, a santo, a uma divindade; reza, prece; prédica, sermão, pregação. Trata-se de um ato religioso no qual o homem procura manter uma ligação com seres divinos através da súplica, da ação de graças, do louvor, da adoração, entre outros propósitos. A oração pode ser feita de forma individual ou em grupo, em um meio público ou privado. Também pode seguir um modelo formal ou ser feita de forma espontânea. Todavia, a ORAÇÃO DEVE SER VISTA NÃO COMO UM PODER NOSSO, MAS UM PODER DE DEUS QUESE MANIFESTA EM NÓS. Com o canto “SÓ O PODER DE DEUS pode mudar teu ser, a prova que eu te dou é que Ele mudou o meu. Não vês que sou feliz servindo ao Senhor: nova criatura sou, nova sou!”. ORAÇÃO E SEU PODER. -Oração é um ato religioso que visa ativar uma ligação, uma conversa, um pedido, um agradecimento, uma manifestação de reconhecimento ou, ainda, um ato de louvor diante de um ser transcendente ou divino. -Então vocês me invocarão, se aproximarão de mim em oração, e eu os ouvirei. Jr 29:12 -E tudo o que vocês pedirem em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirem alguma coisa em meu nome, eu o farei. Jo 14:13-14 O poder da oração não vem de você. O poder está em Jesus. É Jesus que responde à oração e realiza o impossível. (Mas atenção! A oração é um pedido, não uma exigência a Deus. Jesus atende a oração quando isso glorifica a Deus.) -Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros, para que vocês sejam curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. Tg 5:16 -Jesus liberta e transforma vidas. Se você orar com fé e temor, Deus expulsará todo poder do mal que causa opressão. Ore confiante da graça que Jesus Cristo concede através da oração. – A oração é uma das principais formas de desenvolver intimidade com Deus. -Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. Filipense 4:6 – “Peçam, e será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta será aberta. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e àquele que bate, a porta será aberta. Mt 7:7-8 – E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão”. Mt 21:22 – E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho. O que vocês pedirem em meu nome, eu farei. Jo 14:13-14 Cantem o poder da oração, pois “ORAR É FALAR COM DEUS PENSANDO NO QUE SE DIZ, ABRINDO-LHE O CORAÇÃO, ESTANDO TRISTE OU FELIZ”. Importante observar que no cristianismo a oração mais conhecida é designada por “Pai Nosso” ou “Oração do Senhor” e encontra-se no Novo Testamento da Bíblia Sagrada. Foi ensinada por Jesus Cristo como um modelo de oração (Mateus 6,7-15) Um canto muito bem construído do Pe Zezinho diz que “ORAR COSTUMA FAZER BEM. O coração de quem se entrega à oração tem mil histórias pra contar. Orar costuma fazer bem. O coração de quem conversa com o céu tem tanta coisa pra dizer. Quando alguém se ajoelha invocando a grande luz. Quando o povo olha pro alto onde crê que está Jesus, uma força diferente, e é do céu que a força vem, toma conta dessa gente, o infinito ela contém. Não importa se não vem como esperava, orar costuma fazer bem.” Os salmos, rezados por Jesus, são um exemplo poderoso de oração. Citamos o salmos 102: “SENHOR, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor. Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia, inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, ouve-me depressa. Porque os meus dias se consomem como a fumaça, e os meus ossos ardem como lenha.
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O perdão é um remédio para a alma e todo o corpo individual e familiar, levando-nos a reparar e retomar relacionamentos.
Quantas vezes já ouvimos a palavra perdão e não damos a devida atenção à intensidade que ela tem e merece? Do simples pedido de desculpas por ofensas simples no dia a dia, às situações mais complicadas e difíceis que enfrentamos. Perdoar e pedir perdão nem sempre são tarefas fáceis de serem praticadas, mas são necessárias para se viver maneira leve os nossos relacionamentos.
Perdoar, diferentemente do que pode parecer à primeira vista, não é esquecer tudo num passe de mágica, até porque isso a mente não permite. O perdão faz parte de um processo que, muitas vezes, é doloroso, mas extremamente necessário para o nosso crescimento e libertação do ódio, ira e rancor. É como mexer em uma ferida e ter que retomar os curativos, porém com a certeza de que a mesma vai sarar. Resistimos em remover a casquinha, mexer nela, porém, é necessário abrir e passar o remédio que cura. Não é um processo confortável e dói muito, às vezes, porém crucial para uma vida mais plena e coerente com os relacionamentos humanos e com Deus. E quem nunca errou para evitar o perdão “que atire a primeira pedra”?
Deus tem compaixão e misericórdia de nós e nos perdoa por todas as nossas falhas, porém coloca como condição que perdoemos uns aos outros, pois “o perdão de Deus para os nossos pecados não conhece limites” (São Francisco de Assis).
O esforço em perdoar é uma resposta concreta a quem ofendemos ou que nos tenha ofendido e, ao mesmo tempo, uma mensagem direta ao nosso Pai, o Deus Altíssimo de que estamos nos tornarmos pessoas melhores em nossas famílias, trabalho e sociedade.
“O cristão não tem autoridade para perdoar pecados, mas tem a missão de conduzir pessoas a Jesus para que recebem o perdão dos seus pecados”.
3.Quais as vantagens de quem pede perdão? (Mt 5, 24-25).
4.Porque o perdão cura? (Tg 5,16).
O QUE É PERDOAR EM FAMILIA?
1.Esquecer algo ruim que alguém disse ou fez, sem fingir que ocorreu.
2.“Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.” (Cl 3, 13).
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O COOPERATIVISMO E A GESTÃO DA GOVERNANÇA, enquanto “capacidade de atender às necessidades e expectativas dos associados, colaboradores e clientes, atuando de forma sustentável”, foi o tema abordado junto aos colaboradores e lideranças da Cooperativa Unimed, em Anápolis-GO.
Com participação intensa no auditório da cooperativa, o tema foi desenvolvido com dinamismo envolvente e profundidade de conteúdo, quando foram adotadas técnicas de interação e vivência cooperativista.
Ainor Lotério, que proferiu o trabalho como palestrante/instrutor através do Sescoop-GO (Serviço Nacional de Profissionalização do Cooperativismo no Estado de Goiás), iniciou com perguntas instigantes aos participantes, com o objetivo de evidenciar a necessidade de internalização constante dos valores e princípios do cooperativismo. Para ele, “isso se torna mais evidente ainda em tempos de conformidade com o que a sociedade exige, o que vai além das questões internas, passando para o ambiente externo e o mundo que nos cerca, pois trabalhar numa cooperativa é se interessar pela sociedade”. Desse modo fez ele as seguintes perguntas: “Tenho que ouvir isso novamente? Já não ouvi no ano passado? Você sabe o que sobre Cooperativismo? É muita teoria (poesia, filosofia etc.) e pouca prática!”
Assim prosseguiu no desenvolvimento do tema por duas horas. Abaixo fotos e algumas telas do trabalho.
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Palestra realizada no Encontrão anual do Movimento de Irmãos (Casais Cristãos), em São José-SC, pertencente à Arquidiocese de Florianópolis.
O objetivo foi levar um conhecimento relacionado com a diversidade humana sob a ótica da FRATELI TUTTI (todos irmãos) e da LAUDARO SI (Casa Comum nossa responsabilidade), diz Luiz Carlos e Cláudia, Coordenador do Evento, juntamente com uma formidável equipe de trabalho.
É fácil compreendermos que, quando alguém reconhece a sua origem, ele vai viver a sua vida conforme essa realidade e busca as coisas do alto, ou seja, aqueles que beneficiam o todo e todos e não unicamente seu umbigo
“LOUVADO SEJA, O MEU SENHOR, Por todas as suas criaturas, pelo sol e pela lua, pelas estrelas do firmamento, pela água e pelo fogo” diz o canto de São Francisco de Assis, um homem que dedicou sua vida à fé e à defesa da natureza obra da Criação de Deus.
Vivemos em tempos novos, onde a sustentabilidade passou a ser uma qualidade humana, não sendo mais uma atitude de marketing de pessoas, órgãos públicos e empresas privadas. Cuidar dos recursos naturais é cuidar da vida como um todo, além de dar uma prova de amor pelas gerações vindouras. O fazer de modo sustentável (ecológico, econômico e social) nada mais é do que declarar o amor ao outro, aquele amor servidor, e não mais o amor próprio, daquele ser que se estima, mas que não estima a comunidade onde vive.
Essas duas Encíclicas Papais, tanto a LAUDATO SI – Casa Comum, Nossa Responsabilidade, quanto “FRATELLI TUTTI- Todos Irmãos”, de autoria do Papa Francisco, denotam a preocupação do cuidado com o planeta em função de todos os que vivem nele, realçando a fraternidade necessária em nossas ações. Por isso o tema “TODOS IRMÃOS NA CASA COMUM: ESPIRITUALIDADE SINODAL“, onde a sinodalidade significa o caminhar com todos o tempo todo e não apenas nos momentos de interesse próprio.
Em tempos de diversidade humana a retórica espiritualizada e conciliadora se fortalece, pois há também a diversidade religiosa. No entanto, bom é realçar aqui que o fazer sustentável se reveste de profunda espiritualidade, de certo mistério, onde fazemos para durar para sempre, não para o nosso proveito único, mas para os outro, os outros, todos. Senão vejamos onde tudo começou para os criacionistas: “e plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado. E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.” (Gn 2, 8-9).
A pergunta ainda não respondida, apesar de tão longa jornada humana na face da terra é essa: O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA CASA COMUM, “A FACE DA TERRA”?
A resposta não é simples, porém alguns pontos para nossa reflexão, pensamos, são esses: poluição, mudanças climáticas, escassez de água, perda de biodiversidade e desigualdade global. Percebe-se, mesmo sem que estejamos instrumentalizados com os métodos profundos da ciência, mas com uma sensibilidade espiritual que “toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Rm 8,22).
Podemos então apontar uma A RAIZ HUMANA DA CRISE ECOLÓGICA: as tendências sociais e ideologias, o uso irrefletido da tecnologia e a visão dos seres humanos como separados do meio ambiente, ou seja, como não fazendo parte da “Casa Comum”, não minha, mas de todos.
O que os documentos encíclicos supramencionados apontam é para “UMA ECOLOGIA INTEGRAL”, onde “os humanos são parte de um mundo mais amplo e exige soluções integrais que considerem as interações dos sistemas naturais entre si e com os sistemas sociais” (LS 139).
Apregoa-se, desse modo, uma EDUCAÇÃO E ESPIRITUALIDADE ECOLÓGICAS com: estilo de vida focado menos no consumismo e mais em valores atemporais e duradouros, alegria no ambiente de cada um, amor cívico e conversão ecológica e comunhão com Deus. Para tanto se pode tomar o Autor Sagrado (Bíblia), em 2Tm 3, 16-17, onde se lê: “Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça. Assim, a pessoa que é de Deus estará capacitada e bem preparada para toda boa obra”.
Precisamos RESPEITAR A TERRA, MAS TAMBÉM LOUVAR E HONRAR A DEUS POR MEIO DE SEU ENVOLVIMENTO COM A CRIAÇÃO.
Queres servir a Deus, serve antes quem está a seu lado.
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Iniciando com uma recepção amorosa (Movimento de Irmãos da Igreja Católica) e calorosa na porta da Casa Obra Kolping, no centro da singela cidade de Mirim Doce-SC, casais pressentiram o que lhes esperava.
Após a acolhida todos foram motivados para acessarem a mesa com os alimentos, ao mesmo tempo em que assistiam a um vídeo com fotos e dizeres amorosos e espiritualizados sobre cada casal.
Na palestra intitulada “FAMÍLIA – UM PROJETO DE VIDA A DOIS” os casais foram conduzidos a uma reflexão sobre a construção do relacionamento, o caminho percorrido até aqui e o que podem fazer para melhorar cada vez mais a comunhão de vidas, indo para os benefícios do convívio no seio do lar e toda a família.
“Um projeto de vida é uma proposta concreta para alcançarmos um objetivo real. Nele, podemos ver mais claramente nossas metas, ou seja, aonde queremos chegar, o que desejamos conquistar. Além disso, ele nos possibilita visualizar quais passos e caminhos percorreremos para alcançar os nossos objetivos. Qual é a resposta que, hoje, o casal poderá dar diante das dificuldades que descobriram e identificaram no casamento?”
MAS O QUE É UMA FAMÍLIA E COMO A VIDA AS DOIS É O FUNDAMENTO INICIAL DE TUDO?
O que é uma família hoje?
O que cada um diz…
Todos querem uma…
Família é algo tão fundamental que até com problema vale a pena.
Inicia-se pela definição de família como um grupo de pessoas formadas por laços de sangue ou adoção, vivendo sob o mesmo teto ou não.
É ainda uma unidade social que enfrenta uma série de tarefas na criação dos filhos, convívio na comunidade e missão na sociedade, pois a palavra família vem de famulus, que quer dizer sofrimento, no entanto o que se deseja é alívio das dores durante o convívio a dois e no lar.
A família ampliada ou extensa, qual seja a extensão das relações entre pais e filhos para avós, pais e netos também está diferente nos dias atuais e não mais temos filhos em tão alto número.
No fundo, no fundo, mesmo considerando as diversas maneiras de se encarar e definir a família e seus formados, o que se sente mesmo é que família é composta por pai, a mãe e os filhos, papéis que podem ser desempenhados por qualquer pessoa que, independentemente da sua orientação, se disponha amorosa e espiritualmente em viver a família.
Família considerada na ótica do casamento nos leva a dizer que é mais que romance, pois quem se casa somente para viver um grande romance, para se divertirem tendo alguém ao lado, para se livrarem da sensação da solidão e da rejeição, para fugirem de alguma situação da vida ou para serem amados como nunca foram, acabam por perceber que o 1. 2. 3.
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NA PALESTRA “ENVELHECER COM SABEDORIA, O QUE A VELHICE NOS ENSINA.”, apresentada no seio da vasta programação do SEMINÁRIO DE SAÚDE MENTAL EM ALTA: EPIDEMIA OCULTA DE TRANSTORNOS MENTAIS, realizado em SÃO PAULO-SP, na Sede do Tribunal Regional do Trabalho, o tema focou a sabedoria e o ensinamento que o tempo pode dar ao ser humano que tem o privilégio de viver uma longa vida.
Objetivo da palestra: demonstrar que é possível se fazer a melhor colheita possível ao longo da vida, transformando a idade avançada num porto seguro e de felicidade. Não que a terceira idade seja sempre sinônimo de melhor idade, mas para quem nasceu há muitos anos (os idosos atuais) as políticas públicas e iniciativas comunitárias contemporâneas (em favor dos idosos) representam avanços.
ENVELHECER BEM: UM MOVIMENTO BEM PENSADO. Quanto mais individualistas se tornam as relações humanas, mais importância é atribuída ao amor como uma fonte suprema de felicidade e reconhecimento. É oportuno contemplar o corpo humano por inteiro (cabeça, tronco e membros) e não dividi-lo por partes como se faz comumente na medicina.
Durante a palestra procurou-se ainda motivar o público da área do direito trabalhista à sensibilização para a longevidade humana como um arrojado movimento de transformação da pirâmide e relações sociais e econômicas, através dos seguintes pontos:
-Conceito positivo e ativo de envelhecimento, orientado ao desenvolvimento (consciência coletiva para investir e valorizar).
-Valorização da jornada, homenagem pelo legado e motivação humana intrínseca e extrínseca: não se pode ser novo fisicamente o tempo todo, mas se pode estimular todas as gerações a bem viver sempre.
-Considerações sobre uma existência que fale ao mundo que viver vale a pena.
-O fenômeno da longevidade humana na sociedade contemporânea e “o que fazer com os anos a mais que ganhamos”
-Assistência, autorrealização e dignidade humana.
-Motivando reflexivamente sobre as saídas físicas, culturais, educativas e inclusivas com vistas à longevidade humana com vida de qualidade.
-Reflexão sobre a vida, levando em conta o que há de mais valioso, a verdadeira alegria.
-Dinâmicas de interação, musicalização e resgate cultural das épocas vividas, dando cor aos nossos dias, às nossas atitudes e decisões, fazendo da amada velhice uma grandiosa obra viva de arte.
NUMA SOCIEDADE EM QUE A VALORIZAÇÃO DO SER JOVEM E SARADO ESTÁ EM ALTA [OLHEMOS OS TELEJORNAIS, AS REDES SOCIAIS e até as expressões sociais das pessoas nos mais diversos espaços, o ser que teve a graça e sabedoria de envelhecer pode ficar no patamar do desvalor, deixando passar a chance de refletir e viver os benefícios que a velhice proporciona.
O envelhecimento acontece agora, a cada instante, sempre. Quem não quiser envelhecer, não gostar de idosos e pratica o etarismo está removendo o sentido e o valor do viver pleno, perdendo o significado profundo que a longevidade dá à vida humana.
O certo é que a cada novo dia estamos mais velhos, mais experientes, mais doentes possivelmente, mas isso não deve se transformar numa agonia ou fobia contra os anos que chegam.
Envelhecer, para quê? Para poder ter as oportunidades de ser sábio, experiente, consciente, de ser e fazer diferente, de ser a maiúscula diferença na família e na sociedade. Todavia necessário é desvincular-se do sofrimento, da ranzinzice e de tudo aquilo que, ao longo dos anos, pode ter sido dispositivo dessas mazelas (visões e sentimentos aceitos ou produzidos a respeito do envelhecimento).
Por que não dar mais vida aos anos que conquistamos?
O que fazer com os anos a mais que estamos tendo como fruto da qualidade de vida que estamos obtendo (alimentação, medicina, medicamentos, comportamentos, conhecimento etc.)?
DIANTE DO MODELO SOCIAL DE QUASE TUDO PÉ DESCARTÁVEL O SER IDOSO PODE FICAR TEMOROSO de viver. Em face de tudo isso envelhecer é a possibilidade existencial de promover uma virada e dizer ao mundo que viver vale a pena, dizendo isso com a própria vida.
“Viver é um barato e não podemos transforma isso em carestia”, diz Ainor Lotério, engenheiro agrônomo, filósofo e teólogo, com muita experiência no caminho do envelhecimento e estudos sobre o fenômeno da longevidade humana.
ENVELHECIMENTO: LIÇÕES DE SABEDORIA E EXPERIÊNCIA DE VIDA” (Joana Gontijo, jornal Estado de Minas):
– “Viver é preciso, envelhecer também é preciso. Os mais velhos têm muito a ensinar. É uma existência inteira de experiências acumuladas. Muito mais do que a busca por uma eterna juventude, chegar às idades mais avançadas é sinal de um caminho bem trilhado.”
– “O que se observa, em muitas situações, cita a antropóloga, são discursos sórdidos, recheados de estigmas, preconceitos e violências contra os mais velhos.”
-“Os velhos são considerados inúteis, desnecessários e invisíveis. Homens e mulheres mais velhos, que já experimentam uma espécie de morte simbólica, ficam desesperados ao constatar que são considerados um peso para a sociedade”
-“Os velhofóbicos estão construindo o seu próprio destino como velho, e também o destino dos seus filhos e netos: os velhos de amanhã.”
Portanto tratemos logo de envelhecer bem, aprendendo a ENVELHECER COM SABEDORIA, além de compreender o que a velhice nos ensina, pois a juventude é muito curta.
Galeria de fotos e védio (palestra na íntegra) do evento
POR MAIS QUE SE DIGA ‘AGRO’ COMO UMA NOVIDADE, A AGRICULTURA E O COOPERATIVISMO SÃO ETERNAMENTE FAMILIARES.
“O AGRO não é apenas POP, mas popular, produtivo, necessário, forte e não pode viver de preconceitos, mas de apoio e reconhecimento, pois os problemas ambientais são de toda a sociedade, apesar de serem muito do AGRO, até pelo fato de se utilizar da maior área de terra e recursos naturais para desenvolver sua extensiva atividade. No entanto, agressões ambientais e insustentáveis ocorrem em todas as atividades industriais, urbanas e outras mais. O certo é que um cuidado não exclui o outro, nem as responsabilidades podem ser suprimidas. Sabe-se que há quem sempre fez e ainda faz agro sem responsabilidade social e ambiental, porém esse senário mudou positivamente e mudará ainda mais.
Através de duas Palestras intituladas “Por uma Inteligência Cooperativa e Inovadora”, a parceria técnico-cooperativa e motivacional, realizada em Caldas Novas-GO, a CORTEVA AgroSciences e Coop COMIGO promoveram a valorização dos seus colaboradores/cooperadores, representantes comerciais da CORTEVA e familiares com o objetivo de conhecerem-se melhor e solidificar relacionamentos, dando às famílias um conhecimento certo e sem preconceito da realidade e importância da agricultura, o AGRO, para o Brasil e o mundo .
O conteúdo abordou:
-Os novos caminhos para o desenvolvimento do cooperativismo em parceria com a iniciativa privada;
-Quais as tendências de inovação para o agronegócio no Brasil e no mundo;
-O poder transformador da agrociência aliançada com o cooperativismo;
-O significado da doutrina e educação cooperativista para o desenvolvimento equilibrado do agro;
-Como viver com segurança e conhecimento em tempos de desenvolvimento sustentável e responsabilidade social;
-A família como ninho e nós da agricultura;
Não há quem não conheça o agro vendo nele um setor econômico fundamental em nosso país, formado por diversas cadeias produtivas ou atividades agrícolas que ocupam um papel importante na nossa rotina.
“Quem planta e cria precisa ter mais alegria, mais alegrias com a atividade agropecuária, através não só dos excelentes resultados econômicos, mas da valorização com gente que trabalha na produção de alimentos”, diz Ainor Lotério, engenheiro agrônomo e palestrante nos dois encontros.
No entanto O AGRONEGÓCIO SOFRE COM A IGNORÂNCIA E O PRECONCEITO, apesar do meio rural sempre abarcar a atividade econômica mais importante para a constituição e manutenção das sociedades.
Sabemos pela beleza dos campos e o potencial das terras brasileira que a importância da agricultura é indiscutível, pois é a partir dela que se produzem os alimentos e os produtos primários utilizados pelas indústrias, pelo comércio e pelo setor de serviços, tornando-se a base para a manutenção da economia mundial.
A primeira coisa que devemos fazer para os cidadãos da cidade, ao tratarmos da agricultura, é demonstrar que a produção agrícola não está mais presa dentro da porteira, nem circunscrita à propriedade rural. Esse tempo já passou e faz bastante tempo. O setor agrícola hoje, não se pode deixar de enfocar de modo global, pois a evolução fez com que visualizássemos no setor agrícola um forte pilar da economia baseado na tríade: produção, distribuição e consumo.
Por essa razão a COMIGO (https://comigo.coop.br/empresa ) – Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano, a qual se dedica ao beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos agropecuários participou desse evento e concurso de palestra para colaboradores, associados e familiares com a CORTEVA (https://www.corteva.com.br/ ), empresa americana de produtos químicos agrícolas e sementes de diferentes culturas tem diferentes demandas. a qual adota algumas posturas (as quais trazemos em tópicos):
-Estar preparado para todas as ameaças significa sempre estar desenvolvendo soluções inovadoras.
-Combinando a melhor genética com as melhores tecnologias para entregar mais formas de alimentar uma população crescente.
-A semente é um dos bens mais valiosos de quem produz. Ela carrega, junto com sua genética, todo o potencial produtivo para germinar forte.
-Estamos sempre em busca do desenvolvimento das melhores tecnologias que vão ao encontro com as necessidades dos produtores e consumidores ao redor do mundo.
-Desenvolvendo globalmente ferramentas e soluções digitais de última geração para oferecer a análise e a inteligência de dados que agricultores e pecuaristas precisam para administrar seus negócios de forma mais eficiente, lucrativa e sustentável.
-Colheita Farta como desafio que estimula o máximo potencial da soja, através de produtos e soluções que contribuem para o melhor rendimento e produtividade em campo.
-Realização de feiras e eventos, como este com colaboradores (funcionários da Cooperativa e seus familiares, bem como alguns associados.
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Palestra “PERSPECTIVAS E TENDÊNCIAS DO COOPERATIVISMO RAMO AGRO”/WORKSHOP INTERCOOP/Ji Paraná-RO
“Na palestra tratamos das mudanças rápidas na agricultura dos tempos atuais promovam inovações necessárias. Por outro lado, a agricultura não é um setor de tendências, mas uma certeza que atende às necessidades do mercado consumidor de alimentos em suas tendências e oportunidades” diz o Engenheiro agrônomo Ainor Lotério.
O evento promovido pelo Sistema OCB/SESCOOP-RO ocorreu em Ji-Paraná-RO com a presença de cooperativas do ramo agropecuário e leite e visou estimular o desenvolvimento das comunidades em que estão inseridas as cooperativas e o crescimento do país.
QUANDO FALAMOS EM TENDÊNCIA DO AGRO DEVEMOS PENSAR EM CAMINHO POSSÍVEL, INCLINAÇÃO, VOCAÇÃO, chamado mercadológico para a missão de trabalhar a terra (recursos naturais e meio ambiente) em favor da produção de alimentos para todos (campo e cidade).
Dentro dessas tendências entram três pontos importantes: a aceleração da transformação social (diversidade, as mudanças evolutivas no campo digital (IA=Inteligência Artificial), a consciência ambiental (sustentabilidade) e a governança socioambiental.
Também foi abordado noutro momento por Rodolfo Jordão – Sescoop Nacional, o tema “Ações e Desenvolvimentos do Ramo no âmbito nacional”.
A programação ainda contou com “Construção de Planos de Ação do Ramo”, através da mediação de Marcio Heleno, especialista e instrutor em cooperativismo.
A intercooperação vertical acontece com a parceria entre cooperativas de um mesmo ramo, criando centrais ou federações. Isso permite que as cooperativas ganhem escala nas compras ou compartilhem estruturas de transporte, comercialização, armazenamento assistência técnica etc., com a possibilidade de alcançarem novos mercados, dentro e fora do país. Outro ponto importante é que os custos caem e os ganhos ou sobras são naturalmente (por força de estatuto e legislação) repassados aos associados de cada cooperativa. Em resumo: as cooperativas compartilham competências e otimizam seus recursos.
A intercooperação é um dos sete princípios do cooperativismo e é fundamental para o fortalecimento do sistema, pois leva uma cooperativa a ser cooperadora da outra e mutuamente continuarem agindo assim. Isso quer dizer que cooperativa não pode competir com cooperativa, seja ela de que ramo for.
O conceito da intercooperação envolve a parceria entre cooperativas locais, regionais, nacionais e mesmo internacionais, que podem ser ou não do mesmo ramo. Dessa forma, elas substituem o que poderia ser a concorrência pela cooperação, na mão oposta do capitalismo tradicional. E, ao, o que se traduz em melhores resultados para seus associados.
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O Primeiro Encontro de Conselheiros, Líderes, Associados e Associadas, Jovens e colaboradores aconteceu na Sede da Cooperativa Mista Agroindustrial de Palminópolis-GO, em cooperação com o Sistema OCBO/SESCOOP-GO. “Com um número bem representativo da diretoria e quadro social, os presentes se mostraram extremamente interessados pelo tema, uma vez que esta questão afeta toda propriedade agrícola ou organização de pessoas”, comentou o Prof., Ainor Lotério, após apresentar o tema entremeado de experiência que ele próprio obteve em sua jornada profissional (extensionista de juventude rural e gestor de programas de juventude ligados à Epagri-Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). “A ideia foi lançar a semente do trabalho em sucessão e depois continuar cultivando, pois precisamos trazer o público jovem, os que ainda estão no campo com suas famílias, para a cooperativa”, afirma Marielle Menezes, coordenadora do evento. Pensamento corroborado por Emival Vicente (Valim), Presidente da COOMAP (Cooperativa Mista Agroindustrial). Diversos temas relacionados à sucessão no campo têm sido tratados nas últimas décadas. No entanto, apesar da atenção dada agora, necessário se faz reconhecer que o tema é urgente e que muito tempo já se perdeu. Foi pensando assim que a COOMAP-Cooperativa Agropecuária de Palminópolis lançou a semente junto à liderança e diretoria, no afã de iniciar um plano de sucessão no campo e no seio da própria cooperativa. A relação entre o cooperativismo e a sucessão familiar, um dos principais desafios a serem enfrentados na atualidade. Família e cooperativa não são entidades ambivalentes, mas organizações voluntárias, abertas ao desenvolvimento, que têm interesses comuns na mesma sociedade onde se fundam. O conhecimento da realidade das famílias e jovens e a revisão da literatura mostram-nos que a perspectiva da sucessão interfere de maneira importante nas estruturas de produção, geração de renda e bem-estar das propriedades e cooperativas (ABRAMOVAW, 1998). O objetivo é entender a influência e os desafios do cooperativismo na definição de novos sucessores familiares, bem como sugerir estratégias que facilitem o processo sucessório cooperativo-familiar, acolhendo os sucessores potenciais não como simples herdeiros, mas como legatários ideais dos empreendimentos e sonhos familiares cooperativistas. MAIS DO QUE PAPEL, MISSÃO DO COOPERATIVISMO O cooperativismo tem, por sua necessidade de sucessores para a sua expansão com lideranças conscientes, como missão fazer acontecer a sucessão rural familiar. As cooperativas, ao lado das famílias, estão sendo desafiadas a tomarem decisões muito fortes ao longo das diferentes fases da empresa e da vida de cada um de seus associados. Fazer a sucessão é garantir a própria evolução qualificada. Quando vemos que 78% (setenta e oito por cento) das propriedades rurais de Santa Catarina produzem no sistema de Agricultura Familiar, nos convencemos da importância dessa produção para a economia catarinense. Esses dados dão destaque à produção animal e vegetal, fazendo com que Santa Catarina tenha uma agricultura familiar altamente produtiva e inserida no agronegócio. No entanto, isso só é possível graças à envergadura, capilaridade e eficácia do nosso cooperativismo em todos os ramos, mas especialmente o agropecuário e o de crédito. Nosso destaque deve se dar pela produtividade e qualidade de tudo o que é produzido. A “relação do cooperativismo com a sucessão familiar” deve ser analisada na perspectiva dos desafios atuais por que passa a agricultura familiar (necessidade mão de obra disponível e qualificada, concepção de sucessores, adoção de novas tecnologias, produção de maneira diversificada e sustentável, além de gerar renda e vida de qualidade). Alguns temas como “SUCESSÃO NO CAMPO, NOVOS RUMOS PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO TECNOLÓGICO E DA EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO”, a “INCLUSÃO, DIVERSIDADE E SUCESSÃO NO CAMPO: A MULHER E SUA INTELIGÊNCIA COOPERATIVA”, a “SUCESSÃO FAMILIAR COMPARTILHADA – Fortalecendo Gerações”, a “Sucessão Familiar: Empreendedorismo, Renda e Agregação de Valor”, mais “Os Desafios do Campo: Motivação, Sucessão e Prosperidade”, a “Juventude: Realização Profissional e Sucessão”, a “Agricultura Familiar: Produção, Filosofia de Vida e Sucessão”, além de palestras para jovens aprendizes sobre Sucessão Rural, “LIDERANÇA COOPERATIVISTA PARA A SUCESSÃO”, também “COOPERATIVISMO – LIDERANÇA, SUCESSÃO”, indo à “SUCESSÃO FAMILIAR NO COOPERAVIVISMO” e à “CULTURA ORGANIZACIONAL COOPERATIVISTA” já foram trabalhados e postados em nosso portal (www.ainor.com.br). A grande preocupação é a FORMAÇÃO E SUCESSÃO DE LIDERANÇAS, onde “o lado de dentro” da Cooperativa precisa ser trabalhado juntamente com as famílias. PAIS E COOPERATIVISTAS SÃO CAPAZES DE INTERVIR ESPECIFICAMENTE EM CADA SITUAÇÃO. Somos seres de relação, de famílias, e não nascemos para o isolamento, mesmo que temporário. Necessitamos, portanto, remover certo entrave verificado dentro das propriedades rurais, onde o diálogo entre pais e filhos sobre o tema sucessão é tímido ou inexistente. Essa constatação posso fazer com base em várias parcerias (como palestrante, instrutor e consultor) que desenvolvi com cooperativas, gestão pública e agremiações jovens (grupos, pastorais etc.), em palestras e encontros em eventos e cursos do serviço de extensão rural desenvolvidos pela Epagri em seus Centros de Treinamento, Rio Grande Jovem – Emater-RS/ASCAR, parceria com a OCESC na realização do Pró-Jovem Rural e Pesqueiro de SC, entre outros. Desejamos ser colaboradores uns dos outros, bastando que haja incentivo e motivação para tal. Como seres de criação temos dons, talentos e habilidades que devem ser postos à serviço da comunidade. Nesse espírito entra a educação cooperativista, onde a cooperação passa a ser uma atitude e o cooperativismo uma filosofia de vida, assim como deve ser vista a unidade familiar por todos os integrantes e, especialmente os futuros sucessores. “Em função de uma sucessão exitosa e dum legado marcante, precisamos fazer surgir um diálogo intergeracional e cooperativo dentro das propriedades rurais familiares, onde tema da sucessão possa ser encorajado e bem administrado. E, mais do que herança, uma família deve deixar à descendência uma memória planejada e transformadora da realidade da propriedade. Desse modo, sucessão familiar não deve ser encarada de maneira casual ou apenas como um direito à herança patrimonial, mas consoante com um processo de transferência de legado pessoal, familiar, ambiental, financeiro, social e sustentável. A própria palavra ‘familiar’ soa como algo caseiro, pessoal, íntimo e privado, estando afeta ao domínio de cada unidade familiar. À vista disso, percebe-se que a sucessão familiar abarca tudo o que está dentro e fora da propriedade, ou seja, os bens patrimoniais e o conceito de família e atividade desenvolvida”, conclui o Prof. e Engenheiro Agrônomo, Ainor Lotério.
Galeria de fotos do evento
Galeria de Vídeos
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Durante todo o dia um grupo de 40 (quarenta) mulheres cooperativistas permaneceram na AFUC-Associação dos Funcionários da Cerbranorte recebendo conhecimentos s obre o módulo Doutrina e Educação Cooperativista, conforme o Programa Mulheres Cooperativistas do Sistema OCESC-SESCOOP-SC. Foi na CERBRANORTE (Cooperativa de Eletrificação Rural de Braço do Norte–SC).
Dessa forma, a cooperativa passa a investir na formação de Núcleos Femininos, qualificando e estruturando o quadro social, em Braço do Norte e Rio Fortuna, porém, parte dos municípios de Gravatal, Armazém, Santa Rosa de Lima e Grão-Pará também são atendidos, perfazendo uma área de aproximadamente 508 km2 do Estado de Santa Catarina.
O objetivo foi levar educação cooperativista como forma de edificação humana e dos objetivos do empreendimento com valores e princípios, ou seja, cuidando das vigas e alicerces da Casa Cooperativa Cerbranorte. E nada melhor do que confiar essa tarefa também às mulheres.
O Programa Mulheres Cooperativistas do Sistema Ocesc/Sescoop-SC é destinado a cooperadas, esposas, filhas de cooperados e colaboradoras de cooperativas de qualquer ramo de atividade do cooperativismo do Estado de Santa Catarina. Objetiva oferecer capacitação cooperativista buscando conscientizar, preparar e organizar as mulheres para atuarem de forma comprometida e participativa no quadro social das cooperativas.
Por isso a temática versou sobre a origem histórica, desenvolvimento, evolução, vocação e dimensões do papel estratégico da aprendizagem no cooperativismo atual.
“Precisamos revisitar ou FAZER MEMÓRIA DA HISTÓRIA DE SURGIMENTO E DO SUCESSO (entremeado de alguns fracassos, por conta da NÃO APLICAÇÃO DOS VALORES E PRINCÍPIOS e MUITO MENOS pela NÃO APLICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO ATUAL) do COOPERATIVISMO”.
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A educação pode ser entendida como uma ação cooperativa. Isso significa dizer que, vista a aprendizagem como um processo cooperativo de descoberta do conhecimento, este só ocorre como resultado de uma socialização, uma construção coletiva.
O Cooperativismo se inicia na consciência de cada um e passa como um ideal para o grupo que se está (seja na família, na empresa ou em qualquer lugar). Por esse motivo, é fundamental que o(a)s associada(o)s aprenda m mais sobre essa doutrina, ou seja, em muitos casos há a necessidade de uma iniciação ao cooperativismo.
GALERIA DE VÍDEOS DO EVENTO
GALERIA DE FOTOS DO EVENTO
“Foi um evento muito bem organizado, com parcerias fortes envolvidas e de muita valorização das mulheres, inclusive com ações fortes em termos de políticas públicas e ações cooperativistas e associativistas às Mulheres. A Secretaria da Agricultura foi um destaque a meu ver”, disse Ainor Francisco Lotério, entusiasmado com o convite para proferir a palestra “A MULHER É A FORÇA DA VIDA, A SEMENTE DA PROSPERIDADE NO CAMPO” em Pato Branco-PR, ele que fora chamado para encontros anteriores, não apenas nesse município, mas em outros no Estado do Paraná, conforme pode ser visto em seu site www.ainor.com.br
– o brilho da mulher, mas com um misto de motivação, valorização e empoderamento feminino, o reconhecimento do seu valor profissional, seus dons e habilidades num mundo ainda muito em evolução; – a conscientização a respeito da filosofia de vida no campo (um olhar para dentro e uma força para fora) e; – o cuidado com a autoestima e a prática da motivação para melhorar o brilho da vida pessoal da mulher
Seguem fotos e vídeos que dão uma ideia do que foi esse grande Encontro de Mulheres Agricultoras realizado em Pato Branco-PR.
Resumidamente, o tema abordado focou: – o brilho da mulher, mas com um misto de motivação, valorização e empoderamento feminino, o reconhecimento do seu valor profissional, seus dons e habilidades num mundo ainda muito em evolução; – a conscientização a respeito da filosofia de vida no campo (um olhar para dentro e uma força para fora) e; – o cuidado com a autoestima e a prática da motivação para melhorar o brilho da vida pessoal da mulher.
A evolução da mulher a leva a emancipação em vários campos da vida, tornando-a empreendedora e corresponsável com seu companheiro e familiares no desenvolvimento da comunidade.
“A semente, o cérebro e o ventre têm algo de semelhante: ambos apresentam um formado semelhante em termos de imagem e de todos as ideias e gentes nascem, alimentando a vida de esperança, amor e prosperidade, quando tudo é levado à prática da vida num viés positivo”, disse o Prof. Ainor num momento da palestra, enquanto cantava e refletia com as mulheres. O certo é que a busca constante do conhecimento nos faz compreender a própria ignorância, sobre quase todos os assuntos. Autoestima, Estímulo, Motivação e Prosperidade tornam-se um caminho a ser trilhado por quem deseja se estabelecer nesse tempo de muita tragédia, mas de muita Esperança. Foi nesse ponto que a plateia vibrou cantando a música “TODA SEMENTE É UM ANSEIO DE FRUTIFICAR / e todo fruto é uma forma da gente se dar. Põe a semente na terra, não será em vão. Não te preocupe a colheita, plantas solução.”
Noutro momento, já mais para o final da palestra, Ainor Lotério observou: “Não permita que a falta de entusiasmo, encantamento, descompromisso, otimismo e motivação façam do seu local de trabalho um dos piores lugares para se exercer uma profissão!”, apontando um caminho de prosperidade: Definir e atingir OBJETIVOS, Superar crenças e BLOQUEIOS, lidar com a insegurança e ANSIEDADE e ter CORAGEM para enfrentar suas crises. Ainda sugeriu COMO A MULHER DEVE AGIR PARA SER PRÓSPERA, envolvendo-se de corpo, mente e espírito nas seguintes áreas: Educação (informação e formação), Participação na comunidade, Mercado de trabalho, Formação profissional, Fortalecimento das famílias e Empreender de forma planejada.
Concluiu cantando: “VOCÊ NASCEU PRA BRILHAR, MULHER. ESTÁS AQUI PRA SER FELIZ, MULHER. Ser fortaleza na família, Dedicação todo o dia. És amor, és alegria!”
Seguem fotos e vídeos que dão uma ideia do que foi esse grande Encontro de Mulheres Agricultoras realizado em Pato Branco-PR.
Galeria de fotos do evento
“As andorinhas voltaram/ e eu também voltei/ Pousar no velho ninho/ que um dia aqui deixei”. Com esse refrão musical o palestrante entrou pedalando e cantando entusiasmado com a plateia de mulheres.
Em seguida observou que ““A MULHER É UM SER EM CONSTRUÇÃO. Ela se modela definitivamente pelo uso que fizer de sua liberdade de escolha”. Seu destaque atualmente pode ser observado na corrida acadêmica, no mercado de trabalho, no âmbito profissional, no aspecto coletivo (social, econômico e político), na família (autonomia – matriarcal), no rejuvenescimento do corpo, sexualidade e no espírito empreendedor.
Em ato contínuo, mais um trecho musical antigo para relembrar: “A dor da saudade/ quem é que não tem/ Olhando o passado/ quem é que não sente Saudade de alguém”.
O certo, disse Ainor Lotério, é que “a mulher adquire no mundo uma influência, um alcance, um poder jamais alcançados até agora.”
“A busca da felicidade não pode atormentar as pessoas, mas alegrar a vida, tornando-a equilibrada, harmônica e cheia de sentidos. Toda via esse sentido não está apenas nas grandes vitórias, nas conquistas soberbas, nas demonstrações de força e de altivez, mas nas coisas simples da vida”, disse o Prof. Ainor Francisco Lotério enquanto entrava no ambiente da palestra pedalando sua bicicletinha. Falava que a felicidade é mais ou menos como andar de bicicleta: precisamos manter o equilíbrio, não perder o caminho, articular o discurso da vida e olhar o cenário à volta, pois tudo muda o tempo todo. Também observava que quanto mais se pedala mais se cansa, porém, mais se ganha resistência, associando essa resistência à necessária força para vencer os desertos da vida.
A palestra fez parte da programação de aniversário de emancipação político-administrativa de Itapuca-RS, conforme se pode acessar aqui: http://www.itapuca.rs.gov.br/confira-a-programacao-do-31o-aniversario-do-municipio-de-itapuca-2/
O CONTEÚDO E ESTRAGÉGIA DE APRESENTAÇÃO DA PALESTRA PROCUROU FOCAR O AUTOCUIDADO, A MOTIVAÇÃO PARA A VIDA E A RESSOCIALIZAÇÃO APÓS A PANDEMIA, ALÉM DE DIVERTIR E EVOCAR ENTRE AS PARTICIPANTES O AMOR E O BOM HUMNOR. ASSIM, OS SEGNINTES TÓPICOS FORAM EXPLORADOS: : -A importância da motivação humana da mulher na pôs-pandemia e as saídas para o desisolamento social, pela participação comunitária e social. -O cuidado com a autoestima e a prática da motivação para melhorar o brilho da vida pessoal da mulher; -Conscientização a respeito de seus dons, talentos e habilidades (um olhar para dentro e uma força para fora). -O pensamento positivo e a importância das atitudes positivas no dia a dia. -Evolução pessoal e participação na vida empreendedora, educadora e sustentável da comunidade; -O brilho da mulher, mas com um misto de motivação, valorização e empoderamento feminino, ou seja, o ato de conceder o poder de participação social às mulheres, garantindo que possam estar cientes sobre a luta pelos seus direitos, como a total igualdade entre os gêneros; -O reconhecimento do seu valor profissional, seus dons e habilidades e sua evolução num mundo ainda muito desigual.
Entre os assuntos abordados, Ainor Lotério procurou conscientizar sobre os mundos virtual e real, os quais, às vezes, nos dividem em dois mundos causando conflitos existenciais a quem não o compreende. No entanto, necessário se faz que as mulheres o compreendam, entrem nele e procurem fazê-lo o mais real possível, pois:
As nossas atividades, quaisquer que sejam, nos dias de hoje, têm que encontrar meios nesse mundo do “eu digital” e do “eu físico” que estão impactando a nossa cultura.
Entender que tudo o que fazemos na vida real (interesses, necessidades, vontades, o agir, o cotidiano e as relações na dinâmica do digital) poderemos fazer no mundo digital graças aos equipamentos de última geração.
Já somos nativos digitais: praticamente nascemos na frente dum computador e passamos mais tempo nas redes sociais, no diálogo com a textualização eletrônica no WhatsApp, nos relacionamentos com Facebook e Instagram tornando-nos totalmente dependentes delas; não nos preocupamos em focar na vida off-line, sequer percebemos que a todo momento estamos online e a vida adquire essa dinâmica.
Obs: Essa palestra foi viabilizada através da Imppacto Produções e Eventos https://imppacto.com.br/ Encerrranto, disse o Prof. Ainor Francisco Lotério: “É imensa a alegria de viver que tenho entre vocês, mulheres agricultoras, mães, avós, servidoras, empresárias, em toda a diversidade”, quando cantou, em coro com as mulheres, a música Oração da Família do Pe Zezinho, ele que também é Diácono permanente.
Galeria de Fotos do evento
“A nossa fé não é uma loucura sem sentido ou um desvario humano, mas com base no Projeto de Salvação de Deus, através de seu filho Jesus Cristo”, diz Ainor Francisco Lotério, cristão, palestrante e diácono ministrante do curso. Uma centena de pessoas cristãs participaram do curso pais e mães, padrinhos e madrinhas, promovido pela Paróquia do Divino Espírito Santo, Camboriú-SC, pertencente à Arquidiocese de Florianópolis. O curso, na verdade uma catequese sobre a origem e significado do Sacramento do Batismo, esclarece que o batismo nos faz pertencer à Família do Pai Altíssimo e Irmãos em Cristo. Chama-se Batismo, por causa do rito central com que se realiza: batizar (baptizeis, em grego) significa «mergulhar», «imergir». A «imersão» na água simboliza a sepultura do catecúmeno na morte de Cristo, de onde sai pela ressurreição com Ele como «nova criatura» (2 Cor 5, 17; Gl 6, 15). A Igreja Católica não é a religião de um livro, mas de uma Pessoa Real, concreta, Jesus Cristo, e atua fundamentada na tríade PALAVRA, TRADIÇÃO E MAGISTÉRIO. Não se deve procurar o batismo dos filhos por uma questão apenas de tradição, para garantir um “documento que lhes garanta um espaço no céu”, mas por fé na ressurreição, pois nossa vida aqui na terra termina fisicamente, mas os cristãos mantêm a esperança da vida eterna. A religião do caminho, o catolicismo/cristianismo procura seguir a verdade única e a vida que venceu a morte. O BATISMO É A PRIMEIRA ORDENANÇA DO EVANGELHO, UMA DAS INSTRUÇÕES QUE O SENHOR DEU A SEUS APÓSTOLOS.
“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado”(Mt 28, 19–20). Nós todos podemos fazer parte duma família através da biologia (sangue), pela adoção legal. Todavia, para fazer parte da família cristão necessário se faz a participação espiritual em Cristo. Não é outra coisa que oferece a Igreja quando batiza em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Jesus mesmo perguntou, quando lhe disseram que sua mãe e seus irmãos queriam falar com ele num determinado lugar: Quem são meus irmãos e minha mãe? Como não responderam, pois a filiação biológica ou adotiva não garante salvação, o próprio Jesus responde: “São todos aqueles e aquelas que fazem a vontade do meu Pai”, ou seja, se filiam a ele pelo Batismo. Isso está embasado no Livro Sagrado, a Bíblia, em Mt 12, 46-50. Aqui é bom lembrar que “padrinho não é (só) para dar presente, mas sim para ser presença!”. O PAPEL HISTÓRICO DOS PADRINHOS NA FORMAÇÃO DOS CRISTÃOS: 1-A tradição remonta ao século quarto, quando a Igreja tinha de enfrentar as perseguições romanas e as heresias pagãs. 2-Dever de instruir os catecúmenos na fé católica, preservando-os dos erros que pululavam na comunidade. 3-Responsabilidade de educá-la(o)s conforme a doutrina perene dos santos apóstolos.
Galeria de fotos do evento
MERGULHAMOS EM CRISTO, UM PELOTÃO DE MAIS DE CINQUENTA HOMENS, PARA CAMINHARMOS NO CHÃO DO CAMINHO, DA VERDADE E DA VIDA.
Foram 11(onze) Encontros, alongados pela primeira vez na história da Escola Diaconal São Francisco de Assis, Arquidiocese de Florianópolis, em função de uma pandemia, e mais de 5 anos (1867 dias) de estudos, orações, isolamento (máscara e álcool) e preparação teologal e espiritual para chegarmos nesse dia. Todavia, “tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todas as coisas debaixo do céu” (Ecl 3,1).
Fomos testados, houve desistências, perdas de entes amados, nascimentos de novos, porém, “o amor é paciente, é bondoso, alegra-se com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Cor 4-7).
Após a formatura na Escola Diaconal São Francisco de Assis, com sede em Florianópolis, houve a ordenação como Diácono Permanente.
Representando os formandos como orador da turma, Ainor Francisco Lotério, com fé, destemor e doação assim ase expressou: “Senhor, fazei que nossos irmãos e irmãs vejam em cada um de nós um Instrumento de ação, através dos dons do Espírito Santo: fortaleza, sabedoria, inteligência, conhecimento, conselho, piedade e temor a Deus, promovendo tua justiça e paz!”
MAS O QUE É E O QUE FAZ UM DIÁCONO PERMANENTE?
O Diácono é uma pessoa comum, saída do canteiro dos leigos, mas deve ter na mente e no coração que tem em si a dimensão da Igreja Católica, Apostólica Romana, para ser servidor de Jesus Salvador, sendo servo dos servos: “Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”(Mc 10, 45). Ele deve cumprir nosso triplo encargo de pregar com autoridade a Palavra de Deus, ajudar o bispo e os presbíteros nas celebrações e pôr-se a serviço do povo cristão nas obras de caridade.
Segundo a CNBB-Comissão Nacional dos Bispos do Brasil, a qual concede Identidade Eclesial aos Diáconos Permanentes, “a presença dos Diáconos Permanentes na Igreja, ao lado de tantos outros ministérios do povo de Deus, contribui para um melhor atendimento pastoral dos fiéis, para uma evangelização mais eficaz, porque feita por pessoas inseridas nas comunidades e pelo exercício mais partilhado do poder sagrado na Igreja. Em síntese, para uma Igreja em comunhão e participação.”
Os diáconos fazem parte do clero e podem ser casados. São formados e ordenados para atuarem com fé, esperança e amor junto às comunidades cristãs e de um modo geral. Essas comunidades estão redescobrindo esse grande sinal concreto do amor de Deus na Igreja, o diaconato permanente, restaurado pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, em 1964, onde se aprovou a seguinte resolução: “O Diaconado (ou Diaconato) permanente poderá ser restaurado como um grau próprio e permanente da hierarquia. Pode ser conferido a homens de idade mais madura, mesmo casado” (LG, nº 74).
O que muitos não sabem é que os diáconos já existiam no tempo dos apóstolos e tinham uma função bem específica, diferente do sacerdote e do bispo, mas também participam do sacramento da ordem.
“Naqueles dias, como crescesse o número dos discípulos, os Doze convocaram uma reunião e escolheram sete homens de boa reputação, dispostos à prática da oração e da caridade, para colocarem suas vidas a serviço de Deus, Nosso Pai, em nossa comunidade, iniciando por atender as mães das mais diversas origens, como requer o mundo hoje.
Assim diz textualmente a Bíblia, em Atos dos Apóstolos, capítulo 6, versículos de 1-6: Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano. E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas.
Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio. Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra. E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia; E os apresentaram ante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.
A SEGUIR ALGUNS TÓPICOS SOBRE A VOCAÇÃO DIACONAL, AGRADECIMENTOS E O DESEJO DE SERVIR, ATUANDO COMO FILHO DO HOMEM E FILHO DE DEUS:
Nós sempre cultivamos o sincero desejo de comer essa Ceia do Senhor com vocês nesse dia.
“Se, porém, não agrada a vocês servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir; eu e a minha família serviremos ao Senhor.” (Jos 24, 15). Criastes-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em Vós (S. Agostinho).
Deus, meu Deus, esse ninho e nó da sociedade, as nossas famílias, são o nosso apoio, nosso alicerce e a célula da nossa fé.
Mãe, minha mãe, nossas mães, Mãe de Jesus. “Maria, nossa Mãe Maria, queremos te falar de amor”.
Pai, meu pai amado, Josés de Maria, todos os pais, queremos-lhes do mesmo amor. “Que a família comece e termine sabendo onde vai, e que o homem carregue nos ombros a graça de um pai”.
Em vocês, Deus Pai nos amou sem medida: “Antes de formar-te no ventre materno, eu te conheci; antes de saíres do seio de tua mãe eu te consagrei” (Jer. 1, 4).
Nossos irmãos e irmãs, cunhados, cunhadas, filhos e filhas, netos, bisnetos e todos que fazem parte da nossa vida familiar: continuaremos dizendo, cada um na forma de um canto no seio de cada lar: “Vou cuidar da minha família, quero seguir a trilha do amor e da verdade, quero sentir saudade quando lá eu chegar”.
Nossos amigos e amigas, madrinhas e padrinhos, irmãos e irmãs espirituais, leigos e das pastorais das nossas Igrejas Particulares, obrigado pela atenção, às orações e o amor que nos tornaram seus próximos em Cristo.
Rendemos graças a deus pelos frutos que a condução do Pe Valter Maurício Goedert, do modo fraterno, incansável e amigo, durante toda a formação diaconal nos proporcionou.
À CADIP – Comissão Arquidiocesana do Diaconato Permanente, com reconhecimento pelo emprenho de toda a diretoria, através do nosso irmão Diaconal Vilson Alfredo de Freitas.
Aos Párocos, vigários e sacerdotes que nos identificaram, juntamente com nossas comunidades paroquiais, como vocacionados para o Diaconato Permanente. Obrigado a todos, sem preferência ou reserva, mas tomo a liberdade e autorizado por meus amados colegas de Escola, vocês, padres são instrumentos de Deus em nossa jornada, na pessoa do nosso incansável irmão em Cristo, Pe Márcio Alexandre Vignoli.
Louvamos a Deus pela vida de nosso Dispo, Dom Wilson Tadeu Jönck, que com sabedoria, firmeza, olhar serenos e paternal, nos encantou e fez de nossas esposas suas admiradoras filhas diaconais.
Bendito seja sempre o Papa Francisco, que nos aponta uma Igreja Sinodal, escutando o Senhor ressuscitado, que nos convida a recomeçar, a jamais perder a esperança, caminhado juntos como Povo de Deus, em comunhão, participação e missão.”
Às esposas, rainhas dos nossos lares, sacerdotisas das nossas igrejas domésticas, lembramos o Cântico dos Cânticos: dois amantes que se buscam, que se olham, se contemplam e entregam para uma aliança de doação, compreensão e amor vigoroso na fé em nosso Salvador.
Estamos preenchidos pelos sacramentos de Deus (instituídos por Jesus Cristo para dar, confirmar ou aumentar a graça): o Batismo, a Confirmação, a Eucaristia, a Penitência, a Unção dos Enfermos, a Ordem e o Matrimônio, cada um dos ritos sagrados.
Eis-me aqui, Senhor, para fazer tua vontade e viver do teu amor, “pois em ti estão as nossas fontes” (Sl 87, 7), em obediência a ti, através da nossa Santa Madre Igreja.
Criai em cada um de nós um coração que seja puro e dai-nos sempre um Espírito Decidido na construção do teu Reino, Senhor.
“Olhai (disse São Estevão), eu vejo o céu aberto e o Filho do Homem de pé, ao lado de Deus” (At 7, 56).
Senhor, fazei de cada um de nós um Instrumento de tua justiça e paz!
Os pobres são as estrelas e os tesouros da Igreja. São Lourenço, diácono e mártir, Patrono dos Diáconos, santo feliz, rogai por nós!
“Animai-vos uns aos outros, dia após dia, enquanto ainda se disser ‘hoje’” (Hb 3, 13)
OBRIGADO, DEUS PAI ONIPOTENTE, POR ESSA GRAÇA ALCANÇADA!
FAZEI DE CADA UM DE NÓS, NO MUNDO EM QUE VIVEMOS, UM INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ!
OBRIGADO, DEUS PAI ONIPOTENTE, POR ESSA GRAÇA ALCANÇADA E FAZEI DE CADA UM DE NÓS, NO MUNDO EM QUE VIVEMOS, UM INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ!
/:Graças dou por essa vida, pelo bem que revelou. Graças dou pelo presente e por tudo que passou.
Pelas Bênçãos derramadas, pela dor, pela aflição, pela graça revelada, graças dou pelo perdão!:/
Em tempos de mudanças de toda a ordem, tanto social quando ambiental, bem saber conduzir pessoas no rumo da sustentabilidade da vida é fundamental.
Cada vez mais sentimos a preponderante importância do papel da liderança no mundo atual, de modo que cada entidade seja bem dirigida em sua missão estratégica.
Foi com esse intuito que proferimos a Palestra ““LIDERANÇA POSITIVA, VIDA EM EQUIPE E QUALIDADE DA AÇÃO” na sede da APREMAVI (Centro Ambiental localizado junto a um Viveiro de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica), em Atalanta-SC/Brasil, quando a equipe fez uma avaliação dos trabalhos até o presente momento e delineou seu planejamento estratégico para o ano seguinte.
Evocando tópicos relacionados à motivação da Equipe, como aqueles que estão ligados em atos solidários, responsáveis, participantes, cooperadores, coparticipantes, corresponsáveis, o professor Ainor Francisco Lotério, que é engenheiro agrônomo e mestre em gestão de políticas públicas, com foco em instituições, cultura e sustentabilidade encantou o “Time Apremavi” com sua dinâmica e consistente palestra.
VOCÊ PODE VERIFICAR NOS VÍDEOS E FOTOS DO EVENTO A ESTÉTICA DA PAISAGEM NATURAL E DA RECUPERAÇÃO REALIZADA NO ENTORNO DA ENTIDADE, BEM COMO ENTENDER MELHOR A RAIZ DESSE TRABALHO PARA A VIDA DE QUALIDADE DA HUMANIDADE.
Lembrou também, fazendo uma associação com os princípios cooperativistas, da necessidade de se atuar com base em princípios que fortalecem o trabalho da Equipe, geram compromisso e produzem resultados positivos, como:
“Verdadeiros colaboradores se esmeram em agir de acordo com os princípios e valores da corporação, fortalecendo a sua essência. E, para que os resultados cheguem é necessário que cada um exija muito de si antes de exigires dos outros. Assim se evita muitos aborrecimentos e se tem mais sucesso na arte de liderar pessoas”, diz o Prof. Ainor Lotério.
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Um encontro de final de ano para avaliar o que foi feito e aprimorar os planos para o ano seguinte. Assim a COOEPE – COOPERATIVA DE EDUCACAO DE PROFESSORES E ESPECIALISTAS realizou o Encontro de Cooperados.
Com uma dinâmica de apresentação envolvente e interativa (inteligência cooperativa e espírito de equipe) o Prof Ainor Francisco Lotério, Especialista em Educação e Doutrina Cooperativista proferiu a Palestra “EDUCAÇÃO COOPERATIVA: QUANDO O COOPERADO FAZ A DIFERENÇA E ELEVA O RESULTADO” se deu no encerramento do evento, com participação efetiva dos associados, educadores e dirigentes presente no evento.
As cooperativas devem proporcionar educação e treinamento aos seus cooperados, colaboradores e dirigentes a fim de contribuir efetivamente para o seu desenvolvimento.
A educação cooperativista é imprescindível para as cooperativas porque é a partir desse processo que os associados passam a conhecer melhor o empreendimento a qual pertencem e, acima de tudo, participam de forma qualificada nos processos decisórios. Sua relevância é tanta que o quinto princípio do cooperativismo orienta sua prática: “Educação, formação e informação”.
Tópicos fundamentais para a educação embasada nos valores e princípios do cooperativismo foram abordados:
-Essência e poder educativo da motivação com inteligência cooperativa.
-Consciência, participação e engajamento cooperativista no âmbito da educação.
-Importância de uma pedagogia cooperativa na melhoria dos resultados junto aos educandos.
-Cooperativismo, doutrina que fortalece, educação que enobrece.
-O poder da mudança e a adaptação aos novos tempos (como fazer a diferença onde tudo parece comum).
“As pessoas não deixarão a lógica da individualidade simplesmente porque se tornaram sócias de uma cooperativa que tem como primazia alcançar objetivos em comum, mas porque compreendem que quem cooperar expressa maior grau de inteligência”, dia Ainor Lotério.
Os objetivos traçados para a palestra, levando-se em conta a razão da realização do Encontro de Cooperativistas da área da Educação foram assim destacados:
-Motivar os associados, dirigentes e colaboradores para servirem com mais afinco à sociedade escolar cooperativa, de acordo com o que preconiza a doutrina e educação cooperativista;
-Ressaltar o poder dos valores e princípios no engajamento dos cooperados para a elevação dos resultados junto aos educandos; –A importância da cultura organizacional cooperativa para o ambiente educativo, tornando-a uma filosofia de vida.
-Fortalecer os associados para que os mesmos se sintam encorajados a vencerem os desafios desse tempo de mudanças.
-Despertar dons, talentos e espírito pedagógico/cooperativo.
-Aumentar a motivação pessoal e profissional, compartilhar experiências e melhorar satisfação.
Finalmente, após várias pesquisas de campo e constatações em eventos realizados, claramente sentimos que “mesmo os cooperados que participaram de atividades de formação, ainda são desconhecedores do cooperativismo e dos seus princípios, pois, quando indagados, nem todos pronunciam sem embaraço os valores e princípios do cooperativismo.
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O engenheiro agrônomo e palestrante motivacional, Ainor Francisco Lotério, falou sobre o tema: “A FELICIDADE ESTÁ NAS COISAS SIMPLES QUE FORTALECEM A MULHER”, para mais de 500 mulheres participaram do XXV Encontro Regional de Agricultoras.
Disse iniciando a palestra: É imensa a alegria de viver que tenho entre vocês, mulheres agricultoras, extensionistas, mães, avós, servidoras, empresárias, em toda a diversidade …
A seguir alguns pontos destacados na palestra:
-A MULHER É UM SER CONSTRUÇÃO: Ela se modela definitivamente pelo uso que fizer de sua liberdade de escolha. Essa escolha passa por uma habilidade, uma utilidade e uma ligação divina com o que ela faz e vive.
-A mulher é um ser que tem o poder de ajudar para que a humanidade não decaia, uma vez que ela adquire no mundo uma influência, um alcance, um poder jamais alcançados até agora.
-ONDE ESTÁ A FELICIDADE DA MULHER?
As respostas estão em gestos simples, porém praticados com divina atenção, de modo dialogal, relacional e constante. Isso pode ser verificado, dado e praticado: no apoio recebido, no carinho dispensado, na ajuda dada, no abraço aconchegante, no beijo, no interesse, na gentileza, na atenção, no perdão, no elogio, no colo, no tempo, na segurança, no incentivo, na gratidão, no respeito, no surpreendê-la, no sentir-se única, no demonstrar amor publicamente, no arrumar-se para ela, na realização familiar, na atuação profissionaal, na evolução espiritual …
O certo é que a felicidade sempre está próxima ou dentro de nós. Para dizer um pensamento bem apropriado às mulheres que cultivam a terra: “A felicidade está no nosso próprio quintal, mas é provável que esteja coberta de capim”.
Ainor Lotério, circulando entre a plateia e se movimentando no palco, entre falas e música, lembrou ainda que é necessário criar UM MOMENTO PARA O “DEVER DE SENTAR JUNTOS E CONVERSAR”:
1-preocupar-se para além de comer e beber
2-falar de vida e saúde, evitando o consumismo
3-iniciar e terminar com orações
4-relembrar momentos marcantes
5-momento para conversa do casal
6-dar valor às coisas da terra
7-passar legado aos filhos, netos etc.
Finalizando a palestra ele cantou com as mulheres uma música com o refrão abaixo:
/:A FELICIDADE ESTÁ, MULHER, NAS COISAS SIMPLES DA VIDA, QUE FORTALECEM TUA ALMA, TRAZEM PAZ E HARMONIA. :/
Este encontro, organizado e mobilizado pela Epagri-Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC, em cooperação com as Prefeituras Municipais do Vale do Itajaí e SENAR-Serviço Nacional de Profissionalização Rural/SC, através do Sindicato dos Produtores Rurais de Ilhota, envolveu 13 (treze) municípios, onde a Prefeitura Municipal anfitriã deu total apoio.
O objetivo (dum encontro como esse) é a integração, troca de informações e experiência entre as participantes, bem como valorizar a mulher agricultora perante à sociedade, promovendo a autoestima e motivando para melhoria da qualidade de vida e bem-estar pessoal”, explica Kátia M. Zimath de Mello, extensionista social da Epagri.
A programação incluiu duas palestras, apresentações culturais e feira de produtos locais (artesanato como bebidas, biscoitos, conservas, pijamas, lingeries, entre outros).
A nutricionista da Epagri Cristina Ramos Callegari fala sobre “Nutrição e cultura: diversificando a alimentação com plantas”.
Contato: Ainor Francisco Lotério – www.ainor.com.br; contato@ainor.com.br; (47)0999675010
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Capital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e SocialCapital Humano e Social
Inicialmente o palestrante e diácono premente Ainor Francisco Lotério focou nos TRÊS GRANDES MARCOS DA VIDA ESPIRITUAL PARA O EXERCÍCIO DA LIDERANÇA CRISTÃ: a adesão cordial e vital à verdade de Cristo, o progresso na luz e a libertação das seduções do mal.
A referida palestra foi apresentada no encontro anual de formação e encerramento do ano, em Florianópolis. O Movimento de Irmão da Igreja Católica da Paróquia Divino Espírito Santo de Camboriú-SC, segue o exemplo do Movimento de Irmãos em nível nacional, que teve origem na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba, no início de 1970, quando o então Pároco Monsenhor Bernardo José Krasinski (de saudosa memória) idealizou um meio de formar, inicialmente em sua própria Paróquia, uma comunidade de irmãos entre os moradores daquela região, a qual se interessou pelos problemas comuns a todos, tentando encontrar uma forma de amenizá-los e, quem sabe, até resolvê-los..
Em Gl 6,7b-8 está escrito que “o que o homem tiver semeado, é isso que vai colher. Quem semeia na sua própria carne, da carne colherá corrupção. Quem semeia no espírito, do espírito colherá a vida eterna.” Com esse excerto bíblico queremos chamar a atenção para a semeadura da liderança cristã que deve ser realizada no terreno do espírito, sem interesses particulares, porém com a evolução de todos os liderados no caminho da verdade e da vida.
Apresentou o significado de “NO CAMINHO” e “A CAMINHO”: a) NO CAMINHO: dentro ou no interior de, junto de, sobre, ao lado de, algo conhecido e definido, NA VIA CERTA. b) A CAMINHO: -primeira letra do nosso alfabeto, primeiro passo, pessoa que está se deslocando, NUM PERCURSO PARA ALGUM LUGAR.
Observou o objetivo e o sentido do ato de liderar perguntando: vais liderar para quem?
1.Para “MIM” (interesses pessoais, profissionais etc.). 2.Para a “FAMÍLIA” (unidade, conquistas, desenvolvimento, etc.). 3.Para a “SOCIEDADE” (sócio/político, “forças vivas”, visão espacial etc.). 4.Para a “IGREJA” (minha, nossa, comunidade composta por cristãos, que forma um corpo social organizado, instituído por Jesus Cristo).
O certo é que “Jesus os chamou e disse: “Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mt 20, 25-28).
Alertou também par ao fato de que “tão pouco vocês devem ser chamados ‘chefes’, porquanto vocês têm um só Chefe, o Cristo. O maior entre vocês deverá ser servo” (Mt 23, 10-11).
DOZE ATRIBUTOS APOSTÓLICOS PARA A LIDERANÇA CRISTÃ: 1.Iniciativa e criatividade … 2.Autoconfiança, determinação e fé … 3.Linguagem e comunicação (palavra e prática) … 4.Capacidade para o diálogo intergeracional … 5.Relacionamento interpessoal e com a equipe (grupo, movimento …) 6.Entusiasmo e disposição para servir … 7.Versatilidade e flexibilidade (empatia e ajustes ao outro) … 8.Escuta ativa, atenta e profunda … 9.Ousadia e coragem para assumir riscos … 10.Inteligência cooperativa e senso de sociedade … 11.Habilidade para resolver conflitos … 12.Ter como guias os dons do Espírito Santo!
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Os Cursos versaram sobre COOPERATIVISMO – a cooperação como forma de construção das finanças pessoais e familiares e a sustentabilidade comunitária.
Foram realizados para professores de escolas de Alfredo Wagner e Rancho Queimado, Estado de Santa Catarina, envolvendo as seguintes Escolas: EEB Silva Jardim – Centro/Alfredo Wagner, EEB Passo da Limeira/Alfredo Wagner e EEB Marilda Lênia Araújo/Rancho Queimado.
Nessa etapa dos cursos, de acordo com parceria cooperativa entre o SICOOB Crediaraucária e o SESCOOP-SC, os professores de escolas estaduais e municipais foram capacitados entendendo o cooperativismo como doutrina que coopera na construção coletiva das finanças, empreendedorismo pessoal, familiar e na sustentabilidade comunitária. Outro viés abordado considerou como a cooperação (em todos os setores) pode contribuir para que o desenvolvimento sustentável, seja ele financeiro, social ou até de empreendedorismo possa, de alguma maneira construir algo saudável. Dar razão e compreensão na construção dos três pilares como uma forma digna de vivência entre os seres humanos, olhando o desenvolvimento financeiro e o desenvolvimento sustentável no sentido amplo.
UMA DOUTRINA DE VALORES E PRINCÍPIOS PARA TODA A VIDA.
A cooperação como já sabemos possui vários significados, cada autor o aborda de uma forma, mas podemos afirmar que a cooperação é uma ação consciente entre indivíduos associados em busca de resultados para uma sociedade organizada. Para tal finalidade essencial (educativa e doutrinal) propôs-se: -Compreender o princípio da educação, formação e informação, desde sua origem ao contexto histórico e atual, bem como as concepções de educação para a cooperação; -Discernir o que é doutrina cooperativista, a diferença entre educação e capacitação cooperativa, bem como suas aplicações e influências no contexto da ordem econômica e social; -Entender o papel do Serviço Nacional de Formação Profissional do Cooperativismo no campo da educação e formação profissional cooperativista.
Demonstrou-se aos educadores, através da evolução social e econômica das cooperativas catarinenses e brasileiras, que o cooperativismo se constitui em uma das alternativas e formas mais avançadas de organização da sociedade, bem como uma filosofia de vida que influencia positivamente as relações pessoais, familiares, sociais, econômicas e sustentáveis. Participar de uma organização que se baseia em valores e princípios morais e éticos e proporcionam oportunidades de estruturação de investimentos e geração de renda é fundamental para a construção coletiva das finanças pessoais e familiares, bem como da sustentabilidade socioeconômica.
Programa Jovens Cooperativistas Catarinenses nas Escolas
No contexto educativo do cooperativismo, conceituado como um movimento social e econômico, realizado entre indivíduos, que se baseia em uma visão colaborativa, o objetivo do programa é de fomentar alternativas e estratégias de fortalecimento do cooperativismo, por meio da preparação de indivíduos conscientes do seu papel para o desenvolvimento sustentável das cooperativas e das comunidades onde atuam. As atividades realizadas são ministradas por instrutores capacitados para este fim de forma criativa e participativa. Este programa atende jovens, sócios e filhos de sócios que possuem interesse em continuar desempenhando as atividades no meio rural e nas cidades, desenvolvendo um papel de liderança em sua propriedade e na comunidade.
PROJETO DE VIDA NA ESCOLA: UMA LEITURA DESSA COMPETÊNCIA NO VIÉS DO COOPERATIVISMO?
Sabemos que a escola não é um lugar para transmitir às crianças apenas o conhecimento formal, nas áreas de exatas, humanas e biológicas. Porém, a educação, como um todo, vai muito além disso: as instituições de ensino têm como papel a formação de indivíduos e de cidadãos para o mundo. Diante dessa responsabilidade, discute-se um tema muito importante: a abordagem e construção de um projeto de vida na escola. O projeto de vida na escola é uma das competências (foco final) da Base Nacional Comum Curricular, BNCC, logo, é fundamental que as instituições (escolas, cooperativas etc.) saibam como trabalhar esse tema entre e com os educandos. Assim, os educadores que participaram dos cursos foram instigados a perguntar aos alunos:
-Quais seus objetivos para esse ano (em diversas áreas da vida: pessoal, familiar, formação, profissão etc.)? -De que modo pretende alcançar seus objetivos? -O que espera dos professores e da escola no sentido de apoias o seu projeto? -O que cada disciplina abordada na escola está ajudando ou pode ajudar no seu desenvolvimento? -Qual tem sido o papel da sua família nesse sentido?
Também aos próprios professores uma pergunta foi feita: Quem acredita nessa base e está disposto a aplicá-la na orientação do projeto de vida dos estudantes (filhos e filhas da educação)?
Cabe aos pais, familiares e à sociedade encaminhar o projeto de vida dos seus filhos e filhas, num tempo em que as ofertas são múltiplas, porém, as certezas são poucas e as desorientações imensas.
Pais e educadores constantemente observam que há a necessidade de mais informações e propostas de encaminhamento profissional e vocacional dos jovens. Essa preocupação fez parte desses cursos.
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Na Palestra: “Motivação e Sensibilização para a Longevidade Humana” no Encontro Paranaense de Idosos 60+, promovida pelo SESC-Matinhos–PR, FECOMÉRCIO-Federação do Comércio do Estado do Paraná, os tópicos abordados encantaram os idosos. Entre eles destacamos:
— Conceito positivo e ativo de envelhecimento, orientado ao desenvolvimento (consciência coletiva para investir e valorizar). — Valorização da jornada, homenagem pelo legado e motivação humana intrínseca e extrínseca: não se pode ser novo fisicamente o tempo todo, mas se pode estimular todas as gerações a bem viver sempre. — Considerações sobre uma existência que fale ao mundo que viver vale a pena. — O fenômeno da longevidade humana na sociedade contemporânea e “o que fazer com os anos a mais que ganhamos” — Assistência, autorrealização e dignidade humana. — Motivando reflexivamente sobre as saídas físicas, culturais, educativas e inclusivas com vistas à longevidade humana com vida de qualidade. — Reflexão sobre a vida, considerando o que há de mais valioso, a verdadeira alegria. — Dinâmicas de interação, musicalização e resgate cultural das épocas vividas, dando cor aos nossos dias, às nossas atitudes e decisões, fazendo da amada velhice uma grandiosa obra viva de arte.
A “Alegria de viver e sabedoria de envelhecer”, O “Protagonismo e envelhecimento ativo no mundo atual”, as “Atitudes Comportamentais Positivas na terceira idade”, entre outros aspectos abordados, que muito bem são considerados temas ótimos para serem trabalhados com esse público, concorreram para o sucesso da “Longevidade e busca ativa da felicidade”.
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Na Palestra — A Essência do Cooperativismo e seu Poder Positivo de Transformação, tópicos importantes, solicitados pela Cipa-Comissão Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho, foram observadas e trabalhadas pelo Prof. Ainor Francisco Lotério, como: – Cooperativismo, doutrina que fortalece, educação que enobrece. – Doutrina, educação e motivação Cooperativista. – Cooperativismo: sucesso e realização inteligente. Veja aqui o ambiente, cenário e disposição da palestra durante a apresentação realizada na abertura da Sipat 2022: Com uma dinâmica de apresentação envolvente e interativa, evocando valores e princípios cooperativistas de fortalecimento de laços de equipe e a inteligência coletiva, os seguintes aspectos foram ressaltados: -Trabalhar de modo consciente e consistente a motivação dos Jovens, de modo a resgatar a disposição de servir com inteligência cooperativa, notadamente no trabalho de fornecimento de energia elétrica, conforme a visão, missão e valores da Cooperativa de Energia Elétrica de Morro da Fumaça-SC-CERMOFUL. -Levantar um novo e entusiasmado ânimo produtivo e cooperativo entre os capacitados dos grupos, dando sequência à proposta formativa da cooperativa para este final de ano e os que se seguem. -Exposição extremamente dinâmica, envolvente, consistente no conteúdo pertinente aos funcionários (considerando a cultura e atividades técnicas da região), bem como evocando a doutrina, valores, cultura e inteligência cooperativista. Conforme o presidente em exercício da Cermoful, Marcos Paulo Bertotti Ferreira, a semana de prevenção de acidentes do trabalho é uma importante iniciativa para a segurança dos colaboradores. “Na Cermoful nós trabalhamos para uma prestação de serviço ao associado e pela segurança total para os funcionários. Trabalho seguro é fundamental no segmento de energia elétrica”, disse.
1º SEMINÁRIO PARA COOPERATIVAS DE TRANSPORTE, LEITE E AGRICULTURA FAMILIAR – Palestras, Mediação e Oficinas. Realização Sistema OCB/SESCOOP-GO, em Padre Bernardo, Estado de Goiás. O seminário foi desenvolvido durante dois dias, quando houve a apresentação, no primeiro dia, da Palestra “Profissionalização da Gestão Cooperativista e o Cooperativismo de Resultado”. Em seguida foram realizadas apresentações de cases de sucesso em cooperativas de transporte, agricultura familiar e leite. No dia seguinte houve a apresentação dos resultados das oficinas (trabalhos em grupo) e o acolhimento das propostas por parte da OCB-GO/SESCOOP-GO, quando o Presidente Luis Alberto esteve presente, junta mente com o estafe do Sistema Cooperativista Goiano. A Palestra “O Poder da Mudança e a Adaptação aos Novos Tempos”, apresentadas pelo prof. Ainor Francisco Lotério, ocorreu ao final do evento, antecedendo a entrega dos certificados aos participantes. A temática básica das palestras versou sobre “A PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO EM COOPERATIVAS” e “O PODER DA MUDANÇA E A ADAPTAÇÃO AOS NOVOS TEMPOS”. O que fazer e como atuar em cargos de gerência em organizações focadas no cooperativismo (criar, implantar, planejar e administrar atividades e projetos visando o desenvolvimento econômico e social do empreendimento cooperativo e dos associados). -A visão do gestor como líder capaz de conduzir o processo de gestão e gerar valor para os cooperados e clientes, considerando o cenário onde atua e o mercado que opera (noções para estruturar uma cooperativa por meio do mapeamento de necessidades do corpo social e análise da viabilidade econômica). -Tópicos sobre visão comprometida do exercício da liderança com inteligência cooperativa (perceptora e comunicativa, com foco na inovação). – Sinais para identificar e promover boas práticas de governança e gestão em cooperativas de todos os setores e portes (inspiração de pessoas e equipes). – A cooperativa como detentora do poder da mudança e da adaptação à nova ordem mundial, uma vez que são feitas de pessoas e para pessoas. -Percebendo as mudanças e buscando resultados: como conduzir todo o corpo cooperativo à obtenção de resultados positivos. -Organização eficaz do quadro social das cooperativas e a criação de cooperativas de segundo grau. – Mundo em transformação (sociedade e mercado), a educação, a doutrina e a cultura cooperativista como uma inteligência social para resultados elevados (noções da relação entre cultura organizacional e a gestão de alto potencial).
Os objetivos das palestras e do seminário podem ser apresentados assim: -Demonstrar que uma gestão eficaz está sempre atenta às mudanças à sua volta, de maneira a conduzir todo o corpo cooperativo à obtenção de resultados positivos; direcionar o aprendizado, proporcionando uma abertura no leque do conhecimento e incentivando, para uma nova visão de mundo cooperativo. -Compatibilizar os aspectos internos com os externos, construindo um alinhamento coerente de todos os níveis da organização com o seu porte e local de atuação, objetivando a manutenção da sua competitividade. -Conscientizar sobre a importância da gestão profissional das cooperativas no mundo atual, visando obtenção de melhores resultados para os associados e colaboradores, com esperança, pertencimento e responsabilidade para resultados socioeconômicos. -enfatizar as relações externas, a construção das potencialidades internas e a preparação das cooperativas para as mudanças, mantendo a preocupação com uma visão de longo prazo, envolvendo a sociedade, o cooperado e o mercado. OFICINA DE CONSTRUÇÃO DE PROPOSTAS DE DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE Inserida no seminário, ocorreu a oficina de propostas de desenvolvimento das cooperativas, quando os presentes responderam perguntas em grupo por ramo: 1. Diagnóstico da situação da cooperativa hoje: número de sócios e sócias, qual o nível da organização do quadro social, o movimento e resultados econômicos, o uso de novas tecnologias (aplicativos, plataformas etc.), investimentos em capacitação (treinamentos e cursos) e envolvimento de associados e familiares? 2. Quais as principais dificuldades enfrentadas até o presente momento pela cooperativa/sócios (familiares)? 3. Necessidades da cooperativa (ramo): recursos humanos, recursos financeiros, projetos (novos ou mudanças), sucessão (filhos e filhas, novos sócios e liderança) etc.? 4. Quais os avanços e aprimoramentos obtidos pela cooperativa/sócios (e familiares) até hoje? 5. Propostas práticas (gestão de projetos, caminhos, ideias etc.) de desenvolvimento com base na cooperação entre as cooperativas (agricultura familiar, leite e transporte).
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Curso realizado em parceria com o Sistema OCESC/SESCOOP-SC, dentro da orientação do Programa de Mulheres Cooperativistas.
A razão da realização do referido curso com as mulheres participantes do Núcleo Feminino da Cooperativa Regional Agropecuária CooperItaipu visou atender a necessidade de realização de um diagnóstico da realidade (estrutura e situação) bem como de um planejamento das necessidades, desenvolvimento (alinhado à missão, visão e valores da cooperativa) e implantação (núcleos, conselhos, etc.).
Os objetivos da constante Organização e Manutenção de um Quadro Social participativo e ativo visam “formar novas lideranças, dar novos conhecimentos sobre a realidade do cooperativismo, entender o que é uma cooperativa e porque eles fazem parte de uma cooperativa”.
Logo, um equilíbrio entre gestão empresarial e social pode amenizar o distanciamento entre a cooperativa e cooperados, construindo uma identidade única no sistema cooperativo.
Uma adequada gestão cooperativa deveria priorizar a formação e educação dos associados para que se reconheçam como donos destes sistemas de organização coletiva, participando ativamente e articulando sua produção de modo a desenvolver e se apropriar de maiores benefícios dessa cooperação.
As cooperativas têm uma difícil tarefa em meio a uma concorrência cada vez mais acirrada. De forma permanente, têm de convencer os seus cooperados, os quais são simultaneamente donos e fornecedores destes empreendimentos cooperativos, que participar ativamente dos negócios e das atividades da cooperativa é a melhor estratégia, a que lhe brindará maiores vantagens.
A gestão social (preocupação da OQS) é uma ferramenta essencial para promover a fidelização dos cooperados e o seu interesse em manter uma organização cada dia mais coesa e fiel as suas necessidades (dos cooperados), sendo também uma ferramenta para aproximar interesses e necessidades dos cooperados e suas cooperativas. Para tal, a cooperativa deve se utilizar cada vez mais da comunicação, uma estratégia crucial neste processo de equilibrar a gestão empresarial e social.
A organização do Quadro Social possibilita que se concretize e se vivencie o princípio cooperativista da gestão democrática, de caráter educativo, por meio da efetiva participação do associado no empreendimento.
Entende-se que organizar o Quadro Social é defini-lo e estruturá-lo de forma a estabelecer um processo sistemático e permanente de educação, formação e informação. Isso promoverá a comunicação e a integração entre os associados, deles com a cooperativa e vice-versa.
Na prática, a Organização do Quadro Social (em questão, os Núcleos Femininos) contempla:
a) A seletividade associativa, de modo a manter na cooperativa os associados com disposição de assumirem os compromissos necessários para o sucesso de sua atividade, bem como revitalização e desenvolvimento da cooperativa;
b) O aprimoramento dos processos entre cooperativa e associados e vice-versa;
c) A capacitação dos associados para absorverem e adotarem as tecnologias necessárias para a viabilização e competitividade de suas atividades.
No entender de Madalozzo (1981), é indicado que crie uma nova civilização capaz de satisfazer a natureza do homem como ser racional livre social e eticamente, como por exemplo uma civilização solidarista, na qual:
1) exista efetivamente a liberdade e o respeito a cada homem como pessoa;
2) que a sociedade seja de fato uma comunidade de pessoas que respeitem a vida familiar e estimulem a vida grupal e intergrupal valorizando as pessoas;
3) que o trabalho seja cooperativo e incentivado visando o bem comum; ou seja, uma civilização que seja humanista e comunitária.
As cooperativas emergem, então, como uma terceira via, ou seja, como uma forma de organização social capaz oferecer alternativas tanto para o individualismo quanto para o coletivismo.
Para que as cooperativas se tornem cada vez mais eficientes e eficazes, a premissa básica é que elas sejam livres e responsáveis para se dirigirem por si mesmas, tornando-se crucial o investimento na organização e fortalecimento do Quadro Social. (MADALOZZO, 1981). No entender deste autor, por meio de seu Quadro Social as cooperativas poderiam contribuir para o desenvolvimento humano, viabilizando especialmente:
1) a valorização da pessoa e a promoção de seu bem-estar social; 2) a melhoria do padrão de vida;
3) desenvolvimento do espírito de solidariedade;
4) o desenvolvimento da educação; e
5) a prática da democracia econômica.
Pressupõe-se que cooperativas sejam lideradas por pessoas conscientes dos rumos da sociedade e do papel que elas efetivamente podem desempenhar nesse processo. Esse tipo de organização precisaria de lideranças que, além de exercerem uma boa administração, fossem igualmente capazes de conduzi-las à vivência da mentalidade cooperativa, na qual as atitudes de solidariedade geral dos sócios fossem o ponto forte de sua atuação na construção de um humanismo solidário e comunitário.
Curso proferido para o Núcleo Feminino da Cooperativa Agropecuária Regional AURIVERDE.
Como enfrentar as mudanças atuais e as que se avizinham sem uma base organizacional forte?
A resposta vem na forma de estruturação da AGO-Assembleia Geral Ordinária, Diretoria, Conselhos, Assessorias, Núcleos Femininos, Núcleos Jovens, Grupos de Estudos, enfim, todos as instâncias que possibilitam a participação dos associados e a atenção dos dirigentes a eles.
Um dos principais objetivos da OQS, segundo Valadares (1995), é estruturar um espaço de poder na cooperativa, viabilizando a participação democrática do maior número de associados na gestão do empreendimento cooperativo.
A OQS envolve a criação de comitês educativos, núcleos, conselhos representativos ou comissões locais, os quais têm como meta proporcionar uma “ponte de ligação” entre o quadro social e o quadro dirigente da organização cooperativa. Este trabalho permite que os dirigentes interajam mais ativamente com os cooperados, discutindo conjuntamente seus planos e propostas de trabalho, seus objetivos e metas, as informações sobre a realidade econômico-financeira da cooperativa e dos associados, as tendências dos mercados e, juntos, procurem encontrar a solução dos problemas tanto da cooperativa quanto dos produtores, conseguindo, desta forma, benefícios para os associados e para a cooperativa. A OQS, além de uma significativa ferramenta de gestão social, também é o meio (espaço ou local) para o desenvolvimento de trabalhos de educação cooperativista, o que permitiria sustentar uma efetiva comunicação e capacitação, adequadas à realidade de cada cooperativa e dos seus associados.
Percebe-se que, cada vez mais, em função dos desafios e oportunidades atuais requerem eficiência e organização para que se tenha competitividade cooperativa. Não apenas no campo, mas também fora da porteira precisamos de competência e estratégia, gestão, tecnologia e inovação, além de uma visão de conformidade da cooperativa para com o mercado e a sociedade (não apenas a sociedade cooperativa, mas a sociedade global). Isso demonstra que é inteligente e necessário despertar a inteligência cooperativa da doutrina e educação cooperativa através da eficaz Organização do Quadro Social.
Necessário se faz estruturar uma nova forma de expressão e integração entre os membros da sociedade cooperativa com os dirigentes e gestores.
Portanto, o objetivo fundamental da OQS deve ser estruturar um espaço de comunicação e poder na cooperativa, possibilitando a participação do maior número de cooperados na gestão do empreendimento cooperativo.
A OQS visa, utilizando estratégia e metodologia adequada, a aproximação dos associados e seus familiares com a cooperativa, de modo que esse diálogo entre os associados (os verdadeiros donos). É importante o envolvimento e o apoio dos colaboradores durante todo o processo, uma vez que também devem conhecer a doutrina e viver a filosofia e a cultura cooperativa do empreendimento. A OQS visa intensificar cada vez mais a comunicação e diálogo interpessoal em todas as instâncias, departamentos e órgãos da cooperativa. A Organização do Quadro Social (OQS) é uma prática que vem ganhando cada vez mais espaço nas cooperativas de diferentes ramos, principalmente pelos resultados que traz no engajamento dos cooperados, no fortalecimento do sendo de pertencimento e no melhor entendimento do negócio cooperativo.
Nos cursos do Sescoop-SC, chamamos de Módulo OQS, o que também pode ser chamado de Educa OQS, evidencia-se a função estratégica da organização do quadro social para as cooperativas (de todos os ramos).
É importante que haja um processo dinâmico, sistemático e permanente de contato entre cooperados e organização. Assim, que a formação e o acompanhamento da Organização do Quadro Social das Cooperativas (OQS) não seja uma preocupação de épocas, mas uma constância em termos de promoção, capacitação, definição e estruturação das sociedades cooperativas.
Finalmente, é fundamental que identifiquemos quais os fatores que contribuem ou não para o sucesso de implementação, desenvolvimento e perenidade da Organização do Quadro Social de uma cooperativa, o que pode ser realizado através da aplicação do questionário abaixo: 1. A cooperativa possui em seu quadro social um profissional exclusivo para atuar na OQS?
2. É estimulada a participação dos colaboradores nas ações desenvolvidas na OQS?
3. Estimula a participação de associados como voluntários nas ações desenvolvidas na OQS?
4. Apresenta, estimula e educa os novos associados na doutrina cooperativista (missão, visão, valores, princípios, gestão e governança, estrutura e negócios … etc.)?
5. São realizadas ações visando a fidelização dos associados e seus familiares (sucessores) à cooperativa?
6. A cooperativa destina recursos financeiros e busca outros para a realização de ações de OQS?
7. Possui processo formalizados de admissão de novos associados e colaboradores? 8. A cooperativa possui ações voltadas para jovens, mulheres, famílias etc.?
9. Realiza ou participa de maneira organizada de ações sociais e sustentáveis na comunidade?
10. Há algum relatório sobre os alcances das ações desenvolvidas em OQS junto aos associados?
11. Há diferença entre os que participam da OQS e os demais associados que não participam?
12. Há divulgação de mensagens de conscientização sobre a importância da Organização do Quadro Social nos meios de comunicação e nas assembleias e encontros de um modo geral?
O caminho que a cooperativa deve percorrer é aquele que o quadro social apontar!
O BATISMO É O SACRAMENTO DA INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ E REQUER PREPARO CATEQUÉTICO E DISPOSIÇÃO DE FÉ.
A Igreja Católica não é a religião de um livro, mas de uma Pessoa real, concreta: Jesus Cristo: PALAVRA, TRADIÇÃO E MAGISTÉRIO, por isso se preocupa em bem fundamentar a caminha cristã de toda a família.
O batismo não é uma invenção sem sentido, mas “a prática de batizar as crianças é uma tradição imemorial da Igreja. É atestada explicitamente desde o século II. Mas é bem possível que desde o início da pregação apostólica, quando ‘casas’ inteiras receberam o Batismo, também se tenha batizado as crianças” (CIC 1252).
O Batismo nos faz pertencer à Família do Pai Altíssimo e Irmãos em Cristo pelo Espírito Santo.
O BATISMO É Pa, UMA DAS INSTRUÇÕES QUE O SENHOR DEU A SEUS APÓSTOLOS: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28, 19–20).
O SACRAMENTO DO BATISMO está relacionado ao Mistério de Cristo e é o fundamento de toda a vida cristã, o pórtico da vida no Espírito (porta da vida espiritual) e a
porta que dá acesso aos outros sacramentos. A Igreja de Cristo prega que somos libertos do pecado e regenerados como filhos de Deus: tornamo-nos membros de Cristo e somos incorporados na Igreja e tornados participantes na sua missão.
FUNDAMENTO BÍBLICO PARA O BATISMO:
Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. (Gl 3,26-27)
E disse-lhes Pedro: arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. (At 2,38)
Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. (1 Cor 12,13)
Chama-se Batismo, por causa do rito central com que se realiza: batizar (baptizeis, em grego) significa «mergulhar», «imergir», e pode ser definido como o sacramento da regeneração pela água e pela Palavra.
A «imersão» na água simboliza a sepultura do catecúmeno na morte de Cristo, de onde sai pela ressurreição com Ele como «nova criatura» (2 Cor 5, 17; Gl 6, 15).
Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no Jordão. Assim que saiu da água, Jesus viu o céu se abrindo e o Espírito descendo como pomba sobre ele. (Mc 1,9-10)
Pais, mães, padrinhos e madrinhas, enfim, toda a família e a Igreja devem entender, aceitar e viver o fato de que O BATISMO É O NASCIMENTO PARA A VIDA NOVA EM CRISTO, A PORTA DA VIDA NO ESPÍRITO E QUE:
Os sacramentos são sinais eficazes da graça,
instituídos por Cristo e confiados à Igreja,
por meio dos quais nos é dispensada a vida divina.
Os ritos visíveis sob os quais os sacramentos são celebrados significam e realizam as graças próprias de cada sacramento e produzem frutos naqueles que os recebem com as disposições exigidas.
O fruto da vida sacramental é ao mesmo tempo pessoal e eclesial: é para cada fiel, uma vida para Deus em Cristo Jesus; é a para a Igreja crescimento na caridade e em sua missão de testemunho.
Baseados nesses fundamentos convidamos pais e padrinhos com esse pensamento: VAMOS MERGULHAR DE CABEÇA, CORPO E ALMA, MENTE, BOA VONTADE E CORAÇÃO NO SACRAMENTO DO BATISMO?
Isso é realizado nesse curso, que se desenvolve em dois dias, sendo o segundo inserido na própria celebração da missa, quando os participantes (pais e padrinhos) recebem seu certificado.
A FAMÍLIA GERADORA DA VIDA E DA FÉ E PRECISA ENTENDER O SEU CHAMADO NA FORMAÇÃO CRISTÃ. POR ISSO, A IGREJA CATÓLICAS, ATENTA AO QUE JESUS NOS RECOMENDOU, AGE ENTENDENDO QUE “Quem acolher em meu nome uma destas crianças é a mim que estará acolhendo” (Mc 9,37).
“MÃES, PAIS, MADRINHAS E PADRINHOS ASSUMEM UMA MISSÃO IMORTANTE DE EDUCAR NA FÉ, ACOMPANHANDO-OS ATÉ SUA EMANCIAPAÇÃO, NÃO DEIXANDO AS CRIANÇAS JOGADAS ÀS COISAS MUNDANAS APENAS!”, diz Ainor Francisco Lotério, Diácono Permanente e professor do Curso de Batismo, na Paróquia do Divino Espírito Santo, em Camboriú, SC, Arquidiocese de Florianópolis.
Assim se define e se orienta com consciência e fé, aos pais e padrinhos que deve haver um compromisso de educar os filhos na fé (força que nos aproxima do mundo), que o Batismo imprime na alma um sinal espiritual indelével, de sua pertença a Cristo, mas constitui o fundamento da comunhão entre todos os cristãos. Os batizados são chamados a professar diante dos homens a fé que pela igreja receberam de Deus e participar da atividade apostólica e missionária do povo de Deus. A entrada na vida cristã dá acesso à verdadeira liberdade.
Outro ponto importante tratado no curso é sobre O PAPEL HISTÓRICO DOS PADRINHOS NA FORMAÇÃO DOS CRISTÃOS. Essa tradição remonta ao século quarto, quando a Igreja tinha de enfrentar as perseguições romanas e as heresias pagãs. É um dever cristão instruir os catecúmenos na fé católica, preservando-os dos erros que pululavam na comunidade. Pais e padrinhos têm a responsabilidade de educá-la(o)s conforme a doutrina perene dos santos apóstolos.
Trata-se de uma palestra (tanto presencial quanto virtual) onde nos propomos a identificar as consistências e inconsistências nas conceituações de espiritualidade no campo organizacional contemporâneo. Foi realizada pela CNAC – Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa, em parceria com a IN COMPANY Eventos e Treinamentos.
Porque estamos aqui e como enfrentar os desafios dos tempos atuais?
Visando responder à essa pergunta e outros questionamentos dos participantes, o conteúdo versou sobre o fato de que a espiritualidade é a crença em algo, a fé em uma entidade espiritual que, quando vivenciado (sem imposição ou pregação) nas organizações, proporciona bem-estar entre os colaboradores, tornando o trabalho menos oneroso e mais prazeroso. Todavia, necessário se faz internalizar nos indivíduos e na equipe que a vivencia da espiritualidade na organização não significa doutrinação, mas cooperação na diversidade.
Sabemos que o tema espiritualidade ainda é visto com certa desconfiança nos ambientes organizacionais, devido a associação da espiritualidade com religião e a certo fanatismo e pregação pouco fundamentada.
Como o profissional de hoje pode desenvolver a sua espiritualidade independente de sua religião?
1.Buscar um equilíbrio emocional nas suas ações diárias.
2.Desenvolver a sua fé com atitudes verdadeiras e coerentes.
3.Viver mais em harmonia com todos a sua volta
4.Praticar o Espírito de Equipe …
5.Verificar onde estamos falhando e o que nos falta para termos mais sucesso pessoal e profissional.
6.Harmonia “oracioal” (íntimo e universo). E vale apenar lembrar que a oração diária, feita do seu íntimo, também ajuda e muito o ser humano viver em total harmonia consigo mesmo, com Deus e com o universo a sua volta.
7.CONHECER E PRATICAR OS VALORES E PRINCÍPIOS COOPERATIVISTAS.
“Um ambiente organizacional mais saudável, no qual o trabalho alimenta o corpo, a alma e o espírito do indivíduo, pois ““todos os dias nos vemos surpreendidos por esse mundo mutante e nos sentimos traídos, pelo fato de não ser tudo estável, com cada coisa no seu lugar, como antigamente”(Moggi e Burkhaard)“, o que nos causa insegurança e cansaço, razão pela qual nos é apropriada a buscas de apoio nos valores da espiritualidade, ou seja, na subjetividade das pessoas e da comunidade empreendedora.
“A Cultura Organizacional é o espírito humano da empresa contemporânea e é um recurso diferencial e estratégico na busca de competitividade, que define como a sua empresa se posiciona e se diferencia no mercado, sua condição do tempo atual (entender o que é e como funciona, identificar os tipos presentes na empresa e promover mudanças para fortalecê-la). É ainda o modo de viver, os comportamentos, tradições e conhecimentos, a linguagem, comidas, religiões, música, artes, vestimenta, etc., os símbolos, significados e valores (informais e regras), a influência no cuidar, cultivar, responder e crescer, o conjunto de artefatos e elementos materiais e as interações sociais (intergeracional)
Desde a Revolução Industrial somos bombardeados com a mensagem de que para sermos pessoas felizes, bem sucedidas e plenas, devemos ganhar muito, consumir muito, primar pelo lucro, explorar o outro (mesmo que pareça inocente) etc. Porém, a consciência de que somos uma casa comum e que um ambiente de fraternidade é mais fortalecedor e produtivo, renova-se a busca pela espiritualidade. “Nos últimos anos, um momento coletivo promove um olhar de olhar menos atento e autocentrado, capaz de enxergar a nossa última relação com o mundo e com as pessoas de nossa maneira mais eficiente.”
Essencialmente, a espiritualidade deve abordar os princípios e valores que regem a conduta humana no contexto da organização (empresa e empreendimento). Nesse âmbito entram: o propósito da empresa contemporânea; a inspiração da confiança da sociedade no cooperativismo; a missão de realizar a prestação de serviços de auditoria com excelência, contribuindo para o aprimoramento das linhas de gestão e o fortalecimento dos negócios do cooperativismo; a visão como necessidade de ser reconhecida pela qualidade e credibilidade na prestação de serviços de auditoria para as organizações; os valores (ética, profissionalismo, comprometimento, reconhecimento, solidariedade, transparência, cooperação, honestidade, qualidade, entre outros).
A espiritualidade deve ser entendida como a crença em algo, seja natural ou sobrenatural, quando fornece ao sujeito uma orientação moral sobre o que fazer diante de situações complexas, mas que cabe a ele decidir.
Essa espiritualidade tem uma consciência coletiva, cooperativa e se interessa pelo outro, levando a convivência e labor em espírito de equipe. Todo colaborador que desenvolve a espiritualidade, poderíamos dizer, tem facilidade para o trabalho com os outros, pois ninguém se basta a si, uma vez que nossa realização depende do outro, mesmo que seja par consumir o que produzimos, ler o que escrevemos ou ouvir o que falamos, etc.
A ESPIRITUALIDADE NA EMPRESA CONTEMPORÂNEA está presente naturalmente, respeita e adapta-se à diversidade de crenças, pois você não é um ser que controla plenamente suas gavetas, mas age com a consciência do arquivo todo. Aspectos subjetivos seguem da casa à empresa e a humanização e conformidade com nobres interesses conecta os sujeitos colaboradores às empresas. isso promove uma imagem social positiva focada no bem comum, fazendo com que ocorra integração e harmonia com a “casa comum”.
A espiritualidade na empresa contemporânea compreende:
1.Experiência que transcende o processo de trabalho, proporcionando sentimentos de alegria e plenitude.
2.“Energia” que motiva e orienta os colaboradores da empresa
3.“Alma” da Empresa que se alinha a dos seus colaboradores
4.Cria conectividade e motiva a buscar valores e interesses
Alguns desafios para a implantação da espiritualidade nas empresas contemporâneas nos levam a entender que ela deve ser um caminho de aceitação das várias perspectivas de como cada um se relaciona com o metafísico e o energético:
1- Para alguns a espiritualidade se traduz na relação com uma força exterior.
2-Para outros se traduz na relação com instâncias mais profundas de si mesmo
O Prof. Ainor Francisco Lotério proferiu a palestra reflexiva e motivacional “RELACIONAMENTO: FAMÍLIA, NINHO E NÓ DA AGRICULURA”, a convite do SENAR-Serviço de Aprendizagem Rural/FAES-Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo, inserida como destaque na programação da ExpoSul Rural, realizada no Parque de Exposições Carlos Caiado Barbosa, em Cachoeiro de Itapemirim-ES.
O Palestrante Ainor entrou no ambiente, montado no interior do Parque de Exposições, tocando violão e entoando músicas ligadas ao campo e ao convívio familiar, arrancando vozes e aplausos das famílias e lideranças participantes.
Ele citou e refletiu sobre a situação da família brasileira na agricultura familiar e no agronegócio, quando citou diferentes frases que fizeram a plateia refletir, se emocionar e fixar a atenção na palestra durante toda a apresentação:
-A família (comunidade de pessoas) foi sempre considerada como a primeira e fundamental expressão da natureza social do homem.
-Para o relacionamento não murchar, assim como as plantas, ele precisa fertilizado com a confiança e regado de amor e carinho todos os dias.
-Olhem para a mesma direção, apoiem os sonhos uns dos outros vocês serão felizes.
-As pessoas são um bem comum das famílias, da agricultura e da humanidade, da concepção ao desenvolvimento; uma tarefa física e espiritual.
-Mediante a árvore genealógica (passado, presente e futuro), a comunhão conjugal torna-se a comunhão das gerações.
-A família é reivindicada atualmente como o único valor seguro ao qual ninguém quer renunciar. Ela é amada, sonhada e desejada por homens e mulheres de todas as idades, de todo as orientações sexuais e de todas as condições.
Dessa forma, o tema foi definido e tratado de acordo com as necessidades expressas do evento, transitando pela ligação afetiva, interpessoal, familiar, profissional ou de amizade entre pessoas que se unem com os mesmos objetivos e interesses.
O objetivo foi facilitar, enobrecer e fortalecer a convivência, a comunicação e atitudes que devem ser recíprocas na Agricultura. Trabalhar a confiança, a empatia, o respeito, a harmonia entre as pessoas no seio das famílias (pais, mães, filhos e colaboradores) envolvidas nos empreendimentos rurais. Temas relacionados com a gestão profissional da propriedade, sucessão no campo, cooperação e sustentabilidade também foram abordados, inclusive com técnicas de interação com os presentes.
Essa feira é voltada para o setor rural da região e traz novidades em produtos agrícolas, maquinários, beneficiamento de lavouras, inovação para fazendas leiteiras, lançamentos veterinários, crédito rural, além de demonstração, palestras e programação técnica, como cursos rápidos para produtores.
Capacitar os participantes na administração da propriedade, no âmbito familiar.
“Com interação, conteúdo motivador e conscientização sobre a arte de produzir e criar com sabedoria e alegria os agricultores foram envolvidos num clima de alegria produtiva”, diz o palestrante, engenheiro agrônomo Ainor Francisco Lotério.
Do próprio hino municipal retiramos uma frase motivadora para os agricultores:
“Da coragem nasceu tua história, no colono a dedicação … Tua glória nos faz contemplar/ Santa Clara do Sul com amor/ O teu povo unido prospera/ A batalha transforma em flor.”
A valorização do agricultor e sua família, notadamente da agricultura familiar, o ponto forte do município, ficou evidente no esforço dos administradores municipais no sentido de mobilizar a categoria para comemorar a 1ª SEMANA DA AGRICULTURA. Por isso o tema “ORGULHO DE SER AGRICULROR” levou valorização, fortalecimento, sucessão e visão de prosperidade sustentável no campo.
O evento buscou valorizar o setor primário, estimular a inovação no campo e enaltecer a importância do produtor rural. Teve espaço o uso de tecnologias para melhorar a produção no campo, produção orgânica, uso de técnicas sustentáveis para agregar valor às propriedades rurais e a evolução do setor primário em Santa Clara do Sul.
Procurou-se enaltecer o saudável orgulho de ser agricultor e lembrar dos principais desafios do campo na atualidade: produzir sustentavelmente, adotar novas tecnologias, promover a sucessão rural, baixar custos e comercializar de acordo com as exigências dos consumidores locais e do mercado internacional, entre outros.
Os objetivos da palestra podem ser destacados assim: -Despertar o orgulho de ser agricultor nos tempos atuais.
-Fortalecer os agricultores e seus familiares no sentido dos mesmos se sentirem encorajados a vencerem os desafios desse tempo de mudanças.
-Definir o papel de cada um em relação à sustentabilidade, ambiental e humana, tendo como foco o desenvolvimento que contemple todas as gerações.
-Uma nota a respeito de herança, legado e sucessão.
-Despertar dons, talentos, habilidades e espírito de comunidade.
A ideia é fazermos um recomeço na agricultura, a partir de nós e de nossas propriedades.
A inteligência humana é demonstrada mais efetivamente quando nos relacionamos em comunidade. No âmbito das comunidades rurais e da agricultura sempre foi notável essa capacidade de muitas pessoas de liderarem os vizinhos, familiares etc., com o objetivo de unir for4ças e talentos na implantação de associações, cooperativas, igrejas etc. Famílias mais numerosas compreendiam isso mais facilmente na própria mesa, quando aprendiam a dividir o pouco pão entre muitos”, diz Ainor Francisco Lotério, que é palestrante e filho de agricultores familiares, tendo trabalhado por mais de três décadas com agricultura familiar.
A temática, mesmo sendo motivacional, baseou-se na essência do Cooperativismo, um movimento de pessoas que se associam com objetivos comuns, versou sobre: Cooperativismo: doutrina (filosofia de vida), Cooperação: atitude voluntária e Cooperativa: organização (sociedade de pessoas). Ideias, atitudes, condutas… que regem a forma de viver de uma pessoa ou grupo… (justiça, utopias, ideais, causas, sonhos, vocação, entusiasmo…).
No Município de São Bento do Sul há várias entidades coletivas que buscam avançar na produção agrícola e também no setor de serviços (Associação de apicultores, de agricultores, Cooperativa, Associação ligado ao turismo rural). Em comum as dificuldades do trabalho num ambiente coletivo, as burocracias a serem superadas, a dificuldade de capacitação de novos quadros e novos sócios.
Alguns objetivos visarem esse seminário, segundo o extensionista rural da Epagri, Rogério Pietrzacka: despertar a atenção dos agricultores do município para esta temática; reforçar a importância do trabalho coletivo; enaltecer as conquistas que podem advir com a organização; fortalecimento destas associações/cooperativas além de fomentar a participação principalmente de mulheres e jovens nestes espaços.
Participou mais de uma centena de agricultores e familiares de diferentes comunidades de São Bento do Sul.
A rica programação contou com palestras, ginástica laboral, testemunho de trabalhos coletivos (Apinectar, Encantos do Quiriri, Cooperativa Aprosul), almoço, motivação e momento cultural com apresentações artísticas de talentos locais.
A importância da parceria cooperativa:
Os parceiros cooperadores do evento foram: Epagri, Prefeitura Municipal, Sicoob Credinorte, Sindicato Rural, entre outros.
Um evento municipal com a abrangência de um público grande requer um trabalho conjunto de diferentes atores para desenvolver a contento a atividade. A parceira neste contexto, além de auxiliar financeiramente, também reforça a importância do trabalho coletivo, estreita laços com os diferentes atores e lideranças do segmento agropecuário local, e abre espaço para divulgação do trabalho da entidade para o público-alvo.
Um tema focado na educação para a edificação de sonhos, projetos de vida, geração de renda, liderança e produção de alimentos para toda a sociedade.
Encontrar-se com jovens que buscam afirmar sua posição na saciedade é alentador.
Ver na juventude engajamento no movimento cooperativista é ter a certeza de fortes sucessores no campo e em todos os ramos.
Louvores aos pais e mães, às famílias e às lideranças pelo esforço de mobilização nesse período pós-pandemia.
Este foi um trabalho fruto da ajuda mútua entre a Cooper Itaipu e o Sescoop-SC, em Pinhalzinho-SC, que produzirá excelentes resultados.
A cooperativa tem a qualidade de seus associados, porém, associados que têm o cooperativismo também como um ideal de vida, não apenas como organização da produção e obtenção de resultados econômicos ainda não compreendeu bem essa doutrina de princípios e valores, pois UMA COOPERATIVA É UMA SOCIEDADE DE PESSOAS COM OBJETIVOS COMUNS.
Objetivos dessa palestra:-Chamar os jovens para servirem com mais afinco à sociedade cooperativa, de acordo com os objetivos do Programa Jovem Coop e outras iniciativas desenvolvidas em favor deles.
-Fortalecer os jovens para que os mesmos se sintam encorajados a vencerem os desafios desse tempo de mudanças.
-Definir o papel do jovem associado em relação à expectativa da cooperativa a seu respeito.
-Uma nota a respeito de herança, legado e sucessão.
-Despertar dons, talentos e espírito de liderança.
CONTEÚDO E ESTRAGÉGIA DE APRESENTAÇÃO E ENVOLVIMENTO -Trabalhar de modo consciente e consistente a motivação dos Jovens, de modo a resgatar o comprometimento dentro das propriedades e da cooperativa.
-Buscar saídas propositivas para esse tempo pós pandemia visando o reengajamento forte e constante nas ações desenvolvidas pela cooperativa. -Estimular à participação focada nos princípios e valores do cooperativismo, porém focando o cooperativismo de resultado.
-Levantar um novo e entusiasmado ânimo produtivo e cooperativo entre os capacitados dos grupos, dando sequência à proposta formativa da cooperativa para este final de ano e os que se seguem.-Indagar: o que queremos para o novo mundo e o que devemos e podemos fazer para melhorar a adesão e o interesse pela cooperativa e pela comunidade?
-A proposta está baseada na idade, formação e atividades desenvolvidas pelos grupos.
-Como acessar o conhecimento necessário à profissionalização dos associados e seus familiares, sem perder de vista a vida de qualidade.
-A motivação deve estar focada dentro dum tema, onde o cooperativismo seja ressaltado de modo consistente, dando à cooperativa o motivo e a razão dos empreendimentos nas propriedades.
-Palestra extremamente dinâmica, envolvente, de conteúdo pertinente aos jovens (considerando a cultura e atividades técnicas da região), bem como evocando a doutrina, valores, cultura e inteligência cooperativista.
Uma palestra voltada para a retomada do entusiasmo cooperativista.
O certo é que Cooperativas têm a tarefa de empoderar as mulheres, porém, sobretudo, identificar e abrir espaços para a mulher que sabe cooperar!
Cooperar se aprende verdadeiramente com “a mão na massa cooperativa”, agindo com solidariedade, transparência, educação e formação cooperativista, além de abraçar o negócio cooperativo no espectro e fundamento dos princípios (adesão livre e voluntária, gestão democrática, participação econômica, autonomia e interdependência, educação-formação-informação, intercooperação e interesse pela comunidade).
Esse novo momento, pós síndrome da gaiola, não será totalmente voluntário, mas também provocado pela necessidade da Cooperativa de estar com os pés no caminho da cooperação, ou seja, gerando movimentação da sociedade cooperativa e resultados positivos como forma de vencer crises e obstáculos.
Por isso, e com o objetivo de retomar o trabalho do Núcleo Feminino da Cooper Itaipu, formados anteriormente à pandemia covid-19, houve-se por bem (a Coordenação da Área Social, em acordo com a Diretoria e Liderança da Cooperativa) trabalhar de modo consciente e consistente a motivação nos Núcleos de Mulheres da Cooperativa Regional Itaipu, de modo a se:
-Resgatar o comprometimento dos grupos dentro do quadro social da cooperativa.
-Buscar saídas propositivas para esse tempo pós pandemia.
-Estimular à participação focada nos princípios e valores do cooperativismo, porém focando o cooperativismo de resultado.
-Levantar um novo e entusiasmado ânimo produtivo e cooperativo entre os capacitados dos grupos, dando sequência à proposta formativa da cooperativa para este final de ano e os que se seguem.
A proposta foi baseada na idade, formação e atividades desenvolvidas pelos grupos de mulheres de toda a área de ação da cooperativa.
O que se objetivou foi um olhar consciente, crítico e produtivo em relação ao novo mundo do pós-pandemia, os novos cenários da agropecuária e o que devemos e podemos fazer para melhorar a adesão e o interesse pela cooperativa e pela comunidade.
“Como acessar o conhecimento necessário à profissionalização dos associados e seus familiares, sem perder de vista a vida de qualidade?”, perguntou o Prof. Ainor Francisco Lotério às participantes.
Para tanto, respondia sobre a motivação humana no foco cooperativista dizendo que “a motivação deve estar focada dentro dum tema, onde o cooperativismo seja ressaltado de moto consistente, dando à cooperativa o motivo e a razão dos empreendimentos nas propriedades!”
Iniciou-se pela definição sobre o que é poder?
“O Poder da Mulher que Sabe Cooperar” está diretamente ligado a ter a possibilidade de participar, edificar, modificar etc.; possuir força física, moral, econômica, espiritual para agir a seu modo e com consciência; ter influência, valimento (legitimidade e valor) como ser humano, profissional e associada ativa. E COOPERAR é agir coletivamente com os outros, trabalhando juntos em busca do mesmo objetivo, tendo em mente princípios e valores. Portanto, a prática da cooperação educa as pessoas desenvolvendo uma mentalidade mais aberta, flexível, participativa, humana e solidária.
A conquista da autonomia por parte da mulher, o fato de cada vez mais estarem chefiando famílias, bem como o seu maior ingresso no mercado de trabalho, entre outros aspectos, denotam a participação efetiva, forte e necessária das mulheres no quadro social das cooperativas.
“O mundo está passando por tempos difíceis de isolamento e conflitos. Para atravessar esse deserto é fundamental compartilhar esperanças por um itinerário de verdade e vida”, reforça Ainor Lotério.
Ao levar uma palavra de reconhecimento, incentivo ao investimento em educação especial e encanto pelos resultados obtivos, o Prof. Ainor Francisco Lotério cantou “EU SÓ NÃO QUERO CANTAR SOZINHO” (Um milhão de amigos, R. Carlos).
A APAE de Camboriú, Escola Alegria de Viver, participou do a disputa dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina – Parajesc e trouxe excelentes resultados, muita emoção, sentido de diversidade humana e provocou nas lideranças, pais e mães, educadores e educadoras, bem como na comunidade em geral um sentimento de profundo apoio a esses seres humanos que nos mostram o que é a palavra SUPERAÇÃO. Em razão disso e também do sucesso obtido, uma homenagem foi feita aos atletas (alunos apaeanos) que participaram da 22° Olimpíada Estadual das APAE’s e 11° PARAJESC.
O Parajesc é a principal competição do estado de Santa Catarina para jovens de até 18 anos e vale como uma classificatória para a etapa Regional das Paralimpíadas Escolares Nacionais, que reúne os estados das regiões Sul e Sudeste.
Houve emocionante apresentação dos resultados e uma animada, inteligente e profunda homenagem aos medalhistas. Foram 14 medalhas no PARAJESC e 08 nas Olimpíadas das APAE’s. Diretoria, professores, técnicos, voluntários, pais e amigos, bem como os poderes públicos (Prefeitura de Camboriú, Fundação Catarinense de Educação Especial e Governo Federal) estão de parabéns e, novamente, convocados a darem continuidade nessa jornada de educação, emoção e superação humana.
O evento foi para comemorar os excelentes resultados, pois o esporte paraolímpico de Camboriú mostrou sua força e teve participação de destaque nessas Olimíadas, realizada em Lages, quando conquistou medalhas: medalhas: 1 ouro: Atletismo (Daniel Dutra); 2 pratas: Bocha paraolímpico feminino e masculino (Annely Zoschke e Roni da Silva); 5 bronzes Atletismo (Rauny da Cruz com duas medalhas), Bocha Paraolímpica (João Pedro Dutra), Handebol Masculino (participação dos atletas: Rauny da Cruz e Daniel Dutra) e Handebol Feminino (participação das atletas: Carolaine Pereira, Pamela Neves, Pamela Viturino e Michelle Pereira); 10 ouros: Lançamento de dardo (Carlos), Lançamento de pelota (Carlos), Lançamento de dardo (Maxsuel), Salto em distância (Maxsuel), Corrida 800m (Maxsuel), Corrida 150m (Maxsuel), Arremesso de peso (João Telles), Lançamento de dardo (João Telles), Arremesso de pelota (João Telles) e Bocha/Bc3 (Cauan); 2 pratas: Corrida 60m (João Telles) e 1000m (Estevão); 2 bronze Corrida 2
“Ao considerar que a escola é um es paço de socialização, conhecimento e aprendizagem, seus portões devem estar abertos à diversidade, —
ao encontro, ao compartilhamento de ideias e à oferta de oportunidades iguais de realização do potencial humano”, diz o texto da Política de Educação Especial levada a efeito para Fundação Catarinense de Educação Especial em Santa Catarina (FCEE).
“Tudo nos encanta, especialmente quando há empenho por parte da comunidade e dos órgãos de governo que têm o dever para com essa atenção especial” disse o Prof Ainor Francisco Lotério ao proferir sua mensagem no evento, ele que é um dos fundadores da APAE-Associação de Pais e Amigos da Escola Especial de Camboriú.
Todavia, nossa gratidão a todos.
Pais, mães, madrinhas e padrinhos se reuniram para ouvir a Palavra de Deus e as orientações da Igreja Católica sobre o Sacramento Fundamental da Iniciação Cristã, o Batismo no Espírito Santo.
Em At 13, 24 a 26 lemos: “Antes que ele chegasse, João pregou um batismo de conversão para todo o povo de Israel. Estando para terminar sua missão, João declarou: ‘Eu não sou aquele que pensais que eu seja! Mas vede: depois de mim vem aquele, do qual nem mereço desamarrar as sandálias’. Irmãos, descendentes de Abraão, e todos vós que temeis a Deus, a nós foi enviada esta mensagem de salvação”.
Esses amados irmãos e irmãs espirituais ouviram com atenção e participaram com disposição. Eles desejam muito batizar seus filhos e afilhados na fé, esperança e amor de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.
Veja como TUDO ISSO É GRAÇA DO ESPÍRITO SANTO DE DEUS.
O batismo é a primeira ordenança do Evangelho, uma das instruções que o Senhor deu a seus Apóstolos dizendo-lhes: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo”.
Batismo é quando alguém se limpa, é aspergido ou mergulha na água de forma simbólica, para mostrar que aceitou seguir Jesus como seu Salvador.
Alguém perguntaria então: mas como a criança com poucos meses e até poucos dias de vida pode fazer esse juramento?
A resposta está nas mãos e no coração dos pais e padrinhos: quando levamos o filho à escola desejamos que os professores o guiem nos estudos. Do mesmo modo, queremos conduzir, e contamos com o apoio dos padrinhos, para educarmos os nossos filhos na fé.
Romanos 6:3-7 explica que quando alguém se batiza, se identifica com a morte e ressurreição de Cristo, mostrando que acredita que Jesus tomou o seu lugar. Quem é batizado está dizendo para o mundo que a sua vida mudou, já não está preso ao pecado.
Posso não ser seu irmão biológico e nem adotivo (legalmente), mas o sou pelo Batismo e adesão à Família Cristã.
Um tema novíssimo, porém intrigante e atual, que tive a oportunidade de apresentar como Tese de Conclusão da Graduação em Filosofia, pelo Centro Universitário Claretiano.
O objetivo foi pontuar questões que ajudem a refletir sobre a necessidade de se rever a prática do cooperativismo atual brasileiro, de modo a agregar ao mesmo o conceito de sinodalismo. Supomos cooperativas mais interessadas pela comunidade, fazendo valer o seu sétimo princípio fundamental que é o “interesse pela comunidade”
Partimos do pressuposto de que no sinodalismo, mais do que no cooperativismo, se trabalha o fulcro comunitário, contemplando a infinidade de diferenças entre as pessoas ou grupos que compõem a vida comunitária.
O que aqui propomos é a tarefa de ampliarmos o conceito de sinodalidade e entender o modo como este influenciará no cooperativismo, uma vez que foram basicamente os cristãos que fundaram o cooperativismo. Como isso ocorreu numa época de dificuldade social, quando o rompimento da Revolução Industrial jogou famílias inteiras no trabalho desumano e sem a conceção de direitos aos trabalhadores.
O tema da “sinodalidade” é de profunda atualidade, pois quando nos referimos ao encontro de pessoas com o objetivo da busca do bem comum, seja em relação aos interesses mundanos ou eternos, ela nos leva a refletir sobre a qualidade das nossas interações e ações tendo o outro como potencializador.
Desse modo, toda ação conjunta, voluntária e objetiva, que tenha como objetivo a melhoria das relações sociais e a geração de renda devem se iniciar por contemplar o conhecimento que fundamente esse modo de agir.
O cooperativismo, movimento de envergadura internacional, tem trazido resultados positivos às comunidades que o adotam obedecendo os fundamentais princípios e valores, mas pode agregar um modo mais sinodal.
De igual modo, a visão sinodal da igreja enseja o caminhar com todos, não importando as diferenças, pois vivemos num mundo que respira a diversidade, devendo se importar mais com a constituição de organizações cooperativas que melhorem a geração de renda das famílias. Trabalhar conceitos de comunhão, colegialidade, cooperação, uma vez que todos estão no coração de quem se reúne para promover o bem da comunidade é o objetivo desse trabalho. Porquanto a cooperativa trabalha por atender os interesses comuns e objetivos dos associados, não pode ela perder de vista seus princípios e valores e convivência na diversidade comunitária, trabalhando pastoralmente a sua organização social.
Consideramos também responder a alguns questionamentos para as relações sociais dessa época, quando as mesmas atingiram uma enorme polarização, com a sociedade dividida em duas grandes classes: a direita e a esquerda. É nesse momento de evidente antagonismo que fica evidente a necessidade de se pesquisar temas que nos levem à cooperação mais elevada, o que intitulamos cooperação sinodal.
A Palestra Comunicação Corporativa faz parte dos Eventos de Formação Profissional/Aperfeiçoamento da Unimed Anápolis, levados a efeito em cooperação com o Sistema OCB/SESCOOP-GO.
O conteúdo programático, resumidamente, versou sobre o processo de comunicação – a importância do conteúdo, do tom de voz e da linguagem não verbal, passando pelas ferramentas e estragégias modernas de comunidação, onde cada ser humano pode ser repórter de si mesmo, porém, sem a verdadeira noção do poder que tem a comunicação na vida das pessoas e instituições.
ALGUNS PENSAMENTOS SOBRE COMUNICAÇÃO PESSOAL E CORPORATIVA, NO AMBIENTE INTERNO E EXTERNO REPASSADOS DURANTE A PALESTRA/TREINAMENTO:
Comunicação é integração e não se faz com mágica, mas com a compreensão das linguagens e meios que, verdadeira e essencialmente, comunicam aquilo que é necessário;
Uma corporação é uma empresa que reúne membros de uma mesma profissão (ou afinidade profissional), organizados sob regulamento comum e compartilhando os mesmos objetivos. Só terá melhoria contínua de desempenho se praticarem o comprometimento funcional com visão holística (inteira, completa);
Comunicação corporativa é muito mais do que não falar mal da empresa ou dela falar bem. Ela é responsável pelo desenvolvimento, atualização e divulgação da visão interna e externa do negócio (trabalho);
Para falar talvez haja alguns doutores, porém, para ouvir todos são doutores. Portanto, quem comunica deve fazê-lo bem. E só o fará se compreender o processo comunicativo no mundo corporativo, na sociedade e mundo global;
As palavras que expressam ações revelam uma ligação intrínseca com sujeitos, que exercem funções. Aí se se revela a coerência ou a incoerência entre retórica e práxis, ou seja, teoria e prática;
Enfatizam-se três modos da linguagem (Humberto Ecco): a natural, a formal e a científica, e, claro, a relação entre ambas no processo de expressão humana. Por isso, a linguagem do povo é o seu espírito, e este, por sua vez, é a sua linguagem. Ela retrata a atividade do espírito e tende a transformar o som em expressão do pensamento;
Falar difícil é fácil, mas falar fácil é difícil, pois o entendimento entre emissor e receptor depende dessa compreensão um do mundo do outro;
Entende-se por comunicação a ação de transmitir uma mensagem e, eventualmente, receber outra mensagem como resposta;
Entende-se por comunicação corporativa as relações com o público interno (estrutura diretiva e colaboradores diretos ou terceirizados) e externo (clientes, investidores, produtores de conteúdo, mídia) e sociedade (relações públicas, marketing e eventos);
Muito mais do que falar sobre a empresa, a comunicação corporativa visa conhecer o ambiente interno e externo da organização: é a voz da empresa e o “quadro geral da sua gente da estrutura de funcionamento e de atendimento”;
Uma boa e salutar comunicação corporativa ocorre quando se evita ruídos ou entraves ao processo: a) físicos: objetos e móveis barulhentos, equipamento disfuncional, ambiente externo excessivamente movimentado, etc.; b) psicológicos e corporais: relacionada ao desempenho de cada funcionário ou equipe (saúde mental e a inteligência emocional e rotina) e condições físicas que impedem a correta absorção de informações, como doenças, deficiências e desconfortos; c) técnicos: canal de comunicação ou técnica utilizada; solução desatualizada, disfuncional ou inadequada para os hábitos dos funcionários; d) linguísticas: incompatibilidade de linguagens (formação e hierarquia).
Uma comunicação assertiva (pessoal ou corporativa) traz resultados positivos para a imagem ou marca, ajudando a estreitar laços de confiança com seus públicos-alvo, desde que se saiba emitir um conteúdo adequado, ouvir com atenção e responder com presteza, acompanhando as tendências do mercado e sociedade;
É preciso dialogar intergeracionalmente (os mais experientes com os menos experientes), etariamente (da criança ao idoso) com clientes, funcionários, fornecedores, governos, organizações não governamentais, simpatizantes, críticos etc., para fortalecer a imagem da sua corporação e melhorar os resultados;
Jamais perder de vista a diversidade e a sustentabilidade em todas as mensagens, projetos e ações.
Ambas Palestras visaram sobre a essência do cooperativismo, os princípios cooperativistas, o poder da ação funcional e a organização do quadro social. A metodologia adotada foi: exposição interativa e temática (visual, data show), viva, interação com o público e dinâmicas de aprofundamento.
Uma fala do Prof. Ainor Francisco Lotério sobre essa grande festa dos agricultores, associados e seus familiares e comunidade de Campinorte–GO e região.
As palestras fizeram parte da programação da 3ª FENACAMPI, realizada pela COOPERCAMPI, em Campinorte–GO, em cooperação com o SESCOOP/GO, Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Goiás).
Percebe-se que o evento é de dimensão bem maior do que o retrato apresentado pelas fotos e textos. Por isso, e para dar a conhecer sobre publicações em textos, fotos e vídeos, recomendamos acessar 3ª FENACAMPI
Informações sobre a Cooperativa Agropecuária Regional de Campinorte — COOPERCAMPI
A seguir fotos e slides que retratam o sucesso do evento e a aceitação das palestras:
O Encontro do MONC-Movimento Obra Nova Casais (Paróquia Divino Espírito Santo – Camboriú-SC) desenvolveu-se em torno do tema.
“Não podemos ser quaisquer pessoas, mas perseverantes pescadores de homens. Isso significa: entender que para seguir Jesus e participar do Reino Eterno, não podemos ser quaisquer pessoas, mas perseverantes pescadores de homens; embarcar na barca e atravessar à outra margem, deixando tudo o que nos impede (enquanto pessoa, casais, famílias e movimento) de seguir a Jesus e; entrar mar adentro e se arriscar na construção da felicidade eterna, desapegando-se unicamente da efêmera vida”, afirmou o preletor da noite Ainor Francisco Lotério. Portanto, convidamos a todos para embarcarem na barca do Nazareno, atravessando assim à outra margem, deixando tudo o que nos impede de seguir o caminho, a verdade e a vida. Frisamos as TRÊS GRANDES MARCOS DA VIDA ESPIRITUAL DO CRISTÃO: Adesão cordial e vital à verdade de Cristo, progresso na luz e da libertação das seduções do mal. Essas tríade indica o “Caminho, Verdade e Vida na direção do Reino Eterno” e O PAPEL DO MOVIMENTO OBRA NOVA CASAIS NA RETOMADA DA IGREJA SINODAL:
-Vivemos um tempo de lamúrias, angústias, dor e falta de entendimento do papel da fé e da missão pastoral de cada movimento? -A diversidade humana sob a ótica da Fratelli Tutti (todos Irmãos) e da Laudato Si (casa comum nossa responsabilidade). -Como “falar com sabedoria e educar com amor” em tempos de isolamento e desamor? (CF2022) “DE HOJE EM DIANTE SERÁS PESCADOR DE HOMENS!” é um profundo chamado à formação da Igreja Apostólica Católica, com foco na missão de levar a Boa Nova do Senhor. Esses textos sagrados são encontrados em Jo 21, 1-12, Lc 5, 1-11, Mt 4, 18-22 e Mc 1,16-20.
“Mais do que coragem, disposição e resiliência precisamos confiar no Rochedo que nos salva, pois nos trouxe à vida por amor e nos cumulou de dons, talentos e habilidades”, finaliza o pregador Ainor Francisco Lotério.
Na palestra, PROJETO DE VIDA E CONSTRUÇÃO DA FELICIDADE ETERNA -Reencontro de Acólitos, o professor Ainor Francisco Lotério, que ser ordenará Diácono Permanente, iniciou questionando os jovens acólitos, pertencentes à Paróquia São Sebastião (Bairro Pioneiros, Balneário Camboriú-SC) sobre os seguintes pontos do caminho da vida na fé: – Por que estamos aqui e por que sou acólito? – Onde estou e para onde vou se continuar a fazer o que faço na minha família, na vida particular, na Igreja e na sociedade? – Senhor, o que queres que eu faça?
O tema objetivou levar os jovens acólitos à retomada do compromisso com Cristo na comunidade, de modo a reaquecer os corações e sensibilizá-los (motivá-los) para a alegria de viver o caminho da verdade e da vida como seguidores de Cristo.
Houve depoimentos de pessoas que atuam na igreja e que passaram pela missão de acolitar.
Foi um dia com temas abordados de forma dinâmica e participativa, com músicas celebrativas (com os jovens), seguindo o projeto de felicidade eterna, no rumo do Reino do “Eu Sou”.
Foi um Encontro de Acólitos (adolescentes e jovens servidores do altar), na presença de Jesus Cristo, o Deus Vivo entre nós. Isso é matéria de fé para os cristãos, conforme declara Pe Pedro, Pároco da Paróquia São Sebastião, Balneário Camboriú-SC.
Como são belos os gestos dos pais e mães, voluntários, Pastorais e todo o Ministério da Igreja na formação e no papel dos acólitos no serviço do altar.
Outros tópicos fizeram parte do conteúdo da palestra, como: – Considerações sobre a comunicação e o relacioname nto humano na era das novas tecnologias; – Visão de juventudes e juventudes – um estudo – em tempos de mudanças e novas gerações; – Fé inteligente e comunicação verdadeira no seio da Igreja e comunidade; – O poder da dedicação com alegria de viver em cooperação e sinodalidade; – A diversidade (sexualidade) humana (sob a ótica da Fratelli Tutti (todos Irmãos) e da Laudato Si (casa comum); – Considerações sobre o lema da CF2022(falar com sabedoria e educar com amor); – O jovem e a família como ninho e nó da Igreja e sociedade); – Legatários do ideal cristão e sucessores na religião dos pais; etc.
O encerramento ocorreu com apresentação das mães, pais, familiares e amigos que estiveram em oração durante o encontro, com bênção final, os quais emocionaram seus filhos e filhas com a entrega surpreendente de mensagens de amor.
No encontro de retomada das atividades da Associação dos Fiscais Federais Agropecuários do Rio Grande do Sul – AFAMA/RS.
Iniciando por essa pergunta “quanto tempo você pretende viver?” abordamos as seguintes linhas temáticas: a alegria de viver e sabedoria de envelhecer, o protagonismo e envelhecimento ativo no mundo atual, as “atitudes comportamentais positivas na terceira idade, a longevidade e a busca ativa da felicidade.
A palestra contou com a musicalização temática, quando o palestrante entrou pedalando e cantando a canção gaúcha “canto alegretense”, dando o tom da acolhida.
O conteúdo básico da palestra, tendo como pano de fundo as linhas temáticas mencionadas (alegria, atitudes, protagonismo do idoso, felicidade na terceira idade etc.) da sensibilização, quais sejam:
-Conceito positivo e ativo de envelhecimento, orientado ao desenvolvimento (consciência coletiva para investir e valorizar).
-Valorização da jornada, homenagem pelo legado e motivação humana intrínseca e extrínseca: não se pode ser novo fisicamente o tempo todo, mas se pode estimular todas as gerações a bem viver sempre.
-Assistência, autorrealização e dignidade humana.
-Reflexão sobre a vida, levando em conta o que há de mais valioso, a verdadeira alegria. Isto é, a alegria de uma existência que fale ao mundo que viver vale a pena.
-Dinâmicas de interação, musicalização e resgate cultural das épocas vividas.
O desenvolvimento da palestra se deu motivando reflexivamente os presentes sobre as saídas físicas, culturais, educativas e inclusivas com vistas à longevidade humana com vida de qualidade.
Num mundo de longevidade cada vez maior, onde os sistemas públicos de saúde e de previdência não suportam essa situação dentro de um padrão compatível com as necessidades e expectativas dos indivíduos, o planejamento da vida na terceira idade deve se tornar cada vez mais gênero de primeira necessidade.
As pessoas precisam se preparar para a longevidade e buscar viver mais tempo com vida de qualidade.
As mudanças normais que acontecem com a idade, a forma e a intensidade com que cada um vivenciará esses efeitos foram consideradas na palestra, que prendeu a atenção de idosos, gestores e familiares presentes.
Envelhecer faz parte da vida de todos nós, é um processo natural e enriquecedor para todas as pessoas. É preciso que mantenhamos sempre viva dentro de cada um a chama da alegria e do amor, pois assim conseguimos atribuir um colorido especial aos nossos dias em vista da longevidade humana.
Carlinhos (E) comunicador e Lauri (Vice Presidente).
A Palestra “MULHER E FAMÍLIA, O CORAÇÃO DA COOPERAÇÃO E A ALMA DA COOPERATIVA” foi realizada pela Cooper A1, em Palmitos-SC. O professor, palestrante e instrutor do cooperativismo, especialista em doutrina e educação, abordou o conteúdo através de reflexões e musicalização de temas cooperativistas voltados às mulheres.
O objetivo foi chamar as mulheres pertencentes ao Núcleo Feminino à retomada das suas atividades na sua cooperativa. A família, como célula componente do corpo cooperativo teve uma abordagem relacionada a sua missão na cooperação nos dias atuais.
“Em tempos de mudança e a segurança da cooperação, mulheres se transformam em seres notáveis na alegria de viver num caminho cooperativo, na evolução consciente da força da cooperação dos lares aos projetos e na força da inteligência cooperativa na busca da felicidade na propriedade”(Ainor Francisco Lotério, engenheiro agrônomo e palestrante).
O trabalho é realizado pela Cooper A1 dentro da abordagem do Programa Mulheres Cooperativistas, uma iniciativa que tem a finalidade de promover a sustentabilidade das cooperativas e do cooperativismo, através da educação e doutrina cooperativista. Esse programa, apoiado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC), busca o aprimoramento de atitudes, habilidades e competências necessárias à melhor atuação das mulheres no quadro social das cooperativas.
Além do mais, o surgimento do cooperativismo passou pelo coração da mulher, conforme se pode ler na história de surgimento do cooperativismo no mundo.
“Sentimos que o mundo está passando por tempos difíceis de isolamento e conflitos e que, para atravessar esse deserto é fundamental compartilhar esperanças por um itinerário que evoque a inteligência coletiva. O fato gerador dessa preocupação é a síndrome da gaiola, ou seja, o tempo vivido em isolamento social, causando nas pessoas a lentidão e até imobilismo do corpo social. E como o cooperativismo é um movimento de pessoas associadas, das mesmas requer participação efetiva. Esse novo momento, pós síndrome da gaiola, não será totalmente voluntário, mas também provocado pela necessidade da Cooperativa de estar com os pés no caminho do fortalecimento das atividades que gerem mais resultados (sobras) para seus associados que, no caso, é uma cooperativa que atua no setor agropecuário”, afirma Ainor com a convicção de muitos anos trabalhando com extensionista rural e envolvido em sociedades cooperativistas.
Essa movimentação e chamamento à participação faz parte da natureza do cooperativismo, que em seu conceito diz ser um “movimento internacional que busca constituir uma sociedade justa, livre e fraterna, em bases democráticas, através de empreendimentos que atendam às necessidades reais dos cooperados e remunerem adequadamente a cada um deles”.
Finalmente, na parte de enceramento do encontro, antes do saboroso café cooperativo entre as mulheres, elas foram estimuladas a definir e atingir objetivos pessoais, familiares e sociais, superar crenças e bloqueios que impedem o bem viver, lidar com a insegurança e ansiedade próprias desse tempo e a manterem a coragem para enfrentar suas crises.
O como agir fica por conta dos seguintes pontos: Educação cooperativista constante, participação na comunidade, atuação no mercado de trabalho, busca da formação profissional, fortalecimento das famílias (“cooperativa doméstica”) e o ato maiúsculo de cooperar sempre.
Café cooperativo de mulher para mulher.
“Mulheres, que vocês sejam muito felizes na jornada amorosa da família e da cooperativa!”, conclui o engenheiro agrônomo Ainor Francisco Lotério.
Comunicador Carlinhos (E) e Lauri (vice Presidente da Cooper A1)
Em tempos de mudança e a segurança da cooperação, mulheres se transformam em seres notáveis na alegria de viver num caminho cooperativo, na evolução consciente da força da cooperação dos lares aos projetos e na força da inteligência cooperativa na busca da felicidade na propriedade”.(Ainor Francisco Lotério, engenheiro-agrônomo e palestrante).
Na Palestra — Mulher e Família, o Coração da Cooperativa (Cooper A1, Iporã do Oeste), o professor, palestrante e instrutor do cooperativismo, especialista em doutrina e educação, abordou o conteúdo apropriado, chamando as mulheres pertencentes ao Núcleo Feminino, ligadas à OQS(Organização do Quadro Social) à participação mais efetiva na atividade da cooperativa. Além do mais, o surgimento do cooperativismo passou pelo coração da mulher, conforme se pode ler na história de surgimento do cooperativismo no mundo.
“Sentimos que o mundo está passando por tempos difíceis de isolamento e conflitos e que, para atravessar esse deserto, é fundamental compartilhar esperanças por um itinerário que evoque a inteligência coletiva. O fato gerador dessa preocupação é a síndrome da gaiola, ou seja, o tempo vivido em isolamento social, causando nas pessoas a lentidão e até imobilismo do corpo social. E como o cooperativismo é um movimento de pessoas associadas, das mesmas requer participação efetiva. Esse novo momento, pós-síndrome da gaiola, não será totalmente voluntário, mas também provocado pela necessidade da Cooperativa de estar com os pés no caminho do fortalecimento das atividades que gerem mais resultados (sobras) para seus associados que, no caso, é uma cooperativa que atua no setor agropecuário”, afirma Ainor com a convicção de muitos anos trabalhando com extensionista rural e envolvido em sociedades cooperativistas.
Essa movimentação e chamamento à participação faz parte da natureza do cooperativismo, que em seu conceito diz ser um “movimento internacional que constituirá uma sociedade justa, livre e fraterna, em bases democráticas, por empreendimentos que atendam às necessidades reais dos cooperados e remunerem adequadamente a cada um deles”.
Finalmente, na parte de enceramento do encontro, antes do saboroso café cooperativo entre as mulheres, elas foram estimuladas a definir e atingir objetivos pessoais, familiares e sociais, superar crenças e bloqueios que impedem o bem viver, lidar com a insegurança e ansiedade próprias desse tempo e a manterem a coragem para enfrentar suas crises.
O como agir fica por conta dos seguintes pontos: educação cooperativista constante, participação na comunidade, atuação no mercado de trabalho, busca da formação profissional, fortalecimento das famílias (“cooperativa doméstica”) e o ato maiúsculo de cooperar sempre.
“Mulheres, que vocês sejam muito felizes na jornada amorosa da família e da cooperativa!”, conclui o engenheiro-agrônomo Ainor Francisco Lotério.
Para abrir a Semana do Meio Ambiente foi convidado o Palestrante Ainor Lotério, que já foi extensionista rural da Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Estado de Santa Catarina), quando teve atuação destacada na área ambiental, tendo inclusive implantado o Projeto Microbacias de Turismo Ecológico-Rural (LEI Nº 978/93, que DISPÕE SOBRE INCENTIVOS AO TURISMO ECOLÓGICO RURAL COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS), com o objetivo de preservar, conservar e recuperar os recursos rurais, tendo como foco o desenvolvimento sustentável. Implantou também o Projeto de Controle de Simulídeos (borrachudos), o que foi considerado um destaque estadual.
Ele falou de questões nacionais e globais, sem esquecer de lembrar os alunos e todos os presentes de ATITUDES PESSOAIS PARA AJUDAR A MINIMIZAR OS DANOS CAUSADOS NO MEIO AMBIENTE: Economizar energia e papel, desligar a torneira, ter um dia vegetariano, reduzir o consumo de plástico, conhecer e cuidar de parques, deixar o carro em casa, não jogar na pia, desligar o celular, depositar pilhas e baterias usadas nos lugares certos, entre outas.
As ações contaram com palestras em diversos locais do município, pedágio para a distribuição de mudas, plantio de árvores nativas da Mata Atlântica e atividades do Projeto Guardião (visa envolver e despertar adolescentes de 12 a 15 anos, através da educação ambiental). Para finalizar a semana, foi inaugurado o Parcão Municipal, que contará com espaço pet, ao lado do Bosque da Memória, onde foi realizado o segundo plantio das árvores da saudade, que homenageiam as vítimas da Covid-19.
“Elaboramos uma programação extensa para conscientizar, principalmente nossos jovens, sobre a importância de proteger e defender o meio ambiente. Vamos ter várias palestras e a primeira aborda exatamente isso, a relação do homem e meio ambiente, com o engenheiro agrônomo Ainor Lotério”, classificou o presidente da FUCAM-Fundação do Meio Ambiente de Camboriú, Valmor Dalago.
“O mundo está passando por tempos difíceis de isolamento e conflitos humanitários profundos e degradadores do meio ambiente e da vida humana, animal e vegetal. Para atravessar esse deserto é fundamental compartilhar esperanças por uma casa comum sustentável, investindo em educação ambiental”, diz Ainor Lotério.
Na palestra foi abordado o trema “O HOMEM E O MEIO AMBIENTE” iniciando-se pela definição de Meio Ambiente através dos seguintes tópicos:
1. “Ambiente” e “meio físico”: conjunto de fatores naturais, sociais e culturais que envolvem um indivíduo;
2. “Conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”. (Lei nº 6.938/1981, art. 3º, I); 3. “A atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo e os elementos da biosfera, a fauna e a flora”.
As ações do homem sobre os recursos naturais produzem impactos, os quais geram fragilidades diversas que precisam ser recuperadas, razão porque a conscientização de cada um sobre a importância desse conhecimento:
1. Lado humano das questões ambientais;
2. Tornar as pessoas agentes ativos do desenvolvimento sustentável;
3. Mudanças de atitudes em relação ao uso dos recursos naturais e das questões ambientais;
4. Saber preservar o meio ambiente e;
5. Utilizá-lo de maneira sustentável.
Importante é saber que de todos os seres da Terra, o homem é o mais capaz de se adaptar às inúmeras condições existentes no meio ambiente natural. Isso dá a ele a responsabilidade de usar com direção sustentável, mantendo a mentalidade viva da sua responsabilidade pela cada comum, conforme apregoa a Encíclica do Papa Francisco, LAUDATO SI.
O desenvolvimento sustentável só pode ser dar com respeito ao meio ambiente e passa por atitudes, a princípio simples, porém indispensáveis, como:
1. Saneamento básico e cuidado com “nossa casa comum”, a partir da nossa residência ou propriedade;
2. A responsabilidade de cada um e a de todos, pois o ambiente é de todos os seres e da diversidade;
3. O que as famílias e as comunidades podem fazer já.
Vídeos da palestra O HOMEM E O MEIO AMBIENTE, para escolares:
A Palestra – “A RETOMADA DOS COMPROMISSOS COM DEUS E OS IRMÃOS” fez parte destacada do Reencontrão do Movimento de Irmãos da Igreja Católica, da Arquidiocese de Florianópolis, envolvendo doze Paróquias.
O objetivo primordial foi retomar o movimento, no período pós pandemia, uma vez que o corpo social está acomodado após esse tempo de isolamento. Com o sub tema “encontrando forças para encantar e seguir com fé, razão e amor” a palestra encantou os presentes no referido encontrão.
Não devemos nos acomodar. Mais do que coragem, disposição e resiliência precisamos confiar no Rochedo que nos salva, pois nos trouxe à vida por amor e nos cumulou de dons,
talentos e habilidades.
O mundo está passando por tempos difíceis de isolamento e conflitos e guerras e, para atravessar esse deserto é fundamental compartilhar esperanças por um itinerário de verdade e vida, com fé e amor ao próximo.
Esse novo momento, pós síndrome da gaiola, não será totalmente voluntário, mas também provocado pela necessidade da Igreja de estar com os pés no Caminho … Todavia, o ser humano, às vezes, só se desacomoda com um ato forte, o que pretendeu esse evento. Nesse sentido lembremos o êxodo do povo de Deus, quando o mesmo foi levado à Babilônia e posteriormente libertado. Como se pode ser em At 8, 4: “No entanto os que foram dispersos iam por toda parte, anunciando a palavra”. Vemos que é necessário despertar, conscientizar, anunciar e animar para a caminhada da Igreja.
Refletiu-se O PAPEL DO MOVIMENTO DE IRMÃOS NA RETOMADA DA IGREJA SINODAL, aquela que caminha com todos, especialmente num tempo de diversidade ampliada.
Questionou-se os integrantes em duas linhas: 1-Vivemos um tempo de lamúrias, angústias, dor e falta de entendimento do papel da fé e da missão pastoral de cada movimento?
2-A diversidade humana sob a ótica da Fratelli Tutti (todos Irmãos) e da Laudato Si (casa comum nossa responsabilidade).
3-Como “falar com sabedoria e educar com amor” em tempos de isolamento e desamor? (CF2022)
Uma tríade que, utilizada na reflexão do Prof. Ainor, causou muita atenção, qual foi, a adesão cordial e vital à verdade de Cristo, o progresso na luz e a libertação das seduções do mal.
Necessária, deixou-se claro aos irmãos na fé, que uma fé inabalável, como a expressa nesse texto bíblico a seguir é fundamental na vida do crente: “Tal é a confiança que temos diante de Deus, por meio de Cristo. Não que possamos reivindicar qualquer coisa com base em nossos próprios méritos, mas a nossa capacidade vem de Deus. Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica. (2 Cor 3, 4-6).
Foi um tempo de graça, manifestações de retomada e muita disposição para uma atuação mais vigorosa do Movimento de Irmãos.
O Professor Ainor Francisco Lotério, futuro Diácono Permanente da Igreja Católica, proferiu a palestra de Motivação e Espiritualidade, no Encontro de Mulheres Café com Maria, realizado pela Paróquia São Pedro Apóstolo, no Bairro Itaipava, cidade de Itajaí–SC.
Com acolhida, animação, oração e músicas cristãs com tema mariano, e boas-vindas por parte da coordenação, o evento seguiu com a palestra e um encorpado café. “O mundo está passando por tempos difíceis de isolamento e conflitos. Para atravessar esse deserto é fundamental compartilhar esperanças por um itinerário de verdade e vida. Essa travessia fida mais agradável com eventos como esse, onde o encanto, a espiritualidade e a fortaleza teológica da Palavra de Deus falaram alto, profundo e divino”, diz Ainor Lotério.
Mas o que queremos dizer com VAMOS TOMAR UM CAFÉ? Pode significar: uma conversa que não tivemos, mas que deveríamos ter com alguém de nosso entorno, uma ocasião e tempo valioso e generoso para dizer o que sentimos, ou atingir o âmbito de terapia, de liberação, de espera, de tensão, de trabalho e de estudo. O certo é que todos convivem no café. E o que queremos dizer com VAMOS NOS ALIMENTAR NA FÉ? Destacamos dois pontos dogmáticos, os quais são aceitos e vividos pelas mulheres e os devotos de Maria de Nazaré, a mãe de Jesus: 1.Na companhia de Maria, que abrimos o coração, falamos das nossas misérias, agradecemos os benefícios e planejamos a salvação com os irmãos.2.Expressar satisfação e compartilhar o caminho, a verdade e a vida de Cristo. Há ainda o fundamento nas palavras de Jesus, quando (cf Lc 22, 19-20) Ele tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: “Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim. Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês.’”, instituindo assim a eucaristia, comunhão do pão entre os irmãos espirituais.
O Curso “INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ – BATISMO” foi realizado dentro dum itinerário especial, fazendo o batizado pertencer à Família do Pai Altíssimo e Irmãos em Cristo.
3-Responsabilidade de educá-la(o)s conforme a doutrina perene dos santos apóstolos.
Nascemos numa família biológica, mas também podemos ser adotados afetivamente ou legalmente. No entanto, é o nascimento espiritual que nos faz integrar a Família de Deus. Isso tem a ver com fé e liberdade religiosa, mas sobretudo à disposição em fazer parte da Igreja de Cristo. Por essa razão, a Igreja Católica ministra cursos de batismo para pais e padrinhos, uma vez que é necessário entender a razão desse sacramento primeiro. Não se vai entender plenamente todos os mistérios, masse terá um entendimento da razão de se pertencer à comunidade eclesial.
O Batismo é o nascimento para a vida nova em Cristo, a porta da vida no Espírito.
O curso tratou também do fundamento bíblico para o batismo, sem se esquecer da força da tradição e do magistério da Igreja Católica, que, com seus produndos documentos orienta o povo leito. Segundo a Palavra de Deus, como é entendido o conhecimento dos mistérios e sacramentos, segundo o que se lê na Escritura Sagrada. Assim, seguem alguns fundamentos bíblicos para o batismo:
1. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Gl 3,26-27
2.E disse-lhes Pedro: arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. At 2,38
3.Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. 1 Cor 12,13
Chama-se Batismo, por causa do rito central com que se realiza: batizar (baptizeis, em grego) significa «mergulhar», «imergir». A «imersão» na água simboliza a sepultura do catecúmeno na morte de Cristo, de onde sai pela ressurreição com Ele como «nova criatura» (2 Cor 5, 17; Gl 6, 15).
Como a família é geradora de fé e é considerada a igreja doméstica, podemos dizer, com base nas palavras de Jesus Cristo, que “quem acolher em meu nome uma destas crianças é a mim que estará acolhendo” (Mc 9,37). Ele vai além e nos diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e Ele comigo” (Ap 3,20).
“Padrinho não é (só) para dar presente, mas sim para ser presença!”. Por isso se apresentou O PAPEL DOS PADRINHOS NA FORMAÇÃO DOS CRISTÃOS É MAIS ANTIGO DO QUE SE IMAGINA:
1-A tradição remonta ao século quarto, quando a Igreja tinha de enfrentar as perseguições romanas e as heresias pagãs.
2-Dever de instruir os catecúmenos na fé católica, preservando-os dos erros que pululavam na comunidade.Os padrinhos fazem um juramento ou aliança com os pais dizendo perante à comunidade eclesial (a igreja): “aceitamos a responsabilidade e a honra de ser seus padrinhos, e hoje unimos você a Deus através do sacramento do batismo. Assim nos comprometemos ante você, seus pais e Deus a participar na sua educação cristã. E prometemos que em todo momento que precisar vamos estar presentes para lhe guiar, orientar, e para lhe ver crescer forte e amado. Que Deus abençoe você!”
O SACRAMENTO DO BATISMO é Mistério de Cristo, fundamento de toda a vida cristã, o pórtico da vida no Espírito (porta da vida espiritual) e a porta que dá acesso aos outros sacramentos.
“Pelo batismo somos libertos do pecado e regenerados como filhos de Deus: tornamo-nos membros de Cristo e somos incorporados na Igreja e tornados participantes na sua missão.”, diz Ainor Francisco Lotério, futuro Diácono Permanente da Igreja Católica, ministrante do curso. Pode definir-se como o sacramento da regeneração pela água e pela Palavra.
MÃES, PAIS, MADRINHAS E PADRINHOS, de modo familiar, cooperativo e sinodal, têm tarefas de amor e fé muito significativas na vida dos batizados, quais sejam:
1.Compromisso de educar os filhos na fé (força que nos aproxima do mundo).
2.O Batismo imprime na alma um sinal espiritual indelével, de sua pertença a Cristo
3.O Batismo constitui o fundamento da comunhão entre todos os cristãos.
4.Os batizados são chamados a professar diante dos homens a fé que pela igreja receberam de Deus e …
5.Participar da atividade apostólica e missionária do povo de Deus. A entrada na vida cristã dá acesso à verdadeira liberdade.
Veja aqui outros cursos de igual natureza: http://ainor.com.br/?s=batismo
A Comunidade Católica Santa Isabel de Portugal, pertencente à Paróquia do Divino Espírito Santo de Camboriú-SC, promoveu um curso rápido ou minicurso abordando a ““MOTIVAÇÃO PARA A ACOLHIDA CRISTÔ.
Um quesito fundamental no acolhimento é a hospitalidade, pois a mesma exerce grande importância no posicionamento do cristão frente aos acontecimentos do mundo atual (globalizado, em conflito e provocador de êxodos e refugiados).
Quem segue o Caminho, a Verdade e a Vida, ou seja Jesus Cristo, tem diante de si a necessidade de se congregar em comunidade sinodal e acolher bem o outro.
Desde a Bíblia, as noções de exílio e de hospitalidade estão estreitamente imbricadas uma na outra”. O povo de Deus foi exilado. Daí vem o imperativo para que não esqueça de sua história e se disponha a acolher os estrangeiros (Dt 10,19).
O próprio Jesus Cristo deu exemplos de acolhida plena aos mais necessitados, os pobres, os doentes, os excluídos e os estrangeiros. E o estrangeiro é sempre um exilado de uma terra, de uma nação ou de uma cidade, enfim, da sua casa e até da sua família, precisando encontrar uma casa de irmãos.
Não se esqueçam da hospitalidade; foi praticando-a que, sem o saber, alguns acolheram anjos” (Hb 13,2); “Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade” (Rm 12, 1); “… fui estrangeiro, e vocês me acolheram” (Mt 25,35b); “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Ap 3,20).
E a partir do olhar de Deus, o povo se organiza em comunidades religiosas. As pessoas, numa comunidade, entendem a necessidade de buscar a Deus e falarem de forma harmoniosa a partir da voz dele. Nesse sentido, organizam espaços próprios de encontros, instituem um coordenador e estabelecem as reuniões. Celebrações religiosas passam a ser rotina, mas, sobretudo, nas solenidades de domingo e festas como prescreve a tradição do chamado “Povo de Deus”.
É dever de todos acolher bem todas e quaisquer pessoas, independentemente de classe social, raça, gênero, status profissional ou diferenças de subjetividade. Isto se estende ao mundo dos animais domésticos e selvagens, bem como às coisas materiais. A má acolhida resulta, muitas vezes, em acidentes ou transtornos ao longo do caminho. É próprio do ser humano acolher. De forma especial, isso é ser humano. É sagrado, em nossas casas, um ambiente próprio para acolher as pessoas. Nesses ambientes, sempre há o convite para o cafezinho, almoço ou jantar. A acolhida, a boa acolhida, é marca forte numa família, que jamais quer deixar o visitante partir com alguma sensação de desconforto. A Igreja é uma casa de irmãos espirituais que servem ao mesmo Pai, logo precisam se acolher.
Sugerimos uma acolhida de fora para dentro, que promova a proximidade, através de pequenos gestos que fazem a diferença: 1- Receber os fiéis e ajudá-los no estacionamento …
2- Acolhida humana, simples e fraterna na porta igreja …
3- Ajudar as pessoas a se acomodarem …
4- Saudação inicial “a todos” com sabor bíblico e inspiração.
5- A Liturgia não é uma ação individual …
A definição de acolhida enseja a maneira de receber ou de ser recebido(a), a calorosa recepção, consideração, o oferecimento de refúgio, proteção ou conforto físico [abrigar(-se), amparar(-se)], o dar ou receber hospitalidade [hospedar(-se), alojar(-se)]. E essa atitude será comunicada pela atenção que dedico ou pelas posturas mentais e corporais diante dos outros. E é na eclésia que mais se pode exercitar, sem distinção ou acepção de pessoas, a acolhida cristã, ou seja, configurada no mandamento do amor a Deus sobre todas as coisas e no próximo com a mim mesmo.
A maioria de nós, em algum momento da vida, já se sentiu ignorado, desvalorizado ou desconsiderado por alguém ou por um grupo. E como nos sentimos bem quando somos respeitados e valorizados, seja recebendo atenção, sendo ouvido ou percebendo na pessoa um olhar atencioso, uma postura física que nos comunique consideração pelos nossos pensamentos e ações.
O curso tratou de alguns problemas da má acolhida, como: reparar na postura simples dos outros (qual o público preferencial de Jesus?), o problema dos telemóveis (celular…), a imposição de modos próprios aos outros quer chegam de fora, as dificuldades para conversar com equidade (distribuir atenção a todos igualmente), o mau humor e a fofoca.
Acolher generosamente foi a firme indicação. Antes dos preconceitos é preciso colocar acolhida generosa. A acolhida não deve ser vivida como uma condenação porque não temos
outra saída, mas como um ato de amor. A globalização que acontece no mundo chega também ao aspecto populacional. Diante disso, a acolhida faz-se necessária, como atitude pessoal e coletiva. Nas igrejas isso é condição de prática profunda da fé em Deus, o qual ousou formar um povo santo que caminha rumo ao ser Reino Eterno.
Acolher é abençoar o outro na casa do Pai. “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz”. (Nm 6, 24-26).
A Cooperja realizou, com o professor Ainor Francisco Lotério, um profissional conhecedor do cooperativismo e com larga experiência com esse público, uma palestra para os professores das escolas parceiras. A sensibilização teve como objetivo apresentar ao corpo docente a nova proposta para as escolas e alunos que é o Programa Jovens Cooperativistas Catarinenses (JCC), idealizado pelo (SESCOOP/SC) em Santa Catarina.
Participaram professores e professoras, gestores e administrativos das EEB Abel Esteves de Aguiar de Praia Grande, e EMEB Albino Zanatta e EEF Imaculada Conceição de Jacinto Machado.
O Programa Jovens Cooperativistas Catarinense (JCC) irá trabalhar três eixos de desenvolvimento: Cooperativismo, Sustentabilidade e Educação Financeira.
O conteúdo abordado contemplou a origem, a história e a evolução do cooperativismo até os nossos dias, desde que o mesmo foi concebido mundo afora.
A justificativa para esse investimento junto às escolas está na base no quinto e sétimo princípio, os quais abordam a educação e o interesse pela comunidade.
Quinto princípio – Educação, formação e informação – as cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos e dos trabalhadores, de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.
Sétimo princípio – Interesse pela comunidade – as cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades através de políticas
aprovadas pelos membros. Interessar-se pela comunidade é defender o desenvolvimento sustentável nas esferas social, econômica e ambiental, favorecendo a comunidade, seus associados e funcionários. A cooperativa deve estimular seus cooperados não só a buscar melhorias para suas vidas, mas para a comunidade onde a mesma foi estruturada e atua.
Baseado no 5º e 7º princípio do cooperativismo acima mencionados, trabalhar-se-á com alunos de escolas municipais e estaduais, entendendo que na infância e adolescência é tempo de iniciar esse investimento educativo com foco no cooperativismo
Em todas as sociedades, das mais primitivas às mais modernas, a cooperação aparece ao lado de dois outros processos sociais em que os indivíduos e grupos são envolvidos simultaneamente: o conflito e a competição. Nada mais importante, nesse momento da “síndrome da gaiola” provocada pela Pandemia Covid-19 que levar a educação com inteligência cooperativa para o ambiente escolar, o que será feito pela mão dos professores capacitados.A educação cooperativista deve propor-se, de ao nível de sociedade, ser um instrumento eficaz na construção de um tipo de convivência social onde a tão alardeada, mas pouco realizada democratização de oportunidades, seja acompanhada pela democratização dos resultados atingidos pela sociedade. Nesse ponto entra com força total a participação dos educadores e os alunos, pois essa é uma ação que muito poderá contribuir para a formação e atuação profissional dos jovens alunos.
Através de dinâmicas cooperativas, conteúdo projetado em tela e exercitado em técnicas especiais, os professores foram envolvidos no aprendizado cooperativo.
Eles puderam compreender e aprofundar seus conhecimentos sobre a SOCIEDADE COOPERATIVA: uma sociedade de pessoas com o objetivo de prestação de serviços econômicos ou financeiros, com número ilimitado de cooperados, os quais exercem o controle democrático (= uma pessoa tem apenas um voto). Cada associado recebe o seu retorno de acordo com a sua contribuição na formação do bolo dos excedentes (todas as operações da cooperativa, que nesse caso é agropecuária e tem grande movimento econômico).
A Cooperativa Agroindustrial Cooperja, do ramo agropecuário, tem sua matriz em Jacinto Machado e possui 40 filiais nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco. Possui em seu quadro social 2035 associados e 870 colaboradores.
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O Curso foi desenvolvido de acordo com o propósito do Programa Jovens Cooperativistas Catarinenses (JCC), idealizado pelo (SESCOOP/SC), e que está substituindo o Programa CooperJ ovem em Santa Catarina.
Dentro dessa perspectiva a Cooperja, em cooperação com a Ocesc/Sescoop está levando a sua base associada essa formação específica aos jovens. Nem todos participam, mas aqueles que se interessaram em dedicar um tempo de suas vidas nessa formação voltada exclusivamente aos jovens agricultores.
Além de disseminar os princípios e modelo cooperativista, o JCC também tem como objetivo geral auxiliar às participantes quanto à devida compreensão do cooperativismo, bem como de seu valor e importância no desenvolvimento social e econômico de suas famílias e da comunidade. Promover a sustentabilidade do cooperativismo e da sociedade cooperativa.
É sabido que há um envelhecimento do quadro social das cooperativas e que os jovens tem papel fundamental no rejuvenescimento das cooperativas. Eles trazem inovação, agilidade e facilidade na adoção e operação das novas tecnologias.
“Necessário se faz promover um diálogo intergeracional entre os novos e os mais velhos, enfim, todas as idades para que o sistema cooperativista se fortaleça pela integração das pessoas, pois são elas que formam a base de tudo e depois produzem tudo”, diz o professor Ainor Francisco Lotério.
A Cooperja é uma cooperativa agropecuária (arroz irrigado, banana, maracujá etc.), criada em 1969 por 117 agricultores, conta hoje com mais de dois mil associados, e mais de 800 colaboradores diretos. Está presente em diversos Estados brasileiros e no mercado internacional. que atende do cooperativismo, promover o desenvolvimento econômico das comunidades onde atua com responsabilidade socioambiental.
Com o passar do tempo e as mudanças que estão surgindo, tanto no modo de produzir quando no êxodo de filhos e filhas de associados, há necessidade de investimento forte em educação, pois a cooperativa não pode se afastar da sua doutrina.
“Cooperativismo não se coaduna com egoísmo, individualismo, mas com altruísmo, solidariedade, serviço na direção do outro, mais do que um por todos, todos por todos, não levar ao outro a dor que não quero suportar, enfim, aplicar a lei da reciprocidade”, diz o professor Ainor Lotério, um dos maiores conhecedores da doutrina e educação cooperativista, tendo ministrado o curso aos jovens.
Um cooperativista não se baseia na lei de Gerson (“leve vantagem você também!”), mas na missão e valores da sua cooperativa, bem como nos seus princípios (adesão livre e voluntária, controle democrático pelos sócios, participação econômica dos sócios, autonomia e independência, educação, treinamento e informação, cooperação entre cooperativas, preocupação com a comunidade) e valores, nascidos da visão dos Pioneiros de Rochdale, Inglaterra, onde nasceu a primeira cooperativa do mundo.
A COOPERJA-Cooperativa Agroaceleradora de Jacinto Machado SC leva Educação, formação e informação aos associados, seus filhos e filhas e o interesse pela comunidade, através do Programa Juventude Cooperativista Catarinense, do Sistema OCESC-SESCOOP-SC.
A sensibilização com o tema Cooperativismo, aconteceu com os alunos das três escolas parceiras do programa. São elas: EEB Abel Esteves de Aguiar de Praia Grande, EMEB Albino Zanatta e EEF Imaculada Conceição, ambas de Jacinto Machado. Um total de 200 alunos puderam assistir o palestrante Ainor Lotério que trouxe muita animação, música e ensinamentos para repassar o tema proposto, baseado na ajuda mútua e valores.
As mudanças fazem parte do mundo das pessoas e organizações e ainda mais das cooperativas. Neste ambiente, as organizações são chamadas a transformações e adaptações, a fim de sobreviverem no ambiente. Sendo assim, manter-se passivo e só mudar quando os problemas ocorrem é contribuir para o insucesso nos relacionamentos e nos negócios cooperativos, através de decisões precipitadas, atrasadas e equivocadas. Necessário é melhorar a visão e qualificar o trabalho, de modo a fazer valres os esforços na integração dos jovens como sucessores nas cooperativas.
Cumprindo a Lei 5764/71, conhecida como a Lei do Coopereativismo, que em seu Artigo 1º- Cria a Política Nacional de Cooperativismo e, em seu Artigo 2º, define as atribuições, área de abrangência e incentivos a criação, desenvolvimento e integração de sociedades cooperativas, a COOPERTA implantou o Programa JCC.
Idealizado pelo SESCOOP/SC e lançado em 30 de novembro de 2021, o Programa Jovens Cooperativistas Catarinenses (JCC) iniciou as atividades só em 2022, em funçãol da Pandemia Covid-19.
A iniciativa oferece uma nova proposta e identidade visual aos programas sociais desenvolvidos pelas cooperativas catarinenses e destinados aos jovens e crianças.
As cooperativas aderentes ao programa já iniciaram suas ações com atuação de forma descentralizada e com o apoio direto do SESCOOP/SC. Através dos coordenadores dos programas sociais nas cooperativas, tem-se desenvolvido um trabalho direcionado ao público jovem e infantil.
O cooperativismo é baseado na ajuda mútua, feito de valores, somos produtores cuidando de produtores, pessoas cuidando de pessoas. Através desta ação nas escolas plantaremos a semente do cooperativismo, semeando a conscientização sobre a doutrina e educação cooperativista, a sustentabilidade e a direcionar o futuro financeiro. Essa ação visa aproximar cooperativa e comunidade, cooperativa e escola, cooperativa e estudantes, dando oportunidade de avaliar, refletir sobre os valores do cooperativismo, a sustentabilidade e educação financeira. Para tanto, o trabalho de palestras interativas procurou estimular os alunos para aderirem ao cooperativismo em etapa futura.
Os Pioneiros de Rochdale, em 1844, ao criarem a primeira cooperativa de consumo formalmente reconhecida elaboraram os princípios cooperativistas que posteriormente foram consolidados em 1895 pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e que até os nossos dias norteiam as ações de todo o sistema cooperativista. É a partir desse fundamente histórico que as cooperativas modernas de hoje dão sequência à educação cooperativista, baseada nos valores e princípios, quais sejam: adesão voluntária e livre; gestão democrática pelosmembros; participação econômica dosmembros; autonomia e independência; educação, formação e informação, intercooperação e interesse pela comunidade. Porém, o que fundamenta a adoção desses princípios ou colunas são os valores que fazem o papel de sapata ou rochedo firme para a sua sustentação, como a solidariedade, a ajuda ou auxílio mútuo, a honestidade, a transparência, a responsabilidade social e preservação do ambiente para o desenvolvimento sustentado.
“Nem sempre podemos construir o futuro para nossa juventude, mas podemos construir nossa juventude para o futuro.” (Franklin Roosevel). Portanto, a preocupação com o projeto de vida do jovem no campo, desejando que ele se torna um sucessor cooperativista empreendedor, o JCC é um programa que tem um viés prontamente cooperativista e fortalecedor do acesso aos jovens no mundo dos negócios cooperativos.
As palestras tiveram conteúdo adaptado para o público em questão (os alunos de 9 a 15 anos de idade). A exposição temática é realizada de maneira interativa com apresentação em data show; interação com o público através dinâmicas educadoras, que envolvem e estimulam a todos; utilização de violão e músicas; bom humor e conteúdo assertivo e profundo.
O conteúdo, a didática e as dinâmicas (e técnicas) de apresentação serão personalizadas conforme as necessidades das participantes, em concordância com as orientações do SESCOOP/SC.
Para a coordenadora social da Cooperja, Elisabete Biz dos Santos, através deste novo formato que o Sescoop/SC deu no lugar do programa Cooperjovem, agora JCC, o qual só vem agregar valores que já estão sendo trabalhados nas unidades de ensino. “O cooperativismo é baseado na ajuda mútua, feito de valores e princípios sólidos. Somos produtores cuidando de produtores, pessoas cuidando de pessoas. Através desta ação nas escolas plantaremos a semente do cooperativismo, semeando a conscientização da sustentabilidade e ajudando a direcionar o futuro financeiro. Com este projeto conseguiremos proporcionar maior interação e entendimento entre as escolas e a cooperativa”, conclui.
Por um cooperativismo de resultado, para concluintes do programa de gestão (e profissionalização) de cooperativas e dirigentes, em Recife, Pernambuco.
“Nas palavras iniciais do Presidente do Sistema OCB/Sescoop-PE, Malaquias Oliveira, na abertura do evento, algo ficou evidente: “Cuidar dos cooperados, conhecer a doutrina e aprender mais sobre o cooperativismo enquanto movimento. A questão da Profissionalização, além da preocupação com a ampliação do número de cooperativas e de cooperados no Estado de Pernambuco”, o que me fez entender que a palestra sobre Liderança e Cooperativismo de Resultado tinha endereço certo: os participantes do ProGcoop- Edição 2021.
A palestra foi proferida para os concluintes do Programa de Gestão do Cooperativismo – Edição 2021 e dirigentes das cooperativas que participaram do Programa
O conteúdo versou sobre:
-Uma gestão eficaz está sempre atenta às mudanças à sua volta, de maneira a conduzir todo o corpo cooperativo à obtenção de resultados positivos. Assim, busca direcionar os colaboradores para um aprendizado fundamental, proporcionando uma abertura no leque do conhecimento e incentivando para uma nova visão de mundo cooperativo.
-Liderança como um valor capaz de conduzir o processo de gestão e gerar valor para os cooperados e clientes.
-Como promover uma visão comprometida do exercício da liderança com inteligência cooperativa.
-Liderança Perceptora e Comunicação Cooperativa.
-Sinais para identificar e promover boas práticas de governança e gestão em cooperativas de todos os setores e portes.
-Percebendo as mudanças e buscando resultados: como conduzir todo o corpo cooperativo à obtenção de resultados positivos.
-O fenômeno da cooperação como ferramenta de aprendizagem e desenvolvimento da sociedade.
-Mundo em transformação e educação cooperativista como uma inteligência social.
– As cooperativas precisam dar espetáculo (inovação, competitividade e qualidade).
-Razões que viabilizam empreendimento (a dupla natureza: a sociedade de pessoas e a empresa comercial) cooperativos.
-Liderança x resultados x sete princípios (ou linhas, que vão da adesão livre ao interesse pela comunidade) que orientam o cooperativismo.
Para conduzir o processo de gestão e gerar valor para os cooperados e clientes, os dirigentes, executivos, gestores de áreas e equipes técnicas das cooperativas precisam adquirir conhecimentos, competências, desenvolver processos, criar e se apropriar de ferramentas que, ao mesmo tempo em que garantem qualidade na prestação de serviços, sejam efetivas na geração de resultados, através de projetos sólidos e condizentes com as perspectivas dos stakeholders e com o desenvolvimento do negócio cooperativo. Por isso, para acompanhar todo o processo de otimização e aprimoramento de infraestrutura e atendimento, é necessário também o desenvolvimento das pessoas que fazem a gestão do empreendimento. Por essa razão torna-se essencial a capacitação e a preparação dos gestores das áreas estratégicas e táticas para atuarem na criação, padronização e qualificação dos processos e indicadores, na gestão e redução dos riscos gerenciais, na melhoria na gestão de custos e na sustentabilidade do negócio, buscando a excelência operacional.
Atentando às necessidades apresentadas pelas Cooperativas, o SESCOOP/PE entendeu ser necessário o investimento em formações especiais que tenham como diferenciais a mesclagem de fundamentação teórica com a aprendizagem prática através de criação e implantação de soluções pelos profissionais participantes nas suas cooperativas. Com base nessas constatações o SESCOOP/PE ofertará uma Palestra sobre Liderança e Cooperativismo de Resultado para os concluintes do Programa de Formação e Preparação de Gestores de Cooperativas (ProGCoop) e dirigentes das cooperativas que participaram da Edição-2021. Essa ação tem intrínseca relação com o objetivo finalístico estratégico III que visa promover a profissionalização das cooperativas por meio da oferta de soluções de desenvolvimento humano, assim como guarda relação com o objetivo estratégico II que busca aprimorar a governança, gestão e desempenho das cooperativas por meio da oferta de soluções de desenvolvimento organizacional, e busca superar os desafios de profissionalizar a governança e gestão e qualificar mão de obra para o cooperativismo, previstos no Planejamento Estratégico e no plano de trabalho do SESCOOP/PE.
O objetivo da Palestra, inserida no curso sobre COOPERATIVISMO, foi falar da origem, evolução, valores e princípios, estrutura de representação, mudanças e resultados e espírito motivacional empreendedor do ideal cooperativista.
Foi uma palestra intitulada COOPERATIVISMO, realizada por meio da plataforma ZOOM, com duração de 2h e .
No desenvolvimento do tema abordou-se profundamente a formação/constituição, princípios e valores, filosofia e cultura, organização e estrutura de representação, diferença de sociedade cooperativista para sociedade mercantil, espírito de equipe e liderança, motivação (superação e resultados num mundo competitivo).
A metodologia adotada, apesar de ser online, foi dinâmica e agradável, onde o palestrante Ainor Francisco Lotério abordou de maneira leve (fala fácil e objetiva) o tema central, sem perder de vista a riqueza do conteúdo.
O objetivo geral foi oportunizar aos participantes uma compreensão básica e uma reflexão conjunta sobre o cooperativismo como movimento associativo e organização empresarial, bem como sua importância para o desenvolvimento econômico e social no mundo atual, adequando (personalizando e preparando a palestra de acordo com o perfil do público alvo), capacitando-os para a função de Conselheiros Fiscais, primando pelo eficaz andamento da cooperativa.
“A cooperação como já sabemos possui vários significados, cada autor o aborda de uma forma, mas podemos afirmar que a cooperação é uma ação consciente entre indivíduos associados em busca de resultados para uma sociedade organizada”, afirma o prof. Ainor
Para tal finalidade essencial (educativa e doutrinal) propôs:
-Compreender o princípio da educação, formação e informação, desde sua origem ao contexto histórico e atual, bem como as concepções de educação para a cooperação;
-Discernir o que é doutrina cooperativista, a diferença entre educação e capacitação cooperativa, bem como suas aplicações e influências no contexto da ordem econômica e social;
-Entender o papel do Serviço Nacional de Formação Profissional do Cooperativismo no campo da educação e formação profissional cooperativista.
O cooperativismo não é apenas uma atitude pessoal que se pode ter isoladamente, mas uma filosofia de vida em sociedade constituída, de pessoas que aprendem juntas a buscar melhores resultados. E isso depende fundamentalmente de educação. Não de uma educação que se busca apenas nas escolas formais, mas que pode se dar também no seio da família, das propriedades e de qualquer empreendimento que se participe.
A palestra foi promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Camboriú e intitulada “A importância do empreendedor na retomada pós pandemia”. Ainor Francisco Lotério, que já foi Prefeito de Camboriú, foi o convidado a palestrar, devido ao seu conhecimento referente aos espaços tanto rurais quanto urbano do Município. O evento ocorreu na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), em comemoração ao aniversário dos 138 anos do Município de Camboriú. “Camboriú deu um salto no desenvolvimento econômico, e buscamos cada vez mais fomentar o nosso comércio local. A palestra visa demonstrar ao empreendedor sua importância no desenvolvimento da economia pós pandemia” concluiu o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ângelo Gervásio.
Palestra – “AGRO 4.0 E A SUA IMPORTÂNCIA PARA ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL JUNTO AS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS” – III ENCONTRO DE ATER DAS COOPERATIVAS BAIANAS.
O III ENCONTRO DE ATER DAS COOPERATIVAS BAIANAS teve como objetivo destacar a importância e o papel do profissional de assistência técnica na gestão da propriedade rural, auxiliando não só a área técnica de produção, mas, também, na área econômica, tecnológica e social.
Além disso, teve a intenção de proporcionar aos profissionais o alinhamento sobre o cooperativismo, para que sejam interlocutores entre a cooperativa e os cooperados, bem como avançar em temas relevantes como o Agro 4.0 e o ATEG-Assistência Técnica e Gerencial, como é entendida modernamente a versão da antiga ATER-Assistência Técnica e Extensão Rural, mas que “pretendia fazer o mesmo serviço” na visão do professor, engenheiro agrônomo e extensionista, um dos palestrantes do encontro, Ainor Francisco Lotério, o qual abordou o tema “AGRO 4.0 E A SUA IMPORTÂNCIA PARA ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL JUNTO AS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS”.
Esse evento esteve alinhado aos objetivos estratégicos de disseminar conhecimentos em prol do cooperativismo (seus princípios e valores) e de apoiar as cooperativas na sua inserção em mercados, atingindo de modo mais assertivo os objetivos dos associados.
O público alvo foi integrado por Cooperativas Agropecuárias (do agronegócio e da agricultura familiar) profissionais de assistência técnica, produtores rurais, empresas privadas, instituições públicas e demais interessados no tema.
A abertura do encontro, realizado de modo virtual, contou com a participação do Presidente do Sistema OCEB-Organização das Cooperativas da Bahia e Representante do Ramo Agropecuário, Jaymilton Gusmão
Participaram do debate: Ricardo Khouri, produtor rural, diretor nacional da OCB e o presidente do Sistema OCB/TO e da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (COAPA)
O tema ATEG – Novo modelo de assistência técnica e gerencial e seus benefícios para produtores, cooperativas e setor agropecuário – Palestrante: Gabriel Felipe Oliveira de Menezes: Gerente de Assistência Técnica e Gerencial e de Programas – SENAR/BA.
O agricultor contemporâneo é um profissional que deve se perceber vocacionado para estudar, entender e manejar:
-recursos naturais/sustentabilidade como um valor;
-pessoas (inteligência cooperativa);
-prepara-se para produzir cada vez mais e com menos terra;
-utilizar tecnologia moderna;
-manter-se bem informado e atualizado e ser um gestor.
“Se você não tem um plano para a sua propriedade, alguém terá pra você”
Necessário se faz, em face das novas tecnologias e do ritmo forte das mudanças responder com dinamismo às três perguntas seguintes: Onde está agora? Onde quer chegar? Como chegará até lá?
Após essas indagações então segue-se o planejamento com base nos seguintes pontos, que os apresentamos aqui apenas a título de preocupação inicial, pois há muito mais a se fazer num mundo onde o Agro 4.0 nos municia de dados precisos e globais.
1.Traçar os rumos
2.Definir os objetivos
3.Maximizar o potencial produtivo
4.Adaptação às tendências e mudanças mercadológicas
5.Otimizar processos e recursos
6.Prever eventuais desafios e/ou problemas que possam surgir.
Mais um Curso de Batismo da Paróquia Divino Espírito Santo, realizado no Centro de Formação Catequética, em Camboriú-SC.
Os interessados, pais e padrinhos, se inscreveram na Secretaria da Paróquia, receberam materiais didáticos e participaram de dois dias seguidos, sendo o primeiro no formato de curso e o segundo na celebração da Santa Missa.
Os tópicos principais que foram abordados dizem respeito aos seguintes pontos:
Eu posso ser irmão biológico, adotivo e na fé, espiritual. É na Igreja de Cristo que aprendo isso.
-O Batismo é o nascimento para a vida nova em Cristo, a porta da vida no Espírito. O próprio Mestre nos deu essa ordenança.
O próprio “Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no Jordão. Assim que saiu da água, Jesus viu o céu se abrindo e o Espírito descendo como pomba sobre ele”. Mc 1,9-10
A criança ou adulto, enfim, o batizado, se torna filha ou filho de Deus verdadeiramente e pertencente à Família de Cristo.
Todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Gl 3,26-27
Somos libertos do pecado e regenerados como filhos de Deus: tornamo-nos membros de Cristo e somos incorporados na Igreja e tornados participantes na sua missão.
O papel dos padrinhos na formação dos cristãos é mais antigo do que se imagina: -A tradição remonta ao século quarto, quando a Igreja tinha de enfrentar as perseguições romanas e as heresias pagãs. -Dever de instruir os catecúmenos na fé católica, preservando-os dos erros que pululavam na comunidade. -Responsabilidade de educá-la(o)s conforme a doutrina perene dos santos apóstolos. -Não devemos nos preocupar em encaminhar os filhos unicamente para se darem bem na vida, de modo que obtenham uma boa formação, ganhem muito dinheiro e se safem das armadilhas duma sociedade um tanto (ou muito perversa). De igual modo precisamos instrumentá-los na fé, pois é nela que encontramos os alicerces da moral e da ética, embasadas na teologia e na filosofia, as quais os encaminham para a ética da reciprocidade amorosa, ou seja, não levar ao outro a dor que não queremos e não desejamos suportar. Um batizado e seguidor de Cristo age assim.
O batismo é uma realidade central de todo aquele que deseja viver em comunidade cristã. É um momento marcante e de entrada na Igreja de Jesus Cristo, ainda mais em tempos de liberdade religiosa. “Sentimo-nos plenamente à vontade para falarmos sobre o tema e abençoados pelo Espírito Santo do Senhor, pois o que desejamos é formar comunidade de amor, quando vemos um mundo com tantas distorções e necessidades de aconchego salvífico”, diz o Ainor Lotério, ministrante do curso, futuro Diácono Permanente.
Os pais precisam assumir o compromisso de educar os filhos não apenas para as coisas do mundo, mas também para as além do mundo, ou seja, as coisas eternas, as de Deus. E viver sem a esperança de Deus, segundo afirma o Evangelho, é construir sobre a areia. E “todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha” (Mt, 7,24)
Não devemos nos preocupar em encaminhar os filhos unicamente para se darem bem na vida, de modo que obtenham uma boa formação, ganhem muito dinheiro e se safem das armadilhas duma sociedade um tanto (ou muito perversa). De igual modo precisamos instrumentá-los na fé, pois é nela que encontramos os alicerces da moral e da ética, embasadas na teologia e na filosofia, as quais os encaminham para a ética da reciprocidade amorosa, ou seja, não levar ao outro a dor que não queremos e não desejamos suportar. Um batizado e seguidor de Cristo age assim
O Programa Mulheres Cooperativistas Cooper Itaipu, com sede em Pinhalzinho-SC, tem por objetivo desenvolver o potencial das mulheres para sua participação na sociedade, na família e na cooperativa, na condição de líder e mulher. Trata-se dum programa realizado em cooperação com o SESCOOP/SC e, neste 1° Módulo, foi conduzido pelo instrutor Ainor Francisco Lotério, quando aconteceu o lançamento e a sensibilização, motivando o grupo para dar continuidade a importante formação, destinada às esposas, filhas de cooperados e colaboradoras da cooperativa.
Para Ainor Lotério, “o foco desse módulo, destinado a cooperadas, esposas, filhas de cooperados e colaboradoras de cooperativas de qualquer ramo de atividade do cooperativismo do Estado de Santa Catarina, é entender a essência do cooperativismo na vida das mulheres, das famílias, nas comunidades e no ambiente como um todo (sociabilidade, sustentabilidade e economicidade), bem como o seu papel no seio das cooperativas”. Realizado em cooperação com o SESCOOP/SC tem como objetivo geral oferecer capacitação cooperativista buscando conscientizar, preparar e organizar as mulheres para atuarem de forma comprometida e participativa no quadro social das cooperativas. Todavia, para que isso ocorra, necessário se faz sensibilizar, conscientizar e motivar as mulheres para o comprometimento cooperativo em suas comunidades.
Compreender a sensibilização envolve a compreensão do processo de aprendizagem, a contextualização das formas de conhecimento e de relações com o mundo que temos hoje, a consideração de que estamos em processo contínuo de construção de conhecimento, a reflexão contínua sobre todos estes processos e seus limites e principalmente o encantamento, a vivência. Pensando nestes significados e vivenciando estes sentidos, a sensibilização colabora para a nossa compreensão e o nosso dar sentido à ligação e transcendência que existe entre o eu, o nós, o ambiente, eu e a minha cooperativa, nós e a nossa cooperativa, assim como as relações sentimentais, políticas, econômicas, ecológicas, históricas e científicas que se estabelecem entre eles.
Por isso, a COOPERATIVA REGIONAL ITAIPU investe na formação do Núcleo Feminino (http://cooperitaipu.com.br/noticias/ ) também como forma de Organização do seu Quadro Social e fortalecimento da base familiar, pois é lá que está assentada a cooperativa, uma vez que o dono é o verdadeiro associado. Vale aqui salientar que o Programa Mulheres Cooperativistas é destinado às cooperativas de quaisquer ramos, conforme orientação do Sistema OCESC/SESCOOP-SC. A formação de cada grupo formado é concluída após oito (08) encontros modulares de 08 horas de duração e solenidade de formatura. Todos eles conduzidos por instrutores qualificados e muito bem preparados para a formação e desenvolvimento do protagonismo feminino, quais sejam: 1° módulo: Lançamento do Programa Mulheres Cooperativistas; 2° módulo: Educação Cooperativista; 3° módulo: Desenvolvimento Interpessoal e Relacionamento Familiar; 4° módulo: Liderança Feminina Cooperativista; 5° módulo: Empreendedorismo Cooperativo; 6° módulo: Oratória e Comunicação; 7° módulo: Educação Financeira e; 8° módulo: Organização do Núcleo Feminino.
O conjunto dos módulos e todas as ações da cooperativa visam atingir os objetivos específicos do Programa Mulheres Cooperativistas na base associada da Cooperativa Regional Itaipu, quais sejam:
-Conhecer a mulher cooperada; -Integrar a mulher cooperada no cotidiano da cooperativa; -Apresentar noções importantes sobre cooperativismo; -Fomentar a importância do protagonismo feminino; -Promover a educação e comunicação cooperativista; -Apresentar noções importantes sobre empreendedorismo cooperativo; -Orientar a mulher cooperativista para uma atuação eficaz dentro da cooperativa; -Fortalecer a identidade da cooperativa entre as participantes; -Despertar nas mulheres o senso de liderança.
“O que se deseja finalmente é fazer com que o desenvolvimento do cooperativismo se torne cada vez mais uma realidade é possível, mas, para tanto, é preciso estar sensível, ter iniciativa, ser pessoa criativa e trabalhar de forma conjunta, em equipe e em sociedade cooperativa”, conclui Ainor Lotério, reforçando que quando as pessoas estão sensíveis e organizadas em torno de um interesse coletivo, as ações alinhadas a esse interesse, propostas por uma sociedade de pessoas organizadas com valores e princípios, os benefícios são potencializados.
A palestra de Motivação na educação pós pandemia, uma tarefa de gerações, passou a se chamar “Palestra de Motivação e sensibilização dos professores para a missão de educar”. Justamente a arte de educar em tempos de isolamento e da busca da cooperação.
O trabalho foi realizado com professores e servidores da Rede Municipal de Ensino e também a Rede Estadual de Ensino.
Com a participação intensa dos dirigentes da CEGERO – Cooperativa de Eletrificação Rural de São Ludjero-SC (http://www.cegero.coop.br/ ), entidade cooperativa que costumeiramente infeste em desenvolvimento humano (Motivação, Fortalecimento e Sensibilidade Cooperativa), conforme se pode ver aqui: https://ainor.com.br/arquivos/10279
O conteúdo desenvolvido versou sobre:
-Valorização e homenagem aos professores pela passagem de seu dia: os novos tempos, a motivação, o desisolamento humano, a colheita, as mudanças, as conquistas, suas lutas diárias e a nova escola.
– Motivando reflexivamente sobre as Saídas Físicas, Culturais, Educativas e Inclusivas na pós pandemia, demonstrando que a educação doravante será cada vez mais uma tarefa de gerações (gestores, educadores, corpo funcional escolar e comunidade).
-A importância da educação enquanto política pública e inclusiva em tempos de diversidade, com participação comunitária e social.
-Reflexão sobre a vida, levando em conta o que há de mais valioso, a verdadeira alegria. Isto é, a alegria de uma existência que fale ao mundo que viver vale a pena.
Um pouco mais sobre o currículo do professor, palestrante e instrutor Ainor Francisco Lotério – professor especialista em metodologia do ensino superior, Mestre em Gestão de Políticas Públicas (Instituições, cultura e sustentabilidade), Psicopedagogo, Pós-graduado em Gerenciamento de Marketing e Metodologia do Ensino Superior, Comunicação e Extensão Rural, Bacharel em Teologia (Interconfessional), Acadêmico de Filosofia, Engenheiro Agrônomo e Extensionista Rural (educador do campo) (experiência e postagens profissionais em www.ainor.com.br e redes sociais)
A IMPORTÂNCIA DA ESPIRITUALIDADE NA VIDA DO CASAL (CONJUGAL, PESSOAL E SOCIAL), prometida e proferida no Encontro do Movimento de Irmãos da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Vila Real, Balneário Camboriú-SC.
O indivíduo singular não dá sozinjo significado profundo à vida sua, mas requer relacionamentos na terra que o conduzam ao céu.
A vida conjugal dá ao casal a condição de somar esforços, dons e habilidades de toda ordem para se apoiarem num mundo em conflito. Porem, para construir um relacionamento conjugal estável e feliz é preciso muito mais que buscar interesses comuns, um amor profundo.
Após o casamento é comum que alguns casais comecem a enfrentar dificuldades: os sonhos da vida perfeita idealizada vão sendo substituídos pela rotina, pelas dinâmicas familiares exigentes e conflituosas, e pelo excesso de preocupações profissionais e financeiras.
Como mudar essa senda?
-Viver a espiritualidade, ou seja, conectarem-se um ao outro para além das coisas, no espírito santo entusiasmador. Diálogo e oração devem estar no centro do relacionamento. É mister para o casal reconhecer seu papel na família, na sociedade e no mundo e se perdoar, para prosseguir sem mágoas.
Ler a Palavra de Deus e se conectar com o poder do Espírito Santo é condição essencial para o casal fugir do consumismo e do materialismo, mesmo que sejam olhados com desconfiança pelo mundanismo.
Observem a seguir que gente linda de Jesus Cristo, que têm a sabedoria de parar e refletir sobre o modo de viver para fazer o bem e conquistar a salvação eterna.
Shalom a todos.
O Tema da palestra “MULHER, UM SER QUE NASCEU PARA BRILHAR”, desenvolvido especialmente pelo Prof. Ainor Lotério, está sendo o mais requisitado em nível de Brasil, senão observemos o link a seguir que nos dá uma nota sobre a relevância desse tema na atualidade: http://ainor.com.br/?s=nasceu+para+brilhar
O tema abordado foca o brilho da mulher, mas com um misto de motivação, valorização e empoderamento feminino, ou seja, o ato de conceder o poder de participação social às mulheres, garantindo que possam estar cientes sobre a luta pelos seus direitos, como a total igualdade entre os gêneros. O reconhecimento do seu valor profissional, seus dons e habilidades e sua evolução num mundo ainda muito desigual.
As mulheres são levadas à conscientização (um olhar para dentro e uma força para fora), ao cuidado com a autoestima e a prática da motivação para melhorar o brilho da vida pessoal da mulher, além do cultivo consciente do pensamento proativo e a importância das atitudes positivas no dia a dia.
O conteúdo, estratégia de apresentação e envolvimento dinâmico com a plateia tem sido notório, basta uma visualização nas fotos e vídeos desta e de outras palestras do gênero.
Discorrendo sobre a importância da motivação humana da mulher na pospandemia e as saídas para o desisolamento social e a sua participação comunitária e social logo se nota a aceitação da plateia. ..
Não menos importante é o aspecto que leva em consideração a mulher e a família no cooperativismo (doutrina, valores e princípio para a evolução humana e fortalecimento da cooperativa), quando elas sentem sua evolução, conquistas, emancipação, visão de mundo e necessidade de empoderamento da mulher na sociedade atual.
Com uma exposição densa em conteúdo, bem humorada e musicalidade (“quem canta seus males espanta”) o público se deleita com as reflexões, canta e solta o riso (e até gargalhadas).
A referida palestra abriu o REENCONTRO MOVIMENTO DE IRMÃOS 2022 da Paróquia Sagrados Corações, Barreiros, São José-SC (https://sagradoscoracoes.org.br/site/).
A seguir, alguns tópicos abordados com os casais participantes, visando a retomada dos eventos desse movimento de casais, os quais desenvolvem profícua pastoral familiar:
-O casal que vive sua espiritualidade, busca pelos sacramentos e tem consciência de que não estão sozinhos, mas estão unidos a Cristo.
-É a partir da vivência sacramental que o vínculo entre eles será fortalecido.
-Assim, ganham força para perseverar e recomeçar.
-A vida conjugal é também escola para o cultivo das virtudes dentro do lar.
Em conformidade com a orientação da Igreja Católica, em conformidade com o que está expresso em seu Catecismo,
“é seguindo a Cristo, renunciando a si mesmos e tomando cada um sua cruz que os esposos poderão ‘compreender’ o sentido original do casamento e vivê-lo com a ajuda de Cristo. Esta graça do matrimônio cristão é um fruto da Cruz de Cristo, fonte de toda vida cristã”. (CIC § 1615).
Evidenciamos na palestra que o reino de deus é uma semente de salvação (Mc 4, 26-30), pois “naquele tempo, Jesus disse à multidão: ‘O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece.’” E quem é a boa terra? Todo aquele e toda aquela que acolhe a Boa Nova de um Reino Eterno a partir daqui, pois o resto vem dEle pela graça que habita em nós.
Outro ponto destacado foi que A ORAÇÃO EDIFICA A ESPIRITUALIDADE DO CASAL em vários aspectos:
-Como submissão e entrega às mãos de Deus … “nada é insignificante” e, como se lê em Hb 11, 1: “A fé é a certeza …”.
-é um ato de adoração que vai “para além do ato de pedir”;
-é um ato criador, pois “modifica as coisas” e;
-é um ato originário da Palavra, como se pode ser em At 17, 27: “Assim fez, para que buscassem a Deus …” e também no Sl 6, 1-11: “Senhor, livra-me do mal…”.
Outros tópicos fundamentais para o casal foram apresentados e estendidos em explicações e reflexões, quais sejam:
Ensinamento de Jesus sobre a oração e a espiritualidade: a verdadeira oração é espiritual, não formal: Mt 6, 5-15: “Quando orardes, …”.
O poder do ato coletivo: At 5, 13-18: “Alguém dentre vós está sofrendo? …”
Porém, “da cama até a lama”, nas palavras do Prof. Ainor Francisco Lotério, o casal precisa considerar que: o meu dia sem você não é a mesma coisa, pois se torna sem vida, sem cor; cada cônjuge deve assinar e reconhecer firma do coração um do outro; a ajuda em tudo e a força na intimidade, no bom convívio, no trabalho, no bom humor e no amor promovem o fortalecimento dessa aliança conjugal.
Finalmente, alguns conselhos sobre a condução da família:
Crie um momento para o dever de sentar juntos e conversar além do comer e beber;
Falem sobre vida e saúde, evitando o consumismo;
Iniciem e terminam o dia com orações, uma conversa com Deus;
Relembrem momentos marcantes;
Apartem sempre um momento para a conversa do casal.
A
O ato de estar no mundo é um ato que tem repercussão quando se faz pela participação virtuosa da política (partidária, processos eleitorais, organização, formação de equipe e gestão da coisa pública, entre outros aspectos que abarcam o planejamento estratégico na espera pública).
Tomo a liberdade duma fala um tanto questionadora pelo fato de imaginarmos que o que interessa são “principalmente nossos interesses”, quando sabemos que o cumprimento dos deveres (por parte dos beneficiários das políticas públicas e os gestores da “res pública” ou coisa do povo) deve ser observado em prisma elevado.
Um governo corrompido cobra muitos impostos, no entanto não os distribui bem, o que é um dever de fazê-lo. Um cidadão que apenas exige direitos e não cumpre seus deveres de forma ideal, também ajuda no desequilíbrio e desarranjo da sociedade. Penso que o importante é uma visão equilibrada e justa, para além duma ética formal, mas de profundo exercício da cidadania (condição de cumprimento de deveres para exigir direitos políticos e sociais, que garante a participação na vida política).
A filosofia também nos prepara à profundidade de leitura para que possamos ser agentes dum mundo mais justos, não unicamente como resultado das reformas socias, mas muito mais pelo caráter dos seus cidadãos e cidadãs que, educados para a vida em sociedade, formam o melhor recurso da nação.
Penso não ter sido deselegante e nem tido apenas um espasmo mental, mas trazido alguma contribuição, mesmo que ínfima, para o nosso crescimento político-social.
Com o tema específico “Resgate da Motivação na Agricultura Familiar Pós Pandemia – Os benefícios da Pesquisa e Extensão Rural para todos”, a palestra encantou os participantes do Seminário de Agricultura Familiar – Pedras Grandes – SC, promovido em parceria pela Epagri e Prefeitura Municipal.
Este Seminário Municipal da Agricultura Familiar foi realizado para comemorar os 60 anos de emancipação do Município de Pedras Grandes, SC, além de lembrar os 30 anos da Epagri – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural, uma instituição com extrema afinidade junto aos agricultores familiares e a municipalidade.
O Município de Pedras Grandes-SC é possuidor de riquezas naturais e culturais notáveis.
Este evento foi um exemplo de demonstração de que o conhecimento e a mobilização são necessários para que a produção de qualidade seja percebida pela sociedade.
Além de comemorar os sessenta anos de emancipação municipal do aconchegante, histórico e turístico município, também serviu para motivar a saída por inteiro da pandemia e retomar a vida em todas as áreas e sentidos com alegria.
Por certo a resposta está na promoção de eventos como este, que reconstruam as relações humanas, através de temas reflexivos e motivacionais.
Um trabalho esplêndido da Epagri (Eusébio, Glória e Darci) com o apoio da Prefeitura Municipal (Prefeito Agnaldo e seu secretariado).
Com o tema específico “Resgate da Motivação na Agricultura Familiar Pós Pandemia – Os benefícios da Pesquisa e Extensão Rural para todos”, a palestra encantou os participantes do Seminário de Agricultura Familiar – Pedras Grandes – SC, promovido em parceria pela Epagri e Prefeitura Municipal.
Este Seminário Municipal da Agricultura Familiar foi realizado para comemorar os 60 anos de emancipação do Município de Pedras Grandes, SC, além de lembrar os 30 anos da Epagri – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural, uma instituição com extrema afinidade junto aos agricultores familiares e a municipalidade.
O Município de Pedras Grandes-SC é possuidor de riquezas naturais e culturais notáveis.
Este evento foi um exemplo de demonstração de que o conhecimento e a mobilização são necessários para que a produção de qualidade seja percebida pela sociedade.
Além de comemorar os sessenta anos de emancipação municipal do aconchegante, histórico e turístico município, também serviu para motivar a saída por inteiro da pandemia e retomar a vida em todas as áreas e sentidos com alegria.
Por certo a resposta está na promoção de eventos como este, que reconstruam as relações humanas, através de temas reflexivos e motivacionais.
Um trabalho esplêndido da Epagri (Eusébio, Gló
ria e Darci) com o apoio da Prefeitura Municipal (Prefeito Agnaldo e seu secretariado).
“AOS MESTRES COM CARINHO, RESPEITO, DEDICAÇÃO E AMOR!”. Foi nessa linha que desenvolvemos a Palestras “MOTIVAÇÃO NA EDUCAÇÃO PÓS PANDEMIA, UMA TAREFA DE GERAÇÕES”.
Objetivo principal dessa palestra foi: SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A MISSÃO DE EDUCAR.
O CONTEÚDO ABORDADO NA EXPOSIÇÃO DO TEMA VERSOU, BASICAMENTE, SOBRE O SEGUINTE CONTEÚDO:
-Valorização e homenagem aos professores pela passagem de seu dia: os novos tempos, a motivação, o desisolamento humano, a colheita, as mudanças, as conquistas, suas lutas diárias e a nova escola.
– Motivando reflexivamente sobre as Saídas Físicas, Culturais, Educativas e Inclusivas na pós pandemia, demonstrando que a educação doravante será cada vez mais uma tarefa de gerações (gestores, educadores, corpo funcional escolar e comunidade). -A importância da educação enquanto política pública e inclusiva em tempos de diversidade, com participação comunitária e social. -Reflexão sobre a vida, levando em conta o que há de mais valioso, a verdadeira alegria. Isto é, a alegria de uma existência que fale ao mundo que viver vale a pena.
Foi “uma palestra focada no desisolamento humano, para o encontro e serviço em prol da educação. Por isso, pela iniciativa corajoza e organização esplêndica, parabéns ao Governo Municipal de Imbituba SC que, através da Secretaria de Educação, promoveu um EVENTO DE FORMAÇÃO, MOTIVAÇÃO E CONFRATERNIZAÇÃO, diz o professor e palestrante Ainor Francisco Lotério, o qual tem um de evento”. Senão vejamos aqui: https://lnkd.in/eExTyVi6
A longevidade humana é o grande fenômeno da humanidade contemporânea. Paralelamente a isso, a Motivação para a Alegria de Viver e a Sabedoria de Envelhecer tem se transformado num tema altamente requerido em nossas palestras, de acordo com o que se pode constatar quando se pesquisa o tema longevidade
Com essa palestra motivacional, mesmo focada no público da terceira idade, carrega um sentido profundo e motivador para todos os públicos, uma vez que a longevidade compreende as pontas da vida (do nascer ao morrer). Por isso, muito além de um conteúdo motivacional, propomos uma reflexão sobre a vida, levando em conta o que há de mais valioso, a verdadeira alegria. Isto é, a alegria de uma existência que fale ao mundo que viver vale a pena.
Outra preocupação é com o que a pandemia nos fez e o que podemos fazer, através dos valores e princípios, para sairmos do isolamento físico e promovermos o desisolamento humano da pessoa idosa.
– Despertar um olhar para o sim da vida e o conhecimento do poder interior.
– Como dizer ao mundo que viver vale a pena.
– O que realmente acrescenta alegria de viver e felicidade à nossa velhice.
– O envelhecimento como um triunfo e desafio da humanidade;
– Protagonismo e empoderamento da pessoa idosa – com apreço por todas as Idades;
– Aumento das capacidades, das oportunidades e liberdade de expressão;– Empoderamento como acréscimo do poder e controle nas definições importantes da própria vida.
– Relato de vivências e lembranças musicais (a cultura musical através dos tempos na vida do idoso).
A metodologia empregada para envolver a plateia presente no estúdio e o pulico assistente e participante da live foi técnico/motivacional, com linguagem familiar adequada ao público, apresentação de vivências e casos em telas e vídeos, fala motivadora e realística, busca constante de participação da plateia presente e em casa, por meio da plataforma de videoconferência (online).
UMA REFLEXÃO FINAL:
Quando dizemos que a vida passa rápido demais deve ser porque já estamos sentindo saudades de algo muito bom que fizemos ou que pouco realizamos dos nossos sonhos.
Todavia, sempre é tempo de viver bem.
Aqui em Ipu
mirim-SC realizamos um Palestra/Live, a partir do auditório da Câmara Municipal de Vereadores.
A promoção foi da Prefeitura Municipal, através da Secretaria da Assistência Social.
Retomar a inteligência cooperativa e comunitária, através da doutrina e educação cooperativista, de modo que a paixão pelo cooperativismo renasça com vigor entre as mulheres cooperativistas.
– Reacender o real sentido do núcleo feminino e a importância de cada mulher fazer parte de tudo isso.
– O que a pandemia nos fez e o que podemos fazer, através dos valores e princípios do cooperativismo, para sairmos do isolamento físico, ou seja, o cooperativismo e seu poder em promover o desisolamento humano.
O que a pandemia nos fez e o que podemos fazer, através dos valores e princípios do cooperativismo, para sairmos do isolamento físico, ou seja, o cooperativismo e seu poder em promover o desisolamento humano.
Prepare o coração porque vem muita foto linda por aqui! Nessa semana realizamos encontro presencial com o Núcleo Mulher Sicoob.
Conduzido pelo instrutor Ainor Francisco Lotério, o encontro teve como objetivo, retomar a inteligência cooperativa e comunitária, através da doutrina e educação cooperativista, reacender o real sentido do núcleo e a importância de cada mulher para o grupo.
Um dia recheado de formação e atividades práticas!
Quanta alegria em rever cada uma de vocês. Muito obrigado mulheres por esse encontro Espetacular.
O tema desenvolvido pelo Professor foi Protagonismo e Desenvolvimento Humano – Por uma vida mais descontraída, alegre e dinâmica, onde abordou sobre o compromisso com uma vida segura e de qualidade em vista da felicidade. Lotério também falou sobre a importância da liderança cooperativa para o ambiente de trabalho e levantou algumas características essenciais da inteligência cooperativa:
Conhecimento e vivências.
Disponibilidade e disposição.
Habilidades interpessoais.
Espírito voluntário, iniciativa e criatividade.
Bom humor “vitalício” (suporta contrariedades).
Lotério também refletiu sobre iniciativa e usou o termo agente de desenvolvimento:
Ser protagonista é tomar a iniciativa e se transformar em agente de desenvolvimento, sabendo que todo empreendimento depende, em última análise, da nossa riqueza humana. Assim, lado a lado, colaboradores e associados agem como um time de sucesso.
O professor Ainor Francisco iniciou a palestra evocando as quatro orientações fundamentais para um desisolamento saudável:
1.O dever da identidade (eu)… Um dever afeto a cada um, o qual deve dizer ao mundo quem é, o que quer, de onde vem, onde está e para onde vai.
2.A coragem da alteridade (o outro) … Não se é por si unicamente, mas em relação e por reflexão ao outro, pois sem o outro nada podemos demonstrar ou mostrar. Nossa vida é feita para servir e educação é um serviço à comunidade, portanto aos outros.
3.A sinceridade das intenções (mente) … Nada do que camuflado e de má intenção pode vigorar às claras. No mundo da educação as intenções devem ser aclaradas, de modo que aumente a confiança entre educandos e educados, pois sem esse viés não haverá transformação radical (racional, física e espiritual).
4.As atitudes voluntárias (coração)… Um educador deve ter a voluntariedade dum coração, um órgão que já para em favor de todos os órgãos do corpo, assim como a educação o é para todo o organismo social.
Nessa partilha de dons e qualidades um se beneficia do outro sem perder sua identidade.
Várias mensagens em diapositivos e fotos demonstram a seguir a tônica da palestra, a qual contou com a presença de professores que se resguardavam da pandemia de Covid-19, porém com firme interesse de retornarem às atividades social e pedagógicas no ambiente escolar.
O encontro foi organizado pelo Movimento de Cursilhistas de Camboriú, na Comunidade de Areias, procurando entender e praticar de modo harmonioso a relação que á entre pessoas e integrantes duma família.
Um bom relacionamento se desenvolve quando há confiança, empatia, respeito e harmonia entre as pessoas envolvidas. Deve ser entendido como a cooperação basilar (origem e alicerce) para o bom desenvolvimento de todos os componentes da família.
Algumas decorrências do isolamento social causados no temo da pandemia Covid-19:
a. Relacionamento intrapessoal: o que se realiza intimamente ficou prejudicado devido aos movimentos enfraquecidos na direção do outro, onde uma sociedade mascarada pela biossegurança pode ter se mascarado também psicologicamente.
b. Relacionamento interpessoal: interessar-se e cooperar com a história da outra pessoa. Essa atitude também ficou enfraquecida pelo fato de, em muitos lares, as pessoas se enfadonharam pela convivência pouco oxigenada de novidades, onde o que se ouvia era “fique em casa” e pouco “entre no coração e na alma do outro”.
c. RELACIONAMENTO FAMILIAR: Uma família é herdada e não se pode escolhê-la. Ela pode ser fonte de conflito e felicidade, cabendo a cada um e a totalidade da família buscar o equilíbrio das relações. O tempo, as interações e o comportamento levado a efeito com naturalidade dão segurança no convívio de todos.
d. Relacionamento social: no interior de um grupo e formam a base da sociedade. No entanto, cada grupo familiar precisa internalizar a responsabilidade social, pois a comunidade é a soma das famílias, tanto dos seus benefícios quando dos problemas que dela escapam.
As telas e fotos a seguir falam em textos expeditos e imagens (mesmo simples) sobre o evento, realizado num clima de distanciamento em função das medidas de biossegurança pandêmica.
Um grupo de mulheres empreendedoras da agricultura, intitulado Mulheres do Agro de Mangueirinha, por iniciativa da FMC Agrícola (empresa de ciências para a agricultura), promoveu um evento de confraternização, fortalecimento e reintegração das produtoras rurais. Representantes das cooperativas CODEPA – Cooperativa de Desenvolvimento e Produção Agropecuária de Mangueirinha-PR e da COAMO – Cooperativa Agroindustrial.
O encontro foi em Mangueirinha-PR, na sede do Sindicato Rural, e chamou a atenção das autoridades e o mundo do agronegócio pela mobilização das mulheres.
Lá conhecemos um grupo formidável de mulheres, as quais têm como líderes e pioneiras as irmãs Ana Franciosi (veterinária) e Edina Franciosi (arquiteta). Elas são produtoras rurais em Mangueirinha (PR). Aqui temos dois exemplos verdadeiros de Mulheres do Agro!
Uma pergunta inicial norteou a palestra: qual a diferença entre herdeira e legatária do campo?
Herdeiras todas são, pois os pais não podem negar o patrimônio às filhas. No entanto, legatárias nem todas são, pois nem sempre lhes foi passado o bastão da sucessão das atividades campesinas.
De igual modo, a sucessão rural não pode ser unicamente uma sucessão de pais para filhos, mas para toda a família. Isso é diversidade e inclusão.
Sem o viés do preconceito, precisamos compreender a diversidade humana no campo através da participação das mulheres, pois quem planta e cria tem que ter mais alegria. E a alegria feminina é sinônimo de ânimo, sensibilidade, vida de qualidade, conhecimento e produtividade.
Se o ser que administra a propriedade está calçando botas ou salto alto não importa, mas o que importa é se está obtendo resultados positivos, sendo sustentável e evoluindo constantemente. E isso é coisa de mulher, sim.
A diversidade de pensamentos, onde o pensamento feminino é incluído e não mais excluído é uma riqueza, pois ela em si já é sucessão, facilita a inclusão do diferente e faz eliminar a fragilidade no convívio com as diferenças.
Por essa razão estamos investindo nessa proposta, diz o engenheiro agrônomo e embaixador da FMC Agrícola para o assunto André Granzotto, ao lado da engenheira agrônoma Emily Dalosto.
Podemos conhecer melhor o movimento que está tomando conta do campo agrícola brasileiro através da Rede UMA-União das Mulheres do Agro, a qual é formada por mulheres protagonistas do campo que têm como pilares básicos a busca da representatividade, da união e do empreendedorismo. Objetivam fortalecer cada vez mais o setor feminino do agropecuário brasileiro para que ele seja reconhecido e respeitado por merecimento.
“A sucessão rural sempre foi um assunto que antes só atraía a atenção dos homens, ou era dirigido de maneira tradicional para esse viés, passou a tomar outra direção. Essa direção está sendo dada pela participação das mulheres no campo da sucessão rural, tanto no agronegócio quanto na agricultura familiar. Mas quem disse que só deve haver sucessores e não sucessoras na agricultura?”, pergunta o professor, palestrante e engenheiro agrônomo, com mais de três décadas em experiência no serviço de assistência técnica e extensão rural, Ainor Francisco Lotério.
Uma fala direta com vistas à sucessão no campo dentro do viés e da abordagem feminina pode ser extraída: “Num futuro breve, articuladas em Rede e empoderadas pelo empreendedorismo, poderemos assumir de vez nosso protagonismo. Através da autonomia financeira e econômica – sempre sendo mulheres, companheiras e mães – poderemos empreender nossos sonhos, mantendo nossas raízes no campo, mas seguindo os passos da modernidade” (Rede UMA).
Para ele, a visão machista sobre as atividades do campo sempre afastou as mulheres dessa atividade. Entendemos que para as mulheres sempre foi mais difícil enfrentar a bruta luta do campo, especialmente nos tempos de outrora, enquanto a tecnologia não havia facilitado os trabalhos nas lavouras e criações. Hoje, com o advento da agricultura moderna e do conhecimento científico fruto de pesquisas públicas e provadas, o agronegócio é possível de ser implementado por quem desejar, bastando para tal ter vontade, buscar conhecimento e desenvolver dons e habilidades.
Por isso, visando converter a visão das gerações atuais de gestores e lideranças do setor, uma palestra híbrida, onde um grupo de mulheres foi transformada em coopalestrantes, desenvolveu-se, de forma consistente, dinâmica e descontraída, o seguinte conteúdo:
– A diversidade humana e a humanização da diversidade através da inclusão fortalecedora de “diferentes gentes”, dons, habilidades e competências.
– A importância e o papel da mulher na sucessão familiar, na renda e vida de qualidade na propriedade.
– Sucessão no campo e novos rumos para a agricultura familiar (conhecimento tecnológico e evolução do pensamento).
– O cooperativismo como alavanca propulsora no projeto de vida da mulher (formação, solidariedade, geração de renda e concretização de sonhos num mundo competitivo).
– Cooperativismo e mulher: conjunto de ideias e práticas fundamental para a vida
pessoal, familiar e profissional na agricultura.
Vários depoimentos das Mulheres do Agro fortaleceram o evento: “o grupo surgiu numa dificuldade pessoal (quando a gente estava com a “corda no pescoço”), há doze anos. Assumimos as terras da herança e compramos máquinas e realizamos uma série de outros investimentos. Muitos apostavam na nossa desistência, dizendo que isso não era coisa para mulheres”.
1 – Nossa sucessão se iniciou na infância, quando nosso pai nos dava uma bezerra (vaca), mas ouvíamos que agricultura era coisa de homem. Nosso pai faleceu e nós então nos vimos com essa responsabilidade diante de nós. Fomos em busca do conhecimento, pois esse mundo novo possibilita isso.
2 – Nossa mãe, que está conosco até hoje, sempre foi nossa conselheira e inclusive cultiva uma linda horta próximo a casa. Somos de origem italiana e o alimento é uma necessidade, pois foi basicamente por isso que os imigrantes dessa origem fugiram de lá para o Brasil.
3 – Nas reuniões sobre agricultura de qualquer natureza e até em cooperativas estranharam nossa presença e até aconteceu de puxarem nossa cadeira nos deixando sem lugar para sentar. Éramos deixadas de lado.
4 – Na primeira plantadeira que compramos o motorista do caminhão que veio entregá-la procurava um homem e não achava. Nos, olhando e achando até graça, tranquilas ficamos até que ele nos perguntou se alguém iria receber a máquina e o dissemos: somos nós as donas. Ele ficou espantado.
Sobre a pergunta: o que você acha de a mulher trabalhar no agro? Essa foi a resposta: a mulher tem o direito de fazer acontecer também na agricultura.
No caso da contratação de funcionários uma pergunta sempre é feita por elas mesmas: você tem alguma dificuldade de trabalhar com mulheres? Quando tem na entrevista já notamos só no modo de falar.
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A referida palestra com live fez parte das comemorações dos 66 anos de emancipação político-administrativa de Tapejara-RS. Aconteceu no bem situado e muito zelado Centro Cultural José Maria Vigo da Silveira.
O professor Ainor Francisco Lotério, entrando no ambiente de bicicleta, o que apresenta com a CICLOMOTIVAÇÃO ou “Bikemotivação” – a bicicleta, sua origem e analogias.
Na oportunidade, ele abordou o tema “Motivação em tempos de pandemia”, relatando vivências e experiências do momento em que o mundo enfrenta com a propagação do Coronavírus, por meio de dinâmicas e interação com o público.
O evento foi transmitido pelas redes sociais da prefeitura de Tapejara e teve como foco o público do Grupo Integrado da Terceira Idade (Giti) de Tapejara.
O Conteúdo básico proposto e desenvolvido nessa Palestra com transmissão ao vivo pelo facebook e youbube da Prefeitura Municipal de Tapejara versou sobre os seguintes pontos: -A importância da motivação humana em tempos de pandemia e a busca do desisolamento social pela participação comunitária e social.
-Reflexão sobre a vida, levando em conta o que há de mais valioso, a verdadeira alegria. Isto é, a alegria de uma existência que fale ao mundo que viver vale a pena.
-Como reconquistar sua motivação perdida durante o isolamento.
-Palestra inserida na Semana do Município, onde a presença do público foi composta majoritariamente de idosos, os quais se transformaram em copalestrantes. O objetivo dessa estratégia foi transformar a plateia em auditório, do modo que a interação entre todos chamasse mais a atenção dos internautas, o que de fato ocorreu.
O fato é que, inspirados por algumas máximas, podemos dizer que envelhecer é uma dádiva que deve ser melhor compreendida e buscadas por todas as idades, pois, quando não compreendemos esse fenômeno vivemos mal nossa idade. Entendemos que a longevidade humana é fruto de cuidados, mas também percebemos que “todos desejam chegar à velhice; e quando chegam a ela, acusam-na” (Cícero, 106-43 a.C.) Além do que “a velhice é prêmio para uns e castigo para outros” (Marquês de Maricá, 1773-1448).
Você sente dificuldade de engajar associados e familiares na cooperativa?
Uma cooperativa é uma das necessidades primordiais atualmente, para que as pessoas com objetivos e razões comuns possam fazer frente às exigências e rigores, de um mercado cada vez mais imprevisível.
Engajar é inspirar com base numa realidade e na busca de uma determinada solução para um problema ou empreendimento comum. Isso envolve educação, idealismo, paixão e trabalho, sem jamais fugir dos fundamentais princípios e valores do cooperativismo.
Engajar na concepção, na organização, no planejamento e na execução de um plano estratégico de sucesso é tarefa complexa e requer inteligência cooperativa.
Não se engaja associados e familiares apenas com resultados econômicos, mas com envolvimento de gente. Pois, a cooperativa é uma sociedade de pessoas. É também, por definição, um movimento social e econômico, uma vez que são seres humanos que a constituem para seu benefício.
Por mais verticalizada ou industrializada que seja uma cooperativa jamais pode perder de vista as suas raízes, ou seja, as pessoas, as quais são a sua verdadeira essência.
Assim, é sabido que os níveis de engajamento e motivação dos associados e seus familiares impactam diretamente no desenvolvimento da cooperativa como um todo. Consequentemente, os resultados obtidos devem ser creditados também aos colaboradores, dirigentes, clientes, comunidade e políticas públicas. Por isso, uma cooperativa que definiu um rumo e se preparou para “chegar lá” é aquela que envolveu seus donos em todos os níveis e fases. Esse “chegar lá” deve ser traduzido como sendo o atingimento de resultados positivos para todos os envolvidos.
Sem engajar associados e familiares não há fortalecimento da base cooperativista, uma vez que ela é formada pelos donos.
Não se motiva associados e familiares aplicando-se uma fórmula padrão para todos os casos, pois em todo lugar, mesmo sendo do mesmo ramo, cada cooperativa tem suas particularidades a serem conhecidas e respeitadas. Por isso, é interessante que façamos uma breve pesquisa sobre o perfil dos associados (origem étnica, idade – de jovens a idosos – sexo – razão entre homens e mulheres – formação, grau de participação etc.), caso não tenhamos essas informações tabuladas sobre o público.
Criar a cultura do engajamento
A cultura do engajamento nasce da cultura organizacional. Toda cooperativa é um universo próprio e tem seu modo de agir baseado nos valores e princípios do cooperativismo. Assim, é preciso conhecer os hábitos, crenças, atitudes, linguagem que determina o comportamento dos integrantes: associados, familiares, colaboradores e dirigentes. Mas a ideia vai muito mais longe: o próprio Conselho de Administração deve demonstrar interesse, motivando todos os Conselheiros, Diretores e Colaboradores e Corpo técnico para essa tarefa, uma vez que é realizada no quotidiano das atividades da cooperativa.
O associado precisa ser conscientizado a se comportar como dono
Quando um sócio não se comporta como dono, mas como um oportunista, está interessado em melhorar apenas seus negócios resultados sem pensar no quadro social como um todo. Ele não é o que se pode chamar de “verdadeiro associado”, usando a cooperativa como um balcão de negócios e não como a sua casa. Esse tema “Cooperativa: o dono é o associado” tem sido muito requerido nas cooperativas.
https://www.youtube.com/watch?v=XD_ZxmcUzL0
Enaltecer o associado e evitar o cliente
Muitos associados comportam-se como clientes comuns e outros não “se prendem como sócios” para agirem livremente no mercado. Dessa forma, a cooperativa é só mais um ponto de venda dos seus produtos e serviços. Com isso, eles se transformam em egoístas e não cooperativistas. Ora, quando mais pessoas com os mesmos objetivos se associarem de modo engajado à cooperativa tanto melhor para o seu fortalecimento.
Valorização do associado no seio da família
O associado é um ente familiar e precisa ser valorizado pela cooperativa no âmbito dessa célula mãe da sociedade. Isso se faz através da ação de comunicação e liderança dos seus conselheiros e dirigentes. Todos as instâncias, setores e departamentos devem estar imbuídos desse espírito de engajamento.
Reforço: apostar nos canais de comunicação, estruturar um atendimento de alta qualidade, envolver constantemente a família (esposas, maridos, companheiros e companheiras, filhos e filhas), estar com a casa sempre em ordem e jamais desistir de promover o engajamento.
Transparência nos negócios e projetos
Um dos segredos para fortalecer o engajamento é a transparência nos negócios e projetos da cooperativa e a implantação de um programa educativo continuado. A transparência é um procedimento legal e científico que abarca também as experiências do quadro social. Os rumos da cooperativa passam a serem decididos da forma mais aberta possível, como forma da cooperativa melhor gerir os riscos e oportunidades.
Afinar os objetivos em todas as oportunidades
Percebe-se que há segmentos mais complexos, como é o ramo agropecuário e outros mais específicos, como é o caso do crédito. Isso apenas para falar dos dois mais fortes e dinâmicos até o presente momento. No entanto, cada ramo possui sua particularidade e requer sócios que se conformem na sua ação e nos seus objetivos comuns. Notem que chamamos a atenção para “pessoas com objetivos comuns”. Observamos isso porque os interesses de cada ramo (agora são sete: agropecuário; consumo; crédito; infraestrutura; saúde; trabalho; produção de bens e serviços; e transporte, segundo a Organização das Cooperativas do Brasil-OCB) são específicos.
Conclui-se que todos os associados devem estar afinados com a missão, objetivos e resultados pretendidos e planejados pela cooperativa como um todo e não apenas com seus interesses particulares.
Ouvir, ouvir e ouvir
Falar pouco e só necessário e ouvir com atenção e profundidade cada associado e a família. Para tanto se faz necessário treinamento, capacitação e motivação constante da equipe de atendimento, dirigentes, associados e familiares. Nesse sentido, as cooperativas do Brasil dispõem de uma verdadeira universidade do cooperativismo, que é o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo.
Sigamos com educação e doutrina cooperativista, de modo a fortalecer a comunidade e empreender com maior certeza, pois conectados e engajados de coração.
Os órgãos públicos há muito tempo “carregam” a marca negativa de serviços lentos, desatualizados e sem qualidade. Porém, em sua definição, o serviço público é uma arte e um meio de promover o bem comum. Este que ocorre através da atenção integral e desenvolvimento dos cidadãos, o que explica certa lentidão devido à gigante amplitude da demanda da sociedade.
Evidentemente que aos servidores públicos cabe executar a gigante tarefa pública, cobrindo todos os setores dos Municípios, Estados e a União.
Nesse sentido, engajar é inspirar com base numa realidade e na busca de uma determinada solução. Pode ser uma necessidade de direitos sociais, civis, políticos ou humanos. Por isso, separamos 7 considerações a respeito da falta de engajamento no serviço público.
7 Considerações importantes sobre a falta de engajamento dos servidores
Vivemos um tempo em que o serviço público está com sua imagem um tanto corrompida, não apenas pela excessiva burocracia, lentidão e até ineficiência, mas também pelos escândalos de corrupção que tomaram o nosso país.
Tal tema não deve se tornar uma preocupação mais intensa das gestões públicas apenas em tempos de eleições, mas em todas as estações. Porém, isso tem ocorrido com frequência, o que depõe contra a “categoria”.
Há certa dificuldade em quebrar e mudar algumas estruturas enrijecidas e viciadas no serviço público. Isso normalmente ocorre por falta de ética, patrimonialismo (quando se trabalha no setor público, mas o utiliza como coisa sua e não como res publica ou “coisa do povo”) e atenção privilegiada a uns em detrimento de outros (a questão do tráfico de influência). Nada que um bom remédio ético, associado à plena transparência, não resolva.
Conscientizar-se de que é necessário combater a má qualidade no atendimento, associada ao mau humor e certa arrogância da parte de alguns servidores ou funcionários públicos (por se considerarem “imexíveis” sentem-se seguros com a estabilidade de emprego).
Servidor que não dá valor ao serviço que presta e nem ao contribuinte que lhe aborda não sente alegria em trabalhar onde está. É geralmente essa falta de propósito mais firme de servir com amor que leva ao fraco engajamento.
Enquanto o munícipe é um cidadão contribuinte e beneficiário das políticas públicas, o servidor é tudo isso e ainda tem o dever de servir aos cidadãos da sua jurisdição e/ou beneficiários de um serviço. Só que recebe por isso do seu patrão, ou seja, o próprio contribuinte.
Os munícipes pagam impostos e os servidores prestam serviços (há os que não são tão dedicados assim e os que vestem a camisa no corpo, na alma e no coração). Ninguém deve ser abordado fora dos ditames da democracia (igualdade, a liberdade e o Estado de direito e soberania do povo).
Um serviço nobre
Não há serviço mais nobre do que o serviço público, uma vez que está aí para todos e todos os cidadãos são o seu patrão. Evidentemente isso requer uma via dupla de responsabilidades. A primeira é sobre o cumprimento dos deveres pelos cidadãos, em contrapartida, vem o pleno exercício dos direitos por parte do serviço público. No entanto, ser contratado ou nomeado para uma função pública é se tornar servidor do povo. O povo pode até parecer um chefe disperso, mas é ele o chefe mais próximo e real que se pode ter. Tanto em contato pessoal, quanto pelas mídias digitais, a população está atenta e alguns fiscalizando. Vivemos novos tempos.
Não há colaborador que possa estar bem numa cooperativa que esteja indo mal.
Uma cooperativa vai bem quando os associados participam ativamente como donos e usuários, gerando melhores resultados. Todavia, essa participação sofre reflexos positivos ou negativos também dos colaboradores e não apenas dos dirigentes. Um colaborador deve ser antes de tudo um trabalhador cooperativista.
“Não existe cooperativismo sem o compartilhamento de ideias. Ser cooperativista é acreditar que ninguém perde quando todo mundo ganha, é buscar benefícios próprios enquanto contribui para o todo, é se basear em valores de solidariedade, responsabilidade, democracia e igualdade. O cooperativismo tem um jeito único de trabalhar” (OCB-Organização das Cooperativas do Brasil).
Portanto, cada colaborador é peça fundamental e estratégica para o bom funcionamento das atuais cooperativas, uma vez que elas estão cada vez mais ágeis, inovadoras e globais.
Nesse sentido, o colaborador cooperativista deve saber e querer impactar não apenas no atendimento em si, mas também o bem da comunidade e do mundo. Esse sonho louco não é para todos, é para poucos. Entretanto, deve ser perseguido, pois o cooperativismo é para sonhadores que motivam e realizam seus projetos.
Todo colaborador deve se portar como um despertador de sonhos e um construtor de estratégias.
Mesmo não conseguindo atingir a todo o quadro social, jamais desanima enquanto um não estiver contemplado pelos benefícios que a cooperativa pode oferecer.
A importância da gestão dos recursos humanos numa cooperativa é essencial, pois ela vai fazer a gestão financeira e social de toda a entidade cooperativa, indo dos escritórios, galpões, parques industriais, máquinas pesadas e tecnologias inovativas, ou seja, do mundo físico real ao mundo físico virtual.
Portanto, em todas as capacitações, mais do que o trabalho em equipe, devemos passar conhecimentos sobre inteligência cooperativa, que é a inteligência dos corpos e corporações que funcionam com base nos valores e princípios.
Para se tornar um colaborador cooperativista é necessário que cada contratado acredite no casamento entre “o econômico e o social, o individual e o coletivo, a produtividade e a sustentabilidade”.
Um colaborador que seja exímio no domínio da tecnologia e na condução de negócios na iniciativa privada (empresa mercantil comum) nem sempre terá a mesma facilidade se não entender de gente e relacionamentos cooperativistas. Isso só é possível quando se estuda e se compreende o que é cooperativismo.
Fico encantado com colaboradores bem treinados na área técnica e humana, que sabem acolher e realizar seus serviços. Colaboradores que estão convencidos de que o dono é o associado, mesmo que ele não compreenda a fundo as operações e até exija mais do que deva. Um colaborador assim preparado explicará ao associado o que é possível de ser realizado ou não pela cooperativa, com base nos princípios e valores do cooperativismo.
O nascimento do Cooperativismo
Imagem dos Pioneiros de Rochdale
O cooperativismo surgiu cultivando a unidade de princípios e valores junto a classe trabalhadora e alguns empresários ingleses. Foi a partir de uma disputa surgida por uma crise econômica e social na Revolução Industrial Inglesa, que se expandiu pela Europa e pelo mundo. A Inglaterra do início do século XIX passava por uma séria crise. Esta, era reflexo da luta entre os antigos condados herdados dos senhores feudais, os tecelões e a era industrial. Prejudicados pelo novo modelo econômico que substituiu o trabalho artesanal pela produção industrial, os trabalhadores viram multiplicar os problemas básicos e as dificuldades de sobrevivência humana. Entre eles, a falta de moradia, acesso à educação, saúde e alimentação e o alto índice de desemprego, em virtude da mão-de-obra excedente.
O cooperativismo surgiu muito mais como um movimento de formigas em torno de um formigueiro que de leões devoradores tentando se manterem no topo da cadeia alimentar. Não se trata de criar polêmica com visões relacionadas apenas a resultados financeiros, mas de voltar um pouco às origens e não nos desviarmos daqueles princípios e valores “rochadelianos”*.
Uma casa não para em pé se não tiver um bom fundamento, pilares e vigas. Da mesma forma, uma verdadeira cooperativa não sobrevive como tal se primar unicamente pelo econômico e abandonar a sociedade de pessoas.
Sociedade de pessoas
A palavra “social” em cooperativismo se refere à sociedade de pessoas com objetivos comuns, que o fazem através de um contrato, leis apropriadas e regimento próprio, para o atendimento de pessoas (seus projetos e sonhos).
O cooperativismo é capaz de atender aos interesses comerciais sem perder de vista os interesses sociais, ou seja, da sociedade de pessoas, familiares e da comunidade.
“Além de gerar trabalho, emprego e renda, esse modelo de negócios transforma a realidade de milhares de brasileiros, todos os dias. Só nos últimos oito anos, o número de pessoas que se uniram a nós cresceu 62%, gente que veio cooperar por um mundo melhor. E uma das provas de que isso é possível é a quantidade de empregos gerados que aumentou 43%. E é assim, envolvendo cada vez mais brasileiros, que fortalecemos as cooperativas e o país” (Somos Cooperativismo).
Já somos quase quinze milhões de associados.
Os colaboradores, mesmo não sendo associados, precisam estar imbuídos desse espírito cooperativista. Pois eles não trabalham numa firma qualquer, mas numa sociedade organizada com base numa legislação específica, e que respeita os princípios cooperativistas.
No momento do recrutamento e seleção já se deveria comunicar sobre a necessidade de se conhecer o cooperativismo. E, para isso, é primordial que se conheça a teoria e a prática dos princípios e valores do cooperativismo.
É comum os colaboradores não conhecerem os fundamentos do cooperativismo. Muitas vezes, têm apenas conhecimento rudimentar sobre esse tipo de empreendimento socioeconômico. Do mesmo modo que um lar não é erguido por interesse mesquinhos e nem pelas regras do mercado, mas pelo amor, como sinônimo de diaconia (serviço), também uma cooperativa necessita, além dos associados e dirigentes, colaboradores que conheçam a doutrina cooperativista.
Num mundo que prega pela competição desmedida, fazer cooperação e intercooperação requer constante educação dos associados, dirigentes e dos colaboradores.
É essencial entender que o diferencial não é a competição, mas a cooperação. Este é o ponto central, fundamental e necessário para a continuidade do ideal cooperativista.
Colaboradores verdadeiramente cooperativistas agem, mais do que juntos, conectados no mesmo objetivo. Para assim, conseguirem melhores resultados para todos, iniciando pelo bem dos associados, seus familiares e da comunidade.
Ser cooperativista é entender que legalmente unidos podemos mais, muito mais: o mercado é uma criação da sociedade e está dentro desta. O cooperativismo que se entende assim quebra paradigmas e barreiras e age diferente, mesmo parecendo remar contra a maré.
* Termo utilizado para nomear os pioneiros do cooperativismo surgido em Rochadale, Inglaterra, no séc. 19.
Todos que sonham em ter uma família, sonham em pertencer a um lar.
Pais e mães sonhadores têm os méritos na educação e formação dos filhos, especialmente quando os preparam para o mundo, não o superprotegendo de tudo e de todos. Assim, realizam o verdadeiro sonho na personalidade (e na felicidade) dos filhos.
Quem, de outro modo, sempre procurou dar tudo ao filho, evitando que ele enfrente suas privações e dificuldades acaba por “estragá-los”.
Lembremo-nos: família não é um sonho apenas de um, mas começa com poucos e vai se alastrando. Quando o sonho é bem iniciado e realizado com amor, todos os demais que vierem nesse lugar se sentirão fortes.
Lar não é apenas casa de habitação de um grupo de pessoas
O lar é o lugar em que se acende não apenas o fogo do fogão, mas o fogo para a vida em família.
O lar tem a ver com nosso torrão natal, com nossa pátria. Pátria que requer cada vez mais cidadãos e cidadãs fortes e valentes, pois os novos embates que o mundo moderno globalizado requer exigem pessoas bem edificadas.
O lar é a melhor escola de formação para a vida.
Os pais precisam ser vistos mais como instrutores amorosos, valentes amigos e sinceros corregedores de comportamentos.
Parece simplista, mas tudo o que temos nas ruas e na sociedade, em certa monta, foi formado ou deformado no interior da família.
Não nos esqueçamos do papel da família e da força de um lar bem estruturado.
Um sonho que olhou para as raízes e se quer cuidar.
Família que se sonha tem muito daquilo que não se vê, pois olha também para um tempo e gente que já se foi.
Um sonho familiar deve ser profundo, enraizado, e não apenas um sobrenado de intenções.
Quem não valoriza o passado enfraquece o seu presente e compromete o futuro.
Toda a árvore (genealógica) familiar deve ser contemporizada, pois família não é composta apenas de folhas vistosas e frutos belos. É nas suas raízes que se encontram as reservas e as essências, escondidas na escuridão das suas origens, para nutrir sua existência no agora.
Evidentemente, há aquelas situações em que família é lugar de desestruturação de sonhos e de sofrimentos. Nesse caso pode-se dizer que não houve formação real de família ideal ou dos sonhos.
Não podemos viver apenas de saudosismo, todavia as boas lembranças (pais, avós, enfim, a parentela) nos proporcionarão um dia a alegria de uma saudável saudade. Não consegue isso quem não sonhou plenamente e em profundidade.
Qual a melhor família do mundo?
É aquela que você tem ou aquela que você sonhou^?
Mesmo com problemas ter e pertencer a uma família vale a pena!
Família é algo tão especial que todos desejam ter uma para si.
Modelos e tipos familiares são formados para a tender aos anseios desse tempo de diversidades.
Sempre é maior o grito daqueles que não foram formados no seio duma família estruturada, quando se compara com aqueles que “ainda estão em casa”.
Nessa era onde a velocidade é o que mais nos assombra, onde “correr atrás da máquina” é uma expressão muito utilizada, muito do que é fundamental pode estar se perdendo.
Conclui-se que o fortalecimento dos laços familiares é decisivo para a formação da rede e do tecido familiar consistente.
Por Ainor Francisco Lotério
A Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho (e Promoção da Saúde) é essencial para que os colaboradores executem suas tarefas de maneira segura. Que resulte com o tempo, na valorização e comprometimento com a vida.
Na sabedoria popular existe um pensamento que se traduz nessa expressão: Só valorizamos aquilo que amamos. Nesse sentido, se amarmos mais nossa vida, maior será o desejo de vive-la com qualidade. Assim, prezando por valores morais como a dignidade, o respeito, solidariedade, legalidade, saúde, alegria e o que mais couber na vida.
Por isso, ao definir a SIPAT como sendo “uma semana voltada para orientação e reflexão quanto à segurança e qualidade de vida do funcionário“, deve-se considerar esse momento como uma excelente oportunidade de reforçar todo o trabalho de saúde e segurança já realizado. Pois, toda empresa deve zelar pela qualidade do serviço de seus colaboradores. Para isso, deve considerar a saúde e segurança como fator primordial para o sucesso das ações dentro da empresa.
Pensemos o seguinte: cada corpo é um complexo de órgãos interligados. Da mesma forma, cada equipe de trabalho é um complexo (ou arranjo) de indivíduos e de individualidades (qualidades pessoais – atributos que distinguem uns dos outros). Desse modo, saúde e segurança sempre tem a ver com todos aqueles que convivem e trabalham no mesmo ambiente. Portanto, é fundamental que haja na equipe: profissionalismo, sentimento de pertencimento, aquela vontade de se cuidar e cuidar dos outros (alteridade).
Mais do que juntos, é preciso que cada colaborador esteja conectado ao mesmo objetivo e motivado dentro do mesmo compromisso!
Percebe-se que a motivação que cada indivíduo tem influencia diretamente nas atitudes seguras dentro ambiente de trabalho. Essa automotivação se estende também para o ambiente social e familiar. Tanto é, que as preocupações e recomendações da empresa tem um impacto menor (menos que 15%) para a adoção de uma prática de segurança. Entretanto, a força das escolhas e das decisões pessoais (até 85%) têm força maior na prática de uma vida segura.
Motivar os outros de fora para dentro é despertar o potencial humano de cada um. Como palestrante, posso ajudar a despertar (ou estimular) nos outros as suas potencialidades interiores, conectando-os às riquezas interiores. É uma espécie de olhar para dentro que pode fazer brotar uma força de vida de qualidade para fora.
Todavia, motivar para uma vida de qualidade é preciso direcionar a atenção para o cuidado de si, o cuidado com o outro e o cuidado com todos.
Motivação e vida de qualidade é um tema que está relacionado com a partilha de dons, talentos e habilidades, de modo que um possa se beneficiara do outro sem perder sua identidade.
Escrever sobre a família na atualidade não é tarefa fácil, mas é necessário. Sobretudo, quando o tema está associando a uma cooperativa. Nesse caso, farei uma abordagem levando em consideração o cooperativismo no ramo agropecuário, sobre como aproximar a Família da Cooperativa.
A família no mundo contemporâneo não requer mais uma abordagem exclusivamente tradicional. O problema é que ainda persistem em muitas cooperativas a visão de família unicamente tradicional, que rejeita tudo que é novo. Motivamos, nesse sentido, um pensamento de aceitação da diversidade e valorização de todos os filhos e filhas. Reconhecer as diferenças e a diversidade é fundamental para trabalhar essa questão hoje.
As cooperativas fortes são aquelas que se interessam pela comunidade. Assim, promovem o seu desenvolvimento a partir das unidades familiares, mesmo sabendo que se trata de tarefa muitas vezes complicada.
Já que as cooperativas se iniciam nas famílias, apoiá-las e conquistá-las é seu papel e dever. Pois, uma cooperativa não é só aquilo que ela aparenta ser. Uma vez que, a sua essência é invisível aos olhos da lógica do mercado, mas visível pelas pessoas que a compõem.
Como relacionar família e cooperativa?
Uma cooperativa é a soma de muitas famílias, e cada família é sinônimo de habilidades, talentos, dons, serviços e produção. Todavia, uma família quer mais do que produzir e entregar a sua produção. Ela quer participar de uma corporação que se preocupa em ajudar também os seus filhos e filhas. E isso é propriamente algo adequado e legal, conforme o Art. 4º, inciso X, da Lei do Cooperativismo (Nº 5.764, de 16/12/1971). Dessa forma, a Lei expressa: “prestação de assistência aos associados, e, quando previsto nos estatutos, aos empregados da cooperativa”. Isso, a meu ver nos leva à preocupação também com as famílias. Portanto, se a lei não prevê tão explicitamente como outra política pública, os estatutos da cooperativa podem prever mais adequadamente. Tendo em vista que há autonomia para tal (quarto princípio: autonomia e independência).
Uma cooperativa não se faz por si, nem com o esforço unicamente da diretoria e liderança. Ela se faz pela efetiva participação das famílias. Nesse sentido, através da motivação constante à participação e organização do quadro social com todos da casa é que a cooperativa se fortalece.
Nos dias atuais, percebo que muitas cooperativas necessitam serem refundadas. Ou seja, elas devem retomar o processo de aproximação das células familiares para não enfraquecerem o seu quadro social. Quando as famílias não são envolvidas, os filhos também não o são e a sucessão tem mais dificuldade ainda de acontecer. Assim, percebe-se que o resultado disso é que a cooperativa passa a ser apenas mais uma empresa comum. Aquela que disputa preço e produto como outra qualquer, porém, deixa a sua verdadeira riqueza (os familiares dos associados) fora do processo ou com pouca atenção.
?? Uma relação de aproximação e confiança
As famílias de agricultores sentem necessidade dessa confiança e proximidade da sua cooperativa. Isso precisa ser sentido dentro dos seus lares e deve permear todas as atividades da propriedade.
Atraí-las de modo que se sintam não apenas mais uma família associada, mas a verdadeira dona, é o segredo para essa aproximação efetiva. De fato, “não é a cooperativa que possui associados, mas os associados que possuem a cooperativa”, uma vez que eles a formam e desenvolvem. No entanto, a família é que é o maior “patrimônio da vida”.
Pontos a serem considerados para atrair as famílias para as cooperativas ?
– Realizar eventos focados em temas que interessam às famílias é essencial para as cooperativas. Promover, assim, palestras, oficinas e cursos sobre relacionamento pais e filhos, sucessão familiar, vida de qualidade e felicidade, etc. Isso contribui quando está alinhado com os princípios e valores cooperativistas.
– Produzir conteúdo para as mídias sociais e informativos da cooperativa valorizando o tema família. A falta de informação é fator limitante da participação. A informação sobre seus projetos e ações diárias, levará ao comprometimento das famílias com as cooperativas.
– Organizar um projeto de sucessão e transferência de legado e patrimônio. Dessa forma, os filhos se sentem mais que herdeiros (aqueles que recebem a herança por disposição da lei). Sentem-se legatários (aqueles a quem se deixou um legado), assumindo a sua missão.
– As famílias devem assumir a responsabilidade na transmissão de valores aos filhos desde cedo. Mas, quais seriam esse valores? Solidariedade, ajuda mútua, honestidade, integridade, cooperação, entre outros. Essa inteligência cooperativa vai facilitar a interação dentro das cooperativas e na sociedade.
– Apresentar às famílias os desafios da atualidade na educação e formação dos filhos. Nesse sentido, deixando transparecer a capacidade da cooperativa em poder auxiliar as famílias nesse preparo. A cooperativa é também uma escola de doutrina e educação, que se preocupa com a formação do seu quadro social.
– A cooperativa deve elaborar uma pesquisa de campo no seio das famílias. Abordar assuntos e preocupações que mais tomam o imaginário e a vida real dos seus componentes. Com essa base de informações a equipe poderá elaboram um bom planejamento das ações a serem desenvolvidas em toda a base familiar.
– Envolver todo o corpo funcional, ou seja, a unanimidade dos colaboradores da cooperativa nessa retórica. O que importa é que todos estejam conscientes desse investimento nas famílias como algo prático.
– Montar um núcleo ou comitê exclusivo para o trabalho com famílias. Dessa maneira, promove o conhecimento e o mesmo promove a participação. Quando existe esse movimento participativo um vai alimentando o outro, ou seja, a participação leva ao conhecimento e o conhecimento anima à participação.
Para concluir
Um sócio me falou: “Eu quero ver aumentar a nossa cooperativa. Eu entrego a produção, fruto da minha família. Eu não quero ser sócio de uma cooperativa que não envolve fortemente a minha família”.
Como eu ouço e vejo ser propagada as frases “boas coisas acontecem para quem espera” e que “grandes coisas acontecem para quem procura”, pensei em dizer que as melhores coisas são realizadas por quem se levanta e faz diferente! Então, vamos nos levantar e fazer diferente em favor das famílias no cooperativismo.
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460.000, este é o número de quilômetros rodados com nosso atual carro para realizar as palestras e cursos pelo Brasil afora.
Essa distância percorrida só com esse carro equivale a 36 voltas ao redor do planeta terra. Também equivale a uma viagem à lua e estaríamos no trajeto de volta a terra. Também conseguiríamos dar 68 voltas ao redor do planeta Marte.
Em mais de 20 anos na estrada, esse não é o primeiro e nem o último carro. Considerando os outros seis carros, somaria uma distância maior que a malha rodoviária brasileira (1.720.756 km). Deixamos de fora os diversos voos.
Faço essa comparação das distâncias para dizer que ainda que tivesse dado 68 voltas ao redor de Marte, em nada se igualaria às experiências que cada quilômetro trouxe.
Cada pessoa que conheci, cada conhecimento trocado, cada visão de mundo que cruzei, acrescentou para uma experiência única e intransferível sobre a vida.
Viajando por todo o Brasil, tenho a graça de conhecer novas culturas, experimentar novas comidas, construir relações de amizade e profissionalismo que outras poucas profissões me permitiriam.
Essa é a maior riqueza que a nossa vida pode ter: o sentido de criar laços, experimentar sensações, sabores e emoções. Contribuir de maneira significativa para a construção de um mundo mais consciente e cooperativo.
Como enfrentar as mudanças atuais sem uma base organizacional forte?
A Organização do Quadro Social (OQS) é uma prática que vem ganhando cada vez mais espaço nas cooperativas de diferentes ramos, principalmente pelos resultados que traz no engajamento dos cooperados, no fortalecimento do sentimento de pertencimento e no melhor entendimento do negócio cooperativo.
Devido aos desafios enfrentados pelas cooperativas na organização do seu quadro, percebe-se a necessidade de uma maior eficiência no que diz respeito a competitividade cooperativa. Nesse sentido, é preciso desenvolver quatro pontos fundamentais para atuação no quadro social: investimento nas competências, gestão estratégica, tecnologia e inovação. Dessa forma, é possível construir uma visão de conformidade da cooperativa para com o mercado e a sociedade. Assim, a instituição pretende despertar a inteligência cooperativa tendo como base a doutrina e educação cooperativa. É por meio dela que se terá uma eficaz Organização do Quadro Social.
É essencial estruturar uma nova forma de expressão e integração entre os membros da sociedade cooperativa com os dirigentes e gestores. Isso revela maturidade cooperativa, pois sem o investimento na organização, educação e formação permanente do quadro social a cooperativa tende a enfraquecer e desfidelizar seus sócios.
Portanto, o objetivo fundamental da OQS deve ser estruturar um espaço de comunicação e poder na cooperativa, possibilitando a participação do maior número de cooperados na gestão do empreendimento cooperativo.
A OQS visa, utilizando estratégia e metodologia adequada, a aproximação dos associados e seus familiares com a cooperativa, de modo que haja um diálogo entre os associados, nesse caso, os verdadeiros donos. É importante o envolvimento e o apoio dos colaboradores durante todo o processo, uma vez que também devem conhecer a doutrina e viver a filosofia e a cultura cooperativa do empreendimento. A OQS deve intensificar cada vez mais a comunicação e diálogo interpessoal em todas as instâncias, departamentos e órgãos da cooperativa.
Nos cursos do Sescoop-SC, chamamos de Módulo OQS, o que também pode ser chamado de Educa OQS, evidencia-se a função estratégica da organização do quadro social para as cooperativas (de todos os ramos).
É importante que haja um processo dinâmico, sistemático e permanente de contato entre cooperados e organização. Assim, a formação e o acompanhamento da OQS das Cooperativas (OQS) deve manter uma constância em termos de promoção, capacitação, definição e estruturação das sociedades cooperativas.
Finalmente, é fundamental que identifiquemos quais os fatores que contribuem ou não para o sucesso de implementação, desenvolvimento e perenidade da Organização do Quadro Social. Por isso, fizemos o levantamento de algumas questões que podem ajudar nesse processo.
A cooperativa possui em seu quadro social um profissional exclusivo para atuar na OQS?
É estimulada a participação dos colaboradores nas ações desenvolvidas na OQS?
Estimula a participação de associados como voluntários nas ações desenvolvidas na OQS?
Apresenta, estimula e educa os novos associados na doutrina cooperativista (missão, visão, valores, princípios, gestão e governança, estrutura e negócios … etc.)?
São realizadas ações visando a fidelização dos associados e seus familiares (sucessores) à cooperativa?
A cooperativa destina recursos financeiros e busca outros para a realização de ações de OQS?
Possui processo formalizados de admissão de novos associados e colaboradores?
A cooperativa possui ações voltadas para jovens, mulheres, famílias etc.?
Realiza ou participa de maneira organizada de ações sociais e sustentáveis na comunidade?
Há algum relatório sobre os alcances das ações desenvolvidas em OQS junto aos associados?
Há diferença entre os que participam da OQS e os demais associados que não participam?
Há divulgação de mensagens de conscientização sobre a importância da Organização do Quadro Social nos meios de comunicação e nas assembleias e encontros de um modo geral?
Observa-se que as cooperativas que têm a preocupação com as questões acima, tendem a aumentar o nível de investimento e maturidade. Potencializando assim, seu comprometimento com os associados, seus verdadeiros donos.
O caminho que a cooperativa deve percorrer é aquele que o quadro social apontar. Isso é uma necessidade constante para o fortalecimento e posicionamento social, empresarial e mercadológico das cooperativas.
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Uma cooperativa vai além dos seus muros, escritórios e galpões.
O sucesso do movimento cooperativista está associado com o seguinte modelo: uma sociedade de pessoas que adota valores e princípios. Promove o bem do indivíduo e da comunidade onde ele se estabeleceu. Nesse sentido, o cooperativismo une as forças das pessoas com as do capital, de maneira democrática, social, solidária e empreendedora. Buscando assim, trazer resultados positivos para todos.
Também existem maus exemplos, quando cooperativas quebram por má gestão, falta de transparência e desonestidade. Aliás, onde o ser humano atua, tanto as soluções quanto os problemas podem aparecer. Só não aparecem problemas, mas sobejam soluções, onde se atua de maneira definitiva e constante dentro dos 7 princípios e valores cooperativistas, e respeitando os estatutos.
O sucesso de uma cooperativa não está em apenas seguir cegamente os princípios cooperativistas, é fundamental compreendermos toda a sua extensão. Aliás, temos muitos dirigentes que ainda não apreenderam todos os princípios e valores. E se não leram e nem refletiram sobre os “mandamentos” cooperativistas, como poderão aplica-los no seu próprio proceder? Isso é importantíssimo para conselheiros, conselheiras, líderes e dirigentes, os quais aderem de participar democraticamente (de acordo com os princípios 2º, 3º e 4º).
Além de ser imprescindível para cada associado, conhecer e saber aplicar os princípios e valores cooperativistas facilita a incumbência assumida (princípio 1º). Atuando dessa forma, junto ao quadro social na atividade de analisar o proceder dos outros associados e a total governança. Nesse sentido, fiscalizar as ações de uma cooperativa consiste em prestar atenção na sua conformidade com os princípios e valores.
Uma cooperativa pode apresentar números favoráveis no seu balanço. Porém, uma análise mais acurada pode apontar discrepâncias no seu programa de “catequese cooperativista”. A organização cooperativa pode estar falhando na educação, formação e informação dos seus associados e familiares, conforme está escrito no 5º princípio.
Qual a importância da comunidade para a cooperativa?
Além dos sócios, a comunidade no entorno da cooperativa precisa sentir a sua presença e seus benefícios. Uma cooperativa é de toda a sociedade vizinha. Pois é no seio dela que estão estabelecidos os seus empreendimentos e realizados os seus negócios.
Assim, vê-se claramente que o respeito às pessoas e ao meio ambiente devem se tornar valores fundamentais. A prestação de auxílios a entidades também pode se estender aos mais necessitados, que podem ser ou não associados, como é o caso do Dia C. Normalmente, isso consome poucos recursos e gera grande retorno em simpatia e até financeiro para a cooperativa.
Como se vê, uma cooperativa vai muito além dos seus muros, escritórios e galpões, pois não é uma sociedade fechada. Toda cooperativa deve se notabilizar como uma cooperadora e simpática entidade para com a sua comunidade. Isso está claro e evidente no 7º princípio, interesse pela comunidade.
Comunicação interpessoal refere-se à interação entre pessoas, grupos e times, seja ele no meio profissional, pessoal ou familiar. Embora a expressão “comunicação interpessoal” não seja comum na definição das relações que cultivamos entre a família e amigos, no meio corporativo este conceito é abordado desde a década de 70. Nesse período, as empresas notaram que o clima organizacional influencia na lucratividade do negócio. Assim, passa a exercer impacto direto na produtividade e na capacidade de inovação de seus colaboradores.
“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Saint-Exupéry).
A importância de uma boa comunicação para o relacionamento interpessoal
– Vantagem competitiva de mercado: um profissional com habilidades para se comunicar bem e lidar com pessoas, trabalhar em equipe, tem mais chances em um processo seletivo ou promoção;
– Autoconhecimento: antes de aprender a lidar com os outros é preciso aprender a lidar consigo mesmo. Enxergar seus erros e onde precisa melhorar. O autoconhecimento, ou seja, a comunicação com o seu interior é a chave para uma boa relação interpessoal.
– Reconhecimento: uma pessoa que se comunica bem e sabe cultivar boas relações interpessoais tem sempre mais chances de crescer em uma corporação. Além disso, dá-se bem com todos a sua volta, seu trabalho é reconhecido e respeitado.
– Respeito: as pessoas admiram e respeitam as pessoas que são empáticas e sabem se colocar no lugar do outro, que não causam conflitos e são humildes ao reconhecerem seus erros e os acertos do outro.
– Satisfação: trabalhar em um ambiente onde seu trabalho é reconhecido, respeitado, admirado e poder contribuir com a harmonia e desenvolvimento dos que estão a sua volta, traz mais satisfação e motivação para a vida profissional.
Cada meio social como escola, comunidade, núcleo familiar e ambiente de trabalho, apresenta suas regras de comportamento que orientam a interação de seus membros. No entanto, cada membro traz consigo sua personalidade, crenças e culturas. Da mesma forma que ele é influenciado pelo meio, ele também influencia aqueles com quem convive.
– Utilização de linguagem que o outro não entende ou não domina; – Elementos perturbadores do exterior; – Divergências de valores e crenças; – Desinteresse; – Papéis sociais desempenhados; – Formação cultural divergente; – Indisponibilidade física ou psicológica (ex.: cansaço, mal-estar); – Palavras ambíguas; – Hostilidades; – Desmotivação.
Diante disso, como é possível evitar ou driblar essas barreiras?
Resiliência é a palavra-chave.Ela está associada à capacidade do profissional de superar desafios, lidar com conflitos e se adaptar às mudanças no ambiente corporativo. Nesse sentido, uma pessoa resiliente é aquela que aprendeu a lidar com as emoções e contribui no ambiente de trabalho com empatia e atitude cooperativa.
E você, é uma pessoa resiliente?
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Para falarmos em empatia e cooperação para o trabalho em equipe, antes de mais nada, é preciso estar atendo ao outro. Quem deseja que outros sejam felizes e se desenvolvam plenamente como seres humanos deve praticar a empatia e a inteligência cooperativa. Todavia, é necessário entender que não há verdadeira cooperação com o outro da mesma equipe se não agir com compassividade*.
Todas as pessoas prezam por serem amadas, mas o que as faz sentir bem, na realidade, é amar. E parte do que nos faz sentir mais amor pelos outros é fazer coisas gentis e compassivas por eles. Isso é o que nos diz a regra da reciprocidade: fazer ao outro o que queremos que façam a nós e não levar ao outro a dor que não queremos nem desejamos sofrer. Deve-se fazer isso sem interesse de benefício pessoal. Pois o objetivo real está em melhorar nossa rede de relacionamentos e promover o sorriso e a vida de qualidade no ambiente onde vivemos e trabalhamos.
A boa notícia é que, se você não costuma se enxergar como alguém dotado de muita empatia, estudos mostram que esse é um hábito que pode ser cultivado. Portanto, “há empatia compassiva, quando o sentimento é traduzido em ação” (Valeria Sabater – psicóloga licenciada – Universidad de Valencia).
Compreenda o significado de Empatia Compassiva
Empatia compassiva significa ser capaz de dar ajuda útil àqueles que estão próximos a nós. No entanto, nem sempre conseguimos ver esse amigo, membro da família ou colega de trabalho que precisaria de suporte ativo em um determinado momento. Em alguns momentos podemos ver, é verdade, mas às vezes, não sabemos muito bem como agir.
A pessoa empática é aquela capaz de compreender a realidade emocional do outro diante de si. Contudo, apenas compreender não basta, é preciso fazer algo de concreto. Quando alguém entende nossa realidade emocional é muito bom. No entanto, é ainda melhor não ficar sozinho no sentimento e na mera intenção. O que mais apreciamos é uma empatia compassiva capaz de agir, de fornecer apoio ativo, de ajudar, enfim, cooperar conosco. Pois assim é que se desenvolve a empatia e cooperação para o trabalho em equipe.
Falamos dessa dimensão onde não ficamos sozinhos com o sentimento que compreendemos, mas a emoção que conectamos. O nosso coração (entendido como mundo interior) é capaz de ser movido na direção da necessidade do outro ou do grupo. Referimo-nos à ação de quem se compromete e decide ajudar. Ou seja, aquele que se atreve a mudar a realidade do outro para conferir apoio, carinho e autêntico bem-estar.
Um dos segredos dessa vida é entender que estamos neste mundo por algo mais do que o nosso bem. O ser humano está aqui também para ajudar, para que cada um de sua trama e disposição particulares faça dessa realidade um lugar mais nobre e belo. No entanto, vamos encarar, às vezes custa.
* Aquele que possui ou demonstra compaixão; compartilha dos sofrimentos alheios e se alegra com os sucessos dos outros. [nota do autor].
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Como incentivar os agricultores? Inicialmente, é bom lembrar que ser agricultor é trabalhar com o mais valioso dos bens, a terra e seus recursos naturais. Tudo isso faz parte do cultivo das propriedades rurais, sobretudo, da agricultura familiar. Nesse ramo, o empreendedorismo só está presente em quem se dedica às causas do campo, da fazenda ou do sítio. Enfim, está presente naqueles que abraçam o meio rural sem restrições.
O novo empreendedor do campo é aquele que possui uma alma cabocla e o coração sertanejo. Onde o amor e reconhecimento pelas atividades agrícolas estimulam para o aperfeiçoamento de seus negócios. Pensando nisso, surge o seguinte questionamento: Como incentivar os agricultores a desenvolver o empreendedorismo? É isso que vamos responder no decorrer desse artigo.
Quem é o empreendedor do campo?
Hoje, a agricultura é sinônimo de planejamento, gestão, leitura de mercado e sustentabilidade. Desse modo, para o agricultor, é preciso buscar constantemente novas alternativas de produção para o sucesso da propriedade.
O agricultor empreendedor é aquele que através do poder de visão busca novas alternativas para sua propriedade. Por exemplo, atuar com produção diversificada ou investir em tendências como a produção de orgânicos. Outras alternativas são as redes de produção cooperativa e buscar soluções tecnológicas que agreguem valor ao produto e à propriedade.
O empreendedorismo mora naqueles agricultores que possuem uma visão para além da situação. O agricultor empreendedor é aquele que soma envolvendo outras pessoas nos seus negócios.
Mas como fazer isso tendo que operar o trator, alimentar os animais, aplicar os insumos nas lavouras, adotar tecnologias modernas, em cada caso e em tempo certo?
Não há um grande segredo, mas algumas atitudes fazem a diferença. Nesse sentido, temos a observação atenta às mudanças constantes do mercado e busca de conhecimento que integre o trabalho real ao meio virtual. Também é preciso ter paciência, confiança e trabalho duro.
Então, como fazer com que o trabalho rural se torne um lugar de criatividade, geração de renda, vida de qualidade e felicidade?
É preciso mudar para empreender
Os verdadeiros empreendedores já perceberam que a agricultura é altamente tecnológica e inovadora. Dessa forma, separamos no quadro de imagens abaixo algumas atitudes que podem lhe ajudar a desenvolver o espírito empreendedor.
Por fim, essas foram nossas dicas de como incentivar os agricultores a desenvolver o empreendedorismo. Espero que tenha gostado.
Até a próxima!
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Aqui nós também compartilhamos das experiências e gratidões que chegam até nós. Sobretudo, quando é de famílias fortalecidas na fé.
Em seguida, você verá abaixo o depoimento da Thalita, do grupo de casais de Itapema, SC. Ela e seu marido participaram do Encontro de Casais da Pastoral Familiar de Lages, SC. Assim, após o evento buscou compartilhar desse momento com seus colegas que não puderam comparecer.
Sobre um final de semana incrível…
❤ Famílias fortalecidas na fé ❤
Amigos, Gostaria de compartilhar com vocês que por algum motivo não puderam estar conosco neste final de semana, mas que de alguma forma estavam presentes pela conexão que temos em um mesmo objetivo. Tivemos o prazer em estar com pessoas muito especiais. Também, tivemos a benção de poder ouvir um palestrante realmente iluminado pela luz de nosso senhor Jesus.
Abaixo, seguem algumas frases e ensinamentos que tomei nota e adentraram em meu coração:
Trabalho, amor e mais humor: que em tudo que façamos seja realizado com amor e dosado de bom humor, porque o Cristão autêntico emana alegria.
Sobre o ser espirituoso: você não tem um espírito jovem ou velho. O que é divino não envelhece, o nosso espírito é pentecostal, existe há muito e muito tempo, ele não envelhece. A carne envelhece, mas o seu ser, o que você realmente é está dentro de você.
Ser humano e Ter Humano: fomos criados para sermos, no reino animal, o ser humano e não o ter humano. Muitas famílias estão sofrendo porque estão colocando o “ter” antes do “ser”. Ter, somente será bom quando for para tomar posse das coisas de Deus: ter uma boa prática cristã, ter amigos pela fé, entre outros tantos “ters” que a vida em comunidade nos possibilita.
Nossas riquezas: devemos gastar menos que ganhamos e ganharmos mais do que gastamos. O dinheiro é necessário, não o seu “endeusamento”. A maneira de não “endeusarmos” o dinheiro é promovendo com ele o reino de Deus. Ganhar dinheiro não é pecado, pecado pode ser o que fazemos com ele.
Para os negócios e para a vida:
✔ O que destrói é o lucro e a competição. ✔ O que constrói são os resultados.
Fé, esperança e amor: a nossa fé é a crença que nos move, a esperança o sentimento que nos motiva e o nosso amor…ah o amor! Esse é o nosso poder.
? É o amor ? ? A mulher foi feita da costela pois e o osso mais flexível. ? Jesus era agrônomo… Mas também pode ser padeiro, cozinheiro, etc…ele é todos nós. ? A cédula de dinheiro é sustentável e não é ateia: em cada uma tem um bicho desenhado e um “Deus seja louvado”. ? Seja qual for o bicho que você se casou, que ele seja sempre o “seu” ???
Em um grande resumo utilizando de um paralelo agronômico:
➡ Sermos cristão autênticos: O Plantio. ➡ Educar nossos filhos e manter nossa família unida na fé: O cultivo. ➡ Alcançar o equilíbrio entre o espiritual e o intelectual: A colheita.
Em suma amigos, Que possamos estarmos mais que juntos… CONECTADOS POR UM MESMO OBJETIVO, e que o objetivo seja sempre ELE à frente. Um grande abraço, ótimo domingo a todos. Beijos no coração.
O que você achou desse depoimento? Quer conhecer melhor nossas palestras? Acesse Temas de Palestras para as famíliaslá você vai encontrar um formulário de contato, bem como, fotos e outros links.
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Hoje resolvemos compartilhar um pouco sobre nossa experiência com as dinâmicas de sucesso. Essas dinâmicas são construídas para as palestras e cursos que ministramos. Assim, pensando no pleno desenvolvimento e aprendizagem de nosso público, realizamos algumas dinâmicas com objetivos diferentes em cada momento.
Veja algumas dinâmicas:
Por exemplo, a dinâmica das cordas tem como foco principal promover o trabalho em equipe e fortalecer os laços humanos e profissionais. Nesse sentido, essa experiência além de promover a interação leva um aprendizado para a vida. Pois em ambientes de conflitos é essencial para o desenvolvimento da empatia e da alteridade.
A dinâmica da escada também é um belo ensinamento e reflexão sobre a vulnerabilidade da vida que construímos. Sabe qual a importância disso? Utilizar dessas associações faz com que o cérebro crie novas conexões com o conteúdo apreendido, fazendo uma ponte de ligação para novos conhecimentos.
Outra dinâmica que compartilhamos é a da bicicleta. Sim, pedalando durante a palestra. Parece meio louco não é mesmo, mas é essencial em muitos de nossos trabalhos. A dinâmica com a bicicleta fala sobre equilíbrio, superação, motivação e conquistas. Da mesma forma, é uma reflexão acerca das metas e objetivos que vamos traçando em nossa vida.
Confira abaixo esse depoimento ?
Boa noite, é um prazer ser sua amiga. Tenho aprendido muito com suas palavras. Estive na sua palestra no IFC quando falou sobre ser empreendedor. Marcou-me muito sua entrada naquela bicicleta, jamais vou esquecer o que eu aprendi com vossa excelência (Cleuza Pacheco Rodrigues).
Nosso diferencial
Definitivamente, nosso diferencial além de estar na dinâmica que fazemos, também se encontra na escolha de um modelo especialmente construído para cada momento. Para que atinja seu objetivo, a dinâmica deve vir acompanhada de um conteúdo rico e personalizado para cada público.
Igualmente, também temos outras dinâmicas que envolvem plantas, partilhas, músicas, trabalho em grupo e oficinas. Tudo isso é estudado e alinhado com nossos parceiros para promovermos uma experiência inesquecível e, sobretudo, que gere muito aprendizado e conhecimento.
Espero que tenha gostado e contribuído com nossas dinâmicas de sucesso. Para concluir, compartilho nossos temas e eixos de atuação, lembrando sempre que cada palestra e curso é customizada com nossos parceiros.
A liderança positiva é essencial para o trabalho em equipe. Sobretudo, por não se tratar apenas de liderar pessoas, mas também de produzir resultados positivos através do desempenho acima da média. Com esse tipo de liderança todos os liderados se destacam, pois não é uma liderança de privilégios nem de privilegiados, mas de valorização das virtudes individuais no grupo, onde cada integrante da equipe é chamado a colocar seus dons a serviço da corporação.
Para exercer a liderança positiva com eficácia numa corporação, o bom líder precisa ter em mente que tudo começa nas pessoas, pois o trabalho depende delas. Como consequência, um ambiente positivo tem a possibilidade de gerar melhores resultados do que um ambiente negativo. Assim, liderar positivamente é internalizar esta magia no seio da equipe e, assim, contagiar toda a corporação.
Definitivamente, a liderança positiva é um processo que deve começar na consciência do próprio líder, buscando desenvolver primeiro as competências e habilidades em si e despertando o líder em mim. Esta postura proporciona maior capacidade de trabalhar em equipe, estimula o crescimento para a autoconfiança e proatividade. Logo, aquele que deseja liderar deve primeiro ser líder de si mesmo, para depois ser líder de outros. Dessa forma, as primeiras providências a tomar são:
a) rever as próprias posturas pessoais frente ao grupo, sempre em consonância com os objetivos e metas da corporação e do mercado;
b) trabalhar de maneira harmônica e integrada com sua equipe na busca dos resultados;
c) não se descuidar de três desejos humanos: manutenção da fortuna (sucesso e êxito), busca constante da evolução (crescimento pessoal e grupal, profissional e familiar) e conquista da felicidade (realização dos sonhos e busca do bem-estar).
Se a Fortuna era a deusa romana da sorte (boa ou má) e da esperança, a liderança positiva, da mesma forma, é um processo que não pode confiar unicamente nela, mas deve buscar com positividade a evolução e o sentimento de felicidade das pessoas que compõem a equipe.
A liderança positiva é aquela que vê saídas onde outros apenas conseguem enxergar problemas ou meias soluções. Bem como, é afortunada de características especiais, como visão diferenciada, conhecimento, espiritualidade, capacidade para o relacionamento, determinação e coragem.
Algumas dicas para o exercício da liderança positiva
Destacamos abaixo alguns atributos para aquele que deseja exercer a liderança positiva para o trabalho em equipe nas corporações:
• Ouvir mais do que discursar; • Elogiar mais do que criticar, sem deixar de ser franco; • Estimular as ações (dar “motivos para a ação” de cada um dos seus liderados); • Expor suas idéias sempre com clareza e com a força do convencimento; • Transmitir confiança e entusiasmo, fazendo com que cada liderado descubra o seu “Deus interior”; • Ter visão conectada à ação; • Ser firme nas suas posições (líder frouxo, liderado desorientado); • Possuir competência (teórica e prática); • Ser exemplo aos demais (o exemplo arrasta); • Administrar o seu tempo (sua vida); • Delegar com segurança (passar a incumbência para quem realmente vai dar conta do recado); • Ser ponderado nas suas colocações (o desequilíbrio desagrega); • Ter espírito de equipe (solidariedade e reciprocidade).
A liderança positiva é contemporânea e conectada à velocidade do tempo atual. Igualmente, sabe que a sociedade funciona em rede e que a equipe não pode ficar isolada dos acontecimentos da corporação e do mundo. A liderança positiva para o trabalho em equipe sabe que o conhecimento está ao alcance de todos, envidando esforços para trazê-lo ao seio da equipe.
Enfim, integridade, confiança e maturidade fazem parte do seu vocabulário.
A velocidade das mudanças nas últimas décadas atingiu também as famílias agricultoras e, consequentemente, suas propriedades rurais. Com o avanço das indústrias nos últimos séculos, os agricultores se viram apostando naquilo que não conheciam. Assim, incentivavam seus filhos na busca por uma vida mais próspera fora do campo. Dessa forma, o êxodo foi acontecendo, criando sobre a atividade rural um aspecto de sofrimento.
Hoje o campo ganhou novas perspectivas. Ter uma propriedade organizada e produtiva é sonho de muita gente que um dia já passou por lá. Todavia, existe ainda resistência e dificuldade por parte dos agricultores em transmitir para as novas gerações a importância da propriedade rural.
Com frequência, a juventude do campo se encanta com as ofertas de novos estilos de vida da atualidade. A força dos avanços tecnológicos tem influenciado diretamente os negócios rurais e o comportamento dos produtores e familiares. Nesse contexto, naquilo que se refere à sucessão rural, os pais podem utilizar a tecnologia como um recurso motivador para a permanência dos filhos na propriedade.
Diante disso, de que maneira os pais podem estar estimulando seus filhos para melhorar o engajamento do negócio da família? Abaixo, separamos algumas sugestões para fortalecer essa realidade.
Demonstre que vale a pena:
É preciso demonstrar através dos exemplos que a propriedade é mais do que um lugar de trabalho. Ela é um Bem onde ele terá boa renda, diálogo e liberdade. Reclamar da vida, do empreendimento, da não participação dos filhos, só enfraquece o sentimento motivador de permanência do jovem na propriedade. Faz-se necessário mudar de atitude e adotar novas palavras, sendo grato pelo bem que possui. Isso fará toda a diferença na forma com que os filhos verão o negócio rural.
Entenda a liberdade dos seus filhos:
Cercá-los para que não fujam não é mais possível. Deve-se inseri-los nas atividades com responsabilidade, dando-lhes autonomia sobre o processo produtivo. Hoje é preciso entender que os jovens são mais livres para decidirem seus caminhos. As ofertas e oportunidades vindas das cidades são intensas. Por isso, proporcione um sentimento de pertença, onde eles se sintam acolhidos e donos daquilo que estão produzindo. Compreenda essa realidade estando sempre de braços abertos para acolhê-los.
Utilize de novas tecnologias:
Qual o jovem que não é atraído pela tecnologia? Investir em conhecimento e equipamentos tecnológicos se tornou essencial para o mundo do Agro 4.0. Assim, uma forma de motivar a sucessão rural é trazendo esses avanços para dentro de casa. Informatizações da propriedade, utilização de programas e aplicativos de gestão, planejamento e programação de cultivos e criações pela inteligência e participação deles, são algumas das atitudes que devem ser adotadas.
Sobre as redes sociais: Os jovens são inteligentes e envolvidos em redes sociais, de modo que seu mundo abrange não apenas o mundo rural. Pais e familiares devem notar que não é possível abranger seus sonhos e desejos apenas com as coisas da propriedade rural em si, mesmo que esta tenha muitas atividades e projetos. Desse modo, as propriedades devem estar também envolvidas nas redes sociais, mostrar os benefícios da agricultura para o mundo. Interagir com o virtual de maneira educativa, demonstrando que nas propriedades há trabalho, sustentabilidade, produção e filosofia de vida.
Promova a sucessão do bem-estar:
Já falamos que dar exemplo é uma maneira de estimular o jovem para a sucessão. Isso não significa que eles tenham que fazer da mesma maneira como os pais fizeram. Os jovens ficam no campo quando se sentem encantados, fascinados e maravilhados com aquilo que estão fazendo. Além de trabalhar nas atividades diárias, eles também desejam uma roupa moderna, um carro ou uma moto, de modo que possam se apresentar como cidadãos plenos e não como um coloninhos, como era considerado no passado.
Por isso, é fundamental também o investimento no bem-estar dos sucessores. À medida que os pais vão se realizando como produtores, melhorando a qualidade de vida, a produção, entre outros, também os filhos devem acompanhar esse processo de evolução. Isso contribuirá como peso positivo para sua permanência na propriedade.
Construa um plano de sucessão:
É fundamental que se desenvolva um plano em nível de propriedade que ocupe a atenção dos donos. Assim, conciliando a experiência dos mais velhos e os talentos dos jovens, é mais fácil o comprometimento com o que está a sua volta. Planejar, executar e analisar as atividades dentro da propriedade rural, ajuda na atribuição de tarefas e funciona como uma poderosa ferramenta de gestão.
Mas como devo planejar a sucessão?
Com a velocidade da comunicação moderna, é fácil perder o controle. Assim, quando construir um projeto para o negócio rural, é primordial que os filhos estejam envolvidos em todas as etapas do processo. Só assim, através da participação e análise dos resultados desses projetos, irão criar uma identificação e empatia por aquilo que estão construindo.
Bônus
Outro ponto que convém destacar é a diversidade na produção. Além de ressoar como atrativo para os jovens, também funciona como geradora de novas oportunidades de crescimento.
Hoje é preciso encantar a juventude através de projetos inovadores e verticalizados de produção. Isso auxilia para o crescimento de uma cultura de diversidade na propriedade. A Agrobiodiversidade contribui para a construção de um mundo mais sustentável, incentivando na geração de renda e na inclusão social dos envolvidos.
A cada momento temos uma novidade chegando ao mercado. Essa realidade exige dos profissionais do campo produtos agrícolas diferenciados daqueles produzidos no passado. Hoje temos uma produção de tecnologia avançada e acelerada, fazendo com que muitos gestores fiquem na poeira do atraso.
Pesando nisso, elaboramos algumas dicas poderosas de como melhorar a gestão da sua propriedade. Acompanhe abaixo as seguintes sugestões que separamos:
Adquira com consciência
Uma vez certo agricultor me disse: “Os tempos mudaram muito e hoje se oferecem coisas demais na propriedade. Se a gente não se cuidar compra o que não precisa e bota dinheiro fora!”.
Muitas propriedades adquirem insumos, máquinas e equipamentos. Enfim, todo tipo de produtos e serviços que não são necessários para a propriedade. Com as novas tecnologias isso se torna mais comum. Por isso, é preciso se perguntar: Esse produto/serviço é necessário para o meu negócio? Quais os seus benefícios reais para a vida da propriedade?
Consiste em uma folha de controle, que contém vários procedimentos, tarefas e ações. Seu objetivo é planejar, executar e analisar as atividades dentro da propriedade rural. É uma ferramenta de gestão, onde as tarefas devem ser administradas de acordo com as metas a serem alcançadas. Seja naquele mês, naquela safra ou no decorrer do ano. Ou seja, cada produtor constrói seu checklist conforme as disposições do seu negócio.
A pergunta que deve ser feita no dia anterior é: O que é preciso fazer amanhã? Quais são as prioridades?
Com a velocidade da comunicação moderna, é fácil perder o controle. Assim, com um checklist adequado, em pouco tempo aumentará os resultados na gestão da propriedade. O tempo atual exige. Acima de tudo, planejamento, organização e disposição.
Não tenha medo do Agro 4.0
A agricultura e pecuária digital já é uma realidade na sociedade. O Agro 4.0 é a oportunidade de levar ao campo tecnologias que beneficiem a gestão do negócio rural. Para isso, existem aplicativos, softwares, drones, tecnologia de monitoramento em tempo real, entre outras.
Além de controlar melhor a produção, essas plataformas dinâmicas ajudam no acompanhamento das atividades rurais e na administração das finanças. Dessa forma, o empreendedor rural conseguirá obter retorno rápido e boa rentabilidade nos negócios. Além disso, com os processos automatizados, o produtor garantirá aos consumidores produtos de qualidade em menor tempo.
Cada vez mais o planeta dá sinais de cansaço. Nós, muitas vezes assistimos a isso e exigimos ainda mais. Percebemos que a sustentabilidade já está se tornando um valor humano. As buscas por produtos orgânicos aumentaram e o consumir está mais consciente referente ao alimento que chega a sua mesa.
Assumir práticas de gestão que não agridem o meio ambiente tende a fortalecer o negócio. O gestor que adota a sustentabilidade como valor para sua equipe e sua propriedade, está um passo a frente dos demais. Esse novo tempo exige adequação de pensamento e prática às coisas de um mundo globalizado.
Por fim, sabemos que todo gestor – seja na propriedade rural ou em outra atividade – tem a preocupação com a questão financeira. Todavia, dinheiro só é um problema para aqueles que desconhecem suas capacidades de gerar receitas e realizar despesas.
A sabedoria financeira nos leva a considerar os fatores de produção como nossos aliados. Assim, é possível criar uma relação respeito com o dinheiro, onde o mesmo será aplicado de forma a beneficiar o seu negócio, a sua família e toda a comunidade. Esse é o sentido de sabedoria, aplicar valores éticos e morais sobre o conhecimento que temos. Nesse caso, sobre a organização da vida financeira.
Não se pode mais investir ou custear as atividades da propriedade sem um conhecimento profundo do quanto se tem e se terá para gastar. Esse planejamento é essencial para a saúde financeira da família e da propriedade. Além disso, o retorno dos investimentos em benefícios é uma visão que precisa estar em nossos olhos.
Em primeiro lugar, devemos reconhecer que liderar é se relacionar com pessoas. Acima de tudo, é despertar em cada uma delas os seus dons, talentos e habilidades, em favor da missão a desempenhar. Entretanto, uma boa liderança também requer profissionais com objetivos claros e foco estratégico, inspiração e postura ética no trabalho. Esse conjunto de características pode ser alcançado desenvolvendo habilidades de liderança e treinamento motivacional.
Comandar como um líder é conquistar o outro para o bem do negócio que dirigimos. Por isso, o líder deve considerar as pessoas como uma riqueza essencial e verdadeira da organização. Assim, ele se encanta e se torna um guia dessa equipe. Na prática, percebemos que só há espírito de equipe quando cada um se sente motivado a crescer por conta própria. É isto desperta o desejo de se doar em nome e para o bem de todos.
Liderar pessoas é ser, ao mesmo tempo, porta-voz e cabeça dos que nos ouvem com total atenção. E por falar em total atenção, um líder não economiza atenção especial a cada um dos seus liderados. O líder atua, portanto, com a reta razão em suas atitudes e em toda a missão.
Conduzir uma equipe é ser um bom observador e conhecedor dos talentos e habilidades de cada um. Desse modo, o potencial somado de cada liderado se expressa em resultados. O líder é aquele que está no primeiro passo de um projeto, encoraja e segue junto em todo o trajeto.
Ferramentas nos treinamentos de líderes e equipes
Momento do encerramento no Treinamento em Desenvolvimento Humano para colaboradores do Hospital São José
Hoje percebemos que há a necessidade de treinamentos de lideranças que ofereçam ferramentas para a criação de equipes com alta performance. Essas, devem ser formadas através de um conteúdo rico, baseado na confiança, em comunhão com a missão, visão e objetivos da corporação.
Outro ponto a se destacar é o investimento na autoavaliação de cada colaborador e nas suas relações com os colegas e a empresa. Utilizando-se ferramentas que ajudem no pleno desenvolvimento dos profissionais, abrange-se a percepção do que pode ser melhorado, de modo a atingir elevados resultados no ambiente corporativo.
É certo que nem todos os que estão na função de liderança nasceram com autoridade e capacidades para desempenhar determinada atividade. O fato é que eles possuem habilidades inatas para liderar, inspirar e motivar pessoas. É possível desenvolver e aprimorar essas habilidades inatas. As práticas e conhecimentos estratégicos que compartilhamos em nossas capacitações ajudam nisso. As atividades são personalizadas, de acordo com o perfil do público e os objetivos do empreendimento.
Para criar excelentes ambientes de trabalho, o planejamento de um bom curso ou treinamento para liderança precisa evidenciar que ações simples podem ser efetivas. Elas são grandes oportunidades para se criar confiança entre gestores e funcionários. O papel dos liderados não é inferior ao dos líderes. Ambos se complementam, pois um não existe sem o outro.
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Entender sobre cooperativismo vai além de simplesmente obter conhecimento teórico. É necessário sensibilidade para a aplicação de sua essência, de seus princípios e valores, direitos e deveres, na prática social, econômica e sustentável.
Há os que entendem e guardam para si sem partilhar com os outros. Isto forma uma sociedade egoísta com pouca ou nenhuma inteligência cooperativa. O verdadeiro cooperativismo está diretamente ligado à solidariedade.
Quem vive de fato a essência cooperativista, primeiro cumpre seus deveres e depois exige seus direitos, pois sabe que essa essência é sinônimo de reciprocidade.
Liderança Cooperativista com Inteligência e Visão de Comunidade
Em nossas inúmeras experiências tanto no campo teórico quanto da prática, vemos muitos líderes que se dizem bons dirigentes, porém, acreditam que apenas os resultados econômicos sejam importantes e suficientes para seus associados. Esquecem-se do fato que a cooperativa deve se fundamentar nos interesses pela comunidade acima de tudo. Isso deixa claro que estes “bons dirigentes” ainda têm muito que aprender sobre o que realmente é o cooperativismo.
Para dirigir cooperativas com excelência é necessário conhecer a fundo sua doutrina, valores, princípios, direitos e deveres. É muito importante também a compreensão da instituição cooperativa, que, independente do ramo, vai muito além dos resultados econômicos.
O grande foco do cooperativismo são as pessoas, os negócios que realizam, a economia que praticam e o engrandecimento do país onde vivem. Quem tiver esta visão, aí sim poderá se considerar um cooperativista. E assim, será capaz de conhecer e praticar seus valores e princípios (adesão livre e voluntária, gestão democrática, participação econômica dos membros, autonomia e independência, educação-formação-informação, cooperação entre cooperativas e interesse pela comunidade de atuação que hoje é cada vez mais global). Para conhecermos mais sobre os fundamentos do cooperativismo, confira: História do Cooperativismo e seus Princípios
Em resumo, o que se aprende dos princípios básicos para uma cooperativa socialmente justa, economicamente forte e sustentável, é que aceite o contrato social e seja solidária a todos, do início ao fim. Esse é o ponto de equilíbrio para desenvolvimento da sociedade e da comunidade.
Uma Cooperativa deve Orgulhar sua Comunidade
Ela deve orgulhar desde a comunidade da região de atuação, até a comunidade dos seus associados.
Para muitos parece obvia a afirmação de que um cooperativista pratique os pilares da cooperação na sua ação dirigente. Mas ainda, há dirigentes e colaboradores que atuam de forma egoísta, distanciando-se da essência do cooperativismo. Felizmente, a maioria dos dirigentes, conselheiros, sócios e colaboradores internalizam os valores, princípios, direitos e deveres, enfim, a essência da doutrina como um todo e são exemplos espalhados por todo o Brasil. Isso alegra nosso coração e torna os associados e a comunidade em geral mais felizes e orgulhosos da sua cooperativa.
Uma cooperativa que pratica os valores de acordo com a essência (ajuda mutua, responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade), tem respeito e seu lugar garantido no coração da população.
Os verdadeiros cooperativistas seguem a tradição dos seu fundadores e acreditam nos valores éticos da honestidade, transparência, responsabilidade social e preservação do meio ambiente para o desenvolvimento sustentável. Se houver contradição a essas tradições e valores, não há como ser cooperativista. Veja que texto bonito este da Organização das Cooperativas de Goiás: Cooperativismo, conceitos e doutrina
Confira no vídeo abaixo minha explicação sobre a tríade do Cooperativismo: Atitude voluntária, filosofia de vida e Sociedade de pessoas em vista de um bem comum.
O Cooperativismo e seus Ramos do Campo à Cidade
No Brasil, o cooperativismo teve origem no campo, onde surgiram os primeiros exemplos com as cooperativas agropecuárias e, estendeu-se para as grandes cidades. Hoje, vemos que as organizações cooperativas atuam em diversos setores da economia.
Para facilitar a organização de acordo com a atuação, representação e interesse de setores da sociedade da economia, as cooperativas foram divididas em treze ramos:
– Agropecuário (produtores rurais); – Consumo (mercado e armazéns); – Crédito (soluções financeiras); – Educacional (escolas de educadores, pais e alunos); – Especiais (portadores de necessidades especiais); – Infraestrutura (energia, telefonia e outros); – Habitacionais (construção e administração de habitações); – Produção (artesãos, metalúrgicos e outros); – Mineral ( extração e lavração); – Trabalho (organização de mão de obra e prestação de serviço); – Saúde (humana); – Turismo e lazer (entretenimento, viagens e eventos); – Transporte (cargas e passageiros).
Quando se trata de cooperativismo, há sempre muito que aprender e evoluir. É importante sempre fortalecer e levar mais conhecimento sobre essa doutrina para as próprias cooperativas. Com isso evitamos que, as lideranças, associados e colaboradores deixem de se importar e passem a colocar em prática toda essa essência.
O cooperativismo necessita de constante lembrança e prática de seus valores, princípios, direitos e deveres, além de seguir a legislação atual. Com isso, garante sua sustentação e fortalecimento no mundo atual.
Quem é associado que seja cada vez mais cooperativista. A quem ainda não é fica o nosso convite: associe-se a uma cooperativa ou chame um grupo de amigos (interessados em contribuir para o desenvolvimento sustentável da comunidade) e funde uma. Por quê não?
Por que os princípios cooperativistas são fundamentais?
Esquecer-se dos valores ou não levar em conta na governança cooperativa é correr o risco de se estar fazendo uma gestão temerária, uma vez que o próprio Direito Cooperativo respeita a doutrina cooperativa e seus princípios e valores internacionais. Afirmamos sem medo de errar pelo fato de o Cooperativismo ser o único movimento socioeconômico do planeta que se desenvolve sob uma mesma orientação doutrinária, desde o seu surgimento na primeira metade do Século XIX (1844), em Rochdale, na Inglaterra.
Quando você imagina uma casa logo pensa no seu fundamento, pois se as estacas forem fracas ou as colunas pouco robustas a obra poderá ruir após estar pronta.
Assim também é uma Cooperativa, quando ela cresce muito aparentemente, porém os fundamentos doutrinários são fracos. Por mais que ela se preocupe em gerar resultados financeiros, se não se preocupar com educação, formação e informação, passando da adesão livre, seu primeiro princípio, o interesse pela comunidade, seu sétimo princípio, um dia ela cairá.
Em minhas longas andanças (confira minha carreira em fotos) constatei que toda instituição que não vive de fato sua missão, fundamentada em princípios e valores, um dia sucumbe na sociedade ou no mercado. Por isso, é importante que no compromisso com sua missão não deixem de manifestar a sua essência, aquilo que lhe dá identidade e autoridade.
São os valores imutáveis do Cooperativismo que fundamentam os Princípios e sustentam qualquer cooperativa.
Segundo a Filosofia, valores é o conjunto de características de uma pessoa ou organização, que determinam a forma como a pessoa ou organização se comportam e interagem com outros indivíduos e com o meio ambiente.
Assim como na família, o que mantém qualquer instituição em pé são suas estacas e colunas, a construção bem fundamentada em solo firme. Mesmo quando houver um vendaval que arranque o telhado e as paredes, a estrutura não se abala. Isso é o que ocorre com cooperativas que sucumbem às crises enquanto outras, mesmo com dificuldades, seguem firmes. Naquele caso, os sócios não são envolvidos e educados nos valores e não praticam os princípios, relacionando-se apenas como um negócio e não como uma sociedade que trabalha o social, o econômico e o ambiental para o bem de todos, sem abrir mão da eficácia na produção de resultados positivos para todos os envolvidos (sócios e familiares, colaboradores e fornecedores, etc.).
Quando as condições do mercado, do ambiente e da sociedade mudam, os princípios – diferentemente dos valores são passíveis de revisão (atualização) na linha de tempo, o que, por sinal, já aconteceu algumas vezes no âmbito da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). No entanto, os valores nunca mudam em função de crises, mas são usados para justamente vencer as crises, não importando a sua natureza, tal como ocorre numa família, entidade ou nação.
O certo é que, antes dos princípios cooperativistas vem a primeira camada do alicerce, as raízes mais profundas, aquelas que extraem água e nutrientes mesmo em tempos de crises (hídricas, aqui entendidas como econômicas e sociais) que são seus valores, quais sejam:
Solidariedade (a comunidade é um bem comum e não um lugar para eu apenas explorar, e isso é responsabilidade de todos, o conjunto dos membros associados a um projeto comum);
Liberdade (não apenas a condição de ir e vir, de entrar e sair da cooperativa, mas a capacidade de dizer não ou sim e assumir essas escolhas até o fim, pois ser livre é uma tarefa difícil, quando podemos estar sendo levados para rumos que conscientemente não iríamos);
Equidade (procedimento justo de acordo com a condição de cada um, tendo como base todos os outros valores);
Igualdade (que impede a segregação por qualquer condição diversa – econômica, de raça ou cor, de gênero, enfim, que o coloque em pé de igualdade dentro da mesma sociedade e comunidade);
Responsabilidade (um cooperativista observa primeiro os deveres para depois lembrar dos direitos, uma vez que ele, em igual proporção aos demais associados, é o dono da cooperativa, nunca se dirigindo a ela para explorá-la);
Honestidade (não mentir, não fraudar e não enganar, uma retidão que deve ser encarada como normal e não uma característica rara, pois quem é puro e honesto não se suja por nada);
Transparência (diz respeito à Cooperativa em si, onde cada sócio possa olhar de qualquer ângulo e ver tudo o que acontece, onde não haja segredo de contas, de negócios e muito menos de intenções maldosas);
Consciência socioambiental (não é possível que uma Cooperativa mantenha negócios e atividades que degradem o meio ambiente e os recursos naturais e, ao mesmo tempo, expresse que pensa nas futuras gerações e no desenvolvimento da comunidade). A palavra-chave aqui é SUSTENTABILIDADE, ou seja, o fazer de um modo que dure para sempre. E isso passa pelo econômico, o social e meio ambiente, lugar de assento da estrutura cooperativa.
São os valores acima mencionados que dão a estrutura de funcionamento diferenciado das Empresas Mercantis, que não são Empresas Comuns, a saber: Adesão Livre (aceitar o estatuto), Gestão Democrática pelos Sócios, Participação Econômica dos Membros (investir e usufruir), Autonomia e Independência (criar e recria, planejar e gerir), Educação (formação e informação), intercooperação (cooperação entre cooperativas) e Interesse pela Comunidade (sem o qual não se viabiliza). Veja mais detalhes no Portal da OCB-Organização das Cooperativas do Brasil.
Inicialmente, visando a uma reflexão, fazemos duas perguntas: – Por que as empresas e os trabalhadores devem fazer e promover a segurança no trabalho? – Por que a parceria entre Empresa e Trabalhadores pode estabelecer um olhar mais profundo e amplo sobre a questão?
Primeiro, devemos compreender que fazer e promover a Segurança no Trabalho atualmente é diferente do passado, quando as exigências legais, humanas, sociais e ambientais eram poucas ou quase inexistentes.
Empresa que leva a sério a Segurança no Trabalho “não brinca em serviço”, pois sabe que a legislação é mais rigorosa, além do fato de que a mão de obra está muito mais consciente.
Segurança do Trabalho não é uma questão trabalhista apenas, mas uma questão de dignidade humana, além do que “é melhor prevenir que remediar” e remédio tardio quase sempre é muito caro e não cura a doença. Conselho: comecemos bem cedo a implantar o remédio da cultura da segurança no trabalho.
As medidas de segurança que a empresa adota podem não funcionar se os colaboradores não estiverem sensibilizados, conscientes e estimulados para pôr essas medidas em prática. Há casos, inclusive, de funcionários e trabalhadores que até já se utilizaram de má fé, não usando o equipamento recomendado, o que levou a empresa a pagar indenização por isso.
A segurança do trabalho é uma tarefa maiúscula da empresa e da equipe como um todo, que visa não apenas minimizar os acidentes de trabalho, mas, principalmente promover saúde e vida de qualidade a todos que se envolvem dentro e fora do empreendimento.
Doenças ocupacionais, acidentes corporais e sequelas psicológicas podem ser evitadas mais facilmente quando todos os colaboradores (não apenas a CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e a Corporação) “compram a ideia” e a colocam em prática.
Ampliando a visão sobre Saúde e Segurança no Trabalho.
Quem amplia o olhar vê que saúde e segurança devem ser transformadas numa cultura empresarial, pessoal, grupal, familiar, social e ambiental, enfim, para todos e sem exceção.
Mais do que atender a uma questão legal (normas regulamentadoras, leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais), a Segurança no Trabalho tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a manter a integridade física, mental, social e ambiental de todos.
Muito além de evitar acidente, a Segurança no Trabalho deve visar a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador e do empreendimento como um todo. Por isso, não basta pensar na pessoa do trabalhador apenas, se não pensarmos e incluirmos sua família, a comunidade e os recursos naturais. Essa á a razão pela qual as Comissões ligadas à Segurança no Trabalho, bem como das empresas que aderem livremente (mais do que legalmente) a um programa educativo de motivação para a prevenção de acidentes, promoção da saúde e fortalecimentos de laços com o meio ambiente e social onde estão inseridos.
A empresa deve adotar as medidas exigidas por lei não somente porque são obrigatórias, mas, sobretudo porque a Segurança do Trabalho se faz com os olhos de todos e não apenas com a preocupação de uma comissão em prevenir acidentes ou “cumprir tabela”.
Um bom trabalho em segurança na empresa pode fazer com que a mesma se organize, aumente a produtividade e a qualidade dos produtos, melhorando as relações humanas no trabalho, nas famílias e na comunidade.
Pare, pense e cultive essa ideia: trabalhe ampliando cada vez mais seu olhar sobre segurança e vida de qualidade!
Em todo e qualquer lugar, uma vida com segurança é sempre uma vida mais econômica e feliz!
Um mundo marcado pela velocidade das mudanças tecnológicas atinge diretamente o comportamento humano. Por isso, diante das transformações no relacionamento entre as pessoas, faz-se necessário reler o papel de um líder de sucesso no ambiente profissional.
Existiu um tempo em que a liderança era exercida através de uma autocracia. A firmeza de imposição das ordens trazia ótimos resultados. Porém, apesar de ainda existirem alguns líderes assim, a mudança no comportamento humano enfraqueceu o modelo. Com a redução de sua eficácia, abriu-se o cenário para um novo líder.
Mas, quem é esse novo líder?
Uma característica fundamental para o sucesso na liderança é a arte de perguntar. Durante o período clássico da Filosofia, Sócrates intimidava seus seguidores com perguntas. Na verdade, ele buscava construir o conhecimento por meio da investigação e do diálogo. Com base nesse perfil de constante aprendizagem e reflexão, conheça os 5 caminhos do líder de sucesso para engajar sua equipe.
1. O líder de sucesso troca a ordem pelo questionamento
Quando o líder abandona o papel daquele que dá ordens do quê e de como fazer e faz mais perguntas em busca de soluções, ele estimula os liderados a pensarem. Essa atitude auxilia no desenvolvimento de uma visão estratégica no ambiente profissional e favorece na promoção da criatividade. Logo, percebemos que a equipe não segue mais instruções prontas, mas sofre o impacto de uma reflexão que a impulsiona a pensar.
Confira abaixo um vídeo que preparamos para você que está buscando motivar seus liderados.
2. Conduzir pelo exemplo
Segundo Norman Schwarzkopf, “a liderança é uma poderosa combinação de estratégia e caráter. Mas, se tiver de passar sem um, que seja estratégia”. Esta frase do General nos chama a atenção para alguns atributos básicos no exercício da liderança. Além do caráter testemunhado através de atitudes éticas, o líder de sucesso deve cultivar em si a humildade nas relações interpessoais. Podemos traduzir isso como o respeito pelos outros, pelos liderados. Ou seja, a humildade com o poder de inspirar e atrair contribui para desenvolver relações consistentes na vida profissional, auxiliando na superação de conflitos em momentos de crise e colaborando para a participação efetiva de toda a equipe.
A palavra líder tem em sua grafia o “ide”, portanto, o líder é aquele que vai ao encontro ao outro ou que tem dentro de si a disposição para agir e conduzir as pessoas a uma situação ou resultado melhor do que aquele em que se encontram.
3. Desenvolver as próprias habilidades para gerar competências
A liderança é uma habilidade a ser treinada para o sucesso, por isso, exige constantemente a capacidade de caminhar com os liderados na busca de bons resultados. Pensando nisso, elaboramos alguns pontos que podem lhe ajudar a melhorar o espírito de liderança. Sendo assim, todo líder deve ter a capacidade de:
Influenciar seus liderados de maneira ética e positiva;
Manter o ânimo e desenvolver habilidade para motivar sua equipe;
Ser persistente e acreditar no potencial dos colaboradores;
Preparar-se para as mudanças em sua área de atuação, buscando conhecimento e vivendo experiências que contribuam positivamente para o crescimento pessoal, profissional e de toda a equipe;
Sensibilizar as pessoas através do diálogo e das atitudes para cada momento em que se encontram;
Construir um planejamento estratégico adequado para sua equipe, conscientizando e estimulando cada componente para o comprometimento com os resultados esperados.
4. Mudar é uma constante para o líder de sucesso
O líder é uma pessoa atenta às mudanças e antenada às tendências do mercado. Sendo assim, muito mais do que faziam os líderes do passado, o líder de hoje está sempre em busca de desenvolvimento e aprimoramento profundo da sua capacidade de estabelecer uma comunicação eficaz com seus liderados, o mercado e a sociedade.
Consequentemente, quando lemos que “a liderança é a capacidade de conseguir que as pessoas façam o que não querem fazer e gostem de fazê-lo” (Harry Truman), entendemos que liderar com sucesso é fazer com que as pessoas encontrem motivos na realização de suas atividades diárias, a ponto de estenderem isso para o sentido da vida.
5. Esperança e razão despertam para a oportunidade
Finalmente, o líder de sucesso sabe que a esperança é um sentimento arrazoado de emoção que temos, de que o amanhã será melhor do que o hoje. Em resumo, o líder de verdade conhece a esperança de perto e desperta esse sentimento consciente em seus liderados. Ele tem planos e os segue com responsabilidade e reflexão crítica, analisando as melhores oportunidades para contribuir com o crescimento da empresa ou instituição.
No passado, as terras eram baratas, havia muitos agricultores e famílias numerosas. Isso fazia com que sobrasse gente no campo e as cidades foram atraindo gente para o seu seio. Milhões de famílias se sentiram atraídos pelos sons, luzes, cores e promessa de felicidade prometidos pelas cidades.
O tempo passou e esse processo migratório, que gerou vários problemas sociais, especialmente nas periferias concentradas e até favelizadas dos grandes centros. A falta de estrutura foi sendo resolvida e a qualidade de vida no campo foi melhorada em muito. Hoje, ser agricultor pode ser chique, especialmente no caso da Agricultura Familiar, como é o exemplo de Santa Catarina, e muitos outros Estados brasileiros.
O que ocorreu foi o fenômeno do êxodo rural, uma modalidade de migração caracterizada pelo deslocamento de uma população da zona rural em direção às cidades, é um fenômeno que ocorre ocorreu e ocorre ainda em escala mundial. O Brasil foi afetado duramente por uma política agrícola de concentração das terras e fraco apoio, especialmente nalgumas etapas da nossa história, aos agricultores familiares.
O êxodo rural no Brasil desenvolveu-se na segunda metade do século XX e vem perdendo força nos últimos anos. Conforme dados do IBGE publicados no Portal Mundo Educação, podemos conferir que “entre 2000 e 2010, a taxa de êxodo rural foi de 17,6%, um número bem menor do que o da década anterior: 25,1%. Na década de 1980, essa taxa era de 26,42% e, na década de 1970, era de 30,02%. Portanto, nota-se claramente a tendência de desaceleração”.
Vemos que em relação ao campo tudo foi mudando de maneira desordenada, de modo que o que parecia a realização de um sonho está se tornando, cada vez mais, numa ilusão, um projeto irrealizado. Os mais prejudicados, entendo, passaram a ser os jovens, hoje com mais formação do que os jovens do passado, porém mais desempregados.
O rural não é mais apenas produtor agropecuário, passando a agregar valor a bens que até então não eram de consumo. Neste contexto, o meio rural transforma-se, através da verticalização da produção (indústria rural) em um espaço cada vez mais heterogêneo e diversificado, porém, a juventude é a faixa etária mais afetada por essa dinâmica de diluição das fronteiras entre os espaços rurais e urbanos, associada, também, à falta de perspectivas para que vivam da agricultura.
Atualmente, a grande preocupação é com a sucessão rural, através do preparo dos jovens, filhos e filhas, conforme se pode ver na série de trabalhos e publicações que fizemos sobre esse tema: ? Artigos e trabalhos realizados sobre Sucessão.
A Agricultura Familiar, setor da agricultura em que os gerentes ou administradores dos estabelecimentos rurais são também os próprios trabalhadores rurais, tem fundamental importância para o renascimento do rural. A importância econômica e social é elevada, pois contempla o maior número de produtores, como é o caso de Santa Catarina, que com apenas 1,3% do território nacional se posiciona entre os dez maiores produtores nacionais de alimentos.
O renascimento rural, seu modo de produzir, sua cultura e modo de vida são fundamentais para o desenvolvimento rural sustentável, fixando o homem à terra e evitando ainda mais os problemas da cidade. Notamos, cada vez mais, pessoas interessadas em atividades rurais, aquisição de sítios, adoção de técnicas, mas, sobretudo, o interesse pela produção orgânica de alimentos, o fortalecimento de cooperativas e a busca da vida de qualidade no campo. Isso vai fazer renascer o rural e fortalecerá a agricultura familiar.
A falta de políticas públicas de assistência técnica, projetos de geração de renda, motivação, acesso à terra e valorização do homem do campo sempre foram sentidos por quem vivia e trabalhava na zona rural. Vale lembrar que ser chamado de colono era um tanto pejorativo, quase bullying. Eu mesmo, como filho de colonos agricultores familiares, muito fui chacoteado na escola da cidade por ser um “coloninho”.
Na atualidade, tudo está muito mais favorável para se morar e empreender no campo, as terras estão mais valorizadas (e também sofrendo exploração imobiliária), porém carecendo ainda de capacitação para gestão e desenvolvimento (sustentável, social e econômico) do seu espaço, de modo que contemple especialmente aqueles que mais produzem para a mesa, ou seja, os agricultores familiares.
Há muito mais ainda a se dizer, pois, se o campo não planta, a cidade não janta, e quem planta e cria tem que ter mais alegria. E isso se faz com o renascimento do rural e o fortalecimento da agricultura familiar.
“Palestra do Professor Ainor Francisco Lotério Inspira Gestores e Colaboradores da Cidasc a Priorizarem Motivação, Ética e Trabalho em Equipe”.
O teme seleto de gestores e colaboradores da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura, foi agraciado com uma palestra inspiradora ministrada pelo renomado Professor e Instrutor Ainor Francisco Lotério. O tema central do evento foi “Motivação, Atitudes Éticas e Trabalho em Equipe”.
Com décadas de experiência na área de desenvolvimento humano e organizacional, Lotério trouxe uma perspectiva única sobre a importância de cultivar a essência humana no ambiente profissional. Em especial, destacou o papel crucial do trabalho em equipe em uma era onde a inteligência coletiva parece estar sendo subestimada.
Segundo o professor, o egoísmo enfraquece o espírito humano, enquanto a solidariedade o fortalece. Para ele, o trabalho em equipe deve ser sustentado por atitudes éticas, promovendo uma reflexão constante sobre o que é certo e errado, e motivando os colegas para alcançarem os melhores resultados.
Lotério ressaltou ainda que a felicidade no ambiente de trabalho está intrinsecamente ligada à generosidade no trato com os colegas. Esclareceu, no entanto, que isso não significa tolerar fraquezas funcionais ou incompetências, mas sim agir com compreensão antes de qualquer julgamento precipitado.
A Cidasc, reconhecida nacionalmente por sua excelência técnica na defesa vegetal, recebeu não apenas insights valiosos para aprimorar seu desempenho organizacional, mas também uma dose renovada de motivação e compromisso com seus ideais.
A palestra do Professor Ainor Francisco Lotério certamente deixou uma marca indelével nos participantes, que saíram do evento não apenas informados, mas verdadeiramente inspirados a fazer a diferença em suas respectivas áreas de atuação.
São várias as atividades desenvolvidas pelos técnicos da Cidasc em todo o Estado, especialmente nas fronteiras de SC, como: vigilância, inspeção, monitoramento, fiscalização, diagnóstico, certificação e educação sanitária. Os objetivos são:
garantir a sanidade das populações vegetais;
garantir a idoneidade dos insumos;
garantir a identidade e a segurança higiênico-sanitária dos produtos agropecuários.
Tudo isso em benefício dos produtores e da população consumidora. Mais detalhes sobre esse trabalho fundamental para a saúde das plantas, o aumento da produtividade e para a saúde das pessoas podem ser vistos aqui: Defesa Sanitária e Vegetal.
O mercado de trabalho atual, constantemente alterado pela irrupção das novas tecnologias, exige dos profissionais mais do que habilidades ou competências específicas ligadas à sua área de formação. Hoje se faz necessário desenvolver algumas atitudes que vão potencializar e trazer um diferencial para a carreira profissional de cada um.
É preciso ter em mente que algumas atitudes que são tomadas no dia a dia guiam o profissional na direção do aperfeiçoamento técnico, ético, coletivo, de modo que faça a diferença por onde passa. Essas atitudes são motivadas por uma disposição interna ou por uma circunstância determinada do mercado (inovação, desemprego, mudanças etc.).
Com as exigências por habilidades e competências cobradas pelo mercado atual, resolvemos elaborar cinco dicas que vão ajudar você a lidar de maneira mais firme e feliz com as dificuldades encontradas na vida profissional. Buscando simplificar um pouco esse processo de construção do conhecimento, destacamos abaixo algumas atitudes que vão direto ao ponto. São elas:
Não se engane: se o que você faz não tem sentido, pare e dê um novo rumo a sua vida profissional!
Siga evoluindo em seus resultados, organize-se e estabeleça metas, pois o mercado não tem pena e cobra sem cessar!
Não ocupe a cabeça com assuntos que causem dores desnecessárias e apresente soluções positivas onde outros enxergam apenas negatividades.
Invista em seu conhecimento a fim de melhorar seu poder de execução para não transformar a esperança em desespero!
Exija muito de ti antes de culpares e exigires dos outros, pois uma equipe deve ser a soma de bons “EUs”, e não um esconderijo para incompetências!
O mercado é como a rosa, perfumado e com espinhos, e insiste em nos alertar sobre a necessidade de desenvolvermos algumas atitudes que vão causar toda a diferença na edificação da carreira profissional.
Atitudes edificantes dão encanto próprio e particular, enriquecendo nossas ações com energia pessoal e profissional, de forma que as equipes se fortalecem com nossa presença.
Confira abaixo uma breve descrição das atitudes que mencionamos acima:
Atitude 1: Mantenha o foco na potência do seu trabalho.
Direto ao ponto: Não se engane: se o que você faz não tem sentido, pare e dê um novo rumo a sua vida profissional!
Visão romântica: O trabalho deve ser encarado como uma oportunidade de se elevar. Por isso, olhe sua profissão como um espelho que reflete sua realidade futura.
Profissionais adaptados aos tempos atuais encaram com otimismo as dificuldades contemporâneas, têm fé e convicção naquilo que têm em suas mãos. Sabem que dão o melhor de si em todas as tarefas que assumem, e que uma atitude tomada hoje pode trazer bons resultados no futuro.
Vemos profissionais mais experientes sendo ainda referência aos mais novos. Penso que isso esteja ocorrendo por terem entendido o potencial dos seus atos no agora, além de investirem constantemente no seu potencial de futuro.
Atitude 2: Cultivar o fruto em solo fértil.
Direto ao ponto: Siga evoluindo em seus resultados, organize-se e estabeleça metas, pois o mercado não tem pena e cobra sem cessar!
Visão romântica: Com a velocidade das mudanças vivenciadas hoje, seja no trabalho, na vida pessoal e no mundo, precisamos entender que é preciso cultivar um solo fértil no interior de cada um. Onde há um espaço para o plantio de atitudes, posturas e posicionamentos que vão crescer e desabrochar na evolução da conduta ética e moral. Isso é como uma semente que lançada ao solo, transforma-se e evolui até produzir uma nova planta e um novo fruto. Logo, o fruto é sempre a busca definitiva lançada ao solo do presente. É a busca por melhores resultados, a busca por capacitação, a busca em ser um profissional e uma pessoa melhor.
O fato é que quem deseja continuar no mercado precisa se capacitar para as exigências conjuntas dele. Há muito por se fazer para se reduzir os desperdícios e as necessidades de capacitação profissional. Não corra muito, porém, não pare jamais!
Atitude 3: Conciliar o pensamento e a prática e agir com precisão.
Direto ao ponto: Não ocupe a cabeça com assuntos que causem dores desnecessárias e apresente soluções positivas onde outros enxergam apenas negatividades.
Visão romântica: Agir com a cabeça livre é pensar com a mente sã, idônea, ligada fortemente ao seu compromisso profissional. Uma cabeça livre tem a capacidade de pensar melhor, de abastecer as próprias mãos de qualidade e quantidades, de modo que atendam mais facilmente às necessidades da equipe ou dos liderados.
Conheça primeiramente o tamanho da demanda para depois colocar em suas mãos os recursos necessários para atende-la. Seja sempre precavido em conhecimento (mente) e em materiais (mãos). A conciliação entre o pensamento e a prática é como as asas de um avião, o mesmo não pode alçar voo caso uma das asas esteja danificada. Assim também é com a nossa vida, o casamento perfeito entre o pensamento e a prática melhora nossa capacidade de percepção do mundo que nos cerca e otimiza nossa habilidade na resolução de conflitos.
Atitude 4: Apresentar as mãos cheias de capacidades e esperanças.
Direto ao ponto: Invista em seu conhecimento a fim de melhorar seu poder de execução para não transformar a esperança em desespero!
Visão romântica: Todo profissional de mão-cheia busca a perfeição e o que não cabe na mediocridade, se esmera em vencer obstáculos no seu ambiente de atuação, pois deseja sempre ofertar a mais elevada qualidade, sem se perder na quantidade. Possui capacidade que gera esperança, um sentimento de que o amanhã poderá ser melhor do que o hoje. Como suas mãos estão sempre cheias mesmo em tempos difíceis, é fácil lhe dar crédito quando os tempos são desgastantes e críticos, pois suas mãos são cheias, competentes e limpas. Mãos cheias de capacidades e esperanças sabem distribuir, exigir e receber.
Esse é o diferencial de todo aquele que assume um compromisso ético com a vida. Sua postura na vida pessoal é refletida no ambiente profissional. A capacidade de estabelecer um diálogo na família e com amigos, torna-se uma forte ferramenta quando aplicada no ambiente de trabalho. A esperança cultivada em ambientes que não seja o profissional, torna-se no trabalho em um otimismo que traduz os obstáculos em instrumentos de edificação.
Atitude 5: Somar o querer ético de todos na equipe.
Direto ao ponto: Exija muito de ti antes de culpares e exigires dos outros, pois uma equipe deve ser a soma de bons “EUs”, e não um esconderijo para incompetências!
Visão romântica: Trabalhar em equipe é somar o querer ético de todos, não as espertezas anormais de cada integrante, onde um é jogado contra o outro. Isso nós vamos deixar para as novelas, pode ser?
O meu querer só é poder quando ajo de maneira ética e respeitando quem está ao meu lado. O meu saber só é saber quando traz luz para o caminho de toda equipe, quando tomamos o conhecimento que temos nas mãos e aplicamos sobre ele princípios e valores que regem a conduta humana. Somar o querer ético é fazer o sol brilhar para todos, trazendo energia e claridade ao ambiente das escuras crises.
É bom saber que o ser humano é mais forte no trajeto da verdade. E verdade se faz com ética, ou seja, a análise das razões que ocasionam, alteram ou orientam a sua maneira de agir.
Os tempos atuais nos apresentam dificuldades profissionais até em demasia, mas quem é portador de atitudes adequadas para cada situação, sabe o que fazer para ir direto ao ponto.
Percebemos que numa crise (como a que estamos vivendo) muita gente sucumbe e se perde, à vista de armadilhas que os especuladores do mercado armam “pra cima” daqueles que agem com certa dose de inocência.
Então, para não cair em armadilhas, comportar-se de acordo com a exigência de cada caso, agir ou reagir na medida certa, que tal pôr em prática estas atitudes edificantes?
Mulher, você está feliz com o seu modo de ser ou pensa em evoluir e causar mais impacto onde vive?
Caso sua resposta foi sim, então é inevitável investimento em autoestima e empoderamento. Essas duas palavras englobam aquilo que podemos chamar de mundo interior de vida e mundo exterior de ação, abarcando o ver, o julgar e o agir da mulher.
Autoestima não é uma afirmação de si, mas uma autoproposição de amor pela vida, de luta por aquilo que se pode melhorar, movida não apenas pela estima que se tem sobre si mesmo, mas também pelo outro ser.
Alguns conceitos sobre autoestima dizem que esta é uma qualidade de quem se “contenta com seu modo de ser”, dizendo-se ser feliz assim. Pode até ser considerada a verdade momentânea de uma pessoa, no entanto, num mundo que produz mudanças com tanta velocidade, autoestima deve demonstrar confiança em seus atos e julgamentos mesmo em tempos difíceis.
Empoderar a mulher é conceder-lhe poder sobre si própria para mudar seu destino. É mover céus e terra para que ela, cada vez mais, tome atitudes e pratique ações de domínio sobre a sua jornada pessoal, familiar, profissional, política e social. Todavia, isso deve ser levado a efeito de acordo com a situação, condição e característica de cada uma, ou seja, cada ser feminino deve ser respeitado na sua dignidade e individualidade.
Estima é um sentimento que revela a capacidade humana natural para tocar a própria jornada. Estima é ainda a percepção de amizade e apreço em relação a outrem, não só por motivos profissionais, mas também pela sensação favorável de amizade com a vida dos outros, pois não somos uma ilha, mas seres a que se ligam no ver, julgar e agir. Isso pudemos constatar em diversos trabalhos que realizamos junto a esse público, com os mais diversos perfis e temas, conforme pode ser visto aqui ? Palestras realizadas para mulheres
Trabalhar a autoestima e empoderar a mulher é uma tarefa a ser implementada cada vez mais fortemente nas instituições, cooperativas e empresas públicas e privadas de nossa sociedade.
A mulher empoderada sabe que autoestima não se obtém apenas no cuidado com a estética, mas zelando profundamente pela nutrição do corpo e da mentalidade empreendedora correta (confira o vídeo ? Mentalidade Competitiva correta)
Hoje, a mulher deve ganhar o seu dinheiro, dirigir sua vida e escolher com quem deseja viver, mas é essencial que ela esteja capacitada, sinta-se mais forte e se apronte para esse novo mundo.
Apesar de se entender que a valorização do ser humano é fundamental para que ele desperte o seu potencial, a autoestima da mulher não é uma ação que deva vir de fora, mas de dentro dela mesmo. Daí a importância de buscar mais conhecimento, valorizar-se como um ser de múltiplos dons, talentos e habilidades, abrindo cada vez mais espaços de atuação e vencendo as barreiras que ainda existem.
Só haverá desenvolvimento harmônico dos empreendimentos e da sociedade com a participação cada vez mais profunda, decidida e firme das mulheres. E nesse quesito, a margem do outro lado do mar ainda está um tanto distante.
É bom lembrar que aquelas antigas convicções e práticas, que davam ao marido o poder e o dever de ser o provedor, bem como de espaços profissionais, políticos e sociais parecem ter caído por terra, ou melhor, no colo e nas mãos das mulheres.
A mulher não se empodera sozinha, exigindo a conscientização dos mais variados grupos sociais, principalmente as minorias, sobre a importância do seu posicionamento e visibilidade como meio para lutar por seus direitos.
De outro modo, o empoderamento da mulher se dá quando há a conscientização delas mesmos de reivindicarem por equidade de condições entre os diferentes gêneros.
Já se percebe que (mesmo estando muito aquém do ideal) não há um único espaço social, político, empresarial e até religioso que as mulheres não tenham dado o sei “ar da graça”. Não se trata de uma invasão, mas de uma ação resultante do seu empoderamento geral. Não há dúvidas de que a mulher é um ser cada vez mais presente. O fenômeno da globalização tem mostrado que isso tem ocorrido tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento, e o Brasil não é exceção, apesar de haver muito a se fazer.
Tudo o que a mulher bota a mão, a mente e o coração resulta em benefícios para a humanidade, pois ela é um ser acostumado a cuidar e educar seres. Não é para menos que quando as mulheres assumem cargos de direção elas agem com esmero e firmeza, até mais que alguns homens.
Já não é mais o homem que diz com que tipo de mulher quer se casar ou viver, mas a mulher que diz autonomamente se quer se casar ou tocar sua vida sozinha.
Mais bem formada academicamente e profissionalmente, as mulheres se encaminham cada vez mais para carreiras solo no mundo dos negócios. É verdade que ainda pesa sobre muitas delas preconceitos, dificuldades de acesso no mundo profissional e político, mas o certo é que estão conscientes disso e buscando tudo o que lhes possa fazer a diferença para galgarem os mais altos degraus. Veja também os ? 7 Princípios de Empoderamento das Mulheres.
Não se pode mais admitir que aquele gênero que compões mais da metade da população do mundo fique de fora de qualquer área do desenvolvimento humano. Muito se tem falado desse tema nos últimos anos, dando a entender que as mulheres deixaram aflorar sua força apenas agora. Porém, qualquer olhar com um pouco de profundidade vai perceber que as mulheres, de uma forma ou de outra, sempre buscaram seus espaços em todos os lugares e instituições ao longo da história da humanidade.
Com base no que as pesquisas, teorias motivacionais e nas experiências que adquirimos ao longo da nossa jornada profissional, abaixo preparamos algumas dicas importantes para motivar funcionários ou colaboradores.
Dê feedback para seus colaboradores
Realimentar ou dar resposta aos funcionários só fará aumentar o comprometimento deles com o trabalho. E se isso não acontecer, ao menos vai fazer com que percebam que o que estão fazendo não é para quem não está emprenhado com o que faz.
É fundamental que os colaboradores saibam dos resultados de suas ações, sendo positivas ou não. O feedback se transforma em uma avaliação constante e é essencial para desenvolver a equipe. E, quando possível, faça elogios publicamente, pois isso estimula os profissionais a buscarem sempre bons resultados.
Delegue responsabilidades e dê uma propósito à sua equipe
Cada colaborador deve sentir-se parte importante para a empresa em que trabalha. Envolva-os nos projetos, defina o que e como cada um pode contribuir. Quando são delegadas funções e afazeres importantes para o negócio no qual ele trabalha, na mesma proporção, a não ser que não seja um bom funcionário, ele se sente um tanto dono do negócio. Desse modo ele passa não mais a trabalhar para outro, mas para si também, pois a melhor maneira de se adonar de algo é por sentimento de pertencimento, enfim, quando ele pode dizer “o meu trabalho, a minha empresa”.
Conheça seus colaboradores e crie um ambiente confortável
Os colaboradores passam um terço do dia no trabalho, faça com que se sintam em um ambiente confiável e seguro, onde possam exercer suas funções em condições agradáveis. Evite regras que possam limita-los excessivamente e procure fazê-lo se se sentir em casa. Evidentemente que a casa dele também deve ser um lugar agradável, pois se for um lugar de conflito ele trará isso par o trabalho. Daí a relação de lar com trabalho que precisa ser considerada. Então percebemos que há muito para se considerar de fora que interfere dentro.
Saiba planejar
Planeje seu negócio e estabeleça metas claras entre os funcionários. Antes de qualquer trabalho, execução de projeto ou tarefa deve haver um serviço de preparação, com o estabelecimento de métodos convenientes, enfim, uma planificação. Pensar nisso pode doer, mas necessário.
Planejar e ter clareza de onde se pretende chegar são os primeiros passos para se atingir o alto desempenho. Defina metas, objetivos e trace ações estratégicas para que os resultados sejam alcançados
Dê as instruções corretas, aprenda teorias e ganhe experiências.
Como cobrar a execução de um perfeito sérvio se as instruções foram “meia boca”?
Todavia, instrução não é bronca, mas informação repassada por estar planificada. Não faça reuniões apenas para dar broncas em seus funcionários. Delegue responsabilidades de maneira assertiva, conheça bem seus talentos, direcione as demandas de acordo com as habilidades e competências individuais. Desfrute ao máximo o potencial de seu time! Para nos darmos bem necessitamos de formação, conforto espiritual e estímulos.
Estimule seus profissionais, proponha desafios e recompense.
Estimular é mais do que despertar o ânimo, mover o interesse de todos para o que se faz. Estimular um funcionário é encorajá-lo para uma tarefa talvez difícil, mas que necessita ser feita justamente por ele. Portanto incentive os colaboradores a darem ideias, tanto nos processos de trabalho como na organização. Promova um ambiente favorável para a inovação e produção de soluções de alto impacto positivo.
Pensar em fazer e não fazer é procrastinar. Nem todos os colaboradores são conscientes disso. Sempre é producente auxiliar seus liderados a fazerem bom uso de sua carga-horária de trabalho, a fim de que consigam realizar suas atividades com o máximo de qualidade, sem tanto desgaste físico e/ou mental. Isso não é bom apenas para a empresa, mas para a carreira de cada profissional em tempos de mudanças, velocidades e cobranças.
Desafie e estimule a capacitação
Sempre podemos melhorar o nosso desempenho. Portanto estimular os colaboradores a darem o melhor de si diariamente é o mesmo que dizer a eles que acreditamos no despertar do seu potencial interior. Converse com eles a respeito de seus sonhos pessoais e ajude-os a compreender que a cada dia é uma nova oportunidade de estar mais próximo de seus desejos.
Crie uma rede de relacionamentos entre os colaboradores e feche parcerias com estabelecimentos próximos
Relacionar-se bem com todos é fundamental. Podemos não gostar desse ou daquele, massa o que se pede é para amar. E o amor no ambiente de trabalho não é uma atitude piegas, mas a capacidade de suportar a todos e conviver de maneira respeitosa e ética com todos. Faça com que seus colaboradores confiem em você e também nos colegas. Evite competitividade negativa no ambiente de trabalho. As relações de qualidade contribuem substancialmente para o bom desempenho dos profissionais.
Quando houver mudanças mostre as oportunidadesaprenda como funciona esse novo mundo
Vivemos tantas mudanças em tudo atualmente que, às vezes, temos a impressão de que tudo seja precário, inclusive os relacionamentos. Alguns profissionais são resistentes à mudança e precisam de assistência e orientação. Caso elas ocorram mostre sempre o lado positivo e apresente as oportunidades que terão diante dessas situações.
Faça perguntas e guarde as respostas, instigue e desenvolva um comportamento empreendedor.
O bom do relacionamento não é responder, mas perguntar. Quem sabe perguntar e tem paciência par ouvir adquire sabedoria profissional primeiro que aquele que, tagarelamente, deseja passar o que pensa que sabe. Questione-os de maneira a extrair o máximo de informações para conhecê-los melhor. Faça essa prática periodicamente, pois é uma excelente forma de acompanhar o estado de satisfação de seus profissionais e identificar a necessidade de aplicar novos métodos de gestão.
Ouça na essência, em profundidade (método).
Ouvir com atenção e profundidade. O ser humano gosta e necessita ser ouvido. Separe alguns minutos do seu dia para dar atenção ao colaborador que deseja expor opiniões, ideias ou mesmo discutir sobre os projetos em andamento. O que cada um sabe é fundamental para melhorar a postura profissional de todos e potencializar os resultados de toda a empresa. Pesquise o mercado no qual você pretende atuar também pelas informações e visões de cada colega.
Faça junto e fortaleça a inteligência cooperativa e a sensibilidade solidária
O primeiro ponto a ser considerado é que quem gerencia funcionários deve ser líder de si mesmo. Isso equivale a ater equilíbrio e harmonia par poder passar tranquilidade e segurança a que se lidera. O líder de sucesso é aquele que exige através do próprio exemplo. Mostre a sua equipe que vocês são companheiros de jornada, que estão no mesmo barco, que lutarão juntos para alcance de resultados extraordinários e o crescimento de todos. Um líder tem em mente qual o diferencial da sua empresa e passa isso para o coração da equipe.
Celebre as conquistas com todos e reconheça que cada um a seu modo contribuiu
Uma conquista não é um simples ato, mas um processo que depende não apenas da gente, mas de um corpo funcional, pois se conseguiu aquilo que outros também desejavam.
Celebrar enseja um ato que envolve mais pessoas e até uma comunidade, do contrário não haveria sentido celebrar sozinho um ganho. Por isso é importante considerar a celebração no contexto da “comunidade empresarial” e até para a comunidade externa, pois o reconhecimento das pessoas fortalece a confiança de cada um e enobrece as atitudes.
Toda celebração de uma conquista deve ser feita com humildade, para não demonstrar arrogância e não inferiorizar os outros em relação ao grupo.
Sempre que for interessante, mas sem excesso, a cada projeto realizado ou vitória obtida celebre a conquista junto a seus colaboradores, pois todos são parte das soluções obtidas e dos resultados alcançados, ate aqueles que não tiveram tão alto desempenho. Celebrar é importante para renovar as energias de cada um e se preparar para os próximos desafios que o mercado e a sociedade global nos oferecem!
Essa é uma questão que não tem uma resposta única, até porque não há uma fórmula para todos os casos. No entanto, para cada tempo é possível montar uma estratégia baseada no perfil do time de colaboradores.
Quer alguns exemplos de estratégias simples e econômicas para incentivar sua equipe?
A motivação de uma equipe de funcionários exige constante atenção, pois cada pessoa é um mundo a parte. Porém, penso que a chave para abrir a porta da disposição de cada um e conseguir incentivar seus funcionários é considerar que a única riqueza verdadeira de cada empresa ou empreendimento é a humana. É bom lembrar também o que você pode fazer para deixá-los felizes em seu ambiente de trabalho, apesar de vivermos num mercado em constates mudanças e crises.
A verdade é que uma equipe motivada, ou seja, que tem motivo e causa para fundamentar o trabalho que desempenha, produz mais e melhor.
A motivação está relacionada ao nível de satisfação dos profissionais com relação a sua condição dentro da organização, mas também com as questões do seu mundo interior. Cada funcionário precisa se sentir significante para o significado geral do trabalho ao qual está integrado. Em suma, cada um precisa se sentir “cheio de razão” para abraçar o que faz.
Um profissional motivado possui clareza arrazoada sobre o propósito de suas atividades, entende as razões do seu esforço, sente-se comprometido com sua tarefa e agrega valor à empresa que atua. Além disso, sente que sua carreira está sendo turbinada justamente pelo esforço da equipe com a qual trabalha.
Tudo o que incentiva e estimula conta para motivar os funcionários. Uma das primeiras teorias motivacionais desenvolvida por Abraham Harold Maslow[1], psicólogo americano conhecido pelos estudos que fazia sobre as necessidades humanas, continua válida até hoje, justamente por considerar quase todos os vieses dos interesses das pessoas envolvidas num propósito. Para aquele pioneiro estudioso da motivação humana, as pessoas se sentiriam motivadas quando tivessem essas cinco necessidades atendidas:
– necessidades fisiológicas (básicas), tais como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo; – necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida; – necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube; – necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos; – necessidades de autorrealização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: “What humans can be, they must be: they must be true to their own nature!” (“O que os humanos podem ser, eles devem ser: eles devem ser verdadeiros com a sua própria natureza”).
O mercado é menor que a sociedade, pois está inserido nela. Logo entendemos que todo colaborador que atua num determinado mercado de trabalho não está isento das influências de um mundo global.
A motivação dos funcionários deve ter dois olhares, um para dentro da pessoa e da empresa e outro para fora do mundo de cada um e para fora do ambiente laboral e empresarial. Ela envolve os aspectos intrínsecos (que faz parte do ou constitui a essência de cada pessoa e negócio) e a extrínseca (que não pertence à essência de cada um, que é de fora, mas que pode influenciar para dentro de cada pessoa e negócio), uma vez que o mundo que nos cerca e no qual atuamos tem influência sobre os negócios e nossa natureza humana (vida pessoal).
Portanto, tudo pode nos motivar ou desmotivar. Assim, a automotivação (a motivação de si por si) é indispensável, seja no âmbito pessoal ou profissional, pois todos nós possuímos algumas necessidades básicas, entre elas, a de ser reconhecido. Nesse sentido, o líder assume seu papel de reconhecer o empenho de sua equipe quando pertinente, a fim de mantê-los motivados, engajados e produtivos. Porém, a motivação vinda do ambiente no qual estamos inserido (e aí estram pessoas e coisas) precisa ser pensado em termos motivacionais por quem gerencia funcionários.
Motivar colaboradores é uma atividade diária que requer habilidades de um profissional capacitado e “de olho aberto e antenado” para gerir com atenção equipes e pessoas. Cada colaborador deve ser tratado de maneira individual, pois cada um tem dons e talentos próprios, anseios, desejos e expectativas de carreira e vida pessoal.
Confira abaixo alguns métodos tradicionais e muito usados para o aumento do nível de satisfação e motivação de seu time.
Várias pesquisas (associadas à própria observação ao longo de quatro décadas de trabalho) nos instruem a respeito do que motiva funcionários[2]:
Desafios e responsabilidade;
Flexibilidade (para tomar decisões, inclusive em relação a horários);
Ambiente estável de trabalho (rotatividade provoca mais rotatividade);
Dinheiro/remuneração;
Desenvolvimento pessoal;
Reconhecimento;
Chefe e colegas que dão apoio;
Tarefas e falas motivadoras;
Cultura da empresa;
Localização do trabalho.
Note que dessas dez, apenas uma está relacionada diretamente a dinheiro. Podemos motivar nossos colaboradores por meio da força de vontade em querer fazer. Quando nos dedicamos na arte de se bem relacionar e investimos isso em nossa equipe, com certeza estaremos alcançando resultados positivos em nosso dia a dia, tanto na vida pessoal como na profissional.
Esperamos que esse conteúdo possa ajudar você na arte de motivar pessoas, fortalecendo a sua empresa através de uma equipe motivada.
[1] SERRANO, D.P. Portal do Marketing. Teoria de Maslow – A Pirâmide de Maslow. Disponível em: <http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/maslow.htm> Acesso em: 13 de julho de 2018
O mercado necessita, deseja e compra a boa palestra motivacional, desde que ela seja planejada para atingir os objetivos do evento, visando atender às necessidades da equipe de trabalho.
Para realizar-se plenamente em seu ambiente profissional, familiar e social, o ser humano necessita estar atento à seguinte tríade: formação, espiritualidade e motivação. É esta a conjuntura que incita e encoraja alguém à realização. Entretanto esses três fatores moram no campo das subjetividades, nas crenças pessoais e na fé dos indivíduos, já que a motivação tem a ver com fé, com acreditar nos sonhos e objetivos.
As pessoas têm necessidades e aspirações que não são atingidas apenas através de técnicas mecanicistas, mas por meio do despertar dos seus reais motivos para uma perfeita ação humana.
Aquilo que nos motiva, nos dá força todos os dias, nos faz levantar a cada manhã, pode estar esquecido e ignorado em nosso dia a dia. Mas, em algum momento, este motivo pode tornar-se importante para a realização humana, seja a partir de um estímulo, de uma ação interior ou exterior. Por esta razão, a palestra motivacional tem o viés do coração, mas como centro de afeto, sentimentos e conquistas.
Dentre muitos, buscamos demonstrar 7 benefícios que uma palestra motivacional bem planejada pode proporcionar a qualquer público, despertando motivos para a ação humana.
Melhorar a autoestima e facilitar o atingimento de objetivos pessoais e profissionais
Um ser humano consciente do seu valor não fica parado, se movimenta e produz mais resultados.
De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos[1]. A autoestima é qualidade de quem se valoriza, se contenta com seu modo de ser e demonstra, consequentemente, confiança em seus atos e julgamentos. A autoestima, portanto, também é a chave para o sucesso ou para o fracasso. Assim entendermos melhor a nós mesmos e aos outros. Autoestima positiva é, pois, um requisito importante para uma vida de realização, porém, precisamos entendê-la como uma atitude de valor pessoal, assim como de competência profissional.
Clarear aspectos da vida pessoal, familiar e profissional
Toda palestra traz algum benefício para uma pessoa, equipe ou plateia. Em função de abrir mais a mente e o coração, a palestra motivacional mexe com as emoções na dose certa, para que as pessoas tenham mais clareza sobre o que querem.
Para o palestrante, é necessário muito estudo e sabedoria para falar em família, profissão, dons, talentos e habilidades pessoais e profissionais. A razão é que uma palestra motivacional pode ser o acesso a um imenso universo humano. Cada evento, portanto, deve ser preparado e personalizado a cada público, situação e momento. Trata-se de uma obra de elevada consideração humana.
Palestra motivacional casa bem com inovação e tecnologia
Motivação é essencialmente a geração ou o despertar de “motivos para a ação” na direção certa. Isso envolve também as novas tecnologias disponíveis para o trabalho, o lazer e os relacionamentos. Quem não acessa o novo por medo, desinformação ou falta de conhecimento está ficando de fora de boa parte do que acontece no mundo de hoje.
No entanto, não devemos nos tornar escravos do novo, mas fazer uso das novas tecnologias de maneira consciente e madura. Para isso, sempre cabe uma reflexão motivacional para nos alertar e direcionar no manuseio das ferramentas desta geração 4.0.
Precisamos de motivação para utilizar tecnologias inovativas, tento em vista que quem se apega ao passado não se atualiza. É preciso saber se beneficiar do que as tecnologias disruptivas podem proporcionar, como qualidade de vida e facilidades na área das comunicações.
Tudo o que é novo exige aprendizagem e nos possibilita movimentar neurônios que estejam “descansando”. Enquanto a aprendizagem nos renova e harmoniza com o desenvolvimento, o importante é explorarmos espaços e plataformas que ampliem possibilidades neste mundo novo.
Potencializar o aproveitamento de conteúdos
O alimento que chega ao nosso estômago não nos alimenta para sempre, mas até a próxima refeição. Todavia, não é por isso que não devemos ter zelo por uma excelente nutrição, que agrade ao paladar. Sob o mesmo raciocínio, o que entra na mente precisa ser renovado, realimentado.
Você já ouviu falar de um costume antigo das pessoas, de darem água com açúcar a quem desmaiava por uma queda de energia[2]?
Pois a palestra motivacional não deve ser como a água com açúcar, que se dá de beber a quem está “desmaiado pelo desânimo”. É, porem, um complemento que se ministra à mente e ao corpo, a fim de estimular o ser. Como tudo o que é transitório em nossa vida, não há motivo para desistirmos de nós ou do outro, mas para nutrirmos sempre nossa motivação.
Por essa razão, o segredo de uma boa palestra motivacional está em escolher bons conteúdos e motivar as pessoas com base neles.
Cria valor à essência humana e realçar a importância dos atos de vontade
Não importa a situação em que nos encontramos, se não temos um acordo entre o que fazemos e o que deseja nossa alma. Mesmo que estejamos bem, podemos mudar um objetivo de vida e, por circunstâncias diversas, tudo passa a desmoronar.
Se sabemos que a riqueza verdadeira de qualquer empreendimento são as pessoas, deveríamos tratar nosso quadro pessoal como essência ou espírito empreendedor da empresa. Prontamente, não seria interessante estimularmos os seres humanos para que eles fizessem tudo com alegria?
A confiança é a fé que temos em nossas convicções e vontade de realização. Desse modo, não é possível viver sem esta crença em nós mesmos e nos outros nas organizações. Afinal, para que alcancemos nossos objetivos pessoais e profissionais, é preciso que valorizemos o outro que está diante de nós.
Palestra motivacional capacita as pessoas de uma maneira especial
A motivação beneficia o estado psicológico das pessoas, no rumo de elas alcançarem as metas programadas. Quando nos dizem que a motivação vai embora com o palestrante, na verdade, não estão falando de motivação, mas de uma palestra “oba-oba”, onde o que se leva é uma mensagem do tipo “não podemos desistir” ou “tudo vai dar certo”. Situações como essas reforçam a falta de uma reflexão motivacional para acompanhar o sujeito ao longo de sua vida. Motivação, de fato, é encontrar motivos para realizar determinada ação, motivação é atitude.
Uma palestra motivacional é, antes de tudo, uma palestra alegre, mas não sem conteúdo. Logo, o maior benefício está ligado ao tema de interesse dos participantes. Toda palestra de motivação precisa levar aos indivíduos conteúdos que os possibilitem potencializar seus reais motivos pessoais e profissionais. E isso acontece tanto no corpo funcional como na vida profissional, quando o indivíduo se torna capaz de olhar para o seu interior e perceber que ali há muitas sementes esperando para germinar.
Aprender verdadeiramente a amar aquilo que fazemos
Quando alguém faz o que gosta, dizemos que é mais feliz. Precisamos ir além de gostar, visto que é o amor que nos impulsiona verdadeiramente aos nossos sonhos. Um bom profissional expressa amor não só pelo seu ofício, mas também para as pessoas com as quais convive e trabalha. Mesmo motivados frequentemente pela dor ou pela alegria, sabemos que a verdadeira entrega acontece a partir do amor. A palestra de motivação é uma forma de renovar continuamente este lembrete.
O amor como regra de reciprocidade (o ato de dar e receber), ou seja, “o que é bom para mim também deve ser bom para o outro”, é uma força poderosa, que nos harmoniza com a jornada profissional e da vida. Confira abaixo um trecho do vídeo sobre amor.
Motivação, portanto, é muito mais do que um show com frases de efeito e pensamentos positivos, mas uma construção de pensamentos proativos. Mesmo em estado de fraqueza, se olhamos para o que desejamos podemos nos levantar e caminhar nessa direção.
Deixar as pessoas mais alegres no momento de um evento, de modo que elas possam aproveitar melhor os temas de toda programação, também é uma das funções de uma palestra motivacional.
É uma equipe capacitada profissionalmente, com conforto psicossocial, espiritual e, sobretudo, estimulada para acertar o alvo planejado pelo empreendimento.
Quantos por cento uma equipe turbinada pode render a mais do que uma equipe desmotivada, que piora, trava e regride quando se depara com adversidades e crises?
O certo é que uma equipe turbinada, potencializada (pela aptidão de cada membro), adubada e disposta a cooperar é causa de geração de renda, diminuição de gastos desnecessários, aproveitamento de potencialidades e fortalecimento de qualquer negócio.
Na minha longa experiência com equipes, pude constatar que uma equipe com prontidão profissional e alegria de espírito (empreendedor) esforça-se mais para superar as dificuldades, com prudência e perseverança, ?atingindo níveis cada vez mais superiores de produtividade.
Não há dúvidas de que, diante de um mercado altamente competitivo, onde quase tudo é precário, todos os empresários e gestores reconhecem a importância de iniciativas e ações efetivas que visem aumento da produtividade de suas equipes.
Nesse cenário de inconstâncias mercadológicas as empresas não têm outra saída, senão turbinarem suas equipes de trabalho para se mantenham firmes e debelem as crises (de mercado e desanimo pessoal).
Ao considerarmos que toda equipe deve ser composta por um elenco de profissionais gabaritados que se reúne para produzir resultados, essa geração de forças em união deve se dar para alcançar um objetivo comum maior, de acordo com o desejo de quem a formou.
O certo é que em tempos de mudanças constantes e crises quase que permanentes, as equipes precisam redemoinhar (mover-se, girar e rodopiar para atenderem às demandas das empresas e do mercado).
O trabalho em equipe é uma intercomunicação de existências. Podemos motivar os outros, sim! No entanto, a arte de turbinar equipes não é tão simples assim, exigindo além de honrarias, premiações e reconhecimento, envolver a busca no momento de buscar soluções e entender de gente. A questão no fundo passa a ser de fundo motivacional: conseguimos motivar outra pessoa? Sim, conseguimos, pois há a motivação intrínseca, aquela que vem de dentro e depende da pessoa em si (seus sonhos, projetos e desejos, etc.), mas também da motivação extrínseca, aquela que vem de fora (do ambiente e dos outros, pois não há uma pessoa seja absolutamente não influenciável por outras).
Trabalho em Equipe não é trabalho escravo, mas quem faz parte de um grupo de trabalho deve ter em mente que só está aí para produzir energia e gerar resultados positivos e diferenciados. Para tanto, deve ter abertura e disposição para ser exaustivamente (intelectual e fisicamente), visando atender ao máximo o propósito para o qual foi escalado.
Turbinar a equipe é fundamental para se aumentar os ganhos do negócio, além de fazer com que cada integrante se sinta valorizado e vitorioso, desenvolvendo concomitantemente o sentimento de pertencimento. E a entrada desse estímulo, para que a equipe redemoinhe mais, deve ser feita no fulcro de uma estratégia motivacional pensada e personalizada para cada equipe, considerando os dons, talentos e habilidades de cada profissional envolvido.
Veja abaixo algumas dicas de como turbinar a equipe: – Para turbinar uma equipe não basta tocar um sininho, dar elogios baratos, pressioná-la friamente, dar prêmios etc, mas fazer um trabalho de motivação reflexiva, dirigido para a mente e o coração das pessoas. Desse modo se estará estimulando a que cada um dos componentes comece a redemoinhar e assim gerar mais energia, ou seja, trabalho produtivo. – Sugerimos que seja feita uma avaliação minuciosa da equipe, abrindo o jogo com cada pessoa, demonstrando os reais resultados que estão sendo esperados dela, bem como suas chances reais de evolução. – Comunique claramente a estratégia que será adotada para vencer a crise e o desânimo, caso esteja ocorrendo. – Otimize e simplifique os processos internos, promovendo uma melhor comunicação (falar o necessário e ouvir com atenção e profundidade). – Faça feedback valorativo, de modo que cada um se sinta agraciado com o elogio adequado (e comedido). – Crie um sistema de recompensas para resultados acima da meta, mas conduza-o de modo que não gere conflitos, uma vez que todos são seres humanos e uma expectativa frustrada com agressividade prejudicará ainda mais a realização da meta desejada. – Elimine distrações com as tecnologias inovativas (rever mensagens, acesso à internet e às redes sociais sem relação com o trabalho), mas permita que cada um se sinta à vontade para as comunicações pessoais necessárias. – Estimule cada profissional a buscar a capacitação que o torne mais hábil e conhecedor da sua área, de modo que também alargue o seu horizonte profissional. Nesse caso, tanto o colaborador quanto o patrão devem colaborar com as despesas de capacitação em comum acordo, uma vez que não devemos buscar capacitação apenas para servir a empresa. – Faça palestras motivacionais de cunho reflexivo, personalizadas e preparadas de acordo com o perfil da equipe, tema que não destoe do plano de trabalho, que se siga a missão, valores e objetivos da empresa ou corporação. – Ter sempre em mente que gerenciar uma equipe para aumentar seu rendimento é um desafio necessário e diário para os dias atuais. E isso é para poucos, pois depende de muita percepção pessoal, habilidade que nem todo gerente tem. – Com a crise econômica que atravessa o país muitas empresas demitiram colaboradores e muitas equipes foram desestruturadas, o que aumentou a carga de trabalho dos remanescentes. Para superar este problema o único caminho sustentável é o constante investimento em capacitação e motivação humana.
A energia de uma equipe não é um quesito unicamente subjetivo, mas pode e deve ser calculada, pois é igual a sua capacidade de realizar o trabalho que a corporação tem necessidade de extrair, uma vez que a contratou para cumprir um compromisso (comercial, industrial, prestação de serviço, etc). Aliás, em física, trabalho é um conjunto de atividades realizadas – o esforço feito por indivíduos – com o objetivo de atingir uma meta.
Sabemos que isso pode soar um tanto agressivo, porém, para quem desejar permanecer nesse mercado deve estar consciente disso.
Turbinar a equipe ganha aqui o significado de fazer aumentar, desenvolver ou acelerar o desempenho de cada integrante e do grupo.
Quando a água se desloca em queda por pelo interior de uma turbina, esta se movimenta com força proporcional a altura e volume de água. Uma turbina, assim como uma equipe, é “máquina” geradora de resultados. Porém, água nova para movê-la a mesma se desmotiva e tende ao marasmo.
Uma reflexão sobre linguagem e comunicação para o atendimento, ou seja, mais que vender.
Mais do que vender, quando trabalhamos com vendas constantemente estamos construindo relacionamentos, pois atender também é viver, e viver é se relacionar com alguém antes de lhe vender algo.
Não dá para afirmar com certeza e em números, mas não há dúvidas de que, diante de um mercado altamente competitivo, onde quase tudo é precário, todos os empresários e gestores reconhecem a importância de iniciativas e ações efetivas que visem o aumento das vendas. E como nada tem mais poder do que se comunicar bem com os outros, desenvolver a linguagem dos colaboradores é fundamental para elevar as vendas.
Você não fecha uma venda, você abre as portas de um relacionamento se quer construir um negócio duradouro e de sucesso (Patricia Fripp).
Evidentemente que todos nós temos desejos, queremos comprar alguma coisa para a nossa subsistência, atender a uma necessidade e até para atender a um “sonho de consumo”. No entanto, quem vende deve ter em mente mais do que isso: a linguagem de quem atualmente trabalha no comércio precisa ser adaptada ao que o cliente dos novos tempos pensa. E o cliente dos novos tempos é muito mais bem informado que o cliente do passado. Praticamente não necessitamos explicar o que é básico, p.ex., de um produto, mas devemos levar a ele um diferencial. E esse diferencial não é só no preço, mas até que pondo o produto ou serviço vai atender os seus anseios de cidadão e consumidor.
Trabalhar com vendas é não escolher com quem deseja se relacionar, mas se relacionar com todos os que podem ser nossos consumidores. Atuar no mercado é ter a consciência de que vai encarar mais dificuldades e negatividades do que em qualquer outro setor. Ainda mais em tempos de crise e de pessoas ensimesmadas ou envolvidas em conflitos.
Conhecer as técnicas de comunicação, especialmente em nível pessoal, acaba por ser uma providência central para um estabelecimento comercial.
A seguir, algumas técnicas para evitar a fala acelerada e adotar a velocidade certa no atendimento: – OAP – Ouvir com Atenção e Profundidade. – FDN – Falar Devagar e só o Necessário. – IAO – Interessar-se pelo Assunto do Outro. – ACE – Agir com Calma e Entusiasmo.
Vende mais aquele que presta atenção às coisas ao seu redor, está atento aos desejos das pessoas e procura atender a essas quatro necessidades humanas, que são: – Crescimento e desenvolvimento (usar a mente para aprender e se autonomizar na vida pessoal e profissional). Quem não deseja evoluir?; – Viver o corpo (a busca da sobrevivência e da qualidade de vida). Quem não quer ter uma vida melhor?; – Relacionamentos (todos desejam amar e ser amados, portanto, as questões do afeto e do coração tomam espaço nas decisões de quem compra e consome). Quem não deseja amar e ser amado? – Um legado de autoridade, um posicionamento (em última instância, um significado e uma contribuição para os que ama e para a sociedade). Quem não deseja deixar seu nome inscrito no rol daqueles que contribuem para um mundo melhor?
Percebemos que os motivos para uma venda não são os motivos do vendedor, mas a motivação do consumidor. Em sabendo disso, quem trabalha com atendimento em vendas necessita aprender essa nova linguagem, para estabelecer uma relação mais afetiva. Evidentemente que não apenas uma linguagem para criar relacionamentos, mas uma linguagem que o leve mais facilmente ao ponto desejado: realizar vendas e obter mais resultados.
Para tanto, estimule cada profissional a buscar a capacitação que o torne mais hábil e conhecedor da sua área, de modo que também alargue o seu horizonte profissional.
Ah, não se esqueça: fidelize seus clientes pelo uso de linguagem eficiente, pois os fiéis sempre retornam!
O cooperativismo e seu viés social, econômico e sustentável.
O Cooperativismo precisa envolver a pessoa do associado, sua família e a comunidade a qual pertence, para cumprir com o que está preconizado nos Princípios Cooperativistas, que incluem a adesão livre de cada sócio. Portanto, essa ideologia depende de um ato de vontade e responsabilidade própria, indo até o efetivo interesse pelas coisas da comunidade, antes do interesse egoísta pessoal.
Eis uma questão fundamental para o pensar, o julgar e o agir cooperativo fortalecedor da vida e do empreendedorismo comunitário: só podemos fortalecer a nossa família quando servimos a ela com amor. Da mesma forma, só fortalecemos a cooperativa a qual pertencemos quando envolvemos a comunidade onde a mesma está e atua.
Organizamos para você algumas sugestões de como uma Cooperativa deve agir para cumprir seu papel na Comunidade:
Ser agente de desenvolvimento local, com racionalidade empresarial e desvinculada das ações assistencialistas;
Ações horizontais de coesão social de construção de uma base sólida de sustentação do desenvolvimento (associados que sabem que são donos, pois não é a cooperativa que têm associados, mas os associados que têm a cooperativa);
Promover a articulação dos atores locais (famílias, lideranças, outras cooperativas, enfim, conversar com todos, pois os nossos resultados são os mais sociais que há);
Cooperativas precisam contribuir efetivamente para melhorar a economia e o equilíbrio social nos municípios (aumento de renda e resgate da cidadania);
Nas cidades que possuem cooperativas, o IDH é superior ao da média dos demais municípios (longevidade, educação e renda, os três indicadores que formam o Índice);
O processo de ajuste ameaça criar efeitos cruéis nas formas de produção tradicionais operadas por pequenos e médios agricultores, fazendo com que a cooperativa se torne cada vez mais o elo necessário para a corrente da superação de crises;
A Cooperativa precisa se manter articulada junto de outros agentes econômicos, atenta às mudanças mercadológicas, tecnológicas, ambientais, jurídicas, ou seja, todas aquelas que possam interferir na sua atuação;
Não são essencialmente Instituições Cooperativas aquelas “cooperativas” que, “com pele cooperativista”, agem como empresa privada só para escapar dos impostos;
O rápido crescimento de outras cooperativas na região também comprova que o cooperativismo ainda poderá contribuir muito para o desenvolvimento da mesma;
Confira abaixo mais algumas reflexões sobre o papel da Cooperativa e do Cooperativismo como doutrina:
– O cooperativismo não visa apenas o acúmulo de riquezas, mas é uma organização de pessoas capaz de mudar comportamentos e melhorar o desenvolvimento do município e região.
– Sucessão para renovar as forças produtivas das propriedades leiteiras: Integrar a família no processo de trabalho, tornar os filhos e filhas aprendizes de novas técnicas, mostrar resultados positivos no fazer contas juntos, para ter mais controle da atividade leiteira e do andamento da sua cooperativa.
– Cada cooperativa precisa ser encarada como uma inteligência que vem de casa.
– Pais e filhos precisam e devem tornar a vida uma obra inteligente da cooperação.
– Está na hora de voltarmos a falar em cooperativismo, pois há muitos sócios no meio do quadro social que só pensam em preço e vantagem pra si e se esquecem de que cooperativismo enseja solidariedade com todos os associados.
– Cooperativismo é para gerar justo fortalecimento e transformação positiva da comunidade, especialmente em momentos difíceis.
– Sentados ao redor da mesa após o trabalho ou em dia de festa, devemos entender que Família e Cooperativa são Escolas de Valorização e Promoção Humana.
Como se pode ver, quando falamos em cooperativismo sempre há algo para se fazer em benefício de todos e da comunidade. Faz-se necessário que percebamos isso e nos engajemos nesse movimento internacional de desenvolvimento do local.
Reflexões motivacionais para educadores, gestores e pais!
Imaginem a resposta que nos daria um agricultor antigo, que aprendeu a cultivar a terra com seus antepassados e por si, um autodidata, se o perguntássemos: o que é uma ferramenta?
Certamente ele nos diria: uma ferramenta é algo como o meu machado, a minha foice e a minha enxada, que me possibilitam realizar a limpeza da área, plantar, capinar e colher a minha lavoura.
Agora, se perguntássemos a um agricultor familiar ou empresário do agronegócio o que é uma ferramenta, possivelmente, ele nos falaria de tecnologias inovativas, softwares, máquinas e equipamentos modernos, drones, etc. Ferramentas que exigem muita capacitação e habilidade para que os atuais agricultores possam exercer seu ofício.
Logo, se uma ferramenta é um instrumento que me permite realizar determinados trabalhos, a educação é a grande ferramenta estratégica (tática e certa) que um povo possui para melhorar a sua vida. Faço essa associação ao imaginar que todo pensamento estratégico pensa no pressente, assim também a ferramenta que uso agora é para aplainar os campos do futuro.
E o que seria a educação senão a arte ou o ofício de cultivar a lavoura educacional para a produção do conhecimento que liberta e promove a todos? Sugiro ouvir a música “a caneta e a enxada” para melhor entender “essa palavra bonita que se chama educação”. Aliás, a relação entre campo e cidade é cada vez mais profunda, razão pela qual a adotamos nessa reflexão.
Ora, se a terra ficar abandonada não produzirá o fruto que desejamos, pois quando o campo é deixado em pousio as plantas invasoras vicejem ao natural e sem uma direção.
Uma produção útil só é promovida pela implantação de um cultivo planejado e um constante olhar do agricultor. A educação só caminha na senda da promoção humana quando a mesma é desenvolvida com prioridade real.
Pouca serventia tem lançar uma semente com bom poder germinativo entre as ervas de um campo nativo, pois ela não poderia expressar toda a sua potencialidade. Que sentido tem uma educação que desconsidere a evolução do ser humano na direção de um mundo melhor para todos?
Olhando para dentro e fora de algumas escolas, podemos ver crianças sem aprender ou aprendendo mal por falta de comprometimento, desatualização e desmotivação de alguns educadores e gestores. E é possível que muitos assim ajam não por maldade ou de caso pensado, mas por ainda desconhecerem o seu potencial transformador no viés da promoção humana. Educar é manter a terra escolar viva, sustentável, como um bem produtivo, pois educação é pão para todos. Confira abaixo um vídeo para motivar os educadores.
Para a terra produzir há a necessidade de cultivo adequado da semente certa em cada campo.
Para a sociedade evoluir há a necessidade de se aplicar a educação como ferramenta de promoção humana.
Nisso vemos que, de outrora até agora, de igual força, tanto na lavoura como na escola, continua sendo o ser humano a única essência verdadeira que promove e pode ser promovida.
Educar bem é dar atenção à comunidade escolar que se tem, não relegando a planos inferiores essa perspicácia amorosa na direção do despertar de potencialidades humanas, como frequentemente acontece em nosso país e outras nações ainda atrasadíssimas nesse campo.
A atenção do agricultor faz com que a terra seja analisada e vista em profundidade, ou seja, na sua potencialidade real, dispensando à mesma todos os tratos culturais necessários, bem como o fornecimento dos insumos adequados para que a mesma dê “cem por um” e não apenas uma produção irrisória.
A atenção dos educadores deve ser também de profundidade, vendo, mais do que aparências, a essência do desejo que qualquer ser humano tem de evoluir, mesmo que seu presente esteja degradado, assim como a terra não fertilizada.
Educar é desenvolver uma grande missão, é cultivar o ser humano em profundidade para que ele expresse sua potencialidade, pesquisando a fundo o que de melhor poderia ser adicionado ao seu ser, para que ele se torne uma terra fértil em conhecimento.
Assim como a terra é, a princípio, sustentáculo e agente para o crescimento da planta que o agricultor vai cultivar, os alunos são os sustentáculos e os agentes do seu próprio desenvolvimento, mas também do nosso sonho de uma sociedade com mais justiça e paz.
Ora, se “homem não é nada além daquilo que a educação faz dele” (Immanuel Kant), então cultivar a terra é fazer dela um bem altamente produtivo. O que ela nos dá não é unicamente para o nosso bem particular, mas para todos, assim como são os frutos da educação.
A Escola é também um bem da Família e os pais só deveriam ter os filhos que pudessem criar e educar (ver campanha de Quaraí-RS). Plantar ou semear sem antes preparar o solo para receber a boa semente, é o mesmo que “fazer filho e não educa-los”. Para melhorarmos uma nação há que se investir em educação a partir do lar e completar a obra na escola. Portanto, é uma tarefa da instituição pública escolar e da família, pois “é na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais.” (Coelho Neto).
Educação como ferramenta de transformação faz fortalecer as raízes culturais das pessoas, fertiliza a disposição em aprender mais, além de semear a possibilidade da estruturação de uma sociedade mais justa e igualitária, uma vez que seres conscientes não se deixam virar massa de manobra tão facilmente.
Educação é, por assim dizer, a maior estratégia que um governo pode adotar para formar o cerne evolutivo de uma nação.
Educação é uma ferramenta poderosa que engloba todos os processos de ensinar e aprender e não uma forma de depositar nas mentes dos aprendentes o conteúdo que preparamos. Isso requer uma nova motivação nas salas, gabinetes, pais e filhos e pátios escolares.
O ser humano deve se situar no centro do sistema educativo de uma nação, como a terra a ser tornada cada vez mais fértil e produtiva. Todos os esforços devem ser direcionados para educar num horizonte de plenitude, de alegria, de busca da realização pessoal e felicidade social. Educação não é ferramenta de exploração, de escolas e universidades caça-niqueis (veja: Para inflar currículos, pesquisadores publicam em revistas caça-niqueis), onde tais estabelecimentos são erguidos com o objetivo de “ganhar dinheiro”. Educação requer espírito empreendedor educador e não como apenas um negócio.
Assim como o faz o agricultor com seu conhecimento e ferramentas em sua propriedade, a tarefa de cada educador consiste na capacidade de identificar a essência das potencialidades humanas e lançar novas sementes à inquietação do homem.
Educar, assim como se faz com as plantas na lavoura, é manter vivo o amor pelo saber, despertando o coração e ativando a mente de cada ser aprendente (aquele que aprende, o aprendiz, aquele que está em constante busca pelo conhecimento. Veja também Ensinante e Aprendente: a construção da autoria de pensamento). Da mesma forma que a terra expressa em produção o que nela semeamos, não apenas pela fertilidade ou os insumos que nela colocamos, mas como reflexo também das condições climáticas que a envolvem, também a construção do saber (e da cidadania) se deve dar de acordo com a marcha da razão e da adesão livre de cada educando.
Motivação para gerar entusiasmo e dar sentido de missão no serviço público. Motivar é fazer andar, animar, estimular, associar-se ao que caminha e busca ser cada vez melhor. Motivar para a missão pública é se associar àquele que quer crescer, além de inspirar beneficiários das políticas públicas no sentido de despertar potencialidades para subir e se elevar ao nível da dignidade do povo, que, em última instancia é o seu patrão.
Motivar não é apostar na força física e condicionamento mental, mas prestar atenção e cuidado aos detalhes, pois de nada resolve ser um Golias de aparência e ser derrotado em seguida por um Davi forte de essência.
Motivar tem a ver com estudar, planejar, treinar e agir com determinação e fé. Não basta seguir apenas conceitos e preceitos científicos, mas também princípios simples e naturais, muitos dos quais podem fazer um analfabeto erguer um empreendimento que doutores o deixem falir. E desses exemplos estamos fartos.
Certamente fomos feitos para abrir caminhos com as próprias forças, romper barreiras e ultrapassar limites, mas a vitória só é plenamente saboreada quando agimos em cooperação e sob os olhares dos outros. Por isso, o fator humano é tão importante na motivação, uma vez que muito do que fazemos é para os outros, ainda mais em se tratando do serviço público.
Seguindo esse viés, a motivação no serviço público é aquela energia ou acelerador que movimenta a natureza humana (do servidor ou funcionário público) na busca não apenas do seu objetivo pessoal e profissional, mas da doação dos seus dons, talentos e habilidades em função do seu município e de sua cidade.
O problema é que nossos sentidos internos (visão, olfato, paladar, audição e tato) a miúde nos enganam e não controlamos perfeitamente nossas ações, daí a importância da pessoa estar motivada para o trabalho em equipe. Dentro da equipe, o sentido de missão individual deve estar somado ao objetivo que se quer dar com sua agregação ao grupo ou time de trabalho na esfera pública. Não que estejamos a defender a desconsideração das individualidades, mas apenas lembrando que a nossa adesão ao serviço público (através de concurso ou nomeação) deve produzir em nós um sentido de missão. Já não mais vamos fazer a nossa parte e pronto, mas vamos agir em função de um todo, de um plano e de uma sociedade (com todos os munícipes).
UMA PESSOA PODE E DEVE MOTIVAR A OUTRA, POIS TEMOS RESPONSABILIDADES UNS COM OS OUTROS NO SERVIÇO PÚBLICO.
Todas as Teorias Motivacionais, entre elas a mais famosa, a Teoria de Maslow (veja aqui Teorias sobre a motivação no trabalho), dão ênfase aos fatores (remuneração, condições do ambiente, relações humanas, valorização e respeito, etc) que estimulam o comportamento das pessoas. Todavia, ouvimos constantemente as pessoas dizerem que “uma pessoa não motiva a outra” ou que “ninguém motiva ninguém” (ou “quem motivaria alguém que não desejaria ser motivado?”)
Ora, como isso pode conferir com a verdade se sabemos que é difícil conviver com uma pessoa mal humorada, conflituosa e negativa no ambiente de trabalho, mesmo que ela tenha boa produtividade?
A motivação no serviço público deve ser entendida como o motivo, o mover e o mover-se, enfim, o movimentar não apenas a si, mas o motor da máquina pública, que ao final não deve servir-se dela, mas servir ao povo através das políticas públicas.
A motivação sempre foi um grande desafio no serviço público, uma vez que o mesmo não entra em falência, mas apenas em crise, e seus integrantes são, normalmente, protegidos por leis de garantia do emprego ou por apadrinhamentos. As constantes mudanças nas gestões públicas, as constantes eleições e a troca de gestores, o enfrentamento de crises, entre outros fatores, fez ao longo da história eclodir um novo modelo de administrar, pautado em uma gestão gerencial. No entanto, esse modelo não logra êxito se deixar de fora um elemento importantíssimo: a gestão de pessoas. Desse modo, a motivação humana no serviço público tende a assumir um grau cada vez maior de importância quando se trabalha com a coisa pública, ou seja, estruturada por pessoas para pessoas.
Sabemos que mesmo um servidor (colaborador ou funcionário) que tenha um bom rendimento pode ser um fator negativo para a equipe, se ele for um desagregador, pois todo integrante de uma equipe deve ser um fator de soma e não de divisão.
Aos servidores públicos e gestores não basta “garantia contra a demissão”, mas é preciso dar ao seu trabalho um vigoroso e autêntico “sentido de missão”.
Já fui servidor público municipal, estadual e tive participação na gestão pública federal, além de me dedicar constantemente a estudar a virtude do bem comum, conforme pode ser visto em minha trajetória junto ao serviço público. Evidentemente que isso por si não me dá o direito de falar o que bem desejar sobre o que vem a ser motivação no serviço público. Desse modo, com o genuíno intuito de arrazoar mais o que lhes escrevo, fundamento esse singelo artigo também com a menção de alguns Textos e artigos sobre gestão pública , Temas de Palestras para a Gestão Pública, além de outras experiências profissionais na área: Ainor Lotério e a Gestão Pública.
Por isso, a motivação deve ser orientada para o tripé missão, visão e valores da corporação, seja ela pública, privada ou sociedade de pessoas. Logicamente percebe-se que motivação que falo está relacionada com os conceitos fundamentais para criação, organização e desenvolvimento empresarial.
Em minhas experiências como Gestor e profissional do serviço público, constatei que é possível um servidor motivar o outro. Quer saber como? Confira algumas dicas que preparamos para você: – Considerar cada pessoa na sua dimensão profissional, possibilitando com que ele expresse toda a sua capacidade e dons em seu trabalho. – Reconhecer seus avanços e contribuições sempre que eles ocorrerem, pois aquilo que cada um é e pode se tornar faz grande diferença no trabalho do grupo, fazendo cada um entender que “homem algum é uma ilha”(Thomas Merton). – Não dar elogios desmedidos, ou seja, acima do que ele merece, evitando assim demonstrar preferências pessoais, o que é muito comum na gestão pública, muitas vezes recheada de apadrinhamentos e disputas eleitorais. – Tratar a todos com distinção e igualdade, mesmo que não pertençam ao mesmo partido ou departamento de trabalho, pois todos trabalham para um só erário e mesma população. – Promover o equilíbrio e a harmonia no ambiente laboral, onde todos possam trabalhar com alegria e se expressar com saudável bom humor. – Incentivar o equilíbrio nas relações familiares, através de eventos de sensibilização e valorização dos familiares dos servidores, de modos que todos se sintam bem, pois somos o que somos também a partir do lar. – Considerar o bem-estar físico e as condições de trabalho como fatores básicos para a saúde do servidor. – Apostar não apenas na fora física mas no preparo intelectual, emocional e espiritual de cada colaborador. – Adotar, principalmente os gestores, coordenadores e líderes de políticas públicas o viés da positividade em suas posturas, pois “Quem vive dizendo que as coisas vão piorar, tem grande chance de se tornar um profeta”. (Esaac B. Singer). – Adotar uma postura proativa e sempre emanar pensamentos positivos, comunicar-se com palavras pensadas e ser portador de atitudes voluntárias. – Direcionando sempre a atenção para: o cuidado de si, o cuidado com o outro e o cuidado com todos. – Trabalhar muito em equipe, onde a partilha de dons e qualidades faz com que um se beneficia do outro sem perder sua identidade. – Agir com profissionalismo e sentimento de pertencimento, tendo sempre na face uma clara expressão de “pode contar comigo!”.
A motivação orientada para o serviço público não é um processo egoísta, mas de genuíno altruísmo, pois o que mais nos realiza é o serviço ao outro e não a locupletação dos nossos próprios interesses.
Motivar é dar a chance de cada um lutar pelo que há de melhor para si e para o povo, de modo que possa expressar todos os seus dons e o verdadeiro amor pelo serviço.
A generosidade e a partilha são fontes de vida e sinais de mesa farta para todos. Só o serviço ao próximo, desinteressado, é que confirma que estamos seguindo o chamado de verdadeiros servidores públicos, imbuídos na arte e virtude do bem comum. Respeitando o erário e o povo e não aceitando, de maneira alguma, o que não é ético, o que é amoral e tudo aquilo que não revela amor à pátria brasileira.
Louvo a Deus por todos os dedicados servidores que ainda temos, apesar de tantos problemas e desvios de conduta de homens públicos, que muito mais cuidam dos seus interesses e pouco se dedicam à comunidade.
No dia 7 de julho de 2018, cooperados de todo o mundo celebrarão o Dia Internacional do Cooperativismo com um tema que está diretamente relacionado a todos os habitantes da terra.
Aliar desenvolvimento com sustentabilidade, fortalecido por princípios e valores só pode levar as comunidades ao progresso, o que sempre foi um primado do cooperativismo de resultado.
Para melhor entendimento da relação que faremos entre Sustentabilidade e Cooperativismo, destacamos o objetivo numero doze (12) da ONU para o mundo, qual seja: “Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis”. (Confira a íntegra dos ODS acordados)
Podemos aceitar como sendo Sociedades Sustentáveis todas aquelas que utilizam racionalmente os recursos ambientais, promovem os sociais e racionalizam os econômicos, de modo a conduzir o crescimento equilibrado e harmônico da sociedade (e não apenas do mercado). Por sua própria natureza e prática de gestão, as cooperativas atuais cada vez mais desempenham esse papel, ou seja, criam oportunidades e promovem a renda dos associados (fortalecendo o local), atendem ao social (fortalecendo seus laços e gerando riqueza para todos), além de serem controladas pela própria sociedade e suas comunidades locais. Isso tem peso fundamental na formação de lideranças em todos os setores que atual.
Olhando para dentro das entidades cooperativas e compreendendo o cenário de atuação de cada uma delas e seus associados, abaixo trazemos sete (7) considerações reflexivas sobre alguns pontos do referido Objetivo:
“Alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais”: imaginemos isso no sentido de controlar o desmatamento, despoluir e preservar os rios, recuperar as matas ciliares, adotar práticas conservacionistas tão abandonadas, etc. O que cada cooperativa e produtor estão dispostos a fazer nessa questão, uma vez que tais práticas sempre foram vistas como caras e sem retorno no passado? A resposta pode passar por esse pensamento: toda atividade que agrida o meio ambiente também agride a sociedade, uma vez que é nossa casa comum de moradia e de onde se tira o sustento para toda a humanidade. O cooperativismo tem condições, através da capacitação e conscientização do quadro associado e seus familiares.
“Reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial”: A FAO aponta que cerca de 33% de tudo o que é produzido anualmente no mundo é perdido nos seguintes percentuais: 54% na fase de cultivo, colheita, manipulação, pós-colheita e armazenamento; 46% restantes são perdidos nas etapas de processamento, distribuição e consumo. Aí estão implícitas tarefas importantes não apenas para o campo, quanto para as cidades. As cooperativas de todos os ramos estão espalhadas no campo e na cidade e estão preocupadas com isso.
“Alcançar o manejo ambientalmente saudável dos produtos químicos e todos os resíduos”: lamentavelmente, o Brasil é campeão mundial de uso de agrotóxicos. Aqui ainda usamos agrotóxicos que foram proibidos em 1985 na União Europeia (UE), Estados Unidos e Canadá. As cooperativas, através de suas equipes técnicas de campo e da conscientização de seus associados, veem desenvolvendo um trabalho de orientação sobre manejo de pragas e de cultivos, de modo a reduzir custos e evitar agressões ao meio ambiente. Agem também na conscientização e formação dos associados, especialmente agricultores, para que os mesmos não adquiram qualquer produto no mercado, mas o façam através do crivo da equipe técnica da cooperativa. Desse modo se utiliza apenas o necessário, além de baixar os custos de produção.
“Garantir que as pessoas, em todos os lugares, tenham informação relevante e conscientização para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza”. Essa é uma tarefa hercúlea, para não dizer monstruosa num mundo em que as informações nos chegam todas com sentido de prioritárias. Assim, o cooperativismo por agir dentro de princípios e valores, indo da adesão livre ao interesse pela comunidade, não se furta em informar e conscientizar a comunidade sobre a importância e eficácia de todos adotarem um estilo saudável de vida.
“Gerar empregos, promover a cultura e os produtos locais”: num cenário de grande desemprego, principalmente entre os jovens (os quais figuram com índices superiores a 20% na maioria das pesquisas) é uma tarefa fundamental para a sustentabilidade econômica das famílias. Todavia vale ressaltar que as cooperativas não se interessam apenas em promover a empregabilidade, mas, antes de tudo, favorecer o empreendedorismo e a geração de renda para todos os associados e seus familiares. Sabem seus dirigentes que assim estarão promovendo o desenvolvimento do local onde seus associados vivem e trabalham. O próprio cooperativismo tem nos seus princípios a “informação, formação e educação”, o “interesse pela comunidade”, uma vez que “as cooperativas são organizações voluntárias abertas a todas as pessoas aptas a usar seus serviços e dispostas a aceitar as responsabilidades de sócios, sem discriminação social, racial, política ou religiosa e de gênero”. Vale ressaltar que a própria cooperação já é uma cultura e uma filosofia de vida que sempre se antecipou na busca daquilo que é melhor para a sociedade
“Racionalizar (e não subsidiar) o uso de combustíveis fósseis, evitando o consumo exagerado”: nesse ponto temos a polêmica dos combustíveis em nosso país, o que faz com que as cooperativas também busquem e cooperem com as políticas públicas, no sentido da formatação de uma matriz energética mais equilibrada para o Brasil. Isso se dá através da produção de biodiesel (biomassa), energia solar e energia eólica.
NÃO SE FAZ COOPERATIVISMO SEM PRINCÍPIOS E VALORES. Quando se trata de comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo sempre temos muito a dizer, especialmente por sua influência decisiva e positiva nas questões ligadas ao desenvolvimento humano, econômico e social. As cooperativas são, por essência, sociedades de pessoas que se sustentam pela justa cooperação. Desde a “Sociedade dos Probos de Rochdale” (Rochdale Quitable Pioneers Society Limited), conhecida como a Primeira Cooperativa Moderna do Mundo, os princípios cooperativistas e seus valores regem a conduta dos associados às cooperativas. São princípios morais e de conduta que são considerados, até hoje, a base do cooperativismo autêntico. A Cooperação só acontece quando agimos dentro dos sete princípios e dos valores do cooperativismo: que são: Adesão voluntária e livre; Gestão democrática; Participação econômica dos membros; Autonomia e independência; Educação, formação e informação; Intercooperação e Interesse pela comunidade.
Não se faz cooperação “inventando moda” ou fugindo desses pilares. É como diz a música de Cenair Maicá “o que são valores, senhores. São o ouro, teu tesouro, afinal”, a qual você poderá ouvir aqui:
Um mundo bom não é um mundo bom apenas para mim, mas também para ti, para nós, e isso só acontece quanto cooperamos.
Com metodologia diferenciada pelo domínio de conteúdo, linguagem adequada para cada público e comunicação assertiva, fazemos uso do violão cantando algumas músicas que envolvem a todos. Utilizamos dinâmicas que reforçam o conteúdo apresentado e que torna o momento especial e para ser lembrado com positividade.
Confira nosso canal no Youtube, lá você pode assistir vários vídeos sobre Cooperativismo, Agricultura, Sipat, Motivação, Família, Gestão Pública, Educação e muito mais. Canal Ainor Francisco Lotério
Qual a relação do Cooperativismo com a Agricultura Familiar? As grandes transformações na vida do campo enfraqueceram a Agricultura Familiar?
Aração com tração animal.
Família e cooperativismo caminham juntos desde o início. Lembro-me dos tempos de criança, quando meu pai saia pelos campos convidando os agricultores para fundar uma cooperativa. Éramos uma família numerosa em casa, onze filhos e nossos pais, como era frequente na Região do Alto Vale do Itajaí, SC. Era comum famílias com muitos filhos para “trabalhar na roça”. Com cinco anos eu já conduzia cavalos e bois, os quais tracionavam implementos agrícola de preparo e cultivo do solo, transporte de insumos e produção agrícola (confira os vídeos: aração com tração animal carpideira com tração animal).
Pois bem, meus caros leitores, foi naquele tempo que muitas cooperativas surgiram. As comunidades eram mais fortes e unidas, uma vez que todos dependiam do trabalho no campo e inclusive plantavam as lavouras trocando dias de serviço (um ajudava o outro no momento do plantio, capina e colheita) ou faziam um mutirão (para ajudar um agricultor em dificuldade). Veja mais em: Mutirão onde os agricultores trabalhavam cantando.
A família, assim como a cooperativa, não são entidades para se realizar festinhas ou existentes para beneficiar um determinado membro ou poucos dos seus componentes. Tanto uma quanto a outra só funcionam bem quando há intensa participação de todos, além de plena justiça e igualdade de condições em tudo o que é feito.
Uma família e uma cooperativa não se regulam apenas pelas leis do mercado, mas pelas relações humanas que fortalecem uma sociedade, pois a sociedade de pessoas é maior do que o mercado, que pode ser excludente nalgumas situações. Isso não quer dizer que a cooperativa seja uma entidade assistencialista, pois a mesma tem obrigações diretas apenas para com os seus associados que cumprirem seus compromissos estatutários. Senão vejamos em sua definição que diz: “a cooperativa é uma organização de pessoas unidas pela cooperação e ajuda mútua, com objetivos econômicos e sociais”. Veja esse vídeo de uma palestra que proferimos sobre Cooperativismo e Família para uma grande plateia:
Tecnicamente, a Cooperativa é uma organização constituída por membros de determinado grupo econômico ou social que objetiva desempenhar, em benefício comum, determinada atividade (produção de bens e serviços). As premissas do cooperativismo são: identidade de propósitos e interesses; ação conjunta, voluntária e objetiva para coordenação de contribuição e serviços; obtenção de resultado útil e comum a todos. O certo é que cooperar precisa também ser um bom negócio, além de aprimorar os laços sociais e comunitários. Você pode conferir no link do vídeo a seguir como falamos de modo bem autêntico sobre o Cooperativismo, a Cooperativa e seus Ramos.
Uma cooperativa não existe para beneficiar um determinado grupinho de pessoas, mas para beneficiar a comunidade de associados sem distinção, pois a mesma é uma sociedade de pessoas com os mesmos direitos e deveres. Logo entendemos que essas pessoas têm suas origens numa célula social intitulada família, a qual tem uma função e responsabilidade com a comunidade onde está situada.
A família é um agrupamento humano formado por indivíduos com ancestrais em comum, ou ligados por laços afetivos e que, geralmente, vivem numa mesma casa. A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições, além de se constituir numa unidade básica da sociedade, portanto formadora de comunidades. Uma família ajustada e harmônica é sinônima de felicidade para seus membros.
Família, comunidade e cooperativismo têm intima relação. Os próprios princípios cooperativistas se iniciam pela adesão livre do individuo singular (vindo de uma família), indo ao interesse pela comunidade, o sétimo princípio. Isso nos leva a deduzir que o cooperativismo deve se iniciar no seio do lar e se fortalecer a partir daí.
É no seio das famílias que se inicia o compartilhamento de tarefas, a solidariedade, a livre adesão e o comprometimento com o outro. Nas decisões democráticas e amorosas, o interesse em aprender e ensinar e a vivência em comunidade toma corpo e se desenvolve. No caso das propriedades agrícolas menores, uma atividade eminentemente familiar, a atitude voluntária cooperativa é que faz a família se dar bem na atividade. Não basta trabalhar e produzir se os produtores não se unirem em cooperação.
Por outro lado, as cooperativas se fortalecem realizando eventos que congregam os associados, seus familiares, dirigentes e colaboradores.
O cooperativismo se fortalece no seio do lar quando se mostra acolhedor das famílias. E nos tempos atuais de famílias pouco numerosas, onde os pais procuram dar aos filhos tudo aquilo que não tiveram, os mesmo podem se tornar um tanto egoístas.
Com esse espírito familiar acolhedor em ação, a importância do cooperativismo passa a ser sentido a partir do seio do lar, de modo que possa incentivar aí o surgimento de novos sucessores para o agronegócio e também novos sócios.
O cooperativismo precisa ser encarado sob a tríade da filosofia, da atitude voluntária e da sociedade de pessoas. Ter disposição e boa vontade é importante para uma pessoa viver em sociedade, porém não é tudo. Necessário se faz que o indivíduo entenda o que venha a ser o cooperativismo na sua essência, de acordo com os princípios de probidade, lealdade e solidariedade, como surgido em Rochdale, na Inglaterra no início do século dezenove.
Quem vive o cooperativismo desde o seio de sua família tem mais facilidade de compreender e viver esse movimento social e econômico, que visa buscar resultados positivos aos seus associados. A filosofia de vida, a atitude voluntária e a organização da sociedade só faz fortalecer as famílias e promover o desenvolvimento das propriedades agrícolas, municípios e regiões. Porém, para que isso aconteça, a família precisa ser participativa e entender a complexidade da entidade cooperativa, pois o dono é o próprio associado.
As novas gerações precisam ser iniciadas e educadas sobre a nobreza do verdadeiro cooperativismo, de maneira que entendam porque é que muitas cooperativas faliram, enquanto outras funcionam tão bem até nossos dias. Assim, convido você a assistir a uma palestra que proferimos durante um grande roteiro sobre Cooperativismo e Agricultura Familiar: fortalecendo gerações.
Não basta ter o rótulo de sócio se no fundo não se é cooperativista. Ser participativo é fundamental para que o sócio se faça dono da sua cooperativa. Isso se faz através do “adonamento” (do fazer-se dono não por esperteza e velhacaria, mas com seriedade) financeiro, profissional, afetivo, participativo, patrimonial, enfim, um dono comprometido com aquilo que é seu, a sua cooperativa.
Percebemos que está na hora de voltarmos a falar em cooperativismo às famílias associadas, colaboradores e dirigentes. Os problemas que hoje enfrentamos nas áreas de produção, transporte e comercialização precisam ser resolvidos conjuntamente e têm a ver com a formação dos cooperativistas.
Há também muitos sócios no meio do quadro social que só pensam em preço e vantagem pra si, e isso não revela espírito cooperativo, mas puro egoísmo. Quando nos unimos vencemos as crises, não quando nos isolamos.
Uma cooperativa é uma entidade complexa, que inclusive muitos sócios não sabem como funciona, mas precisam se interessar pelo assunto, afinal, a empresa cooperativa é deles. Não é inteligente ter uma participação fraca durante o seu funcionamento, o que poderá acarretar numa pesada carca financeira se a mesma tiver complicações financeiras.
Cooperativismo não é um assistencialismo, mas uma atividade que busca atender às demandas dos associados Há por isso também a necessidade de se favorecer a participação da comunidade associada, através de núcleos e comitês educativos. O cooperativismo acontece quando elevamos nossa consciência pessoal e familiar, de acordo com o que expressamos no vídeo ao lado.
Finalmente, quando ele age com espírito familiar, ou seja, sempre procurando fortalecer cada um dos membros da família, todos se sentem coparticipes e tendem a cooperar de maneira ideal. Para tanto, há a necessidade de se investir constantemente em informação, formação e educação cooperativa.
Uma gestão eficaz está sempre sintonizada às mudanças do seu tempo, de modo a conduzir todo o corpo cooperativo à obtenção de resultados positivos. Para tanto, tem em vista conduzir os liderados ao aprendizado fundamental, ao mesmo tempo, em que procura alargar sua visão.
Visando uma reflexão sobre percepção de mudanças e construção de resultados cooperativos, abaixo anotamos alguns pontos para reflexão:
O fenômeno da cooperação como ferramenta de aprendizagem e desenvolvimento da sociedade.
O desenvolvimento da doutrina cooperativista, seus princípios e suas contradições refletem o grande desafio do cooperativismo que é conciliar os objetivos sociais e econômicos de seus sócios numa empresa, da qual seus sócios são donos e usuários. Não faz sentido que a cooperativa seja próspera e seus associados não usufruam dos benefícios dessa prosperidade. O responsável por essa função em cooperativas deve buscar o equilíbrio entre a saúde financeira da instituição e a necessidade de transferir os benefícios de sua atuação aos sócios. Para tanto, não existem fórmulas prontas.
Mundo em transformação e educação cooperativista
A educação corporativa assume importância com a rápida e até certo ponto caótica globalização do mundo. Isso faz com que se mudem as perspectivas de carreira profissional e a maneira de gerir todos os negócios e propriedades, inclusive com reflexos na família. Não podemos mais olhar as tarefas, exigidas de dirigentes colaboradores e associadas, sempre da mesma maneira. Fugir do tradicional é necessário se quisermos ter sucesso na tarefa de aconselhar, fiscalizar, treinar e desenvolver pessoas, de modo que se sintam bem e produzam resultados para as cooperativas.
As cooperativas precisam dar espetáculo
As cooperativas de sucesso sabem que os associados estão cada vez mais exigentes. Compreendem que as situações que envolvem seus associados e clientes (também os familiares) marcantemente, conectando-se a eles com estilo pessoal e memorável, oferecendo produtos e serviços de alta qualidade a preço competitivo. Também buscam identificar e realizar os sonhos dos associados e clientes, familiarizando-se com o imaginário deles. Na era do espetáculo, o trabalho dos funcionários da cooperativa não pode deixar de ser considerado, ao consistir em representar um papel que visa encantar os associados e clientes e criar sensações memoráveis para eles. Em vez de “empregados contratados para um cargo” precisam começar a pensar em “um elenco cooperativo que desempenha papéis decisivos”.
Quatro razões que viabilizam empreendimentos cooperativos
Primeira razão: capacidade de competição no mercado que as cooperativas possuem, mesmo não sendo capitalistas, uma vez que dispõe de autonomia produtiva, princípio defendido pelo mercado e, simultaneamente, o rechaço pelas formas de economia centralizada, tanto do mercado como do próprio movimento cooperativista de produção.
Segunda razão: capacidade que as cooperativas possuem em responder eficientemente diante das regras de mercado; compromisso com a educação dos membros da cooperativa–para lhes facultar uma participação efetiva; a cooperação.
Terceira razão: está no fato de que cooperativas promovem a distribuição igualitária de bens e serviços, conduzindo a coletividade à redução de desigualdades sociais.
Quarta razão: cooperativas operam com base na autogestão, conclamando a todos à participação e à gestão democrática empresarial, determinando a emancipação e a libertação dos indivíduos, reduzindo, em tese, as divisões sociais construídas em economias centralizadas.
Sete princípios (ou linhas) que orientam o cooperativismo
Os sete princípios do cooperativismo são as linhas orientadoras por meio das quais as cooperativas levam os seus valores à prática. Foram aprovados e utilizados na época em que foi fundada a primeira cooperativa do mundo, na Inglaterra, em 1844. São eles:
1º – Adesão voluntária e livre – pessoas aptas a utilizar os seus serviços e assumir as responsabilidades como membros.
2º — Gestão democrática — controladas pelos seus membros, que participam ativamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões.
3º — Participação econômica dosmembros — os membros contribuem equitativamente para o capital das suas cooperativas e são donos financeiros.
4º — Autonomia e independência — as cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas pelos seus membros, os quais são representados pela liderança.
5º — Educação, formação e informação — as cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.
6º — Inter cooperação — fortalecem o movimento cooperativo trabalhando em conjunto, através das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.
7º — Interesse pela comunidade — as cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades mediante políticas aprovadas pelos membros.
Sobrevivência, competitividade e gestão profissional das cooperativas.
Para ajustar suas estruturas à realidade, as cooperativas estão migrando de um comportamento defensivo, característico dos anos 70 e 80, para uma atuação mais agressiva nos mercados finais, por força dos altos níveis de competitividade exigidos pelos novos mercados.
O amadorismo, a improvisação, a tendência ao paternalismo e ao empreguismo, as rivalidades internas e interferências políticas conduzem a acentuadas divergências administrativas, com prejuízos ao desempenho organizacional. A empresa cooperativista terá, portanto, de modificar sua postura no mercado na busca de vantagens competitivas que garantam a sua sobrevivência futura.
A implementação de planos de desenvolvimento humano, profissional e empresarial tornam-se cada vez mais necessários.
Há muitos anos venho me dedicando à motivação humana (confira algumas palestras, artigos e temas > Motivação com Ainor Lotério) e nesse contexto gradativamente globalizante, percebi que não é uma simples injeção de ânimo ou dose de energia revigorante. Mas hoje, com a era digital é possível identificar uma cyber construção interior consciente, baseada na ciência e na intuição, uma forte postura humana baseada na busca pelo conhecimento, na interação, no acesso às novas tecnologias e interessada em imprimir a qualidade em tudo o que faz (ver também > Teorias científicas motivacionais).
As novas tecnologias vem provocando profundas mudanças no estilo de vida das pessoas e na forma com que se organizam em grupos. As pessoas são envolvidas pelas ferramentas da era digital, que causam grandes alterações no comportamento humano, transformando rapidamente a sociedade e impactando a vida das pessoas através das tecnologias disruptivas (veja mais > Impacto das tecnologias disruptivas na vida, nos negócios e na educação). As pessoas precisam estar atentas, preparadas e motivadas para extraírem os benefícios proporcionados pelo mundo digital. Para tanto, se deve lançar mão de conhecimentos empíricos, científicos, tecnológicos e filosóficos.
The Evolution of Man
UM HOMEM NOVO PARA UM TEMPO DE COISAS PRECÁRIAS
Traçando uma linha imaginativa do homem (jocosamente considerando as mudanças na sua arquitetura corporal, naquelas imagens postas na internet: Evolução do homem ao computador, aonde, do macaco ao computador ele vai se curvando à tecnologia virtual), hoje, o vemos com os olhos fixos num smarthpone (The Evolution of Man), caminhando desatento aos acontecimentos a sua volta, sem muita certeza de onde está pisando. Caminhando assim, pode esbarrar em alguém que não percebe e não dá atenção ou até sofrer um acidente (confira > Mulher cai em buraco por causa de celular)
A evolução do homem ao computador
Vivemos um novo tempo nas relações humanas, que alteram as perspectivas da própria vida pessoal e profissional. Cada dia, em velocidade ansiosa, mais e mais tecnologias chegam até nós fazendo acelerar o nosso cansaço pessoal.
Nesses tempos contemporâneos, filhos ensinam pais e pais têm muito que repassar aos filhos, pois o mundo 4.0 não chegou aqui voando por cima do 1.0, 2.0, 3.0, mas foi construindo estradas e degraus tecnológicos.
Em qualquer campo da atuação humana sabe-se que os fundamentos estão no passado, apesar de tudo estar (e/ou parecer) em permanente mudança. Ora, se tudo está em permanente mudança então podemos dizer que tudo é precário ou provisório? Tudo, não! O que é do mundo interior de cada um pode ficar preservado a seu modo e de acordo com seus conhecimentos, crenças e valores. Aí estão os mundos (espaço de cada ciência ou modo de vida) da filosofia, da teologia e da fé.
A motivação 4.0 é a motivação baseada num espírito novo e forte, porém consciente de si e do mundo em mudanças. Ela vem par nos dizer que estão sendo criadas e abertas novas oportunidades. No entanto, cada um deve fazer a sua parte e buscar se capacitar para viver nesse vibrante teatro que está se tornando a vida. Chego a pensar que a ansiedade é bendita para se seguir atualizado em meio a esse cenário.
ESTAMOS TODOS VIVENDO NO MESMO MUNDO DAS INOVAÇÕES
A mudança se dá através da quebra de paradigmas (mapas e modelos psicológicos que usamos para navegar na vida) e das tecnologias disruptivas. Faz pouco tempo que usávamos com mais frequência a expressão “quebrar paradigmas” (Quebra de paradigma: um conceito cada vez mais presente nas novas empresas) referindo-nos a um padrão ou modelo estabelecido a ser mudado.
No entanto, nossa visão deveria ser outra: se estamos todos vivendo no mesmo mundo, mercado e sociedade, por que não usarmos as inovações tecnológicas para promovermos o diálogo intergeracional? (acesse diálogo intergeracional e educação: uma prática compartilhada)
Essas inovações tecnológicas atuais são disruptivas e por isso provocam uma ruptura com os padrões, modelos ou tecnologias já estabelecidos (veja O que é inovação disruptiva). O que elas não podem é continuar gerando conflito entre gerações, mas promovendo o diálogo que contemple o conhecimento de todos.
O que se fazia no modelo 1.0 ainda se faz no 4.0, só que de uma forma mais rápida, democrática e com linguagem aberta e um tanto avassaladora. Como essa linguagem é mais afeita aos jovens, os mais velhos devem se dispor em aprender com eles. E estes, por sua vez, precisam buscar nos mais velhos as experiências e fundamentos do passado que deram certo, para tudo o que se faz hoje (Quem não valoriza o passado não terá futuro para comparar). Vejamos alguns exemplos: um trator pode ser autômato, mas a terra lavrada por ele no presente pode ser a mesma que o cavalo arou no passado; o robô pode montar o automóvel, mas são pessoas que usufruem dele; uma mensagem pelo zap vai rapidíssima até o destinatário, mas nada atinge tão profundamente a consciência humana quanto uma conversa “na raiz do nariz”; há outros tantos exemplos imaginativos.
E por falar em imaginação, lembro-me do que escreveu Einstein, “a imaginação é mais importante que o conhecimento”. Percebemos nessa frase que a imaginação faz parte do processo de construção do conhecimento. No entanto, isso só é possível para pessoas com mentalidade inovativa. E uma pessoa assim tem uma motivação (ou imaginação) bem dirigida par seus resultados, ou seja, está sempre realizando algo que ainda não foi pensado e nem praticado.
NASCE A NECESSIDADE DO PENSAR CONECTADO NÃO APENAS ÀS REDES SOCIAIS, MAS ÀS MOTIVAÇÕES AMBIENTAIS.
Levantou-se a bandeira ambiental, porém não se fez muito após isso. Vivemos em rede e a rede de ação humana deve agir mais fortemente para preservar, conservar e recuperar o ambiente, nossa casa comum.
As novas tecnologias apontam para o caminho da unidade, onde tudo pode ser conectado e comunicado em tempo real, de modo que saibamos a todo instante o que é feito em cada canto do mundo.
O que é pequeno pode ficar grande se mais e mais pessoas desse mundo globalizado entenderem que somos um único planeta. As novas tecnologias podem e devem motivar a população planetária a fazer essa obra de maneira conjunta. Não há outra saída.
NECESSIDADE DE CONSTANTE ATUALIZAÇÃO DE CONTEÚDOS
A dinâmica da internet e de suas mídias sociais exige uma constante revisão de conteúdos, produtos e serviços, o que só ocorre com a autobusca e o dinamismo cooperativo na aldeia global.
Devemos mudar nossas atitudes mentais e tecnológicas dentro do lar, no trabalho, na rua, no ar, no mar, infinitamente, em todo e qualquer lugar. Pois não somos mais apenas consumidores, mas comunicadores e avaliadores online.
O agir que propomos deve ser em resposta aos estímulos que as novas tecnologias estão nos dando.
Não nos transformemos em seres reacionários ao novo, mas em agentes motivados para o novo. Façamos amizade com o admirável mundo 4.0, onde a convergência entre as tecnologias da operação e da informação será plena e sempre direcionada para o infinito das coisas.
Hoje, o espaço virtual está cada vez mais “cheio de gente real”, pessoas que podem colaborar, cooperar e investir em nossos intentos e projetos.
O tempo de concentração das pessoas está diminuindo. Atitudes multitarefas nos desviam do foco e prejudica atenção ao que fazemos e à pessoas. Essa mudança de atitude está ligada a evolução nos aparelhos móveis, principalmente tablets e smartphones, mas pode ser evitada por todos nós, especialmente por pais e educadores.
A motivação 4.0 não atinge o indivíduo apenas intelectualmente, mas o contempla em sua inteligência emocional, pois quem está conectado a um meio virtual está interagindo com gente de carne e osso o tempo todo.
Somos pessoas que expressam sentimentos na forma de som, textos e imagens através do mundo virtual. E isso se torna mais eficaz quando se procede com uma consciência interior voltada para o outro. Precisamos considerar que temos em nós naturalmente as potencialidades instaladas, bastando apenas despertá-las para realizações fora de nós!
A motivação 4.0 nos faz ver que todo sistema informatizado, cibernético e automatizado é antes de tudo fruto da inteligência humana.
A meu ver não estamos criando a inteligência artificial, mas incluindo nas máquinas a persona humana (características intrínsecas e extrínsecas do ser humano). Seria a personalização tecnológica das máquinas, como é o caso dos robôs. Mas há dúvidas se isso nos deixa mais feliz e as nossas atividades (comerciais, laborais e industriais) mais eficazes e produtivas (veja mais > Há robôs em todos lugar, menos nas estatísticas de produtividade) . Tudo vai depender dos motivos de cada um ao interagir. Nossa motivação racional, portanto, é fundamental.
ADOTANDO O RACIOCÍNIO MOTIVADO.
O raciocínio é o exercício da razão pelo qual se procura alcançar o entendimento de atos e fatos do passado, presente e futuro. Com um bom raciocínio formulam-se ideias, elaboram-se juízos e se utiliza também melhor a intuição (quase um sexto sentido).
Motivação 4.0 é uma transformação no modo de pensar, agir, comportar-se, consumir e existir do ser humano num mundo online. Ai entra o raciocínio motivado: aquele que tem motivo, que causa ou fundamenta uma atitude, fundado em um sonho e justificado em concreto.
Raciocínio motivado tem a pessoa que se comporta com determinação e intensidade na direção da sua meta e na busca de resultados. Conceitualmente, o raciocínio motivado engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, comércio, mercado, agricultura e indústria (confira Indústria 4.0), produção de alimentos e desenvolvimento sustentável. Isso porque toda tecnologia, normalmente, é fruto do pensar ajuizado e dirigido numa rota futurista.
A motivação 4.0 requer de cada cidadão constante reciclagem, capacitação e coragem para acessar o novo e se manter dentro dele. Num mundo onde estamos (ou podemos) estar conectados com quem desejarmos, a importância do desenvolvimento de outras competências requer o conhecimento de estratégias motivacionais. A motivação consciente é uma condição precípua para alcançar nossos objetivos de realização pessoal e profissional. Sem essa força motriz que emana do nosso interior e nos ajuda a buscar soluções e vencer barreiras nosso êxito é incerto.
O primeiro passo na direção do sucesso é a força de vontade, aquela energia utilizada para atingir nossas metas. Porém, a motivação 4.0 nos impulsiona no sentido ou outro, justamente por estar no outro a realização das nossas necessidades e objetivos. Até os egoístas necessitam dos outros para exibirem seus bens e feitos.
FASCINADOS PELO QUE É INÉDITO ENTRAMOS NA MOTIVAÇÃO 4.0.
O que ainda não foi publicado é o que se espera que seja publicado.
O ser humano sempre foi fascinado pelo inédito, o que pode explicar em parte sua atração pelas tecnologias que lhe conectam ao novo mundo. No entanto, ele não pode se dar ao disparate de acessar qualquer informação sem antes avaliar bem seus efeitos (positivos e/ou nocivos). É fundamental que nossas escolhas sejam conscientes, buscando alternativas que não provoquem destruição, escassez ou dor aos outros.
Entra na motivação 4.0 quem consegue olhar para dentro e fazer uma força consciente para fora. É como se enchêssemos um balão com o ar inspirado dos próprios pulmões, tornando mais leve no mesmo ambiente (murcho ele não se eleva, porém cheio se eleva facilmente). Porém, sem o ar o balão continua sendo balão, mas não se deslocar na atmosfera. Um balão vazio não encanta criança alguma. O ar é a motivação e não custa mais do que o esforço físico, hábil e inteligente para enchê-lo, reter o ar e soltá-lo. Assim é o sujeito 4.0 motivado: aproveita as novas tecnologias como se fossem um novo ar para inflar suas vidas de sucesso.
Motivação 4.0 tem tudo a ver também com inovação sustentável, onde as tecnologias modernas são utilizadas em favor da evolução salutar do ser humano. Por exemplo: uma máquina agrícola ou um robô poderem ser programadas para se autoligarem e iniciarem os trabalhos sozinhas. Todavia foi o homem motivado pelo novo que a programou primeiro.
A MENTE MOTIVADA E OS BENEFÍCIOS DA MODERNIDADE.
Motivação 4.0 tem a ver não só com teorias ou estímulos, mas com os motivos para a ação que cada um tem em seu interior, baseado nos benefícios que a modernidade tecnológica pode nos proporcionar: quando chego antes do meu corpo ao produto que desejo, posso acessar facilmente uma loja virtual; realizo uma reunião ou conferência virtual a longa distância, economizando tempo e dinheiro e não corro risco de um acidente de trânsito.
Isso é um processo racional em favor do que pensamos antes e queremos depois. Motivação 4.0 é uma motivação ligada aos benefícios que as novas tecnologias podem nos proporcionar, como: falar mais rapidamente com quem desejamos, adquirir produtos mais baratos longe da nossa casa, novos medicamentos e procedimentos da medicina, produtos diversos na agricultura, sensores de defesa e proteção de residências, aplicativos, etc, etc.
A motivação 4.0 tende para um lado que a principio me parece mágico e místico. Coisas que na fé se enquadram como um espírito que empreende mesmo sem se poder vê-lo. Assim como as coisas do espírito, as tecnologias digitais me parecem coisas um tanto irracionais para quem não as estudou. Precisamos de entendimento e grandeza de alma para compreendê-las e usá-las, especialmente nós que temos uma certidão de nascimento mais antiga.
Evidentemente que não existem só benefícios e que devemos estar atentos aos malefícios (veja também Benefícios e malefícios da tecnologia) . E todos eles são facilmente encontrados na mesma rede tecnológica, a qual nos oferece, mas também nos alerta, apesar das “emboscadas virtuais” que costumam nos dar.
MOTIVAÇÃO 4.0 NÃO MUDA O PASSADO E NEM GARANTE O FUTURO.
Vivemos numa era em que as postagens da linha do tempo têm força de currículo até em nossa vida profissional. Nossas noticias notabilizam ou nos denigrem. Não percebemos, porém silenciosamente podem nos analisar nos processos de recrutamento e seleção, também pelo que manifestamos pelas redes sociais.
A nova tecnologia não muda a história velha e nem garante o futuro mesmo do mais visionário dos seres humanos. Chego a pensar que quando mais estamos num mundo em permanente evolução e mudanças, menos certeza temos para onde vamos.
Todo passado acaba emprestando sua experiência para o que é inovado. Dentro de todo o proceder 4.0 estão os modos 1.0, 2.0 e 3.0. O seu destino final pode terminar na saturação tecnológica ou na solução “quase eterna” dos nossos problemas.
Motivação 4.0 é o poder da consciência interior e dos motivos humanos, expresso nas tecnologias que facilitam nossa vida e nos conectam. Mas para isso é necessário que estejamos preparados e motivados a fazer o que é certo.
Mentalidades de 1.0 a 4.0 podem persistir no mesmo cérebro. Não seguimos em pelotões separados por nota, de 1.0 a 4.0, mas estamos na mesma sociedade e mercado de infinitas possibilidades.
A CONSCIÊNCIA INTERIOR E O ESPÍRITO MOTIVADO.
Nada escapa ao subconsciente humano como um imenso computador biológico, formado por uma rede de bilhões de neurônios.
Nossa cabeça pode se apresentar sempre nova se desenvolvermos o pensamento jovem.
Não há espírito velho e nem espírito novo. Há sim pessoas que desenvolvem a consciência interior quase como se fosse um sexto sentido. O que há são corpos velhos e corpos novos, mentalidades ultrapassadas e ultrapassadas. Porém, todas são detentoras de dignidade humana.
Na abordagem teológica, o espírito já nasce eterno e será sempre animador, encorajador, enfim, o espírito santo paráclito é aquele vento animado (a palavra “espírito”, em hebraico, é “ruah”, traz a ideia de “vento”). Portanto, o Espírito não é simplesmente algo de Deus inanimado em nós, mas é a Força Maior que habita nossa intimidade e nos dá poder para concretizar nossos sonhos.
Pessoas desmotivadas são desprovidas de Espírito Empreendedor. Pessoas motivadas e movidas por propósitos bem dimensionados são detentoras do verdadeiro espírito empreendedor: têm visão de futuro, capacidade de planejamento, senso de realização e feeling (modo ou capacidade de sentir e perceber uma situação) para agirem de maneira acertada.
Logo vemos que a motivação 4.0 é uma motivação conectada ao outro, pois vivemos em rede, onde nada mais será escondido e toda mentira e mal serão desnudados. É um fogo que emana do nosso interior com uma força disruptiva (cria novos valores e dá outros sentidos ao que fazemos > Disruptivo: aquilo que chuta traseiros), minando ideias que pareciam solidamente estabelecidas, p. ex: a mudança na comunicação (e nas relações humanas) realizada por carta, para as mensagens atuais via what’s app: praticamente se matou a saudade que a distância e a ausência provocaram.
UM CAMINHO SÓ DE IDA.
Finalmente, a motivação 4.0, assim como as tecnologias modernas seguem um caminho de necessidade e importância para a vida no globo, enfim, um caminho sem volta, rumo ao fim ou ao infinito.
Quem está motivado (e inserido nesse novo e vibrante mundo) caminha adiante. Todavia deve aprender a relaxar, aproveitar seus benefícios e evitar os malefícios. Do contrário morrerá de ansiedade, cansaço mental e fadiga corporal.
Quando operamos um sistema robotizado, arquivamos nas nuvens, agimos de modo globalizado pelas melhorias eletrônicas, também estamos acreditando cegamente nos dados expostos à tela do nosso aparelho, mesmo não sabendo como isso se procede. Seguindo esse raciocínio podemos, teologicamente, comparar as tecnologias modernas do mundo conectado com o mundo da fé. Na fé aprendemos que podemos crer na vida eterna, ponto central do cristianismo, o que seria impossível para um descrente ou ateu. Para os cristãos, pela fé nos batizamos e nascemos do espírito para uma vida nova. Pela inserção no ventre das novas tecnologias também podemos nascer para uma vida nova, desde que saibamos usá-las com dignidade e amor, não levando ao outro aquilo que não queremos suportar, mas as alegrias que queremos compartilhar.
No encontro, o mestrando Danilo apresentou sua proposta de pesquisa intitulada: “Modelagem de risco de crédito: Um estudo do segmento de pessoas físicas em uma cooperativa de crédito do norte do Paraná”. O referido trabalho tem como objetivos: – Elaborar um modelo automatizado de previsão de insolvência para uma cooperativa de crédito; – Verificar se o modelo atualmente adotado na cooperativa tem sido eficiente na mitigação de custos oriundos de inadimplência, bem como de oportunidade (créditos negados a indivíduos classificados como adimplentes).
COOPERATIVISMO FINANCEIRO CRESCE E GANHA ESPAÇO NO MERCADO FINANCEIRO BRASILEIRO
“O cooperativismo de crédito cresce sem parar no mundo todo, dada a expansão da demanda por financiamentos de pessoas físicas e jurídicas. No Brasil, diante da forte retração no setor bancário nos últimos anos, as cooperativas estão aproveitando para expandir a sua oferta de serviços financeiros, incluindo cartões de crédito, consórcios, previdência, seguros e caderneta de poupança” (Veja matéria completa > Cooperativismo financeiro cresce e ganha espaço no mercado brasileiro).
Uma vez que o cooperativismo de crédito é um dos que mais cresce no Brasil, além de ter ainda muito espaço para crescer, o estudo se reveste de grande importância para pautar a eliminação dos riscos de gestão cooperativa. É possível se ter ideia do tamanho (número de pessoas envolvidas, volume de negócios e seus benefícios à sociedade) do Cooperativismo de Crédito no Brasil, no Portal da OCB – Organização das Cooperativas do Brasil: > OCB – Ramo Crédito.
Sendo assim, a intenção com as discussões foi: – Apreciar novas possibilidades de análises, estudos já conduzidos sobre o tema; – Ouvir sugestões dos participantes.
AFINAL, O QUE É UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO?
É um banco comum? Não, uma cooperativa é uma sociedade de pessoas legalmente constituída para prestar serviços financeiros. Ela é formada por pessoas que seguem princípios e valores, como este: adesão livre e voluntária, gestão democrática, participação econômica, autonomia e independência, informação, formação e educação, intercooperação e interesse pela comunidade (podem ser vistos nesse link > Os 7 princípios do Cooperativismo).
“A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente. Ela é constituída para prestar serviços financeiros de modo mais simples e vantajoso aos seus associados, possibilitando o acesso ao crédito e outros produtos financeiros (aplicações, investimentos, empréstimos, financiamentos, recebimento de contas, seguros, etc.)”. Para mais informações você pode acessar o Banco Central, onde há uma seção sobre o tema > Cooperativa de Crédito. Da mesma forma, no Portal do Cooperativismo Financeiro há informações sobre cooperativas de livre admissão, como as de crédito > Cooperativismo de livre admissão.
A ATENÇÃO AOS RISCOS FINANCEIROS E GESTÃO EFICAZ MANTÉM A SOLIDEZ COOPERATIVA.
A constatação é de que o risco financeiro não observado a tempo está levando à insolvência de muitas cooperativas de crédito. Isso nós temos verificado com inúmeras outras instituições financeiras. Aliás, esse tema relacionado ao controle de riscos financeiros está sempre imbricado com a educação financeira, importante para qualquer cidadão.
Por isso, “a gestão com vistas a identificar eventos, avaliar e responder ao risco assume papel relevante frente ao conjunto de possibilidades que possam causar perdas financeiras, em meio à acirrada competitividade do sistema financeiro brasileiro” (Fonte: Gestão do Risco em Cooperativas de Crédito).
A gestão de riscos passa pela análise do viés adotado para promover o desempenho por parte dos dirigentes da cooperativa, sem se desobrigar a participação dos associados, seus verdadeiros donos.
O fato é que a gestão do risco, em meio aos processos operacionais de concessão de empréstimos, faz-se importante em qualquer segmento da economia, mas no ambiente financeiro em que atuam as cooperativas de crédito tal prática de gestão assume significativa relevância, pois cada associado é um dono e precisa estar seguro da solidez da sua cooperativa. Ainda mais importância assume essa “governança financeira”, quando essas cooperativas se tornam de livre admissão.
Um dos problemas detectados é a ausência de dados relevantes para a tomada de decisão, o que impede o melhor caminho a ser seguido e a melhor prática a ser adotada no momento de emprestar o dinheiro.
UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO DEPENDE DA SOMATÓRIA DA BOA HISTÓRIA CADASTRAL DE CADA ASSOCIADO.
A história de cada proponente é o fator mais importante para a concessão do crédito. No entanto, o conselho de crédito sempre tem a possibilidade de acrescentar variáveis subjetivas, uma vez que nem todos os cadastros contemplam as informações suficientes e fidedignas do proponente ao empréstimo. A ideia de se ter um sistema que contemple mais dados, referentes a cada associado, fará com que esse histórico seja mais confiável. Outro aspecto é que um modelo mais eficiente proporcionará mais facilidade de se observar registos confiáveis para uma tomada de decisão na concessão de crédito a um proponente.
A ficha gráfica das operações por associados, e a redundância de dados, cada vez mais consolidarão sua situação frente à cooperativa, dando dessa forma mais segurança no momento de uma operação financeira de crédito.
Continua valendo a regra: quanto maior o valor solicitado, maior o risco e quanto mais tempo de vida como associado, ou seja, quanto mais velho for o cadastro, menor o risco. O problema é que o declarante distorce muito as informações cadastrais, daí a razão para se buscar cada vez modelos que gerem mais dados estatísticos confiáveis.
OS ASSOCIADOS SÃO ATENDIDOS PELOS COLABORADORES COMO DONOS.
Uma cooperativa de crédito não vive apenas de números, mas é abastecida de gente que movimenta suas economias financeiras nela.
Sabemos que há o problema da falta de dados e de cadastros robustecidos com informações a cerca dos associados (e clientes), que possam dar segurança no momento da decisão de emprestar o dinheiro ou não. Não basta ser sócio para se sentir dono e usar a cooperativa a seu bel prazer. Cada sócio é dono, mas é dono em corresponsabilidade com todos os demais associados.
Há em cada cooperativa um comitê de crédito que conhece o cadastro e todo o quadro de gente associada. Os dados numéricos servem bem para a aprovação automática, tipo 4.0, das tecnologias ou inovações desruptivas (produto, ou serviço, com características que provocam uma ruptura com os padrões, modelos ou tecnologias já estabelecidos no mercado). Bom é considerar também que esses dados (e modelos) podem estar deixando de fora fatores humanos importantes para uma tomada de decisão. Assim, a análise fundamental (realizada com base em dados históricos e do presente com o objetivo de fazer previsões financeiras e de capacidade de investimento e retorno) deve ser associada à análise numérica, de modo que se possa decidir com maior segurança.
O crédito seguro não se garante apenas pelos números, mas pelo conceito social do proponente também. O modelo automatizado de concessão de crédito nem sempre se caracteriza como sendo plenamente cooperativo, necessitando de um componente de relações humanas, afinal estamos tratando com donos e não apenas clientes de bancos.
Sabemos que o ramo de crédito é o que tem mais dificuldade para gerar fidelidade por parte dos associados, uma vez que dinheiro é produto com potencial para gerar inclusive corrupção, lavagem e desvios. Porém, quando se trata de cooperativismo, há sempre a preocupação com a educação financeira de associados, gestores e colaboradores. Estes, por sua vez, em função das novas tecnologias da era das conexões, virtualidade e nuvens, ainda mais necessitam de capacitação.
Vamos ficar na expectativa desse estudo terminar para vermos o quanto foi agregado de segurança, para facilitar a concessão automática e menos burocratizada, porém sem deixar de fora o viés da consideração humana fundamental para todo e qualquer ramo cooperativo.
As palestras promovidas pelo Professor Ainor Francisco Lotério junto às Cooperativas tem um grande diferencial. São inspiradas, profundas e de qualidade, atendendo a todo o público de colaboradores, associados, dirigentes, conselheiros e familiares.São diversos temas personalizados, promovendo o conhecimento e contribuindo para o crescimento cooperativo, humano e solidário.
Nosso trabalho é personalizado e as palestras customizadas de acordo com nossa preocupação em atender o perfil do público alvo, o tema desejado e objetivo de cada evento. O Palestrante ministra suas palestras de maneira concisa, bem humorada e com um conteúdo base de qualidade. Invista com segurança e qualidade, afim de alcançar melhores resultados para a cooperativa, associados e colaboradores.
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Já parou para organizar a Sipat desse ano?
Não? – O cronograma é sempre fundamental para desenvolver todas as atividades de maneira objetiva, intensa e com qualidade. Por isso, é importante elaborá-lo tendo como finalidade o respeito ao seu cumprimento;
– É importante identificar as necessidades dos recursos financeiros para a definição dos temas a serem abordados e para a contratação de especialistas nos temas;
– Buscar sempre propor atividades interessantes, envolventes e inovadoras, que saem do comum e daquilo que é repetitivo;
– Uma atividade bem importante também é procurar promover a sensibilização dos colaboradores a participarem das palestras, bem como, analisar as possibilidades de sortear alguns brindes em vista do reconhecimento e engajamento de todos.
Se você quer investir com qualidade e inovação, promovendo uma Sipat que atinja os colaboradores de maneira positiva, escolha um profissional com experiência, talentoso e que use a sua linguagem. Confira abaixo alguns temas que farão a diferença em sua Sipat:
– Motivação, Autoestima e Vida de Qualidade
A motivação é um dos recursos mais valioso de uma equipe. Pessoas motivadas tendem a alcançarem melhores resultados e consequentemente assumirem posturas positivas e de qualidade diante da vida pessoal e profissional. Valorizar a vida é o primeiro passo para trabalhar a autoestima no caminho da felicidade.
– Relacionamento interpessoal e trabalho em equipe
Não é nenhuma novidade a existência de relacionamentos difíceis dentro das empresas, algumas vezes contribuindo para o surgimento de doenças, indisposição e desencantamento com a vida. A importância de investir no comportamento humano se deve ao fato de promover mudanças positivas e significativas na vida da empresa e dos colaboradores. Relacionamentos saudáveis geram pessoas mais realizadas e desempenhadas a atingirem melhores resultados.
O engajamento dos colaboradores com a empresa e o envolvimento entre eles é que dão o maior incentivo para alcançar os resultados desejados. Assim, é preciso que cada um possa assumir as responsabilidades sobre o papel de cada um no ambiente de trabalho. Abordar a superação incentivando o público para atitudes positivas e proativas funcionam como uma injeção de ânimo diante das dificuldades do dia a dia.
– Ergonomia e seus Benefícios
Abrangendo sobre as relações entre as pessoas e as máquinas, a ergonomia influencia diretamente na saúde e na capacidade produtiva de cada colaborador. Ressaltamos os três campos de sua atuação: o campo cognitivo (saúde psicológica), o campo ambiental (ambiente de trabalho) e o campo físico (biomecânica), com o objetivo de propor mais conforto, bem estar e conscientização aumentando a produtividade e a qualidade de vida dos colaboradores.
A parte mais importante de uma empresa são as pessoas. Sempre contribuindo com o desenvolvimento da mesma, muitas vezes assumem posturas que colocam em risco a saúde de alguma maneira. Além de cuidar da prevenção contra acidentes no ambiente de trabalho e da importância na utilização das ferramentas seguras e adequadas nas atividades dos colaboradores, também é preciso cuidar da saúde psíquica, dos sentimentos, saber lidar com situações estresse, tendências para depressão, aprender a lidar com os sentimentos que surgem dia a dia, tudo isso auxilia para a melhora das relações interpessoais e consequentemente na produtividade dos colaboradores e da empresa.
Pensando sempre no desenvolvimento e crescimento dos colaboradores e da empresa, é importante ressaltar o cuidado e confiança que se deve ter ao contratar um palestrante. Avalie bem as recomendações, a experiência, o talento, a dinamicidade e conteúdo, para assim poder promover uma palestra inovadora e que será o grande diferencial de todo o evento.
As palestras promovidas pelo Professor Ainor Francisco Lotério nas Semanas Internas de Prevenção e Acidentes de Trabalho tem um grande diferencial, elas são inspiradas, profundas e de qualidade. São diversos temas personalizados para tornar a sua SIPAT especial e diferenciada, promovendo o conhecimento e conscientizando os funcionários sobre prevenção de acidentes, saúde e segurança no local de trabalho. Desde o chão de fábrica até a diretoria, o investimento para melhoria da qualidade no seio corporativo auxilia para manter a missão e os valores da empresa sempre presente entre seus colaboradores e clientes. Sejam para alcançar resultados, para melhorar a participação e engajamento dos colaboradores dentro da empresa, para investir nas relações interpessoais, para melhorar a qualidade de vida ou para motivar o público, o Palestrante ministra suas palestras de maneira concisa, bem humorada e com um conteúdo base de qualidade.
Nosso trabalho é personalizado e as palestras customizadas de acordo com nossa preocupação em atender o perfil do público alvo, o tema desejado e objetivo de cada evento. Invista com segurança e qualidade, afim de alcançar melhores resultados para seus colaboradores e para sua empresa.
Durante a tarde do dia 20 e manhã do dia 21 de abril de 2018, o Professor Ainor Francisco Lotério foi recebido pelo Engenheiro de Produção e parceiro Renan Jeremias, assessor da Fazenda Rio Duna. Acolhido em seu escritório teve conhecimento referente aos dados dos negócios com arroz irrigado (vídeo > Arroz ao ponto de colheita), pré-secado com capim tifton (ver imagens no álbum abaixo) para bovinos, equinos, ovinos e caprinos. Estes serão atendidos em fazendas e eventos, como rodeios, exposições etc.
No dia seguinte encontrou-se com um dos sócios/proprietários do negócio, Idio Nunes da Silva, que com seu dinamismo e conhecimento conduziu o Professor por diversas áreas do negócio, indo de Tubarão a Paulo Lopes, girando por entre as propriedades (fazendas) que compõem os negócios. Levando insumos, orientando os funcionários, observando o maquinário, supervisionando as atividades, recebendo contatos em seu telefone e what’s app, enfim, incansavelmente administrando os negócios. Da mesma maneira procede seu irmão, Marcelo Nunes da Silva, outro guerreiro das atividades campesinas dos negócios.
Enquanto no escritório, Renan Jeremias se ocupa das atividades burocráticas, anota despesas, faz compras, analisa gastos, planeja e participa de tudo o que acontece na Fazenda Rio Duna, os irmãos Marcelo e Idio botam o pé na estrada, nas lavouras e na administração do maquinário a campo. Era tempo de colheita de arroz irrigado e os próprios donos do negócio operam as máquinas e estão junto aos funcionários. Eles não se descuidam de nenhum aspecto que possa promover a eficiência da colheita do arroz (veja o vídeo abaixo), ainda mais quando o preço de mercado está abaixo do esperado.
O Palestrante também conheceu o projeto de arroz irrigado (fotos), onde também se pratica o cultivo com o menor impacto ambiental possível, como se pode ver no projeto que utiliza marrecos (ver vídeo > Criação de marreco pequim). O Projeto Palmeira Real (confira o vídeo > Projeto Palmeira Real) não está mais em fase de expansão devido a outras oportunidades de negócios que existem nas propriedades que compõem o complexo de negócios da Fazenda Rio Duna. O gado de corte (vídeo > Gado consumindo pré-secado) também é uma atividade da fazenda, mas que será estabilizado nos moldes atuais, devido as oscilações econômicas e os problemas havidos com a carne bovina.
EM TEMPOS DE MUDANÇAS CONSTANTES, COMO TRABALHAR A UNIDADE QUE PERDURA! MAIS DO QUE JUNTOS, UNIDOS PARA PROSPERAR NO AMBIENTE DE NEGÓCIOS.
Os tempos são de evocação ao individualismo e do cada um para si e pouco ou nada para o outro. Quase sempre estamos juntos, porém quase nunca somos unidos!
É fácil estar juntos ou debaixo do mesmo teto, porém é tremendamente mais fortalecedor e cooperativo estarmos unidos no mesmo propósito, mesmo exigindo esforço para ser feito e árduo trabalho para ser continuado.
Juntos podemos estar sendo apenas uma turba numa balada, entretanto, só unidos é que fazemos parte do mesmo corpo, do mesmo ideal e defendemos com consistência o mesmo espaço.
Mais do que trabalhar juntos devemos agir como uma equipe unida, acreditando no propósito ideal do nosso negócio. Isso porque apenas juntos ainda somos fracos, pois podemos apenas estar de olho naquilo que o outro tem e não com o coração aberto à partilha em “um só coração e uma só alma”.
No seio de uma corporação, p.ex., o tripé missão, visão e valores são conceitos fundamentais para criação, organização e desenvolvimento empresarial. Eles nos dão uma estimativa do quanto estamos comprometidos com aquilo que é nossa obrigação, enquanto dirigentes, colaboradores, parceiros ou cooperadores.
O propósito empresarial é criado a partir do planejamento estratégico e deve definir sua maneira de se estabelecer no mercado e na sociedade. Porém, é bom internalizar que isso não se faz sem verdadeira unidade em termos de visão, missão, princípios e valores adotados na busca de resultados. Temos percebido que sem o fulgor da união a equipe não se conserva coesa e não prospera no mesmo ambiente de negócios.
Considerando-se os espectros das relações humanas e dos negócio como um todo, os apelos de um mercado consumista e de uma sociedade hedonista, materialista e individualista são atraentes, desagregadores e aterradores. A todo instante nos vendem a fácil felicidade sensorial, bioquímica, enfim, as promessas religiosas de cura fácil, etc. Há sempre uma pílula para uma dor, uma promessa para aliviar a dor e nos trazer a salvação sem o esforço da verdadeira mudança interior, promover o prazer, levantar a moral e fazer funcionar um órgão, engordar, emagrecer, enfim, tudo sem esforço, porém com muito prejuízo pessoal gasto financeiro mais tarde.
Isso pode redundar em muito trabalho logo à frente para pagar toda a “felicidade que se compra para si”, quando perdemos a oportunidade impar de a vivermos na unidade. Não que não se possa desfrutar do prazer, da matéria para consumir de maneira sustentável e se valer das próprias forças e condições pessoais que a criação nos dá, somadas àquelas que buscamos desenvolver a partir de dons, talentos e habilidades.
Acreditar em si é fundamental, de modo a que não se dependa apenas de elogios ou de que outros acreditem em nós. No entanto, nada supera a força da caminhada em unidade.
Devemos agir na unidade e não apenas juntos, comungar tudo e não apenas compartilhar um pedaço com os outros, derramar seu próprio suor e não se valer do suor de outrem, assim como dar do seu próprio sangue e não fazer derramar o sangue alheio.
Pessoas e equipes precisam saborear o pão e abraçar as causas que estão sobre a mesma mesa das oportunidades. Isso se faz com treinamento em favor do mesmo sentimento de unidade. Unidade não nasce no berço, pois cada vez mais nascemos de famílias com poucos filhos, onde são criados com tudo o que desejam e sem muita luta por suas próprias necessidades. A possibilidade de serem pessoas e profissionais egoístas é muito grande.
Portanto, necessário se faz conscientizar (e capacitar) os membros do seu time que estar junto pode não significar unidade e cooperação, especialmente quando vivemos mais de pura opinião e menos de esforço para a união.
Trabalha em união quem está ligado, pegado, conectado, unificado, prendido (e não preso) no mesmo amor, associado á mesma fé, atado ao mesmo sonho, vivenciando o mesmo compromisso com os resultados planejados estrategicamente. E isso não se consegue com um “tamo junto” mas com um “somos muitos em um só ideal”.
Dizem que tudo muda o tempo todo e que devemos estar preparados para as constantes mudanças. Pensando assim, logo me vem à memória que vivemos num mercado provisório, que não tem caráter de permanente, sendo temporário, provisional. E tudo o que é provisório é efêmero, passageiro e precário, como a vida se nos apresenta em muitas ocasiões. Tuto o que é temporário é também fugaz e frágil, assim como se apresentam nossas relações “ficantes” (sem compromisso de unidade e continuidade, provisório), do tipo que está junto, não unido. Logo precisamos trabalhar mais a unidade que perdura, mantém-se estável, firme, certa e confiável.
Quando de nada temos certeza parece que estamos perdidos em tudo. Sabemos que nem tudo pode ser seguro, garantido ou inabalável, porém tudo pode ser sincero e confiável. E quando estamos unidos de verdade, a confiança toma ares de esperança e fica mais fácil a jornada. Não precisamos atravessar o mar à noite inteira e retornarmos à margem sem peixes, mas podemos lançar as redes do lado do barco, próximo margem, que sempre encontraremos um amigo a se somar ao nosso unido esforço para puxarmos a rede.
Quem não deseja uma vida longa, bem vivida e feliz?
“Todos desejam chegar à velhice; e quando chegam a ela, acusam-na” (Cícero (106-43 a.C.).
O que realmente acrescenta alegria de viver e felicidade à nossa velhice?
Quanto mais longeva se torna a humanidade, mais se preguntará sobre a qualidade de vida na terceira idade! Assim, “a velhice é prêmio para uns e castigo para outros” (Marquês de Maricá).
Vivemos mais hoje que nossos vós viviam e nem sempre sabemos o que fazer com essas décadas de anos que ganhamos a mais para viver.
Precisamos de atitudes novas, pois uma vida longa e feliz é uma conquista possível para quem tem consciência sobre o uso dos recursos tecnológicos, das potencialidades corporais e dos mecanismos naturais do ambiente externo, hoje disponíveis aos seres humanos. A conquistamos mais facilmente se não tivermos medo de apreciarmos a parte escatológica da nossa existência. Como viver muito sem envelhecer, sem parecer velho e ser enquadrado nessa faixa etária? Pessoas que têm vergonha de serem chamadas de velhos, que desejam serem mocinhos e viverem em estado de juventude sempre estão se autoenganando.
Envelhece com mais felicidade quem aceita a sua idade, mas continua pensando jovem. Isso é possível devido ao fato das células neuronais não criarem rugas, não ficarem flácidas, uma fez que vão se reduzindo, mas nascem novas até certa idade. Segundo publicação da revista Scientific American, neurônios jovens se aproveitam das experiências dos neurônios mais velhos.
“Como crianças novas na vizinhança, neurônios recém-formados tentam avidamente se enturmar com o grupo local. Logo após o nascimento, as células seguem rapidamente para onde está o agito e passam a tentar se ligar com os neurônios maduros que compõem as conexões já estabelecidas.”
Certo dia um jovem, após uma palestra me abordou sobre um tema tratado, de maneira direta me falou: “Professor, mas isso é pensamento de velho, não é?”. Preocupado, voltou-se para mim e me disse: “O senhor me desculpa, minha intenção não foi chamá-lo de velho!”. Disse-lhe eu sorrindo: “Você não precisa se preocupar comigo. Não me ofendi em ser chamado de velho. No entanto eu gostaria de saber se você já imaginou viver o suficiente para parecer velho e ter a alegria de alguém pronunciar face to faceisso é coisa de velho?”. Com rubor facial ele concluiu: “Realmente nunca havia pensado nisso. De hoje em diante vou pensar e agir diferente. Quero ser um idoso que demonstre alegria de viver!”.
Como envelhecer se não desejamos ficar velhos? Como ser exemplo para os mais novos s tornamos a velhice uma fase da vida sofrível?
Onde a dor impera e a cobrança por consideração da parte dos outros for maior do que o valor que damos a nós mesmos não pode haver sentimento de felicidade na terceira idade.
Sei que há situações de vida degradante e de idosos que não dispões do mínimo, para uma vida condizente nos seus últimos anos, ou seja, na sua escatologia existencial.
Não se preocupe que não estou falando do gosto de morrer, mas do genuíno amor pela vida. A escatologia é parte da teologia e filosofia que trata dos últimos eventos na história do mundo ou do destino final do gênero humano, comumente denominado como fim do tempos e das coisas, o que aqui trago para o mundo de cada ser humano.
Não se preocupe que não é pensamento mórbido, mas encorajador. Pessoas que utilizam todos os seus recursos físicos, mentais e espirituais em prol da sua existência na face da terra aumentam a sua chance de viverem mais e com uma maior percepção de felicidade. Segundo algumas pesquisas e especialmente uma realizada pelo Centro Nacional de Adição e Abuso de Drogas dos EUA (Revista Superinteressante: A Ciência da Fé), “quem requenta cultos religiosos pelo menos uma vez por semana tem 29% mais chances de aumentar seus anos de vida em relação àqueles que não frequentam”.
Evidentemente, não se trata de feitiçaria, intervenção divina direta, mas denota que as pessoas que são mais religiosas também cuidam mais do seu corpo atualmente. Elas estão olhando para si como servidoras de exemplo e templo para a morada de um espirito de vida santo.
Como posso amar aos outros como a mim mesmo se não cuido nem de mim? Mesmo que o leitor não seja adepto de uma religião e não faça orações, ele ainda assim pode entender que isso é lógico. Nesse ponto é bom frisar que não vi (em décadas de experiência, atividades e vida religiosa) alguém orar para a sua vida ficar pior e as coisas darem erradas. Sempre os vi buscando cura, vida melhor, bens e amores, muitos passando até da conta e fazendo negócio com Deus, mas tentaram com fé. E a fé é um direito de cada um para com seu deus, não uma imposição que se faz a outros, mesmo àqueles que se dirigem ao único Deus (como o faço).
Não é intervenção divina a qualquer custo nem milagre fácil, mas o cultivo da fé que interfere na mudança de atitudes. Não é feitiçaria ou simpatia, mas encanamento com aquilo que podemos conseguir estimulando nossa mente e nosso coração espirituosamente.
Lendo a mencionada pesquisa podemos dizer que a fé gera um comportamento diferenciado, pois “os religiosos apresentaram um comprometimento maior com a própria saúde. Também vão mais ao dentista, tomam de maneira mais correta os remédios prescritos, bebem e fumavam menos.” As religiões, via de regra, recomendam que seus fiéis deixem os vícios e não consumam bebidas de álcool e drogas. Nem sempre conseguem seus intentos, porém, não desistem!
Mas, não imaginemos recursos como sendo apenas os ligados à medicina (medicamentos, procedimentos cirúrgicos, etc.), novas tecnologias geradoras de conforto (eletrodomésticos, visão, locomoção, proteção, etc.), mas os que podemos encontrar em nosso mundo interior, bastando para isso lançarmos mão de conhecimentos que nos são apresentados quotidianamente. Aí entra o poder da fé a prática religiosa saudável bem dirigida, aquela que nos leva ao exercício comunitário e a uma vida social d qualidade.
Uma pesquisa publicada na revista Nature (confira na íntegra > Evidence for a limit to human lifespan) afirma que a vida do ser humano tem um teto natural. Isso aparentemente contradiz os mais otimistas nas histórias e recentes conquistas médicas, que apontam a possibilidade de aumento constante, mesmo que lento da expectativa de vida, a ponto de um di atingirmos a imortalidade. Não seria isso também uma espécie de religião?.
Uma vida longa nem sempre é uma vida boa, mas, sim uma vida que seguiu uma jornada de realização de sonhos e propósitos significativos.
Antigamente, o cabelo grisalho ou branco era sinal de maturidade e respeito. Hoje, qualquer pessoa de aparência jovem pode ter cabelos brancos, sem que se apresente nela os sinais de sabedoria, respeito e maturidade. No capítulo dezesseis, versículo 31, está escrito: “O cabelo grisalho é uma coroa de esplendor, e obtém-se mediante uma vida justa.” Ora, vemos tantos portadores de cabelos grisalhos e brancos a produzirem erros e mais erros, inclusive corrompendo a nação.
Uma longevidade humana advém dos benefícios obtidos dos avanços tecnológicos e dos hábitos que mantemos ao longo da nossa existência. Todavia, isso nos leva até certo ponto, pois nossa estrutura corporal, independente do que façamos, uma hora termina por se desgastar completamente. E quando estamos aparentemente desgastados e nossa mente continua brilhante, a nossa vida ainda o tem muito significado. É nessa fase da vida que podemos ser sábios e usufruirmos de mais momentos felizes.
PREOCUPAÇÃO E CUIDADOS COM A TERCEIRA IDADE EM DOIS ASPECTOS:
Primeiro, ter uma meta longa quando o número de anos a serem vividos ( eu, p.ex, em minhas palestras para a terceira idade falo jocosamente, conforme você pode ver aqui > Terceira idade, espero viver 127 anos, sendo que aos 60 pretendo dar uma festa aos amigos, para lhes dizer o que farei com os 57 anos restantes). Penso que quando queremos viver muito e bem devemos pensar positivamente em viver muito e bem. O que não devemos é proceder como se quem estivesse ao nosso redor tivesse pena de nós ou fosse obrigado a nos suportar, como se fossemos credores de muito mais do que já recebemos.
Viver é um barato e devemos tornar a vida uma joia preciosa do princípio ao fim.
Segundo, cultivar o desejo de morrer de velhice, enfrentando se preciso for dificuldades para ouvir, falar e manter algumas atividades fisiológicas. Jamais orar para não sofrer ou morrer repentinamente. Isso não me possibilitará me despedir da vida como quero. A isso chamamos de apreciação da parte escatológica da vida. São as últimas coisas ou dos derradeiros acontecimentos da nossa existência, das quais não podemos escapar, mas, sim, desejar chegar a elas) e não apenas as do início.
Quando uma criança nasce todos, normalmente se alegram. No entanto, se ela não receber cuidados, atenção, proteção, educação e o devido encaminhamento nessa sociedade competitiva atual, a chance de se dar mal é grande.
Uma vida pode ser mais bem apreciada ao seu final, no passar o ultimo traço na conta da nossa existência. É aí que dizemos ao mundo que realmente valeu a pena a nossa vida. Por isso, eu não tenho medo de viver muito e já estou perdendo completamente o medo da morte. Noto nas pessoas um exagerado medo da morte e intensa preocupação com o seu viver. Há quem imagine que vida de qualidade seja sinônima de conforto, viagens, comida, orgias, bebidas, enfim, sem limites. No entanto, os sábios que envelheceram com qualidade nos dizem que quando se aprende a viver com o necessário, a servir com amor e a viver com mais alegria a vida ganha m sentido e nossa longevidade passa a ser sinônimo de felicidade.
Chego à conclusão que envelhecer é um barato que não é para qualquer um, como já postei nesse blog. Por isso, após tantos anos atuando e envelhecendo com os meu públicos, encorajo-me a deixar algumas dicas de como envelhecer feliz no mundo atual:
Procure fazer de todas as suas idades cronológicas idades felizes. Quem viveu a primeira e a segunda idade de modo infeliz, dificilmente terá felicidade na terceira. Desse modo entendemos porque muitas pessoas consideram a velhice como estágio terminal de abandono, sofrimento e dor.
Proceda com amor. O amor não é um sentimento apenas de troca com outras pessoas, mas o maior dom que podemos possuir. Com ele nós agimos com mais paciência e não desejamos levar ao outro a dor que não queremos suportar. Num cenário familiar de poucos filhos, porém de mais recursos educacionais, procure conscientizá-los para o fato de que poderão surgir dificuldades futuras, mas que o cuidado com você não deverá se tornar uma obrigação, mas uma atitude de amor.
Não espere pelos filhos ou pelas políticas públicas. Aquelas pessoas que dispõem de condições financeiras para contratar bons cuidadores, planos de saúde eficientes e até um local para passarem seus últimos anos, messes ou dias, devem fazê-lo. Não se deve esperar que os filhos fiquem extremamente sensibilizados com nosso envelhecimento, pois um dia eles também podem nos considerar um estorvo. Já sabíamos que um dia íamos estar sós. Em fazendo assim, os filhos e familiares ficaram ainda mais sensibilizados a cuidarem de você. Lembre-se que as aposentadorias serão cada vez mais escassas e o déficit público está aumentando, ainda mais somado à incapacidade da máquina pública em gerar justiça social no campo da previdência social.
Não espere a velhice chegar para preparar a terceira idade. Inicie o mais cedo possível os fundamentos e a construção da sua feliz terceira idade. Comece durante a mocidade. Por isso, a minha fala não está sendo dirigida aos mais velhos, mas aos que ainda têm cérebro e corpo para tomarem as providências enquanto ainda é tempo.
Mantenha vivo o amor próprio. Esse amor próprio pode, dependendo de se praticar ou não uma religião, lhe ajudar a manter com mais saúde e melhores relacionamentos comunitários. A fé em seu Criador, praticando orações em favor da própria saúde, além do bem-querer aos outros, manterá seu espírito firme na busca da eternidade espiritual.
Ingira muita água potável (de verdade). Sabe-se que durante o processo de envelhecimento a pessoa envelhece vai perdendo a sensibilidade à sede. Desse modo, não se esqueça de ingerir água no volume necessário (dois e meio a três litros diários), mesmo que não sinta sede para tanto. Isso fará com que seu corpo funcione melhor. Assim como água compõe dois terços do planeta, também compõe dois terço do seu corpo. Como deixar de fora do seu corpo um líquido tão importante em qualidade e qualidade?
Sorria constantemente de tudo o que vale a pena. Devemos sorrir com sinceridade, mesmo que não sejamos correspondidos a altura. No entanto, também devemos cuidar para não darmos sorrisos sem sentido, apenas por sorrir. Isso passará a ser visto como uma tolice e não uma atitude positiva que expresse bom humor e saúde. É bom sabermos que o sorriso aciona mais músculos da nossa face que as carrancas, além de nos aproximar de pessoas agradáveis.
Mantenha conversas intergeracionais. Não se furte em envidar esforços para conversar com pessoas mais novas e mais velhas que você. Isso não é para que elas lhe aceitem por um favor, mas para que você compreenda melhor o mundo em que elas vivem, de modo que no seu estágio de terceira idade sua mente já esteja treinada a todo o tipo de diálogo e expressões, bem como seu coração aceite conviver com emoções de gente mais tenra e de pessoas mais maduras.
Continue pensando jovem. Apesar de lhe verem como mais velho, pois isso manterá sua mente mais atualizada, de modo que os outros se encantaram mais facilmente em conviver com você, e você também se interessará mais amigavelmente pelo mundo deles.
Mantenha sua inteligência social e sensibilidade solidária. Seus relacionamentos com pessoas envolvidas na comunidade, seus sentimentos de amor ao próximo e suas contribuições onde você puder. Nossa vida é fruto da palavra pensada, das nossas atitudes voluntárias e dos nossos pensamentos. Portanto, pense bem, fale corretamente e aja como o seu coração, que pulsa por você sem que seja mandado.
Nunca desiste de estruturar o edifício da sua longevidade. Não é inteligente viver de modo ranzinza, a demonstrar que a velhice passe a significar aos mais novos.
Há um ditado grego que diz: “As pegadas na areia do tempo não são deixadas por quem está sentado”. Então vá à luta mesmo que os passos sejam lentos, a resistência à subida de escadas seja menor e a vista não enxergue tanto!
Continue dizendo ao mundo com seu modo de viver que viver vale a pena! Tenha sempre em mente que nunca é tarde para se aprender!
A definição de política inclui os temos arte, ciência e virtude do bem comum.
No tocante à política, como poderíamos definir cada um dos temos supracitados, sem ampliarmos nossa visão estratégica sobre a amplitude o que é público? Iniciemos, pois, tecendo considerações sobre a tríade arte, ciência e virtude:
A arte pode ser entendida como a maneira com que cada um ou uma comunidade tem de expressar seus sentimentos, habilidades e emoções. Esse “cada um” envolve cada cidadão ou munícipe, ao qual se destina a obra, ação ou serviço.
A ciência como qualquer conhecimento prático sistematizado ou organizado no viés do bem público. Também se refere ao processo ou sistema de adquirir conhecimento, baseado no método científico bem como ao corpo organizado de conhecimento adquirido. Imaginem quando pensamos assim focado na política pública intitulada EDUCAÇÃO?
A virtude deve ser aceita como a qualidade do que se conforma com o que é correto e desejável não para a pessoa que está no exercício do poder ou praticando o serviço público, mas do ponto de vista da sociedade (do povo), sempre de conformidade com o bem. Não haverá bem comum se os gestores, os servidores e o povo não agirem dentro de princípios morais que gerem honestidade, primando sempre pela dignidade humana.
Parto da frase “o estilo é o homem”, do conde de Buffon (naturalista, matemático e escritor francês) para iniciar (não aceitar como pacífico) o entendimento o modo de agir do político atual, quase sempre avesso a um planejamento sistemático (mais rígido), desejando colocar em prática projetos e serviços que gerem retorno imediato, ainda mais num país em que ocorrem eleições a cada dois anos. Essas eleições normalmente desorientam os gestores e desarranjam atendimentos normais à comunidade.
Fazer sem pensar e depois acusar adversários pelos erros cometidos é a tônica nas gestões públicas atuais.
Ora, “quem arruma sarna deve aprender a se coçar”, assim como quem assume uma administração pública já deve estar sabendo das suas condições antes de entrar, ao menos é o que rege a lei da transparência fiscal (Lei nº 12.741/2012).
Tudo na gestão pública deve ser feito às claras e nada às escuras. Contudo, não é o que mais se verifica. Senão podíamos ter evitado os escândalos que causaram bilhões de reais em prejuízos ao erário e sociedade brasileira, quando dirigentes de órgãos públicos e de poderosos conselhos diziam (e ainda dizem) não ter conhecimento dos desmandos e corrupções que vinham acontecendo. Imaginem quando os pais agem assim no seio familiar: não se interessando pelo que está acontecendo com os filhos ainda em formação? As chances deles sofrerem mais tarde pela falta de preparação é muito grande, como está acontecendo com os contribuintes brasileiros atualmente.
Quem está por concurso, nomeação ou terceirizado numa estrutura pública qualquer deve amar servir, pois quem ama não faz só o que lhe apraz, mas age (como os verdadeiros pais e mães) de acordo com o que é justo e necessário à felicidade de seus conterrâneos.
O que é um gestor público senão uma espécie de pai e mãe dos anseios do povo, que são uma espécie de filhos seus. Aliás, os adjetivos gentílicos para cidades, estados, países e continentes (p.ex., catarinense, brasileiro, capixaba, etc.), denotam que nos consideramos orgulhosos por pertencermos a um determinado território (torrão natal, município, estado ou pais), dando-nos uma ideia de sentimento filial.
Tive a oportunidade de me enveredar no viés do serviço público e também de ter sido gestor por algum tempo (ver o link: Ainor Lotério e a Gestão Pública), quando pude perceber a necessidade que têm as comunidades locais de uma atenção eficaz das administrações públicas.
“Fazer política” não é apenas fazer campanhas, se envolver em processos eleitorais, ganhar ou perder. “Fazer política” é fazer arte, ciência e buscar agir com virtude no espaço que é para todos, o povo.
Todavia, gestar com eficácia a coisa pública é doar todo o conhecimento, determinar toda a vontade e agir em favor do outro e nunca em causa própria. Parece isso ser óbvio, porém muito recorrente é. Basta vermos os escândalos que atualmente envolvem a sociedade brasileira.
Necessário se faz investimentos humanos e materiais no sentido de se estruturar uma gestão pública focada no bem comum, ou seja, no serviço que gere benefícios ao cidadão e não na consumição dos recursos do erário em favor dos que ocupam os cargos (veja a nota sobre esse tema que publiquei certa vez: Gestão Pública focada na Virtude do Bem Comum), de modo a denotar a preocupação que devemos (cidadãos e gestores) com tudo o que diz respeito ao erário.
Não se consegue uma gestão pública mais eficaz apenas com a criação de agências regulatórias, se não prepararmos devidamente os ocupantes desses caragos e postos, funções e serviços.
Mais do que atender ao princípio da legalidade, onde o poder público só pode fazer aquilo que a lei permite e deve agir de acordo com a lei determina, notadamente no caso da execução das políticas púbicas de atenção ao cidadão (educação, meio ambiente, saúde, assistência e promoção social, idoso, criança, segurança, etc.) devemos agir com dignidade em favor do desenvolvimento sustentável para todos.
A promoção da justa arrecadação de impostos, tributos e taxas deve ter por parte dos gestores públicos a mesma intensidade de interesse quanto o da sua aplicação em favor do bem da sociedade.
A sociedade (nem todos, uma vez que em cada eleição vemos o povo errando de novo e fazendo retornar ao poder aqueles que outrora já cometeram sérios erros e foram muito ineficientes) espera que a prestação de serviços governamentais ocorra com qualidade, utilizando racionalmente os recursos dos contribuintes. Nesse sentido, cada um de nós, gostando ou não de política, precisa acompanhar o desempenho das instituições governamentais públicas, de modo que evoluamos na qualidade das administrações.
O doutrinador José Afonso da Silva cita em sua obra “Comentário contextual à Constituição”:
“o princípio da eficiência administrativa consiste na organização racional dos meios e recursos humanos, materiais e institucionais para a prestação de serviços públicos de qualidade em condições econômicas e de igualdade dos consumidores”.
Isso nos leva a entender que quando se trata de servir ao bem comum, portanto, aquilo que é de todos, tanto os incluídos no mercado de bens e capitais, quanto a sociedade “sobrante” (aqueles que são desprovidos de renda, bens, saúde, emprego, enfim, quase invisíveis na sociedade) deve-se agir com zelo pela coisa pública. Mais do que isso, com uma espécie de espírito público paráclito, ou seja, animador, encorajador, honesto e trabalhador, de modo que o pelotão maior (formado pelo povo) se sinta dentro da gestão e feliz.
Atitudes, comportamentos e providencias gerenciais fundamentais para o sucesso na gestão pública:
Para se estruturar uma gestão pública de qualidade, que seja reconhecida e que alcance os fins desejados, mister se faz adotar algumas linhas de procedimento e não abandoná-las.
Abaixo, com base em experiências, estudos de caso e considerando a estrutura da gestão pública brasileira atual fazemos algumas sugestões:
> estruturar uma agenda de ações que seja posta em lei, de modo que ao entrar uma nova administração a mesma não abandone o que a outra gestão iniciou, porém não concluiu;
> manter o foco nos resultados que o povo ou os beneficiários desejam (e que já estão postos na política pública de trabalho) e não nos “resultados” que um determinado grupo político almeja;
> formular políticas públicas a partir de processo de planejamento sistematizado, de modo que a comunidade se sinta constantemente coparticipe, e não apenas no momento da colheita de subsídios (audiências públicas) para a elaboração das mesmas;
> permitir que mais e mais pessoas, tanto técnicos, quanto servidores e gestores do quadro público, bem como outras forças vivas da sociedade (associações comerciais e industriais, associações e ONG,S, etc.), sintam-se pais do processo;
> nomear gestores competentes tecnicamente (não premiar incompetências partidárias), socialmente e ambientalmente, de modo que tenham habilidade para flexibilizar recursos descentralizados e de serem cobrados por isso;
> não abandonar (em nenhum momento), mesmo nos instantes de algum conflito ou crise, a utilização de planejamento estratégico em todos os departamentos, de modo a otimização mais e mais os processos administrativos;
> ajustar o orçamento público às reais necessidades de cada setor (município especialmente), de modo que o mesmo não se torne uma peça de ficção, mas de fixação de sonhos em obras e serviços que gerem concretos benefícios;
> estrutura e manter sistemas de informação, monitoramento e prestação de contas, que forneçam subsídios para a tomada de decisão tanto do poder gestor quanto do povo;
> elaborar um orçamento que mensure receitas e despesas de maneira mais exata e menos aproximada, como ainda persiste, de modo a gerar mais confiança por parte da sociedade;
> estruturação de um banco de dados (povo, negócios, atividades, território, meio ambiente e recursos, cultura, formação e movimentos populacionais, etc.) que disponibilize indicadores que permitam medir o tamanho das demandas, o atendimento das necessidades e possibilite enxergar os desvios para introdução de medidas corretivas;
> não perder de vista a necessidade de inovar internamente a gestão, valendo-se para isso de tecnologias de ponta e já testadas, melhorando as condições de trabalho dos servidores públicos;
> tornar o serviço público uma permanente escola de formação, onde o investimento na excelência humana se torne, mais do que uma retórica bem apresentada, um programa de desenvolvimento humano praticado do início ao final da gestão.
A gestão pública sempre será necessária. Portanto, sempre fundamental será o investimento na sua riqueza essencial, ou seja, as pessoas, tanto as que estão do lado de dentro da máquina pública, quando os beneficiários das políticas púbicas.
Parece um tema cansado, mas não é, pois a vida em si é tudo o que temos.
Vivemos buscando respostas de como proceder em todos os campos da nossa vida para que ela seja mais equilibrada, harmônica e que possamos nos sentir bem com aquilo que somos e temos. Em tempos de correrias e mudanças constantes, quando a sociedade se apresenta a nós com relacionamentos cada vez mais provisórios, estar preparado para enfrentar tudo isso com mais tranquilidade é fundamental.
Então o que fazer para que essa tranquilidade bata à nossa porta e queira fazer morada em nosso corpo e habitar, nosso coração e nossa mente?
A velha frase latina “mens sana in corpore sano” (“uma mente sã num corpo sadio”), do poeta romano Juvenal, se apresenta sempre nova quando se fala de saúde, bem estar e vida de qualidade.
Então, o que as pessoas deveriam desejar e fazer nos seus dias para que sua vida se tornasse cada vez melhor? Como viver com mais saúde, bem estar e vida de qualidade?
A saúde, o bem estar e a vida de qualidade não são fruto de uma mágica ou algo que se adquire facilmente.
“Viver é um barato e não devemos tornar isso uma carestia”, ou seja, não devemos tornar a nossa vida um sofrimento por não saber adotar um determinado comportamento ou por não agir corretamente para que nosso corpo e nossa mente existam harmoniosamente e por mais tempo. Carestia aqui entendida como sendo não apenas falta de bens essenciais à sobrevivência, mas a escassez de vontade específica para se autodeterminar na direção daquilo que é bom e salutar ao corpo, ao coração e à mente.
Quem não deseja viver mais e melhor e alongar a sua vida?
A medicina estuda e sonha em aumentar a longevidade humana (e tem conseguido avanços significativos), porém não basta viver mais apenas por viver, mas viver com vida de qualidade. No entanto, há, às vezes, mais vida e bem estar em lugares simples e sóbrios que em lugares com excesso de conforto e entradas em excesso em nosso corpo. Essas “entradas em excesso” de que falo são a forma exagerada de comer e de beber, o modo egoísta de consumir exageradamente aquilo que em quantidade normal e nutritiva vai lhe trazer mais bem estar e felicidade.
Quando se fala em felicidade (que pode ser mais ou menos constante ou apenas termos momentos felizes) não dá para dissocia-la de bem estar. Normalmente, nos dicionários e pesquisas rápidas encontramos que a felicidade é a qualidade ou estado de feliz, de uma consciência plenamente satisfeita, um contentamento com aquilo que se tem e se é, sobretudo um bem-estar que tem profunda ligação com nossa saúde.
Tomo esse viés, no qual associo bem estar com felicidade, por considerar que são temas ligados e um não existe sem o outro.
Aprendi em minha jornada existencial até aqui, quando imagino ainda ter um longo futuro, porém não posso me garantir por si, que a minha jornada foi alongada com pensamentos, alimentos, comportamentos, relacionamentos e movimentos.
Vejamos algumas sugestões para melhorar nossa qualidade de vida:
Como foram seus pensamentos a cerca da sua existência até aqui e como melhorá-los? Não precisa ser feito um levantamento minucioso, até porque não vamos nos lembrar de tudo e não temos o hábito de anotar tudo. De outro lado, mesmo que tenhamos registrado muita coisa nas redes sociais, ainda assim o que registramos quase sempre é a face mais doce da nossa existência. O que eu falo é de pensamento seu mesmo, daquele seu mundo interior, do seu cosmos interno, aquele que só você sabe, para afirmar: NOSSA QUALIDADE DE VIDA SE INICIA COM A NOSSA QUALIDADE DE PENSAMENTO, ou seja, não há vida boa com pensamento ruim o tempo todo! O pensamento tem o poder de gerar prosperidade, então comece a agir para aprimorar seus pensamentos agora, já, nesse momento! Cabeça boa ajuda qualquer pessoa!
O que você anda consumindo, ou seja, quais seus alimentos preferidos e como melhorar suas preferências? Vivemos numa época de receitas e “mastercheff”, enfim, “talent show” de culinária pelo mundo afora. Dá-me a impressão que quando maio a crise econômica e os conflitos mundiais mais se come. Parece-me até que é mais para afogar a ansiedade do que para causar saciedade. Se comer é necessário à sobrevivência humana, muitos se perguntam: de que maneira podemos estabelecer os limites entre alimentação e gula? Estude o seu caso e suas necessidades corporais, consuma alimentos naturais e procure entender mis de nutrição e menos de alimentação (comer para se abastecer). Isso requer disciplina e amor próprio. Procure ajuda médica, fale com profissionais da área, mas tenha você mesmo disciplina própria e conte com seus familiares e amigos. Aceite falar abertamente sobre seus anseios e/ou problema e não se esconda atrás de medicamentos (que apenas estar te dando uma sensação de bem estar químico e não natural). Saúde entra pela boca. Estômago não é depósito, mas um cérebro que nos diz quando não gosta de certo alimento, assim como todo o sistema gastrointestinal!
Como a mudança de comportamentos pode contribuir para uma vida melhor. Falar de comportamento humano não é simples, pois se entra numa seara imensa de “gostos e sabores”. Portanto, não queremos aqui nos aprofundar na questão, mas apontar algumas sugestões no tocante à evolução de alguns aspectos que levem à melhoria contínua da vida. Vou considerar aqueles comportamentos adquiridos, que são mutáveis e se caracterizam por ser uma reação de cada pessoa aquilo que ela aprende, vê e compreende como sendo algo mais útil para a saúde e bem estar da sua existência. Trata-se de atitudes que podem ser estudadas e motivadas em cada ser para que ele viva melhor em diferentes situações. Ler mais, por exemplo, é fundamental para movimentar os neurônios e dar mais saúde ao cérebro e isso pode se tornar um hábito comportamental. Como cada um de nós reagimos ao meio em que vivemos, normalmente somo levados a consumir o que nossos amigos nos recomendam, o que nossas famílias preparam e isso pode estar sendo de modo inadequado para você. Cada caso é um caso e cada um precisa nutrir seu estômago e sua mente com aquilo que lhe faz bem. Quem faz apenas o que gosta não tem, para mim, tanta chance de ter bem estar e ser feliz quando aquele que faz o que é necessário agora. Não falo de rigidez a toda prova, mas de se saber como se deve comportar para que nossa convivência seja melhor e nossa vida tenha mais qualidade. O “eu sou assim e pronto” não ajuda em muito, a exemplo do “se me quiserem que me aceitem como eu sou” também não cabe bem em todo lugar. Não precisamos nos descaracterizar, mas devemos saber compartilhar o que é bom em cada ambiente.
O aprimoramento dos relacionamentos como fator positivo na qualidade da vida. Quem não conhece o dito popular “diga-me com quem andas que direi quem tu és!”. Particularmente não concordo com ele e entendo que até posso não ir com todos, porém não o classifico como pior só porque não concordo com ele. No entanto vale dizer “diga-me com quem andas e direi se vou contigo ou não!”. A capacidade de aprimorar e escolher os nossos relacionamentos é fundamental para que nossa vida se torne m ais segura. Pais têm imensa preocupação com seus filhos e filhas nessa vida de constantes baladas e elevada violência. Quem nascer a meio século sabe melhor do que estamos falando, ao passo que a geração mais jovem já nasceu nessa onda de relacionamentos mais “ficantes” menos duradouros. No entanto, aposto na juventude e no pensar jovem a cerca dos relacionamentos. Há relacionamentos que nos fazem mal. Fujamos destes. Há relacionamentos que nos fazem bem. Aproximemo-nos destes. O básico é ter relacionamentos baseados na confiança, no respeito e no amor.
Os movimentos corporais como ingresso de mais qualidade na vida. O corpo não foi feito para ficar parado. “Corpo que não se movimenta tende a ficar pesado, podendo parar e morrer4 mais cedo”, dizia meu amigo campesino. Manter-se em movimento produz inúmeros benefícios para o corpo (mente e coração), inclusive auxiliando no aumento da resistência física (eu me canso, mas me fortaleço). Também podemos citar o auxílio na prevenção (e cura) de doenças, melhora da autoestima, alívio da ansiedade e do estresse. A prática regular de atividades físicas deve ser tornar uma realidade na vida de quem deseja ter mais saúde e viver melhor. Quem conhece e sente os riscos da falta de movimento do corpo logo passa a se movimentar mais. Se você também se encontra em situação de vida sedentária, mude agora, pois sedentarismo não combina por muito tempo com bem estar e vida de qualidade. Deixe de se valer de desculpas para não se movimentar. Levante-se mais cedo, já que no final do dia é sempre mais complicado para se sair de casa, especialmente no caso de pessoas mais compromissadas. Salte mais cedo da cama, quem sabe com o sol, e ponha seu corpo em movimento, primeiro com movimentos fisiológicos (alongamentos etc.) e depois intensifique os movimentos (caminhada, academia, parques, etc.). Garanta uma vida mais saudável, movimentando seu corpo constantemente. Ah, cuide muito da sua coluna, lembre-se sempre dela em tudo o que você fizer, pois as dores da coluna são fruto do mau uso que fazemos dela.
O tema (que o apresentamos na forma de uma pergunta) “COMO VIVER UMA VIDA COM MAIS QUALIDADE?” é inesgotável, ou seja, é para a nossa vida e a vida de todos com quem convivemos. Dessa forma, nossa intenção não foi expor aqui um tratado sobre o tema, mas lembrar de que cada um de nós pode fazer muito mais, para lançar mão do potencial interior que temos para cuidar da própria saúde. Só não o fazemos pelo fato de perdemos a consciência sobre isso e nos entregarmos à vida rotineira recheada de correrias.
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Estive participando da Aula Magna da Escola de Negócios da PUCPR, em Curitiba. Dessa vez do Programa de Pós-Graduação em Administração com a palestra Excelência na Pesquisa e Publicação Internacional do Profº Drº Rodbert D. Hisrich, da Kent State University. O Professor explanou sobre os aspectos e a estrutura da dissertação, tendo como base fundamental para o seu sucesso o “Knowledge and interest” (conhecimento e interesse), também abordou sobre a importância da utilização e elaboração de artigos na publicação internacional. Pude contar com a presença do meu Filho Lucas Lotério, também participando da Aula Magna e me auxiliando em alguns momentos com as traduções da mesma. Seguimos em frente, sempre investindo em conhecimento em vista do desenvolvimento humano e profissional.
Vivemos tempos de correria, onde alguns sequer sabem para onde estão corrente. Desse modo, o papel da liderança se amplia para orientar a caminhada dos liderados.
Liderar é a habilidade de motivar, capacitar, refletir, alegrar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos comuns. Trata-se de uma habilidade a ser cada vez mais desenvolvida, especialmente no mundo atual e no seio das corporações, onde as influências de fora são cada vez mais fortes no lado de dentro.
O líder deve ter em mente que as pessoas são a riqueza essencial de qualquer empreendimento e são elas que fazem os processos seguirem com qualidade ou não. São elas que por meio da sua criatividade, do seu comprometimento e do seu labor contribuem efetivamente, para com a organização e para com a equipe. Mais que capital (algo que parece ter apenas um valor monetário ou dá despesas), devemos considerar a excelência humana, que deve ser valorizada para unir o grupo ao redor de um objetivo comum.
Num processo acolhedor de liderança, cada um pode e deve se questionar:
Até que ponto contribuo para o resultado do empreendimento que estou a liderar? -Quando a minha ação como líder imprime reflexo positivo no trabalho do grupo? -Sei qual o objetivo a ser atingido? -Preocupo-me constantemente em como melhorar a gestão das pessoas que estão sob a minha liderança?
Cada líder precisa estar cônscio do seu estilo de liderança, uma vez que os liderados, muito embora, às vezes, não saibam o caminho a ser seguido, são extremamente questionadores. Cada estilo de liderança tem um efeito junto aos liderados. Daí a importância de adotar o estilo adequado para poder coordenar e dirigir as ações de cada equipe, grupo, plateia ou povo para os resultados esperados.
Dentre os estilos de liderança podemos destacar os seguintes:
Liderança autocrática, diretiva ou autoritária: toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados; determina qual o seu companheiro de trabalho; é dominador e pessoal nos elogios e nas críticas.
Liderança democrática, participativa ou consultiva: voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório; as diretrizes são debatidas e decididas pelo grupo, estimulado e assistido pelo líder; o líder é reconhecido e procura ser um membro normal do grupo.
Liderança liberal ou “Laissez faire”: dá liberdade na execução dos projetos (“deixai fazer, deixai ir, deixai passar”); ideal para equipe madura, que não necessita de supervisão constante; pode ser indício de negligência e fraqueza, onde podem passar falhas e erros.
Liderança paternalista: pode promover a atrofia da liderança, onde o Líder e sua equipe têm relações interpessoais similares às de pai e filho; não é o modelo adequado, pois desequilibra a relação entre o líder e os liderados.
Liderança por ideal: conduz por meio das convicções e valores, sem desmerecer os liderados; gera um ambiente de participação e integração dentro do grupo.
Liderança por amor, o exemplo de Jesus: vai além de todos os estilos acima mencionados, gerando comunhão entre os liderados; tem um o que abarca a diversidade; motiva o bem viver; acolhe a todos até o limite do seu aprendizado; procura desenvolver cada vez mais a competência social e a sensibilidade solidária, pois entende que a sociedade é maior do que o mercado, e que seus liderados têm sonhos e amam. É um estilo comprometido com a causa (“o reino da corporação e o plano de salvação profissional de cada um”); não se envolve em fanatismo, mas age com fé na promoção do outro, não levando a ele dor, mas amor (amor altruísta que desperta o amor próprio e motiva as pessoas pelo dever de forma abnegada); é o estilo em que o líder demonstra sentimento de carinho e afeto para com as pessoas que possuem a capacidade de demonstrá-lo.
Esse compromisso com o todo ajuda a levar o líder a conduzir as pessoas para a meta certa, com ideal, transformando-as em seguidoras conscientes de boas empreitadas. Empreitadas que envolvem a missão e os valores da empresa ou lugar que se trabalha.
Colaboradores e liderados que geram resultados idealizados positivamente são aqueles que se percebem valorizados pelo líder. Só uma liderança efetivamente compromissada com aquilo que faz pode conquistar o coração e a fé do grupo para o propósito central de qualquer negócio. Não se trata aqui de pregação religiosa, mas de espiritualidade da liderança, de modo a entender que “há um só corpo, e um só espírito, e uma só esperança para a qual vocês foram chamados” (conforme apóstolo o líder e escritor sagrado, Paulo de Tarso, aos Efésios 4, 4).
No fundo ou no “frigir dos ovos”, toda a liderança age em torno do plano de atuação, ou seja, de salvação do negócio ou empreendimento. E que a pratica deve agir como um mestre, aquele que junto segue “um caminho de verdade e vida”, não de conflitos e exploração. E isso requer acolhida e postura amorosa para com todos.
A acolhida do liderado acontece quando nos sintonizamos e agimos de forma recíproca, ou seja, como líder não levamos ao liderado a dor que não podemos e não queremos suportar, mas levamos a ele a amizade, a paz, a simpatia e a solidariedade que queremos ter em nossos momentos de dificuldade e em todos os tempos.
Por isso, ver, pensar, sentir, decidir e agir com justiça é fundamental para que possamos tornar nossa jornada como líderes cada vez mais uma ação que promova a todos é fundamental.
Ainor Francisco Lotério
São longos anos de caminhada junto ao Cooperativismo. Desde a minha juventude sempre estive engajado, estudando, me formando, informando e trabalhando a favor dessa filosofia de vida (veja mais > Ainor Lotério e o Cooperativismo). Nessa semana pude acolher, prestigiar e iniciar uma nova oportunidade em minha vida, o Mestrado em Gestão de Cooperativas, ofertado pela Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), com sede em Curitiba.
O cooperativismo não é um assistencialismo, mas uma atividade que busca atender às demandas dos associados. A cooperativa é um grande agente de desenvolvimento que se destaca pelo compromisso com os cooperados, seus familiares e com a comunidade. Prestando assistência técnica e creditícia, possibilita assim o aumento de produtividade, a diversificação e aumento da renda da propriedade (do associado e sua família).
Na Aula Magna – de abertura das atividades do curso – esteve presente o Engenheiro Agrônomo Sr. José Aroldo Gallassini, presidente da COAMO-Cooperativa Agroindustrial de Campo Mourão, falando sobre sua carreira profissional, até os dias de hoje, quando ocupa o cargo de Diretor Presidente da maior cooperativa da América Latina, da qual também é um dos fundadores. Segundo ele, quando se fala em cooperativa “não dá par fazer tudo o que você quer. Não se dá privilégio a ninguém. Todos devem receber o mesmo preço, tanto na venda quanto na compra. O pequeno e o grande devem ser tratados igualmente”. Também explanou sobre a existência da cooperativa como uma empresa que segue princípios e valores: “Cooperativa é empresa sim, ela paga impostos, distribui sobras, tem CNPJ. A ideia do não ser empresa vem muito dos tempos do filantropismo e do pensamento distorcido de alguns […] A cooperativa é uma empresa que segue princípios e valores e cada um tem um voto, independentemente do tamanho e do poder”.
Foi ouvindo essas palavras e muito mais, que pude perceber a beleza e certeza do meu caminho no cooperativismo. Atuando há muitos anos como palestrante cooperativista, participando de formações para associados, colaboradores, conselheiros fiscais, famílias, mulheres cooperativistas e para a juventude, hoje fortaleço ainda mais o meu laço cooperativo ingressando no curso de Mestrado em Gestão de Cooperativas.
É o despertar dos associados, entendendo que “O SÓCIO É O DONO”, que fortalecerá a cooperativa para o bem de todos.
Ninguém vence exclusivamente por suas forças. Isso eu aprendi bem cedo no seio da minha família.
Da mesma forma, uma comunidade não é feita por um “Robinson Crusoe” (livro que retrata a ventura de um náufrago numa ilha deserta). Nesse romance fica claro que há uma esperança de encontrar seres vivos humanos e que ele tem a companhia de um papagaio e de um índio, o sexta-feira. Observamos, que sua sobrevivência não teria sido possível não fossem os recursos naturais, ou sejam, os seres vivos aos seu redor, pois num deserto ele não sobreviveria.
Outro caso importante, e bem dos nossos dias, é o caso dos trinta e três mineiros do Deserto do Atacama. Imaginem se apenas um deles resolvesse bancar o egoísta e comesse toda a comida disponível? Viveria este um pouco mais, porém morreria logo em seguida, dentro da mesma mina, de remorso ao ver os corpos sem vida, e por entender que ele ajudou a acelerar sua morte. Mas o que foi que eles fizeram? Uniram-se, fizeram orações, montaram uma estratégia, dividiram tarefas, disciplinaram a todos, foram rígidos, acreditaram em tudo o que podiam e jamais viram no outro os problemas, mas uma possibilidade. Apenas um agindo de maneira egoísta do tipo “cada um pra si ?”, “quem pode mais chora menos ?”, “você depende apenas de você ?”, “não dependemos dos outros ?” e por aí afora? Bem, eu tenho certeza de que essas várias interrogações se tornariam numa grande certeza: um só teria sobrevivido!
Cooperativismo não se coaduna com egoísmo, individualismo, mas com altruísmo, solidariedade, serviço na direção do outro, mais do que um por todos, todos por todos. Cooperar é não levar ao outro a dor que não quero suportar, enfim, aplicar a lei da reciprocidade.
Um cooperativista não se baseia na lei de Gerson (“leve vantagem você também!”, mas na missão e valores da sua cooperativa, bem como nos seus princípios (adesão livre e voluntária, controle democrático pelos sócios, participação econômica dos sócios, autonomia e independência, educação, treinamento e informação, cooperação entre cooperativas, preocupação com a comunidade) e valores, nascidos da visão dos Pioneiros de Rochdale-Inglaterra, onde nasceu a primeira cooperativa do mundo. Veja a história nesse link: história do cooperativismo, onde se pode dizer: “Levemos todos as vantagens dos resultados que pudermos produzir juntos para nossos lares e propriedade!”. Confira o vídeo abaixo com uma clara explicação sobre o que é uma Cooperativa.
Cooperativismo se inicia na consciência de cada um e passa como um ideal para o grupo que se está, seja na família, na empresa ou em qualquer lugar.
O cooperativismo não é apenas uma atitude pessoal, que muitos podem a ter, mas, como não compreendem a sua filosofia e nem o porquê da sociedade constituída de pessoas, não sabem explicar as razões da sua participação, nem a importância da cooperativa.
É por isso que quando alguém se aproxima como sócio ou cliente de uma cooperativa, apenas para ganhar não pode ser contado na lista dos bons sócios, àqueles que têm o ideal cooperativista no coração. Isso é como pôr um filho no mundo e não estar consciente e preparado para educa-lo: a chance dele se perder é muito grande, a não ser que alguém coopere com sua existência e cooperação.
Há um dito popular português que cada vez mais se torna brasileiro que diz “cada um pra si e Deus pra todos”. Há quem o interprete no sentido de que “cada um seja responsável por seus atos” e Deus para todos, quer dizer que Deus está disposto a todos. Ora, nisso não há fé, não há amor e muito menos caridade.
Entendemos que ser cooperativista sem senso do que seja adesão livre, interesse pelo bem (formação, capacitação, resultados para todos, etc.) do outro e pela comunidade é impossível na realidade. Passa a ser uma entidade (empresa mercantil comum, um negócio apenas) montada por alguns, com cara de muitos, mas que só atende ao interesse de poucos, aqueles que dominam os associados e dirigem as atividades de acordo com seus interesses (até espúrios). Veja abaixo algumas fotos de nosso trabalho com as cooperativas.
É o despertar dos associados, entendendo que “O SÓCIO É O DONO”, que fortalecerá a cooperativa para o bem de todos. E ser dono não é apenas investir dinheiro, mas se adonar filosoficamente, espiritualmente, pela entrega de produtos e serviços, pelo acompanhamento de todas as atividades da sua condução, é ser leal, buscar informação, formação e conhecimento, enfim, estar por dentro para continuar dentro.
Cooperativistas são todos aqueles e aquelas que entendem o que lhes digo neste texto, não se incomodando com qualquer questionamento, pois seu proceder é ético, competente tecnicamente e socialmente, além de imprimir sempre uma profunda sensibilidade solidária. Afinal, um sócio deve estar na cooperativa pela confiança que tem na sua diretoria, mas, sobremaneira, pela qualidade do seu quadro associativo. Ou seja, um sócio se apoia outro e todos formam o corpo cooperativo.
Caros cooperativistas de todos os ramos e contemplados por toda a diversidade humana, gostaria que soubessem porque tenho esse entendimento, essa paixão e esse comprometimento como o COOPERATIVISMO desde o seio do meu lar. Por isso disponibilizo todo o meu site www.ainor.com.br para pesquisa ou o acesso direto ao link a seguir para conhecer um pouco da minha formação e experiências em cooperativismo: Ainor e o Cooperativismo.
Liderar é a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos. Trata-se de uma habilidade a ser cada vez mais desenvolvida, especialmente no mundo cristão atual e no seio das igrejas, onde as influências de fora são cada vez mais fortes no seio das igrejas.
Foi assim que, a convite do Pe. Márcio Alexandre Vignoli, coordenador do Retiro Quaresmal das Lideranças da Paróquia Divino Espírito Santo de Camboriú, SC, estivemos na Comunidade Divino Oleiro, em Governador Celso Ramos, SC. (mais…)
?FÉ E TRADIÇÃO, ARREFECIMENTO E REVITALIZAÇÃO ?? Meu espírito está alegre, pois tenho em minhas mãos o livro da renomada professora Tereza Santos da Silva, intitulado “CAMBORIÚ, CIDADE DO ESPÍRITO SANTO – A REVITALIZAÇÃO DA SUA FESTA DO DIVINO”. ⛪?
Em seu prefácio, a autora destaca que “este livro apresenta o resultado de uma pesquisa iniciada em 2007, em Camboriú, indo às ilhas Terceira e Pico, nos Açores” (território autônomo da República Portuguesa). Todavia, digo-lhes que este é um livro fruto de meticuloso e dedicadíssimo esforço, pesquisa esmerada a campo, observações empíricas, costurado pelo brilho da Inteligência da professora Tereza.
Camboriú é uma cidade com uma cultura mesclada de influências de toda parte, sem um traço comum forte que a identifique plenamente, uma vez que sofreu (e ainda sofre) os efeitos da litoralização (migração populacional de diversas regiões de SC e do Brasil junto à faixa litorânea).
Recomendo a leitura desse livro não apenas àqueles que participam dos festejos em Camboriú, mas a todos que desejam entender a força da fé, os fundamentos da tradição e a necessidade de identidade cultural na vida de um povo.
Como proclamou na APRESENTAÇÃO do livro, Pe. Márcio Alexandre Vignoli, atual Pároco, nascido em Camboriú-SC, tendo sido aluno da Professora Tereza: “a professora Tereza, com toda a capacidade científica que tem, nos faz desejara conhecer mais apuradamente essa expressão peculiar de devoção e amor ao Espírito Santo: a Festa do Divino!”
Concordo e desejo que os dons do Espírito Santo (sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade, e temor de Deus) possam iluminar a todos para uma vida de paz, superação da violência e vida comunitária harmônica e fortalecida!
É inegável que a magia da mulher enfeitiça, espiritualiza e dá brilho por onde ela passa. Todavia, depende sim da postura de cada mulher diante de si mesma, do valor que ela acredita para a sua pessoa, da visão que ela tem de sociedade e de mundo, para que sua força seja distinguida e reconhecida. E isso ela não obtém apenas com estímulos motivacionais ou por despertar a autoestima, mas quando aprender a construir um projeto reflexivo do ser. Uma mulher insegura de suas qualidades, despreparada para enfrentar o cenário competitivo e injusto atual não será reconhecida e nem respeitada pelos outros.
A mulher consciente sabe do seu corpo, da sua mente e dos seus relacionamentos mais do que da sua aparência: ela entende o mundo a seu redor e não se deixa enganar pelos falsos sinais e promessas de um mundo hedonista (que considera o prazer como único bem) e consumista (modo de vida orientado para o crescente consumo de bens ou serviços supérfluos, como fonte de prazer, sucesso, felicidade). Confira abaixo o vídeo com um pouco de nosso trabalho com as mulheres.
É evidente compreender que mulheres e mulheres não são iguais, muito menos mulheres e homens são iguais. No entanto, tenho a impressão que mesmo o óbvio não é percebido ou entendido por muitos setores da sociedade. Avalio não apenas a igualdade ou equidade ente os sexos como sendo algo muito maior do que justiça, direito ou liberdade, mas como condição necessária para o aprimoramento da humanidade. E a humanidade é formada por ampla diversidade de jeitos e características humanas, personalidades e rostos, onde cada ser pode expressar sentimento de bondade, a benevolência em relação aos semelhantes, ou de compaixão, piedade, em relação aos desfavorecidos ou diferentes. Nesse sentido, a mulher surpreendente é aquela que compreendeu que as diferenças nos fortalecem e nos unem, desde que entendamos que ser diferente é vantajoso e pode ser surpreendente.
SUPERAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
Constantemente, pesquisas mostram a vergonhosa prevalência da violência contra as mulheres no Brasil. O problema é que a realidade muda pouco. Famílias são desajustadas, pais e mães sem autoridade, filhos enterrados nos canteiros do tráfico de drogas, políticas públicas que vão pouco além dos bons propósitos teóricos também não ajudam a mudar o perfil dos agressores. Segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o Brasil já registrou um estupro a cada onze minutos, o que dá meio milhão a cada ano. Cerca de 70% das vítimas de estupro são crianças e adolescentes e quem mais comete o crime são homens próximos às vítimas. Disso podemos concluir que há uma verdadeira guerra de sexo, ou seja, um avança sobre o outro, como no dito popular: “sem dó nem piedade”.
A violência tem se instalado dentro dos lares onde a paz deveria reinar. A cada 7.2 segundos uma mulher é vítima de violência física, segundo o Instituto Maria da Penha. A quase totalidade da população brasileira (96%) acredita que é preciso ensinar os homens a respeitar as mulheres e não as mulheres a terem medo, de acordo com percepções do Instituto Patrícia Galvão/Locomotiva, 2016. Mas onde devemos iniciar essa tarefa? Novamente tudo se volta à mulher, pois o filho fica muito mais sob seus cuidados que dos pais, sendo estes seres distantes dos filhos. Minha mãe e meu pai tiveram onze filhos e hoje ela é viúva. Mesmo nas comunidades rurais como a que nasci a presença da mãe é mais constante e próxima do filho que a do pai.
O certo é que quantificar a violência contra a mulher é tão difícil quanto controla-la. Para o ano de 2018, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) escolheu tema “FRATERNIDADE E SUPERAÇÃO DA VIOLÊNCIA” e o lema: “VÓS SOIS TODOS IRMÃOS” (Mt 23,8), com o objetivo geral de construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da palavra de Deus, como caminho de superação da violência”. Para a superação da violência, tão evidência em nosso país, não podemos deixar de atuar como sendo viventes da mesma casa comum.
FAZ CINQUENTA ANOS QUE ACOMPANHO PESSOALMENTE A EVOLUÇÃO DAS MULHERES e durante esse tempo muitos degraus difíceis e importantes eu as vi subirem.
Lembro-me com carinho dos tempos de extensionista rural, uma espécie de professor e educador do campo, quando trabalhávamos em equipe (eu e uma colega) para promover eventos de capacitação e melhoria da qualidade de vida das mulheres do campo. Notávamos que nas escolas elas dominavam, nas igrejas davam imprimiram seu espírito, nos postos de atendimento à saúde elas tratavam da vida, e nas áreas administrativas, elas coordenavam como ninguém. Pelas funções e trabalho de equipe e parcerias que desenvolvíamos no Serviço de Extensão Rural do Estado de Santa Catarina (a ex-Acaresc e agora a Epagri) tive também a oportunidade de ajudar nalguns situações, como: elaboração de pauta e plano de ação em favor das mulheres rurais visando a estruturação da economia doméstica; gestão do lar e da propriedade (participando como marido e a família); realização de palestras e encontros de motivação e valorização das mulheres; cursos de formação em relações humanas e em técnicas de produção agropecuária (horta e jardinagem) etc. Isso me fazia perceber a forte participação das mulheres naquela época.
A mulher não é inferior, nem superior, mas apenas diferente do homem. Não há necessidade de disputa, mas de compreensão dessa diversidade das suas faculdades, inclinações, aptidões e facilidades para fazer com mais espero o que o homem faz e o que só ela sabe fazer.
DESPERTAR O PENSAMENTO PROATIVO DAS MULHERES.
As mulheres naturalmente sempre foram à luta em defesa das suas crias e da família como um todo, uma vez que sempre coube a elas, de maneira preponderante, o preparo da mesa.
Quando ela pensava hoje na mesa do dia seguinte já estava sendo proativa, mas apenas para o centro do lar e das necessidades dos outros. Mas a proatividade é o comportamento de antecipação e de responsabilização pelas próprias escolhas e ações frente às situações impostas pelo meio também para si e não apenas para os outros. Não quero com isso dizer que ser proativa é ser individualista e egoísta. Deve sim ela manter sua inteligência cooperativa ou coletiva, de modo que sua essência congregadora (capacidade de existir junto) não se perca, pois já faz parte da sua natureza e vínculo que mantém com a maternidade.
Todavia, o pensamento proativo não nasce apenas de experiência pessoais, mas é também consequência de esforço bem dirigido na busca de objetivos profissionais, agindo de maneira proativa e assim prevenindo futuros problemas, necessidades ou mudanças. Ficar acomodada dentro de casa ou condicionada ao pensar pequeno do apenas gerar filhos ou ser “do lar” não vai fazer entrar o “dólar” da necessária renda que a vida atual requer.
A mulher nasceu para brilhar, não para ter sua luz ofuscada pelo esquecimento ou por qualquer tipo de abafamento cultural, legal ou preconceituoso. A presença da mulher em qualquer ambiente dá a ele uma singular graça. Ela é indispensável à evolução humana da humanidade, para dar o alinhamento harmônico ao desenvolvimento da sociedade com sua competência social e sua conhecida sensibilidade solidária.
A força original do universo feminino está sendo cada vez mais percebida na sociedade e se tornando notável nas instituições e entidades nas quais ela participa. A mulher está sempre associada desde a maternidade ao espetáculo da vida. Por essa e outras inúmeras razões, ela precisa estar de bem coma vida para perceber e ocupar com vigor seu papel no mundo atual.
Na graça da vida, a mulher é a luminosidade e fulgor que nunca devem se apagar, pois a ausência dela é sinônima de escuridão.
NÃO BASTA EXISTIR, MAS TER PRAZER DE EXISTIR E ALEGRIA DE VIVER A BUSCA DA FELICIDADE. E isso a mulher vai conseguir mais facilmente vivendo e convivendo com positividade em todo e qualquer ambiente. O seu empoderamento no mundo atual é inegável de um modo geral, mas incipiente nalguns pontos. Nos dias atuais, a mulheres devem se entrosar melhor nos movimentos políticos que dizem respeito às suas questões.
A mulher insipiente (com “s”), como alguém que não tem saber ou carece de sensatez, que não busca o conhecimento jamais vai se elevar a uma existência plena e emancipada.
Motivá-las, refletir sobre suas dores e seus amores, conflitos e propósitos de vida, enfim, melhorar sua autoestima, motivação e conscientização sobre sua força empoderadora. Nossas palestras visam criar para o público feminino uma atmosfera de entusiasmo e alto astral, envolvendo-as num clima de descontração, bem-estar e disposição. Nosso desejo é fazer com que elas se tornem cada vez mais agentes da própria vida e passem a apresentar o seu espírito de fulgor em todos os campos da atuação (família, entidades, sociedades, vida profissional etc.). Despertar o pensamento positivo e corretamente proativo, mostrando o significado e importância do papel da mulher na sociedade é nosso propósito (não uma propaganda que fazemos, poios isso pode ser notado em nosso trabalho apaixonado exposto em www.ainor.com.br). O esforço na rota da própria emancipação da mulher nunca deve visar deixar o sexo oposto par traz, mas motivá-lo a seguir a mesma senda.
Constatamos em nossos trabalhos, pesquisas e convivência que a mulher sempre tende a cooperar com quem convive. Na busca da sua emancipação (financeira, intelectual, afetiva e social) ela não deseja o isolamento, mas a todos quanto pode o desenvolvimento. Também por isso, cada palestra precisa ser rica em atitudes positivas e orientada à prosperidade equitativa, visando alcançar o sucesso harmônico na vida.
A MULHER E A SUSTENTABILIDADE SOCIAL, ECONÔMICA E AMBIENTAL.
As mulheres demonstram uma constante preocupação com o aprimoramento humano e a justiça social onde quer que elas atuem. Isso é próprio do ser feminino, o que dá a ele uma visão holística e de sustentação social mais harmônica. A mulher agasalha mais os filho que o homem e eles têm mais horas de vida na presença delas do que deles. Isso foi o que presenciei em minha vida. No entanto, não é isso que torna o homem distante e fraco, mas a sua incompreensão dessa realidade e por não se fazer um parceiro constante da sua evolução. Tive esse privilégio, ou seja, logo cedo iniciar meu trabalho profissional em parceria com as mulheres (extensionista da ex-ACARESC-Associação de Crédito e Assistência Técnica de SC e Epagri-Empresa de Pesquisa e Extensão Rural de SC: www.epagri.sc.gov.br), na gestão pública, organizações não governamentais, gestão pública, igrejas, empresas e sociedade de um modo geral. As mulheres participam sempre majoritariamente da gestão pública e das instituições que cuidam de pessoas e do meio ambiente. Desde garoto percebia em minha mãe, minhas tias, vizinhas, conhecidas e colegas de trabalho, como também percebo em minha esposa, que cuidar mais do que ser cuidada sempre foi a sina da mulher. Tenho imprimido em minha mente e marcado em meu coração que a mulher, de um modo geral, se apresenta como um ser integral, pensa como ventre e age para o mundo todo. Pode parecer uma visão machista para alguns e feminista para outros, mas desejo que seja entendida como um privilégio que tive.
As mulheres doam-se mais e duram mais que os homens. Vi muitas mulheres doentes dizerem a seus filhos pequenos: “só morrerei quanto terminar de criar todos vocês!” Imaginemos o poder dessa afirmação. Tenho lido e ouvido que a neurociência (conjunto de conhecimentos que se refere à mente e ao sistema nervoso) afirma que quem ama vive mais, pois o cérebro vai sendo condicionado e essa mensagem transferindo-a ao quotidiana das ações, de modo que o amor passa (como reciprocidade) a produzir mais alegria de viver e compromisso com a vida do outro.
Dados do IBGE apontam que as mulheres são maioria no país, têm vida média mais elevada que os homens e assumem cada vez mais o comando das famílias. Os números atestam: a nova mulher brasileira desempenha um papel cada vez mais importante na sociedade. Isso nos leva a aceitar que sua emancipação está conectada diretamente ao progresso sustentável da sociedade. E aqui desejo mencionar a insustentabilidade da economia, onde, segundo o Banco Mundial, quando mulheres são legalmente impedidas de participar do mercado de trabalho em vários pontos do mundo (100 de 173 economias monitoradas pelo organismo internacional têm restrições ao trabalho feminino. Em 41 países, por exemplo, mulheres não podem exercer determinadas funções em fábricas. Além disso, em 30 economias, mulheres casadas não podem escolher onde morar).
Não se pode mais conceber um lar, uma instituição pública ou privada sem a mão, a inteligência e o coração da mulher na sua condução.
A sustentabilidade social para a mulher também está relacionada com sua visão sobre o meio ambiente, pois elas o percebem como uma grande casa para toda a humanidade. Dados das Nações Unidas indicam que 80% dos participantes de militância ecológica são mulheres, o que talvez se deva ao movimento feminista, que desde a década de 70 defende a ideia de que o meio ambiente natural é feminino e, por este motivo, a proteção da natureza estaria ligada à emancipação da mulher e sua maior influência no desenvolvimento local e global.
Segundo pesquisa teórica de Mulheres e lutas socioambientais: as intersecções entre o global e o local (Gilsa Helena Barcellos da –EMESCAM- Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória), chama a atenção, em especial nas últimas décadas, a forte presença das mulheres em movimentos e lutas relacionados à problemática ambiental. Essa presença se faz de diversas formas em níveis local, regional, nacional e internacional. O Brasil, particularmente nos últimos anos, tem registrado importantes eventos de caráter socioambiental protagonizados por mulheres.
A LUTA PARA EQUILIBRAR O TRABALHO E A FAMÍLIA É O MAIOR DESAFIO DA PARTICIPAÇÃO FEMININA NA FORÇA DE TRABALHO em economias desenvolvidas e emergentes, conforme estudo recente da OIT-Organização Internacional do Trabalho. No mundo todo, 70 por cento das mulheres e dois terços dos homens prefeririam que as primeiras tivessem empregos remunerados, revelou o estudo. Ainda mais dados: estudo do Fórum Econômico Mundial mostrou que os esforços para diminuir as diferenças de gênero na participação na força de trabalho e no pagamento desaceleraram tão dramaticamente no último ano que homens e mulheres podem não atingir a igualdade econômica durante outros 170 anos. Essa demora pode ser compreendida mais facilmente quando sabemos que as mulheres recebem em médio 77 por cento do que os homens ganham (OIT).
No Brasil, a participação das mulheres no mercado de trabalho está subindo, e elas estão aumentando sua presença em todas as áreas do mundo laboral, muito embora trabalhem mais na informalidade que os homens, sendo elas as grandes molas propulsoras do trabalho exercido na informalidade.
As mulheres sempre viveram uma sujeição social muito grande, sendo guardadas dentro de casa, “esquentando a barriga no fogão e esfriando no coxo”. O casamento era o destino apontado pelos pais e por pressão da família, e elas nem sempre podiam escolher seu companheiro e viver o amor do seu jeito. Mas o tempo passou e notamos que inclusive essa prisão aos objetivos da sociedade e às tarefas do lar (lavar, levar ao varal e secar, fazer comida, lavar a louça, limpar a casa etc.).
Contudo, o que percebemos é que essas algemas culturais adornadas pelo machismo não as reduziram ao nada e nem impediram (mesmo tendo atrapalhado em muito) a sua evolução. Mesmo o calor do fogão também fez aquecer seus sonhos de liberdade, ação e domínio de si, fazendo não apenas nascer filhos do seu ventre, mas sonhos da sua mente.
Hoje os tempos são outros e estão a requerer cada vez mais um pensamento democrático, diverso, onde as liberdades pessoais estejam associadas à competência social e à sensibilidade solidária. E nesses quesitos devo dar pontos às mulheres: elas têm inteligência coletiva primorosa e uma sensibilidade social caridosa, uma vez que o poder do ventre, a meu juízo, as faz fortes em qualquer lugar, sendo mães ou não. Isso se reflete em serviços e habilidades apresentadas em diversas instituições em que elas são chamadas a trabalhar ou entram pela porta dos filtros concursais.
A MULHER É A ESSÊNCIA DA FAMILIA E DA SOCIEDADE: tudo o que elas botam a mão vai bem.
A mulher sempre teve tudo a ver com o lar, com a casa e a família. Conforme aponta pesquisa do IBGE, as mulheres brasileiras passam o dobro do tempo dos homens com tarefas domésticas (nove entre cada dez mulheres realizam algum tipo de tarefa doméstica durante, no mínimo, uma hora semanal, enquanto sete em cada dez homens se dedicam a afazeres domésticos, mas dedicam metade do tempo gasto pelas mulheres nestas atividades). Mas isso já foi bem mais dilatado no passado. A tendência hoje é o homem participar mais da vida conjugal, tornando-se um parceiro cooperador em tudo.
“Como o sol que se levanta para o mundo nas alturas de Deus, assim é o encanto da boa esposa na casa bem arrumada”(Eclo 26, 21). Esse versículo reflete ao mesmo tempo a importância da esposa no centro do lar, mas também pode ser entendido como sendo ela submissa a tudo. No entanto, se irmos mais a fundo percebemos, inclusive nos aspecto religioso, que as mulheres já ocupavam um lugar central, bastando apenas elas se fortalecerem e depois expandirem sua ação pelo mundo afora, como o que acontece hoje. O fato é que não se consegue mais prender dentro dos espaços de uma casa ou nos contornos de uma legislação machista os encantos, a inteligência e a visão de um ser feminino bem preparado e disposto a vencer.
Em nossos dias não cabe mais a competição entre o masculino e o feminino, muito menos a submissão de um sexo ao outro.
Há ainda quem julgue que a mulher deve abandonar seus afazeres específicos para se igualar em tudo ao homem. Caso seja uma decisão consciente dela, tudo bem. Mas penso que não deva ser essa a preocupação dela: igualar-se ao homem ou vencê-lo, mas cooperar para encaminhar harmonicamente a família, a comunidade e a sociedade rumo ao equilíbrio nas relações, de modo que não se reduzam os conflitos e até mortes passionais.
A mulher moderna não aceita a escravidão, mas também não deseja fazer escravos. Ela não pode aceitar ser subserviente e também não se satisfaz em fazer o homem subserviente a si. Isto é fruto da nova consciência, que não deseja gerar uma nova subserviência da mulher ao homem, bem como do homem à mulher.
A grandeza da mulher está precisamente em cultivar o que lhe é próprio: a afetividade e a capacidade de amar, sua inteligência e habilidades impares e o próprias do seu gênero.
Sem a presença da mulher, com seus traços femininos peculiares, os homens se apequenam, suas façanhas poderiam facilmente redundar em desventura para o próprio homem.
A civilização atual atravessa uma fase de rápido declínio, porque está dominada pela tecnologia, racionalismo, busca excessiva de bem-estar econômico, amor como sinônimo de sexo, etc., onde o apelo carnal se sobrepõe aos apelos da alma. E quando se fala na mulher como alma ou a alma da mulher isso deve significar o seu “ser”, a sua “vida” ou a “criatura” que anima tudo ao seu redor.
A mulher, não contaminada pela mentalidade dominante e pelos apelos do consumismo, com a sua intuição, sua preferência pelo amor profundo e estável, pela busca da realização de seus sonhos que se tornará vencedora e feliz.
Hoje, a mulher pode dizer que tem tudo a ver com a sociedade, o trabalho, a empresa, a política, enfim, o mundo inteiro, basta olharmos os postos que ela ocupa atualmente. Elas ocupam cada vez mais a gestão de empresas, atua no mundo universitário, segurança pública e privada, são donas de propriedades rurais, postos nos tribunais superiores, na política, presidentes de países, em organizações de pesquisa de tecnologia de ponta. Pilotam jatos, comandam tropas militares, perfuram poços de petróleo, fazem faxinas em casas e apartamentos, são palestrantes, enfim, não há o que elas não fazem.
Ser mãe já não é mais uma incumbência exclusiva da mulher, mas uma conjunta tarefa dos pais. Expresso isso devido ainda persistir o problema dos desajustes familiares, os quais prejudicam mais as mulheres que os homens, pois quando filhos são “colocados no mundo” sem a dimensão do tamanho dessa responsabilidade, normalmente, as mulheres é que ficam com a carga maior da criação e educação.
As mulheres sempre assumiram naturalmente mais os filhos que os homens, até porque os rebentos do lar saem do seu vente e estão ligados estreitamente ao sei seio. Dados mostram que o número de casos que são judicialmente decididos a favor da mãe são muito maiores do que as situações de guarda compartilhada ou guarda do pai. No início dessa década ainda, mais de 80% das mulheres assumiam legalmente a responsabilidade de cuidar das crianças, frente a pouco mais de 5% dos homens. O bom é que há sinais de aumento da guarda compartilhada nos últimos anos, de acordo com dados do IBGE.
Há cada vez mais a necessidade da divisão de tarefas nos lares e em todas as famílias, pois em muitos casos é a mulher e não o homem a geradora da maior renda da família, especialmente em tempos de recessão econômica e desemprego.
Em meu livro “PAIS FROUXOS, FILHOS SOFREDORES, PAIS FIRMES FILHOS FELIZES” cito: O jogo do relacionamento a dois e de forma uma família. O jogo do emprego e do desemprego, com a substituição do homem pela eficácia da máquina. O jogo da realização e da busca da felicidade.
EM QUALQUER LUGAR DO PLANETA, AS MULHERES MERECEM TODAS AS OPORTUNIDADES DE ATINGIR SEU POTENCIAL, pois elas representam mais da metade da população mundial, sendo um atraso para qualquer país deixar um contingente humano desse em atraso apenas por costumes, tradição ou leis arcaicas. As brasileiras já evoluíram muito, mas ainda não conquistaram condições igualitárias no mercado de trabalho, pois seu papel ainda está aprisionado como cuidadora do lar e da família. Segundo o IBGE, a mulher brasileira ganha 30% a menos se for o mesmo cargo que o homem.
MULHER: RAZÃO E EMOÇÃO.
O homem é mais objetivo e a mulher mais emocional, ou seja, ele é mais razão e ela mais emoção. Não é o que tenho constatado na prática. Essa retórica está sendo contestada e modificada pela práxis feminina nos mais diferentes ambiente (físico, virtual, psicológico ou espiritual) onde a mulher atua.
A conquista do pleno espaço da mulher em todos os segmentos e setores da sociedade ainda depende de muita abertura e investimento. No entanto, vemos a sua evolução se dar pela busca de capacitação e acesso aos estudos e mundo acadêmico. Segundo o IBGE, 32% das mulheres entre os 18 e 24 anos de idade estudam. Entre os homens, apenas 28,9%. A pesquisa diz ainda que a maioria das mulheres brasileiras possui escolaridade superior aos homens (p.ex.: 34,9%, mais de 11 anos, enquanto que apenas 31% declararam ter estudado por 11 anos). Isso ainda é muito pouco, mas já é uma que tende a se ampliar e dar boa vantagem no futuro.
As mulheres são mais inteligentes que os?
Pergunta sem resposta definitiva! Cada um tem seus diferenciais, que existem para se complementarem e não para a competição.
O que se constata é que a mulher está investindo mais na busca do conhecimento, explorando seu cérebro, cultivando sua razão e não apenas na emoção ou no coração como sempre se ouviu dizer ou se aceitava.
Acompanhando os movimento e as mídias sociais, estatísticas de acesso às universidades, fica evidente que a mulher está mais presente que o nas universidades brasileiras. Segundo dados do INEP(Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o número de mulheres que ingressam no ensino superior supera o de homens (55% dos ingressos e 60% da conclusão dos cursos, ou seja, elas são mais perseverante nos cursos que iniciam). Bem, esse é apenas um dado para provocar, pois tudo está mudando rapidamente no um do conhecimento, ainda mais com a diversidade humana e a humanização da diversidade cada vez mais presente no meio de nós.
CADA VEZ MAIS MULHERES SE DESTACAM EM TRABALHOS ANTES RESERVADOS APENAS AOS HOMENS, provando que elas são tão capazes quando os homens para assumir responsabilidades e funções de qualquer tipo, respeitando-se dons, talentos e habilidades pessoais.
A desconstrução da dualidade homem/mulher de caráter valorativo presente na sociedade brasileira propondo ao leitor uma reflexão crítica sobre a prevalência do caráter “inferior” dado às mulheres, no sentido de desconstruir a relação emoção e inferioridade uma vez que este não é um dado biologicamente atribuído ao sexo feminino, mas sim, uma construção social.
Evidentemente que toda evolução percorre caminhos nem sempre fáceis de serem trilhados, no entanto são justamente as pedras do caminho que moldam nosso modo de caminhar e dão a estrutura da nossa construção pessoal, familiar, social e nas lides laborais.
Ainor Francisco Lotério – Professor, palestrante/instrutor, extensionista e pesquisador. Engenheiro agrônomo, psicopedagogo, mestre em gestão de políticas públicas/instituições, cultura e sustentabilidade. Especialista em marketing e comunicação, especialista em metodologia do ensino superior, personal & líder coach, graduando em teologia. Formação e experiências em: www.ainor.com.br e : https://www.facebook.com/ainorloterio.palestranteTel. (47) 3365- 0264 WhatsApp/Escritório (47) 99976 4211
Você está achando este título um tanto grosseiro: pais frouxos, filhos sofredores?
Pois eu vou lhe explicar rapidamente por que o utilizei.
Pais frouxos quer dizer pais que pouco se importam com a educação e com o caminho que os filhos estão tomando. Significam também pais folgados, sem energia, moles na relação com seus familiares e imprevidentes aos assédios das “maldades do mundo”. Não se importam no que “a coisa” vai dar. “A coisa” aqui entendida com sendo a vida dos próprios filhos. Porém, na sociedade contemporânea, gosto de definir pais como pessoas valentes. Pessoas que não desistem da educação dos seus filhos e filhas, não aceitando o caminho da mediocridade, da coisa pequena e da resignação com os obstáculos que a vida lhes oferece.
Filhos sofredores têm aqui a ver sim com a maneira com que eles encaram ou sentem as dores da sua existência. Filhos despreparados, via de regra, serão filhos sofredores. Sofredores por não vencerem no jogo que é jogado pela sociedade. O jogo dos relacionamentos. O jogo do emprego e do desemprego, com a substituição do homem pela eficácia da tecnologia.
Confira o vídeo abaixo conversando um pouco sobre Família e doação.
Pais firmes se preocupam com o jogo da realização e da busca da felicidade, tanto pela retórica quanto pela inclusão na sua vida da Palavra que edifica, que cura, que restaura e que nos faz filhos do Altíssimo, não das dores impostas por falta de zelo, disciplina e amor.
Mediante a crise de valores vivenciada por muitas famílias no cenário atual, urge que se invista na educação familiar baseada na firmeza de propósitos e na coragem para educar sem rodeios. A constante busca da evolução faz da família uma célula cada vez mais fundamental para o progresso social de maneira harmônica, duradoura e sustentável. Família é missão séria e a educação dos filhos é um constante ato de investir, ora podando comportamentos e atitudes negativas (como se faz numa árvore para se evitar que os brotos ladrões levem os nutrientes e prejudiquem a frutificação), disciplinando, compreendendo-os, porém, sempre agindo com vigor e reafirmando os valores que devem reger o seio do lar, sobretudo o amor.
Na sociedade contemporânea educar sem determinação ou sem o mínimo de rigidez, é não fazer os filhos e filhas entenderem que a vida é um negócio pra gente forte, determinada, empenhada na realização de seus sonhos. Afinal, há competição e oferta de drogas (ou chances doentias) e oportunidades saudáveis pra todo lado que se olhe. No tocante à competição mercadológica, noto que está mais orientada para a destruição do outro, com pouca ou quase nenhuma sensibilidade solidária, do que para vencer-se a si mesmo. E a saída está em envolver os filhos e a família num contínuo e sustentado processo de evolução e busca.
Como acredito que os problemas que temos na sociedade são os que escapam de dentro das casas, e que não há política pública nem escola sozinha que endireitem as “torturas” que estão saindo de dentro de algumas casas a responsabilidade dos pais ser requerida constantemente.
Uma educação sem vigor e pouco amor, fruto de pais fracos e negligentes só pode gerar, via de regra, filhos de comportamento débil, covardes, medrosos, descontentes e sofredores.
Não é uma questão de culpa e erro, mas uma questão de dar respostas à sociedade e ao Pano do Pai de fazer do mundo uma casa de irmãos. Quem hoje é filho, amanhã poderá ser pai, ou conviverá com filhos menores. Portanto, dá pra ver que deste compromisso ninguém pode escapar, e que a sociedade tem um local de qualidade para nascer e evoluir melhor, que são as nossas famílias.
Ninguém nasce feito e a educação, enquanto princípios e valores, deve ser iniciada em casa, necessitando, portanto, da orientação dos que estão indo à frente. E quem está indo (ou deveriam como dever seu) à frente são os pais, em primeiro lugar. O problema é que muitos pais “colocam” filhos no mundo sem a dimensão do tamanho dessa responsabilidade, mas como fruto do acaso. Portanto, é necessário (parafraseando o Sl 50) que se crie nos filhos, desde cedo, um coração que seja puro, dando a eles um espírito decidido, mantendo-os próximo da face de Deus, envoltos num espírito de elevado amor. Só que para isto acontecer necessitamos de mais pais determinados e comprometidos com a felicidade dos seus filhos.
Pode acreditar, há, no mínimo, uma chance quando agimos nessa linha, do que na frouxidão.
Ainor Francisco Lotério.
A fé, além de um poder espiritual, deve ser entendida como uma adesão racional a um patrimônio de verdades.
A busca do absoluto e do divino sempre acompanharam a humanidade, não importando sua crença, nem o lugar.
A ciência, com seu método próprio, também veio para buscar respostas que facilitem a vida e evitem os enganos, porém, pode produzir o veneno, a arma e a morte.
A ciência é para produzir conhecimento não para si apenas, mas para ser distribuído em cooperação.
O dinheiro ou moeda, como expressão máxima da fortuna e riqueza, sempre atraiu para si comedidos e loucos para acumulá-lo e explorar os outros, no entanto precisa ser tratado com um olhar de justiça e prosperidade.
O dinheiro não foi feito para a usura, a exploração, mas para circular por mãos manejadas por espíritos empreendedores, que não se contentem somente com uma corrida atrás do ouro.
No entanto, apenas a fé como adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro, é a única que todos os apaixonados pelo dinheiro ou pela ciência podem ter sem causar prejuízo a ninguém. Isso quando não ignoram que a fé é: uma virtude, uma confiança, uma esperança; uma força que devemos ter de que a nossa consciência e o nosso dinheiro servem bem mais do que para serem acumulados, mas como energia de prosperidade pessoal, familiar e social.
Crer verdadeiramente é expandir a inteligência humana, não um processo cego de impor a fé aos outros.
Fé, portanto, não é dar passos no escuro, mas é iluminar a mente e o coração com a força do amor, a luz da ciência e o poder do dinheiro, de modo que possa render muitos frutos em favor da vida.
Conclusão: ganhe dinheiro honestamente, procure o conhecimento que faz a diferença e trabalhe com fé em dias melhores!
Ainor Francisco Lotério
O ESPELHO DA VIDA E A IMAGEM DO REINO
Queremos ser espelho, mas nem sempre nos olhamos profundamente nele.
Nosso olhar quase sempre é para sanar algum problema de aparência, descobrir uma necessidade de maquiagem, mas com pouca profundidade. Não estaríamos a fazer o mesmo com a nossa prática religiosa dentro das casas?
E por falar em superficialidade, esse tem sido um grande mal em nosso tempo: – Vivemos afogados e ensimesmados pelo excesso de “selfies” em detrimento de conteúdo; – Comportamo-nos como narcisistas (indivíduos com excesso de amor por si ou por sua própria imagem – uma referência ao mito de Narciso – ao verem no espelho d’água nele se jogam e, não sabendo nadar, morrem afogados); – Não resistimos passar ao lado do lago das aparências e logo nos perdemos nas exterioridades enganosas, nas ilusões (erros de percepção ou de entendimento) que as aparências podem nos levar.
Olhar no espelho da vida não é apenas ver a própria imagem, marcas de expressão, pintas, rugas, etc., com o fito de cobrir tudo isso com algum cosmético, mas procurar aquilo que nos dá sentido para levar o Reino para dentro do lar.
A maquiagem cada vez mais promove melhorias na imagem das pessoas, mas pode estar também apenas escondendo defeitos.
Maquiagem não resiste às lágrimas e tempestades da vida, nem nos faz mais fortes para vencer as adversidades. Só a fé como adesão incondicional a uma verdade nos possibilita isso.
Podemos, sim, melhorar nossa aparência ao maquiar nosso rosto, ter todo o tipo de cuidado com o nosso corpo, desde que mantenhamos a firme busca da verdade daquilo que está sob nossa pele.
Olhar-se no espelho da vida é penetrar no fundo do próprio ser, no recôndito da nossa alma e entregar a Deus nossas profundas intenções. Todavia, a impressão que temos é que a fé de muitas pessoas se tornou uma espécie de cosmético para manter as aparências, e não caridade que mostra e doa a vida em sua essência.
Eu não posso olhar o espelho por você, assim como não posso ter fé por você, ou mudar sua imagem por você. Posso, sim, orar para você e emprestar-lhe um espelho físico, porém, o mergulho profundo no infinito do espírito apenas uma pessoa pode fazer: você!
O que temos refletido às pessoas de nossa casa, aquelas que nos veem e ouvem dia após dia?
Tenhamos uma conversa franca com Deus, tomemos uma atitude de fé e decidamos ser os melhores espelhos possíveis por onde passarmos.
Paremos de propagar as aparências que não fazem parte daquilo que é o mais central, a mais importante característica do nosso ser, nas entranhas da vida e levemos o amor na dimensão pessoal, conjugal, e o carácter espiritual que nos faz nascer de novo em cada lar.
Cumpramos o nosso sim e comprometemo-nos com o Deus da Vida a cumprirmos o nosso propósito dentro do lar, pois, “aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face num espelho e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência.”(Tg 1,23-25).
Havemos de refletir nosso exemplo e permitir que nossa imagem sirva de luz familiar a quem convivemos, ainda mais numa época de tantos ataques e tentativas de desconstrução das famílias.
Coloquemos espelhos para reinventar os espaços do lar e refletir o amor presente no lar.
Olhemos no espelho para ver em nosso interior a imagem do amor, fazendo reinar a alegria de viver que alivia e elimina a dor.
Os espelhos ampliam os espaços e as visões dos ambientes, assim como nossa imagem amplia o legado (mais que herança) que podemos deixar às novas gerações. Os sentimentos que eles nos revelam são expressos através do olhar, do corpo, dos climas, das feições que expressamos. Portanto, olhe-se e diga a você o quanto você é importante para a sua família. Em sentido estrito, você é um ser humano que serve de exemplo de comportamento para outros.
Você sempre tem a chance de se deixar ofuscar a visão da vida que existe em você, ou fazer com que alguém reflita um pouco do seu bom ser e “assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus.” (Mt 5,16)
Seu espelho interior vai lhe proporcionar algumas indagações e até respostas que, por certo, o auxiliarão na leitura da sua vida e na propagação de imagens que sirvam para, perseverantemente, fortalecer, restaurar e edificar o lar de quem necessitar.
Ainor Francisco Lotério Natural de Vidal Ramos/SC, é engenheiro agrônomo, palestrante, psicopedagogo, M.Sc, acadêmico de teologia e aluno da Escola Diaconal São Francisco de Assis. Autor do livro: Pais Frouxos, Filhos Sofredores, Pais Firmes, Filhos Felizes, é também ministro da Palavra junto à Paróquia Divino Espírito Santo, em Camboriú/SC.
O Professor Ainor Francisco Lotério esteve participando do III Seminário Internacional de Cooperativismo de Crédito, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão de Cooperativas da Escola de Negócio da Pontifícia Universidade Católica do estado do Paraná (PUC-PR), que contou com o apoio do Sistema Ocepar, Sicredi, CrediBRF, Ricardo Coelho Consult e Souza & De Lourenzi Advogados Associados. O evento teve como objetivo discutir desafios e tendências dentro do setor cooperativo, abordando conteúdos referente a governança, responsabilidade social, tendências estratégias e experiência internacional, tendo como foco o sistema alemão de cooperativismo de crédito. Foi uma experiência enriquecedora de formação e conhecimento cooperativista.
1. A COMUNICAÇÃO INTERNA TEM PAPEL FUNDAMENTAL E ESTRATÉGICO PARA MELHORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS NO CLIMA ORGANIZACIONAL. Cada administrador precisa estar consciente de que sua empresa não é um simples aglomerados de pessoas buscando lucro através de uma atividade, mas um organismo vivo, formado por diversas partes diferentes e interdependentes, que trabalham em conjunto. E nesse novo contexto, a comunicação empresarial é extremamente importante. Há algumas propriedades e características do ambiente de trabalho que podem ser mensuradas, pois influenciam a motivação e o comportamento dos colaboradores. Desse modo, todo gestor, administrador ou líder precisa estar atento a esses fatores, uma vez que os mesmos podem estar prejudicando os resultados da equipe de trabalho. Toda corporação deve procurar conhecer e indicar ações para otimizar a divulgação de informações, aprimorar os relacionamentos interpessoais, estimular o diálogo, facilitar o acesso às normas e procedimentos organizacionais e promover canais de comunicação participativa. Finalmente, a construção de um plano de comunicação interna, a partir da análise e organização de propostas elaboradas com a participação dos empregados deve gerar impactos positivos no ambiente organizacional. Todos precisam estar sensibilizados a se envolverem de maneira participativa.
2. A INTEGRAÇÃO DOS COLABORADORES E EQUIPES DEVE IR ALÉM DE ESTIMULAR A INTEGRAÇÃO ENTRE QUE ATUAM NUMA MESMA EQUIPE. A eficiência de uma empresa está diretamente relacionada à integração de equipes de trabalho que a compõem. De acordo com um estudo publicado pela revista especializada Deskmag: 62% dos entrevistados afirmaram que aumentaram a capacidade de trabalho em um ambiente mais integrado e colaborativo. O mesmo levantamento chegou à conclusão de que 90% dos entrevistados se sentem mais confiantes em ambiente integrado e 71% passam a ser mais criativos. Como toda organização sempre é formada por mais de um departamento e todas as pessoas que nela trabalham somam esforços para dar vida ao negócio, necessário se faz um olhar sobre o todo empresarial, fortalecendo assim o corpo funcional para vencer as crises e obter melhores resultados. Para que a organização conte com uma boa engrenagem é preciso que todos os colaboradores tenham, ao menos, uma noção do todo. Isso evita, por exemplo, que um departamento boicote o outro por desentendimentos que poderiam ter sido evitados. Para quem já está e para quem chega, é importante conhecer os demais departamentos da organização. Isso evitará que as pessoas sintam-se um “peixe fora da água”. Com o ritmo cada vez mais acelerado há quem passe meses sem ir pessoalmente a outro departamento e quando o faz, toma um impacto porque ocorreram mudanças significativas.
3. AUMENTAR A CONFIABILIDADE, DIMINUIR A ROTATIVIDADE E FAZER CRESCER OS ACERTOS DOS COLABORADORES DO EMPREENDIMENTO É ESSENCIAL NO MUNDO CORPORATIVO ATUAL. A perda de mão de obra qualificada e treinada sempre é prejudicial a uma organização. Outro problema é que, mesmo que as mudanças na legislação trabalhistas apontem para mais facilidades, os empresários terão que arcar com gastos da rescisão do antigo profissional, despesas de seleção, de recrutamento, e, além disso, também terá que treinar, dar um período de adaptação, o que é bastante oneroso e incerto. Assim, o ideal é que o turnover (relação entre a quantidade de admissões e demissões) de uma empresa esteja em um índice apenas necessário para que haja renovação necessária do corpo profissional. Para reduzir o índice de rotatividade de pessoal, devemos em primeiro lugar, pesquisar as principais causas, diagnosticar cada uma e finalmente atribuir uma solução. Uma empresa sempre deve estar se perguntando: Qual o clima que reina na nossa empresa? Como nossos supervisores e monitores de qualidade tratam os nossos colaboradores? Eles dão feedback valorativos? Pesquisas realizadas em algumas corporações mostram que um dos principais motivos para saída de colaboradores das empresas é o relacionamento com seus superiores.
4. RECONHECER CAPACIDADES, PERCEBER HABILIDADES E DESPERTAR NOVOS TALENTOS SÓ FARÁ FORTALECER O QUADRO FUNCIONAL DA EMPRESA, ELEVANDO ASSIM A PRODUTIVIDADE E SATISFAÇÃO LABORAL DOS FUNCIONÁRIOS. Afinal, quem eu sou para essa empresa? A Importância das habilidades, virtudes, talentos e pontos fortes de cada colaborador precisam estar evidentes em cada corporação. Identificar e desenvolver as forças humanas é fundamental para o sucesso do empreendimento. Segundo Buckinghan e Clifton (2008) a maior parte das empresas e organizações fornece pouca atenção aos pontos fortes de seus funcionários, buscando nada mais do que tentar minimizar os pontos fracos (problemas e deficiências) de seus funcionários. Corporações de sucesso e bem postadas no mercado tornaram-se especialistas em identificar e suprir as lacunas de competência de seus funcionários e colaboradores agindo de maneira firme e estratégica para sanar o que falta. O controle de danos (administrar pontos fracos – tentar suprir as lacunas de competência) é indispensável em certas ocasiões (por exemplo, ajuda a evitar o fracasso). Reconhecer capacidades, dons e talentos é estar à frente da concorrência atrasada, entendendo o que o colaborador ou funcionário é um ser humano que deseja ser feliz. E isso pode e deve ser iniciado no ambiente de trabalho, no seio da empresa.
5. ESTIMULAR A CONSTRUÇÃO DE VALORES E CONHECIMENTOS QUE POSSAM TRANSFORMAR A REALIDADE EMPRESARIAL PARA MELHOR, INOVANDO SEMPRE. Isso só se dará com o investimento em pessoal de maneira concreta. Qualificar pessoas é fortalecer a única riqueza verdadeira da empresa, ou seja, as pessoas. Uma empresa só crescerá se o corpo funcional também evoluir. Investir na capacitação do funcionário favorece crescimento das empresas e leva a garantir a sua sustentabilidade econômica, social e ambiental. Corporações inteligentes percebem que apostar na qualificação do profissional é a chave da lucratividade do seu negócio. A chave da lucratividade está nas pessoas e dentro da empresa, pois elas é que têm a capacidade de conhecerem o mercado e atuarem nele. As empresas perceberam que para alcançar resultados satisfatórios precisam mais do que números e faturamento. A chave da lucratividade está na capacidade das pessoas. É por isso que a capacitação interna dos funcionários precisa se tornar uma prática rotineira e evolutiva. A capacitação, quando bem dirigida, promove dupla satisfação: o empresário, com o aumento da produtividade do colaborador, e o funcionário, com o desenvolvimento profissional se sente empoderado para enfrentar os desafios do mercado. Todos os indivíduos possuem, em seu projeto de vida, a intenção de melhorar e crescer, vislumbrando nas empresas que os capacitam expectativas positivas e fortalecimento do comprometimento.
E o melhor traje para a alma humana é a boa educação, que não é matéria que se inicia nas escolas, mas dentro dos lares. E essa roupa se começa a vestir em casa, sendo os pais os primeiros estilistas e orientadores da definitiva tendência.
Os melhores pilares são princípios e valores, os quais devem ser entendidos com as raízes mais fibrosas, as que mantêm a árvore frondosa em pé. Portanto, olhemos e mensuremos a força do lar na preparação de tudo isto!
Como falar de princípios se as pessoas não sabem ou não dimensionam o que venha a ser isso para a estruturação da vida?
Princípio pode ser entendido como o momento em que uma coisa tem origem; começo; causa primária; razão de um comportamento.
A base de tudo está nos princípios que formam os pilares da construção chamada vida. Todavia, princípios nem sempre são bem entendidos, pois são vistos apenas como um conjunto de regras para disciplinar alguém. Toda família bem constituída evocou primícias e antecedentes como balizas para o crescimento.
Um princípio é antes de tudo, um ditame moral, aquilo que se dita para o bem. Aquilo que a razão diz que deve ser, para manter a ordem, o bom convívio e o sucesso pessoal, familiar e profissional. Também pode ser entendido como a substância com a qual se faz homens e mulheres fortes e determinadas, que não sucumbem à banalidades e modismos.
Como constituir e seguir fortalecendo uma família nos dias de hoje sem doutrinas fundamentais sobre assuntos como formação pessoal, respeito ao ser humano, relacionamento sexual, crescimento intelectual e espiritual? É praticamente impossível.
A alma humana deve ser entendida como o princípio de vida, e está em todo o nosso viver. Esta substância incorpórea, imaterial, invisível, criada por Deus à sua semelhança; fonte e motor de todos os atos humanos precisa ser melhor entendido.
Pessoa com alma é pessoa considerada como dotada de afetos e paixões. Paixões por realizar algo novo, bom forte e vivificante, especialmente no seio familiar. E que outra tarefa melhor existe para a alma humana do que educar pessoas para vencer neste mundo?
Quem não gostaria de ter uma alma boa, em vez de ser uma assombração na vida dos outros? O que precisamos é de boas almas para espantarmos os fantasmas que estão rondando os lares.
Precisamos evitar famílias com pessoas sem alma, despreparadas para fazer as melhores escolhas, enfim, sem princípios e valores bem edificados.
E o melhor traje para a alma humana é a boa educação, que não é matéria que se inicia nas escolas, mas dentro dos lares.
ABRIR A CABEÇA PARA O MUNDO É ABRIR TAMBÉM O CORAÇÃO PARA QUEM ESTÁ DO LADO. Como posso me considerar uma pessoa aberta, se não tenho suficiente caridade para compreender e aceitar quem não consegue olhar o mundo, da mesma forma que eu? Afinal, nem sempre sabemos qual a melhor maneira de ver as coisas e muito menos temos a certeza de estarmos certos em tudo. Mas, o mais bonito e inteligente para mim é continuar sempre buscando a verdade, até que a libertação completa chegue.
UM TRABALHA NA ESPERANÇA DE TER MAIS UM DIA, enquanto outro vive como se fosse sua última hora. Ora, se penso com esperança então nunca penso no último dia, mas sempre no que há de vir. É claro que vivo essa esperança com o pé no meu presente, porém, sem deixar de olhar adiante. E para quem tem fé na vida eterna, então mais incoerente ainda é pensar apenas no hoje e abandonar a esperança no amanhã, uma vez que o amanhã é coisa certa para quem acredita. Entretanto, se penso apenas no “aqui, agora” então tudo se vai quando esse dia termina. Como viver sem esperança é, para mim, viver sem alegria, eis o meu conselho: VIVA UMA ESPERANÇA ETERNA HOJE
A MOTIVAÇÃO QUE INCOMODA. É a motivação reflexiva: aquela reflexão que nos leva a entender bem o fascínio que temos em fazer ou conseguir algo; compreender se o que estamos fazendo está contribuindo para um mundo melhor, ou se apenas locupleta nossos interesses, nem sempre limpos; ver a realidade e dar os méritos a quem realmente merece, não transformando ninguém em ídolo, mas em exemplo a ser admirado e seguido. Que possamos cada vez mais ser o bom mestre da nossa vida, para que “a nossa justiça seja eterna e nossa lei verdadeira”.
TER FÉ É IMPORTANTE, mas ela não deves nos transformar em parasitas do céu. Quando nossa fé é verdadeira, ela se transforma numa força capaz de nos fazer ultrapassar obstáculos e dificuldades, que porventura venham a surgir em seu caminho. Quando a fé é apenas uma atitude pedinte, mais motivada por um sentimento de fraqueza do que por um fascínio na busca de uma solução, o ser humano se transforma numa espécie de “parasita do céu”.
Como conseguir o que você quer: 1-Faça um esboço do objetivo principal (seu sonho)…; 2-Considere que as influências vão carreando tudo (energia e matéria) na forma de oportunidades ou fracassos…; 3-Nossa época não é favorável à pessoa indecisa, medrosa e pessimista… Bem, isto não é uma fórmula, mas o resultado de um belo trabalho em grupo de um grupo de cooperativistas. Cabe a você completar as reticências (…).
A HORA É AGORA. Acredite no poder do agora. Ilumine sua vida com um projeto bem definido e um sonho apaixonado. Quanto mais o mundo evolui, mais conhecimento se tem, porém, nem sempre há mais luz no caminho. Assim como há saídas, também há portas fechadas, barreiras reforçadas e intrigas preparadas. Seja visionária(o), olhe além dos problemas e veja as capacidades interiores muito antes dos problemas exteriores.
DESEJO PARA VOCÊ: SUCESSO no seu dia, felicidade no amor, realizações fantásticas no trabalho e muita fé para enfrentar a luta cotidiana e as contrariedades que porventura surgirem em seu caminho. Acredito que sucesso se consegue quando se adquire as forças e habilidades necessárias para tornar a vida uma jornada agradável. Como vencer com arte e sabedoria num mundo competitivo…cada um vai encontrando seu ponto de equilíbrio, basta buscá-lo insistentemente.
UM DIA DESSES… Um dia desses eu caminhava para um lugar incerto… Outro dia eu caminhava para um lugar certo… Comparando os dois, percebi que tanto um quanto o outro tinham o mesmo significado em minha existência. Entendi, então, que o que importa não é tanto o endereço, mas o sentido que damos à caminhada. Todos começam um dia e mais adiante chegam ao fim. Queremos sempre chegar bem, ser o melhor, mas o que deveríamos era ter a preocupação de sempre viver bem, pois não sabemos quando a estrada vai terminar.
QUANTO MAIS VOCÊ MANTIVER SEU ESPÍRITO ELEVADO e sua mente consciente de onde quer chegar, mais facilmente chegará à realização de seu sonho. Constantemente, nossos sonhos vão colidir com barreiras do mundo cotidiano. Mais do que nunca, viver é uma arte, num mundo competitivo com este em que estamos vivendo.
FUI LEVADO A ACREDITAR QUE EXISTE CÉU… Também sou levado a acreditar que neste mundo em que vivemos deve ser “cada um para si e Deus para todos”. Ora, quando é cada um para si e Deus para ninguém, não pode haver céu. E se céu existe, então os egoístas, aqueles que pensam que deva ser “cada um para si e Deus para todos” não poderão estar lá. Só um mundo solidário, onde um é por todos, todos são por um e todos são por todos, é que poderemos realizar o grande sonho dourado: fazer do mundo uma grande casa de realização para todos, uma casa de irmãos. Pode parecer pregação religiosa sectária, mas não. O que desejo é falar de cooperativismo, de princípios e valores onde todos se ajudam e todos ganham.
NOS ÚLTIMOS DIAS QUE ANTECEDERAM A SUA EXISTÊNCIA AQUI, ASSIM FALOU O ESPOSO À ESPOSA: “TENHO ALEGRIA em tudo o que vivemos juntos, menos das ofensas que te fiz e incompreensões que provoquei. Se eu pudesse apagar esses momentos não contaria tempo, pois sei que ofender e não compreender é mais cedo morrer”.
ENVELHECER É UM BARATO E NÃO É PARA QUALQUER UM. Envelhecer é só para quem consegue. Parece óbvio, mas estou curtindo este barato, levando sempre dentro de mim O JOVEM QUE UM DIA FUI. Sabe, podemos dizer que temos O ESPÍRITO jovem, mas o corpo sempre fica diferente: mais lento, mais cansado, evita mais problemas, respeita mais os limites e faz coisas que fazia em muito tempo, agora em pouco tempo. É claro que algumas coisas não faz mais… Desejo que os jovens vivam bem sua fase, mas que não se esqueçam de que VIVER É UMA ARTE, porém, ENVELHECER É UMA SABEDORIA.
APENAS MAIS UM DIA? Acredita que o caminho está aberto para o teu sucesso! Dê uma versão positiva ao seu sonho! Não deixe murchar sua mente! Tenha fé, mesmo sabendo que ela seja apenas uma verdade do seu coração! Você pode iniciar hoje a mudança que deseja ver no mundo, ou viver APENAS MAIS UM DIA!
ABANDONE a pessoa que você acha que deve ser e seja você mesmo” (Bené Brow, escritor). Porém, se você já está conseguindo ser você mesmo toque o barco em frente que o porto é seguro. Não se preocupe com aquilo que os outros vão pensar. Todo dia tem alguém tentando dizer como você deve agir ou ser. Que tal começar hoje a ser você mesmo.
NÃO PODENDO ENDIREITAR O MUNDO, ao menos não deixe o mundo entortar você. Mantenha sempre viva a capacidade de cuidar de si e não ligue para o maior lazer do mundo que é a fofoca. Monte na bicicleta da sua vida e mantenha o equilíbrio na jornada, pois equilíbrio não se compra, mas se conquista. Convido você, meu campeão, minha campeã, a assistir a este vídeo:
O SER HUMANO É CONSIDERADO PELO QUE DIZ E FAZ, mas muito mais pela forma como ouve os outros. E se há uma boa forma de ouvir os outros é esta: COM ATENÇÃO, INTERESSE, ENFIM, SINTONIA FINA. A verdadeira atenção “enche o balão de quem fala”.
ESSA COISA DE VENCER A QUALQUER PREÇONÃO ESTÁ COM NADA. QUASE SEMPRE, O PREÇO QUE PAGAMOS FICA MUITO ALTO E PODE CUSTAR A PRÓPRIA VIDA! PENSE E REPENSE SEUS ATOS, POIS PARA VIVER BEM NÃO É PRECISO TER E NEM PAGAR MUITO!
ONTEM OUVI DE UM GRANDE AMIGO, que neste momento está passando pela dor de uma grande perda, a seguinte frase: “Tem que ser como Deus quer, pois se for como nós queremos é pior!”. Para ele, o ser humano ainda não aprendeu a respeitar as vontades superiores e reclama de tudo; aceitar os fatos e tirar uma lição de cada uma deles nos dá sabedoria e forças para lutar por mudanças e melhor viver.
NÃO HÁ QUEM CONSIGA AGIR COM SABEDORIA TODA NOITE E TODO DIA. Não há quem nunca tenha errado ou sempre feito a coisa certa. Isso é importante para entender duas coisas: 1ª: é preciso dar manutenção ao que somos; 2ª: procurar evoluir para ser melhor. Obrigado a você que apontou meus erros, mas também aos que souberam enaltecer os acertos!
FAMÍLIA É NINHO E NÓ DA SOCIEDADE. O problema é que a sociedade não está investindo o quanto deve na FAMÍLIA, para fazer dela um investimento lucrativo, que dê aos seus integrantes ACONCHEGO e SEGURANÇA.
A SUTILEZA DO FRACASSO. Você faz algo errado hoje e nada de grave acontece. Então você repete e repete… com o tempo colherá o fracasso. São erros de avaliação e de cálculo que nos deixam assim. Melhorar um pouquinho a cada dia nos deixará melhor ao final. Piorar um pouquinho a cada dia nos deixará pior ao final. Não leu hoje? Estás um pouquinho mais ignorante…ainda mais com a velocidade das coisas atuais e da produção do conhecimento.Cuidemos com a sutileza do fracasso, pois o sucesso requer vigilância!
É PRECISO FAZER BEM FEITO, BONITO E, SE POSSÍVEL, ARREPIAR. Fazer as coisas de um modo comum, sem vontade, como se por obrigação já não faz mais sentido. O sentido nós é que damos, a despeito do preparo profissional que temo, conforme nossa maneira encantadora de agir. Já não basta fazer bem feito, é preciso fazer bonito (boa aparência) e arrepiar (causar emoção e alegria), em casa, no trabalho, na sociedade, etc. Traduzimos isto numa dinâmica simples, bem humorada e envolvente, no encerramento de UMA PALESTRA MOTIVACIONAL:
ELA NUNCA ESTÁ PRONTA… JÁ IMAGINOU UMA CONSTRUÇÃO QUE VOCÊ FAZ O FUNDAMENTO, LEVANTA OS PILARES, ESTRUTURA AS COLUNAS, COLOCA A ARGAMASSA E OS TIJOLOS E ELA NUNCA ESTÁ PRONTA? Esta é a NOSSA VIDA. A cada dia, cansado ou não, se não alinharmos o prumo e o esquadro, escolhermos o melhor material, ela tende a ruir e tombar facilmente com o primeiro vendaval ou tempo ruim. Seja, portanto, obstinado rumo ao seu objetivo e intransigente com sua atitude de qualidade. Persista no seu sonho e seja inimigo da má vontade, pois a “desculpite” é uma moléstia renitente que atinge a mão-de-obra preguiçosa e negligente.
DÊ IMPORTÂNCIA AO QUE É IMPORTANTE Quem sempre faz a mesma crítica, sempre tem os mesmos inimigos. Quem caminha sempre pelo mesmo caminho vê pouca paisagem nova. Quem evolui no caminho e no pensamento dá importância ao que tem significado. Não basta mudar o cardápio que vai para o seu estômago, mas o cardápio que vai para o seu cérebro. E este restaurante só você pode controlá-lo. A partir de hoje, DÊ IMPORTÂNCIA AO QUE É IMPORTANTE. E o que é importante nem sempre é o maior e nem o mais aparente, mas o mais essencial.
QUANTOS SERES HUMANOS GUARDAM UMA PONTA DE INSATISFAÇÃO e até dor por não serem aceitos do seu jeito, ou por não poderem realizar ao menos uma pequena parcela do seu sonho. Ajudar o outro a realizar seu sonho é dar sentido não apenas à vida dele, mas à nossa própria vida. Você deve estar se perguntando por que eu escrevi isto, e eu respondo-te (mesmo que vagamente): ontem encontrei um colega de profissão com um olhar triste, um semblante envelhecido, insatisfeito com a vida, desvalorizado em seu trabalho… Faça algo por alguém que assim se encontre em seu posto de trabalho hoje!
QUANDO VAMOS TERMINAR A OBRA? Todos os dias, horas e segundos da nossa existência travamos uma batalha na busca do sucesso. Vivemos nos comparando com os outros, ficamos ansiosos com nossas perdas ou possibilidades de infortúnios. Melhor do que não desistir dos sonhos é entender que A VIDA É FEITA DE MOTIVAÇÕES E ESCOLHAS. Não pare de buscar motivos que tenham sentido e não deixem de escolher o melhor sempre, pois A VIDA É UMA OBRA QUE NUNCA TERMINA. É bom lutar, pois tudo o que para e se acomoda pode PERDER A FORMA E SE DEFORMAR.
PARA FICAR ATENTO A TUDO NA VIDA precisamos, às vezes, que alguém nos dê um toque. Um toque franco e sincero sobre o que devemos adaptar ou mudar para que nossa caminhada frutifique mais. O problema é que, na maioria das vezes, as pessoas preferem uma mentira deslavada a uma verdade bruta. Não se deixe enganar! Não queira agradar a todos! Procure AGRADAR SEU BOM GOSTO ÍNTIMO e realizar seu MAIOR FASCÍNIO! Sabe quando? Hoje mesmo!
O PICO DA MONTANHA SONHADA… Não se conforme com qualquer tipo de injustiça. Não permita preconceitos, nem conceitos arcaicos. Não dê as costas aos problemas pequenos, pois podem se agigantar e tomar conta da sua vida. Busque o conhecimento que debilite suas fraquezas e facilite sua realização pessoal. Procure manter a rotina agradável da família e dos amigos que se amam e se respeitam. Não queira ser melhor do que os outros, mas melhor do que o seu melhor, conservando a humildade no servir. Fazendo assim, mais facilmente poderemos sair de qualquer vale de lágrimas para O PICO DA MONTANHA SONHADA.
RECONHECIMENTO DE UM PAI…OU DESABAFO? “Para que ligastes para mim, meu filho, se não lavo a tua roupa, não faço a comida gostosa e te repreendo mais do que tua mãe quando das tuas faltas? Ligar para mim só quando um problema surge, um acidente acontece, ‘a casa ameaça cair’, enfim, algo que realmente precisas de mim para resolver.” “O pai é mais ou menos assim: um ser provedor, porém, quando comparado à boa mãe, tem muito menos apego do filho por ele”. Ouvi isto de um pai e pensei: O QUE IMPORTA NÃO É O APEGO, MAS A IMPORTÂNCIA DO ATO QUE CADA UM PODE FAZER PARA FAZER DO FILHO UM SER FELIZ!
AS MELHORES COISAS DA VIDA NÃO SE PODEM COMPRAR. Fui comprar uma bicicleta e perguntei ao vendedor se ele tinha uma com um acessório especial? Ele me disse que tinha de tudo, da nacional à importada. Então perguntei: você tem uma bicicleta com equilíbrio, pois tenho que doá-la a uma pessoa que não sabe andar. Ele me disse que não, que o equilíbrio não poderia ser comprado, mas desenvolvido, conquistado! Bem, EU ACHO QUE AS MELHORES COISAS DA VIDA NÃO SE PODEM COMPRAR. Convido você a assistir a este vídeo, onde estamos pedalando e palestrando…:
Sabes o que mais dói? É você nunca escutar um “eu te amo!”, “eu gosto de você!”, “você vale ouro”, “obrigado por sua companhia”, etc. A declaração de amor, assim como o reconhecimento é uma atitude não apenas doce, mas inteligente, pois, aproxima as pessoas, revigora a família, melhora o ambiente profissional e a sociedade. Quanto mais soubermos gerir nossas idéias, entendendo melhor o caminho, mais fácil fica a jornada. Parece óbvio, mas sempre é bom lembrar, ainda mais no mundo competitivo em que vivemos.
DAQUI PARA FRENTE, CONHECIMENTO, EXPERIÊNCIA, TREINAMENTO E VERSATILIDADE VÃO FAZER CADA VEZ MAIS A DIFERENÇA NA SUA VIDA. Porém, cuidem-se, vivam a vida na perspectiva da longevidade, pois a fase da juventude é muito curta e quando você se dá conta tudo está passando. A questão é chegar àquela sabedoria que nos faz ser uma bênção às pessoas e ao meio ambiente. Felicidade sustentável a você.
ANTIGAMENTE, MORAR NO INTERIOR ERA SER COLONO. Ser moderno e chique hoje é ter um sítio. Gostar de mato agora e defendê-lo é ser inteligente, fino. Ora, pois, fino sempre foi quem gostou de lá.
FALA SÉRIO! FalaR sério é falar a verdade. Aliás, eu ouvia quando garoto que a “mentira tem perna curta”. Agora eu vejo todos os dias a mentira ser repetida até se tornar “uma verdade”. Imaginem quando falam que falta dinheiro para a saúde, melhorar as estradas e a educação, então? Os professores com um salário vergonhoso e tendo que suportar à sua frente crianças que não recebem a atenção dos pais. Pais que botam filhos no mundo, mas não os preparam para o mundo em que vivemos, a partir de suas casas, pois os lares já não são construídos sobre rochas. Muitos deles mal conseguem o pão de cada dia, morando muito mal, não tendo a instrução e nem o tempo necessários para educar, num mundo de tantas redes e influências, quase sempre desautorizando os pais. Também não é de se espantar, pois o mundo que estamos construindo parece não gostar de quem FALA SÉRIO.
“AMIGOS PARA SEMPRE (Friends for life)!”, muito conhecida e cantada por vários cantores no Brasil e no mundo é de autoria de Andrew Lloyd Webber (Londres, 22 de março de 1948). Diz a música: “Amigos para sempre é o que nós iremos ser, na primavera ou em qualquer das estações, nas horas tristes, nos momentos de prazer. Amigos para sempre!” Obrigado a vocês que estão conosco em qualquer estação, sempre firmes! Não tenho poderes, mas peço a Deus faça jorrar sobre vocês a água do sucesso e da felicidade!
QUEM JÁ NÃO ENFRENTOU UMA DIFICULDADE NA VIDAOU NÃO SE SENTIU UM POUCO NO ESQUECIMENTO? Quando você enfrentar isto, agora ou num ponto mais a frente da sua vida, lembre-se que todos nós vamos experimentar a solidão e o abandono. Mas o importante é estar preparado para entender que o único abandono que mais dói é O ABANDONO DE SI MESMO. Não se abandone, pois HÁ MUITA VIDA EM VOCÊ!
A OFERTA DE OPORTUNIDADES AUMENTOU, mas a de drogas e problemas também. Precisamos aumentar a cada dia a nossa capacidade de escolha. Antigamente, as pessoas viviam num mundo sem a velocidade da tecnologia, os contatos eram pessoais e lentos. No entanto, hoje, o volume de informações é tão rápido, as novidades nos chegam sempre com CARA DE SOLUÇÃO para tudo o que precisamos. Porém, isto não é bem verdade, cada um de nós precisa se cuidar para não se transformar em monstro consumidor apenas, e não um ser que vive feliz com aquilo que escolheu conscientemente.
O PODER DA BOSTA… Assim reagiu um velho amigo quando o chamaram de bosta: -“Não me ofendo, não me considero desprezível e vou à luta, fertilizando todos os jardins da vida que eu puder! Afinal, quem não pode ser ao menos ‘um bosta’ na vida, uma vez que a bosta pode se transformar no MELHOR ADUBO DA HORTA? Nunca desista e não subestime ninguém, POIS TODO AQUELE QUE NÃO PUDER SER A HORTA, pode ser ao menos o adubo dela, ainda mais que o adubo orgânico (natural) é o melhor. Então, se acham que eu sou um ‘bosta’ fiquem sabendo que a ‘bosta’ pode se transformar no melhor adubo que vai fertilizar o solo da sua existência e fazer crescer a planta do seu sonho. Aquilo que parece ser um problema ou uma ofensa hoje, com sabedoria e perseverança poderá ser transformado em solução para o amanhã!”. Isto também é agrosofia, onde aprendemos algo com qualquer elemento que encontramos no ambiente e na natureza.
SONHO COM A TRILOGIA DO SUCESSO: Família, escola e sociedade agindo em parceria e integridade. Pais que não deixam para a escola aquilo que só eles podem fazer: princípios, valores e limites. Escolas (gestores e educadores) que passem conteúdos que ajudem a dar poder de ESCOLHA (apenas um “H” a mais do que ESCOLA) aos educandos. Uma sociedade mais justa, que saiba acolher aqueles que se formam, dando a eles um espaço de realização.
DEUS SÓ PODE ESTAR em algum lugar especial, em seu interior. Quase sempre é na solidão que o encontramos, pois a balbúrdia nos impede de ouvir o lado interior. Falo de solidão como um momento (curto, às vezes, longo) em que nos recolhemos, nem sempre por abandono dos outros, mas para entendermos que em última instância estaremos sós. Todos aqueles que amamos um dia nos deixarão ou nós os deixaremos. Por isso vivo a perspectiva da longevidade: eu sei que a fruta madura é mais saborosa e ela amadurece, quase sempre, na solidão do seu ramo. Felicidades a todos, mesmo que não tenhamos concordância sobre onde está Deus.
VIVER BEM SUA IDADE…Vivemos um tempo de consumismo e desprezo da essência humana. Todavia, cabe a cada um olhar para dentro de si e descobrir que há muita vida em seu interior, INDEPENDENTEMENTE DA IDADE QUE SE TEM . E esta vida precisa passar para o lado de fora, na forma de um sorriso, um trabalho feito com amor, uma atitude voluntária, enfim, algo que faça alguém feliz. ISTO É SERVIR PARA VIVER EM QUALQUER IDADE!
MAIS DO QUE OBSERVADORA a pessoa precisa ser visionária no mundo de hoje. Como, quase sempre, nossos sonhos e projetos colidem com uma dificuldade ou outra, apenas aquelas pessoas que têm a capacidade de imaginarem o que há do outro lado do muro conseguem vencer as dificuldades e prosperar inclusive nos tempo que não são bons. O SEGREDO É COLOCAR A VIBRAÇÃO NAQUILO QUE DESEJAMOS.
A ÁRVORE DA FORTUNA... Faça fortuna verdadeira, “aquela que a traça não corrói”, nem os altos e baixos do mercado. Enriqueça por dentro e por fora! Veja este vídeo gravado com a Árvore-da-fortuna, no momento de uma palestra para colaboradores cooperativistas:
HOJE SERÁ UM GRANDE DIA! QUE TAL? Aquele homem levantou-se bem cedo e foi até a cozinha. Normalmente não era ele quem se levantava primeiro, mas a esposa. Então ela ficou preocupada e o seguiu sem que ele a visse. Na cozinha, ele abriu a janela, levantou e apontou a mão para fora e disse: “Hoje será um grande dia!”. Quando olhou para trás viu a mulher assustada com aquilo. Ele não perdeu tempo e emendou: “Que tal?”. O “que tal?” endireitou tudo e passou a ser a chave para um grande dia! Que você tenha um grande dia hoje, sendo gaúcho ou não! Que tal? Esta dinâmica está no vídeo a seguir:
É PRECISO CORAGEM PARA IR ATÉ O FIM NA TAREFA DE AMAR, DE TRABALHAR POR UM IDEAL E DE TRANSFORMAR NOSSOS FILHOS E FILHAS EM VALOROSOS SERES HUMANOS, CAPAZES DE FAZER UM MUNDO MELHOR DO QUE O QUE NOSSA GERAÇÃO ESTÁ FAZERNDO. É POR ISSO QUE EU SOU DO TEMPO QUE QUANDO UMA COISA SE QUEBRAVA A GENTE CONSERVAVA, E NÃO SIMPLESMENTE JOGAVA FORA:
PORTEIRO DO CÉU. Um dia Deus pediu a um homem se ele aceitaria ser porteiro do céu por uma semana. O homem pensou, pensou e sentiu o peso da responsabilidade, pois com a moeda que julgasse também seria julgado. Depois de muito ponderar aceitou com uma condição: ter a liberdade de fazer as regras daquela semana. Deus permitiu e ele deixou passar naquela semana apenas as pessoas que: 1-nunca falaram mal da vida alheia; 2-nunca roubaram nada de ninguém, muito menos do setor público; 3-que não fossem egoístas e tivessem servido e cooperado com todos que precisaram de algo a seu lado; 4-tivessem cuidado dos recursos naturais como prova de amor às futuras gerações; 5-perdoaram todas as ofensas; 6-nunca mentiram; 7-não precisassem aprender mais nada. SABE QUANTAS PESSOAS ENTRARAM NO CÉU NAQUELA SEMANA? NENHUMA!
PODEMOS ESCOLHER ENCARDIR OU MELHORAR NOSSA VIDA A CADA DIA. Podemos decidir colocar uma gota nova na taça da existência, ou entornar o caldo com mais dificuldades, tornando-nos uma vítima emocional. Os problemas aparecem muito facilmente e são alardeados. Então, a solução é colocar a cada dia algo novo em nossa vida, vagarosamente, mas insistentemente. Quanto mais profundamente entrar uma gota de esperança em nossa vida, mais facilmente veremos maravilhosas mudanças acontecendo favoravelmente aos nossos projetos e sonhos.
De que adianta QUERER se não sei o que desejo definidamente? Como obter o que quero se não reuni em mim o PODER para conquistar? Como chegar lá se sou acomodado e não sei para onde VOU? Como FAZER o que quero se não desenvolvi as habilidades necessárias para tal? Como CONSEGUIR se não vou à luta, nada faço para mudar minha situação? Etapas importantes para o sucesso: EU QUERO! EU POSSO! EU VOU! EU FAÇO! EU CONSIGO!
SEGUIR PELOS TRÊS CAMINHOS… Ouvi dizer outro dia que só temos três caminhos para optarmos, a saber: 1º- Ficar onde estamos, e ser considerado estagnado; 2º- Voltar ao passado, e ser considerado um atrasado; 3º- Ir para o futuro, e achar que apenas isso é evolução. Pois bem, eu tenho muita saudade de algumas coisas do passado, outras jamais queria que mudassem e algumas eu ainda não alcancei. Sendo assim, parece-me que o melhor a se fazer é seguir nossa jornada levando junto os três caminhos, pois em cada um há sempre algo bom, afinal fomos nós mesmos quem os pavimentamos!
COMO VIVER MUITO E INTENSAMENTE, MORRENDO LENTAMENTE E DE MANEIRA SÁBIA? Eis a grande pergunta para darmos a resposta em nossa jornada existencial. Uma grande amiga despediu-se de nós na vida terrena e já está com Deus: minha amada cunhada, mãe, amiga e esposa exemplar, Karla Rebelo, fez isto. Deus, por ela ter existido, MUITO OBRIGADO!
NÃO IMPORTA O QUE DIZEM DE VOCÊ, mas o que você vais fazer hoje para vencer. Não para vencer os outros e mostrar para eles quem você é, mas para simplesmente fazer e ser feliz. Afinal o que é a felicidade: uma busca, uma procura, uma ciência, já está dentro da gente? Acho que ser feliz é ir em frente, apesar de…É SABER MANTER VIVOS OS SONHOS E PAIXÕES CERTAS.
QUANDO UMA DIFICULDADE APARECER EM SUA VIDA tome o cuidado de colocar o tempero da sabedoria e não o desespero da agonia. Quanto mais calma adotarmos, mais tempo teremos para decidirmos pelo melhor. Vá com calma, pois a velocidade está matando muita gente. Não apenas a velocidade das estradas, mas a pressa veloz que querer tudo, transformando-se, muitas vezes, num monstro consumidor. VIVA A FAMÍLIA, O TRABALHO E A FESTA.
TRÊS PALAVRAS FORTES PARA OS TEMPOS ATUAIS: 1ª-MOTIVAÇÃO: saber o que se quer, criar fascínio pelo que se deseja, sabendo escolher em meio a tantas ofertas boas e outras nem tanto. 2ª-RESILIÊNCIA: resistir às contrariedades e até quedas da jornada, sendo capaz de retornar ao estágio inicial após o sofrimento, lutas e embates. 3ª-SUPERAÇÃO: agir diferenciado, de maneira super, para vencer as dificuldades e percalços do caminho.
ALGUNS PAIS JÁ ESTÃO FICANDO CANSADOS DE TANTO OBEDECEREM AOS FILHOS. Antes (ou antigamente) era o contrário: os filhos é que obedeciam aos pais. Se bem que naquele tempo, num mundo que pouca coisa nova oferecia, era fácil ser obedecido e obedecer. Hoje, além de termos opções para quase tudo, com um sistema que faz nossa agenda (se não tivermos propósito de vida) é bem mais difícil SER OBEDECIDO. Continuemos pensando uma relação melhor entre PAIS E FILHOS!
O QUE SÃO PRINCÍPIOS E VALORES? Acho que princípios e valores podem ser comparados com pilares, colunas e sapatas de uma construção. Também com a raiz profunda de uma árvore. Neste caso, quando a árvore fica bem velha, as folhas caem e apenas o cerne a mantém em pé, por dentro há uma raiz pivotante que se projeto no solo e a mantém em pé, enquanto as raízes pequenas (as que absorvem água e nutrientes) morrem. TENHA RAÍZES PARA NÃO CAIR QUANDO VIER ALGUMA TEMPESTADE OU TEMPO RUIM.
TENHA RAÍZES PARA NÃO CAIR QUANDO VIER ALGUMA TEMPESTADE OU TEMPO RUIM. Quando uma árvore fica bem velha, as folhas caem, os ramos mais finos secam, mas ela se mantém em pé mesmo em tempos difíceis. Isto porque por dentro há um cerne e na sua base uma raiz pivotante, que se projeta profundamente no solo e a mantém em pé, enquanto as raízes pequenas (as que absorvem água e nutrientes) morrem cedo. Todavia, a raiz velha um dia foi jovem. O segredo dos jovens é formar raízes resistentes.
SOLICITAÇÃO DE AMIZADE. Antigamente, quando queríamos uma amizade nova bastava fazê-la com uma pessoa que não conhecíamos. Atualmente somos denunciados quando enviamos um pedido de amizade a quem não conhecemos. Ora, como fazer um amigo novo se somos forçados a ficar apenas com os antigos? Não sabem estes que os amigos também se sucedem ao longo de nossa vida? A não ser que essa afeição, estima ou atenção dedicada seja apenas interesseira, o que não é o nosso caso.
QUALIDADE DA ATENÇÃO. Não é o tamanho da orelha que diz se você ouve mais ou menos. O que diz se você ouve melhor é a atenção verdadeira que você dá à pessoa que fala com você. Nada supera a qualidade da atenção, a sintonia que mantemos com as pessoas no momento do relacionamento. Não pode haver comunicação quando apenas fazemos as coisas superficialmente. Por essa razão, hoje vamos prestar mais atenção na comunicação que estabelecermos com qualquer pessoa, para que nosso DIA SEJA CADA VEZ MELHOR. Obrigado pela atenção, na forma de curtição e compartilhamento.
ERGA A CABEÇA, METE O PÉ E VAI NA FÉ. Quando se levanta a cabeça enxerga-se mais longe o objetivo, passando um olhar além do muro das dificuldades. Quando se mete o pé na estrada da vida, enfrentando-se o caminho com destemor, sente-se que sem esforço não se chega a lugar decente algum. Quando se tem fé, o impossível para alguns que te observam torna-se possível para o teu eu interior e você tem a certeza de que vale a pena lutar. A frase do topo deste texto foi extraída quase que literalmente da música “Tá Escrito”, do Grupo Revelação.
FIRME ESTÁ MEU CORAÇÃO NA AÇÃO? Despertar para a vida é mais do que apenas intelectualmente ligar-se àquilo que nos interessa, mas envolver-se de corpo e alma ao que faz a diferença em nossa vida. E o que faz a diferença é aquilo que realmente é importante. Bem, até aqui parece que apenas fizemos uma colocação vaga e inútil, mas não: SÓ VOCÊ PODE SABER O QUE LHE FAZ BEM, MESMO QUE RECEBA CONSELHOS ALHEIOS. Tua cabeça é teu guia, mas firme deve estar TEU CORAÇÃO NA AÇÃO.
UM TOQUE QUE PODE FAZER A DIFERENÇA. A ação de tocar as mentes e corações das pessoas talvez seja a mais forte que possamos praticar. Quando dizemos, escrevemos ou fazemos algo que toca alguém profundamente, a vida desta pessoa pode ser modificada. Um toque que deixe um sinal, um vestígio para a vida, algo que faça a diferença e provoque inspiração. Mas, para isto é preciso parar, refletir e escolher as melhores palavras e o momento certo, para tentar furar o bloqueio imposto pela pressa, a precipitação e as coisas feitas a toque de caixa. Acalme-se hoje e olhe para dentro de você, afinal, se alguma coisa vai mal fora é porque algo está mal dentro.
É TÃO FÁCIL… É tão fácil perder-se, não achar o caminho ou desviar-se da boa rota. Além de ser fácil deixar de ter o que se quer, pouca gente está do lado da estrada a fim de indicar o caminho para você. Nesta sociedade, que cada vez mais prega e implanta o “cada um para si e Deus para ninguém”, perder-se tornou-se algo muito comum. Por isso, a preocupação daqueles que vão à frente é cuidar do projeto dos mais novos, daqueles que ainda nem chegaram na primeira curva da estrada.
O PODER DA SENHA… Chega-se numa repartição pública, um órgão de saúde, instituição financeira, um cartório, enfim, qualquer entidade que tenha certa pressão para atender o público e logo se vê um anúncio “senha aqui”. Você pega a senha e fica esperando a sua vez, sentindo-se apenas um número naquele momento. Quando chega a sua vez, a pessoa atendente olha para você e pergunta: “Em que posso lhe ajudar?”. Você expõe o seu caso e ela começa a acessar o sistema. Então vem a dúvida misturada com ansiedade: será que vai dar certo? Meu conselho: nunca deixe de considerar que você é ser humano e que a pessoa que está lhe atendendo também; A FRIEZA DE UM NÚMERO NÃO PODE NOS DISTANCIAR E MUITO MENOS PERMITIR UM TRATAMENTO DESUMANO.
Diz o dito popular que “a consciência tranqüila é o melhor remédio contra insônia”. Bem, agora resta saber como está a qualidade do nosso sono? Outro dito também fala que “amigo não empata amigo”. Que no dia de hoje, com a consciência tranquila e muita disposição possamos prestar auxílio, socorro, assistência, favor a quem de nós precisar. E que logo mais, quando o justo sono bater, você possa repousar merecidamente.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Mudanças e modernidades fazem ofertas nem sempre certas. Mas, mesmo que os tempos mudem jamais devemos perder de vista o fascínio pelos nossos sonhos e projetos. A sugestão que lhes faço é esta: seja moderno, mas não aloprado por novidades não testadas, para aproveitar tudo ao máximo, desde a tecnologia aos relacionamentos, sem dissabores. Sabemos que tudo muda o tempo todo, mas nem por isso devemos ser uma biruta de aeroporto, vivendo amalucados e sem direção.
ALÉM DE ESTUDAR, peça a Deus um pouco de esperteza saudável para poder vencer na sociedade atual. Além de ser honesto (querer apenas aquilo que é seu), procure ser justo (proceda com equidade, pesando tudo na balança da sua consciência). É fácil ser honesto e justo por aparência, mas por essência é que são elas. Quem é justo e honesto segue a ética da reciprocidade: não deseja e não permite ao outro aquilo que não quer para si.
COM SENTIMENTO DE HUMANIDADE… É TEMPO de procurar as pessoas sem ter um interesse ou motivo para ganhar algo. Quem apenas procura o outro para tirar algum proveito bom amigo não é. Devemos procurá-las apenas para um contato, uma visita,… mais nada, pois isto já é tudo. Com a atual crescente racionalização de tudo, se a pessoa não ganhar algo ou dinheiro, uma vantagem qualquer, ela considera isto tempo perdido ou ação sem objetivo. Lembre-se: quando o outro sente que você o procurou por ele ser quem é e nada mais, o verdadeiro relacionamento com sentimento de humanidade acontece.
É TÃO FÁCIL CRITICAR, falar mal da vida alheia, reparar. É tão difícil construir, elevar, persuadir. Mas quem disse que você quer coisa fácil, moleza, mumu. Se viver fosse fácil qualquer borra-botas dar-se-ia bem. Mas, como viver plenamente requer preparo, poucos vivem plenamente com qualidade. Viva do seu jeito, aceite seus sofrimentos, mas não desista de buscar suas vitórias. Se hoje não deu certo, não desista, persevere visualizando um final feliz. Lembre-se: a mente multiplica o que tem dentro. E você, o que anda colocando dentro de sua mente para multiplicar? Ótimo dia, na alegria de viver.
ASSIM PENSOU ELA: “FAZ TEMPO que eu perco meu tempo. FAZ TEMPO que não aproveito meu tempo. FAZ TEMPO que boto parte da minha vida fora. AGORA, quero dar sentido, aproveitar, viver tudo de uma só vez, mas vejo que isso não é possível. BOM SERIA se eu tivesse aproveitado a utilizar meu tempo, fizer meu agora e dar mais sentido à minha vida NO MOMENTO QUE PASSA”.
“O AMOR É PACIENTE, TUDO CRÊ“, não desiste em nenhum momento, pois é nas difíceis horas que ele é testado se é verdadeiro. Eu tive esta prova ao ver um homem simples, após perder a companhia de sua amada esposa, companheira de labuta de tantos anos de luta dura no campo, isto falar: -“O amor é vencedor”.
QUANTAS VEZES DUVIDAMOS DE ALGUNS SENTIMENTOS, MESMO O MAIS ESPECIAL: O AMOR. Esquecemos que o amor é um ingrediente necessário para o verdadeiro vencedor. Eu não falo de uma simples vitória, como daquelas em que vencemos alguém, mas daquelas em que o ser humano FICA “MELHOR DO QUE MELHOR”, fazendo brotar uma certeza interior.
MOTIVAÇÃO SUSTENTÁVEL. Gosto de lembrar aos seres humanos que eles são dependentes dos vegetais. Os nossos projetos devem estar sempre associados à natureza, visando ser sempre sustentáveis. Gosto de fazer motivação humana associada ao comportamento dos vegetais, pois enquanto houver seiva haverá sangue. Senão vejamos: se todos os vegetais morrerem, os seres humanos terão imensas dificuldades para sobreviverem; se os seres humanos perecerem, os vegetais ficarão em ótima situação. Isto não é ser “ecochato”, e muito menos “biodesagradável”, mas lembrar o que é fundamental à nossa sobrevivência.
TÃO IMPORTANTE quanto aprender o que é importante é aprender o que não é importante. Muitas vezes se erra não por se saber pouco, mas por não se evitar o caminho que leva para o sofrimento. Cuidar do nosso plano de vida a todo o momento, sem abrir a guarda para os problemas e drogas que ousam entrar em nossa vida é fundamental. Felicidades a você e obrigado pela atenção, na alegria de viver.
NÃO HÁ CRESCIMENTO SE NÃO TIVER COMPROMETIMENTO. Quando dizemos sim a um projeto, uma ação ou uma atitude, todo o nosso ser se envolve com a ideia. Assim procedendo é que promovemos o desenvolvimento humano em todos os aspectos. Quem se entrega a um projeto “de corpo e alma” na certa obterá êxito verdadeiro. Acredite no seu sonho, pois sua realização está solicitando seu corpo e sua alma nele.
PILATOS TAMBÉM TENTOU.
Tentar apenas não é o suficiente.
Fazer de verdade é que faz a diferença.
É preciso seguir o exemplo do Mestre Jesus: ter a coragem de ir até o fim, mesmo que isso desagrade os acomodados.
Por isso, hoje pegue o bastão dos seus sonhos e corra em direção à meta, não desista até chegar o fim das responsabilidades que estão postas em sua mente e seu coração par este dia.
Não vai adianta lavar as mãos no final do dia pensando que tudo está bem, se você não fez o que deveria ter feito durante o dia.
Os outros podem lhe influenciar, mas caberá a você, só a você, a decisão certa para cada dia.
Lembre-se: tentar pode ser em vão, ir até o fim é conseguir na vida o que nunca tinha alcançado em sonho.
Pilatos também tentou, Cristo conseguiu! O primeiro tentou um acordo. O segundo, não desistiu do sonho dourado!
Muitas pessoas têm o hábito de culpar os outros por seus problemas, em lugar de assumirem responsabilidades por isto. Acaba virando um vício. Como culpar alguém ou uma força maior pela má educação e preparo de um filho?
Disposição moral, caráter, temperamento estão presentes em quem se preparou para enfrentar os embates da jornada existencial.
Indisposição moral, falta de caráter, destempero pessoal estão presentes em quem não se preparou para enfrentar a caminhada.
Modificar a substância, sem lhe alterar a essência é impossível, assim como é impossível alguém mudar de vida sem alterar sua essência comportamental.
Cada ser humano pode ter uma tendência ou uma vocação na vida. Entretanto, quanto mais este ser humano receber orientação vocacional, tanto maior será sua chance de acertar no alvo.
A maneira ou forma particular de fazer as coisas, ou de falar de uma pessoa vem em grande parte da família. E ressalto aqui, que a família é a grande, se não a maior contribuinte para a formação do ser pessoa depois de nós mesmos. A pessoa é portadora de corpo, alma e espírito. E a integração psíquica, parafraseando Santo Agostinho, se dá através do contato que temos com nosso interior. Assim, quando sabemos integrar bem o aprendizado que adquirimos com nossos educadores, muito mais seremos pessoas bem realizadas e íntegras.
A disposição de espírito das pessoas é grandemente influenciada pelo modo de ser da família, especialmente os pais, e seus amigos mais achegados. Os parentes também influenciam muito.
Agora, o jeito, a habilidade, a destreza que cada pessoa tem é algo que ela pode ter desenvolvido, a partir da descoberta de uma potencialidade e de treinamentos.
Então se isto é possível, porque não nos preocuparmos mais em casa com o modo de ser dos nossos filhos?
Isto é possível de ser feito quando nos fazemos parceiros do seu desenvolvimento e não um policiais ou detetives dos seus comportamentos, xingando-os a todo o momento. Devemos assim, saber promover um diálogo de liberdade para com nossos filhos, promovendo o crescimento constante.
Quanto à maneira de vestir, a moda que nossos filhos e filhas adotam, a nossa capacidade de influenciar também pode ser grande, dependendo da maneira como abordamos.
As diferentes expressões de comportamento de uma mesma pessoa revelam equilíbrio ou falta dele na escola do melhor ensinamento e, em última instância, são reveladores de como as coisas foram processadas dentro de casa. Isto pode ser considerado como um reflexo do lar. Não me refiro aqui se positivos ou negativos, mas, sim a importância que assumo o dia-a-dia dentro de uma casa, lugar de morada da família.
O que posso dizer, por experiência própria e acompanhamento de diversas políticas públicas e projetos de trabalhos junto à comunidade, é que ordem, pedido, conselho, exortação ou súplica fazem bem aos filhos, quando direcionados a eles com sentimento de amor.
Se eles não entenderem agora, entenderão posteriormente. O importante é não desistir enquanto se tem as rédeas nas mãos. Plantamos a semente no hoje para colhê-las futuramente como frutos maduros. Todavia, não basta apenas plantar e colher, pois entre o início e o fim há longo caminho dos cuidados, zelo, educação e toda uma sorte de providência para que tudo dê certo ao final.
Pais, o modo de ser dos pais tem e terá sempre a ver com o modo de ser e de viver dos vossos filhos. Isto é uma obviedade no mundo da psicologia, mas não é muito respeitado entre os pais.
Entendemos também ponderações no que diz respeito às influências do mundo exterior, quando induzem aos nossos filhos comportamentos e atitudes nem sempre percebidas de início pelos pais. Pais esses que quando as percebem nem sempre estão instrumentalizados e preparados para uma ação reparadora ou redirecionadora de comportamentos e atitudes. Sabemos que a velha maneira de educar era mais fácil e simples, quando os pais tinham maior controle sobre os filhos, e menor força possuíam as invasões vindas do mundo exterior para dentro do lar. Todavia, querendo os pais serem pais com segurança, necessário se faz um preparo mais adequado aos novos tempos. Não dá mais para “botar filhos no mundo” sem a condição de educá-los plenamente.
Nesse artigo, de caráter reflexivo e motivacional, procuramos responder aos seguintes questionamentos do tempo atual:
1- O que deve crescer dentro de casa para fazer da família uma célula amiga do corpo escolar? 2- O que deve ser agregado na escola para que as famílias se sintam cada vez mais coautoras da educação da sua prole? 3- Como estruturar uma proposta de educação que transforme a família em parceira e cooperadora da escola, uma vez que a escola é composta pelos filhos das famílias?
Algumas considerações importantes:
– Observamos certa crise de valores vivenciada por muitas famílias no cenário atual, onde pais e mães estão perdendo a autoridade e a liderança no lar. Isso nos dá a impressão que os alunos são mais filhos da escola do que das famílias.
– Não há mais a família de “antigamente”, mas vários tipos de família. Causas sociais, culturais, econômicas, afetivas, espirituais e tecnológicas explicam muito dessas novas configurações. Mas o fato é que essas mudanças nos colocam novos desafios, entre eles o resgate da participação da família na vida escolar de seus filhos.
– A escola jamais substituirá as famílias e as famílias jamais conseguirá substituir a escola. Cada uma dessas distintas instituições possui um papel forte e decisivo na vida das crianças, sendo a família a primeira escola e a escola a segunda família.
– Há certa unanimidade quando se pronuncia a frase: “a educação deve começar em casa”, sendo que a escola deve ser a repassadora de conhecimentos que instrumentalizem a criança para a vida profissional e social. Que possa ela receber uma formação que a torne cidadã consciente, conhecedora dos seus deveres e capaz de lutar por seus direitos.
– Pais amigos da escola sabem que um filho (uma criança) é uma joia rara e que merece de quem o gera/ou cuida todo o empenho, investimento e amor. Sabem que valorizando a família (“nosso maior patrimônio”) e despertando o “ser amigo” da escola (“patrimônio de todos”), a escola entrega uma educação de qualidade aos educandos. O certo é que quando mais as famílias participarem das atividades da escola, iniciando-as dentro do lar, elas passam a contribuir efetivamente para a construção de um futuro mais justo e feliz.
– Família amiga da escola é aquela que entende que a educação do seu filho é tanto mais eficaz, quanto mais ela cooperar com a escola.
– A família amiga da escola sabe que a missão dos professores e professoras é levar conteúdo, conhecimento e entendimento, de modo a desenvolver dons e talentos, além de gerar habilidades profissionais e de convívio social. Não foge ela da sua responsabilidade: repassar princípios e valores morais e éticos.
– Um amigo não é apenas um voluntário, mas uma pessoa que mantém um relacionamento de afeto, consideração e respeito por outra pessoa, protegendo-a e fazendo o possível para ajuda-la sempre. Logo, quem não mantém essa ligação com relação à escola do filho, não pode ser considerada amiga da escola.
– É frequente o caso de pais e mães que praticamente não cooperam com a escola, mas exigem que a mesma transmita “educação completa aos filhos”.
– Sabemos que princípio e valores relacionados à obediência, respeito aos mais velhos, consideração pelos professores, simpatia e solidariedade para com outros, disposição para o trabalho em grupo, etc, devem nascer e crescer dentro de casa.
(Confira abaixo o vídeo realizado pelo Palestrante sobre uma didática que estimulou e facilitou no processo de educação e interação dos alunos na Escola de Educação Básica Araújo Figueiredo, em Urubici, SC. Veja também a grande repercusão na fanpage do Professor, CLIQUE AQUI).
– Há a necessidade de firmeza de propósitos e coragem para educar sem rodeios.
– A constante busca da evolução faz da família uma célula cada vez mais fundamental para o progresso social de maneira harmônica, duradoura e sustentável.
– Educadores, pais e filhos, ajamos em cooperação: mais do que um por todos e todos por um,um por todos e todos por todos!
– Misturemos as mãos nesse aperto em favor da educação da nação!
AINOR FRANCISCO LOTÉRIO – Palestrante e escritor, engenheiro agrônomo, pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior, Gerenciamento de Marketing, Psicopedagogia, Mestre em Gestão de Políticas Públicas/Instituições, cultura e sustentabilidade e acadêmico de Teologia.
Para enriquecer ainda mais o Encontro de Mulheres Cooperativistas, foi realizada uma entrevista com o Professor Ainor a respeito do papel da mulher na agricultura familiar, sucessão, espírito de liderança e família. Os resultados desse jogo de perguntas e respostas são traduzidos em conhecimento, trabalho árduo, dedicação e carinho do Palestrante pelo público e sua preocupação com a agricultura familiar. Confira abaixo essa preciosa entrevista.
Como será a palestra? Quais os pontos que serão abordados?
– Será uma palestra instrutiva, animada e musicada, com o objetivo de sensibilizar as mulheres para a importância do seu papel na família atual, na cooperativa e na sociedade. Falaremos do sentimento de pertencimento, imaginação e sensibilização dos sentidos para uma vida de significado. – Dentre os pontos a serem destacados estão: a inteligência coletiva da mulher, que já se apresenta no seio dos lares, e sua relação com o cooperativismo; os sinais de evolução das mulheres no aspecto da formação, da participação social, da emancipação, da longevidade, do empoderamento em si. Saber o que se cultiva e o que se cria, o que se gasta e o que se ganha, o que se planeja e o que se define como meta de realização familiar em sua propriedade agrícola. Valorização, estímulo, motivação, resiliência e superação de entraves, para a busca de objetivos e metas. Do papel à transformação em agentes de desenvolvimento sustentável da propriedade familiar.
Qual o papel da mulher nas propriedades rurais familiares?
– Essa pergunta por si já denota a necessidade de se investir no seio da família, eu diria que a partir do ventre, e em nossa propriedades, bem como em parceria com as cooperativas, sobre o significado e realização que o campo pode dar às famílias que envolvem seus filhos e se dedicam ao sem pleno desenvolvimento. Ir além de administradoras do lar ou donas de casa (como sempre foram consideradas), passando agora ao nível de parceiras do planejamento e da gestão da propriedade. Motivar a família para seu envolvimento com a cooperativa, numa salutar parceria dialogada com o esposo e a família. As mulheres podem melhorar as escolhas nas propriedades, pois os caminhos que trouxeram as gerações de agricultores até aqui, não servirão para conduzir os jovens doravante. Escolher novos caminhos, para acertar o alvo da realização na propriedade é fazer sucessão. Isso será feito de maneira mais condizente com a família se a inteligência feminina entrar em cena. Quando o homem não age só, mas em família na propriedade, a vida fica melhor para todos.
Acompanhando essa onda de empoderamento feminino e discussão sobre o conceito de feminismo, você tem notado uma mudança no lugar que a mulher ocupa dentro das famílias rurais?
– As mulheres dão respostas aos estímulos de formação e desenvolvimento muito rapidamente. Elas vivem mais que os homens cerca de oito anos, são empreendedoras, estão sempre ao lado dos filhos e filhas em tudo. Como acompanho os trabalhos com mulheres a cerca de trinta anos, desde os tempos de extensionista rural, percebo também fortemente nos trabalhos e eventos das cooperativas, que as mulheres sempre se fazem presentes, se envolvem fortemente em temas de geração de renda, exercício de liderança, trabalhos comunitários, participação em conselhos (ainda pequeno), dando um brilho em tudo o que botam a mão e a inteligência. A mulher não se empodera para passar à frente do homem, mas para que todos possam caminhar com ela, pois seu desejo é que a vida seja um espetáculo familiar, não unicamente pessoal. Coração de mãe sempre cabe mais um, é cooperativo e tem inteligência social. Isso por si só lhes confere poder. Todavia, quando se soma isso a sua busca por formação, seu poder de realizar aumenta.
Quais são as características das mulheres líderes/empreendedoras?
– As mulheres que são lideres empreendedoras participam mais, trabalham decididamente naquilo que dá resultado envolvendo gente, praticam a empatia (colocam-se facilmente no lugar dos outros), trabalham muito e lideram pelo exemplo. Elas não se preocupam em competir com os homens, pois sabem cativar seus espaços, assim como sempre brilhantemente o fizeram no lar e nos espaços que atuavam e atuam. Elas se cuidam mais que o comum, investindo em formação e saúde. Não observam apenas o empreendimento frio em si, mas entendem o espírito que o move, sendo por isso possuidora de um espírito que anima e conduz nos momentos mais difíceis da empreitada ou empreendimento. – Sabem olhar para dentro de si e para fora dos seus empreendimentos, dando mais vida à família, propriedade e cooperativa. Isso é fazer da vida um espetáculo não para ser apenas assistido, mas participado como ator e atriz.
A sucessão familiar é um desafio que nunca sai de pauta. Você pode dar algumas dicas que podem facilitar esse processo?
– A sucessão rural não envolve apenas a renda, mas todas as coisas e amores que contemplam a vida. E nisso as mulheres são especiais, pois lançam mão da inteligência afetiva e emocional, além de demonstrarem boa capacidade de gestão financeira. Assim, é fundamental a participação das mulheres num programa de sucessão rural na propriedade, uma vez que elas são exímias e naturais incentivadoras dos filhos e filhos, quanto às buscas que os mesmos realizam em favor da realização profissional, relacionamentos e sonhos de felicidade. Quem irá proteger nossos filhos e filhas se não os prepararmos para empreenderem com sucesso nas nossas propriedades rurais? – Sucessão se faz com gradual passagem de responsabilidades de pais para filhos, integrando a família no processo de trabalho, tornando cada filho ou filha num aprendiz das novas técnicas de criação, cultivo e gestão, mostrando constantemente os resultados e fazendo contas juntos.
Quando iniciar a sucessão rural empreendedora?
– Iniciar cedo, uma vez que um profissional de qualquer área hoje em dia precisa estudar muito para ter sucesso, o que não é diferente no caso da agricultura (isso valia para o passado, onde a prática apenas era suficiente, quando o nível tecnológico era baixo e os filhos eram muitos e hoje são poucos. O certo é que o celeiro de sucessores está ficando cada vez mais escasso).
– Identificar os jovens com aptidão para o negócio da família e definir bem cedo, com a anuência de todos, levando-os ao consentimento e imaginação na atividade.
– A diversificação da propriedade, outrossim, possibilita que um filho goste disso e outro daquilo, ou seja, uma atividade ou criação que pode atrair um não atrairá o outro. Quanto mais diversificadas as atividades numa propriedade maiores as chances (temos verificado em nossa longa experiência na área inclusive em trabalhos com jovens rurais).
– Criar, desenvolver e manter uma mentalidade sensibilizadora para a sucessão não apenas como fator de geração de renda, mas como ideal de vida também.
– Implantar uma estratégia familiar, associada à uma instituição associativa ou representativa dos agricultores ou política pública, de modo a não se afastar da ideia da sucessão, para evitar os modismo momentâneos, muito próprios da sociedade atual, onde quase tudo é fruto da correria.
Se você tiver algum ponto que ache importante acrescentar, pode ficar à vontade:
– A mulher é um ser que brilha facilmente no seio do lar, nas organizações, corporações e na sociedade. Sempre que a ela for dado voz e vez o resultado logo é notado. No entanto, há sempre uma distância entre a retórica e a prática no campo da atuação da mulher, ou seja, há muito elogio, mas nem sempre espaço. O bom desse momento em que estamos vivendo, quando o tema empoderamento toma cada vez mais corpo, é que as mulheres se encontram cada vez mais preparadas para o seu papel na sociedade, uma vez que empoderar-se significa criar uma consciência da sua situação e socializar o seu poder entre os cidadãos, conquistando assim a condição e a capacidade de participar. Isso, mais do que inclusão social e exercício da cidadania, é realização humana plena, é felicidade. A propriedade agrícola familiar existe para o que, além da produção de alimentos e geração de renda? – Garantir os recursos naturais e o futuro da família com justiça social. Deixar um legado forte de SUCESSÃO FAMILIAR, tanto é que filhos se casavam com a garantia de um pedaço de terra, enxoval básico, máquina de costura, etc, vindo da casa dos pais. Caso a família não dispusesse de todos os recursos para casar muitos filhos, era solicitado um tempo para o filho ou filha seguinte, de modo à família se recompor financeiramente.
Origem, evolução, dimensões do papel estratégico e resultados num mundo competitivo.
Por Ainor Francisco Lotério*
Cooperativismo é um movimento, filosofia de vida e modelo socioeconômico capaz de unir desenvolvimento econômico e bem-estar social. Seus referenciais fundamentais são: participação democrática, solidariedade, independência e autonomia. É o sistema fundamentado na reunião de pessoas e não no capital. Visa às necessidades do grupo e não do lucro. Busca prosperidade conjunta e não individual. Estas diferenças fazem do cooperativismo a alternativa socioeconômica que leva ao sucesso com equilíbrio e justiça entre os participantes. Associado a valores universais, o cooperativismo se desenvolve independentemente de território, língua, credo ou nacionalidade (fonte: http://www.ocb.org.br/site/cooperativismo/).(mais…)
Envelhecer é só para quem consegue. Parece óbvio, mas estou curtindo este barato, levando sempre dentro de mim O JOVEM QUE UM DIA FUI. Sabe, podemos dizer que temos O ESPÍRITO jovem, mas o corpo sempre fica diferente: mais lento, mais cansado, evita mais problemas, respeita mais os limites e faz coisas que fazia em muito tempo, agora em pouco tempo. É claro que algumas coisas não fazem mais… Desejo que os jovens vivam bem sua fase, mas que não se esqueçam de que VIVER É UMA ARTE, porém, ENVELHECER É UMA SABEDORIA.
O campo está cada vez ficando mais chique e a cidade cada vez mais perigosa. Quem cuidar do verde, dos animais e da terra com zelo está cuidando da sustentabilidade da humanidade. As possibilidades de renda e de realizações no espaço rural se ampliam a cada momento. Num mundo global, não há nada que não possa ser visto, comprado, conhecido, sentido na cidade que não possa chegar também ao campo, tal o avanço que estamos experimentando nos meios de comunicação, especialmente através da internet, telefonia e televisão.(mais…)
QUEM NÃO ASSUME COMPROMISSOS, DIFICILMENTE CONQUISTA OBJETIVOS. Por Ainor Francisco Lotério – Palestrante e escritor
Vá conscientemente em direção a si mesmo, sem esmorecer. Torne-se sinceramente quem você pode e quer ser. Muitas vezes, para demonstrar comprometimento com o trabalho, necessário se faz reconstruir a própria mentalidade e mudar o comportamento pessoal e profissional onde se vive e trabalha. O comprometimento envolve não só uma resposta à remuneração salarial, uma obediência ao preceito moral, mas uma relação ética e afetiva com as pessoas e a própria vida: valores habilidades, esforço e disposição para honrar, realizar-se ou realizar algo.(mais…)
O que é indisciplina?
R: falta de disciplina; desobediência, insubordinação, rebeldia; violação de regras ou ordens.
Exaustiva e desafiadora, a indisciplina representa uma enorme dificuldade para o trabalho dos professores.
A Escola contemporânea passa por movimentos de mudança – internos e externos aos seus muros. Por um lado, cobram-se cada vez mais tarefas da instituição: a) ensino dos conteúdos regulares, temas transversais, cidadania, ética, educação sexual e por aí afora; b) de outro, as condições de exercício da profissão de professor estão cada vez mais difíceis (perda de autoridade, capacitação diferenciada, apelos do novo mundo).(mais…)
A Educação possui impacto em todas as áreas de nossa vida, em todas as classes sociais de todas as partes do mundo. Não há quem possa dizer que não teria benefícios se tivesse estudado um pouco mais, quando se depara com uma sociedade competitiva, onde o ambiente se modifica velozmente.
ANOTAÇÕES SOBRE MOTIVAÇÃO, DONS, TALENTO, LINGUAGEM, COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES HUMANAS NAS ORGANIZAÇÕES
1. MOTIVÇÃO HUMANA E PROFISSIONAL:
O mundo cada vez mais competitivo dos negócios exige altos níveis de motivação das pessoas. Colaboradores e empregados motivados para realizar seu trabalho, tanto individualmente como em grupo, tendem a proporcionar melhores resultados. Pensando assim, a motivação pode ser entendida como o principal combustível para a produtividade do empreendimento.
A seguir, destacamos alguns pontos importantes no sentido de definir o que venha a ser a motivação humana versus ambiente de trabalho:(mais…)
I) É criativo e original e o único que tem “agrosofia”
Original no que faz (“não seleciona, não copia e não cola”), diferencia-se no que faz. Tem grande capacidade de adotar o melhor de diferentes ideias, tendências, estilos e formas, para desenvolver as palestras. Ele é o único que tem agrosofia ou agrofilosofia (teoria analógica da motivação desenvolvida por ele esmo) e pratica a ciclomotivação ou bikemotivação (uso de diversos tipos de bicicleta para falar pedalando)se apresenta de maneira simples, direta, objetiva). (mais…)
Agrosofia (“só tem aqui”) com Ainor Lotério, o seu criador.
A Agrosofia, como uma filosofia de vida inspirada na natureza, propõe uma profunda reconexão entre o ser humano e o mundo natural. Essa abordagem busca extrair sabedoria das práticas agrícolas e do comportamento das plantas, aplicando-a em diversos aspectos da vida humana.
Assim como uma semente de mostarda, que apesar de pequena, possui um imenso potencial de crescimento, a Agrosofia nos lembra que todos carregamos uma força interior capaz de nos levar a grandes realizações. A essência importa mais que a aparência, e a perseverança, a paciência e a fé são fundamentais para superar desafios e alcançar nossos objetivos.
A Agrosofia nos convida a aprender com a natureza, observando suas leis e ciclos, e a aplicar essa sabedoria em nossas vidas. Valores como resiliência, adaptabilidade e sustentabilidade se tornam guias para nossas ações, tanto no âmbito pessoal quanto profissional.
Em um mundo marcado por mudanças climáticas e desafios ambientais, a Agrosofia se apresenta como uma bússola para um futuro mais harmonioso e equilibrado. Ao nos reconectarmos com a natureza e incorporarmos seus ensinamentos, podemos construir um mundo mais justo e sustentável para as futuras gerações.
A Agrosofia nos inspira a cultivar uma mentalidade de colaboração e respeito mútuo, reconhecendo a interdependência entre todos os seres vivos. Ao abraçarmos essa filosofia, podemos transformar nossas vidas e contribuir para um futuro mais próspero e significativo para todos.