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Ainor Francisco Lotério
O palestrante da mente e do coração

Curso de Educação Cooperativista para Mulheres

As mulheres associadas da Cooperativa Juriti participaram do curso Doutrina e Educação Cooperativista. Esse módulo está inserindo no Programa Mulheres Cooperativistas, promovido pelo SESCOOP/SC em parceria com as cooperativas do estado. Assim, o evento com a Juriti aconteceu no auditório da cooperativa e contou com a experiência e conhecimento do Professor Ainor Lotério. O curso de educação cooperativista para mulheres, tem como objetivo disseminar a cultura do cooperativismo e fortalecer a participação das mulheres dentro da cooperativa e na comunidade. Nesse sentido, o Palestrante Ainor levou uma abordagem...

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As mulheres associadas da Cooperativa Juriti participaram do curso Doutrina e Educação Cooperativista. Esse módulo está inserindo no Programa Mulheres Cooperativistas, promovido pelo SESCOOP/SC em parceria com as cooperativas do estado. Assim, o evento com a Juriti aconteceu no auditório da cooperativa e contou com a experiência e conhecimento do Professor Ainor Lotério.

O curso de educação cooperativista para mulheres, tem como objetivo disseminar a cultura do cooperativismo e fortalecer a participação das mulheres dentro da cooperativa e na comunidade. Nesse sentido, o Palestrante Ainor levou uma abordagem cheia de dinâmicas que ajudaram para a construção do conhecimento. Explanando sobre a essência, origem e história do cooperativismo, Lotério levou um conteúdo rico, potencializando a cooperação para a vida de cada associada.

Conheça mais Temas de Cursos e Palestras sobre Cooperativismo

Dessa forma, inspirado pelo espírito de cooperação, nesse módulo o Palestrante fala sobre os 7 princípios do cooperativismo. Bem como, sua importância para o desenvolvimento da sociedade. Em vista disso, ele afirmou que o cooperativismo é uma filosofia de vida que se constrói por meio de atitudes práticas. A essas atitudes ele dá o nome de cooperação. Assim, agindo em cooperação com os que estão ao nosso redor, formamos a cooperativa.

Assim, em seus cursos sempre há uma dinâmica de interação que envolve a todos. Por isso, o diferencial do seu trabalho está na metodologia, conhecimento e capacidade de adequação de seus conteúdos.

Mais informações: Leila Estrowispi (47) 3379 4300 | (47) 99936-2133.
Seiva DG (47) 3365 0264 | WhatsApp (47) 99976 4211.

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👍 Entenda mais sobre o Cooperativismo e sua Essência

Por Ainor Francisco Lotério Entender sobre cooperativismo vai além de simplesmente obter conhecimento teórico. É necessário sensibilidade para a aplicação de sua essência, de seus princípios e valores, direitos e deveres, na prática social, econômica e sustentável. Há os que entendem e guardam para si sem partilhar com os outros. Isto forma uma sociedade egoísta com pouca ou nenhuma inteligência cooperativa. O verdadeiro cooperativismo está diretamente ligado à solidariedade. Quem vive de fato a essência cooperativista, primeiro cumpre seus deveres e depois exige seus direitos, pois sabe que essa essência é sinônima de reciprocidade. Assuntos relacionados 🏢 

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Por Ainor Francisco Lotério

Entender sobre cooperativismo vai além de simplesmente obter conhecimento teórico. É necessário sensibilidade para a aplicação de sua essência, de seus princípios e valores, direitos e deveres, na prática social, econômica e sustentável.

Há os que entendem e guardam para si sem partilhar com os outros. Isto forma uma sociedade egoísta com pouca ou nenhuma inteligência cooperativa. O verdadeiro cooperativismo está diretamente ligado à solidariedade.

Quem vive de fato a essência cooperativista, primeiro cumpre seus deveres e depois exige seus direitos, pois sabe que essa essência é sinônima de reciprocidade.

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🏢 Palestras e Cursos de sucesso no Cooperativismo
💡 Cooperativismo: na base dos seus princípios estão os seus valores

Liderança Cooperativista com Inteligência e Visão de Comunidade

Em nossas inúmeras experiências tanto no campo teórico quanto da prática, vemos muitos líderes se dizem bons dirigentes, porém, acreditam que apenas os resultados econômicos sejam importantes e suficientes para seus associados. Esquecem-se do fato que a cooperativa deve se fundamentar nos interesses pela comunidade acima de tudo. Isso deixa claro que estes “bons dirigentes” ainda têm muito que aprender sobre o que realmente é o cooperativismo. 

Para dirigir cooperativas com excelência é necessário conhecer a fundo sua doutrina, valores, princípios, direitos e deveres. É muito importante também a compreensão da instituição cooperativa, que, independente do ramo, vai muito além dos resultados econômicos.

O grande foco do cooperativismo são as pessoas, os negócios que realizam, a economia que praticam e o engrandecimento do país onde vivem. Quem tiver esta visão, aí sim poderá se considerar um cooperativista.  E assim, será capaz de conhecer  e praticar seus valores e princípios (adesão livre e voluntária, gestão democrática, participação econômica dos membros, autonomia e independência, educação-formação-informação, cooperação entre cooperativas e interesse pela comunidade de atuação que hoje é cada vez mais global). 
Para conhecermos mais sobre os fundamentos do cooperativismo, confira: História do Cooperativismo e seus Princípios

Em resumo, o que se aprende dos princípios básicos para uma cooperativa socialmente justa, economicamente forte e sustentável, é que aceite o contrato social e seja solidária a todos, do início ao fim. Esse é o ponto de equilíbrio para desenvolvimento da sociedade e da comunidade.

Uma Cooperativa deve Orgulhar sua Comunidade

Ela deve orgulhar desde a comunidade da região de atuação, até a comunidade dos seus associados.

Para muitos parece obvia a afirmação de que um cooperativista pratique os pilares da cooperação na sua ação dirigente. Mas ainda, há dirigentes e colaboradores que atuam de forma egoísta, distanciando-se da essência do cooperativismo.  Felizmente, a maioria dos dirigentes, conselheiros, sócios e colaboradores internalizam os valores, princípios, direitos e deveres, enfim, a essência da doutrina como um todo e são exemplos espalhados por todo o Brasil.  Isso alegra nosso coração e torna os associados e a comunidade em geral mais felizes e orgulhosos da sua cooperativa.

Uma cooperativa que pratica os valores de acordo com a essência (ajuda mutua, responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade), tem respeito e seu lugar garantidos no coração da população.

Os verdadeiros cooperativistas seguem a tradição dos seu fundadores e acreditam nos valores éticos da honestidade, transparência, responsabilidade social e preservação do meio ambiente para o desenvolvimento sustentável.  Se houver contradição a essas tradições e valores, não há como ser cooperativista. Veja que texto bonito este da Organização das Cooperativas de Goiás: Cooperativismo, conceitos e doutrina

Confira no vídeo abaixo minha explicação sobre a tríade do Cooperativismo: Atitude voluntária, filosofia de vida e Sociedade de pessoas em vista de um bem comum. 👇

O Cooperativismo e seus Ramos do Campo à Cidade

No Brasil, o cooperativismo teve origem no campo, onde surgiram os primeiros exemplos com as cooperativas agropecuárias e, estendeu-se para as grandes cidades. Hoje, vemos que as organizações cooperativas atuam em diversos setores da economia.

Para facilitar a organização de acordo com a atuação, representação e interesse de setores da sociedade da economia, as cooperativas foram divididas em treze ramos:

– Agropecuário (produtores rurais);
– Consumo (mercado e armazéns);
– Crédito (soluções financeiras);
– Educacional (escolas de educadores, pais e alunos);
– Especiais (portadores de necessidades especiais);
– Infraestrutura (energia, telefonia e outros);
– Habitacionais (construção e administração de habitações);
– Produção (artesãos, metalúrgicos e outros);
– Mineral ( extração e lavração);
– Trabalho (organização de mão de obra e prestação de serviço);
– Saúde (humana);
– Turismo e lazer (entretenimento, viagens e eventos);
– Transporte (cargas e passageiros).

Para mais informações acesse: Ramos do Cooperativismo

Quando se trata de cooperativismo, há sempre muito que aprender e evoluir. É importante sempre fortalecer e levar mais conhecimento sobre essa doutrina para as próprias cooperativas. Com isso evitamos que, as lideranças, associados e colaboradores deixem de se importar e passem a colocar em pratica toda essa essência.

O cooperativismo necessita de constante lembrança e prática de seus valores, princípios, direitos e deveres, além de seguir a legislação atual. Com isso, garante sua sustentação e fortalecimento no mundo atual.

Quem é associado que seja cada vez mais cooperativista. A quem ainda não é fica o nosso convite: associe-se a uma cooperativa ou chame um grupo de amigos (interessados em contribuir para o desenvolvimento sustentável da comunidade) e funde uma. Por quê não?

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💡 Cooperativismo: na base dos seus Princípios estão os seus Valores

Por Ainor Francisco Lotério Por que os princípios cooperativistas são fundamentais? Esquecer-se dos valores ou não levar em conta na governança cooperativa é correr o risco de se estar fazendo uma gestão temerária, uma vez que o próprio Direito Cooperativo respeita a doutrina cooperativa e seus princípios e valores internacionais.  Afirmamos sem medo de errar pelo fato de o Cooperativismo ser o único movimento socioeconômico do planeta que se desenvolve sob uma mesma orientação doutrinária, desde o seu surgimento na primeira metade do Século XIX (1844), em Rochdale, na Inglaterra. Quando você imagina uma casa logo pensa...

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Por Ainor Francisco Lotério

Por que os princípios cooperativistas são fundamentais?

Esquecer-se dos valores ou não levar em conta na governança cooperativa é correr o risco de se estar fazendo uma gestão temerária, uma vez que o próprio Direito Cooperativo respeita a doutrina cooperativa e seus princípios e valores internacionais.  Afirmamos sem medo de errar pelo fato de o Cooperativismo ser o único movimento socioeconômico do planeta que se desenvolve sob uma mesma orientação doutrinária, desde o seu surgimento na primeira metade do Século XIX (1844), em Rochdale, na Inglaterra.

Quando você imagina uma casa logo pensa no seu fundamento, pois se as estacas forem fracas ou as colunas pouco robustas a obra poderá ruir após estar pronta.

Assim também é uma Cooperativa, quando ela cresce muito aparentemente, porém os fundamentos doutrinários são fracos. Por mais que ela se preocupe em gerar resultados financeiros, se não se preocupar com educação, formação e informação, passando da adesão livre, seu primeiro princípio, o interesse pela comunidade, seu sétimo princípio, um dia ela cairá.

Em minhas longas andanças (confira minha carreira em fotos) constatei que toda instituição que não vive de fato sua missão, fundamentada em princípios e valores, um dia sucumbe na sociedade ou no mercado. Por isso, é importante que no compromisso com sua missão não deixem de manifestar a sua essência, aquilo que lhe dá identidade e autoridade.

Veja também
 O que é uma Cooperativa?
📚 II Encontro de Direito Cooperativo do Sistema OCEB

São os valores imutáveis do Cooperativismo que fundamentam os Princípios e sustentam qualquer cooperativa.

Segundo a Filosofia, valores é o conjunto de características de uma pessoa ou organização, que determinam a forma como a pessoa ou organização se comportam e interagem com outros indivíduos e com o meio ambiente.

Todavia, há um meio mais fácil e até musicado para se definir valores, como nos diz o saudoso cantor e instrumentista brasileiro de música nativista Cenair Maicá: “O que são valores, senhores, será o ouro, o seu tesouro, afinal? Não será que o ser humano sem engano é muito mais que o vil metal”. 

Assim como na família, o que se mantém qualquer instituição em pé são suas estacas e colunas, a construção bem fundamentada em solo firme. Mesmo quando houver um vendaval que arranque o telhado e as paredes, a estrutura não se abada. Isso é o que ocorre com cooperativas que sucumbem às crises enquanto outras, mesmo com dificuldades, seguem firmes. Naquele caso, os sócios não são envolvidos e educados nos valores e não praticam os princípios, relacionando-se apenas como um negócio e não como uma sociedade que trabalha o social, o econômico e o ambiental para o bem de todos, sem abrir mão da eficácia na produção de resultados positivos para todos os envolvidos (sócios e familiares, colaboradores e fornecedores, etc.).

Quando as condições do mercado, ambientais e de mercado mudam, os princípios – diversamente dos valores – são passíveis de revisão (atualização) na linha de tempo, o que, por sinal, já aconteceu algumas vezes no âmbito da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). No entanto, os valores nunca mudam em função de crises, mas o são usados para justamente vencer as crises, não importando a sua natureza, tal como ocorre numa família, entidade ou nação.

O certo é que, antes dos princípios cooperativistas vem a primeira camada do alicerce, as raízes mais profundas, aquelas que extraem água e nutrientes mesmo em tempos de crises (hídricas, aqui entendidas como econômicas e sociais) que são seus valores, quais sejam:

  • Solidariedade (a comunidade é um bem comum e não um lugar para eu apenas explorar, e isso é responsabilidade de todos, o conjunto dos membros associados a um projeto comum);
  • Liberdade (não apenas a condição de ir e vir, de entrar e sair da cooperativa, mas a capacidade de dizer não ou sim e assumir essas escolhas até o fim, pois ser livre é uma tarefa difícil, quando podemos estar sendo levados para rumos que conscientemente não iríamos);
  • Democracia (não é apenas a possibilidade de se manifestar, votar e ser votado, mas o entendimento de que uma decisão majoritária é para ser cumprida por todos, sem discriminação e independentemente de se gostar ou não);

    Dinâmica na palestra “O Cooperativismo e seu poder de transformação na Sociedade”
  • Equidade (procedimento justo de acordo com a condição de cada um, tendo como base todos os outros valores);
  • Igualdade (que impede a segregação por qualquer condição diversa – econômica, de raça ou cor, de gênero, enfim, que o coloque em pé de igualdade dentro da mesma sociedade e comunidade);
  • Responsabilidade (um cooperativista observa primeiro os deveres para depois lembrar dos direitos, uma vez que ele, em igual proporção aos demais associados, é o dono da cooperativa, nunca se dirigindo a ela para explorá-la);
  • Honestidade (não mentir, não fraudar e não enganar, uma retidão que deve ser encarada como normal e não uma característica rara, pois quem é puro e honesto não se suja por nada);
  • Transparência (diz respeito à Cooperativa em si, onde cada sócio possa olhar de qualquer ângulo e ver tudo o que acontece, monde não haja segredo de contas, de negócios e muito menos de intenções maldosas);
  • Consciência socioambiental (não é possível que uma Cooperativa mantenha negócios e atividades que degradem o meio ambiente e os recursos naturais e, ao mesmo tempo, expresse que pensa nas futuras gerações e no desenvolvimento da comunidade). A palavra-chave aqui é SUSTENTABILIDADE, ou seja, o fazer de um modo que dure para sempre. E isso passa pelo econômico, o social e meio ambiente, lugar de assento da estrutura cooperativa.

São os valores acima mencionados que dão a estrutura de funcionamento diferenciado das Empresas Mercantis, que não são Empresas Comuns, a saber: Adesão Livre (aceitar o estatuto), Gestão Democrática pelos Sócios, Participação Econômica dos Membros (investir e usufruir), Autonomia e Independência (criar e recria, planejar e gerir), Educação (formação e informação), intercooperação (cooperação entre cooperativas) e Interesse pela Comunidade (sem o qual não se viabiliza). Veja mais detalhes no Portal da OCB-Organização das Cooperativas do Brasil.

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💡 O papel da Cooperativa no Fortalecimento da Comunidade

O cooperativismo e seu viés social, econômico e sustentável. Por Ainor Francisco Lotério O Cooperativismo precisa envolver a pessoa do associado, sua família e a comunidade a qual pertence, para cumprir com o que está preconizado nos Princípios Cooperativistas, que vão da adesão livre de cada sócio. Portanto, essa ideologia depende de um ato de vontade e responsabilidade própria, indo até o efetivo interesse pelas coisas da comunidade, antes do interesse egoísta pessoal. Dinâmica Cooperativa – Palestra realizada em Tianguá, CE, para colaboradores e produtores de acerola da Nutrilite Brasil. Eis uma questão fundamental...

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O cooperativismo e seu viés social, econômico e sustentável.

Por Ainor Francisco Lotério

O Cooperativismo precisa envolver a pessoa do associado, sua família e a comunidade a qual pertence, para cumprir com o que está preconizado nos Princípios Cooperativistas, que vão da adesão livre de cada sócio. Portanto, essa ideologia depende de um ato de vontade e responsabilidade própria, indo até o efetivo interesse pelas coisas da comunidade, antes do interesse egoísta pessoal.

Dinâmica Cooperativa – Palestra realizada em Tianguá, CE, para colaboradores e produtores de acerola da Nutrilite Brasil.

Eis uma questão fundamental para o pensar, o julgar e o agir cooperativo fortalecedor da vida e do empreendedorismo comunitário: só podemos fortalecer a nossa família quando servimos a ela com amor. Da mesma forma, só fortalecemos a cooperativa a qual pertencemos quando envolvemos a comunidade onde a mesma está e atua.

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Reflexões sobre Sociedades Sustentáveis por meio da Cooperação
Cooperativismo com Espírito Familiar: Fortalecendo Gerações

Organizamos para você algumas sugestões de como uma Cooperativa deve agir para cumprir seu papel na Comunidade:

  1. Ser agente de desenvolvimento local, com racionalidade empresarial e desvinculada das ações assistencialistas;
  2. Ações horizontais de coesão social de construção de uma base sólida de sustentação do desenvolvimento (associados que sabem que são donos, pois não é a cooperativa que têm associados, mas os associados que têm a cooperativa);
  3. Promover a articulação dos atores locais (famílias, lideranças, outras cooperativas, enfim, conversar com todos, pois os nossos resultados são os mais sociais que há);
  4. Cooperativas precisam contribuir efetivamente para melhorar a economia e o equilíbrio social nos municípios (aumento de renda e resgate da cidadania);
  5. Nas cidades que possuem cooperativas, o IDH é superior ao da média dos demais municípios (longevidade, educação e renda, os três indicadores que formam o Índice);
  6. O processo de ajuste ameaça criar efeitos cruéis nas formas de produção tradicionais operadas por pequenos e médios agricultores, fazendo com que a cooperativa se torne cada vez mais o elo necessário para a corrente da superação de crises;
  7. A Cooperativa precisa se manter articulada junto de outros agentes econômicos, atenta às mudanças mercadológicas, tecnológicas, ambientais, jurídicas, ou seja, todas aquelas que possam interferir na sua atuação;
  8. Não são essencialmente Instituições Cooperativas aquelas “cooperativas” que, “com pele cooperativista”, agem como empresa privada só para escapar dos impostos;
  9. O rápido crescimento de outras cooperativas na região também comprova que o cooperativismo ainda poderá contribuir muito para o desenvolvimento da mesma;
  10. Cada vez mais o Cooperativismo pode contribuir com a transformação positiva da comunidade, especialmente pelos seus diversos ramos que abarcam todas as necessidades da sociedade, quais sejam: consumo, sociais, trabalho, educacionais, transporte, agropecuárias, saúde, crédito, habitacionais, produção, infraestrutura, mineral, turismo e lazer.

Veja também > Palestra na 1ª FENACAMPI – O Cooperativismo e seu Poder de Transformação na Comunidade

Confira abaixo mais algumas reflexões sobre o papel da Cooperativa e do Cooperativismo como doutrina:

– O cooperativismo não visa apenas o acúmulo de riquezas, mas é uma organização de pessoas capaz de mudar comportamentos e melhorar o desenvolvimento do município e região.

– Sucessão para renovar as forças produtivas das propriedades leiteiras: Integrar a família no processo de trabalho, tornar os filhos e filhas aprendizes de novas técnicas, mostrar resultados positivos no fazer contas juntos, para ter mais controle da atividade leiteira e do andamento da sua cooperativa.

– Cada cooperativa precisa ser encarada como uma inteligência que vem de casa.

– Pais e filhos precisam e devem tornar a vida uma obra inteligente da cooperação.

– Está na hora de voltarmos a falar em cooperativismo, pois há muitos sócios no meio do quadro social que só pensam em preço e vantagem pra si e se esquecem de que cooperativismo enseja solidariedade com todos os associados.

– Cooperativismo é para gerar justo fortalecimento e transformação positiva da comunidade, especialmente em momentos difíceis.

– Sentados ao redor da mesa após o trabalho ou em dia de festa, devemos entender que Família e Cooperativa são Escolas de Valorização e Promoção Humana.

Como se pode ver, quando falamos em cooperativismo sempre há algo para se fazer em benefício de todos e da comunidade. Faz-se necessário que percebamos isso e nos engajemos nesse movimento internacional de desenvolvimento do local.

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PARABÉNS COOPERATIVISTAS! REFLEXÕES SOBRE “SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS POR MEIO DA COOPERAÇÃO”

Por Ainor Francisco Lotério No dia 7 de julho de 2018, cooperados de todo o mundo celebrarão o Dia Internacional do Cooperativismo com um tema que está diretamente relacionado a todos os habitantes da terra. Aliar desenvolvimento com sustentabilidade, fortalecido por princípios e valores só pode levar as comunidades ao progresso, o que sempre foi um primado do cooperativismo de resultado. Para melhor entendimento da relação que faremos entre Sustentabilidade e Cooperativismo, destacamos o objetivo numero doze (12) da ONU para o mundo, qual seja: “Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis”. (Confira a...

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Por Ainor Francisco Lotério

No dia 7 de julho de 2018, cooperados de todo o mundo celebrarão o Dia Internacional do Cooperativismo com um tema que está diretamente relacionado a todos os habitantes da terra.

Aliar desenvolvimento com sustentabilidade, fortalecido por princípios e valores só pode levar as comunidades ao progresso, o que sempre foi um primado do cooperativismo de resultado.

Para melhor entendimento da relação que faremos entre Sustentabilidade e Cooperativismo, destacamos o objetivo numero doze (12) da ONU para o mundo, qual seja: “Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis”. (Confira a íntegra dos ODS acordados)

Podemos aceitar como sendo Sociedades Sustentáveis todas aquelas que utilizam racionalmente os recursos ambientais, promovem os sociais e racionalizam os econômicos, de modo a conduzir o crescimento equilibrado e harmônico da sociedade (e não apenas do mercado). Por sua própria natureza e prática de gestão, as cooperativas atuais cada vez mais desempenham esse papel, ou seja, criam oportunidades e promovem a renda dos associados (fortalecendo o local), atendem ao social (fortalecendo seus laços e gerando riqueza para todos), além de serem controladas pela própria sociedade e suas comunidades locais. Isso tem peso fundamental na formação de lideranças em todos os setores que atual.

Leia + 👨‍🌾👩‍🌾  Cooperativismo com Espírito Familiar: Fortalecendo Gerações

Olhando para dentro das entidades cooperativas e compreendendo o cenário de atuação de cada uma delas e seus associados, abaixo trazemos sete (7) considerações reflexivas sobre alguns pontos do referido Objetivo:

  1. “Alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais”: imaginemos isso no sentido de controlar o desmatamento, despoluir e preservar os rios, recuperar as matas ciliares, adotar práticas conservacionistas tão abandonadas, etc. O que cada cooperativa e produtor estão dispostos a fazer nessa questão, uma vez que tais práticas sempre foram vistas como caras e sem retorno no passado? A resposta pode passar por esse pensamento: toda atividade que agrida o meio ambiente também agride a sociedade, uma vez que é nossa casa comum de moradia e de onde se tira o sustento para toda a humanidade. O cooperativismo tem condições, através da capacitação e conscientização do quadro associado e seus familiares.
  1. “Reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial”: A FAO aponta que cerca de 33% de tudo o que é produzido anualmente no mundo é perdido nos seguintes percentuais: 54% na fase de cultivo, colheita, manipulação, pós-colheita e armazenamento; 46% restantes são perdidos nas etapas de processamento, distribuição e consumo. Aí estão implícitas tarefas importantes não apenas para o campo, quanto para as cidades. As cooperativas de todos os ramos estão espalhadas no campo e na cidade e estão preocupadas com isso.
  1. “Alcançar o manejo ambientalmente saudável dos produtos químicos e todos os resíduos”: lamentavelmente, o Brasil é campeão mundial de uso de agrotóxicos. Aqui ainda usamos agrotóxicos que foram proibidos em 1985 na União Europeia (UE), Estados Unidos e Canadá. As cooperativas, através de suas equipes técnicas de campo e da conscientização de seus associados, veem desenvolvendo um trabalho de orientação sobre manejo de pragas e de cultivos, de modo a reduzir custos e evitar agressões ao meio ambiente. Agem também na conscientização e formação dos associados, especialmente agricultores, para que os mesmos não adquiram qualquer no mercado, mas o façam através do crivo da equipe técnica da cooperativa. Desse modo se utiliza apenas o necessário, além de baixar os custos de produção.
  1. “Garantir que as pessoas, em todos os lugares, tenham informação relevante e conscientização para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza”: essa é uma tarefa hercúlea, para não dizer monstruosa num mundo em que as informações nos chegam todas com sentido de prioritárias. 
    Assim, o cooperativismo por agir dentro de princípios e valores, indo da adesão livre ao interesse pela comunidade, não se furta em informar e conscientizar a comunidade sobre a importância e eficácia de todos adotarem 
    um estilo saudável de vida.
  1. “Gerar empregos, promover a cultura e os produtos locais”: num cenário de grande desemprego, principalmente entre os jovens (os quais figuram com índices superiores a 20% na maioria das pesquisas) é uma tarefa fundamental para a sustentabilidade econômica das famílias. Todavia vale ressaltar que as cooperativas não se interessam apenas em promover a empregabilidade, mas, antes de tudo, favorecer o empreendedorismo e a geração de renda para todos os associados e seus familiares. Sabem seus dirigentes que assim estarão promovendo o desenvolvimento do local onde seus associados vivem e trabalham. O próprio cooperativismo tem nos seus princípios a “informação, formação e educação”, o “interesse pela comunidade”, uma vez que “as cooperativas são organizações voluntárias abertas a todas as pessoas aptas a usar seus serviços e dispostas a aceitar as responsabilidades de sócios, sem discriminação social, racial, política ou religiosa e de gênero”. Vale ressaltar que a própria cooperação já é uma cultura e uma filosofia de vida que sempre se antecipou na busca daquilo que é melhor para a sociedade
  1. “Racionalizar (e não subsidiar) o uso de combustíveis fósseis, evitando o consumo exagerado”: nesse ponto temos a polêmica dos combustíveis em nosso país, o que faz com que as cooperativas também busquem e cooperem com as políticas públicas, no sentido da formatação de uma matriz energética mais equilibrada para o Brasil. Isso se dá através da produção de biodiesel (biomassa), energia solar e energia eólica.

  1. NÃO SE FAZ COOPERATIVISMO SEM PRINCÍPIOS E VALORES. Quando se trata de comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo sempre temos muito a dizer, especialmente por sua influência decisiva e positiva nas questões ligadas ao desenvolvimento humano, econômico e social. As cooperativas são, por essência, sociedades de pessoas que se sustentam pela justa cooperação. Desde a “Sociedade dos Probos de Rochdale” (Rochdale Quitable Pioneers Society Limited), conhecida como a Primeira Cooperativa Moderna do Mundo, os princípios cooperativistas e seus valores regem a conduta dos associados às cooperativas.  São princípios morais e de conduta que são considerados, até hoje, a base do cooperativismo autêntico. A Cooperação só acontece quando agimos dentro dos sete princípios e dos valores do cooperativismo: que são: Adesão voluntária e livre; Gestão democrática; Participação econômica dos membros; Autonomia e independência; Educação, formação e informação; Intercooperação e Interesse pela comunidade.

Não se faz cooperação “inventando moda” ou fugindo desses pilares. É como diz a música de Cenair Maicá “o que são valores, senhores. São o ouro, teu tesouro, afinal”, a qual você poderá ouvir aqui: 

Um mundo bom não é um mundo bom apenas para mim, mas também par ti, para nós, e isso só acontece quanto cooperamos. 

Veja também um pouco de nosso trabalho dentro do cooperativismo > 💡 Palestra e temas sobre Cooperativismo 

Com metodologia diferenciada pelo domínio de conteúdo, linguagem adequada para cada público e comunicação assertiva, fazemos uso do seu violão cantando algumas músicas que envolvem a todos. Utilizamos de dinâmicas que reforçam o conteúdo apresentado e que torna o momento especial e para ser lembrado com positividade.

Confira nosso canal no Youtube, lá você pode assistir vários vídeos sobre Cooperativismo, Agricultura, Sipat, Motivação, Família, Gestão Pública, Educação e muito mais > 📽 Canal Ainor Francisco Lotério

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